Pantopaz

HEXAL

Atualizado em 09/12/2014

Pantopaz

Pantoprazol

Registro M.S. nº 1.0047.0307

Apresentações de Pantopaz

7 comprimidos revestidos 20 mg
14 comprimidos revestidos 20 mg
28 comprimidos revestidos 20 mg
7 comprimidos revestidos 40 mg
14 comprimidos revestidos 40 mg
28 comprimidos revestidos 40 mg

Indicações de Pantopaz


PANTOPAZ 20 mg: redução da acidez estomacal e alivio dos sintomas1, remissão dos sintomas1 das gastrites2 ou gastroduodenites agudas ou crônicas e da dispepsia3 não ulcerosa, tratamento da doença do refluxo gastroesofágico4 sem esofagite5, das esofagites de refluxo leves prevenindo as recidivas6, prevenção
das lesões7 gastroduodenais induzidas por medicamento. PANTOPAZ 40 mg: tratamento da úlcera duodenal8, úlcera gástrica9, esofagite de refluxo10, e erradicação do Helicobacter pylori.

Contra-Indicações de Pantopaz

Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula, gravidez11, lactação12 e
crianças. PANTOPAZ 40 mg não deve ser administrado, em terapia combinada13 para erradicação do Helicobacter pylori, a pacientes com disfunção hepática14 ou renal15 moderada a grave.

Cuidados e Advertências de Pantopaz


Antes de iniciar o tratamento é necessário que se exclua a possibilidade de
haver úlcera gástrica9 maligna e doenças malignas do esôfago16, já que o tratamento com PANTOPAZ pode aliviar seus sintomas1 e causar um atraso no seu diagnóstico17. Na disfunção hepática14 grave as enzimas hepáticas18 devem ser monitoradas durante o tratamento com PANTOPAZ; se houver aumento nos valores
enzimáticos, o tratamento deve ser descontinuado. PANTOPAZ 40 mg não está indicado em distúrbios gastrintestinais leves, como na dispepsia3 nervosa. PANTOPAZ pode alterar a absorção de medicamentos cuja biodisponibilidade seja dependente do pH do suco gástrico. Isso se aplica, também, a medicamentos
ingeridos pouco tempo antes de PANTOPAZ. Verificou-se que pantoprazol não afeta a farmacocinética ou a farmacodinâmica da antipirina, carbomazepina, cafeína, diazepam, diclofenaco, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, nifedipino, femprocumana, fenitoína, teofilina, varfarina e contraceptivos orais. A
ingestão de antiácidos19 não interfere na absorção do patoprazol. Pantoprazol não aumenta a excreção urinária dos marcadores de indução, ácido D-glucarídico e 6 â-hidroxicortisol. Da mesma forma, as drogas investigadas não influenciaram a farmacocinética do pantoprazol. Estudos de interação farmacocinética em
humanos, administrando-se pantoprazol simultaneamente aos antibióticos claritromicina, metronidazol e amoxicilina, não demonstraram nenhuma interação clinicamente significativa. O tratamento com PANTOPAZ pode, ocasionalmente, levar ao aparecimento de cefaléia20, distúrbios gastrintestinais e reações alérgicas.

Posologia de Pantopaz


PANTOPAZ 20 mg: recomenda-se 20 mg/dia. Na insuficiência renal21 não se devem ultrapassar 40 mg/dia. Em caso de severa redução hepática14 não se devem ultrapassar 20 mg/dia. Na esofagite de refluxo10 leve, tratamento de 4-8 semanas é, em geral, suficiente. PANTOPAZ 40 mg: para cicatrização da
úlcera péptica22 gastroduodenal e da esofagite de refluxo10 recomenda-se 40 mg/dia. Úlceras23 duodenais normalmente cicatrizam em 2 semanas. Para úlcera gástrica9 e esofágica de refluxo tratamento de 4 semanas é, geralmente, adequado. Nos casos de úlcera gástrica9 ou duodenal associadas à infecção24 por
Helicobacter pylori, a erradicação da infecção24 é obtida através da terapia combinada13 com dois antibióticos,
única condição em que se recomenda o uso de PANTOPAZ em jejum. Qualquer uma das seguintes combinações é recomendada: A) 40 mg 2 vezes ao dia + 1000 mg de amoxicilina 2 vezes ao dia + 500 mg
de claritromicina 2 vezes ao dia. B) 40 mg 2 vezes ao dia + 500 mg de metronidazol 2 vezes ao dia + 500 mg de claritromicina 2 vezes ao dia. C) 40 mg 2 vezes ao dia + 1000 mg de amoxicilina 2 vezes ao dia + 500 mg
de metronidazol 2 vezes ao dia. A duração da terapia combinada13 para erradicação dessa infecção24 é de 7 dias, podendo ser prolongada por até no máximo 14 dias. Em pacientes idosos ou com insuficiência renal21, a
dose de 40 mg/dia não deve ser ultrapassada. A não ser na terapia combinada13 para erradicação da Helicobacter pylori, em que pacientes idosos também devem receber durante 1 semana a dose usual de 80
mg/dia. Em caso de redução severa da função hepática14 a dose deve ser ajustada para 40 mg a cada 2 dias ou 20 mg/dia.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
ESTE TEXTO É UM RESUMO, PARA INFORMAÇÕES DETALHADAS CONSULTE A BULA DO

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Pantopaz - Laboratório

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Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Gastrites: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
3 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
4 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
5 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
6 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
7 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
8 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
9 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
10 Esofagite de refluxo: É uma inflamação na mucosa do esôfago (camada que reveste o esôfago) causada pelo refluxo (retorno) do conteúdo gástrico ao esôfago. Se não tratada pode causar danos, desde o estreitamento (estenose) do esôfago - o que irá causar dificuldades na deglutição dos alimentos - até o câncer. Portadores de hérnia do hiato (projeção do estômago para o tórax), obesos, sedentários, fumantes, etilistas, pessoas tensas ou ansiosas têm maior predisposição à esofagite de refluxo.
11 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
12 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
13 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
14 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
15 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
16 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
17 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
18 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
19 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
20 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
21 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
22 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
23 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
24 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.

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