Norditropin- 4 UI e 12UI

NOVO NORDISK

Atualizado em 09/12/2014

Norditropin®- 4 UI e 12UI

Somatropina Humana
Hormônio1 de Crescimento Humano Biossintético 4 UI e 12 UI.
Para injeção subcutânea2 ou intramuscular.

Forma Farmacêutica e Apresentações de Norditropin-

liofilizado3 injetável.
Norditropin 4 UI é apresentado em embalagem contendo 1 frasco-ampola com 4 UI de somatropina
humana em pó estéril liofilizado3 e um frasco-ampola com 1 ml de álcool benzílico a 0,9% como
solvente.
Norditropin 12 UI é apresentado em embalagem contendo 1 frasco-ampola com 12 UI de somatropina
humana em pó estéril liofilizado3 e um frasco-ampola com 3 ml de álcool benzílico a 0,9% como
solvente.

USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Composições Completas de Norditropin-


I - Um frasco-ampola com pó liofilizado3 estéril para injeção4 contém:
II - Um frasco-ampola com solvente contém:
Para se obter uma solução para injeção subcutânea2 ou intramuscular, adicionar o solvente (II) no pó
(I).
Após a reconstituição, tanto a solução de Norditropin 4 UI quanto a solução de Norditropin 12 UI
apresentarão a concentração de 4 UI/ml.

Informação ao Paciente de Norditropin-

Ação esperada do medicamentoPromoção do crescimento em crianças com deficiência do hormônio1 do crescimento, com síndrome5
de Turner ou doença renal6 crônica. Em adultos, terapia de reposição hormonal na disfunção do eixo
hipotalâmico-hipofisário.
Cuidados de armazenamento
Antes da reconstituição: tanto o pó liofilizado3 quanto o solvente são estáveis, quando estocados entre
2ºC e 8ºC. Evitar calor excessivo e exposição direta ao sol. Evitar congelamento do solvente de
Norditropin.
Após reconstituição: uma vez reconstituída, a solução de Norditropin pode ser estocada até 14 dias
entre 2ºC e 8ºC. Evitar o congelamento, exposição direta ao sol e calor excessivo.
Prazo de validade
O prazo de validade de Norditropin é de 36 meses. Nunca use qualquer medicamento com o prazo de
validade vencido. O prazo de validade do produto está impresso no rótulo e na embalagem.
Gravidez7 e lactação8
Informe a seu médico a ocorrência de gravidez7 na vigência do tratamento ou após o seu
término. Informe ao médico se estiver amamentando.
Não há dados suficientes sobre a segurança
da utilização da somatropina durante a gravidez7, razão pela qual ela é contra-indicada nesse período.
Se ocorrer gravidez7 durante o tratamento, Norditropin deverá ser descontinuado. A somatropina pode
ser eliminada no leite materno.
Cuidados de administração
Siga a orientação do seu médico, respeitando os horários, as doses e a duração do tratamento.
A
administração de Norditropin deverá ser feita sob estrito acompanhamento médico. Não interromper
o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Recomenda-se administrar as injeções por via
subcutânea9, à noite, diariamente. Deve-se alterar o local das aplicações para evitar reações localizadas
na pele10. Norditropin também pode ser aplicado por via intramuscular, três vezes por semana.
Reações adversas
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
Pode ocorrer inchaço11
transitório, devido à retenção de fluidos. Este efeito depende da dose administrada. Durante o
tratamento, algumas crianças apresentaram reações de pele10 no local da injeção4, que desapareceram
com o correr do tempo. Raramente, foi observada elevação da pressão intracraniana.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Contra indicações e precauções
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante
o tratamento.
Não se sabe que altura final a criança com síndrome5 de Turner, ou doença renal6
crônica, tratada com Norditropin, irá atingir. Em crianças com doença renal6 crônica, a dose de
Norditropin deverá ser ajustada de acordo com a sua resposta ao tratamento. Pacientes com doença
renal6 crônica normalmente apresentam diminuição da função renal6 e, portanto, devem ser
cuidadosamente acompanhados para se evitar uma diminuição excessiva da função dos rins12.
Norditropin deve ser usado com muita cautela em pacientes com diabetes13 ou com antecedentes
familiares dessa doença, uma vez que o medicamento pode influir no metabolismo14 do açúcar15. Uma
vez que Norditropin pode provocar hipotireoidismo16, os pacientes devem fazer exames da tireóide
periodicamente. Pacientes com deficiência de hormônio1 do crescimento devido a lesões17 intracranianas
devem ser avaliados cuidadosamente, para se averiguar se houve piora da lesão18. Se durante o
tratamento com Norditropin a criança começar a mancar, ou se queixar de dor no quadril ou nos
joelhos, o médico deverá ser informado. Se o paciente sob tratamento com Norditropin apresentar dor
de cabeça19 forte, problemas de visão20, náusea21 e/ou vômito22, recomenda-se consultar um médico oculista
para realizar exame de fundo de olho23 e esclarecer se houve aumento da pressão intracraniana; em caso
positivo, o tratamento deverá ser descontinuado. Não há experiência com o uso do hormônio1 de
crescimento em pacientes acima de 60 anos de idade.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA A SAÚDE24.

Informação Técnica de Norditropin-

Características de Norditropin-

Hormônio1 de crescimento humano biossintético obtido por tecnologia de DNA recombinante.

Indicações de Norditropin-


I - Tratamento, a longo prazo, em crianças com alterações do crescimento devidas à deficiência de
hormônio1 de crescimento (somatropina).
Deve-se efetuar o diagnóstico25 através de provas da função hipofisária antes da administração do
medicamento. Norditropin só é efetivo enquanto não ocorrer o fechamento epifisário.
II - Síndrome5 de Turner
III - Retardo no crescimento em crianças na fase pré-puberal devido a doença renal6 crônica.
IV - Tratamento de adultos com deficiência de hormônio1 de crescimento, com doença hipotalâmicahipofisária
conhecida (qualquer eixo deficiente exceto para prolactina26) e cuja deficiência intensa do
hormônio1 de crescimento tenha sido demonstrada por dois diferentes testes dinâmicos de estímulo do
hormônio1 de crescimento. Os testes para averiguação da deficiência de hormônio1 de crescimento
devem ser realizados após a instituição de terapia de reposição adequada para qualquer outro eixo.
Pacientes cuja deficiência de hormônio1 de crescimento tenha se manifestado na infância devem ser
reavaliados na idade adulta e a deficiência deve ser confirmada por dois testes dinâmicos.

Contra-Indicações de Norditropin-

Norditropin não deve ser utilizado quando houver evidência de atividade tumoral. Antes do início do
tratamento deve-se ter certeza de que caso haja qualquer tipo de neoplasia27 intracraniana, a mesma
esteja inativa e que se tenha completado a terapia antitumoral. Caso seja observada qualquer
evidência de crescimento tumoral, a terapia com Norditropin deve ser suspensa.
Em crianças com doença renal6 crônica, a serem submetidas a transplante renal6, o tratamento deve ser
descontinuado.
Norditropin é contra-indicado em pacientes que tenham apresentado hipersensibilidade a seus
componentes.

Precauções e Advertências de Norditropin-


Norditropin deve ser usado somente por médicos com experiência no diagnóstico25 e tratamento de
pacientes com deficiência de hormônio1 de crescimento. O mesmo se aplica ao controle da síndrome5
de Turner e da doença renal6 crônica. Não há dados disponíveis sobre a altura final dos pacientes
tratados com Norditropin na síndrome5 de Turner ou na doença renal6 crônica em crianças.
O estímulo do crescimento esquelético em crianças só é observado enquanto não houver consolidação
epifisária28.
Em crianças com doença renal6 crônica, a dose deve ser individualizada, devendo ser ajustada de
acordo com a resposta individual à terapia. O distúrbio de crescimento deve ser claramente
estabelecido, antes do tratamento, através do acompanhamento do crescimento, sob tratamento
conservador ótimo, por um mínimo de um ano. Deve-se manter o controle da uremia29 durante o
tratamento.
Pacientes com doença renal6 crônica normalmente apresentam declínio da função renal6. Durante o
tratamento com Norditropin, a função renal6 deve ser monitorada quanto a um declínio excessivo ou
um aumento na taxa de filtração glomerular (que pode ser atribuído à hiperfiltração30).
Uma vez que a somatropina pode influir no metabolismo14 dos carboidratos, os pacientes devem ser
observados quanto a sinais31 de intolerância à glicose32.
Devido à ação diabetogênica do hormônio1 de crescimento, Norditropin deve ser usado com cautela
em pacientes portadores de Diabetes mellitus33 ou que tenham antecedentes familiares da doença.
Devem ser realizados exames para medição da glicosúria34 em todos os pacientes, a intervalos
regulares.
Devido à possibilidade de desenvolvimento de hipotireoidismo16 durante o tratamento com
somatropina, os pacientes devem ser submetidos a avaliações periódicas da função tireoidiana e a
terapia com hormônios tireoidianos instaurada, caso necessário.
Pacientes com deficiência de hormônio1 de crescimento devido a lesões17 intracranianas devem ser
seguidos rigorosamente para se determinar se ocorre progressão ou recorrência35 da lesão18.
A ocorrência de leucemia36 foi relatada em um pequeno número de pacientes com deficiência do
hormônio1 de crescimento, tratados com somatropina, bem como em pacientes não tratados. Portanto,
com base nessas evidências, não é provável que a somatropina esteja relacionada ao aparecimento de
leucemia36.
Pacientes com distúrbios endócrinos podem desenvolver deslocamento da epífise femural principal.
Os médicos e os responsáveis pelas crianças devem ser alertados quanto ao aparecimento de
manqueira, ou queixas de dor no quadril ou nos joelhos em pacientes tratados com somatropina.
Na ocorrência de cefaléia37 intensa ou recorrente, problemas visuais, náusea21 e/ou vômito22, recomenda-se
a realização de fundoscopia para a averiguação de papiledema. Se for confirmada a presença de
papiledema, deve ser considerado o diagnóstico25 de hipertensão38 intracraniana benigna e, se apropriado,
o tratamento com o hormônio1 de crescimento deve ser descontinuado. Até o presente, há poucas
evidências que possam guiar o clínico na decisão a ser tomada nos pacientes que apresentem
resolução da hipertensão38 intracraniana. É necessária cuidadosa monitoração dos sintomas39 de
hipertensão38 intracraniana se o tratamento com hormônio1 de crescimento for reiniciado.
Não há experiência com o uso do hormônio1 de crescimento em pacientes acima de 60 anos de idade.
A experiência com o tratamento prolongado em adultos é limitada.

Interações Medicamentosas de Norditropin-

A terapia concomitante com glicocorticóides pode inibir o efeito de Norditropin sobre o crescimento.

Gravidez7 e Lactação8 de Norditropin-


Até o momento, não há dados suficientes sobre a segurança do uso da somatropina durante a
gravidez7, portanto, Norditropin é contra-indicado na gravidez7. Se ocorrer gravidez7 durante o
tratamento, Norditropin deverá ser descontinuado.
A possibilidade da somatropina ser secretada no leite materno não pode ser desprezada.

Reações Adversas de Norditropin-

Pode ocorrer retenção de fluidos, com edema40 periférico. Este efeito normalmente é transitório e
dependente da dose administrada.
Tem-se observado, em raras ocasiões, a produção de anticorpos41 contra a somatropina durante o
tratamento com Norditropin. Esta ocorrência deve ser investigada em pacientes que não respondem ao
tratamento. Os títulos e a capacidade de ligação desses anticorpos41 têm sido muito baixas, não
interferindo na resposta à administração de Norditropin.
Reações de pele10, transitórias, no local da injeção4, foram raramente observadas em algumas crianças,
durante o tratamento com Norditropin.
Alguns casos raros de hipertensão38 intracraniana benigna foram relatados.

Posologia de Norditropin-


A dose é individualizada, com base no peso corpóreo ou na área da superfície corporal e deve sempre
ser ajustada de acordo com a resposta individual ao tratamento.
Como norma geral, recomenda-se uma injeção subcutânea2 diariamente, administrada à noite.
Recomenda-se alterar o local das aplicações a cada dia, para evitar lipoatrofia42.
Alternativamente, Norditropin pode ser administrado por via intramuscular, três vezes por semana.

As doses usuais recomendadas são:
Deficiência de hormônio1 de crescimento:

Injeção subcutânea2:
0,07 - 0,1 UI/kg de peso corporal, 6 - 7 vezes por semana, ou
2 - 3 UI/m2 de superfície corporal, 6 - 7 vezes por semana
Injeção intramuscular43:
0,14 - 0,2 UI/kg de peso corporal, 3 vezes por semana, ou
4 - 6 UI/m2 de superfície corporal, 3 vezes por semana.
Síndrome5 de Turner:
0,14 UI/kg/dia (4,3 UI/m2/dia) ou
1,0 UI/kg/semana (30 UI/m2/semana).
Doença renal6 crônica
0,14 UI/kg/dia (4,3 UI/m2/dia) ou
1,0 UI/kg/semana (30 UI/m2/semana).
Terapia de reposição em adultos
A dose deve ser ajustada de acordo com as necessidades individuais. Recomenda-se iniciar o
tratamento com uma dose bem baixa, como 0,5 UI/dia (3,5 UI/semana), ou não mais do que 0,02
UI/kg/dia (0,7 UI/m2/dia), ou 0,125 UI/kg/semana (5,1 UI/m2/semana).
A dose inicial deve ser aumentada gradualmente até 0,04 UI/kg/dia (1,5 UI/m2/dia), ou 0,25
UI/kg/semana (10,1 UI/m2/semana), por um período de um a dois meses, dependendo dos resultados
obtidos.
A determinação do fator de crescimento tipo insulina44 (IGF-1) no soro45 pode servir de guia. As
necessidades de aumento de doses declinam com a idade.
Mensuração da dose prescrita
Após o pó liofilizado3 ter sido dissolvido em exatamente 1 ml de solução solvente (para Norditropin 4
UI) ou em 3 ml (Norditropin 12 UI), a solução final, em ambos os casos, conterá 4 UI de somatropina
por ml.
Se a dose prescrita for, por exemplo, 2 UI de somatropina, basta retirar 0,5 ml da solução
reconstituída numa seringa46 apropriada e de precisão para pequenos volumes.

Superdose de Norditropin-


A administração aguda de uma superdose pode levar, inicialmente, à hipoglicemia47 e
subseqüentemente à hiperglicemia48. A administração de superdoses a longo prazo pode resultar em
sintomas39 consistentes com os efeitos conhecidos do excesso de hormônio1 de crescimento humano.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Para data de fabricação, validade e lote, vide embalagem e rótulo.
Reg. MS.:1.1766.0006 - Norditropin 4 UI
Reg. MS.:1.1766.0006 - Norditropin 12 UI
Farm. Resp.: Márcia R. Alexandre, CRF - PR 10880
Distribuído por:
Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda
Rua Prof. Francisco Ribeiro, 683
83707-660 - Araucária - PR
C.N.P.J. 82 277 955/0001-55
Disk Novo Nordisk 0800 144488
NorditropinÒ é marca registrada de propriedade de Novo Nordisk A/S.
Fabricado por:
Novo Nordisk A/S
2880 Bagsvaerd, Dinamarca

Norditropin- 4 UI e 12UI - Laboratório

NOVO NORDISK
Av. Francisco Matarazzo, 1500. 13º andar. Ed. New York. Bairro Água Branca.
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Tel: (11) 3868.9100
Fax: (11) 3868.9111
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SAC-SIC (Serviço de Atendimento ao Cliente e Serviço de Informações Científicas): 0800 14 44 88

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Novo Nordisk Produção Farmacêutica do Brasil Ltda.
Endereço: Av. C 1413 - Distrito Industrial
Montes Claros - Minas Gerais
CEP: 39.404-004
Tel: (38) 3229.6200
Fax: (38) 3229.625

Matriz
Endereço: Novo Nordisk A/S, Novo Allé,
2880 Bagsvaerd, Dinamarca
Telefone: +45 4444.8888
Fax: +45 4449.0555
Telex: 37173
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Complementos

1 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
2 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
3 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
4 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
5 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
6 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
9 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
10 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
11 Inchaço: Inchação, edema.
12 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
13 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
14 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
15 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
16 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
17 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
18 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
19 Cabeça:
20 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
21 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
22 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
23 Fundo de olho: Fundoscopia, oftalmoscopia ou exame de fundo de olho é o exame em que se visualizam as estruturas do segmento posterior do olho (cabeça do nervo óptico, retina, vasos retinianos e coroide), dando atenção especialmente a região central da retina, denominada mácula. O principal aparelho utilizado pelo clínico para realização do exame de fundo de olho é o oftalmoscópio direto. O oftalmologista usa o oftalmoscópio indireto e a lâmpada de fenda.
24 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
25 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
26 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
27 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
28 Epifisária: Relativo à epífise, que é a parte de um osso longo originária de um centro de ossificação distinto, inicialmente separada por uma camada de cartilagem, posteriormente reunida ao osso.
29 Uremia: Doença causada pelo armazenamento de uréia no organismo devido ao mal funcionamento renal. Os sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de apetite, fraqueza e confusão mental.
30 Hiperfiltração: Uma função renal normal é aquela que se situa entre 70 e 140 ml/min de sangue filtrado por dia. Esse valor varia com a idade, o tamanho e o sexo. Quando o clearance é menor que 70 ml/min há insuficiência renal e quando é maior que 140 ml/min chamamos de hiperfiltração, que também é um sinal de doença renal.
31 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
32 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
33 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
34 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
35 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
36 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
37 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
38 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
39 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
40 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
41 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
42 Lipoatrofia: Perda de tecido gorduroso abaixo da pele resultando em afundamentos localizados. Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
43 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
44 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
45 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
46 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
47 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
48 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.

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