Aromasin

PFIZER

Atualizado em 03/06/2015

Aromasin*

(exemestano)

PARTE I

Identificação do Produto de Aromasin

Nome: Aromasin*Nome genérico: exemestano
Forma farmacêutica e apresentações:
Aromasin* 25 mg em embalagem contendo 30 drágeas1.
USO ADULTO
USO ORAL
Composição:

Cada drágea2 de Aromasin* 25 mg contém 25 mg de exemestano.
Excipientes: sílica coloidal hidratada, crospovidona, hipromelose, carbonato de magnésio,
estearato de magnésio, manitol, celulose microcristalina, metilparabeno, macrogol 6000,
polissorbato 80, álcool polivinílico, emulsão de simeticona, amidoglicolato de sódio,
sacarose, dióxido de titânio, cera cetoestearílica, talco, cera de carnaúba, shellac e óxido de
ferro.

PARTE II

Informações ao Paciente de Aromasin

Aromasin* (exemestano) é indicado para o tratamento do câncer3 de mama4 avançado
em mulheres com pós-menopausa5 natural ou induzida cuja doença progrediu após
terapia antiestrogênica. Aromasin* é também indicado para o tratamento hormonal de
terceira linha do câncer3 de mama4 avançado em mulheres com pós-menopausa5 natural
ou induzida cuja doença progrediu após tratamento com antiestrógenos e/ou
inibidores da aromatase não-esteroidais ou progestágenos.
Aromasin* deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegido
da luz e umidade.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde6.
O produto é contra-indicado a mulheres grávidas ou que estejam amamentando.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez7 na vigência do tratamento ou após o
seu término.
Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Aromasin* deve ser administrado preferencialmente após uma refeição.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros
medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Aromasin*.
Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o
tratamento com Aromasin*, tais como rubor, náuseas8, fadiga9, tontura10, sudorese11
(produção excessiva de suor), cefaléia12 (dor de cabeça13), insônia, exantema14 (manchas
avermelhadas na pele15), anorexia16, dor, alopecia17 (perda de cabelo18), edema19 (inchaço20)
periférico ou de membros inferiores, obstipação21, depressão, dor abdominal, vômitos22 e
dispepsia23 (má-digestão24).
Aromasin* pode, ocasionalmente, causar redução do número de linfócitos (um tipo de
célula25 de defesa do organismo), particularmente em pacientes com linfopenia
(diminuição dos linfócitos no sangue26) preexistente. Aromasin* pode, ocasionalmente,
causar elevações de enzimas hepáticas27 e da fosfatase alcalina28 (marcadores
laboratoriais relacionados à função do fígado29), principalmente em pacientes com
metástases30 hepáticas31 ou ósseas, ou ainda portadores de outras condições em que
haja prejuízo da função hepática32.
Aromasin* não deve ser administrado ao mesmo tempo que medicamentos que
contêm estrógenos, porque eles antagonizariam sua atividade.
Aromasin* é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao
exemestano ou a qualquer de seus excipientes, em mulheres pré-menopausadas, em
gestantes ou lactantes33.
Foram relatadas sonolência, astenia34 ou tontura10 com o uso deste medicamento. Se
isso ocorrer, a capacidade física e/ou mental necessária para operar máquinas ou
dirigir automóveis pode estar comprometida.
Atenção: este medicamento contém açúcar35, portanto, deve ser usado com cautela em
diabéticos.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER
PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE6.

PARTE III

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

- Propriedades farmacodinâmicas

O exemestano, 6-metilenandrosta-1,4,dieno-3,17-diona, é um inativador irreversível da
aromatase esteroidal, relacionado estruturalmente com o substrato natural androstenediona36.
Em mulheres pós-menopausadas, os estrógenos são produzidos primariamente a partir da
conversão dos andrógenos37 em estrógenos por ação da aromatase nos tecidos periféricos. A
privação estrogênica por inibição da aromatase é um tratamento eficaz e seletivo do câncer3
de mama4 hormônio38-dependente em mulheres pós-menopausadas. Em mulheres pósmenopausadas,
o exemestano reduziu significativamente as concentrações séricas de
estrógenos, a partir de uma dose de 5 mg e produziu a supressão máxima (> 90%) com uma
dose de 10 mg a 25 mg. Em pacientes pós-menopausadas com câncer3 de mama4 tratadas
com a dose diária de 25 mg, a aromatização em todo o corpo foi reduzida em 98%.
Em um estudo clínico randomizado39, controlado, revisto por pares, Aromasin* (exemestano),
administrado na dose diária de 25 mg, demonstrou prolongamento estatisticamente
significante da sobrevida40, do tempo para progressão e do tempo para falha do tratamento,
quando comparado ao tratamento hormonal padrão com acetato de megestrol.
O exemestano não possui nenhuma atividade progestagênica ou estrogênica. Foi observada
uma pequena atividade androgênica, provavelmente em virtude do derivado 17-hidro,
principalmente em doses elevadas. Nos estudos de doses múltiplas diárias, o exemestano
não produziu efeitos detectáveis na biossíntese do cortisol ou aldosterona pela supra-renal41,
medida antes ou após a provocação com ACTH, demonstrando assim sua seletividade no
que se refere a outras enzimas envolvidas na via esteroidogênica. Conseqüentemente, não
são necessárias reposições de glicocorticóides ou mineralocorticóides. Foi observada uma
pequena elevação, dose-dependente, dos níveis séricos de LH e FSH dose-dependente,
mesmo em baixas doses. Esse efeito, entretanto, é esperado para a classe farmacológica e
provavelmente resulta do feedback na hipófise42 em virtude da redução nos níveis de
estrógenos que estimulam a secreção hipofisária de gonadotropinas também em mulheres
pós-menopausadas.

Propriedades Farmacocinéticas de Aromasin

Absorção
Após a administração oral, o exemestano é absorvido rápida e extensivamente, embora os
dados obtidos em animais tenham sugerido que a biodisponibilidade oral possa ser
incompleta em virtude do metabolismo43 de primeira passagem. Com a administração de uma
dose única de 25 mg após a refeição, são obtidos picos plasmáticos médios de 18 ng/mL
dentro de 2 horas após a administração. Foi demonstrado que os alimentos aumentam a
absorção, resultando em níveis plasmáticos 40% mais elevados que os níveis observados
em indivíduos em condições de jejum.
Distribuição
Após o pico, os níveis plasmáticos de exemestano diminuem de modo poliexponencial, com
uma meia-vida terminal de aproximadamente 24 horas. O exemestano se distribui
extensivamente para os tecidos, como indica seu volume de distribuição elevado. O
exemestano apresenta uma ligação protéica elevada de aproximadamente 90% e a fração
ligada é independente da concentração total. A distribuição do fármaco44 e/ou seus
metabólitos45 para as células46 sangüíneas é desprezível.
Metabolismo43 e excreção
Não foram observados desvios significativos da farmacocinética proporcionais à dose em
voluntários normais com uma dose oral de até 50 mg. Após a administração diária repetida
de 25 mg, as concentrações plasmáticas do fármaco44 sob forma inalterada apresentaram
uma magnitude semelhante às concentrações plasmáticas medidas após a administração
de uma dose única. Após a administração oral de uma dose única do exemestano marcado
radioativamente, foi demonstrado que a eliminação dos produtos relacionados com o
fármaco44 é essencialmente completa dentro de uma semana, com excreção de proporções
aproximadamente iguais da dose através da urina47 e fezes. A magnitude do fármaco44
excretado sob forma inalterada na urina47 é inferior a 1% da dose. A depuração do
exemestano é elevada, principalmente em virtude do metabolismo43. A biotransformação
ocorre através da oxidação do grupo metileno na posição 6 através da isoenzima CYP3A4
e/ou redução do grupo 17-ceto pelas aldocetoredutases. Subseqüentemente, são formados
muitos metabólitos45 secundários e cada um deles corresponde a uma quantidade limitada da
dose. Os metabólitos45 ou são inativos ou são menos ativos que o exemestano no que se
refere à inativação da aromatase.

Populações Especiais de Aromasin


Idade
Não se observou nenhuma correlação significativa entre a exposição sistêmica ao
exemestano e a idade dos indivíduos.
Insuficiência renal48
A farmacocinética do exemestano foi investigada em indivíduos com insuficiência renal48
grave (CLCR < 30 mL/min). Nesses indivíduos, foi verificado que a exposição sistêmica ao
exemestano após a administração de uma dose única era aproximadamente o dobro da
exposição sistêmica em voluntários saudáveis. É improvável que essa diferença, embora
farmacocineticamente significativa, exija ajustes posológicos, em virtude da boa
tolerabilidade observada em humanos com doses até 8 vezes mais elevadas que a dose
recomendada.
Insuficiência hepática49
A farmacocinética do exemestano foi investigada em indivíduos com insuficiência hepática49
moderada e grave. A exposição sistêmica ao exemestano foi 2 a 3 vezes mais elevada que
a exposição sistêmica em voluntários normais. Entretanto, como ocorre na insuficiência50
renal51, é provável que as implicações terapêuticas dessa diferença sejam mínimas.

Dados de Segurança Pré-Clínicos de Aromasin

Toxicidade52 aguda
A toxicidade52 aguda do exemestano é baixa: a DL50 é aproximadamente 3.000 mg/kg em
camundongos e superior a 5.000 mg/kg em ratos. Em cães, o composto foi bem tolerado na
dose de até 1.000 mg/kg.
Toxicidade52 crônica
Nos estudos de toxicidade52 de doses repetidas em ratos e cães, os níveis sem efeitos tóxicos
após um ano de tratamento foram 50 mg/kg/dia em ratos e 30 mg/kg/dia em cães. Os
principais órgãos-alvo foram o fígado29 em ratos e cães e os rins53 apenas em ratos; também
foram observados sinais54 de estimulação do sistema nervoso central55 em cães apenas nas
doses mais altas (750 mg/kg/dia). Em todas as espécies testadas e em ambos os sexos,
ocorreram efeitos nos órgãos reprodutores e acessórios, que foram relacionados à atividade
farmacológica do exemestano.
Mutagenicidade
O exemestano não foi genotóxico em bactérias (teste de Ames), em células46 de hamster
chinês V79, em hepatócitos de ratos ou no ensaio de micronúcleo de camundongos.
Embora o exemestano tenha sido clastogênico em linfócitos humanos in vitro, não se
mostrou clastogênico em dois estudos in vivo. Devido à indicação terapêutica56 do produto,
não foram realizados testes de carcinogenicidade.
Toxicidade52 reprodutiva
O exemestano causou crescimento placentário, distocia e gestação prolongada em ratos
com doses superiores a 4 mg/kg/dia. Nessas doses, houve também reabsorção aumentada,
redução no número dos fetos vivos, peso fetal reduzido e ossificação retardada. A
administração de exemestano a ratos na dose de 50 mg/kg/dia durante a organogênese
causou aumento na reabsorção fetal. Não houve evidência de teratogenicidade com doses
de até 810 mg/kg/dia. A administração de exemestano a coelhos na dose de 270 mg/kg/dia
durante a organogênese causou abortos, aumento na reabsorção e redução no peso
corpóreo fetal. Não houve evidência de teratogenicidade.

Indicações de Aromasin


Aromasin* (exemestano) é indicado para o tratamento do câncer3 de mama4 avançado em
mulheres com pós-menopausa5 natural ou induzida, cuja doença progrediu após terapia
antiestrogênica.
Aromasin* é também indicado para o tratamento hormonal de terceira linha do câncer3 de
mama4 avançado em mulheres com pós-menopausa5 natural ou induzida, cuja doença
progrediu após tratamento com antiestrógenos e/ou inibidores não-esteróides da aromatase
ou progestágenos.

Contra-Indicações de Aromasin

Aromasin* (exemestano) é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidadeconhecida ao fármaco44 ou a qualquer de seus excipientes, em mulheres prémenopausadas,
em gestantes ou lactantes33.

- ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Aromasin* (exemestano) não deve ser administrado a mulheres pré-menopausadas. Por
essa razão, sempre que for clinicamente apropriado, o estado pós-menopáusico deve ser
confirmado pela avaliação dos níveis de LH, FSH e estradiol.
Aromasin* não deve ser administrado concomitantemente com medicamentos que contêm
estrógenos, pois esses antagonizariam sua ação farmacológica.
Atenção: este medicamento contém açúcar35, portanto, deve ser usado com cautela em
diabéticos.
Gravidez7 e lactação57

Aromasin* está contra-indicado em gestantes ou lactantes33. O exemestano demonstrou
alguns efeitos tóxicos em estudos de reprodução58 animal. Se houver ingestão acidental, a
administração deve ser imediatamente suspensa.
Efeitos na capacidade de dirigir automóveis e usar máquinas
É improvável que Aromasin* comprometa a capacidade das pacientes em dirigir automóveis
ou operar máquinas. Entretanto, foram relatadas sonolência, astenia34 e tontura10 com o uso do
fármaco44. As pacientes devem ser advertidas de que, se ocorrerem esses sintomas59, sua
capacidade física e/ou mental necessária para operar máquinas ou dirigir automóveis pode
estar comprometida.

Interações Medicamentosas e Outras Formas de Interação de Aromasin


Não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa com exemestano.
Evidências in vitro demonstraram que o fármaco44 é metabolizado através do citocromo P450
(CYP) 3A4 e aldocetoredutases (vide "Propriedades farmacocinéticas"), não inibindo
qualquer das principais isoenzimas do CYP. Em um estudo farmacocinético clínico, a
inibição específica de CYP3A4 pelo cetoconazol não demonstrou qualquer efeito
significativo na farmacocinética de exemestano. Não se pode excluir uma possível redução
nos níveis plasmáticos de exemestano por indutores conhecidos do CYP3A4, no entanto,
embora efeitos farmacocinéticos tenham sido observados em um estudo de interação
farmacocinética com a rifampicina, um indutor potente de CYP3A4, a atividade
farmacológica (isto é, supressão estrogênica) não foi afetada, e ajuste da dose não é
necessário.

Reações Adversas de Aromasin

Aromasin* (exemestano) geralmente foi bem tolerado nos estudos clínicos. Os eventos
adversos foram leves a moderados. A taxa de suspensão do tratamento devido a efeitos
adversos foi de 2,8% da população total de pacientes tratadas com a dose padronizada de
25 mg. Os eventos adversos mais freqüentes associados com o uso do fármaco44 nos
diversos estudos clínicos incluíram rubor, náuseas8, fadiga9, tontura10 e sudorese11. Eventos
adversos menos comuns foram cefaléia12, insônia, exantema14, anorexia16, dor, alopécia17,
depressão, dor abdominal, edema19 periférico ou de membros inferiores, obstipação21, vômitos22
e dispepsia23, com uma incidência60 igual ou superior a 2%.
Foi observada uma redução ocasional nos linfócitos em aproximadamente 20% das
pacientes tratadas com Aromasin*, particularmente em pacientes com linfopenia
preexistente. Entretanto, os valores médios dos linfócitos nessas pacientes não se
modificaram significativamente no decorrer do tempo e não foi observado nenhum aumento
correspondente nas infecções61 virais. Foram ocasionalmente reportadas trombocitopenia62 e
leucopenia63.
Foram observadas ocasionalmente elevações de enzimas hepáticas27 e da fosfatase alcalina28.
No estudo pivotal controlado, estas elevações ocorreram principalmente em pacientes com
metástases30 hepáticas31 ou ósseas ou outras condições com prejuízo da função hepática32.
Essas alterações podem ou não estar relacionadas com o uso de Aromasin*.

Posologia e Administração de Aromasin


Pacientes adultas e idosas
A dose recomendada de Aromasin* (exemestano) é uma drágea2 de 25 mg, uma vez ao dia,
administrada preferencialmente após uma refeição. O tratamento com Aromasin* deve ser
mantido, até que a progressão do tumor64 se torne evidente. Neste caso, deve-se suspender o
uso do exemestano, com base nos dados clínicos.
Não são necessários ajustes posológicos em pacientes com insuficiência hepática49 ou renal51
(vide "Propriedades farmacodinâmicas").

Superdosagem de Aromasin

Foram realizados estudos clínicos com o exemestano, administrado em uma dose única de
até 800 mg a voluntárias saudáveis e em uma dose de até 600 mg por dia a mulheres pósmenopausadas
com câncer3 de mama4 avançado; essas doses foram bem toleradas. Não se
sabe qual é a dose única do exemestano que pode resultar em sintomas59 que ofereçam risco
de vida. Em ratos e cães, foi observada letalidade após a administração de doses orais
únicas equivalentes, respectivamente, a doses 2.000 e 4.000 vezes mais elevadas que a
dose humana recomendada, com base na dose em mg/m2. Não existe um antídoto65
específico para a superdosagem e o tratamento deve ser sintomático66. Está indicada a
assistência de suporte geral, incluindo a monitorização freqüente dos sinais vitais67 e a
observação rigorosa da paciente.

Pacientes Idosas de Aromasin


Às pacientes idosas se aplicam todas as recomendações anteriormente descritas.
Não foi encontrada nenhuma correlação significativa entre a exposição sistêmica ao
exemestano e a idade dos indivíduos.

PARTE VI

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS
TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO,
PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS
OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO
RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

MS - 1.0216.0141
Farmacêutico Responsável:
José Francisco Bomfim - CRF-SP nº 7009
Produto fabricado e embalado por:
Pharmacia Italia S.p.A.
Ascoli Piceno - Itália
Distribuído por:
LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
Av. Monteiro Lobato, 2270
CEP 07190-001 - Guarulhos - SP
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
Indústria Brasileira.
* Marca depositada
S.A.C. Linha Pfizer 0800-16-7575
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

Número do lote e data de fabricação: Vide embalagem externa.

Aromasin - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ n° 46.070.868/0001-69

Ver outros medicamentos do laboratório "PFIZER"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
2 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
3 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
4 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
5 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
9 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
10 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
11 Sudorese: Suor excessivo
12 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
13 Cabeça:
14 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
15 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
16 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
17 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
18 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
19 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
20 Inchaço: Inchação, edema.
21 Obstipação: Prisão de ventre ou constipação rebelde.
22 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
23 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
24 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
25 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
26 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
27 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
28 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
29 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
30 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
31 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
32 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
33 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
34 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
35 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
36 Androstenediona: Esteróide androgênico produzido pelos testículos, córtex adrenal e ovários. Enquanto as androstenedionas são convertidas metabolicamente à testoterona e outros andrógenos, elas são também um estrutura que origina a estrona. O uso de androstenediona como um suplemento para esportes e fisiculturismo foi banido pelo Comitê Olímpico Internacional, bem como em outras comitês esportivos.
37 Andrógenos: Termo genérico para qualquer composto natural ou sintético, geralmente um hormônio esteróide, que estimula ou controla o desenvolvimento e manutenção das características masculinas em vertebrados ao ligar-se a receptores andrógenos. Isso inclui a atividade dos órgãos sexuais masculinos acessórios e o desenvolvimento de características sexuais secundárias masculinas. Também são os esteróides anabólicos originais. São precursores de todos os estrógenos, os hormônios sexuais femininos. São exemplos de andrógenos: testosterona, dehidroepiandrosterona (DHEA), androstenediona (Andro), androstenediol, androsterona e dihidrotestosterona (DHT).
38 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
39 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
40 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
41 Supra-renal:
42 Hipófise:
43 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
44 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
45 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
46 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
47 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
48 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
49 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
50 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
51 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
52 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
53 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
54 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
55 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
56 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
57 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
58 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
59 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
60 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
61 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
62 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
63 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
64 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
65 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
66 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
67 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.

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