Colcitrat

UCI FARMA

Atualizado em 08/12/2014

Colcitrat
Colchicina

Apresentações de Colcitrat

Caixa contendo 20 comprimidos. Bula :
Colcitrat
Colchicina
Comprimido - Uso oral
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Colcitrat

Colchicina: 0,5 mg
Excipiente*q.s.p.: 1 comprimido
*(estearato de magnésio, lactose1, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, croscarmelose sódica, corante amarelo laca 5)

Informações ao Paciente de Colcitrat

· COLCITRAT® é um medicamento antiinflamatório, utilizado no tratamento da artrite2 gotosa. · COLCITRAT® deve ser conservado em lugar seco, fresco (entre 15 a 30o C) e protegido da luz, na sua embalagem original até o término de seu uso.
· O número do lote, as datas de fabricação e validade estão carimbados no cartucho do produto.
· Não utilize o medicamento com prazo de validade vencido.
· Para a administração correta de COLCITRAT®, leia atentamente o item Instruções de Uso, contido na parte final desta bula.
· COLCITRAT® não deve ser utilizado por pacientes alérgicos à colchicina, com insuficiência renal3 ou hepática4 grave, com sangramento gástrico ou intestinal, com cálculos renais, com doenças cardíacas ou sangüíneas.
· COLCITRAT® deve ser administrado com cautela em pacientes com úlcera gástrica5 ou intestinal.
· COLCITRAT® pode causar náusea6, vômito7, diarréia8, dor de cabeça9. Se esses sintomas10 ocorrerem, interrompa o uso do medicamento e procure orientação médica.
· COLCITRAT® pode ser utilizado com antiinflamatórios ou medicamentos que diminuem o ácido úrico do sangue11 (uricosúricos), quando recomendado pelo médico.
· Durante o tratamento com COLCITRAT®, deve-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas.
· O uso de COLCITRAT® em crianças não é recomendado.
· COLCITRAT® não deve ser utilizado durante o período de gravidez12.
· Informe ao médico a ocorrência de gravidez12 durante o tratamento ou após o seu término.
· Informe ao médico se estiver amamentando.
· Informe ao médico sobre os medicamentos que está utilizando.
· Obedeça a posologia indicada pelo médico e não interrompa o tratamento sem o seu conhecimento.
· Informe imediatamente ao médico se ocorrerem reações indesejáveis.
NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE13. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas de Colcitrat

A colchicina é um alcalóide obtido do cólchico, Colchicum autumnale. Possui atividade seletiva no tratamento da artrite2 gotosa aguda e crônica.
A colchicina age bloqueando a migração de granulócitos14 para o tecido15 inflamado, reduzindo a atividade fagocitária e conseqüente diminuição da produção de ácido láctico, o que interrompe a deposição de urato de sódio, responsável pela inflamação16 e crises agudas de gota17.
O efeito máximo no alívio da dor e inflamação16 ocorre em 24 a 48 horas após a primeira dose oral. O edema18 pode ceder em 72 horas ou mais.
A colchicina é rapidamente absorvida pelo trato grastrintestinal. Após a administração oral de uma dose de 2 mg, a concentração plasmática máxima é atingida em 0,5 a 2 horas. Aproximadamente 50% da dose ligam-se a proteínas19 plasmáticas. O volume de distribuição é de 1 a 3 L/kg, detectando-se concentração significativa nos rins20, fígado21 e baço22. A meia-vida de eliminação plasmática é de 10 a 60 minutos, detectando-se níveis do fármaco23, na urina24 e em leucócitos25, durante dez dias, ou mais, após a interrupção da terapia. Apresenta biotransformação hepática4, ocorrendo a desacetilação. É excretada por via renal26 e, principalmente, pelas fezes.

Indicações de Colcitrat

COLCITRAT® é indicado para alívio dos sintomas10 da artrite2 gotosa aguda e no tratamento da artrite2 gotosa crônica, para prevenção de episódios agudos. COLCITRAT® também é indicado para o tratamento sintomático27 da amiloidose28, condrocalcinose, dermatite29 herpetiforme, doença de Paget e febre30 familiar do Mediterrâneo.

Contra-Indicações de Colcitrat

Em casos de hipersensibilidade à colchicina ou a qualquer componente da fórmula.COLCITRAT® não é indicado em situações clínicas como hemorragias31 gastrintestinais, insuficiência hepática32 ou renal26 grave, discrasias sangüíneas33 ou cálculos renais de ácido úrico.
COLCITRAT® não deve ser utilizado durante a gravidez12.

Precauções de Colcitrat

O risco/benefício do tratamento com a colchicina deve ser avaliado criteriosamente pelo médico em situações clínicas como gastrite34, úlcera gástrica5 ou péptica e doenças cardíacas. A colchicina somente deve ser utilizada nestes pacientes após receberem criteriosa avaliação médica, mantendo estrito acompanhamento durante a terapia.
Recomenda-se a monitorização hematológica periódica nos pacientes em tratamento prolongado com colchicina.
Pode ocorrer diminuição na absorção da vitamina35 B12 nos pacientes em tratamento prolongado com colchicina.
Portanto, recomenda-se avaliação periódica dos níveis desta vitamina35 e suplementação36, se necessário.
Recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas durante a terapia com COLCITRAT®.
Insuficiência hepática32 e/ou renal26: pode ser necessário o ajuste da dose de colchicina em pacientes com insuficiência hepática32 e/ou renal26 leve a moderada.
Gravidez12 e lactação37: não há estudos clínicos adequados com a utilização do fármaco23 na gestação humana, a colchicina somente deve ser administrada durante a gravidez12 se os benefícios justificarem os potenciais riscos para o feto38. O tratamento deve ser realizado sob criteriosa avaliação e estrito acompanhamento médico.
Não é conhecido se a colchicina é eliminada no leite materno. Se a administração da colchicina durante a lactação37 for necessária, deve-se avaliar o risco/benefício para o lactente39 em manter ou interromper a amamentação40.
Pediatria: não está estabelecida a segurança e a eficácia do uso da colchicina em crianças.
Idosos: devido a um possível funcionamento renal26 diminuído, pacientes idosos devem iniciar o tratamento com baixas doses de colchicina, podendo ser aumentada gradualmente.

Reações Adversas de Colcitrat

COLCITRAT® é bem tolerado, apresentando baixa incidência41 de efeitos colaterais42. Geralmente, os efeitos adversos são leves e transitórios não causando a suspensão da terapia.Os efeitos adversos freqüentemente observados são náusea6, vômito7, dor abdominal, diarréia8 e cefaléia43. Esses efeitos podem ser minimizados com a redução da dose.
A terapia prolongada com colchicina pode causar anemia44 aplástica, agranulocitose45, trombocitopenia46, neurite47 periférica, miopatia48, púrpura49, dermatoses, alopécia50, azoospermia51. Esses efeitos são reversíveis com a interrupção do tratamento.
Foram relatados casos de diminuição do nível plasmático de vitamina35 B12 durante a terapia prolongada com colchicina.

Interações Medicamentosas de Colcitrat

Depressores da medula óssea52, medicamentos que podem causar discrasias sangüíneas33: a utilização com a colchicina pode elevar o potencial tóxico destas substâncias.
Depressores do sistema nervoso central53 e agentes simpatomiméticos: o uso concomitante com a colchicina pode elevar a ação dos fármacos.
Acidificante: o uso conjunto pode reduzir a ação da colchicina.
Alcalinizantes: o uso conjunto pode potencializar a ação da colchicina.
Ácido etacrínico, antineoplásicos, diazóxido, diuréticos54 tiazídicos, furosemida, pirazinamida, triantereno: podem aumentar as concentrações séricas de ácido úrico, diminuindo a eficácia do tratamento preventivo55 da gota17.
Antiinflamatórios não-esteroidais, especialmente fenilbutazona: o uso concomitante pode aumentar o risco de leucopenia56, trombocitopenia46, depressão da medula óssea52 e ulceração57 gastrintestinal.
Bebidas alcoólicas: a ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento com a colchicina pode elevar os efeitos adversos gastrintestinais e aumentar a concentração plasmática de ácido úrico, prejudicando a terapia.

Interações em Exames Laboratoriais de Colcitrat

Análise de glóbulos vermelhos (RBC) e hemoglobina58 em urina24: a colchicina pode causar resultado falso-positivo.Análise de plaquetas59: os valores podem apresentar-se diminuídos.
Análise de enzimas: as concentrações da fosfatase alcalina60 e aspartato aminotransferase podem apresentar-se elevadas.

Posologia e Administração de Colcitrat

Tratamento da artrite2 gotosa aguda:
COLCITRAT® deve ser administrado durante as primeiras 24 horas após o início da crise.
Dose de ataque: 2 a 3 comprimidos como primeira dose, seguindo-se de 1 a 2 comprimidos a cada 1 ou 2 horas, até o alívio da dor ou ocorrer algum sintoma61 adverso, como náusea6, vômito7, diarréia8. A administração de COLCITRAT® deve ser interrompida quando surgirem efeitos adversos.
No segundo dia, administrar 1 a 2 comprimidos ao dia, durante dois a três dias ou até a eliminação completa dos sintomas10 da crise.
Para o controle da crise aguda, geralmente, 8 a 16 comprimidos (4 a 8 mg) de COLCITRAT® são necessários para o controle da dor e inflamação16.
A dor articular e o edema18, geralmente, diminuem em 12 horas, desaparecendo entre 24 a 48 horas.
Após a administração das doses de ataque, recomenda-se aguardar, no mínimo, três dias para reiniciar o tratamento com COLCITRAT® para minimizar a ocorrência de efeitos adversos.
Pode ser associado antiinflamatório não-esteroidal para o tratamento da crise aguda, principalmente em pacientes que apresentam resposta insuficiente à colchicina.
Tratamento da artrite2 gotosa crônica:
Dose de prevenção: 1 a 2 comprimidos ao dia, em uma ou duas tomadas, durante dois a doze meses.
No tratamento preventivo55 pode-se associar à colchicina uricosúricos ou inibidores da síntese de ácido úrico.
Tratamento preventivo55 no pré e pós-cirúrgico:
Administrar 1 comprimido, uma ou duas vezes ao dia, durante três dias antes e após o procedimento cirúrgico.

Instruções de Uso de Colcitrat

COLCITRAT® pode ser ingerido com o auxílio de água, leite ou durante as refeições.A administração de COLCITRAT® deve ser interrompida se ocorrerem sintomas10 adversos, como náusea6, vômito7, diarréia8.

Superdosagem de Colcitrat

Os principais sintomas10 de intoxicação aguda são náusea6, vômito7, diarréia8, dor abdominal, hemorragia62 gastrintestinal, paralisia63 muscular, delírio64, convulsões, depressão respiratória, coma65, insuficiência cardíaca66, hepática4 e renal26.
O tratamento consiste na realização de medidas usuais de lavagem gástrica67, prevenção da falência mútipla dos órgãos, controle dos sintomas10 e monitorização do sistema cardiovascular68 e respiratório.
Atropina e morfina podem ser utilizadas para o controle da dor abdominal.
A colchichina é removida por hemodiálise69 ou diálise peritoneal70.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Farmacêutica Responsável: Dra. Dirce de Paula Zanetti.
CRF-SP nº 7758
Registro MS nº 1.0550.0155

Colcitrat - Laboratório

UCI FARMA
Rua do Cruzeiro, 374
São Bernardo do Campo/SP - CEP: 09725-310
Tel: (011)414-2022
Fax: (011)448-5253

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
3 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
4 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
5 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
6 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
7 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
9 Cabeça:
10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
11 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
12 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Granulócitos: Leucócitos que apresentam muitos grânulos no citoplasma. São divididos em três grupos, conforme as características (neutrofílicas, eosinofílicas e basofílicas) de coloração destes grânulos. São granulócitos maduros os NEUTRÓFILOS, EOSINÓFILOS e BASÓFILOS.
15 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
16 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
17 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
18 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
19 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
20 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
21 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
22 Baço:
23 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
24 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
25 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
26 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
27 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
28 Amiloidose: Amiloidose constitui um grupo de doenças nas quais certas proteínas, que normalmente seriam solúveis, se depositam extracelularmente nos tecidos na forma de fibrilas insolúveis.
29 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
30 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
31 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
32 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
33 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
34 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
35 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
36 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
37 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
38 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
39 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
40 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
41 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
42 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
43 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
44 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
45 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
46 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
47 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
48 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
49 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
50 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
51 Azoospermia: Ausência de espermatozódes no líquido seminal.
52 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
53 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
54 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
55 Preventivo: 1. Aquilo que previne ou que é executado por medida de segurança; profilático. 2. Na medicina, é qualquer exame ou grupo de exames que têm por objetivo descobrir precocemente lesão suscetível de evolução ameaçadora da vida, como as lesões malignas. 3. Em ginecologia, é o exame ou conjunto de exames que visa surpreender a presença de lesão potencialmente maligna, ou maligna em estágio inicial, especialmente do colo do útero.
56 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
57 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
58 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
59 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
60 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
61 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
62 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
63 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
64 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
65 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
66 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
67 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
68 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
69 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
70 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.

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