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LIVOLON

BIOLABFARMA

Atualizado em 09/12/2014

LIVOLON

Tibolona

Indicações de Livolon

Livolon® é utilizado no tratamento dos distúrbios resultantes da menopausa1 natural ou cirúrgica decorrentes da deficiência estrogênica, tais como: sudorese2 excessiva, ondas de calor, atrofia3 e secura vaginal, distúrbios da libido4 e do humor e queixas ósseas (prevenção da osteoporose5).

Forma Farmacêutica e Apresentações de Livolon

Cada comprimido contém: Tibolona 2,5 mg.
Caixa com 30 comprimidos.

Uso adulto

Contra-Indicações de Livolon

O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula; gravidez6 suspeita ou confirmada; casos confirmados ou suspeito de tumores estrógeno7-dependentes; distúrbios cardio ou cerebrovasculares como tromboflebites8, processos tromboembólicos ou história pregressa dessas condições, distúrbios hepáticos severos e sangramento vaginal não diagnosticado.

Cuidados e Advertências de Livolon

Deve-se realizar exame físico completo (pressão arterial9, mamas10, abdômen, órgãos pélvicos11, citologia cervical e testes laboratoriais), além de se verificar a história familiar, eliminando qualquer possibilidade de gravidez6. Periodicamente (a cada 6 meses), a paciente deve submeter-se a exames de controle.
Deve-se estabelecer rigoroso acompanhamento caso a paciente, antes do início do tratamento com Livolon®, apresentar: diabetes12, epilepsia13, disfunção renal14, enxaqueca15, antecedentes de distúrbios cardio ou cerebrovasculares, depressão, hipercolesterolemia16, pressão alta, distúrbios hepáticos e no metabolismo17 dos carboidratos (diminuição da tolerância à glicose18 e aumento da necessidade de insulina19 ou outros medicamentos antidiabéticos).
Durante os primeiros meses de tratamento da mulher pré-menopáusica pode ocorrer alteração da regularidade dos ciclos.
Dosagens maiores que as recomendadas poderão induzir a sangramentos vaginais. Assim, quando altas doses forem utilizadas, recomenda-se a administração conjunta de progestágenos a intervalos regulares (por exemplo, durante 10 dias, a cada 3 meses de tratamento com Livolon®). Caso persistam os sangramentos, deve-se investigar as causas.
Os seguintes sintomas20 ou condições levam à imediata interrupção do tratamento com Livolon® e comunicação ao médico: gravidez6; sinais21 precursores de tromboflebites8 ou tromboembolias (por exemplo, dor incomum nas pernas ou edemas22 não habituais nos braços e pernas, dores do tipo pontada ao respirar ou tosse sem motivo aparente); função hepática23 alterada ou icterícia24 colestática (amarelamento dapele e dos olhos25 acompanhado, freqüentemente, por fadiga26, perda de apetite, urina27 de cor escura ou fezes de cor clara); fortes mudanças no humor (possibilidade de grave depressão); aumento das crises epilépticas; prurido28 generalizado; acentuada elevação da pressão arterial9; nódulo29 nos seios30. Livolon® não deve ser utilizado como contraceptivo oral.

Gravidez6 - A hipótese de gravidez6 deve ser descartada antes da prescrição de Livolon®, pois, neste caso, ele é contra-indicado.

Lactação31 - Os esteróides são excretados no leite materno. Mães que estão amamentando não devem utilizar o Livolon®.

Pediatria - Não é indicado seu uso em crianças.

Geriatria (idosos) - Não requer cuidados especiais para utilizar Livolon®, além daqueles citados no item Precauções.
Insuficiência renal32/hepática23 - Estes quadros podem ser agravados com o uso de Livolon®.

Interações Medicamentosas de Livolon

Os medicamentos indutores de enzimas hepáticas33, como barbitúricos, fenitoína, hidantoína, fenilbutazona, rifampicina e carbamazepina, aumentam o metabolismo17 dos estrógenos promovendo a redução do efeito dos mesmos.Como resultado da menor tolerância à glicose18, as doses de agentes antidiabéticos orais34 e insulina19 podem alterar-se.
A sensibilidade aos anticoagulantes35 pode ser aumentada quando administrados juntamente com Livolon®.

Interferência em Exames Laboratoriais de Livolon

Podem ocorrer alterações nos parâmetros de função hepática23.

Reações Adversas de Livolon

A incidência36 de reações adversas com o uso da tibolona é muito baixa. Ocasionalmente poderão ser observadas as seguintes reações: alteração no peso corpóreo, vertigem37, dermatose38 seborréica, sangramento vaginal, cefaléia39, aumento dos pêlos faciais, náusea40, vômito41, edema42 pré-tibial, nervosismo, depressão, erupção43 cutânea44.

Posologia de Livolon

Para se alcançar os máximos efeitos terapêuticos, Livolon® deve ser utilizado exatamente como está recomendado, ou seja, 1 comprimido ao dia, em intervalos que não excedam 24 horas. Recomenda-se que Livolon® seja tomado sempre à mesma hora, todos os dias, preferencialmente após o jantar ou antes de dormir. Terminado um blister, deve-se iniciar, imediatamente, outro blister, sem qualquer intervalo de tempo. Ingerir o comprimido de Livolon® com a ajuda de algum líquido, sem mastigar e preferencialmente durante ou logo após uma das refeições do dia.
Nesta posologia, o Livolon® poderá ser administrado por períodos prolongados. A melhora dos sintomas20 geralmente ocorre dentro de poucas semanas, contudo, resultados mais favoráveis são obtidos quando o tratamento tem duração de pelo menos 3 meses.
Primeira vez: Em mulheres que estão procedendo à terapia de reposição hormonal pela primeira vez, o tratamento com Livolon® pode ser iniciado em qualquer dia.
Mudança de outro repositor hormonal para Livolon®: Para mulheres que utilizaram previamente outra terapia de reposição hormonal combinada seqüencial, recomenda-se iniciar o tratamento com Livolon® ao final do sangramento programado.
O tratamento com Livolon® destina-se à terapia hormonal com indução de amenorréia45. As pacientes devem ser orientadas sobre a possibilidade de ocorrer sangramentos nos seis primeiros ciclos de uso, mas que não devem ser excessivos e tendem a diminuir e cessar após este período. Caso os sangramentos persistam, deve ser considerada a descontinuação ou mudança da terapia seqüencial.

Venda sob prescrição médica

Registro MS - 1.0974.0116
Farm. Resp.: Dr. Dante Alario Junior - CRF-SP nº 5143

LIVOLON - Laboratório

BIOLABFARMA
Rua Olimpíadas, 242, 3° andar. Vila Olímpia.
São Paulo/SP - CEP: 04551-000
Tel: 55 11 3573-6000

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Complementos

1 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
2 Sudorese: Suor excessivo
3 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
4 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
5 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
8 Tromboflebites: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
9 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
10 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
11 Pélvicos: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
12 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
13 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
14 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
15 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
16 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
17 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
18 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
19 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
22 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
23 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
24 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
25 Olhos:
26 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
28 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
29 Nódulo: Lesão de consistência sólida, maior do que 0,5cm de diâmetro, saliente na hipoderme. Em geral não produz alteração na epiderme que a recobre.
30 Seios: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
31 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
32 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
33 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
34 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
35 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
36 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
37 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
38 Dermatose: Qualquer moléstia da pele e de seus anexos, especialmente quando caracterizada pela ausência de inflamação.
39 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
40 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
41 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
42 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
43 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
44 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
45 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.

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