OXAPEN

BIOLABFARMA

Atualizado em 09/12/2014

OXAPEN

Oxacilina Sódica

Indicações de Oxapen

Nos processos infecciosos causados por germes sensíveis à oxacilina, tais como os estafilococos produtores de penicilinase, os pneumococos e os estreptococos beta-hemolíticos do grupo A. A oxacilina é usada no tratamento das infecções1 de pele2 e dos tecidos moles: pneumonias, septicemias, sinusites, infecções1 por queimaduras, meningite3 estafilocócica e na profilaxia da endocardite4 bacteriana.

Forma Farmacêutica e Apresentações de Oxapen

Pó para solução injetável. Caixa com 50 frascos-ampola + 50 ampolas de diluente de 3 ml.
Cada frasco-ampola contém: Oxacilina 500 mg.

Uso pediátrico ou adulto.

Contra-Indicações de Oxapen

Em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou às penicilinas e cefalosporinas.

Cuidados e Advertências de Oxapen

Gerais - a oxacilina deve ser administrada com precaução em pacientes com: história de alergia5 em geral (asma6, eczema7, febre do feno8 e urticária9), insuficiência renal10, em enfermidades gastrointestinais, especialmente colite11 ulcerosa, enterocolite localizada ou colite11 associada a antibióticos (as penicilinas podem produzir colite11 pseudomembranosa), mononucleose infecciosa12, fibrose cística13 e insuficiência cardíaca congestiva14 ou hipertensão15. O uso prolongado pode levar ao desenvolvimento de candidíase16 oral (monilíase).

Superinfecções17: o uso de antibióticos (especialmente em terapias prolongadas ou repetitivas) pode resultar num maior crescimento bacteriano ou fúngico18 de microrganismos não suscetíveis. Alguns desses crescimentos podem provocar uma infecção19 secundária. No caso de ocorrer superinfecção20, medidas apropriadas devem ser tomadas.

Monitorização do paciente: exames de urina21, uréia22 e determinação da creatinina23 devem ser feitos periodicamente durante a terapia com penicilinas resistentes à penicilinase, revendo-se as dosagens caso os valores obtidos nestes exames elevarem-se. Se houver conhecimento ou suspeita de insuficiência renal10, a dosagem total deve ser reduzida e os níveis de sangue24 devem ser monitorizados para prevenir possíveis variações neurotóxicas. A monitorização é particularmente importante em recém-nascidos, crianças, e também quando altas doses são utilizadas.

Colite11 associada a antibióticos: em pacientes com sintomas25 persistentes de colite11 pseudomembranosa associada a antibióticos, pode ser necessária a reto26-sigmoidoscopia ou a colonoscopia27, antes de iniciar o tratamento com a oxacilina. Pacientes com colite11 pseudomembranosa podem necessitar de exame de fezes para detectar a presença do Clostridium difficile e de sua citotoxina, antes do tratamento. Nos casos brandos de pacientes que desenvolveram colite11 membranosa associada a antibióticos, produzida pela toxina28 do Clostridium difficile, durante ou após a administração de penicilinas, os sintomas25 desaparecem com a interrupção do medicamento. Os casos moderados a severos podem requerer a reposição de líquidos, eletrólitos29 e proteínas30. No caso de não responderem às medidas indicadas, pode ser utilizado metronidazol (250 a 500 mg, via oral a cada 8 horas), vancomicina (125 mg, via oral a cada 6 horas, por 5 a 10 dias) ou colestiramina ( 4g, via oral, 4 vezes ao dia). As recidivas31 podem ser tratadas com um segundo ciclo destes medicamentos.

Reações anafiláticas32: o tratamento emergencial consiste no uso de epinefrina por via parenteral, oxigênio, corticosteróides por via EV e em manter as vias aéreas desobstruídas (intubação, se necessário).

Gravidez33 - a oxacilina atravessa a barreira placentária, porém não se conhecem problemas provocados no ser humano. Seu uso durante a gravidez33 deve ser avaliado pelo médico quanto ao risco/benefício.

Lactação34 - a oxacilina é excretada no leite materno em baixas concentrações. Mesmo não tendo sido relatados problemas significativos em humanos, o uso de oxacilina em lactantes35 pode dar lugar à sensibilização, diarréia36, candidíase16 e rash37 cutâneo38 no lactente39.

Pediatria - não existem relatos de problemas específicos causados pelo uso de oxacilina em crianças e recém-nascidos, porém a capacidade desses pacientes em metabolizar e eliminar fármacos está diminuída, devido ao incompleto desenvolvimento da função renal40 nesta idade.

Geriatria (idosos) - pacientes idosos são mais sensíveis aos efeitos da oxacilina, devido à diminuição da capacidade da função renal40, portanto a dosagem deve ser ajustada de acordo com a resposta clínica do paciente.

Insuficiência renal10 - hematúria41, proteinúria42 e azotemia passageiras podem ocorrer em recém-nascidos e crianças recebendo altas doses (150 a 175 mg/kg/dia) de oxacilina.

Interações Medicamentosas de Oxapen

O uso do cloranfenicol, eritromicinas, sulfamidas ou tetraciclinas, que são fármacos bacteriostáticos, pode interferir com o efeito bactericida das penicilinas no tratamento da meningite3 ou em outras situações onde seja necessário um efeito bactericida rápido. Nestes casos, é melhor evitar a terapia simultânea.

O uso concomitante de bloqueadores beta-adrenérgicos43 pode aumentar o risco e a gravidade das reações anafiláticas32.

O uso conjunto de probenecida diminui a secreção tubular renal40 das penicilinas, ocasionando aumento e prolongamento das concentrações séricas das penicilinas, prolongamento da vida-média de eliminação e aumento do risco de toxicidade44.

A mistura extemporânea de antibacterianos penicilínicos e aminoglicosídeos pode ocasionar substancial inativação mútua.Se for necessário administrá-los simultaneamente, que se faça em locais distintos e nunca misturando-os no mesmo recipiente, com 1 hora de diferença entre as administrações.

Interferência em Exames Laboratoriais de Oxapen

Determinação de glicose45 na urina21 e testes de antiglobulinas diretos (Coombs) podem dar resultados falsos-positivos ou falsamente elevados nas provas com sulfato de cobre (Benedict ou Fehling). As provas de glicose45 do tipo enzimático não são afetadas. Pode também alterar as concentrações séricas de alanina aminotransferase e aspartato aminotransferase, fosfatase alcalina46 e lactato47 desidrogenase sérica.

Reações Adversas de Oxapen

A s mais freqüentes são: manifestações alérgicas (rash37 cutâneo38, urticária9 e prurido48). As menos freqüentes são: manifestações digestivas (náuseas49, vômitos50 e diarréia36), dificuldade de respiração e cansaço não habitual.

Raros são os casos de cãibra, dor e distensão abdominal, diarréias severas que também podem ser sanguinolentas com sintomas25 de febre51, aumento da sede, perda de peso, hepatotoxicidade52 (náuseas49 e vômitos50), distúrbio mental (ansiedade, confusão, agitação), nefrite53 intersticial54, reações hematológicas (anemia55, trombocitopenia56, leucopenia57) e/ou colite11 pseudomembranosa.

Posologia de Oxapen

Infecções1 brandas e moderadas do trato respiratório superior, da pele2 e dos tecidos moles:
Adultos e crianças (com 40 kg de peso corporal ou mais): 250 mg cada 4 a 6 horas.
Crianças (com menos de 40 kg de peso corporal): 25,0 mg/kg de peso corporal a cada 4 horas, ou 16,7 mg/kg de peso corporal a cada 6 horas.

Infecções1 severas do trato respiratório inferior e infecções1 disseminadas:
Adultos e crianças (com 40 kg de peso corporal ou mais): 1g ou mais a cada 4 a 6 horas.
Crianças (com menos de 40 kg de peso corporal): 25 mg/kg de peso corporal a cada 4 a 6 horas.

Doses máximas:
Adultos: até 20 g/dia em septicemias e menigites severas.
Crianças: até 300 mg/kg de peso corporal/dia.

Preparo da solução injetável:
Para uso intramuscular (IM): reconstitua a solução utilizando a ampola diluente respectiva ou água estéril para injetáveis ou ainda solução fisiológica58 injetável, para obter uma concentração aproximada de 250 mg/1,5 ml.
Para uso endovenoso (EV) direto: adicionar 5 ml de água estéril para injetáveis ou solução fisiológica58 injetável para frasco-ampola de 500 mg. A solução obtida deve ser administrada lentamente (cerca de 10 minutos), para evitar irritação local.
Para uso endovenoso (EV) por infusão: reconstituir inicialmente conforme descrito para solução direta, levando em seguida para uma das soluções EV gota59 a gota59 abaixo apontadas: dextrose60 a 5% em solução fisiológica58 de cloreto de sódio a 0,9%, frutose61 a 10% em água ou solução fisiológica58 de cloreto de sódio a 0,9%, lactato47 de potássio, açúcar62 invertido a 10% em solução fisiológica58 de cloreto de sódio a 0,9%, açúcar62 invertido a 10% mais 0,3% de cloreto de potássio em água.

Conservação da solução injetável:
As soluções injetáveis, após reconstituição, são estáveis por 3 dias em temperatura ambiente (15 a 30oC) ou 7 dias sob refrigeração (2 a 8oC).
As soluções injetáveis EV e para infusão, após reconstituição, com concentrações entre 0,5 e 40 mg/ml, mantém-se estáveis por até 6 horas em temperatura ambiente e nos diluentes mencionados.

Venda sob prescrição médica

Registro MS - 1.0974.0068
Farm. Resp.: Dr. Dante Alario Junior - CRF-SP nº 5143

OXAPEN - Laboratório

BIOLABFARMA
Rua Olimpíadas, 242, 3° andar. Vila Olímpia.
São Paulo/SP - CEP: 04551-000
Tel: 55 11 3573-6000

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Complementos

1 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
3 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
4 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
5 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
6 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
7 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
8 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
9 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
10 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
11 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
12 Mononucleose infecciosa: Doença de progressão benigna, muito comum, causada pela infecção pelo vírus Epstein-Barr e transmitida pelo contato com saliva contaminada. Seus sintomas incluem: mal-estar, dor de cabeça, febre, dor de garganta, ínguas principalmente no pescoço, inflamação do fígado. Acomete mais freqüentemente adolescentes e adultos jovens.
13 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
14 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
15 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
16 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
17 Superinfecções: Geralmente ocorrem quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. As superinfecções podem ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-las.
18 Fúngico: Relativo à ou produzido por fungo.
19 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
20 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
21 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
22 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
23 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
24 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
25 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
26 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
27 Colonoscopia: Estudo endoscópico do intestino grosso, no qual o colonoscópio é introduzido pelo ânus. A colonoscopia permite o estudo de todo o intestino grosso e porção distal do intestino delgado. É um exame realizado na investigação de sangramentos retais, pesquisa de diarreias, alterações do hábito intestinal, dores abdominais e na detecção e remoção de neoplasias.
28 Toxina: Substância tóxica, especialmente uma proteína, produzida durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capaz de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
29 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
30 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
31 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
32 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
33 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
34 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
35 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
36 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
37 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
38 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
39 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
40 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
41 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
42 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
43 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
44 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
45 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
46 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
47 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
48 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
49 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
50 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
52 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
53 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
54 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
55 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
56 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
57 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
58 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
59 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
60 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
61 Frutose: Açúcar encontrado naturalmente em frutas e mel. A frutose encontrada em alimentos processados é derivada do milho. Contém quatro calorias por grama.
62 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.

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