ALERFIN

FARMALAB

Atualizado em 03/06/2015

ALERFIN®
Dipropionato de beclometasona

Suspensão aquosa nasal - frasco de plástico âmbar ou de vidro âmbar com válvula dosimetrada e aplicador nasal, nas apresentações de 120 e 200 doses.


USO ADULTO E PEDIÁTRICO
(crianças acima de 6 anos)

Composição de Alerfin

Cada jato de ALERFIN , liberado por válvula dosimetrada contém:Dipropionato de beclometasona ....................100mcg
Veículo ............... q.s.p........ 1 dose

Cada ml de suspensão contém:
Dipropionato de beclometasona .................... 0,77 mg
Veículo .............. q.s.p. .............. 1,00 ml

Informações ao Paciente de Alerfin

Ação esperado do medicamento: O dipropionato de beclometasona, princípio ativo de ALERFIN , é um corticosteróide com potente atividade antiinflamatória local quando administrado por via inalatória, diminuindo os sintomas1 da asma2 brônquica, da rinite3 alérgica e da rinite3 vasomotora. Uma melhora significativa ocorre, geralmente, em poucos dias de uso da medicação, mas pode ser necessário até uma ou duas semanas de tratamento para que sua ação seja observada.

Cuidados de armazenamento: Manter o produto em temperatura ambiente e ao abrigo da luz.

PRAZO DE VALIDADE:
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho).
Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

Gravidez4 e lactação5: Não existem evidências suficientes da segurança do uso do dipropionato de beclometasona durante a gravidez4 e a lactação5. A administração do produto durante estes períodos somente deve ser considerada quando o benefício esperado para a mãe for maior do qualquer possibilidade de risco ao feto6 ou lactente7.
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento ou após seu término.
Informe ao médico se está amamentando.

Cuidados da administração: A administração do medicamento a gestantes e durante o período de amamentação8 só deve ser feita sob prescrição e estrito controle médico.
É aconselhável utilizar o produto até 2 meses após a abertura da embalagem.

Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. A descontinuação do tratamento com corticosteróide deve ser feita de modo gradual.
Siga sempre as instruções do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Reações adversas: Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis, tais como tosse intensa, dificuldade de respirar ou de engolir, placas9 brancas no interior do nariz10 ou da boca11, sangramento e irritação nasal.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-indicações e precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Não use este medicamento nos seguintes casos: alergia12 à beclometasona ou aos corticosteróides; presença de infecções13 virais, fúngicas14 ou de tuberculose15 pulmonar.

NÃO TOME REMÉDIO SEM CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE16.

Informação Técnica de Alerfin

ALERFIN contém como princípio ativo o dipropionato de 17,21-beclometasona, uma droga com acentuadas atividades antiinflamatória e antialérgica. O dipropionato de beclometasona é um corticosteróide sintético para uso tópico17 exclusivo, com potente ação antiinflamatória, reduzida atividade mineralocorticóide e, em doses terapêuticas, livre de efeitos sistêmicos18.

Em testes de vasoconstrição19 cutânea20, segundo McKenzie, o dipropionato de beclometasona é 5000 vezes mais potente que a hidrocortisona, 625 vezes mais potente que o álcool da beclometasona, 5 vezes mais potente do que o acetonido de fluocinolona e 1,39 vezes mais potente do que o valerato de betametasona. Possui uma potente e prolongada atividade antiinflamatória sobre o edema21 induzido por óleo de cróton, carragenina, formaldeído, albúmen e dextrano e sobre a reação granulomatosa induzida por um corpo estranho, com eficácia superior a dos outros corticosteróides. Não possui efeitos timolítico, esplenolítico e mineralocorticóide e, administrado em doses terapêuticas, não inibe o eixo adreno-hipofisário, mesmo após administrações repetidas.Propriedades farmacocinéticas
O dipropionato de beclometasona, administrado topicamente por aplicação nasal, deposita-se principalmente nas narinas, exercendo atividade tópica local não associada com efeitos sistêmicos18 significativos.
Após inalação, uma parte da dose administrada é ingerida e eliminada nas fezes.
A fração absorvida na circulação22 é metabolizada pelo fígado23 para monopropionato de beclometasona e álcool de beclometasona, que são então excretados na forma de metabólitos24 inativos na bile25 e urina26.

Indicações de Alerfin

Prevenção e tratamento de rinite3 alérgica perene ou sazonal e rinite3 vasomotora.

Contra-Indicações de Alerfin

Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula. Presença de infecções13 virais, fúngicas14 ou de tuberculose15 pulmonar.

Precauções e Advertências de Alerfin

O uso, especialmente se prolongado, de medicamentos tópicos pode causar fenômenos de sensibilização e, excepcionalmente, efeitos colaterais27 sistêmicos18 típicos desta classe terapêutica28. Neste caso, a administração deve ser interrompida e instituído um tratamento adequado.
O produto não deve ser administrado a crianças menores de 6 anos de idade.
Embora ALERFIN controle a maioria dos casos de rinite3 alérgica sazonal, um estímulo alergênico excepcionalmente alto pode requerer um tratamento suplementar, especialmente para os sintomas1 oculares. A mudança de um tratamento com esteróides sistêmicos18 para ALERFIN deve ser feita com cuidado, quando houver suspeita de insuficiência29 adrenal.

Uso durante a gravidez4 e lactação5
Em mulheres grávidas ALERFIN deve ser administrado somente em caso de real necessidade e sob controle médico. Não existem dados suficientes que comprovem a segurança do uso de dipropionato de beclometasona durante a gravidez4. Nos estudos de reprodução30 em animais, os efeitos colaterais27 típicos dos potentes corticosteróides foram apenas observados após administração sistêmica de altas doses. Entretanto, a administração de dipropionato de beclometasona por via nasal evita que altos níveis plasmáticos sejam alcançados como ocorre com a administração sistêmica. O uso de ALERFIN durante a gravidez4 deve ser considerado apenas quando os benefícios esperados para a mãe excederem em muito os possíveis riscos para o feto6. O dipropionato de beclometasona tem sido amplamente usado durante vários anos na prática clínica sem danos aparentes.
É razoável supor que haja passagem de dipropionato de beclometasona para o leite materno, mas é improvável que os níveis alcançados sejam significativos nas doses usadas para aplicação nasal. Entretanto, o uso do dipropionato de beclometasona durante a lactação5 requer uma avaliação cuidadosa da relação risco/benefício, tanto para mãe como para a criança.

Interações Medicamentosas de Alerfin

Não foram relatadas, até o momento, interações medicamentosas com o dipropionato de beclometasona.

Reações Adversas de Alerfin

Efeitos colaterais27 sistêmicos18 são extremamente improváveis, em virtude das baixas doses recomendadas. Deve-se tomar cuidado durante o uso prolongado, controlando o paciente para detectar, o mais precocemente possível, efeitos colaterais27 sistêmicos18 como osteoporose31, úlcera péptica32 ou sinais33 de insuficiência29 adrenal secundária. Podem ocorrer, da mesma forma que com quaisquer outros produtos tópicos nasais, queimação no local, irritação, secura da mucosa34 nasal e raramente epistaxe35.
Terapia adequada deve ser instituída em caso de infecção36.

Posologia e Método de Administração de Alerfin

Adultos e crianças acima de 6 anos de idade: dois jatos dosimetrados em cada narina, uma vez ao dia.O início de ação não é imediato e, para o sucesso terapêutico completo, o uso regular do produto por alguns dias é aconselhável.

O produto não deve ser administrado a crianças abaixo de 6 anos.

Instruções de Uso de Alerfin

Agite o frasco antes da aplicação.
Remova a tampa e pressione a válvula duas vezes até notar uma fina névoa sendo liberada; isso serve para promover o enchimento interno da válvula e proporcionar a dose exata no momento da aplicação, conforme demonstrado na figura A e B;
Administrar conforme figuras:
1. Limpe cuidadosamente o nariz10.
2. Remova a tampa de proteção.
3. Mantendo o frasco em posição vertical ou levemente inclinado, introduzir o aplicador nasal dentro de uma narina; feche a outra narina com o dedo. Inspire enquanto pressiona a base do aplicador nasal como mostrado no desenho.
Repita este mesmo procedimento na outra narina.
4. Após o uso, limpe a válvula com lenço de papel ou de pano e recoloque a tampa protetora.     

Na primeira vez que estiver utilizando ALERFIN ou quando existir a interrupção no uso por alguns dias, remova a tampa e pressione a válvula algumas vezes até uma fina névoa ser liberada.

Se o produto nebulizado não for liberado, não tente desbloquear o orifício da válvula usando um pino ou outro objeto pontiagudo, mas remova a extremidade da válvula puxando-a para cima e limpe-a, submergindo em água morna por alguns minutos. Depois, enxágüe em água corrente e deixe a extremidade da válvula secar antes de montá-la novamente.

Superdosagem de Alerfin

A administração de doses elevadas de dipropionato de beclometasona em um curto intervalo de tempo pode induzir a uma supressão da função hipotalâmica-hipofisária-adrenal. Nesse caso, a posologia de ALERFIN deve ser imediatamente reduzida para as doses recomendadas

Uso Geriátrico de Alerfin

ALERFIN pode ser usado por pessoas acima de 65 anos de idade, desde que observadas as precauções comuns ao produto.

Nº de Lote, Data de Fabricação e Validade: VIDE CARTUCHO.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

ALERFIN - Laboratório

FARMALAB
Av. Brig. Faria Lima, 1734 - 2º e 3º and
São Paulo/SP - CEP: 01452-001
Tel: 55 (011) 867- 0012
Fax: 55 (011) 813-0500
Email: chiesi.brasil@ibm.net
Site: http://www.farmalabchiesi.com.br/

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
3 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
6 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
7 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
8 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
9 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
10 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
11 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
12 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
13 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
14 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
15 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
16 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
17 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
18 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
19 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
20 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
21 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
22 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
23 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
24 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
25 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
26 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
27 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
28 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
29 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
30 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
31 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
32 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
33 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
34 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
35 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
36 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.

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