CEFACLOREN

NEO QUIMICA

Atualizado em 03/06/2015

CEFACLOREN
cefaclor monoidratado

Forma Farmacêutica e Apresentação de Cefacloren

Cápsulas 500mg: embalagens contendo 10 cápsulas.

USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada cápsula contém:524,50mg de cefaclor monoidratado.................equivalente a 500mg de cefaclor base
excipientes q.s.p.................... 1 cápsula
(amido pré-gelatinizado, simethicone e estearato de magnésio).

Informações ao Paciente de Cefacloren

Cefacloren tem ação bactericida.
o o - Conservar em temperatura ambiente (15 a 30 C). Proteger da luz e umidade.
Prazo de validade: VIDE CARTUCHO. Não use medicamento com o prazo de
validade vencido.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após o
seu término. Informe seu médico se está amamentando. Cefacloren só deve ser
utilizado durante a gravidez1 se os benefícios do tratamento para a paciente
superarem claramente os riscos para o feto2. Cefacloren não deve ser usado durante a
lactação3.
Siga a orientação do seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
As cápsulas não devem ser mastigadas ou abertas.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: reações
alérgicas, diarréia4, agitação, nervosismo, insônia, erupções cutâneas5 (ver REAÇÕES
ADVERSAS).
O material da cápsula de Cefacloren contém o corante amarelo de Tartrazina FDC
nº 5, que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma6 brônquica,
especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.

Não administrar Cefacloren com anticoagulantes7 orais, probenecida,
aminoglicosídicos, colistina, polimixina, vancomicina, diuréticos8 de alça (ver
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS).
O cefaclor é contra-indicado em pacientes alérgicos às penicilinas, às
cefalosporinas e a outros antibióticos beta-lactâmicos. Deve ser administrado com
cautela (e somente quando absolutamente necessário) a qualquer paciente que
tenha demonstrado alguma forma de alergia9.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início
ou durante o tratamento.

NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE
SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE10.

Informações Técnicas de Cefacloren

Como os demais antibióticos bactericidas11 do grupo das cefalosporinas, o cefacloratua impedindo a síntese da camada basal da parede celular bacteriana. Esta
atuação faz-se impedindo a terceira etapa desta síntese, um processo denominado
transpeptidação, por antagonismo competitivo com a enzima12 transpeptidase. O
cefaclor é bem absorvido após administração oral a pacientes em jejum. Apresenta
uma taxa de ligação às proteínas13 plasmáticas na ordem de 25%. Após administração
oral de 250mg, 500mg e 1g, a pacientes em jejum, foram obtidos níveis séricos
máximos em torno de 7, 13 e 23mcg/mL, respectivamente, após 30 a 60 minutos.
Aproximadamente 60 a 85% da droga é excretada inalterada na urina14 dentro de 8
horas. Durante este período de 8 horas, as concentrações máximas na urina14, após
doses de 250mg, 500mg e 1g, foram de aproximadamente 600, 900 e 1900mcg/mL,
respectivamente. A meia-vida sérica em indivíduos normais é de 36 a 54 minutos. Em
pacientes com função renal15 reduzida, a meia-vida sérica é ligeiramente prolongada.
Nos pacientes com ausência completa da função renal15, a meia-vida biológica da
molécula intacta é em torno de 2,3 a 2,8 horas. A hemodiálise16 reduz a meia-vida em 25
a 30%. Sabe-se que o cefaclor não passa para o líquido cefalorraquidiano17 e é
encontrado no leite humano em pequenas proporções.
Microbiologia: A ação bactericida das cefalosporinas resulta da inibição da síntese da
parede celular. O cefaclor é estável na presença de beta-lactamases bacterianas;
conseqüentemente, os microrganismos produtores de beta-lactamases resistentes
às penicilinas e a algumas cefalosporinas podem ser sensíveis ao cefaclor.
Aeróbios gram-positivos: estafilococos, incluindo cepas18 coagulase positivas e
negativas e as produtoras de penicilinase (quando testadas por métodos "in vitro")
que apresentam resistência cruzada com a meticilina; Streptococcus pneumoniae;
Streptococcus pyogenes
.
Aeróbios gram-negativos: Citrobacter diversus; Escherichia coli; Haemophilus
influenzae,
incluindo cepas18 produtoras de beta-lactamase resistentes à ampicilina;
Klebsiella sp.; Moraxella catarrhalis; Neisseria gonorrhoeae; Proteus mirabilis.
Anaeróbios: Bacteroides sp. (excluindo Bacterioides fragilis); Peptococcus niger;
Peptostreptococcus sp.; Propionibacterium acnes.

Nota: Os estafilococos meticilino-resistentes e a maioria das cepas18 de enterococos
(Enterococcus faecalis e Enterococcus faecium) são resistentes ao cefaclor e a
outras cefalosporinas. O cefaclor não é ativo contra a maioria das cepas18 de
Enterobacter spp., Morganella morganii, Proteus vulgaris e Providencia rettgeri. Não
é ativo contra Pseudomonas spp. ou Acinetobacter calcoaceticus.

Indicações de Cefacloren

Otite Média19 causada por S. pneumoniae, H. influenzae, estafilococos, S. pyogenes
(beta-hemolíticos do grupo A) e M. catarrhalis;
Infecções20 do Trato Respiratório Inferior, incluindo pneumonia21, causadas por S.
pneumoniae, H. influenzae
, S. pyogenes (beta-hemolíticos do grupo A) e M.
catarrhalis
;
Infecções20 do Trato Respiratório Superior, incluindo faringite22 e amigdalite, causadas
por S. pyogenes (beta-hemolíticos do grupo A) e M. catarrhalis;
Infecções20 do Trato Urinário23, incluindo pielonefrite24 e cistite25, causadas por E. coli, P.
mirabilis, Klebsiella sp.
e estafilococos coagulase negativos;
Infecções20 da Pele26 e Anexos27, causadas por S. aureus e S. pyogenes (betahemolíticos
do grupo A).
Sinusites;
Uretrites gonocócicas.

Contra-Indicações de Cefacloren

CEFACLOREN É CONTRA-INDICADO EM PACIENTES HIPERSENSÍVEIS AOS
ANTIBIÓTICOS DO GRUPO DAS CEFALOSPORINAS, PENICILINAS E OUTROS
BETA-LACTÂMICOS OU A QUALQUER COMPONENTE DA FÓRMULA.

Precauções de Cefacloren


Antes de iniciar a terapia com cefaclor, deve ser feita uma investigação
cuidadosa para determinar se o paciente teve reações anteriores de
hipersensibilidade às cefalosporinas, penicilinas e outros beta-lactâmicos. Se
ocorrer reação alérgica28 ao cefaclor, a droga deve ser descontinuada e, se
necessário, o paciente deve ser tratado adequadamente (anti-histamínicos,
aminas vasoativas e corticosteróides).
A ocorrência de diarréia4 grave e persistente durante o período de tratamento
com vários antibióticos pode indicar a possibilidade de colite29
pseudomembranosa (que poderá ser diagnosticada através de colonoscopia30);
nestes casos, será necessário suspender a droga imediatamente e iniciar o
tratamento oral com vancomicina ou metronidazol, estando contra-indicados
os preparados antiperistálticos. Casos leves de colite29 pseudomembranosa
geralmente respondem somente com a interrupção da droga.
Como acontece com os demais antibióticos, o uso prolongado do cefaclor
poderá resultar na proliferação de microrganismos resistentes. É essencial
uma cuidadosa observação do paciente. Se ocorrer uma superinfecção31 durante
o tratamento, deve-se tomar as medidas apropriadas.
O cefaclor deve ser administrado com cautela na presença de insuficiência32
renal15 grave. Não há necessidade de fazer ajustes de doses em pacientes com
insuficiência renal33 leve a moderada (porém, deve ser feita cuidadosa
observação clínica e laboratorial).
Antibióticos, incluindo as cefalosporinas, devem ser prescritos com cuidado a
pacientes com história de doenças gastrintestinais, particularmente colites.
Recomenda-se administrar com cautela Cefacloren na insuficiência renal33
grave.
Gravidez1 e lactação3: Cefacloren só deve ser utilizado durante a gravidez1 se os
benefícios do tratamento superarem claramente os riscos para a paciente ou
para o feto2. Cefacloren é excretado no leite materno; portanto, não deve ser
usado durante a lactação3.
Crianças: A segurança e a eficácia do uso de cefaclor em crianças com menos
de um mês de idade não foram ainda estabelecidas.

Interações Medicamentosas de Cefacloren

Há relatos de aumento nos efeitos anticoagulantes7 quando o cefaclor eanticoagulantes orais foram administrados concomitantemente.
Agentes bacteriostáticos podem interferir com sua ação bactericida.
Agentes nefrotóxicos, como antibióticos aminoglicosídicos, colistina, polimixina B e
vancomicina, aumentam a probabilidade de nefrotoxicidade34.
Diuréticos8 de alça potentes podem aumentar a possibilidade de toxicidade35 renal15.
Probenecida geralmente aumenta e prolonga seus níveis plasmáticos, inibindo
competitivamente a secreção tubular renal15.
O uso prolongado do produto pode causar inibição da síntese de vitamina36 K, devido à
supressão da flora bacteriana intestinal.

Reações Adversas de Cefacloren

Gerais - Anafilaxia37 ou reações anafilactóides podem ser manifestadas por
sintomas38 isolados, incluindo angioedema39, astenia40, edema41 (incluindo face42 e
membros), dispnéia43, parestesia44, síncope45 ou vasodilatação. A anafilaxia37 é mais
comum em pacientes com história de alergia9 às penicilinas. Raramente, os
sintomas38 de hipersensibilidade podem persistir por vários meses.
Gastrintestinais - As reações gastrintestinais ocorrem em cerca de 2,5% dos
pacientes, incluindo diarréia4. Os sintomas38 de colite29 pseudomembranosa
podem aparecer durante ou após o tratamento com antibióticos. Náuseas46 e
vômitos47 foram, raramente, relatados. Da mesma forma que com algumas
penicilinas e outras cefalosporinas, têm sido relatados raros casos de hepatite48
e icterícia49 colestática transitórias.
Hematopoiéticas - Como relatado com outros antibióticos beta-lactâmicos, têm
ocorrido, raramente, anemia hemolítica50, agranulocitose51, trombocitopenia52,
eosinofilia53 e neutropenia54 reversível (de possível significância clínica). Têm
havido raros relatos de aumento do tempo de protrombina55, com ou sem
sangramento clínico, em pacientes que estejam recebendo,
concomitantemente, cefaclor e cumarínicos.
Renais - Pequenas elevações no nitrogênio uréico ou creatinina56 sérica, exames
de urina14 tipo I anormais e nefrite57 intersticial58.
Pele26 e Hipersensibilidade - Erupções morbiliformes, prurido59, urticária60 e teste de
Coombs positivo; reações semelhantes à doença do soro61 (eritema multiforme62,
erupções cutâneas5 acompanhadas de artrites/artralgia63, com ou sem febre64) e,
raramente, síndrome de Stevens-Johnson65, necrólise epidérmica tóxica66 e
anafilaxia37.
Sistema Nervoso Central67 (SNC68) - Raramente, têm sido relatados hiperatividade
reversível, agitação, nervosismo, insônia, confusão, hipertonia69, tontura70,
alucinações71 e sonolência.
Outras reações - Prurido59 genital ou vaginite72.
"O material da cápsula de Cefacloren contém o corante amarelo de Tartrazina
FDC nº 5, que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma6
brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico".

-ALTERAÇÕES EM EXAMES CLÍNICOS E LABORATORIAIS

Poderá ocorrer uma reação falso-positiva para glicose73 na urina14 com as soluções de
Benedict ou Fehling, ou com os comprimidos de sulfato de cobre.
Têm ocorrido testes de antiglobulina positivos diretos e indiretos (Teste de Coombs).
Informe ao laboratório clínico o uso de Cefacloren.

Posologia de Cefacloren

Adultos: A dose usual é de 250mg a cada 8 horas. Em infecções20 mais graves (porexemplo, pneumonia21) ou aquelas causadas por microrganismos menos sensíveis, as
doses podem ser dobradas, ou seja, 500mg a cada 8 horas. A dose usual diária não
deve exceder 4mg/dia por 28 dias.
Para sinusite74 recomenda-se uma posologia de 500mg administrada 3 vezes ao dia
por 10 dias.
Para o tratamento de uretrite75 gonocócica aguda, em homens e mulheres, podem ser
administrados 3g, em dose única, combinados com 1g de probenecida.
No tratamento de infecções20 causadas por estreptococos beta-hemolíticos, a dose
terapêutica76 de Cefacloren deve ser administrada por no mínimo 10 dias.
Cefacloren pode ser administrado na presença de insuficiência renal33. Nessa
condição, a posologia normalmente não é alterada.

-SUPERDOSE

Sinais77 e sintomas38: Os sintomas38 tóxicos que se seguem a uma superdose de cefaclor
podem incluir náuseas46, vômitos47, dor epigástrica e diarréia4. A gravidade da dor
epigástrica e da diarréia4 está relacionada à dose.
Tratamento: Não será necessária a descontaminação gastrintestinal, a menos que
tenha sido ingerida uma dose cinco vezes a dose normal.
Proteger a passagem do ar para o paciente e manter ventilação78 e perfusão.
Meticulosamente monitorizar e manter dentro dos limites aceitáveis os sinais vitais79 do
paciente, os gases do sangue80, eletrólitos81 séricos, etc. Diurese82 forçada, diálise83
peritoneal, hemodiálise16 ou hemoperfusão com carvão ativado não foram
estabelecidas como métodos benéficos nos casos de superdose com cefaclor.

Pacientes Idosos de Cefacloren

O uso em pacientes idosos (acima de 60 anos) requer prescrição e acompanhamento
médico.

Registro M.S. nº 1.0465.0305
Farm. Responsável: Dr. Marco Aurélio Limírio G. Filho - CRF-GO nº 3.524
Nº do lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

CEFACLOREN - Laboratório

NEO QUIMICA
Rua VPR 1, Quadra 2-A, Mód. 4
Anápolis/GO - CEP: 75133600
Tel: (62 )316-1055
Fax: (62 )316-1022

Ver outros medicamentos do laboratório "NEO QUIMICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
5 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
6 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
7 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
8 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
9 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
10 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
11 Antibióticos bactericidas: Destroem a parede bacteriana, eliminando a bactéria.
12 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
13 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
14 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
15 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
16 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
17 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
18 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
19 Otite média: Infecção na orelha média.
20 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
21 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
22 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
23 Trato Urinário:
24 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
25 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
26 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
27 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
28 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
29 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
30 Colonoscopia: Estudo endoscópico do intestino grosso, no qual o colonoscópio é introduzido pelo ânus. A colonoscopia permite o estudo de todo o intestino grosso e porção distal do intestino delgado. É um exame realizado na investigação de sangramentos retais, pesquisa de diarreias, alterações do hábito intestinal, dores abdominais e na detecção e remoção de neoplasias.
31 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
32 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
33 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
34 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
35 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
36 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
37 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
38 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
39 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
40 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
41 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
42 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
43 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
44 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
45 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
46 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
47 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
48 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
49 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
50 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
51 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
52 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
53 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
54 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
55 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
56 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
57 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
58 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
59 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
60 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
61 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
62 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
63 Artralgia: Dor em uma articulação.
64 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
65 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
66 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
67 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
68 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
69 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
70 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
71 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
72 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
73 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
74 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
75 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
76 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
77 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
78 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
79 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
80 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
81 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
82 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
83 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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