Anforicin

CRISTALIA

Atualizado em 03/06/2015

Anforicin 50mg x 25frascos.:

ANFORICIN B
Anfotericina B
Pó Liófilo Injetável 50 mg

Forma Farmacêutica de Anforicin

Pó Liófilo Injetável + Solução Diluente

Apresentações de Anforicin

Caixa com 25 frascos-ampola com 50 mg de Pó Liófilo + Solução Diluente.
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Composição de Anforicin

Pó Liófilo - 50 mg Cada frasco-ampola contém:
Anfotericina B (DCB 0065.01-3).................... 50,0 mg
(Excipientes: desoxicolato de sódio, fosfato de sódio dibásico, fosfato de sódio monobásico, hidróxido de sódio e ácido clorídrico1.)
Diluente:
Cada ampola de 10 ml contém:
Água para Injetáveis qsp .................... 10,0 ml

Informações Técnicas de Anforicin

O Anfocin B é indicado no tratamento de pacientes com infecções2 fúngicas3 progressivas potencialmente graves.
Conservar a embalagem do produto fechada, sob refrigeração, entre 2 e 8ºC, protegido da luz.
O prazo de validade é de 36 meses a partir da data de fabricação impressa na embalagem. Não utilize medicamento com o prazo de validade vencido.
Química e Ensaio Biológico: A anfotericina B é um antibiótico poliênico; a metade básica é a aminodesoxi-hexose (micosamina), uma aminometilpentose. A fórmula estrutural não é conhecida; a anfotericina B é insolúvel em água; é instável a 37ºC. Os efeitos antifúngicos do antibiótico são máximos e constantes entre o pH de 6,0 e 7,5, decrescendo em pH mais baixo. Uma dosagem microbiótica, que utiliza Candida albicans como organismo-teste, foi realizada.
Atividade antifúngica: Histoplasma capsulatum, Cryptococcus neoformans, Coccidioides immitis, espécies de Candida, Rhodotorula, Blastomyces dermatitidis e Sporotrichum schencki são sensíveis a concentrações variando entre 0,003 e 1,0 (g/ml in vitro. O antibiótico é tanto fungistático quanto fungicida.
A anfotericina B não tem efeito sobre bactérias, rickettsias e vírus4.
Resistência: Cepas5 de Candida albicans e de Coccidioides immitis cultivadas seriamente em concentrações crescentes de anfotericina B tornam-se resistentes ao medicamento; não se desenvolve resistência cruzada com a nistatina.
Sugeriu-se a possibilidade de que fungos poderiam tornar-se resistentes in vivo (Sorensen et al., 1959).
Mecanismo de Ação: O mecanismo de ação da anfotericina B é provavelmente semelhante ao de outro antibiótico poliênico, a nistatina .
Absorção, Distribuição e Eliminação: A anfotericina B é muito pouco absorvida no tubo digestivo. A administração oral é de cerca de 3 g por dia e produz níveis sangüíneos variando entre menos de 0,12 a cerca de 0,5 (g/ml.
A injeção6 venosa de 1 a5 mg de anfotericina B por dia, inicialmente, seguida de um aumento gradual da dose diária até 0,65 mg/kg da preparação solúvel, produz taxas sangüíneas máximas de 0,5 a 3,5 (g/ml.
Estes duram, pelo menos, 6 a 8 horas. A vida média plasmática é de 24 horas. Só 2 a 5% de uma dose é excretada na forma biologicamente ativa na urina7; quando o tratamento é interrompido, o medicamento pode ser ainda identificado na urina7 por várias semanas.
Sugeriu-se que a anfotericina B se une às lipoproteínas plasmáticas ou à certos tecidos e então liberada lentamente à medida que os níveis plasmáticos caem. A insuficiência renal8 não parece ter efeito apreciável na excreção ou na concentração plasmática. Os níveis no líquido cefalorraquidiano9 são aproximadamente 1/40 do plasmático.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE10.
INDICAÇÕES
O Anfocin B, uso intravenoso, é indicado no tratamento de pacientes com infecções2 fúngicas3 progressivas potencialmente graves, como: aspergilose; blastomicose; candidíase11 disseminada; coccidiomicose; criptococose; endocardite12 fúngica13; endoftalmite candidiásica; infecções2 intra-abdominais, incluindo peritonites relacionadas e não relacionadas com o processo de diálise14; leishmaniose mucocutânea, embora não seja uma droga de tratamento primário; meningite15 criptocócica; meningite15 fúngica13 de outras origens; mucormicose (ficomicose); septicemia16 fúngica13; esporotricose disseminada; infecções2 fúngicas3 das vias urinárias; meningoencefalite17 amebiana primária; paracoccidioidomicose. Esta potente droga não deve ser usada no tratamento de infecções2 fúngicas3 não invasivas. O Anfocin B não é eficaz contra bactérias, rickettsias e vírus4.

Contra-Indicações de Anforicin

A Anfotericina B é contra-indicada na insuficiência renal8 e em pacientes que tenham demonstrado hipersensibilidade à anfotericina B ou a algum outro componente da formulação, embora, dependendo da gravidade do caso, o clínico tenha que levar em conta o fator risco-benefício para esses pacientes.

Advertência de Anforicin

A dose total diária nunca deverá exceder a 1,5 mg/kg.

Precauções de Anforicin

O Anfocin B pode, frequentemente, ser o único tratamento eficaz disponível para o tratamento de moléstias fúngicas3 potencialmente fatais e com sensibilidade somente à anfotericina B.Em cada caso devemos pesar os prováveis benefícios, salvadores de vidas, contra os possíveis riscos e efeitos adversos perigosos. O Anfocin B deve ser administrado somente na forma intravenosa e a pacientes sob supervisão clínica rigorosa por pessoas devidamente treinadas por médicos. Deve ser reservado para tratamento de pacientes com infecções2 fúngicas3 progressivas e potencialmente fatais devido aos organismos sensíveis. Deve ser utilizado somente em pacientes hospitalizados.
Gravidez18: Categoria B.
A anfotericina B atravessa a barreira placentária. De acordo com experiências clínicas, não têm sido verificados efeitos adversos sobre o feto19, quando utilizada em todos os estágios da gestação. Porém, o clínico deverá avaliar o fator risco-benefício para essas pacientes, antes de iniciar o tratamento com anfotericina B.
Amamentação20:
Não se tem conhecimento se a anfotericina B é excretada no leite materno, embora estudos clínicos demonstrem não haver problemas em seres humanos.
Insuficiência renal8:
Infusão intravenosa rápida, em menos de 1 hora, particularmente em pacientes com insuficiência renal8, tem sido associada com hiperpotassemia e arritmias21, e deve, portanto, ser evitada. A função renal22 deve ser freqüentemente monitorizada durante a terapia com anfotericina B.
Função hepática23:
É aconselhável monitorizar as funções hepáticas24, os eletrólitos25 séricos (principalmente o magnésio e o potássio), leucograma e eritrograma. As respostas laboratoriais poderão orientar o ajuste das dosagens seguintes.
Testes laboratoriais:
Os pacientes devem ser monitorizados quanto à concentração de
nitrogênio uréico no sangue26 (BUN);
concentração sérica de creatinina27;
caso a dose esteja sendo aumentada, deve-se realizar estes testes em dias alternados e posteriormente, uma vez por semana, durante o tratamento. Caso o BUN e a creatinina27 aumentem, a concentrações clinicamente significativas, poderá ser necessário suspender a medicação até que a função renal22 melhore.
Uso pediátrico:
Embora não haja estudos amplos sobre esta população, experiências clínicas mostram que a anfotericina B tem sido empregada com êxito em pacientes pediátricos.
Pacientes idosos:
Não há estudos suficientes, com a anfotericina B neste grupo de pacientes.

Interações Medicamentosas de Anforicin

A Anfotericina B, pode apresentar interações quando utilizada concomitantemente com:
Fármacos depressores da medula óssea28;
Radioterapia29;
Fármacos eliminadores de potássio;
Medicações nefrotóxicas:
Cisplatina, pentamidina, aminoglicosídeos, e ciclosporina, podem potencializar a toxicidade30 renal22 e portanto o uso concomitante com anfotericina B deve ser feito com grande cautela.
Corticosteróides e A.C.T.H. (corticotrofina) - podem potencializar a hipopotassemia31 induzida pela anfotericina B. Agentes cujo efeito ou toxicidade30 possa ser aumentado pela hipopotassemia31
Glicosídeos digitálicos, relaxantes da musculatura esquelética e agentes antiarrítmicos.
Flucitosina - o uso concomitante pode aumentar a toxicidade30 da flucitosina, possivelmente pelo aumento da sua captação celular e/ ou prejudicando sua excreção renal22. Transfusão32 de leucócitos33 - embora não observada em todos os estudos, reações pulmonares agudas foram observadas em pacientes que receberam anfotericina B durante ou logo após a transfusão32 de leucócitos33, portanto recomenda-se distanciar estas infusões o maior tempo possível e monitorizar as funções pulmonares.

Reações Adversas / Colaterais de Anforicin

Embora alguns pacientes possam tolerar a dose total de anfotericina B sem dificuldades, a maioria apresenta algumas intolerâncias, particularmente durante o início da terapia. Sua intolerância poderá ser minimizada pela administração de aspirina, outros antipiréticos34 (como o acetominofeno), anti-histamínicos ou antieméticos35. A petidina (25 a 50 mg por IV) tem sido utilizada em alguns pacientes para diminuir a duração dos calafrios36 e da febre37 após a terapia com anfotericina B. A administração intravenosa de doses baixas de corticosteróides, imediatamente antes ou durante a infusão de anfotericina B, pode ajudar a diminuir as reações febris. A corticoterapia deverá ser mantida ao mínimo. A adição de heparina (1000 unidades por infusão), mudança do local de aplicação, o uso de agulha pediátrica de couro cabeludo e o esquema de dias alternados podem diminuir a incidência38 de tromboflebite39. O extravasamento pode causar irritação química. As reações adversas observadas são:
Gerais - As reações de hipersensibilidade incluem anafilaxia40, trombocitopenia41, eritema42, dores generalizadas e convulsões. Entre os efeitos tóxicos e irritantes estão febre37 (às vezes acompanhada de calafrios36 que ocorrem habitualmente 15 a 20 minutos após o início do tratamento); mal-estar e perda de peso.
Dermatológicos - erupção43 cutânea44, particularmente a maculopapular45, prurido46.
Gastrintestinal - anorexia47, náusea48, vômitos49, diarréia50, dispepsia51 e dor epigástrica espasmódica52. Reações menos comuns: anormalidades nos testes da função hepática23, icterícia53, insuficiência hepática54 aguda, gastroenterite55 hemorrágica56, melena57.
Hematológicas - anemia58 normocrômica e normocítica. Locais - dor no local da aplicação intravenosa com ou sem flebite59 ou tromboflebite39. Reações menos comuns: agranulocitose60, alterações da coagulação61, trombocitopenia41, leucopenia62, eosinofilia63, leucocitose64.
Cardiovasculares - parada cardíaca, arritmias21, incluindo fibrilação ventricular, dispnéia65, hipertensão66, hipotensão67, choque68.
Pulmonares - dispnéia65, broncoespasmo69, edema pulmonar70 não cardíaco, pneumonite71 hipersensitiva.
Músculo-Esquelético - dor generalizada, incluindo dores musculares e articulares.
Neurológicas - enxaqueca72. Reações menos comuns: convulsões, perda de audição, zumbido, vertigem73 transitória, visão74 turva ou diplopia75, neuropatia periférica76, encefalopatia77, outros sintomas78 neurológicos diversos.
Renais - diminuição e anormalidades da função renal22, incluindo: azotemia, aumento da creatina sérica, hipopotassemia31, hipostenúria, acidose79 tubular renal22 e nefrocalcinose, geralmente reversíveis com a interrupção da terapia. Efeitos menos comuns: hipomagnesemia, hiperpotassemia, insuficiência renal8 aguda, anúria80, oligúria81.

Entretanto, danos de caráter permanente ocorrem com freqüência, especialmente nos pacientes recebendo grandes quantidades cumulativas (acima de 5 g) de anfotericina B.
Terapia concomitante com diuréticos82 pode representar uma predisposição ao comprometimento renal22, embora a reidratação ou repleção de sódio possam reduzir a ocorrência de nefrotoxicidade83.

Posologia de Anforicin

INSTRUÇÕES DE USO
O pó estéril e liofilizado84 é apresentado em frascos contendo 50 mg e 100 mg de Anfocin B, adicionados de desoxicolato de sódio e tampão, acompanhados do diluente. O conteúdo do frasco deve ser dissolvido, com agitação, no diluente que acompanha o frasco-ampola e então adicionado à solução aquosa de glicose85 a 5%, para se obter uma concentração final de 0,1 mg/ ml.
Atenção: Soluções de cloreto de sódio ou conservantes não devem ser usados porque causam precipitação do antibiótico. As soluções que apresentem algum precipitado ou materiais estranhos devem ser rejeitadas. O medicamento deve ser protegido contra a luz durante a administração.
A infusão intravenosa, feita por meio de uma agulha pediátrica de couro cabeludo, diminui o risco de tromboflebites86.
Estabilidade do produto reconstituído: Após a reconstituição, as soluções concentradas (5 mg/ ml) em água para injetáveis, mantém sua potência durante 24 horas em temperatura ambiente e protegidas da luz, ou por uma semana em refrigerador. As soluções diluídas para infusão intravenosa (0,1 mg/ ml ou menos) em glicose85 a 5% injetável devem ser utilizadas imediatamente após efetuada a diluição.
Informação adicional: A preparação reconstituída é uma suspensão coloidal. Portanto, os filtros de membrana na linha de infusão intravenosa poderão extrair quantidades de medicamento clinicamente significativas. Em caso de se intercalarem filtros de membrana na linha, o diâmetro médio do poro deverá ser de 1 micra, ou maior.
O Anfocin B deve ser administrado por infusão intravenosa lenta, aplicado durante um período de aproximadamente duas a seis horas, observando-se as precauções usuais para a terapêutica87 intravenosa. A concentração recomendada para infusão é de 0,1 mg/ml (1 mg/10 ml).
A tolerância dos pacientes ao Anforicin B é muito variada e a dose deve ser ajustada às necessidades individuais de cada paciente (p. ex.: local e intensidade da infecção88, agente etiológico89, etc.). Normalmente, a terapia é iniciada com uma dose diária de 0,25 mg/kg de peso corpóreo administrada num período de 2 a 6 horas. Apesar de não estar comprovado o prognóstico90 de intolerância, recomenda-se aplicar uma dose inicial de teste (1mg em 20 ml de solução glicosada a 5%), administrada intravenosamente (IV) por 20 a 30 minutos. A temperatura do paciente, pulso, respiração e pressão arterial91 devem ser anotadas a cada 30 minutos durante 2 a 4 horas.
Um paciente com uma infecção88 fúngica13 grave e rapidamente progressiva com boa função cardiopulmonar e que tolere a dose de teste sem uma reação grave, pode receber 0,3 mg/kg de anfotericina B intravenosa por um período de 2 a 6 horas. Uma segunda dose mais baixa, isto é, 5 a 10 mg, é recomendada a pacientes com disfunção cardiopulmonar ou que apresentaram reação grave à dose-teste. As doses podem ser gradualmente aumentadas em 5 a 10 mg/dia com uma dose diária final de 0,5 a 0,7 mg/kg.
A dose total diária nunca deverá exceder a 1,5 mg/kg.

Superdosagem de Anforicin

Uma superdosagem de Anforicin B pode provocar problemas renais e distúrbios eletrolíticos, podendo resultar em parada cardiorrespiratória.Nesses casos suspender as infusões e instituir um tratamento sintomático92.
Para evitar a superdosagem, não exceder a dose diária de 1,5 mg/kg.

Pacientes Idosos de Anforicin

Não existem estudos adequados e bem controlados com os pacientes idosos.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
USO RESTRITO A HOSPITAIS
Número do lote, data de fabricação e prazo de validade: vide rótulo/cartucho
Reg. MS N.º 1.0298.0229
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A dos Reis CRF-SP N.º 5061
SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800 7011918
Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia , km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º: 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

REVISADO EM 03.10.01

Anforicin - Laboratório

CRISTALIA
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Unidade I
Rod. Itapira-Lindóia, Km 14 - Ponte Preta
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Unidade III
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Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
4 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
5 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
6 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
7 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
8 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
9 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
10 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
11 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
12 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
13 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
14 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
15 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
16 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
17 Meningoencefalite: Processo inflamatório que envolve o cérebro e as meninges, produzido por organismos patogênicos que invadem o sistema nervoso central e, ocasionalmente, por toxinas, problemas autoimunes ou outras condições.
18 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
19 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
20 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
21 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
22 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
23 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
24 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
25 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
26 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
27 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
28 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
29 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
30 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
31 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
32 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
33 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
34 Antipiréticos: Medicamentos que reduzem a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, eles não vão afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
35 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
36 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
37 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
38 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
39 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
40 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
41 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
42 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
43 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
44 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
45 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
46 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
47 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
48 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
49 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
50 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
51 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
52 Espasmódica: 1.    Relativo a espasmo. 2.    Que provoca ou revela espasmos repetidos.
53 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
54 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
55 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
56 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
57 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
58 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
59 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
60 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
61 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
62 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
63 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
64 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
65 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
66 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
67 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
68 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
69 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
70 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
71 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
72 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
73 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
74 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
75 Diplopia: Visão dupla.
76 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
77 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
78 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
79 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
80 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
81 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
82 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
83 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
84 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
85 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
86 Tromboflebites: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
87 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
88 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
89 Etiológico: Relativo à etiologia; que investiga a causa e origem de algo.
90 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
91 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
92 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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