PAMERGAN 50MG-50ap. 2ml

CRISTALIA

Atualizado em 09/12/2014

PAMERGAN 50MG-50ap. 2ml:

PAMERGAN(
Cloridrato de Prometazina

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Pamergan

Comprimidos Revestidos - 25 mgEmbalagem com 20 blísteres com 10 comprimidos.
Solução Injetável - 50 mg
Caixa contendo 50 ampolas de 2 ml
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Composição de Pamergan

Cada comprimido revestido contém:
Cloridrato de Prometazina (DCB 1053.02-7) .................... 25 mg
Excipiente qsp .................... 1 comp
(Excipiente: amido de milho, estearato de magnésio, polividona, manitol, talco, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, metabissulfito de sódio, glicolato sódico de amido, polietilenoglicol 6000, opadry amarelo)
Cada ml de solução injetável contém:
Cloridrato de Prometazina (DCB 1053.02-7) .................... 25 mg
Veículo estéril qsp .................... 1 ml
(Veículo: sulfito de sódio, metabissulfito de sódio, ácido clorídrico1, hidroquinona, água para injetáveis)

Informações ao Paciente de Pamergan

O produto é indicado para condições alérgicas, sedativo para aliviar a apreensão e produzir sono e como um adjunto aos analgésicos2 para o controle da dor pós-cirúrgica.Conservar a embalagem fechada, em temperatura ambiente, entre 15 e 30ºC, protegida da luz.
O prazo de validade para os comprimidos é de 36 meses e de 48 meses para a solução injetável, a partir da data de fabricação, impressa na embalagem. Não utilize medicamento vencido.
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez3 ou se estiver grávida, durante o tratamento com este medicamento, ou após o seu término. Não deve ser usado se a paciente estiver amamentando.
Siga corretamente a orientação médica, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis como náusea4, vômito5 ou qualquer tipo de reação alérgica6.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Durante o tratamento com o produto o paciente não deve ingerir bebidas alcoólicas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE7

Informação Técnica de Pamergan

O Cloridrato de Prometazina é um derivado fenotiazínico que difere estruturalmente dos fenotiazínicos antipsicóticos. É um agente bloqueador do receptor H1. Adicionalmente ao seu efeito anti-histamínico, o cloridrato de prometazina proporciona clinicamente efeitos sedativo e antiemético8. Os efeitos clínicos aparecem dentro de 20 minutos após a administração e duram aproximadamente de 4 a 6 horas, embora possa persistir por um período de 12 horas. A Prometazina é metabolizada pelo fígado9.

Indicações de Pamergan

Pamergan( é indicado nas rinites alérgicas; rinites vasomotoras; conjuntivite10 alérgica devida a inalantes alergênicos e alimentos; manifestações alérgicas da pele11; dermografismo; reações anafiláticas12; nas reações anafiláticas12 como adjunto na terapia de epinefrina e outras medidas padrões, como sedativo pré-cirúrgico, pós-cirúrgico e nos trabalhos obstétricos; prevenção e controle de náuseas13 e vômitos14 associados com certos tipos de anestesia15 e cirurgia; terapia adjunta à Meperidina e outros analgésicos2 para o controle da dor pós-cirúrgica; como sedativo tanto em crianças e adultos para aliviar a apreensão e produzir sono; como tratamento ativo e profilático da náusea4 e vômito5; na terapia antiemética em pacientes pós-cirúrgicos.

Contra-Indicações de Pamergan

A prometazina é contra-indicada em indivíduos hipersensíveis a esta droga, ou aos componentes da fórmula. Os anti-histamínicos são contra-indicados para uso no tratamento dos sintomas16 do trato respiratório inferior incluindo asma17.

Precauções de Pamergan

A prometazina pode afetar significativamente a ação de outras drogas. Esta droga pode aumentar, prolongar ou intensificar a ação sedativa de depressores do SNC18, como o álcool, hipnóticos sedativos (incluindo barbitúricos), anestésicos gerais, narcóticos, analgésicos2 narcóticos, tranqüilizantes, etc. Quando a prometazina é dada concomitantemente com barbitúricos, a dose deste deve ser reduzida pela metade. A posologia deve ser individualizada. A prometazina deve ser usada cautelosamente em pacientes com doença cardiovascular ou função hepática19 diminuída. Em pacientes com dor, a prometazina em doses maiores pode causar inquietação e hiperatividade motora, sendo que, estes sintomas16 desaparecem com o controle adequado da dor.Pacientes em tratamento com Pamergan( devem ser avisados dos riscos em operar máquinas ou dirigir veículos, devido à possível diminuição das habilidades mentais e/ou físicas
Uso na Gravidez3: O uso seguro da prometazina durante a gravidez3 ainda não foi estabelecido, em relação aos possíveis efeitos adversos do desenvolvimento fetal. Entretanto, o uso desta droga deve ser analisado quanto ao risco e benefício para o desenvolvimento fetal.
Amamentação20: Não se sabe se a prometazina é excretada no leite materno, mas cautela deve ser tomada quando for administrada em mulheres em período de amamentação20.
Uso em Pediatria: Em doses excessivas de anti-histamínicos, incluindo a prometazina, pode causar alucinações21; convulsões e morte em crianças.
Os antieméticos22 não são recomendados para o tratamento de vômito5 simples em crianças, e seu uso deve ser limitado a vômito5 prolongado de etiologia23 conhecida. Os sintomas16 extrapiramidais que podem ocorrer secundariamente ao uso do Pamergan( podem ser confundidos com os sinais24 da doença primária não diagnosticada do SNC18, como por exemplo,
encefalopatia25 ou Síndrome26 de Reye. O uso de Pamergan( deve ser evitado em crianças com sinais24 ou sintomas16 que sugerem Síndrome26 de Reye ou outra doença hepática19.
Outros: As drogas com propriedades anticolinérgicas devem ser usadas com cautela em pacientes com ataque asmático; glaucoma27 de ângulo estreito; hipertrofia28 prostática; úlcera péptica29; obstrução piloroduodenal e obstrução no colo30 da bexiga31.
O Pamergan( deve ser usado com cautela em pacientes com depressão da medula óssea32. O uso do Pamergan( associado com outros agentes tóxicos conhecidos pode causar leucopenia33 e agranulocitose34.
Quando usado intravenosamente, o cloridrato de prometazina deve ser dado em uma concentração que não ultrapasse 25 mg/ml e velocidade que não exceda 25 mg/min.

Interações Medicamentosas de Pamergan

Narcóticos e barbitúricos - Os efeitos depressores do SNC18 de narcóticos e barbitúricos são aditivos com o Cloridrato de Prometazina.
IMAO35 - Interações medicamentosas, incluindo um aumento na incidência36 dos efeitos extrapiramidais tem sido relatado quando algum IMAO35 e fenotiazinas são usados.

Reações Adversas / Colaterais de Pamergan

Efeitos no SNC18: O efeito colateral37 mais comum do uso do Pamergan( é a sonolência. Outras reações são: reações extrapiramidais; vertigem38; lassitude; tinido; incoordenação; fadiga39; turvação visual; euforia; diplopia40; nervosismo; insônia; tremores; convulsões; crises oculogíricas; excitação; estados do tipo catatônico e histeria.Efeitos Cardiovascular: Taquicardia41; bradicardia42; vertigem38; aumento ou diminuição da pressão arterial43 e trombose44 venosa. A administração pela via intra-arterial pode resultar em gangrena45 da extremidade afetada.
Gastrintestinal: Náusea4 e vômito5
Reações Alérgicas: Urticária46; dermatite47; asma17; fotossensibilidade e edema angioneurótico48.
Outros: Leucopenia33 e agranulocitose34; trombocitopenia49 púrpura50 e icterícia51 do tipo obstrutiva. A icterícia51 é geralmente reversível quando a droga é descontinuada; secura da boca52. Injeção subcutânea53 pode resultar em necrose54 do tecido55.
Testes Laboratoriais: Os testes de gravidez3 baseados em reações imunológicas entre HCG e anti-HCG pode resultar em resultados falso-negativos ou falso-positivos.
O teste de tolerância à glicose56 pode apresentar-se aumentado.
Em crianças após uma administração simples de prometazina pode ocorrer hiperexcitabilidade e movimentos anormais ou ainda reações semelhantes à superdosagem como depressão respiratória; pesadelos; delírios e comportamento agitado. Nestes casos, a prometazina deve ser descontinuada.

Posologia de Pamergan

Para obter o efeito desejado, a posologia deve ser individualizada. As doses usuais diárias recomendadas a seguir preenchem as necessidades da maioria dos pacientes, embora existam casos que necessitem doses mais elevadas.
Alergia57: A dose média é de 25 mg para iniciar o tratamento. Após isso a dose deve ser ajustada à menor quantidade necessária para produzir efeito.
Enjôos de Viagem: A dose média inicial é de 25 mg duas vezes ao dia, metade da dose deve ser tomada antes de iniciar a viagem e repetida 8 ou 12 horas mais tarde, se necessário.
Náuseas13 e Vômitos14: A dose eficaz tanto para adultos como para crianças é de 25 mg; quando a dose oral não é possível, utilizar a via parenteral. A dose pode ser repetida, se necessário, a intervalos de 4 ou 6 horas.
Sedativo: Este produto diminui a apreensão e induz um sono suave do qual o paciente pode ser retirado facilmente. A dose pode ser 12,5 a 25 mg.
Uso Pré e Pós-Cirúrgico: Para crianças a dose é de 12,5 a 25 mg e para adultos de 50 mg na noite anterior à cirurgia.
A prometazina não é recomendada para crianças menores de 2 anos.

Superdosagem de Pamergan

Os sinais24 e sintomas16 da superdosagem com Prometazina são: depressão leve do SNC18 e cardiovascular, hipotensão58 profunda, depressão respiratória e inconsciência59. A estimulação pode ser evidente, especialmente em crianças e idosos. As convulsões raramente ocorrem. A reação paradoxal60 tem sido observada em crianças que receberam doses simples de 75 mg a 125 mg via oral, caracterizada por hiperexcitabilidade e pesadelos.
Foram observados também sintomas16 como secura da boca52, pupilas dilatadas, rubor e sintomas16 gastrointestinais.
Tratamento: O tratamento de superdosagem é essencialmente sintomático61 e de suporte. Somente em casos de superdosagem extrema ou sensibilidade individual aos sinais vitais62 incluindo respiração, pulso, pressão arterial43, temperatura, e EKG, necessitam ser monitorados. Carvão ativado via oral ou por lavagem deve ser dado, ou sulfato de sódio ou magnésio via oral como purgante. Deve-se dar atenção ao restabelecimento da troca respiratória adequada através de ventilação63 assistida ou controlada. O Diazepam pode ser usado para controlar as convulsões. As acidoses e perdas eletrolíticas devem ser corrigidas. Os efeitos depressivos da prometazina não são revertidos pela naloxona. Devem ser evitados os analépticos, pois podem causar convulsões.
A hipotensão58 severa geralmente responde à administração de norepinefrina ou fenilefrina. A epinefrina não deve ser usada, pois o seu uso em pacientes com bloqueio adrenérgico64 parcial pode baixar a pressão arterial43.
As reações extrapiramidais podem ser tratadas com agentes antiparkinsonianos anticolinérgico, difenidramina, ou barbitúricos.

Pacientes Idosos de Pamergan

Pacientes idosos são, em geral, mais sensíveis aos efeitos tóxicos sistêmicos65. O uso nesses pacientes deverá ser cauteloso e as doses deverão ser reduzidas.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Número do Lote, Data de Fabricação e Prazo de Validade: Vide Rótulo/Caixa
Reg. MS N.º 1.0298.0042
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

Cristália Produtos Químicos e Farmacêuticos Ltda.
Rodovia Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

REVISADO EM 25/09/01


PAMERGAN 50MG-50ap. 2ml - Laboratório

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Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
5 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
6 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
7 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
8 Antiemético: Substância que evita o vômito.
9 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
10 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
13 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
14 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
15 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
16 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
17 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
18 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
19 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
20 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
21 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
22 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
23 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
24 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
25 Encefalopatia: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
26 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
27 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
28 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
29 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
30 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
31 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
32 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
33 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
34 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
35 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
36 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
37 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
38 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
39 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
40 Diplopia: Visão dupla.
41 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
42 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
43 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
44 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
45 Gangrena: Morte de um tecido do organismo. Na maioria dos casos é causada por ausência de fluxo sangüíneo ou infecção. Pode levar à amputação do local acometido.
46 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
47 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
48 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
49 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
50 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
51 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
52 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
53 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
54 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
55 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
56 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
57 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
58 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
59 Inconsciência: Distúrbio no estado de alerta, no qual existe uma incapacidade de reconhecer e reagir perante estímulos externos. Pode apresentar-se em tumores, infecções e infartos do sistema nervoso central, assim como também em intoxicações por substâncias endógenas ou exógenas.
60 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
61 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
62 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
63 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
64 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
65 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.

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