Uricemil 100mg - Cx c/ 50 env x 10 compr

CRISTALIA

Atualizado em 09/12/2014

Uricemil 100mg - Cx c/ 50 env x 10 compr

URICEMIL®
Alopurinol

Comprimidos

Forma Farmacêutica e de Apresentação de Uricemil

Comprimidos 100 mgEmbalagens com 500 comprimidos
Comprimidos 300 mg
Embalagens com 500 comprimidos

Composição de Uricemil

Composição 100 mg 300 mg
Alopurinol (DCB 0031.01-1) ...... 100 mg 300 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comp. 1 comp.
(Excipiente 300 mg: fosfato de cálcio dibásico, amido de milho, estearato de magnésio, talco, polividona, croscarmelose sódica, polissorbato 80, dióxido de silício coloidal)
(Excipiente 100 mg: fosfato de cálcio dibásico, amido de milho, estearato de magnésio, talco, polividona, croscarmelose sódica)
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Informações ao Paciente de Uricemil

O URICEMIL® é indicado para as principais manifestações de depósito de urato/ácido úrico, isto é, artrite1 gotosa, tofos cutâneos e (ou) envolvimento renal2 através de depósito de cristais ou formação de cálculos.Conservar a embalagem fechada em temperatura ambiente, entre 15 e 30oC, protegido da luz e da umidade.
O prazo de validade do produto é de 24 meses a partir da data de fabricação, impressa na embalagem. Não utilize medicamento vencido.
Informe seu médico sobre a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar o seu médico se está amamentando, pois deve-se evitar a amamentação4.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe o seu médico imediatamente sobre o aparecimento de reações cutâneas5, dificuldade em urinar, presença de sangue6 na urina7, irritação nos olhos8 ou inchaço9 na boca10 ou lábios.
Também se ocorrerem ocasionalmente reações como febre11, mal-estar, dor de cabeça12, vertigem13, sonolência, depressão, alteração de paladar14 e do funcionamento do intestino, queda e descoloração dos cabelos.
Recomenda-se ingerir grande quantidade de líquidos durante a terapia para evitar a formação de cálculos renais.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE15.

Informações Técnicas de Uricemil

O Alopurinol possui estrutura molecular semelhante à da purina, a base natural da hipoxantina. Quimicamente é o 4-hidroxipirazol (3-4)pirimidina (HPP).
O Alopurinol é um potente inibidor da xantina-oxidase, a enzima16 que promove a conversão da hipoxantina em xantina e esta em ácido úrico, produto final do metabolismo17 das purinas. Além disso, o Alopurinol é metabolizado em Aloxantina (4,6-diidroxi-pirazolpirimidina) também inibidor da xantina-oxidase. O Alopurinol inibe igualmente a oxidação enzimática da mercaptopurina.
Como o Alopurinol diminui a formação de urato, ele reduz as concentrações de urato/ácido úrico nos fluídos corporais e na urina7, permitindo a mobilização e a dissolução dos depósitos de urato em qualquer parte do corpo, sendo os locais mais comuns na pele18, ossos, articulações19 e tecido20 intersticial21 hepático.
Assim sendo, o Alopurinol promove os seguintes efeitos terapêuticos: resolução dos tofos cutâneos; eventual redução na freqüência de ataques de artrite1 gotosa aguda, melhora na mobilidade das articulações19; redução da carga de urato a ser excretada pelos rins22; prevenção e tratamento de nefropatia23 aguda de ácido úrico e, a longo prazo, redução do risco de insuficiência renal24 por urato/ácido úrico e prevenção de cálculos renais de ácido úrico.
Administrado por via oral, o Alopurinol é rapidamente absorvido no trato gastrintestinal superior25. Após a administração o produto é encontrado no sangue6 em 30 a 60 minutos e a biodisponibilidade varia entre 67% a 90%. Os picos plasmáticos ocorrem aproximadamente 1,5 horas após a administração oral, caindo rapidamente após 6 horas.
Variações nas ligações plasmáticas não alteram significativamente o clearance, pois a ligação do Alopurinol às proteínas26 plasmáticas é desprezível. O volume de distribuição aparente do Alopurinol é de 1,6 l/kg aproximadamente, tendo uma captação relativamente alta pelos tecidos. Aproximadamente 20% do Alopurinol ingerido é excretado nas fezes, sendo que a eliminação é feita principalmente pela conversão metabólica do oxipurinol pela xantina-oxidase e aldeído oxidase, com menos de 10% da droga inalterada excretada na urina7. A meia-vida plasmática do Alopurinol é de cerca de 1 a 2 horas.
A meia-vida plasmática do oxipurinol é mais prolongada que a do Alopurinol, sendo estimada em 13 a 30 horas no homem e também o oxipurinol é um inibidor menos potente da xantina-oxidase. Deste modo a efetiva inibição da xantina-oxidase é mantida por um período de 24 horas com uma única dose diária de URICEMIL®.
Pacientes com função renal2 normal irão acumular o oxipurinol gradualmente até uma concentração plasmática estável.
Nestes pacientes, recebendo diariamente 300 mg de Alopurinol, geralmente a concentração plasmática de oxipurinol é de 5 a 10 mg/l.
O oxipurinol é eliminado inalterado na urina7, tendo uma meia-vida de eliminação longa, pois sofre reabsorção tubular. Os valores para sua meia-vida de eliminação variam de 13,6 a 29 horas.
O clearance do Alopurinol e do oxipurinol é muito reduzido em pacientes com função renal2 prejudicada, resultando em níveis plasmáticos mais altos em casos de terapia crônica, portanto é necessária uma redução da dose de URICEMIL® nestes pacientes.

Indicações de Uricemil

URICEMIL® está indicado para as principais manifestações de depósito de urato/ ácido úrico, isto é, artrite1 gotosa, tofos cutâneos e/ou envolvimento renal2 através de depósito de cristais ou formação de cálculos. URICEMIL® está indicado para o controle de cálculos renais, relacionados com atividade deficiente de adenina fosforribosiltransferase. Indicado para o controle de cálculos renais mistos recorrentes de oxalato de cálcio, na presença de hiperuricosúria, quando medidas de hidratação, dietéticas e semelhantes, tenham sido infrutíferas.É indicado também para o controle de pacientes com leucemia27, linfoma28 e malignecências que recebem terapia de câncer29, causando elevação dos níveis séricos e urinários de ácido úrico.
O tratamento deve ser descontinuado quando o potencial de produção final de ácido úrico não for prolongado.

Contra-Indicações de Uricemil

O URICEMIL® está contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade ao Alopurinol ou aos componentes da fórmula.

Precauções de Uricemil

O URICEMIL® deve ser descontinuado imediatamente se ocorrer rash30 cutâneo31 ou outra evidência de sensibilidade à droga. Considerar a redução das doses na presença de disfunção hepática32 ou renal2 grave.Pacientes hipertensos ou com insuficiência cardíaca33, em tratamento com diuréticos34 ou inibidores da ECA, podem apresentar simultâneo comprometimento da função renal2, devendo assim o produto ser usado com cuidado nesses casos.
Para se reduzir o risco de reações adversas deve-se iniciar o tratamento com URICEMIL® em pequenas doses que vão sendo aumentadas gradativamente.
•  Não se deve iniciar o tratamento antes que o ataque agudo35 de gota36 tenha cessado, pelo risco de poder precipitar outros ataques. Nos estágios iniciais do tratamento com URICEMIL® pode-se precipitar ataque agudo35 de artrite1 gotosa por isso é aconselhável que se administre profilaticamente um agente anti-inflamatório ou colchicina (0,5 mg três vezes ao dia) pelo menos durante um mês. A hiperuricemia assintomática geralmente não é uma indicação para o uso de URICEMIL®. A modificação dietética e de líquidos, controlando a causa subjacente, poderá corrigir a condição.
•  No tratamento de doenças malignas e síndrome37 de Lesh-Nyhan, por exemplo, a velocidade de formação de urato é muito aumentada e a concentração absoluta de xantina na urina7 pode, raramente, aumentar o suficiente, permitindo o depósito no trato urinário38. Este risco pode ser minimizado com adequada hidratação permitindo uma ótima diluição na urina7.
•  O tratamento adequado com URICEMIL® levará à dissolução de cálculos renais grandes de ácido úrico, com pouca possibilidade de encravamento no ureter39.

Mutagenicidade e Carcinogenicidade de Uricemil

Estudos bioquímicos e citológicos sugerem que o Alopurinol não tem efeitos prejudiciais sobre o DNA em nenhum estágio do ciclo celular e não é mutagênico. Não foram relatadas evidências de carcinogenicidade em ratos e camundongos tratados com Alopurinol por um período de 2 anos.

Teratogenicidade de Uricemil

Estudos realizados indicam que o Alopurinol não causaria embriotoxicidade nem toxicidade40 materna.

Gravidez3 e Amamentação4 de Uricemil

Não existe suficiente segurança do uso de URICEMIL® na gravidez3. Só deve ser utilizado quando não houver alternativa mais segura e quando a doença em si representar riscos para a mãe ou para o feto41.
Estudos demonstram que o Alopurinol e o oxipurinol são excretados no leite materno. Por não haverem dados suficientes dos efeitos do Alopurinol ou de seus metabólitos42 no lactente43, as mulheres que estejam sob tratamento com o URICEMIL®, não devem amamentar.

Interações Medicamentosas de Uricemil

6-Mercaptopurina e azatioprinaQuando administrados concomitantemente com URICEMIL®, apenas ¼ da dose usual desses citostáticos44 deve ser utilizada porque a inibição da xantina-oxidase prolongará a atividade dos mesmos.
Vidarabina (adenina arabinosídeo)
Evidências indicam que a meia-vida plasmática da vidarabina é aumentada na presença do Alopurinol, portanto deve-se redobrar a vigilância quanto à ocorrência de efeitos tóxicos.
Salicilatos e agentes uricosúricos
As drogas com atividade uricosúrica, tais como a probenecida ou altas doses de salicilato, podem acelerar a excreção do oxipurinol, principal metabólito45 do Alopurinol, diminuindo a atividade terapêutica46 do URICEMIL®, devendo ser avaliado em cada caso.
Clorpropamida47
Quando administrado concomitantemente com o URICEMIL® em pacientes com função renal2 prejudicada pode haver um aumento da atividade hipoglicêmica pois o Alopurinol e a clorpropamida47 podem competir pela excreção no túbulo renal2.
Anticoagulantes48 cumarínicos
Não há importância clínica nesta interação, mas todos os pacientes que receberam anticoagulantes48 devem ser cuidadosamente controlados.
Fenitoína
O Alopurinol pode inibir a oxidação hepática32 da fenitoína, mas estudos clínicos ainda não foram demonstrados sobre esta possibilidade.
Teofilina
Os níveis de teofilina devem ser controlados em pacientes que estejam iniciando ou aumentando as doses da terapia com Alopurinol, pois este pode inibir o metabolismo17 da teofilina.
Ampicilina/amoxicilina
Em pacientes recebendo ampicilina ou amoxicilina concomitantemente ao Alopurinol, houve um aumento de rash30 cutâneo31. Apesar de não estar estabelecida a causa da associação recomenda-se utilizar uma alternativa à ampicilina ou amoxicilina em pacientes recebendo Alopurinol.
Ciclosporina
Sua concentração plasmática pode ser aumentada durante o tratamento concomitante com o Alopurinol.
Ciclofosfamida, doxorrubicina, bleomicina, procarbazina, mecloroetamina
Houve aumento na supressão da medula49 pelo uso concomitante de ciclofosfamida e outros agentes citotóxicos50, com o Alopurinol, em pacientes com doenças neoplásicas51, outras que não a leucemia27.
Entretanto, estudos bem controlados em pacientes tratados com os outros agentes citotóxicos50 citados e o Alopurinol, não pareceu aumentar a reação tóxica destes agentes.

Reações Adversas / Colaterais de Uricemil

São raras as reações adversas com o uso de URICEMIL® e na sua maioria de pouca importância. A incidência52 é mais alta na presença de disfunção renal2 e/ou hepática32.
As reações cutâneas5 podem aparecer a qualquer momento durante o tratamento, podendo ser pruriginosas53, maculopapulares às vezes escamosas ou purpúricas e raramente esfoliativas. Nestes casos o uso de URICEMIL® deve ser descontinuado imediatamente. Após a recuperação de reações discretas o produto pode ser novamente administrado em doses mais baixas como 50 mg/dia, aumentando-se gradualmente. Mas se ocorrer "rash30" cutâneo31 novamente, o produto deve ser permanentemente suspenso.
Raramente ocorrem reações cutâneas5 relacionadas com esfoliação, febre11, linfadenopatia, artralgia54 e/ou eosinofilia55 semelhantes à síndrome de Stevens-Johnson56 e/ou Lyell. Podem aparecer ainda vasculite57 e resposta tissular58 associadas, manifestando-se de vários modos, inclusive hepatite59, nefrite60 intersticial21 e, muito raramente, epilepsia61. Se estas reações realmente aparecerem em qualquer fase do tratamento o URICEMIL® deve ser suspenso imediata e permanentemente.
Os corticosteróides podem ser benéficos para superar manifestações de hipersensibilidade cutânea62. Disfunções renais e/ou hepáticas63 estiveram presentes em pacientes que tiveram reações de hipersensibilidade generalizada, especialmente nos casos fatais.
Após biópsia64 de linfadenopatia generalizada houve relato raro de linfadenopatia angioimunoblástica, que parece ser reversível com a suspensão do produto.
Também, muito raramente, relatou-se hepatite59 granulomatosa, sem hipersensibilidade generalizada e que com a interrupção do produto, parece ser reversível.
Foram relatados casos de náusea65 e vômito66, que podem ser evitados com a administração de URICEMIL® após as refeições. Houveram relatos extremamente raros de hematemese67 e esteatorréia68.
Ocasionalmente podem ocorrer trombocitopenia69, agranulocitose70 e anemia71 aplástica, especialmente em indivíduos com função renal2 e/ou hepática32 comprometida, reforçando a necessidade de cuidados especiais a estes pacientes.
As seguintes reações foram relatadas ocasionalmente: febre11, mal-estar generalizado, astenia72, cefaléia73, vertigem13, ataxia74, sonolência, coma75, depressão, paralisia76, parestesia77, neuropatia78, disfunções visuais, catarata79, alterações maculares, alteração do paladar14, estomatite80, hábitos intestinais alterados, infertilidade81, impotência82, emissão urinária noturna, diabetes mellitus83, hiperlipemia, furunculose, alopecia84, descoloração capilar85, angina86, hipertensão87, bradicardia88, edema89, uremia90, hematúria91 e ginecomastia92.

Posologia de Uricemil

As doses de URICEMIL® devem ser ajustadas através de controle de concentrações de urato sérico e níveis urinários de urato/ácido úrico a intervalos adequados.Pode ser tomado uma vez ao dia após a refeição, pois é bem tolerado após a ingestão de alimentos. Se a dose diária exceder 300 mg e ocorrer intolerância gastrintestinal, pode ser adotado um esquema de doses divididas.
Adultos
2 a 10 mg/kg/dia ou 100 a 200 mg diários nas condições discretas.
300 a 600 mg diários nas condições moderadamente graves.
700 a 800 mg diários nas condições graves.
Crianças com menos de 15 anos
10 a 20 mg/kg de peso/dia ou 100 a 400 mg diariamente.
O uso em criança é raramente indicado. Pode ser indicado em condições malignas (especialmente leucemia27) e algumas disfunções enzimáticas como a síndrome37 de Lesch-Nyhan.
Pacientes Idosos
Usar a menor dose possível que produza redução de urato satisfatória. Deve-se dispensar especial atenção em pacientes com disfunção renal2. Ver "Precauções".
Em casos de disfunção renal2
É aconselhável a utilização de doses menores que 100 mg/dia ou doses únicas de 100 mg com intervalos maiores que 1 dia.
Havendo condições para controlar as concentrações plasmáticas do oxipurinol, as doses devem ser ajustadas para que os níveis plasmáticos de oxipurinol sejam mantidos abaixo de 100 mmol/litro (15,2 mg/ml).
O Alopurinol e seus metabólitos42 são removidos por diálise93 renal2. Se adotada 2 a 3 vezes por semana, deve-se considerar um esquema posológico alternativo de 300 - 400 mg de URICEMIL® imediatamente após cada sessão de diálise93, sem doses intermediárias.
Em casos de insuficiência hepática94
Recomenda-se utilizar doses reduzidas em pacientes com insuficiência hepática94, e devem ser realizados testes periódicos da função hepática32 no início do tratamento. No tratamento de condições de alta substituição de urato, isto é, neoplasias95, síndrome37 de Lesh-Nyhan, é aconselhável corrigir a hiperuricemia e/ou hiperuricosúria existente, com URICEMIL®, antes de iniciar o tratamento citotóxico96.
É importante assegurar hidratação do paciente para que se mantenha ótima diurese97 e seja conseguida a alcalinização da urina7 de modo a aumentar a solubilidade ao urato/ácido úrico da mesma.

Superdosagem de Uricemil

Foram relatados sinais98 e sintomas99 como náusea65, vômito66, diarréia100 e tontura101 em paciente que ingeriu 20 g de Alopurinol. Após medidas gerais de suporte, foi possível sua recuperação.
A excessiva absorção de URICEMIL® pode provocar a inibição da atividade da xantina-oxidase, podendo afetar a medicação concomitante como a 6-mercaptopurina e/ou azatioprina.
Mantendo ótima diurese97 do paciente com hidratação adequada, facilita-se a excreção do Alopurinol e seus metabólitos42. Se necessário, recomenda-se utilizar a hemodiálise102.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Número de Lote, Data de Fabricação e Validade: Vide Rótulo/Cartucho
Registro MS N.º 1.0298.0047
Farm. Resp.: Dr. Joaquim A. dos Reis - CRF-SP N.º 5061

SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

CRISTÁLIA - Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.
Rod. Itapira-Lindóia, km 14 - Itapira - SP
CNPJ N.º 44.734.671/0001-51
Indústria Brasileira

REVISADO EM 26/09/01

Uricemil 100mg - Cx c/ 50 env x 10 compr - Laboratório

CRISTALIA
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Unidade I
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Unidade III
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Complementos

1 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
2 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
5 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
6 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
7 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
8 Olhos:
9 Inchaço: Inchação, edema.
10 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
11 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
12 Cabeça:
13 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
14 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
15 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
16 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
17 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
18 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
19 Articulações:
20 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
21 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
22 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
23 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
24 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
25 Trato Gastrintestinal Superior: O segmento do TRATO GASTROINTESTINAL que inclui o ESÔFAGO, o ESTÔMAGO e o DUODENO.
26 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
27 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
28 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
29 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
30 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
31 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
32 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
33 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
34 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
35 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
36 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
37 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
38 Trato Urinário:
39 Ureter: Estrutura tubular que transporta a urina dos rins até a bexiga.
40 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
41 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
42 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
43 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
44 Citostáticos: Diz-se de substâncias que inibem o crescimento ou a reprodução das células.
45 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
46 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
47 Clorpropamida: Medicação de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia ajudando o pâncreas a produzir mais insulina e o corpo a usar melhor a insulina produzida. Pertence à classe dos medicamentos chamada sulfoniluréias.
48 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
49 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
50 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
51 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
52 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
53 Pruriginosas: Relativas a ou próprias de prurido, que coçam, que causam coceira ou comichão. Em medicina, é o que produz prurido; prurientes, prurígenas.
54 Artralgia: Dor em uma articulação.
55 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
56 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
57 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
58 Tissular: Relativo a tecido orgânico.
59 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
60 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
61 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
62 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
63 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
64 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
65 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
66 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
67 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
68 Esteatorreia: Presença excessiva de gordura nas fezes, o que torna as fezes brilhantes.
69 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
70 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
71 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
72 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
73 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
74 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
75 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
76 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
77 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
78 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
79 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
80 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
81 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
82 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
83 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
84 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
85 Capilar: 1. Na medicina, diz-se de ou tubo endotelial muito fino que liga a circulação arterial à venosa. Qualquer vaso. 2. Na física, diz-se de ou tubo, em geral de vidro, cujo diâmetro interno é diminuto. 3. Relativo a cabelo, fino como fio de cabelo.
86 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
87 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
88 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
89 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
90 Uremia: Doença causada pelo armazenamento de uréia no organismo devido ao mal funcionamento renal. Os sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de apetite, fraqueza e confusão mental.
91 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
92 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
93 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
94 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
95 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
96 Citotóxico: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
97 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
98 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
99 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
100 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
101 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
102 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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