Aciclovir Eurofarma

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Aciclovir1


Medicamento genérico Lei nº 9.787 de 1.999


Pó liófilo para solução injetável


Forma Farmacêutica e Apresentações de Aciclovir1 Eurofarma

Aciclovir1 intravenoso é um pó branco ou quase branco, estéril, liofilizado2, contendo 250 mg do fármaco3, como sal sódico, em cada frasco-ampola.

Este medicamento, na forma farmacêutica pó liofilizado2, para uso intravenoso, é apresentado em embalagens com 5, 25 ou 50 frascos-ampolas de 250 mg.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Para infusão intravenosa

Composição de Aciclovir1 Eurofarma

Cada frasco-ampola contém:

aciclovir1 sódico (equivalente a 250 mg de aciclovir1 base) ............................................. 275 mg


O conteúdo de íon4 sódico é de aproximadamente 26 mg por frasco-ampola.

Quando reconstituído de acordo com as instruções, aciclovir1 intravenoso para infusão apresenta um pH de aproximadamente 11,0.


Informações ao Paciente de Aciclovir1 Eurofarma

Ação esperada do medicamento
O aciclovir1 é um antivirótico ativo contra o vírus5 Herpex simplex (VHS6) tipo I e II e o vírus5 Varicella zoster7. É indicado no tratamento de infecções8 pelo Herpes simplex, exceto para Herpes de recém-nascidos; aciclovir1 intravenoso é indicado para a profilaxia de infecções8 por Herpes simplex em pacientes imunocomprometidos e no tratamento de meningoencefalite9 herpética.


Cuidados de armazenamento

Conservar à temperatura ambiente (entre 15oC e 30oC).


Prazo de validade

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de aciclovir1 é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.


NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Gravidez10 e lactação11

Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez10 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informe ao médico se está amamentando.


Cuidados de administração

Aciclovir1 intravenoso deve ser aplicado por profissional competente, após sua correta diluição, através de infusão lenta e controlada.

Após reconstituição, a solução é estável por 12 horas em temperatura ambiente e não deve ser refrigerada. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.


Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Somente o médico pode avaliar a eficácia da terapia.

A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.


Reações adversas

Durante o tratamento com aciclovir1 intravenoso podem ocorrer: náusea12, vômito13, febre14, tremor e descamação15 da pele16. Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.


Ingestão concomitante com outras substâncias.

Recomenda-se não ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-indicações e precauções

O uso deste medicamento é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao aciclovir1. Em caso de insuficiência renal17 a dose de aciclovir1 deve ser ajustada.

O aciclovir1 pode interagir com a probenecida e outros medicamentos.


Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.


NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE18.

Informações Técnicas de Aciclovir1 Eurofarma

Características de Aciclovir1 Eurofarma

Modo de Ação

O aciclovir1 é um agente antivirótico altamente ativo in vitro contra o vírus5 Herpes simplex (VHS6) tipos I e ll e o vírus5 Varicella zoster7. Sua toxicidade19 para células20 hospedeiras de mamíferos é baixa. O aciclovir1 é fosforilado em seu composto ativo, o trifosfato de aciclovir1. A primeira etapa desse processo requer a presença da timidina-quinase codificada pelo vírus5 do herpes. O trifosfato de aciclovir1 age como inibidor e substrato para a DNA-polimerase específica do herpes, impedindo nova síntese do DNA virótico sem interferir com os processos celulares normais. Farmacocinética

Farmacocinética

Em adultos, a meia-vida plasmática final do aciclovir1, após administração por infusão intravenosa, é cerca de 2,9 horas. Quando o aciclovir1 é administrado uma hora após a administração de 1g de probenecida, a meia-vida final e a área sob a curva da concentração plasmática em relação ao tempo estendem-se para 18% e 40%, respectivamente.

As concentrações médias plasmáticas máximas (Css máx.) após infusão de 1 hora de 5 mg/kg ou 10 mg/kg foram 9,8 e 20,7 mg/mL, respectivamente. Os níveis de depressão equivalentes, 7 horas mais tarde, foram de 0,7 e 2,3 mg/mL, respectivamente.

Há relatos de que em crianças com mais de 1 ano de idade foram observados níveis de picos médio (Css máx.) e de depressão (Css mín.) semelhantes quando uma dose de 250 mg/m2 foi substituída por 5 mg/kg, e uma dose de 500 mg/m2 foi substituída por 10 mg/kg. Em recém-nascidos (0-3 meses de vida) tratados com doses de 10 mg/kg, administradas por um período de infusão de 1 hora a cada 8 horas, a Css máx. verificada foi de 13,8 mg/mL, e a Css mín., de 2,3 mg/mL. A meia-vida plasmática final nesses pacientes foi de 3,8 horas.

Em pacientes com insuficiência renal17 crônica, verificou-se que a meia-vida final é de 19,5 horas. A meia-vida média do aciclovir1 durante a hemodiálise21 foi de 5,7 horas. Os níveis plasmáticos de aciclovir1 diminuíram aproximadamente 60% durante a diálise22.

Os níveis no fluido cefalorraquidiano são de aproximadamente 50% dos níveis plasmáticos correspondentes.

A maior parte do aciclovir1 é excretada inalterada pelos rins23. O clearance renal24 do aciclovir1 é substancialmente superior ao da creatinina25, indicando que a secreção tubular, além de filtração glomerular, contribui para a eliminação do aciclovir1. A 9-carboximetoximetilguanina é o único metabólito26 significativo do aciclovir1, responsável por 10-15% da dose excretada na urina27.

A ligação do aciclovir1 a proteínas28 plasmáticas é relativamente baixa (9 a 33%), e não se antecipam interações medicamentosas que envolvam deslocamento do sítio de ligação.

Em idosos, o clearance corporal total cai com o aumento de idade, associado a diminuições no clearance da creatinina25, apesar de haver pouca alteração na meia-vida plasmática final.


- INDICAÇÕES

Aciclovir1 intravenoso é indicado no tratamento de infecções8 pelo vírus5 Herpes simplex, exceto para Herpes de recém-nascidos, nos quais seu uso é ainda experimental e, no presente, não pode ser recomendado; aciclovir1 intravenoso é indicado para a profilaxia de infecções8 por Herpes simplex em pacientes imunocomprometidos e também no tratamento de meningoencefalite9 herpética.


Contra-Indicações de Aciclovir1 Eurofarma

O USO DESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO À PACIENTES COM HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA AO

ACICLOVIR1.


Precauções e Advertências de Aciclovir1 Eurofarma

A DOSE DE ACICLOVIR1 INTRAVENOSO DEVE SER AJUSTADA PARA PACIENTES29 COM INSUFICIÊNCIA RENAL17 A FIM DE EVITAR O ACÚMULO DE ACICLOVIR1 NO SANGUE30 (VIDE POSOLOGIA).

EM PACIENTES QUE ESTEJAM RECEBENDO ACICLOVIR1 INTRAVENOSO EM DOSES MAIS ALTAS (POR EXEMPLO, PARA MENINGOENCEFALITE9), DEVE-SE TOMAR CUIDADO ESPECÍFICO COM RELAÇÃO À FUNÇÃO RENAL24, PRINCIPALMENTE QUANDO OS PACIENTES ESTIVEREM DESIDRATADOS OU APRESENTAREM QUALQUER NÍVEL DE COMPROMETIMENTO RENAL24. ACICLOVIR1 INTRAVENOSO RECONSTITUÍDO TEM UM PH DE APROXIMADAMENTE 11,0 E NÃO DEVE SER ADMINISTRADO POR VIA ORAL.

Mutagenicidade de Aciclovir1 Eurofarma

FORAM RELATADOS RESULTADOS DE UMA GRANDE SÉRIE DE TESTES DE MUTAGENICIDADE IN VITRO E IN VIVO INDICANDO QUE O ACICLOVIR1 NÃO REPRESENTA UM RISCO GENÉTICO PARA O HOMEM.


Carcinogenicidade de Aciclovir1 Eurofarma

O ACICLOVIR1 NÃO SE MOSTROU CARCINOGÊNICO EM RELATOS DE ESTUDOS A LONGO PRAZO EM RATOS E CAMUNDONGOS.

Fertilidade de Aciclovir1 Eurofarma

EVENTOS ADVERSOS, QUASE SEMPRE REVERSÍVEIS, SOBRE A ESPERMATOGÊNESE, ASSOCIADOS À TOXICIDADE19 GLOBAL, EM RATOS E CÃES, FORAM RELATADOS APENAS NAS DOSES DE ACICLOVIR1 QUE EXCEDIAM EM MUITO ÀQUELAS EMPREGADAS TERAPEUTICAMENTE. HÁ RELATOS DE ESTUDOS DE 2 GERAÇÕES DE CAMUNDONGOS, NOS QUAIS NÃO FOI REVELADO QUALQUER EFEITO DA ADMINISTRAÇÃO ORAL DE ACICLOVIR1 SOBRE A FERTILIDADE.

NÃO HÁ EXPERIÊNCIA COM ACICLOVIR1 INTRAVENOSO EM RELAÇÃO À FERTILIDADE DAS MULHERES. EM SERES HUMANOS, O ACICLOVIR1 NÃO DEMONSTROU TER EFEITO DEFINITIVO SOBRE A CONTAGEM, MORFOLOGIA OU MOTILIDADE DE ESPERMATOZÓIDES31.


Uso Durante a Gravidez10 de Aciclovir1 Eurofarma

HÁ RELATOS ONDE A ADMINISTRAÇÃO SISTÊMICA DE ACICLOVIR1 EM TESTES-PADRÃO NÃO PRODUZIU EFEITOS

EMBRIOTÓXICOS OU TERATOGÊNICOS32 EM COELHOS, RATOS E CAMUNDONGOS. EM TESTE NÃO PADRONIZADO EM RATOS, FORAM RELATADAS ANORMALIDADES FETAIS, PORÉM A TOXICIDADE19 MATERNA FOI PRODUZIDA APENAS APÓS ALTAS DOSES SUBCUTÂNEAS. A RELEVÂNCIA CLÍNICA DESSES DADOS NÃO ESTÁ ESCLARECIDA.

HÁ RELATOS DE QUE A EXPERIÊNCIA EM SERES HUMANOS É LIMITADA; PORTANTO, O USO DE ACICLOVIR1 DEVE SER CONSIDERADO APENAS QUANDO OS BENEFÍCIOS EM POTENCIAL EXCEDEREM A POSSIBILIDADE DE RISCOS DESCONHECIDOS, PRINCIPALMENTE QUANDO OS PACIENTES ESTIVEREM DESIDRATADOS OU APRESENTAREM QUALQUER NÍVEL DE COMPROMETIMENTO RENAL24.


Uso Durante a Lactação11 de Aciclovir1 Eurofarma

DADOS LIMITADOS RELATIVOS A SERES HUMANOS DEMONSTRAM QUE O ACICLOVIR1 ATINGE O LEITE MATERNO.


Interações Medicamentosas de Aciclovir1 Eurofarma

A PROBENECIDA AUMENTA A MEIA-VIDA MÉDIA DO ACICLOVIR1 E SUA ÁREA SOB A CURVA DE CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA. OUTRAS DROGAS QUE AFETAM A FISIOLAGIA RENAL24 PODERIAM, POTENCIALMENTE, INFLUENCIAR A FARMACOCINÉTICA DO ACICLOVIR1. TODAVIA, A PESQUISA CLÍNICA NÃO IDENTIFICOU OUTRAS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS COM O ACICLOVIR1.

Reações Adversas de Aciclovir1 Eurofarma

HÁ RELATOS DAS SEGUINTES REAÇÕES ADVERSAS:

  - PODEM OCORRER, OCASIONALMENTE, RÁPIDOS AUMENTOS NOS NÍVEIS DE CREATININA25 E URÉIA33 SANGÜÍNEA

EM PACIENTES QUE TENHAM RECEBIDO ACICLOVIR1 INTRAVENOSO. ACREDITA-SE QUE ISSO ESTEJA RELACIONADO AOS PICOS DOS NÍVEIS PLASMÁTICOS E AO ESTADO DE HIDRATAÇÃO DO PACIENTE. PARA SE EVITAR ESSE EFEITO,

O ACICLOVIR1 NÃO DEVE SER ADMINISTRADO EM FORMA DE “BOLUS” INTRAVENOSO, MAS POR INFUSÃO LENTA PELO PERÍODO DE UMA HORA. DEVE-SE MANTER HIDRATAÇÃO ADEQUADA DO PACIENTE E/OU REDUZIR A DOSE OU SUSPENDER A TERAPIA. TODAVIA, A PROGRESSÃO PARA INSUFICIÊNCIA RENAL17 AGUDA PODE OCORRER EM CASOS EXCEPCIONAIS.

  - OCORRERAM REAÇÕES INFLAMATÓRIAS LOCAIS GRAVES, ALGUMAS VEZES LEVANDO À RUPTURA DA PELE16, QUANDO ACICLOVIR1 INTRAVENOSO FOI, INADVERTIDAMENTE, INFUNDIDO NOS TECIDOS EXTRAVASCULARES34. REAÇÕES NEUROLÓGICAS REVERSÍVEIS, TAIS COMO TONTURA35, ESTADOS DE CONFUSÃO MENTAL, ALUCINAÇÕES36 E AGITAÇÃO, TREMORES, SONOLÊNCIA, PSICOSE37, CONVULSÕES E COMA38, FORAM ASSSOCIADAS AO TRATAMENTO COM ACICLOVIR1 INTRAVENOSO, COMUMENTE EM CASOS COMPLICADOS EM TERMOS MÉDICOS. NÁUSEA12 E VÔMITO13 FORAM OBSERVADOS EM PACIENTES EM TRATAMENTO COM ACICLOVIR1 INTRAVENOSO.

  - OUTRAS OCORRÊNCIAS RELATADAS EM PACIENTES EM TRATAMENTO COM ACICLOVIR1 INTRAVENOSO INCLUÍRAM: AUMENTOS NAS TAXAS DE ENZIMAS HEPÁTICAS39, DIMINUIÇÃO DOS ÍNDICES HEMATOLÓGICOS, “RASHES” CUTÂNEOS E FEBRE14.


Posologia de Aciclovir1 Eurofarma

Doses para adultos:
Os pacientes com infecções8 por Herpes simplex (exceto meningoencefalite9) devem receber aciclovir1 intravenoso em doses de 5 mg/kg a cada 8 horas.

Os pacientes imunocomprometidos ou com meningoencefalite9 devem receber aciclovir1 intravenoso em doses de 10 mg/kg a cada 8 horas, quando a função renal24 for normal.

Em pacientes com comprometimento renal24, aciclovir1 intravenoso deve ser administrado com cuidado. Para esses pacientes sugeremse os seguintes ajustes de dose:



Doses para crianças:

A dose de aciclovir1 intravenoso para crianças com idade entre 3 meses e 12 anos é calculada com base na área da superfície corporal. As crianças com infecções8 por Herpes simplex (exceto meningoencefalite9) devem receber aciclovir1 intravenoso em doses de 250 mg/m2 de área de superfície corporal, a cada 8 horas. Em crianças imunocomprometidas ou com meningoencefalite9, aciclovir1 intravenoso deve ser administrado em doses de 500 mg/m2 de superfície corporal, a cada 8 horas, se a função renal24 não estiver comprometida. Crianças com função renal24 comprometida necessitam de uma dose apropriadamente modificada, de acordo com o grau de comprometimento. A dose de aciclovir1 intravenoso em recém-nascidos é calculada com base no peso corporal. Não obstante seu uso em herpes neonatal ser ainda experimental, doses de 10 mg/kg têm sido empregadas.



Doses para pacientes29 idosos:

Nos pacientes idosos, o clearance corporal total do aciclovir1 declina paralelamente ao clearance da creatinina25.

Deve-se dispensar especial atenção à redução de doses nos pacientes idosos com clearance de creatinina25 alterado. A dose necessária de aciclovir1 intravenoso deve ser administrada por infusão intravenosa lenta, por um período de 1 hora.

A duração do tratamento com aciclovir1 intravenoso normalmente prolonga-se por 5 dias, mas pode ser ajustada conforme as condições do paciente e sua resposta ao tratamento. O tratamento para meningoencefalite9 aguda deve prolongar-se por 10 dias, em doses de 10 mg/kg a cada 8 horas.

A duração da administração profilática de aciclovir1 intravenoso é determinada pela duração do período de risco.


- RECONSTITUIÇÃO

Aciclovir1 intravenoso não contém conservantes antimicrobianos. Por esta razão, a reconstituição e a diluição devem ser realizadas sob condições de total assepsia40 e imediatamente antes do uso.

Cada frasco-ampola de aciclovir1 intravenoso deve ser reconstituído através da adição de 10 mL de água para injeção41 ou infusão intravenosa de solução de cloreto de sódio (0,9 p/v). Isto proporciona uma solução contendo 25 mg de aciclovir1 por mL. As soluções reconstituídas ou diluídas não devem ser refrigeradas. Quando reconstituída e diluída de acordo com os procedimentos recomendados para infusão, a solução é estável por até 12 horas em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Qualquer porção do produto não utilizada deve ser descartada.


Administração de Aciclovir1 Eurofarma

Aciclovir1 intravenoso, após a reconstituição, pode ser injetado diretamente na veia por um período acima de 1 hora, através de bomba de infusão controlada, ou ser ainda mais diluído para administração por infusão.

Para injeção41 intravenosa, por bomba de infusão com dose controlada, deve-se usar uma solução contendo 25 mg de aciclovir1 por mL.

Para infusão intravenosa, cada frasco-ampola de aciclovir1 intravenoso deve ser reconstituído de acordo com as instruções e, em seguida, adicionalmente diluído como se segue:

 - Para adultos, o volume necessário de solução reconstituída deve ser adicionado ao fluido de infusão escolhido e misturado com base em um frasco (ou parte do mesmo, de acordo com a dose necessária) até um mínimo de 50 mL de fluido para infusão. Assim, uma bolsa de infusão contendo 100 mL pode ser usada para qualquer dose entre 250 e 500 mg de aciclovir1. Se a dose necessária

for superior a 500 mg de aciclovir1, então uma segunda bolsa de infusão de 100mL (ou um volume adicional apropriado de fluido de infusão) deve ser usada.

 - Para crianças e recém-nascidos, nos quais a dose pode ser de 100 mL ou menos, o volume necessário da solução reconstituída deve ser adicionado ao fluido de infusão escolhido e misturado na base de 4 mL (100 mg de aciclovir1) a 20 mL de fluido de infusão.

Após a adição de aciclovir1 intravenoso ao fluido de infusão, a mistura deve ser agitada para assegurar a sua homogeneização.

Quando diluído de acordo com os esquemas recomendados, aciclovir1 intravenoso é compatível com os fluidos de infusão e estável por até 12 horas à temperatura ambiente:

 - Infusão intravenosa de cloreto de sódio (0,45% e 0,9% p/v);

 - Infusão intravenosa de cloreto de sódio (0,18% p/v) e glicose42 (4% p/v);

 - Infusão intravenosa de cloreto de sódio (0,45% p/v) e glicose42 (2,5% p/v);

 - Infusão intravenosa de lactato43 de sódio composto (Solução de Hartman).

Aciclovir1 intravenoso, quando diluído de acordo com os esquemas acima, proporcionará uma concentração de aciclovir1 não superior a 0,5% p/v. Se for observada turvação ou cristalização visível na solução, antes da infusão ou durante a mesma, a preparação deve ser descartada.


Superdosagem de Aciclovir1 Eurofarma

Doses únicas de aciclovir1 intravenoso de até 80 mg/kg foram, inadvertidamente, administradas sem que houvesse eventos adversos.

O aciclovir1 é dialisável por hemodiálise21.

Pacientes Idosos de Aciclovir1 Eurofarma

Devem-se seguir as orientações gerais descritas anteriormente.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.

Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.


MS - 1.0043.0748


Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP 19.258


EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.

Av. Ver. José Diniz, 3.465 - São Paulo – SP

CNPJ: 61.190.096/0001-92

Indústria Brasileira

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Aciclovir Eurofarma - Laboratório

EUROFARMA
Av. Ver. José Diniz, 3465 - Campo Belo
São Paulo/SP - CEP: 04603-003
Tel: 0800-704-3876
Email: euroatende@eurofarma.com.br
Site: http://www.eurofarma.com.br/

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Complementos

1 Aciclovir: Substância análoga da Guanosina, que age como um antimetabólito, à qual os vírus são especialmente susceptíveis. É usado especialmente contra o herpes.
2 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
3 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
4 Íon: Átomo ou grupo atômico eletricamente carregado.
5 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
6 VHS: É a velocidade com que os glóbulos vermelhos se separam do “soro” e se depositam no fundo de um tubo de ensaio, se este tubo com sangue é deixado parado (com anticoagulante). Os glóbulos vermelhos (hemácias) são puxados para baixo pela gravidade e tendem a se aglomerar no fundo do tubo. No entanto, eles são cobertos por cargas elétricas negativas e, quando vão se aproximando do fundo, repelem-se umas às outras, como cargas iguais de ímãs. Essa força magnética de repulsão se contrapõe à gravidade e naturalmente diminui a velocidade com que as hemácias caem. Se junto com as hemácias, nadando no plasma, haja outras estruturas de cargas positivas, estas vão anular as cargas negativas das hemácias e também a repulsão magnética entre elas, permitindo sua aglutinação. Neste caso a gravidade age sozinha e a velocidade com que elas caem (velocidade de hemossedimentação) é acelerada. O VHS é expresso como o número de milímetros que o sangue sedimentou (no tubo) no espaço de uma hora (mm/h).
7 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
8 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
9 Meningoencefalite: Processo inflamatório que envolve o cérebro e as meninges, produzido por organismos patogênicos que invadem o sistema nervoso central e, ocasionalmente, por toxinas, problemas autoimunes ou outras condições.
10 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
11 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
12 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
13 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
14 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
15 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
16 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
17 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
18 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
19 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
20 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
21 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
22 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
23 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
24 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
25 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
26 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
28 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
29 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
30 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
31 Espermatozóides: Células reprodutivas masculinas.
32 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
33 Uréia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
34 Extravasculares: Relativos ao exterior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situam ou ocorrem.
35 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
36 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
37 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
38 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
39 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
40 Assepsia: É o conjunto de medidas que utilizamos para impedir a penetração de micro-organismos em um ambiente que logicamente não os tem. Logo um ambiente asséptico é aquele que está livre de infecção.
41 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
42 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
43 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.

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