Preço de Dormire 50mg - Cx c/5amp x 10ml em Ann Arbor/SP:

Dormire 50mg - Cx c/5amp x 10ml

CRISTALIA

Atualizado em 08/12/2014

Dormire 50mg - Cx c/5amp x 10ml:

DORMIRE
Midazolam

Forma Farmacêutica de Dormire

Solução Injetável

Apresentação de Dormire

5 mg / 5 ml   Caixa contendo 5 ampolas
15 mg / 3 ml  Caixa contendo 5 ampolas
50 mg / 10 ml Caixa contendo 5 ampolas
USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Composição de Dormire

Cada ampola contém:Midazolam (DCB 1378.01-5) .......... 15 mg .......... 5 mg ......... 50 mg
(Na forma de cloridrato)
Veículo estéril qsp .................... 3 ml .......... 5 ml .......... 10 ml
(Veículo: cloreto de sódio, edetato dissódico, ácido clorídrico1, água para injetáveis)

Informações Técnicas de Dormire

Nota:- A administração por via intravenosa de Midazolam tem sido associada com depressão respiratória e parada respiratória, especialmente quando usado para sedação2 consciente. Em alguns casos, quando estes pacientes não são prontamente reconhecidos e tratados efetivamente, pode resultar em hipóxia3 encefalopática ou morte.
A administração intravenosa de Midazolam somente deve ser feita em hospitais e ambulatórios com acompanhamento médico e rigoroso monitoramento das funções cardíacas e respiratórias. Deve ser assegurado de que existe disponibilidade imediata de drogas e equipamentos ressuscitativos e de pessoal treinado. (Ver Cuidados)
A dose inicial intravenosa para sedação2 consciente, pode ser pequena como 1 mg, mas não deve exceder a 2,5 mg em adultos normais sadios. São suficientes pequenas doses para idosos (acima de 60 anos) ou pacientes debilitados e em pacientes que recebem concomitantemente narcóticos ou outros depressores do sistema nervoso central4. A dose inicial e todas as doses subseqüentes nunca devem ser dadas em bolus5. Administrar em até no mínimo 2 minutos e aguardar por 2 minutos ou mais para avaliar completamente os efeitos sedativos.
É recomendado o uso de concentrações de 1 mg/ml ou 5 mg/ml pela facilidade de administrar a injeção6 lentamente. (Ver Posologia)
O DORMIRE( é um benzodiazepínico com efeitos ansiolíticos, hipnóticos, anticonvulsivantes e relaxante muscular.
Conservar a embalagem fechada, em temperatura ambiente, entre 15 e 30oC, protegida da luz.
O prazo de validade é de 24 meses a partir da data de fabricação, impressa na embalagem. Não utilize medicamento vencido.
O médico deve estar informado sobre a ocorrência de gravidez7 ou se a paciente estiver grávida, durante o tratamento com este medicamento, para que o mesmo avalie se o benefício justifica o possível risco para o feto8. Não deve ser usado se a paciente estiver amamentando.
O médico deve estar informado sobre o aparecimento de reações desagradáveis como agitação, hiperatividade e movimentos involuntários.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Durante o tratamento com este produto o paciente não deve ingerir bebidas alcoólicas.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE9.

Informações Técnicas de Dormire

PROPRIEDADES:Midazolam é derivado do grupo das imidazobenzodiazepinas. É um benzodiazepínico de curta ação, depressor do sistema nervoso central4. Seu radical livre é uma substância lipofílica com baixa solubilidade em água. O nitrogênio básico na posição 2 do anel imidazobenzodiazepínico, permite que o Midazolam forme sais hidrossolúveis com os ácidos.
O Midazolam possui rápido início de ação e curta duração devido a sua inativação metabólica rápida. Em razão da sua baixa toxicidade10, possui ampla margem terapêutica11.
O Midazolam possui ação sedativa e indutora do sono de intensidade pronunciada e muito rápida. Exerce também efeito relaxante muscular e anticonvulsivante. Seu efeito no sistema nervoso central4 depende da dose administrada, da via de administração e da presença ou ausência de outras pré-medicações.
Ocorre amnésia12 anterógrada de curta duração após administração intramuscular ou intravenosa, ou seja, o paciente não tem lembrança dos eventos ocorridos durante o pico de atividade do composto.
FARMACOCINÉTICA:
A absorção de Midazolam pelo tecido13 muscular é rápida e completa sendo que a biodisponibilidade é de 90% após administração intramuscular. Os efeitos sedativos ocorrem após 15 minutos sendo que o pico de sedação2 ocorre em 30 a 60 minutos após a administração. Sua metabolização é rápida e completa, sendo seu principal metabólito14 o alfa-hidroxi-midazolam, encontrado no plasma15.
A meia-vida do metabólito14 é mais curta que a do Midazolam.
O metabólito14 ativo, após a sua formação, conjuga-se com o ácido glicurônico e a dose é eliminada pelos rins16 de 60 a 70%.
As concentrações plasmáticas apresentam fases distintas de distribuição e eliminação quando o Midazolam é administrado, por via intravenosa. A sedação2 ocorre dentro de 3 a 5 minutos.
A eliminação através do fígado17 é de 40 a 50% e o clearance plasmático é da ordem de 300 a 400 ml/minuto.
O volume de distribuição é de 50 a 60 litros calculado sob condições de estado de equilíbrio dinâmico.
A ligação protéica plasmática é de 95% e a meia-vida entre 1 ½ a 2 ½ horas.
Em pacientes idosos e pacientes de UTI a meia-vida de eliminação do Midazolam pode se prolongar até 6 vezes.
A velocidade de infusão deve ser ajustada nestes pacientes, dependendo da resposta clínica individual de cada paciente.
Nos casos de insuficiência cardíaca congestiva18 e insuficiência renal19 crônica, a meia-vida de eliminação também é prolongada.
Normalmente os pacientes recuperam seus sentidos dentro de 2 horas, mas há casos que os pacientes se recuperam dentro de um período acima de 6 horas.
Pacientes que receberam Midazolam se recuperam mais lentamente do que aqueles que receberam tiopental.
A indução com Midazolam em pacientes sem lesão20 intracranial, está associada com moderada diminuição da pressão do fluído cerebroespinhal, similar ao uso do tiopental.
Normalmente a pré-medicação de doses intramuscular de Midazolam não deprimem a resposta ventilatória com extensão clínica significante. O Midazolam deprime a resposta ventilatória por 15 minutos ou mais após a duração da depressão ventilatória seguida da administração do tiopental.
Danos na resposta ventilatória são mais presentes em pacientes com doença obstrutiva pulmonar crônica.

Indicações de Dormire

Pré-medicação anterior a procedimentos diagnósticos ou cirúrgicos; indução anestésica; manutenção da anestesia21; sedação2 prolongada na Unidade de Terapia Intensiva22.

Contra-Indicações de Dormire

O Midazolam não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade aos benzodiazepínicos ou aos componentes da fórmula e em crianças prematuras. O produto não deve ser usado nos três primeiros meses de gravidez7 a não ser que o médico julgue que seja absolutamente necessário.Os benzodiazepínicos são contra-indicados em pacientes com glaucoma23 de ângulo estreito agudo24. Os benzodiazepínicos podem ser usados em pacientes com glaucoma23 de ângulo reto25, somente se estiverem recebendo terapia apropriada.
A pressão intra-ocular em pacientes sem doença ocular, apresenta moderada diminuição após indução com Midazolam.
O Midazolam é contra-indicado para administração intratecal ou epidural26.

Precauções e Advertências de Dormire

Em pacientes idosos e debilitados e em pacientes com insuficiência27 circulatória, respiratória e renal28 deve-se ter cuidado ao administrar o Midazolam por via parenteral, sendo que as doses devem ser diminuídas e individualizadas, acompanhando as funções vitais através de rigoroso monitoramento. O uso de Midazolam não previne contra o aumento da pressão intracranial ou contra o aumento do ritmo cardíaco e/ou aumento da pressão arterial29 associada com intubação endotraqueal sob leve anestesia21 geral.
A eliminação do Midazolam pode ser mais lenta em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva18 e insuficiência renal19 crônica.
Os pacientes não devem ser liberados do hospital antes de pelo menos 3 horas após a administração parenteral e devem ser sempre acompanhados por um responsável. Durante pelo menos 12 horas após a administração, o paciente não deve dirigir veículos nem operar máquinas.
Cuidados especiais devem ser tomados, quando o produto for administrado em pacientes com miastenia30 grave por causa do relaxamento muscular preexistente.
USO NA GRAVIDEZ7 E AMAMENTAÇÃO31:- São encontrados em humanos níveis mensuráveis de Midazolam no soro32 venoso materno, venoso umbilical, soro32 arterial e fluído amniótico, indicando a transferência da droga para a placenta. Após administração intramuscular de 0,05 mg/kg de Midazolam, são encontradas concentrações no soro32 venoso e arterial umbilical mais baixas do que as concentrações maternas.
O uso de Midazolam injetável não foi avaliado em estudos clínicos. Pelo fato de que o Midazolam é transferido para a placenta e pelo fato de que pacientes que receberam benzodiazepínicos nas últimas semanas de gravidez7 e houveram casos de depressão do sistema nervoso central4 nos recém-nascidos, o Midazolam não é recomendado para o uso obstétrico.
O Midazolam é excretado no leite humano, portanto não é recomendado para pacientes33 no período de amamentação31.
USO PEDIÁTRICO:- Segurança e efetividade em crianças abaixo de 18 anos de idade não foram estabelecidas.

Interações Medicamentosas de Dormire

O Midazolam pode potencializar o efeito sedativo central dos neurolépticos34, tranqüilizantes, antidepressivos, indutores do sono, analgésicos35 e anestésicos, sendo que em certos casos pode ser terapeuticamente vantajoso.Em pacientes de risco, deve ser dado uma atenção especial devido a possibilidade de potencialização.
Recomenda-se não ingerir bebidas alcoólicas por pelo menos 12 horas após a administração, pois a potencialização pode produzir reações individuais imprevisíveis.
O efeito sedativo do Midazolam quando administrado por via intravenosa é acentuado pela pré-medicação, particularmente narcóticos como a morfina, meperidina e fentanila e também secobarbital e Nilperidol ( fentanila + droperidol).
Consequentemente a dose de Midazolam deve ser ajustada de acordo com o tipo e a quantidade da pré-medicação administrada.
Uma redução moderada da dose necessária para indução com tiopental (cerca de 15%) tem sido notada após o uso de Midazolam por via intramuscular como pré-medicação.
A administração intravenosa de Midazolam diminui a concentração alveolar mínima do halotano necessária para anestesia21 geral. Esta diminuição corresponde com a dose de Midazolam administrada.
Embora a possibilidade de efeitos interativos menores não terem sido estudados completamente, Midazolam e pancurônio, foram utilizados concomitantemente sem notificações clínicas significantes de alteração na dose, no início ou duração do efeito.
O Midazolam não previne contra alterações circulatórias características notadas após a administração de succinilcolina ou pancurônio e não previne contra o aumento de pressão intracranial notada após administração da succinilcolina.
O Midazolam não causa alterações clinicamente significantes na dose, início e duração do efeito numa dose única de succinilcolina para intubação.
Interações adversas não significativos tem sido observadas com pré-medicação normalmente usadas ou com drogas usadas durante anestesia21 e cirurgia (incluindo atropina, escopolamina, glicopirrolato, diazepam, hidroxizina, d-tubocurarina, succinilcolina e relaxante muscular não despolarizante) ou anestésico local tópico36 ( incluindo lidocaína, cloridrato de diclorina e cetocaína).
É necessário atenção quando Midazolam é administrado em pacientes que receberam eritromicina pois pode resultar na diminuição do clearance plasmático do Midazolam
O clearance do Midazolam e de certos outros benzodiazepínicos podem retardar, com a administração concomitante de cimetidina (mas não ranitidina). Não é claro o significado clínico dessa interação.

Reações Adversas / Colaterais de Dormire

Geralmente o Midazolam é bem tolerado, sendo passageiras as alterações na pressão arterial29 arterial, na freqüência do pulso e na respiração. Normalmente a pressão sistólica37 cai no máximo 15% e a freqüência do pulso corresponde, aumentando ao mesmo tempo.
Pode ocorrer depressão e parada respiratória quando administrado por via intravenosa em pacientes idosos ou com antecedentes de insuficiência respiratória38, principalmente se a injeção6 for administrada muito rapidamente ou em doses excessivamente altas.
A administração intramuscular em idosos e/ou em pacientes com alto risco cirúrgico tem sido associada com raros casos de morte após circunstâncias compatíveis com depressão cardiorrespiratória. Na maioria dos casos os pacientes haviam recebido outros depressores do sistema nervoso central4 (especialmente narcóticos), deprimindo a respiração.
Por esta razão a via intravenosa só deve ser escolhida caso estiverem disponíveis condições para reanimação.
Após administração prolongada por via intravenosa, pode ocorrer síndrome39 de abstinência se a administração for interrompida abruptamente. Recomenda-se portanto uma redução gradual do medicamento.
As seguintes reações adversas foram observadas após administração intravenosa:
Soluço, náusea40, vômito41, tosse, super sedação2, cefaléia42, sonolência, sensibilidade no local da injeção6, dor durante a injeção6, rubor, endurecimento e flebite43.
Outras reações adversas raras após administração intravenosa:
RESPIRATÓRIAS:- Laringoespasmo, broncoespasmo44, dispnéia45, hiperventilação, respiração ofegante, respiração superficial, obstrução das vias aéreas, taquipnéia46.
CARDIOVASCULAR:- Bigeminismo, contrações ventriculares prematuras, episódio vasovagal, bradicardia47, taquicardia48, ritmo nodal.
GASTRINTESTINAL:- Gosto ácido, salivação excessiva, ânsia de vômito41.
SISTEMA NERVOSO CENTRAL4 E NEUROMUSCULAR:- Amnésia12 retrógrada, euforia, alucinação49, confusão, falta de raciocínio, nervosismo, ansiedade, insegurança, cansaço, delírio50 ou agitação, prolongamento da anestesia21, sonhos, distúrbios do sono, insônia, pesadelos, movimentos involuntários, superatividade, ataxia51, vertigem52, disforia53, fala confusa, disfonia54, parestesia55.
SENSAÇÕES ESPECIAIS:- Visão56 turva, diplopia57, nistagmo58, pontos na pupila, movimentos cíclicos nas pálpebras59, distúrbios visuais, dificuldade de focar os olhos60, bloqueio auditivo, falta de equilíbrio.
TEGUMENTAR:- Erupções da pele61 no local da injeção6, inchaço62 ou sensação de queimação, calor ou frio no local da injeção6.
HIPERSENSIBILIDADE:- Reações alérgicas incluindo reações anafilactóides, inchaço62, "rash63 cutâneo64" e prurido65.
Miscelânea: Bocejos, letargia66, calafrio67, fraqueza, dor de dente68, sensação de desmaio, hematoma69.

Posologia de Dormire

Pré-medicação anterior a procedimentos cirúrgicos ou diagnósticos:Via Intravenosa:
Para sedação2 basal em procedimentos diagnósticos ou intervenção cirúrgica realizada com anestesia21 local:
Dose inicial de 2,5 mg administrada lentamente, ou seja, aproximadamente 1 mg em 30 segundos, de 5 a 10 minutos antes do início do procedimento. Doses adicionais de 1 mg podem ser administradas quando necessário.
Em pacientes que estiverem gravemente doentes em condições gerais precárias ou idade avançada, a dose inicial pode ser reduzida para 1 a 1,5 mg.
Via Intramuscular:
Em pacientes que apresentarem dor antes da cirurgia, administrar isoladamente ou combinado com anticolinérgico e, possivelmente analgésicos35.
ADULTOS:- De 0,07 a 0,1 mg/kg, por via intramuscular, de acordo com a idade e as condições gerais do paciente.
CRIANÇAS:- Necessitam de doses proporcionalmente mais altas do que os adultos, em relação ao peso corporal (0,15 a 0,20 mg/kg de peso corporal). Estas doses devem ser administradas de 20 a 30 minutos antes da indução anestésica.
Indução anestésica:
Via Intravenosa:
Como agente de indução em anestesia21 por inalação ou como componente hipnoindutor na anestesia21 combinada: Administrar de 10 a 15 mg, atingindo geralmente nível profundo de sono após 2 a 3 minutos.
Via Intramuscular em Crianças:
Recomenda-se a combinação de um indutor do sono e agente amnésico como DORMIRE(, na dose de 5 a 10 mg (0,15 a 0,20 mg/kg de peso corporal) com cetamina por via intramuscular, na dose de 4 a 8 mg/kg de peso corporal (ataralgesia). Atinge-se nível suficientemente profundo de sono geralmente após 2 a 3 minutos.
Manutenção da anestesia21:
Para manutenção do nível desejado de sono, deve-se administrar por via intravenosa pequenas doses adicionais. As doses e os intervalos entre estas doses adicionais variam de acordo com as reações individuais de cada paciente.
Quando o DORMIRE( for administrado com analgésicos35 potentes, estes últimos devem ser administrados inicialmente, de modo que o efeito sedativo do DORMIRE( possa ser dosado com segurança, em função de uma eventual sedação2 causada pelo analgésico70.
Sedação2 na Unidade de Terapia Intensiva22:
As doses devem ser individualizadas e fracionadas até o grau desejado de sedação2, dependendo do estado clínico do paciente, da idade e da administração concomitante com outras drogas.
Dose Inicial: De 0,03 a 0,3 mg/kg por via intravenosa.
Dose de Manutenção: De 0,03 a 0,2 mg/kg/hora por via intravenosa.
Em pacientes com hipovolemia71, vasoconstrição72 e hipotermia73, a dose deve ser reduzida ou a dose inicial omitida.
Observações importantes:
1. Em pacientes idosos com danos cerebrais orgânicos ou alterações das funções cardíaca ou respiratória, deve-se determinar com prudência a dose, avaliando as condições especiais e individuais de cada paciente.
2. A administração por via intravenosa deve ser realizada lentamente, ou seja, aproximadamente 5 mg em 10 segundos para a indução anestésica e 1 mg em 30 segundos para a sedação2 basal. O efeito da droga aparece em torno de 2 minutos após o início da injeção6.

Superdosagem de Dormire

Até o momento são insuficientes os dados sobre superdosagem com o Midazolam.
As manifestações esperadas da superdosagem são similares àquelas observadas com outros benzodiazepínicos, incluindo sedação2, sonolência, confusão, coordenação prejudicada, diminuição dos reflexos, coma74 e efeitos desfavoráveis dos sinais vitais75.
Não há evidência de toxicidade10 orgânica específica.
Tratamento:- O tratamento consiste naquele seguido para superdosagem com outros benzodiazepínicos. Respiração, pulsação e pressão arterial29 devem ser monitorados e medidas gerais de suporte devem ser empregadas. Deve ser dado atenção à manutenção da desobstrução das vias aéreas e suporte de ventilação76. Deve ser iniciado uma infusão intravenosa. Se ocorrer hipotensão77, pode ser tratado com terapia de fluídos intravenosos, repositores, com ponderado uso de vasopressores apropriados para a situação clínica ou outras medidas apropriadas. Não há informação se a diálise78 peritonial, diurese79 forçada ou hemodiálise80 tem qualquer valor no tratamento da superdosagem do Midazolam. O flumazenil, um específico receptor antagonista81 benzodiazepínico é indicado para reverter parcial ou completamente os efeitos sedativos dos benzodiazepínicos e pode ser usado em situações quando a superdosagem com um benzodiazepínico é conhecida ou suspeita. Antes da administração do flumazenil devem ser instituídas medidas necessárias para assegurar a desobstrução das vias aéreas, ventilação76 e acesso a via intravenosa. O flumazenil é um adjunto e não substituto para um controle apropriado da superdosagem de benzodiazepínicos. Os pacientes tratados com flumazenil devem ser monitorados por causa de uma eventual ressedação, depressão respiratória ou outros efeitos residuais dos benzodiazepínicos por um período de tempo apropriado após o tratamento. Deve-se fazer uma prescrição ciente de que poderá ocorrer o risco de apoplexia82 na associação com o tratamento de flumazenil, principalmente em usuários de benzodiazepínicos por longos períodos e por superdosagem com antidepressores cíclicos. A bula do flumazenil deve ser consultada antes do seu emprego com atenção especial às contra-indicações, aos cuidados e precauções.
ATENÇÃO:
ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
O ABUSO DESTE MEDICAMENTO PODE CAUSAR DEPENDÊNCIA
N.º do Lote, data de Fabricação e Prazo de Validade: Vide Rótulo/Caixa.
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SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente): 0800-7011918

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Indústria Brasileira

REVISADO EM 19/09/01


Dormire 50mg - Cx c/5amp x 10ml - Laboratório

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Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
3 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
4 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
5 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
6 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
9 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
10 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
11 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
12 Amnésia: Perda parcial ou total da memória.
13 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
14 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
15 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
16 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
17 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
18 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
19 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
20 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
21 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
22 Terapia intensiva: Tratamento para diabetes no qual os níveis de glicose são mantidos o mais próximo do normal possível através de injeções freqüentes ou uso de bomba de insulina, planejamento das refeições, ajuste em medicamentos hipoglicemiantes e exercícios baseados nos resultados de testes de glicose além de contatos freqüentes entre o diabético e o profissional de saúde.
23 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
24 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
25 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
26 Epidural: Mesmo que peridural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
27 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
28 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
29 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
30 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
31 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
32 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
33 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
34 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
35 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
36 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
37 Pressão sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco. É também chamada de pressão máxima.
38 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
39 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
40 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
41 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
42 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
43 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
44 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
45 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
46 Taquipneia: Aceleração do ritmo respiratório.
47 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
48 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
49 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
50 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
51 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
52 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
53 Disforia: Estado caracterizado por ansiedade, depressão e inquietude.
54 Disfonia: Alteração da produção normal de voz.
55 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
56 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
57 Diplopia: Visão dupla.
58 Nistagmo: Movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular. É normal dentro de certos limites diante da mudança de direção do olhar horizontal. Porém, pode expressar doenças neurológicas ou do sistema de equilíbrio.
59 Pálpebras:
60 Olhos:
61 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
62 Inchaço: Inchação, edema.
63 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
64 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
65 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
66 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
67 Calafrio: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
68 Dente: Uma das estruturas cônicas duras situadas nos alvéolos da maxila e mandíbula, utilizadas na mastigação e que auxiliam a articulação. O dente é uma estrutura dérmica composta de dentina e revestida por cemento na raiz anatômica e por esmalte na coroa anatômica. Consiste numa raiz mergulhada no alvéolo, um colo recoberto pela gengiva e uma coroa, a parte exposta. No centro encontra-se a cavidade bulbar preenchida com retículo de tecido conjuntivo contendo uma substância gelatinosa (polpa do dente) e vasos sangüíneos e nervos que penetram através de uma abertura ou aberturas no ápice da raiz. Os 20 dentes decíduos ou dentes primários surgem entre o sexto e o nono e o vigésimo quarto mês de vida; sofrem esfoliação e são substituídos pelos 32 dentes permanentes, que aparecem entre o quinto e sétimo e entre o décimo sétimo e vigésimo terceiro anos. Existem quatro tipos de dentes
69 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
70 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
71 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
72 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
73 Hipotermia: Diminuição da temperatura corporal abaixo de 35ºC.Pode ser produzida por choque, infecção grave ou em estados de congelamento.
74 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
75 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
76 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
77 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
78 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
79 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
80 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
81 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
82 Apoplexia: Afecção cerebral que surge inesperadamente, acompanhada de privação do uso dos sentidos e/ou suspensão do movimento; por outras palavras, serve de designação genérica das afecções produzidas pela formação rápida de um derrame sangüíneo ou acidente oclusivo no interior de um órgão. Os sintomas e sinais podem variar desde uma simples cefaléia até um quadro mais grave. O termo está atualmente em desuso, devendo ser substituído por acidente vascular cerebral.

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