Preço de EPHYNAL em Houston/SP: R$ 59,86

EPHYNAL

BAYER

Atualizado em 08/12/2014


Acetato de tocoferol

Identificação do Produto de Ephynal

Nome genérico

Acetato de DL-a-tocoferol (vitamina1 E).

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Ephynal

Cápsulas gelatinosas de 400 mg - caixas com 30.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Ephynal

Cápsulas gelatinosas (400 mg de acetato de DL-a-tocoferol).

Informação ao Paciente de Ephynal

O Produto de Ephynal

Ephynal® contém vitamina1 E. A vitamina1 E, como todas as vitaminas, não pode ser produzida pelo organismo; ela deve ser ingerida com a alimentação. As vitaminas participam da composição
de enzimas (fermentos) que transformam os alimentos em hidratos de carbono, gorduras e
proteínas2. Estes elementos são essenciais para a estruturação e funcionamento normais do
organismo.

Propriedades do Ephynal® de Ephynal

Ephynal® apresenta efeitos favoráveis sobre os órgãos reprodutores, em diferentes distúrbios do
metabolismo3 das gorduras, do sangue4, dos vasos sangüíneos5, dos músculos6 e de outros tecidos
do organismo.

Como Usar Ephynal® de Ephynal

As cápsulas devem ser ingeridas sem mastigar, com um pouco de líquido, às refeições.

Efeitos Secundários Desagradáveis com Ephynal® de Ephynal

Ephynal® é bem tolerado mesmo em altas doses. Entretanto, doses excessivamente
elevadas (da ordem de 1.000 mg) podem provocar distúrbios gastrintestinais passageiros
(diarréia7, enjôo, excesso de gases intestinais).

Prazo de Validade do Ephynal® de Ephynal

Ephynal® tem prazo de validade a partir da data de fabricação impressa na parte externa da embalagem. Não é recomendável o uso de qualquer remédio com prazo de validade vencido.

Uidados de Conservação de Ephynal

As cápsulas devem ser conservadas em lugar fresco e seco.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE8.

Informação Técnica de Ephynal

Propriedades de Ephynal

A vitamina1 E participa da formação de todos os tecidos de origem mesodérmica (substância fundamental, fibras colágenas e elásticas do tecido conjuntivo9, musculatura lisa e estriada, vasos,
etc.), e da manutenção de suas funções. A nível celular, a vitamina1 E participa do metabolismo3
dos ácidos nucléicos, bem como na cadeia respiratória.

Sendo um antioxidante biológico, a vitamina1 E impede a oxidação espontânea dos compostos
poliinsaturados, responsáveis pela formação de radicais livres nocivos, impedindo assim a
formação de nitrosaminas cancerígenas. Diminui o efeito tóxico do oxigênio e reduz as
necessidades de seu uso nas reações metabólicas. Devido às suas propriedades lipofílicas, a
vitamina1 E acumula-se nas membranas celulares, protegendo-as sob o aspecto funcional,
principalmente quanto à inibição que exerce na peroxidação dos lipídios. A vitamina1 E contribui,
de forma especial, para a estabilização das membranas lisossomiais, mitocondriais e dos capilares10
e, conseqüentemente, para a manutenção da resistência normal dos eritrócitos11. Ainda baseada
nessa ação, a vitamina1 E promove um aumento da atividade fagocitária.

A deficiência dessa vitamina1 conduz, através da peroxidação dos lipídios, ao acúmulo de
lipofucsina ou pigmento de desgaste dos tecidos.

A carência acentuada de vitamina1 E, em conseqüência de grave síndrome12 de mal-absorção
(redução da superfície de absorção do intestino, atresia13 das vias biliares14, insuficiência15 pancreática,
etc.), provoca o aparecimento de sintomas16 de miopatia17 e neuropatia18.

A abetalipoproteinemia é uma causa bastante rara de carência de vitamina1 E.

A vitamina1 E intervém em diferentes fases da síntese do ácido araquidônico e, portanto, atua no
metabolismo3 das prostaglandinas19.

Em doses elevadas, observa-se inibição da agregação plaquetária.

Em prematuros colocados em incubadora, a vitamina1 E impede a formação da fibroplasia
retrolenticular e displasia broncopulmonar20.

Alguns achados levam a pensar que, após a administração de vitamina1 E, ocorre uma
redistribuição dos lipídios sangüíneos, possivelmente devido à estimulação da hidrólise do
colesterol21 esterificado22. Em caso de dislipoproteinemia (índices baixos de HDL23, com nítido
aumento do índice de LDL24), a vitamina1 E provocaria uma redistribuição do colesterol21, no sentido
de aumento da fração HDL23-colesterol21, antiaterogênico, e diminuição do LDL24-colesterol21,
aterogênico.

Farmacocinética de Ephynal

O acetato de DL-a-tocoferol, administrado por via oral, é absorvido, após hidrólise do éster,
essencialmente ao nível das porções intermediárias do intestino delgado25, numa proporção de 20 a
40% aproximadamente, sendo o índice de substância absorvida inversamente proporcional à dose
administrada. A melhor absorção só é possível na presença de sucos biliares pancreáticos. Ao
nível da linfa26 e do sangue4, a maior parte da vitamina1 E liga-se à fração das beta-lipoproteínas. Sua
eliminação se faz essencialmente pelas fezes. Encontra-se habitualmente na urina27 menos de 1% da
quantidade de vitamina1 E administrada por via oral. Ela é encontrada, em parte, sob a forma
glicuroconjugada e, em parte, sob a forma se seus metabólitos28, a
l-(3-hidroxi-metil-5-carboxipentil)-3,5,6-trimetil-hidroquinona e lactonas correspondentes.

Os hemodialisados apresentam uma elevação da taxa sérica de tocoferol que, no entanto, não tem
qualquer importância.

Indicações de Ephynal

Suplementação29 e Profilaxia: Necessidades aumentadas de vitamina1 E (p.ex., nos regimes com sobrecarga de ácidos graxos poliinsaturados).

Risco de carência de vitamina1 E, devido a distúrbios da absorção (insuficiência15 pancreática
exócrina, afecções30 hepato-biliares com colestase31, atresia13 das vias biliares14, redução da superfície
de absorção do intestino).

Terapêutica32 de Ephynal

Abetalipoproteinemia, doenças hematológicas hereditárias (carência de
glicose33-6-fosfato-desidrogenase e glutation sintetase: dislipoproteinemia com índices baixos de
HDL23 e altos de LDL24, coadjuvantes34 no tratamento das afecções30 musculares e do tecido35
conjuntivo.

Precauções de Ephynal

Na hipoprotrombinemia por deficiência de vitamina1 K e anemia36 por deficiência de ferro.

Reações Adversas de Ephynal

Doses diárias que atinjam até 800 mg em geral não provocam efeitos secundários.
Apenas doses da ordem de l.000 mg podem provocar distúrbios gastrintestinais
passageiros (náuseas37, flatulência, diarréia7). Até o momento, não foram observadas
quaisquer alterações dos parâmetros laboratoriais, decorrentes do uso da vitamina1 E.
Embora raros, visão38 borrada, cefaléia39, aumento do tamanho da mama40 em homem e
mulher.

Interações Medicamentosas de Ephynal

Doses muito elevadas de vitamina1 E reduziram a absorção das vitaminas A e K. O uso concomitante com antiácidos41 contendo hidróxido de alumínio diminui a absorção das
vitaminas lipossolúveis. O uso simultâneo com anticoagulantes42 derivados da cumarina
pode levar à hipoprotrombinemia. O uso concomitante com suplementos de ferro altera a
resposta hematológica em pacientes com anemia36 por deficiência de ferro.

Posologia de Ephynal

Varia de 100 a 800 mg ao dia, de acordo com a indicação ou a critério médico.

Suplementação29 e Profilaxia de Ephynal

Necessidade aumentada, distúrbios de absorção - até 400 mg.

Terapêutica32 de Ephynal

Abetalipoproteinemia, coadjuvante43 nas afecções30 musculares e do tecido conjuntivo9: 1 a 2
cápsulas gelatinosas de 400 mg por dia.

Afecções30 hematológicas hereditárias, dislipoproteinemias: 2 cápsulas gelatinosas de 400 mg por
dia.

Modo de Usar de Ephynal

Cápsulas: ingerir com um pouco de líquido, sem mastigá-las, de preferência junto com alimentos
gordurosos.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

EPHYNAL - Laboratório

BAYER
Rua Domingos Jorge, 1100
São Paulo/SP - CEP: 04779-900
Tel: 08007231010
Fax: 55 (011)548-0485
Site: http://www.bayer.com.br/

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Complementos

1 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
2 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
3 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
4 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
5 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
6 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
7 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Tecido conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.
10 Capilares: Minúsculos vasos que conectam as arteríolas e vênulas.
11 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
12 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
13 Atresia: 1. Estreitamento de qualquer canal do corpo. 2. Imperfuração ou oclusão de uma abertura ou canal normal do organismo, como das vias biliares, do meato urinário, da pupila, etc.
14 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
15 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
16 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
17 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
18 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
19 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
20 Displasia broncopulmonar: Doença pulmonar crônica, de etiologia multifatorial e complexa. Acomete, em geral, os recém-nascidos prematuros submetidos à oxigenioterapia e à ventilação mecânica nos primeiros dias de vida.
21 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
22 Esterificado: Aquilo que passou pelo processo químico de esterificação. A esterificação é uma reação química reversível na qual um ácido carboxílico reage com um álcool produzindo éster e água.
23 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
24 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
25 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
26 Linfa: 1. Pode referir-se à água, especialmente a límpida, no uso formal. 2. Líquido orgânico originado do sangue, composto de proteínas e lipídios, que circula nos vasos linfáticos e transporta glóbulos brancos, especialmente os linfócitos T. 3. Qualquer humor aquoso.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
28 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
29 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
30 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
31 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
32 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
33 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
34 Coadjuvantes: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
35 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
36 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
37 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
38 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
39 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
40 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
41 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
42 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
43 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.

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