PREDNISOLON

AVENTIS PHARMA LTDA.

Atualizado em 09/12/2014

PREDNISOLON

Bula do Profissional de Saúde1 de Prednisolon

Princípio Ativo de Prednisolon

PrednisolonaMedicamentos genéricos
Prednisolona (Donaduzzi); Prednisolona (Medley); Prednisolona (Prati)
Outros medicamentos com o mesmo princípio ativo
Predsim (Schering Plough); Prelone (Asta Médica)

Predinisolon (Aventis Pharma)

Identificação de Prednisolon

Aventis Pharma Ltda
PREDNISOLON
fosfato sódico de prednisolona

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Prednisolon

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Via oral

Cartucho com 1 frasco contendo 100 mL de solução oral + seringa2 dosadora.

Composição

Cada 1 mL de solução oral contém:

fosfato sódico de prednisolona(*)....................1,34 mg

excipientes q.s.p. ....................1 mL

(metilparabeno, sorbitol3 (solução 70%), edetato dissódico, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, fosfato monossódico anidro, essência de framboesa, água purificada).

(*) equivalente a 1 mg de prednisolona base

A solução oral de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) não contém corante ou álcool.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde1 de Prednisolon

Características Farmacológicas de Prednisolon

Propriedades farmacodinâmicas

A prednisolona é um glicocorticóide sintético com as propriedades gerais dos corticosteróides. Comparado à hidrocortisona, a prednisolona possui uma atividade glicocorticóide e antiinflamatória três vezes mais potente, porém é consideravelmente menos ativa no que diz respeito à sua atividade mineralocorticóide.

A prednisolona, assim como a hidrocortisona, é um potente agente terapêutico que influencia a atividade bioquímica da maioria dos tecidos corpóreos.

O mecanismo de ação dos corticosteróides parece ser por controle da síntese das proteínas4. Os corticosteróides reagem com os receptores de proteínas4 no citoplasma5 das células6 sensíveis na maioria dos tecidos para formar um complexo receptor-esteróide.


Propriedades farmacocinéticas

O fosfato sódico de prednisolona é um pró-fármaco7, hidrolisado in vivo para prednisolona, pela fosfatase alcalina8 em toda parede intestinal antes da absorção.


A prednisolona é rapidamente e bem absorvida (tmáx = 1-2 horas) pelo trato gastrintestinal após sua administração oral; 90-95% da prednisolona liga-se às proteínas4 plasmáticas, tanto menos em doses maiores. O volume aparente de distribuição para a prednisolona livre é 1,5 ± 0,2 L/kg.


A prednisolona é eliminada do plasma9 com meia-vida de 2 a 4 horas. A prednisolona é metabolizada principalmente no fígado10. Aproximadamente 7-15% de uma dose oral de prednisolona é excretada na urina11 como prednisolona inalterada, sendo o restante recuperado como metabólitos12, incluindo sulfatos e conjugados glicuronídeos.


Carcinogenicidade/Mutagenicidade

Em ratos machos, a administração de prednisolona com água em nível de dose diário de 0,4mg/kg durante 2 anos causou um aumento na incidência13 de tumores hepatocelulares. Resultados similares foram obtidos com a acetonida de triancinolona e budesonida, indicando um efeito da classe dos glicocorticóides. A resposta hepatocarcinogênica a estes fármacos não parece ser relacionada à atividade genotóxica.

Resultados de Eficácia de Prednisolon

A eficácia de prednisolona está demonstrada nos seguintes estudos: "A pharmacological and clinical comparison of prednisolone and betamethasone in rheumatoid arthritis." (MARWAH, R. J. 1982);Ref "Dose response of patients to oral corticosteroid treatment during exacerbations of asthma." (WEBB R. W. 1986).Ref

Indicações de Prednisolon

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) está indicado nas seguintes condições abaixo.

Desordens Endócrinas: insuficiência14 adrenocortical primária ou secundária (hidrocortisona ou cortisona na primeira escolha; os análogos sintéticos poderão ser utilizados em associação com mineralocorticóides quando necessário; em lactentes15 a suplementação16 mineralocorticóide é de particular importância): hiperplasia17 adrenal congênita18; hipercalcemia associada ao câncer19; tireoidite não supurativa.


Desordens reumáticas: como terapia auxiliar para administração a curto prazo (para o paciente superar um episódio agudo20 ou exacerbação) em: artrite21 psoriásica; artrite reumatóide22, inclusive artrite reumatóide22 juvenil (casos selecionados poderão necessitar de terapia de manutenção em doses baixas); espondilite anquilosante; bursite23 aguda e subaguda24; tenosinovite inespecífica aguda; artrite21 gotosa aguda; osteoartrite25 pós-traumática; sinovite26 osteoartrítica; epicondilite.


Colagenoses: durante uma exacerbação ou como terapia de manutenção em casos selecionados de lúpus27 eritematoso28 sistêmico29, dermatomiosite (polimiosite) sistêmica; cardite reumática aguda.


Doenças dermatológicas: pênfigo; dermatite30 herpetiforme bolhosa; eritema multiforme31 severo (síndrome de Stevens-Johnson32); dermatite30 esfoliativa; micose33 fungóide; psoríase34 severa; dermatite30 seborréica severa.


Condições alérgicas: controle de condições alérgicas severas ou incapacitantes não responsivas aos meios convencionais de tratamento em: rinite35 alérgica sazonal ou perene; asma36 brônquica; dermatite30 de contato; dermatite30 atópica; doença do soro37; reações de hipersensibilidade a fármacos.


Doenças oculares: graves processos inflamatórios e alérgicos, agudos ou crônicos envolvendo o olho38 e seus anexos39, tais como: conjuntivite40 alérgica; ceratite; úlceras41 marginais alérgicas da córnea42; herpes zoster43 oftálmico; irite44 e iridociclite; corioretinite; inflamação45 do segmento anterior; coroidite e uveite46 posterior difusa; neurite47 ótica, oftalmia simpática.


Doenças respiratórias: sarcoidose48 sintomática49; síndrome50 de Loëffler não controlável por outros meios; beriliose51; tuberculose52 pulmonar fulminante ou disseminada quando utilizado concomitantemente à quimioterapia53 antituberculosa adequada; pneumonite54 por aspiração.


Desordens hematológicas: púrpura55 trombocitopênica idiopática56 em adultos; trombocitopenia57 secundária em adultos; anemia hemolítica58 adquirida (autoimune59); eritroblastopenia (anemia60 eritrocítica); anemia60 hipoplásica (eritróide) congênita18.


Neoplasias61: para o tratamento paliativo62 de: leucemias e linfomas em adultos; leucemia63 aguda na infância.


Estados edematosos: para induzir a diurese64 ou remissão da proteinúria65 da síndrome nefrótica66 idiopática56, sem uremia67, ou aquela devida ao lúpus27 eritematoso28.


Doenças gastrintestinais: para auxiliar o paciente a superar um período crítico da doença em: colite68 ulcerativa, enterite regional.


Sistema nervoso69: exacerbações agudas de esclerose múltipla70.


Miscelânea: meningite71 tuberculosa com bloqueio subaracnóide ou bloqueio eminente, quando utilizada concomitantemente à quimioterapia53 antituberculosa apropriada; triquinose72 com envolvimento neurológico ou miocárdico.

Contra-Indicações de Prednisolon

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) é contra-indicado em infecções73 não controladas; infecções73 micóticas sistêmicas; e também em casos de hipersensibilidade conhecida a prednisona, prednisolona ou a qualquer componente da fórmula.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Prednisolon

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) vem acompanhado de uma seringa2 graduada e de um adaptador. Deve-se acoplar este adaptador à boca74 do frasco antes de administrar o produto. A função deste adaptador é permitir que seja retirada, com o auxílio da seringa2 graduada, a quantidade exata de solução oral a ser administrada mesmo quando o conteúdo do frasco estiver no final.

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) deve ser administrado por via oral com o auxílio da seringa2 graduada que acompanha o medicamento.


Depois de aberto, PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona deve ser mantido em sua embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 e 30º C).

Posologia de Prednisolon

A dose inicial de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) por via oral poderá variar de 5 a 60 mL (5 a 60 mg de prednisolona básica) por dia dependendo da doença específica em tratamento.


Em situações de menor gravidade, doses mais baixas podem ser suficientes, enquanto que determinados pacientes necessitam de doses iniciais mais elevadas.


A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se observe uma resposta clínica favorável. Se após um período razoável de tempo não houver uma resposta clínica favorável, o tratamento com a prednisolona deverá ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia apropriada.


Deve ser enfatizado que as necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas tendo por base a gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento.


Após a obtenção de uma resposta favorável, a dose de manutenção deverá ser determinada diminuindo gradativamente a dose inicial a intervalos apropriados, até atingir a dose mínima efetiva.


A observação constante do paciente em relação à posologia é necessária.


Dentre as situações que tornam necessário o ajuste de dosagem incluem-se as alterações do quadro clínico por remissão ou exacerbação da doença, a resposta individual do paciente à medicação e o efeito da exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença sob tratamento. Neste último caso, poderá ser necessário o aumento da dose de prednisolona por um período de tempo adequado à condição do paciente.


Caso seja necessário interromper o tratamento com PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) após um longo período de tempo, recomenda-se que a dose seja reduzida gradualmente, e nunca abruptamente.


A prednisolona encontra-se na fórmula como fosfato sódico de prednisolona, sendo que 1 mg de prednisolona equivale a 1,34 mg de fosfato sódico de prednisolona.

Procedimentos terapêuticos que devem ser realizados em todo tratamento com corticosteróides

A dose deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando o medicamento for administrado por mais do que alguns dias para evitar o risco de insuficiência14 adrenal relativa (ver item "ADVERTÊNCIAS").


É essencial uma supervisão contínua do paciente após a finalização do tratamento com corticosteróide, pois pode ocorrer recidiva75 de graves manifestações da patologia76 para a qual o paciente foi tratado.


Em geral, a dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a resposta seja observada. A dose deve então ser gradualmente reduzida até que se alcance a menor dose que mantém uma resposta clínica adequada.

Posologia em casos especiais


"Stress" e Doença intercorrente

Nos pacientes sob tratamento prolongado com corticosteróide sujeitos ao "stress" por trauma ou infecção77, geralmente, a dose de esteróide deve ser aumentada para cobrir o período de "stress".

Para infecções73 moderadas sem febre78, nenhum aumento é necessário. Para infecções73 mais graves, a dose de prednisona/ prednisolona deve ser duplicada (para um máximo de 20 mg ao dia, caso a dose usual seja inferior a esta).


Insuficiência14 adrenocortical

Insuficiência14 adrenocortical secundária induzida por medicamentos pode ser resultante de uma retirada muito brusca de corticosteróides e pode ser minimizada pela redução gradual da dose (ver item "ADVERTÊNCIAS"). Este tipo de insuficiência14 relativa pode persistir durante meses após a descontinuação do tratamento; portanto, em qualquer situação de "stress" durante este período, pode ser necessário retomar a terapia hormonal. Se o paciente já está recebendo esteróides, pode ser necessário aumento de dose.

Advertências de Prednisolon

Deve-se fazer uma avaliação risco/ benefício para cada paciente quanto à dose e à duração do tratamento e quanto ao uso diário ou intermitente79 da medicação, visto que complicações devidas ao tratamento com glicocorticóides são dependentes da concentração da dose e da duração do tratamento.

Durante a terapia a longo prazo com corticosteróide, podem ocorrer supressão e atrofia80 da adrenal e a secreção de corticotropina pode ser suprimida. A duração do tratamento e a dose são fatores importantes na determinação da supressão do eixo pituitário adrenal e na resposta ao "stress" no término do tratamento com esteróide. A suscetibilidade do paciente à supressão é também variável. Alguns pacientes podem recuperar rapidamente a sua função normal. Em outros, a produção de hidrocortisona em resposta ao "stress" das infecções73, operações cirúrgicas ou acidentes pode ser insuficiente, resultando em óbito81. Portanto, a interrupção dos corticosteróides sempre deve ser feita de forma gradativa.


A interrupção abrupta do tratamento com corticosteróide pode precipitar insuficiência14 adrenal aguda (ver item "REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS"). Em alguns casos, os sintomas82 da interrupção podem simular a recidiva75 clínica da doença para a qual o paciente tenha sido tratado.


Como a prednisolona apresenta pequena atividade de retenção de sódio, os primeiros sinais83 habituais de superdosagem da hidrocortisona (ex.: aumento do peso corpóreo devido à retenção de líquidos) não são índices confiáveis de superdosagem da prednisolona. Devido a este fato, é recomendado que os níveis de dosagem não sejam excedidos e que todos os pacientes que estejam utilizando prednisolona fiquem sob cuidadosa supervisão médica. Todas as precauções pertinentes ao uso da hidrocortisona devem ser aplicadas ao PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona).

Cautela nas circunstâncias a seguir

Em casos de colite68 ulcerativa não-específica, se houver probabilidade de perfuração, abcesso ou outras infecções73 piogênicas iminentes. O medicamento deve ser usado com cautela em pacientes com diverticulite84, anastomose85 intestinal recente, úlcera péptica86 ativa ou latente, insuficiência renal87, hipertensão88 e miastenia89 gravis, quando esteróides são utilizados como terapia direta ou adjuvante.


Em pacientes com epilepsia90, diabetes mellitus91, uremia67 e na presença de função cardíaca diminuída ou insuficiência cardíaca congestiva92 (ver item "REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS").


A possibilidade de desenvolvimento de osteoporose93 deve ser uma consideração importante no início e na manutenção do tratamento com corticosteróide, especialmente no período pós-menopausa94 (ver item "REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS").


O risco de ulceração95 gastrintestinal ou hemorragia96 é aumentado quando o álcool é utilizado concomitantemente aos glicocorticóides.


Embora estudos clínicos controlados tenham demonstrado que os corticosteróides são eficazes na rapidez da resolução de exarcebações agudas de escleroses múltiplas, eles não demonstram que os corticosteróides afetam o último resultado ou a história natural da doença. Os estudos demonstram que doses relativamente elevadas de corticosteróides são necessárias para demonstrar um efeito significativo.


O uso prolongado de corticosteróides pode provocar catarata97 subcapsular posterior, glaucoma98 com possível lesão99 do nervo óptico e pode intensificar o estabelecimento das infecções73 oculares secundárias causadas por fungos ou vírus100. Os corticosteróides devem ser usados com cautela nos pacientes com herpes simples ocular, devido à possível perfuração da córnea42.


Infecção77: os corticosteróides podem mascarar alguns sinais83 de infecções73 (tais como: febre78 e inflamação45) e novas infecções73 podem aparecer durante o seu uso. O uso de corticosteróides pode diminuir a resistência e pode haver incapacidade em se localizar a infecção77. A suscetibilidade à infecção77 não é específica para qualquer bactéria101 ou patógeno fúngico102.


Os pacientes não devem receber vacinas de vírus100 vivos enquanto estiverem sob tratamento com corticosteróide. Outros procedimentos de imunização103 não devem ser utilizados nos pacientes em tratamento com corticosteróides, especialmente em doses elevadas, devido aos possíveis riscos de complicações neurológicas e ausência de resposta imunológica. Procedimentos de imunização103 podem ser realizados em pacientes que estejam recebendo corticosteróides como terapia de reposição.


Adultos recebendo tratamento com corticosteróides imunossupressores e que não tenham contraído doenças como varicela104 e sarampo105, devem ter cautela especial para evitar estas exposições. Em caso de exposição, pode-se usar terapia com imunoglobulina106 anti-varicela104-zoster43 (VZIG) ou "pool" de imunoglobulina106 intravenosa (IVIG), quando apropriado. Em caso de desenvolvimento de varicela104, pode ser considerado o tratamento com agentes antivirais.


Foi relatado Sarcoma de Kaposi107 em pacientes recebendo corticoterapia.


A descontinuação dos corticosteróides pode resultar em debilitação clínica.

Cuidados a serem considerados antes do uso de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona)

Durante o tratamento a longo prazo, devem-se realizar estudos laboratoriais e metabólicos. A retenção de líquidos deve ser monitorada pelo balanço de líquidos e pesagem diária. Pode ser necessário reduzir a ingestão de sódio para menos do que 1 g diário e também de suplementos de potássio.


Risco de uso por via de administração não recomendada.

Não há estudos dos efeitos de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.

Gravidez108

Nas experiências realizadas com animais, os corticosteróides demonstraram causar malformações109 de diversos tipos (fenda palatina, malformações109 esqueléticas) e aborto. Estes resultados não parecem ser relevantes em humanos.


Após tratamento a longo prazo, foi relatada redução da placenta e do peso fetal em animais e em humanos.


Devido à possibilidade de supressão do córtex adrenal do recém-nascido, após tratamento prolongado da mãe, deve-se considerar com cautela o risco ao feto110 quando da prescrição de corticosteróides a mulheres grávidas.


No período pré-parto, o uso de corticosteróides a curto prazo, para a prevenção da síndrome50 de insuficiência respiratória111, não causou risco ao feto110 ou ao recém-nascido.


Edema pulmonar112 materno com tocólise e excesso de líquidos foram relatados com o uso de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona).


Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Categoria de risco na gravidez108: categoria C.


Lactação113

O fármaco7 é excretado no leite materno; portanto, a administração a lactantes114 não é recomendada.


Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Prednisolon

Idosos

É recomendada cautela em pacientes idosos, pois eles são mais suscetíveis às reações adversas.


Crianças

As crianças que utilizam esteróides em longo prazo devem ser cuidadosamente observadas em relação ao aparecimento de reações adversas graves potenciais, como: obesidade115, retardo no crescimento, osteoporose93 e supressão adrenal.


As crianças tratadas com medicamentos imunossupressores são mais suscetíveis a infecções73 do que as crianças saudáveis. Varicela104 e sarampo105, por exemplo, podem apresentar conseqüências mais graves ou até mesmo fatais em crianças recebendo tratamento com corticosteróides imunossupressores. Nestas crianças, ou em adultos que não tenham contraído estas doenças, deve-se ter cautela especial para evitar tal exposição. Se ocorrer exposição, pode-se usar terapia com imunoglobulina106 anti-varicela104-zoster43 (VZIG) ou "pool" de imunoglobulina106 intravenosa (IVIG), quando apropriado. Em caso de desenvolvimento de varicela104, pode ser considerado o tratamento com agentes antivirais.


Grupos de risco

Nos pacientes com insuficiência hepática116, pode ser necessária uma redução da dose. No tratamento de doenças hepáticas117 crônicas ativas com PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona), as principais reações adversas, como fratura118 vertebral, diabete, hipertensão88, catarata97 e síndrome de Cushing119, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes.


Nos pacientes com hipotireoidismo120 e naqueles com cirrose121 existe efeito acentuado dos corticosteróides


Pacientes com tuberculose52 ativa ou quiescente122 duvidosa, não devem utilizar PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona), exceto como adjuvante ao tratamento com fármacos tuberculostáticos, pois pode ocorrer recidiva75 da doença. A quimioprofilaxia é indicada durante o tratamento prolongado com corticosteróide.

Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose52. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão123 devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico124 precoce e tratamento.


Atenção diabéticos: contém solução de sorbitol3 70% (567,12 mg/mL).

Interações Medicamentosas de Prednisolon

Com base no seu potencial de significância clínica, foram selecionadas as seguintes interações medicamentosas com corticosteróides: antiácidos125; agentes antidiabéticos (oral ou insulina126); glicosídeos digitálicos; diuréticos127; fármacos que induzem as enzimas microssomais hepáticas117, tais como: barbitúricos, fenitoína e rifampicina; suplementos de potássio; ritodrina; medicações ou alimentos contendo sódio; somatropina; vacinas de vírus100 vivos ou outras imunizações.

Convulsões foram relatadas durante o uso concomitante de metilprednisolona e ciclosporina. Visto que o uso concomitante destes agentes resulta em inibição mútua do metabolismo128, é possível que os efeitos adversos associados ao uso isolado de cada medicamento sejam mais propensos a ocorrerem.


Os fármacos que induzem as enzimas hepáticas129, tais como fenobarbital, fenitoína e rifampicina, podem aumentar o "clearance" dos corticosteróides e podem requerer aumento da dose de corticosteróide para atingir a resposta desejada.


Fármacos como troleandomicina e cetoconazol podem inibir o metabolismo128 dos corticosteróides e conseqüentemente diminuir o seu "clearance". Portanto, a dose de corticosteróide deve ser adequada para evitar toxicidade130 esteroidal.


Pode ocorrer aumento do risco de toxicidade130 com salicilatos quando da interrupção da corticoterapia. Pacientes portadores de hipoprotrombinemia devem ter cautela quando do uso concomitante de aspirina com corticosteróides.


O efeito dos corticosteróides sobre os anticoagulantes131 orais é variável. Foram observados tanto aumento como diminuição dos efeitos dos anticoagulantes131, quando administrados concomitantemente a corticosteróides. Portanto, os índices de coagulação132 devem ser monitorados para manter o efeito anticoagulante133 desejado.


Em pacientes tratados com corticosteróides sistêmicos134, o uso de relaxantes musculares não-despolarizantes pode resultar em relaxamento prolongado.


O uso concomitante de estrogênios pode diminuir o metabolismo128 dos corticosteróides, incluindo a hidrocortisona. A necessidade de corticosteróide pode ser reduzida em pacientes que utilizam estrogênios (por exemplo: medicamentos contraceptivos).


Álcool

O risco de ulceração95 gastrintestinal ou hemorragia96 é aumentado quando o álcool é utilizado concomitantemente com os glicocorticóides.


Testes laboratoriais

Os glicocorticóides podem diminuir a absorção de I131
e as concentrações de iodo ligado às proteínas4, dificultando a monitoração da resposta terapêutica135 dos pacientes recebendo medicamento para tireoidite.

Os glicocorticóides podem produzir resultados falso-negativos no teste de tetrazólio nitroazul (NBT) para infecções73 bacterianas sistêmicas. Os glicocorticóides podem suprimir as reações de testes cutâneos.

Reações Adversas a Medicamentos de Prednisolon

Efeitos prejudiciais são pouco prováveis de ocorrerem com a administração a curto prazo de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona), mesmo em altas doses. A maioria das reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes de interrupção ou de uso prolongado em doses elevadas.


Os efeitos adversos associados ao uso dos corticosteróides em doses elevadas necessárias para produzir a resposta terapêutica135 são resultantes da ação excessiva sobre o balanço de eletrólito136: ação excessiva em outros aspectos do metabolismo128 incluindo gliconeogênese137; ação sobre a reconstituição tecidual e cicatrização e efeito inibitório da secreção de corticotropina pela glândula pituitária anterior138. A alteração do balanço hidroeletrolítico139 manifesta-se na retenção de sódio com edema140 e hipertensão88 e na excreção aumentada de potássio com o desenvolvimento de alcalose141 hipopotassêmica. Em casos extremos, pode induzir insuficiência cardíaca142. Alterações no balanço eletrolítico são naturalmente comuns com corticotropinas, cortisona, desoxicortona e hidrocortisona, mas ocorrem menos freqüentemente com derivados sintéticos como a prednisona e prednisolona. Outros efeitos metabólicos incluem mobilização de cálcio e fósforo, com osteoporose93 e fraturas espontâneas; depleção143 de nitrogênio e hiperglicemia144, com acentuação ou precipitação de estado diabético. As necessidades de insulina126 dos pacientes diabéticos são aumentadas e freqüentemente ocorre aumento do apetite.


Os efeitos sobre a reconstituição tecidual manifestam-se como ulceração95 péptica com hemorragia96 e perfuração, retardando a cicatrização de feridas e aumentando a predisposição para infecção77. Foi relatado aumento na suscetibilidade para todos os tipos de infecções73, incluindo septicemia145, infecções73 fúngicas146 e virais.


Doses elevadas de corticosteróides ou corticotropinas podem produzir sintomas82 típicos de hiperatividade do córtex adrenal, como "cara de lua", "corcova de búfalo", estrias e acne147, algumas vezes levando ao desenvolvimento completo da síndrome de Cushing119. Se a administração do hormônio148 for imediatamente descontinuada na presença destes sintomas82, eles são geralmente reversíveis, mas a brusca descontinuação pode ser perigosa. A dose de corticosteróide necessária para causar diminuição ou ausência da corticotropina no sangue149, com conseqüente atrofia80 do córtex adrenal e o tempo necessário para isto ocorrer são variáveis. A insuficiência14 adrenal aguda, com perda de consciência, pode ocorrer durante o tratamento prolongado ou na interrupção do tratamento e pode ser precipitada por infecção77 ou trauma.


Foi relatado retardo do crescimento em crianças e neste aspecto a cortisona apresenta 1/10 da potência quando comparada à prednisona e prednisolona. Outros efeitos tóxicos incluem alterações mentais e neurológicas, hipertensão88 intracraniana e na redução abrupta da dose durante o tratamento de artrite reumatóide22, fatalidades atribuídas a lesões150 de pequenas artérias151 e arteríolas152 similares à poliarterite.


Infecções73 podem ser mascaradas, visto que os corticosteróides apresentam propriedades antiinflamatórias e antipiréticas acentuadas e podem produzir sensação de bem-estar. A administração dos corticosteróides pode também causar redução no número de linfócitos circulantes. Fraqueza muscular é um efeito adverso ocasional da maioria dos corticosteróides, principalmente quando administrados em doses elevadas.


Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteróides e sua incidência13 eleva-se se a dose aumenta muito acima de 8 mg/ dia de prednisolona ou seu equivalente.

Freqüência de incidência13 de reações pós-comercialização


(> 5%)

Gastrintestinais: aumento de apetite; indigestão.


Neurológicas: nervosismo ou cansaço; insônia.

(1-5%)

Dermatológicas: reações alérgicas locais.


Gastrintestinais: podem ocorrer pancreatite153 e esofagite154 ulcerativa. Ulceração95 péptica é uma complicação ocasional. A elevada incidência13 de hemorragia96 e perfuração nestas úlceras41 e o seu desenvolvimento natural tornaram-se problemas terapêuticos graves. Alguns investigadores acreditam que a evidência disponível não suporta a conclusão que os esteróides causam úlcera155. Outros acreditam que apenas os pacientes com artrite reumatóide22 apresentam maior incidência13 de úlcera155. Foi proposto que os glicocorticóides alteram o mecanismo de defesa da mucosa156.


Oftalmológicas: o uso prolongado dos glicocorticóides pode resultar em catarata97 subcapsular posterior (particularmente em crianças), exoftalmia, ou aumento da pressão intraocular157 que pode resultar em glaucoma98 ou pode, ocasionalmente, danificar o nervo óptico e em casos raros, levar à cegueira.

O estabelecimento de infecções73 secundárias fúngicas146 ou virais dos olhos158 pode também ser intensificado.


Bioquímicas: todos os glicocorticóides aumentam a gliconeogênese137. A tolerância à glicose159 e a sensibilidade à insulina126 são diminuídas; desde que a função das ilhotas pancreáticas160 seja normal, o metabolismo128 dos carboidratos não é visivelmente perturbado. 1/5 dos pacientes tratados com elevadas doses de glicocorticóides desenvolveu diabete por esteróide.

O tratamento com doses elevadas de corticosteróides pode induzir hipertrigliceridemia acentuada, com plasma9 leitoso.


(< 1%)

Dermatológicas: os efeitos adversos dermatológicos dos corticosteróides incluem retardo da cicatrização das feridas, eritema161 facial, aumento da sudorese162, facilidade em ter hematoma163, hirsutismo164, erupção165 acneiforme na face166, peito167 e costas168, rubor nas estrias das coxas169, nádegas170 e ombros. Após vários meses de tratamento com doses elevadas, pode ocorrer diminuição da espessura da pele171. Manifestações dermatológicas de hipersensibilidade a corticosteróides incluem erupção165 cutânea172 e/ ou dermatite30 alérgica, urticária173 e angioedema174.

Corticosteróides induziram púrpura55 semelhante à púrpura55 senil. Esta púrpura55 normalmente ocorre em superfícies extensoras, no dorso175 da mão176 e na parte radial do antebraço177.


Neurológicas: os efeitos adversos neurológicos incluíram cefaléia178, vertigem179, atividade motora aumentada, neuropatia180 isquêmica, anormalidades no EEG e crises. Doses elevadas podem causar alterações comportamentais e de personalidade, variando de nervosismo, euforia ou alterações no humor a episódios psicóticos que podem incluir tanto estado maníaco quanto depressivo, estado paranóico e psicose181 tóxica aguda.

Há muito não se acredita que problemas psiquiátricos anteriores predispõem alterações comportamentais durante o tratamento com glicocorticóides. Inversamente, a ausência de uma história de doença psiquiátrica não é garantia contra a ocorrência de psicose181 durante a terapia hormonal.


Endócrinas: os efeitos endócrinos dos glicocorticóides envolvem variavelmente o eixo hipotalâmico-pituitário adrenal; a paratireóide e tireóide. Existem também efeitos metabólicos, envolvendo principalmente os carboidratos. Pode ocorrer supressão do crescimento nas crianças. A síndrome de Cushing119 pode resultar de elevação prolongada dos níveis plasmáticos de glicocorticóide.

Em alguns homens, o uso de corticosteróides resultou em aumento ou diminuição da motilidade e do número de espermatozóides182. Irregularidades menstruais são comuns.

Ocorre antagonismo entre a paratireóide e hipercorticismo. O hipoparatireoidismo latente pode não ser mascarado pela administração dos corticosteróides. A retenção de fosfato decorrente de insuficiência renal87 causada pela insuficiência14 adrenal pode também provocar manifestações de hipoparatireoidismo.


Gastrintestinais: os efeitos adversos gastrintestinais dos corticosteróides incluem náusea183, vômitos184, anorexia185 (que pode resultar em perda de peso), diarréia186 ou constipação187, distensão abdominal e irritação gástrica.


Cardiovascular: a atividade mineralocorticóide de um esteróide pode levar a retenção de sal e água, que pode resultar também em hipertensão88. Hipopotassemia188 pode causar arritmia189 e parada cardíaca.


Músculo-esqueléticas: osteoporose93 e fraturas por compressão vertebral podem ocorrer em pacientes de todas as idades. A osteoporose93 é uma indicação para a suspensão do tratamento.

Miopatia190, caracterizada por enfraquecimento da musculatura proximal191 dos braços, pernas e da sua musculatura pélvica192 e do ombro associadas, é ocasionalmente relatada em pacientes que estão sob tratamento com doses elevadas de corticosteróides e pode ser causada por relaxantes musculares não-despolarizantes. Isto pode ocorrer logo após o início do tratamento e pode ser suficientemente grave, impedindo os movimentos. Isto é uma indicação para a suspensão do tratamento.

Necrose193 asséptica avascular dos ossos foi freqüentemente descrita e envolve preferencialmente a cabeça194 do fêmur195 e úmero196.


Efeitos adversos causados pela interrupção do tratamento: fraqueza muscular, hipotensão197, hipoglicemia198, cefaléia178, náusea183, vômitos184, cansaço e dores musculares e nas articulações199. Fraqueza muscular e rigidez nas articulações199 podem persistir por um período de 3 a 6 meses após a descontinuação do tratamento. Reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes da interrupção ou do uso prolongado em altas doses.

As seguintes reações adversas foram relatadas; entretanto, não existe nenhuma informação sobre sua incidência13:

Gerais: retardo do crescimento em crianças pelo tratamento a longo prazo com corticosteróides.


Hematológicas: aumento da contagem total de leucócitos200, com aumento nos neutrófilos201 e diminuição nos monócitos202, linfócitos e eosinófilos203.


Imunológicas: a freqüência e a gravidade das infecções73 clínicas aumentam durante a terapia com glicocorticóide.


Reações graves ou com risco de vida: supressão do eixo hipotalâmico-pituitário adrenal é uma das conseqüências de administrações repetidas de glicocorticóides (ver item "ADVERTÊNCIAS"). Em alguns casos, a insuficiência14 adrenal aguda após um período de tratamento com glicocorticóides foi fatal.


Neurológicas: epilepsia90 latente pode ser manifestada pelo tratamento com corticosteróide. Tratamento a longo prazo pode resultar em hipertensão88 intracraniana benigna.


Superdose de Prednisolon

O tratamento da superdose é sintomático204, sendo que a dose deve ser diminuída ou o tratamento com o produto ser interrompido.

Armazenagem de Prednisolon

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) deve ser armazenado em sua embalagem original e em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).

Dizeres Legais de Prednisolon

Registro M.S.: 1.1300.0282.001-7Farmacêutico(a) responsável: Antonia A. Oliveira - CRF/SP-5854

Aventis Pharma Ltda.

Rua Conde Domingos Papais, 413

Suzano - São Paulo

Caixa Postal 20.215CEP: 04035-990

C.N.P.J.:02.685.377/0008-23

Indústria Brasileira

IB 090600B

Atendimento ao Consumidor: 0800-703-0014

www.aventispharma.com.br

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Bula do Paciente de Prednisolon

Princípio Ativo de Prednisolon

PrednisolonaMedicamentos genéricos
Prednisolona (Donaduzzi); Prednisolona (Medley); Prednisolona (Prati)
Outros medicamentos com o mesmo princípio ativo
Predsim (Schering Plough); Prelone (Asta Médica)

Predinisolon (Aventis Pharma)

Identificação de Prednisolon

Aventis Pharma Ltda
PREDNISOLON
fosfato sódico de prednisolona

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Prednisolon

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Via oral

Cartucho com 1 frasco contendo 100 mL de solução oral + seringa2 dosadora.

Composição

Cada 1 mL de solução oral contém:

fosfato sódico de prednisolona(*)....................1,34 mg

excipientes q.s.p. ....................1 mL

(metilparabeno, sorbitol3 (solução 70%), edetato dissódico, fosfato de sódio dibásico heptaidratado, fosfato monossódico anidro, essência de framboesa, água purificada).

(*) equivalente a 1 mg de prednisolona base


A solução oral de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) não contém corante ou álcool.

Informações ao Paciente de Prednisolon

Como Este Medicamento Funciona de Prednisolon

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) é um glicocorticóide sintético com as propriedades gerais dos corticosteróides. A prednisolona é um potente agente terapêutico que influencia o comportamento bioquímico da maioria dos tecidos do organismo.

A prednisolona possui uma atividade antiinflamatória potente.

Por Que Este Medicamento Foi Indicado de Prednisolon

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) está indicado nas seguintes condições abaixo.


Desordens das glândulas205: alterações das funções da glândula206 supra-renal207; nível aumentado de cálcio associado ao câncer19; tireoidite não supurativa.


Desordens reumáticas: processos inflamatórios da articulação208 como: artrite21 psoriásica; artrite reumatóide22, inclusive artrite reumatóide22 juvenil e outras doenças reumáticas como: espondilite anquilosante; bursite23 aguda e subaguda24; tenosinovite inespecífica aguda; artrite21 gotosa aguda; osteoartrite25 após traumatismos; sinovite26 osteoartrítica; epicondilite.


Doenças do colágeno209: lúpus27 eritematoso28 sistêmico29, dermatomiosite (polimiosite) sistêmica; cardite reumática aguda.


Doenças da pele171: pênfigo; dermatite30 herpetiforme bolhosa; eritema161 multifore severo (síndrome de Stevens-Johnson32); dermatite30 esfoliativa; micose33 fungóide; psoríase34 severa; dermatite30 seborréica severa.


Condições alérgicas: controle de condições alérgicas severas ou incapacitantes que não respondem aos meios convencionais de tratamento em: rinite35 alérgica permanente ou intermitente79; asma36 brônquica; dermatite30 de contato; dermatite30 atópica; doença do soro37; reações de alergia210 a medicamentos.


Doenças oculares: graves processos inflamatórios e alérgicos, agudos ou crônicos envolvendo o olho38 e seus anexos39, tais como: conjuntivite40 alérgica; inflamação45 da córnea42; úlceras41 marginais alérgicas da córnea42; herpes zoster43 oftálmico; inflamação45 da íris211; inflamação45 da íris211 e corpo ciliar212; infecção77 da retina213; inflamação45 do segmento anterior; inflamação45 do plexo coróide e úvea214; inflamação45 do nervo óptico, oftalmia simpática.


Doenças respiratórias: sarcoidose48 sintomática49; síndrome50 de Loëffler não controlável por outros meios; beriliose51; tuberculose52 pulmonar fulminante ou disseminada quando utilizado concomitantemente à quimioterapia53 antituberculosa adequada; pneumonite54 por aspiração.


Desordens no sangue149: alteração nas plaquetas215 em adultos e alguns tipos de anemia60.


Neoplasias61: para o tratamento paliativo62 de: leucemias e linfomas em adultos; leucemia63 aguda na infância.


Estados que cursam com inchaço216: para aumentar a quantidade de urina11 eliminada ou remissão da perda de proteínas4 pela urina11 da síndrome nefrótica66 idiopática56, sem altas taxas de uréia217 no sangue149, ou aquela devida ao lúpus27 eritematoso28.


Doenças gastrintestinais: doenças inflamatórias intestinais.


Sistema nervoso69: esclerose múltipla70.


Miscelânea: meningite71 tuberculosa com bloqueio subaracnóide ou bloqueio eminente, quando utilizada concomitantemente à quimioterapia53 apropriada para tratamento da tuberculose52; triquinose72 com envolvimento neurológico ou miocárdico.

Quando Não Devo Usar Este Medicamento de Prednisolon

CONTRA-INDICAÇÕES

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) é contra-indicado em infecções73 não controladas; infecções73 por micoses generalizadas; e também em casos de alergia210 conhecida à prednisona, prednisolona ou a qualquer componente da fórmula.

Não há contra-indicação relativa a faixas etárias.

ADVERTÊNCIAS

O médico deve avaliar o risco/ benefício para cada paciente quanto à dose e à duração do tratamento e quanto ao uso diário ou intermitente79 da medicação, pois as complicações devidas ao tratamento com glicocorticóides são dependentes da concentração da dose e da duração do tratamento.


Durante a terapia a longo prazo com corticosteróide, podem ocorrer supressão e diminuição do tamanho da adrenal e a secreção de corticotropina (hormônio148 da hipófise218) pode ser suprimida. A duração do tratamento e a dose são fatores importantes na determinação da supressão do eixo pituitário adrenal e na resposta ao "stress" no término do tratamento com esteróide. A suscetibilidade do paciente à supressão é também variável. Alguns pacientes podem recuperar rapidamente a sua função normal. Em outros, a produção de hidrocortisona (glicocorticóide) em resposta ao "stress" das infecções73, operações cirúrgicas ou acidentes pode ser insuficiente, resultando em óbito81. Portanto, a interrupção dos corticosteróides sempre deve ser feita de forma gradativa.


A interrupção abrupta do tratamento com corticosteróide pode precipitar uma diminuição da função da glândula206 supra renal219 (ver item sobre REAÇÕES ADVERSAS). Em alguns casos, os sintomas82 da interrupção podem parecer a reincidência220 clínica da doença para a qual o paciente estava em tratamento.


Como a prednisolona apresenta pequena atividade de retenção de sódio, os primeiros sinais83 habituais de superdose de hidrocortisona (ex.: aumento do peso corpóreo devido à retenção de líquidos) não são índices confiáveis de superdose de prednisolona. Devido a este fato, é recomendado que os níveis da dose não sejam excedidos e que todos os pacientes que estejam utilizando prednisolona fiquem sob cuidadosa supervisão médica. Todas as precauções pertinentes ao uso da hidrocortisona devem ser aplicadas ao PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona).


Verifique sempre o prazo de validade que se encontra na embalagem e confira o nome para não haver enganos. Não utilize PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) caso haja sinais83 de violação ou danificações da embalagem.


Cautela nas seguintes situações

Em casos de colite68 ulcerativa não-específica, se houver probabilidade de perfuração, abcesso ou outras infecções73 piogênicas iminentes. O medicamento deve ser usado com cautela também em pacientes com processo inflamatório de divertículos intestinais, cirurgias com anastomose85 intestinal recente, úlcera gástrica221 ou duodenal ativa ou latente, insuficiência14 dos rins222, pressão sangüínea223 alta e miastenia89 grave, quando esteróides são utilizados como terapia direta ou complementar.


Em pacientes com epilepsia90, diabete mellitus, aumento da uréia217 no sangue149 e na presença de função cardíaca diminuída ou insuficiência cardíaca congestiva92 (ver item sobre REAÇÕES ADVERSAS).


A possibilidade de desenvolvimento de osteoporose93 deve ser uma consideração importante no início e na manutenção do tratamento com corticosteróide, especialmente no período pós-menopausa94 (ver item sobre REAÇÕES ADVERSAS).


O risco de ulceração95 gastrintestinal ou hemorragia96 é aumentado quando o álcool é utilizado concomitantemente com os glicocorticóides.


Embora estudos clínicos controlados tenham demonstrado que os corticosteróides são eficazes na rapidez da resolução de exarcebações agudas de escleroses múltiplas, eles não demonstram que os corticosteróides afetam o último resultado ou a história natural da doença. Os estudos demonstram que doses relativamente elevadas de corticosteróides são necessárias para demonstrar um efeito significativo.


O uso prolongado de corticosteróides pode provocar catarata97 subcapsular posterior, aumento da pressão nos olhos158 com possível lesão99 do nervo óptico e pode intensificar o estabelecimento das infecções73 nos olhos158 causadas por fungos ou vírus100. Os corticosteróides devem ser usados com cautela nos pacientes com herpes simples ocular, devido à possível perfuração da córnea42.


Infecção77: os corticosteróides podem mascarar alguns sinais83 de infecções73 (tais como: febre78 e inflamação45) e novas infecções73 podem aparecer durante o seu uso. O uso de corticosteróides pode diminuir a resistência às infecções73 e pode haver incapacidade em se localizar a infecção77. A suscetibilidade à infecção77 não é específica para qualquer bactéria101 ou fungo224.


Os pacientes não devem receber vacinas de vírus100 vivos enquanto estiverem sob tratamento com corticosteróide. Outros procedimentos de imunização103 não devem ser utilizados nos pacientes em tratamento com corticosteróides, especialmente em doses elevadas, devido aos possíveis riscos de complicações neurológicas e ausência de resposta imunológica. Procedimentos de imunização103 podem ser realizados em pacientes que estejam recebendo corticosteróides como terapia de reposição.


Adultos recebendo tratamento com medicamentos imunossupressores e que não tenham contraído doenças como varicela104 e sarampo105, devem ter cautela especial para evitar estas exposições. Em caso de exposição, procure seu médico.


Foi relatado Sarcoma de Kaposi107 em pacientes recebendo tratamento com corticosteróides.


A descontinuação dos corticosteróides pode resultar em debilitação clínica.


Cuidados a serem considerados antes do uso de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona)

Durante o tratamento a longo prazo, deve-se realizar estudos laboratoriais e metabólicos. A retenção de líquidos deve ser monitorada pelo balanço de líquidos e pesagem diária. Pode ser necessário reduzir a ingestão de sódio para menos do que 1 g diário e também de suplementos de potássio.

Risco de uso por via de administração não recomendada.

Não há estudos dos efeitos de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral.

Gravidez108

Informe seu médico a ocorrência de gravidez108 na vigência do tratamento com PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) ou após o seu término.


Nas experiências realizadas com animais, os corticosteróides causaram malformações109 de diversos tipos (fenda palatina, malformações109 esqueléticas) e aborto. Estes resultados não parecem ser relevantes em humanos.


Após tratamento em longo prazo, foi relatada redução da placenta e do peso fetal em animais e em humanos.


Devido à possibilidade de supressão do córtex adrenal do recém-nascido, após tratamento prolongado da mãe, a prescrição pelo médico de corticosteróides a mulheres grávidas deve ser feita com cautela, considerando o risco ao feto110.


No período pré-parto, o uso de corticosteróides em curto prazo, para a prevenção da síndrome50 de insuficiência respiratória111, não causou risco ao feto110 ou ao recém-nascido.


Edema pulmonar112 materno com tocólise e excesso de líquidos foram relatados com o uso de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona).


Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Amamentação225

Informar ao médico se estiver amamentando. A administração de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) não é recomendada durante a amamentação225.

O fármaco7 é excretado no leite materno; portanto, não se recomenda a administração a mulheres que estejam amamentando.


INFORME AO MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA O APARECIMENTO DE REAÇÕES INDESEJÁVEIS.


INFORME AO SEU MÉDICO OU CIRURGIÃO-DENTISTA SE VOCÊ ESTÁ FAZENDO USO DE ALGUM OUTRO MEDICAMENTO.


NÃO USE MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE1.

PRECAUÇÕES
Pacientes idosos

Pacientes idosos devem ter cautela com o uso de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona), pois são mais suscetíveis a reações adversas.

Crianças

As crianças que utilizam esteróides a longo prazo devem ser cuidadosamente observadas em relação ao aparecimento de reações adversas graves potenciais, como: obesidade115, retardo no crescimento, osteoporose93 e supressão da glândula206 supra renal219.


As crianças tratadas com medicamentos imunossupressores são mais suscetíveis a infecções73 do que as crianças saudáveis. Varicela104 e sarampo105, por exemplo, podem apresentar conseqüências mais graves ou até mesmo fatais em crianças recebendo tratamento com corticosteróides imunossupressores. Nestas crianças, ou em adultos que não tenham contraído estas doenças, deve-se ter cautela especial para evitar tal exposição. Se ocorrer exposição, procure seu médico.


Restrições a grupos de risco

Nos pacientes com insuficiência14 do fígado10, pode ser necessária uma redução da dose. No tratamento com PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) em doenças crônicas ativas do fígado10, as principais reações adversas, como fratura118 vertebral, diabetes226, pressão sangüínea223 alta, catarata97 e síndrome de Cushing119, ocorreram em cerca de 30% dos pacientes.


Nos pacientes com diminuição da função da tireóide e naqueles com cirrose121 existe efeito acentuado dos corticosteróides.


Pacientes com tuberculose52 ativa ou não-ativa duvidosa, não devem utilizar PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona), exceto como complemento ao tratamento com medicamentos tuberculostáticos, pois pode ocorrer reincidência220 da doença. Um tratamento preventivo227 contra a tuberculose52 é indicado durante o tratamento prolongado com corticosteróide.


Medicamentos imunossupressores podem ativar focos primários de tuberculose52. Os médicos que acompanham pacientes sob imunossupressão123 devem estar alertas quanto à possibilidade de surgimento de doença ativa, tomando, assim, todos os cuidados para o diagnóstico124 precoce e tratamento.


Atenção diabéticos: contém solução de sorbitol3 70% (567,12 mg/mL).

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Com base no seu potencial de significância clínica, foram selecionadas as seguintes interações medicamentosas com corticosteróides: antiácidos125; agentes antidiabéticos (oral ou insulina126); glicosídeos digitálicos; diuréticos127; medicamentos que induzem enzimas microssomais do fígado10, tais como: barbitúricos, fenitoína e rifampicina; suplementos de potássio; ritodrina; medicações ou alimentos contendo sódio; somatropina; vacinas de vírus100 vivos ou outras imunizações.


Convulsões foram relatadas durante o uso concomitante de metilprednisolona e ciclosporina. Visto que o uso concomitante destes agentes resulta em inibição mútua do metabolismo128, é possível que os efeitos adversos associados ao uso isolado de cada medicamento sejam mais propensos a ocorrerem.


Os medicamentos que induzem as enzimas do fígado10, como fenobarbital, fenitoína e rifampicina, podem aumentar a eliminação dos corticosteróides e podem requerer aumento da dose de corticosteróide para atingir a resposta desejada.


Medicamentos como troleandomicina e cetoconazol podem inibir o metabolismo128 dos corticosteróides e conseqüentemente diminuir a eliminação. Portanto, a dose de corticosteróide deve ser adequada para evitar toxicidade130 esteroidal.


Pode ocorrer aumento do risco de toxicidade130 com salicilatos quando da interrupção da terapia com corticosteróides. Pacientes portadores de hipoprotrombinemia devem ter cautela quando do uso concomitante de aspirina com corticosteróides.


O efeito dos corticosteróides sobre os anticoagulantes131 orais é variável. Foram observados tanto aumento como diminuição dos efeitos dos anticoagulantes131, quando administrados concomitantemente com corticosteróides. Portanto, os índices de coagulação132 devem ser monitorados para manter o efeito anticoagulante133 desejado.


Em pacientes tratados com corticosteróides sistêmicos134, o uso de relaxantes musculares não-despolarizantes pode resultar em relaxamento prolongado.


O uso concomitante de estrogênios pode diminuir o metabolismo128 dos corticosteróides, incluindo a hidrocortisona. A necessidade de corticosteróide pode ser reduzida em pacientes que utilizam estrogênios (por exemplo: medicamentos contraceptivos)


Álcool

O risco de ulceração95 gastrintestinal ou hemorragia96 é aumentado quando o álcool é utilizado concomitantemente aos glicocorticóides.


Exames de laboratório

Os glicocorticóides podem diminuir a absorção de iodo e as concentrações de iodo ligado às proteínas4, dificultando a monitoração da resposta terapêutica135 dos pacientes recebendo medicamento para tireoidite.

Os glicocorticóides podem produzir resultados falso-negativos no teste para infecções73 bacterianas sistêmicas. Os glicocorticóides podem suprimir as reações de testes cutâneos.

Como Devo Usar Este Medicamento de Prednisolon

ASPECTO FÍSICO
Solução límpida, incolor a levemente amarelada.

CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS
Odor e sabor framboesa.

DOSAGEM

A dose inicial de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) poderá variar de 5 a 60 mL (5 a 60 mg de prednisolona básica) por dia, dependendo da doença específica em tratamento.


Em situações de menor gravidade, doses mais baixas podem ser suficientes, enquanto que determinados pacientes necessitam de doses iniciais mais elevadas.


A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que se observe uma resposta clínica favorável. Se após um período razoável de tempo não houver uma resposta clínica favorável, o tratamento com a prednisolona deverá ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia apropriada.


Deve ser enfatizado que as necessidades posológicas são variáveis e devem ser individualizadas, tendo por base a gravidade da doença e a resposta do paciente ao tratamento.


Após a obtenção de uma resposta favorável, a dose de manutenção deverá ser determinada diminuindo gradativamente a dose inicial a intervalos apropriados, até atingir a dose mínima efetiva.


É necessário que o médico observe constantemente o paciente em relação à posologia.


Dentre as situações que tornam necessário o ajuste de dosagem incluem-se as alterações do quadro clínico por remissão ou exacerbação da doença, a resposta individual do paciente à medicação e o efeito da exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença sob tratamento. Neste último caso, poderá ser necessário o aumento da dose de prednisolona por um período de tempo adequado à condição do paciente.


Caso seja necessário interromper o tratamento com PREDNISOLON 1 mg/mL (fosfato sódico de prednisolona) após um longo período de tempo, recomenda-se que a dose seja reduzida gradualmente, e nunca abruptamente.


Procedimentos terapêuticos que devem ser realizados em todo tratamento com corticosteróides

A dose deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando o medicamento for administrado por mais do que alguns dias para evitar o risco de insuficiência14 relativa da supra-renal207 (ver item "ADVERTÊNCIAS").


É essencial uma supervisão contínua do paciente após a finalização do tratamento com corticosteróide, pois pode ocorrer reincidência220 de graves manifestações da patologia76 para a qual o paciente foi tratado.


Em geral, a dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a resposta seja observada. A dose deve então ser gradualmente reduzida até que se alcance a menor dose que mantém uma resposta clínica adequada.

Posologia para casos especiais


"Stress" e Doença intercorrente

Nos pacientes sob tratamento prolongado com corticosteróide sujeitos ao "stress" por traumatismos ou infecção77, geralmente, a dose de esteróide deve ser aumentada para cobrir o período de "stress".

Para infecções73 moderadas sem febre78, nenhum aumento é necessário. Para infecções73 mais graves, a dose de prednisolona deve ser duplicada (para um máximo de 20 mg ao dia, caso a dose usual seja inferior a esta).


Insuficiência14 adrenocortical

Insuficiência14 adrenocortical secundária induzida por medicamentos pode ser resultante de uma retirada muito brusca de corticosteróides e pode ser minimizada pela redução gradual da dose (ver item "ADVERTÊNCIAS"). Este tipo de insuficiência14 relativa pode persistir durante meses após a descontinuação do tratamento; portanto, em qualquer situação de "stress" durante este período, pode ser necessário retomar a terapia hormonal. Se o paciente já está recebendo esteróides, pode ser necessário aumento de dose.

Conduta necessária caso haja esquecimento de administração

Em caso de esquecimento de alguma dose, consultar o médico sobre a conduta a ser adotada.

COMO USAR

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) vem acompanhado de uma seringa2 graduada e de um adaptador. Deve-se acoplar este adaptador à boca74 do frasco antes de administrar o produto. A função deste adaptador é permitir que seja retirada, com o auxílio da seringa2 graduada, a quantidade exata de solução oral a ser administrada mesmo quando o conteúdo do frasco estiver no final.


PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) deve ser administrado por via oral com o auxílio da seringa2 graduada que acompanha o medicamento.

SIGA A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO, RESPEITANDO SEMPRE OS HORÁRIOS, AS DOSES E A DURAÇÃO DO TRATAMENTO.


NÃO INTERROMPA O TRATAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.

NÃO USE O MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO. ANTES DE USAR OBSERVE O ASPECTO DO MEDICAMENTO.

Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Causar de Prednisolon

Efeitos prejudiciais são pouco prováveis de ocorrerem com a administração em curto prazo de PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona), mesmo em altas doses. A maioria das reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes de interrupção ou de uso prolongado em doses elevadas.

Em doses elevadas necessárias para produzir a resposta esperada, os efeitos adversos associados ao uso dos corticosteróides são resultantes da:

Ação excessiva sobre a troca de eletrólitos228;

Ação excessiva em outros aspectos do metabolismo128 incluindo formação de glicose159;

Ação sobre a reconstituição das células6 e cicatrização;

E efeito inibitório da secreção de hormônio148 pela supra-renal207 através da hipófise218;

A alteração do balanço entre água e eletrólitos228 manifesta-se na retenção de sódio: com inchaço216 e aumento da pressão sangüínea223; e na maior perda de potássio pela urina11: com o desenvolvimento de alcalose141 com baixo potássio. Em casos extremos, pode induzir à insuficiência cardíaca142.


Alterações no balanço eletrolítico são naturalmente comuns com hormônios da supra-renal207 e hipófise218, mas ocorrem menos freqüentemente com derivados sintéticos como a prednisona e prednisolona.


Outros efeitos do metabolismo128 incluem mudança de posição de cálcio e fósforo, com osteoporose93 e fraturas espontâneas; perda de nitrogênio e aumento da glicose159, com piora ou precipitação de estado diabético. As necessidades de insulina126 dos pacientes diabéticos são aumentadas e freqüentemente ocorre aumento do apetite.


Os efeitos sobre a reconstituição das células6 manifestam-se como ulceração95 no estômago229 e/ou duodeno230 com sangramento e perfuração, retardando a cicatrização de feridas e aumentando a predisposição para infecção77. Foi relatado aumento na suscetibilidade para todos os tipos de infecções73, incluindo infecção77 generalizada, infecções73 por fungos e vírus100.


Doses elevadas de corticosteróides ou corticotropinas podem produzir sintomas82 típicos de aumento da atividade da supra-renal207, como "cara de lua", "corcova de búfalo", estrias e acne147, algumas vezes levando ao desenvolvimento completo da síndrome de Cushing119. Se a administração do hormônio148 for imediatamente suspensa na presença destes sintomas82, eles são geralmente reversíveis, mas a brusca suspensão pode ser perigosa. A dose de corticosteróide necessária para causar diminuição ou ausência da corticotropina no sangue149, com conseqüente atrofia80 da supra-renal207 e o tempo necessário para isto ocorrer são variáveis. A insuficiência14 aguda da supra-renal207, com perda de consciência, pode ocorrer durante o tratamento prolongado ou na interrupção do tratamento e pode ser precipitada por infecção77 ou traumatismos.


Foi relatado retardo do crescimento em crianças e neste aspecto a cortisona apresenta 1/10 da potência quando comparada à prednisona e prednisolona. Outros efeitos tóxicos incluem alterações mentais e neurológicas, aumento da pressão sangüínea223 dentro do crânio231 e na redução abrupta da dose durante o tratamento de artrite reumatóide22, fatalidades atribuídas a lesões150 de pequenas artérias151 e arteríolas152.


Infecções73 podem ser mascaradas, visto que os corticosteróides apresentam propriedades antiinflamatórias e para diminuição da febre78 e podem produzir sensação de bem-estar. A administração dos corticosteróides pode também causar redução no número de células brancas do sangue232 responsáveis pela imunidade233. Fraqueza muscular é um evento adverso ocasional da maioria dos corticosteróides, principalmente quando administrados em doses elevadas.


Ocorrem efeitos tóxicos com todas as preparações de corticosteróides e sua incidência13 eleva-se se a dose aumenta muito acima de 8 mg/ dia de prednisolona ou seu equivalente.

Freqüência de incidência13 de reações pós-comercialização


(> 5%)

Gastrintestinais: aumento de apetite; indigestão.


Neurológicas: nervosismo ou cansaço; insônia.

(1-5%)

Dermatológicas: reações alérgicas locais.


Gastrintestinais: podem ocorrer inflamação45 do pâncreas234 e ulceração95 no esôfago235. Ulceração95 em estômago229 e/ou duodeno230 é uma complicação ocasional. A elevada incidência13 de sangramento e perfuração nestas úlceras41 e o seu desenvolvimento natural tornaram-se problemas graves. Alguns investigadores acreditam que a evidência disponível não suporta a conclusão que os esteróides causam úlcera155. Outros acreditam que apenas os pacientes com artrite reumatóide22 apresentam maior incidência13 de úlcera155. Foi proposto que os glicocorticóides alteram o mecanismo de defesa da mucosa156.


Oftalmológicas: o uso prolongado dos glicocorticóides pode resultar em catarata97 (particularmente em crianças), projeção do globo ocular236 para frente, ou aumento da pressão dentro do olho38 que pode resultar em glaucoma98 ou pode, ocasionalmente, danificar o nervo óptico e em casos raros, levar à cegueira.

O estabelecimento de infecções73 secundárias por fungos ou vírus100 dos olhos158 pode também ser intensificado.


Bioquímicas: todos os glicocorticóides aumentam a formação de glicose159. A tolerância à glicose159 e a sensibilidade à insulina126 são diminuídas; desde que a função do pâncreas234 seja normal, o metabolismo128 dos carboidratos não é visivelmente perturbado. 1/5 dos pacientes tratados com elevadas doses de glicocorticóides desenvolveu diabetes226 por esteróide.

O tratamento com doses elevadas de corticosteróides pode induzir ao aumento acentuado dos triglicérides237 no sangue149, com plasma9 leitoso.

(< 1%)

Dermatológicas: os efeitos adversos dermatológicos dos corticosteróides incluem retardo da cicatrização das feridas, face166 avermelhada, aumento do suor, facilidade em ter hematoma163, barba, acne147 na face166, peito167 e costas168, estrias das coxas169 avermelhadas, nádegas170 e ombros. Após vários meses de tratamento com doses elevadas, pode ocorrer diminuição da espessura da pele171. Manifestações dermatológicas alérgicas a corticosteróides incluem erupção165 cutânea172 e/ ou dermatite30 alérgica, urticária173 e angioedema174.

Áreas arroxeadas normalmente ocorrem em superfícies extensoras, no dorso175 da mão176 e na parte radial do antebraço177.


Neurológicas: incluem dor de cabeça194, tontura238, atividade motora aumentada, alterações isquêmicas de nervos, alterações no eletroencefalograma239 (EEG) e crises. Doses elevadas podem causar alterações comportamentais e de personalidade, variando de nervosismo, euforia ou alterações no humor a episódios psicóticos que podem incluir tanto estado maníaco quanto depressivo, estado paranóico e psicose181 tóxica aguda.

Há muito não se acredita que problemas psiquiátricos anteriores predispõem alterações comportamentais durante o tratamento com glicocorticóides. Inversamente, a ausência de uma história de doença psiquiátrica não é garantia contra a ocorrência de psicose181 durante a terapia hormonal.


Endócrinas: envolvem variavelmente o eixo entre o hipotálamo240, no cérebro241, e a glândula206 supra-renal207; a paratireóide e tireóide. Existem também efeitos metabólicos, envolvendo principalmente os carboidratos. Pode ocorrer supressão do crescimento nas crianças. A síndrome de Cushing119 pode resultar de elevação prolongada dos níveis de glicocorticóide no sangue149.

Em alguns homens, o uso de corticosteróides resultou em aumento ou diminuição da motilidade e do número de espermatozóides182. Irregularidades menstruais são comuns.

Ocorre antagonismo entre a paratireóide e hipercorticismo. O hipoparatireoidismo latente pode não ser mascarado pela administração dos corticosteróides. A retenção de fosfato decorrente de insuficiência renal87 causada pela insuficiência14 adrenal pode também provocar manifestações de hipoparatireoidismo.


Gastrintestinais: incluem náusea183, vômitos184, perda do apetite (que pode resultar em perda de peso), diarréia186 ou prisão de ventre, distensão abdominal e irritação do estômago229.


Cardiovascular: retenção de sal e água, que pode resultar também em aumento da pressão sangüínea223. Queda dos níveis de potássio no sangue149 pode causar arritmia189 e parada cardíaca.


Músculo-esqueléticas: osteoporose93 e fraturas por compressão de vértebras podem ocorrer em pacientes de todas as idades. A osteoporose93 é uma indicação para a suspensão do tratamento.

Miopatia190, caracterizada por enfraquecimento da musculatura proximal191 dos braços, pernas e da sua musculatura da bacia e do ombro associadas, é ocasionalmente relatada em pacientes que estão sob tratamento com doses elevadas de corticosteróides e pode ser causada por relaxantes musculares não-despolarizantes. Isto pode ocorrer logo após o início do tratamento e pode ser suficientemente grave, impedindo os movimentos. Isto é uma indicação para a suspensão do tratamento.

Morte de células6 dos ossos foi freqüentemente descrita e envolve preferencialmente a cabeça194 do fêmur195 e úmero196.


Efeitos adversos causados pela interrupção do tratamento: fraqueza muscular, queda da pressão sangüínea223, queda da taxa de açúcar242 no sangue149 (hipoglicemia198), dor de cabeça194, náusea183, vômitos184, cansaço e dores musculares e nas articulações199. Fraqueza muscular e endurecimento nas articulações199 podem persistir por um período de 3 a 6 meses após a descontinuação do tratamento. Reações adversas dos corticosteróides são aquelas resultantes da interrupção ou do uso prolongado em altas doses.

As seguintes reações adversas foram relatadas; entretanto, não existe nenhuma informação sobre sua incidência13.


Gerais: retardo do crescimento em crianças pelo tratamento a longo prazo com corticosteróides.


No sangue149: aumento da contagem total de leucócitos200, com aumento nos neutrófilos201 e diminuição nos monócitos202, linfócitos e eosinófilos203.


Imunológicas: a freqüência e a gravidade das infecções73 clínicas aumentam durante a terapia com glicocorticóide.


Reações graves ou com risco de vida: supressão do eixo entre o hipotálamo240 e a supra-renal207 é uma das conseqüências de administrações repetidas de glicocorticóides (ver item "ADVERTÊNCIAS"). Em alguns casos, a insuficiência14 adrenal aguda após um período de tratamento com glicocorticóides foi fatal.


Neurológicas: epilepsia90 latente pode ser manifestada pelo tratamento com corticosteróide. Tratamento em longo prazo pode resultar em aumento da pressão sangüínea223 benigna dentro do crânio231.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA GRANDE QUANTIDADE DESTE MEDICAMENTO DE UMA SÓ VEZ?


Os primeiros sinais83 habituais de superdose de hidrocortisona (ex.: aumento do peso corpóreo devido à retenção de líquidos) não são índices confiáveis de superdose de prednisolona. Devido a este fato, é recomendado que os níveis da dose não sejam excedidos e que todos os pacientes que estejam utilizando prednisolona fiquem sob cuidadosa supervisão médica. Todas as precauções pertinentes ao uso da hidrocortisona devem ser aplicadas ao PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona).


Em caso de superdose acidental, procure imediatamente atendimento médico de emergência243.


O tratamento da superdose é sintomático204, sendo que a dose deve ser diminuída ou o tratamento com o produto ser interrompido.

Onde e Como Devo Guardar Este Medicamento de Prednisolon

PREDNISOLON (fosfato sódico de prednisolona) deve ser mantido em sua embalagem original, com a tampa bem fechada e em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).

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Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
3 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
4 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
5 Citoplasma: Espaço da célula compreendido entre a membrana plasmática e a membrana nuclear nos seres eucariotos. Contém um fluido viscoso chamado de hialoplasma, citosol ou citoplasma fundamental, constituído basicamente por íons dissolvidos em solução aquosa e substâncias de fundamental necessidade à síntese de moléculas orgânicas (carboidratos e proteínas). Ele é considerado um coloide, onde estão imersos mitocôndrias, peroxissomos, lisossomos, cloroplastos, vacúolos, ribossomos, complexo de Golgi, citoesqueleto e retículo endoplasmático liso e rugoso.
6 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
7 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
8 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
9 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
10 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
11 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
12 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
13 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
14 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
15 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
16 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
17 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
18 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
19 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
20 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
21 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
22 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
23 Bursite: Doença ortopédica caracterizada pela inflamação da bursa, uma bolsa cheia de líquido, existente no interior das articulações, cuja finalidade é amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos. A bursite pode acontecer em qualquer articulação (joelhos, cotovelos, quadris, etc.), mas é mais comum no ombro.
24 Subaguda: Levemente aguda ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
25 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
26 Sinovite: Inflamação da membrana sinovial, uma fina camada de tecido conjuntivo que reveste estruturas como tendões musculares, cápsulas articulares e bolsas sinoviais.
27 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
28 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
29 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
30 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
31 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
32 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
33 Micose: Infecção produzida por fungos. Pode ser superficial, quando afeta apenas pele, mucosas e seus anexos, ou profunda, quando acomete órgãos profundos como pulmões, intestinos, etc.
34 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
35 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
36 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
37 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
38 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
39 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
40 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
41 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
42 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
43 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
44 Irite: Inflamação da íris, iridite.
45 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
46 Uveíte: Uveíte é uma inflamação intraocular que compromete total ou parcialmente a íris, o corpo ciliar e a coroide (o conjunto dos três forma a úvea), com envolvimento frequente do vítreo, retina e vasos sanguíneos.
47 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
48 Sarcoidose: Sarcoidose ou Doença de Besnier-Boeck é caracterizada pelo aparecimento de pequenos nódulos inflamatórios (granulomas) em vários órgãos. A doença pode afetar qualquer orgão do corpo, mas os mais atingidos são os pulmões , os gânglios linfáticos (ínguas ), o fígado, o baço e a pele.
49 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
50 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
51 Beriliose: Inflamação pulmonar causada pela inalação de poeira ou gases que contêm berílio. No passado, o berílio era comumente extraído para ser utilizado nas indústrias eletrônicas e químicas e na fabricação de lâmpadas fluorescentes. Atualmente, ele é utilizado principalmente na indústria aeroespacial. Além dos trabalhadores dessas indústrias, alguns indivíduos que habitam regiões próximas a refinarias de berílio também apresentam beriliose. Difere das outras doenças pulmonares, pois os problemas pulmonares parecem ocorrer apenas em indivíduos sensíveis ao berílio - cerca de 2% daqueles que entram em contato com a substância.
52 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
53 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
54 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
55 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
56 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
57 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
58 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
59 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
60 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
61 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
62 Paliativo: 1. Que ou o que tem a qualidade de acalmar, de abrandar temporariamente um mal (diz-se de medicamento ou tratamento); anódino. 2. Que serve para atenuar um mal ou protelar uma crise (diz-se de meio, iniciativa etc.).
63 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
64 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
65 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
66 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
67 Uremia: Doença causada pelo armazenamento de uréia no organismo devido ao mal funcionamento renal. Os sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de apetite, fraqueza e confusão mental.
68 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
69 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
70 Esclerose múltipla: Doença degenerativa que afeta o sistema nervoso, produzida pela alteração na camada de mielina. Caracteriza-se por alterações sensitivas e de motilidade que evoluem através do tempo produzindo dano neurológico progressivo.
71 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
72 Triquinose: Doença parasitária transmitida ao homem através da ingestão de carne crua ou mal cozida e que esteja contaminada. Seu agente causal é a Trichinella spiralis, e manifesta-se por diarréia, dores musculares e febre. Não é comum em nosso meio.
73 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
74 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
75 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
76 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
77 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
78 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
79 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
80 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
81 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
82 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
83 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
84 Diverticulite: Inflamação aguda da parede de um divertículo colônico. Produz dor no quadrante afetado (em geral o inferior esquerdo), febre, etc.Necessita de tratamento com antibióticos por via endovenosa e raramente o tratamento é cirúrgico.
85 Anastomose: 1. Na anatomia geral, é a comunicação natural direta ou indireta entre dois vasos sanguíneos, entre dois canais da mesma natureza, entre dois nervos ou entre duas fibras musculares. 2. Na anatomia botânica, é a união total ou parcial de duas estruturas como vasos, ramos, raízes. 3. Formação cirúrgica de uma passagem entre duas estruturas tubulares ou ocas ou também é a junção ou ligação patológica entre dois espaços ou órgãos normalmente separados.
86 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
87 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
88 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
89 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
90 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
91 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
92 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
93 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
94 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
95 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
96 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
97 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
98 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
99 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
100 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
101 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
102 Fúngico: Relativo à ou produzido por fungo.
103 Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
104 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
105 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
106 Imunoglobulina: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
107 Sarcoma de Kaposi: Câncer originado de células do tecido vascular, freqüentemente associado à AIDS. Manifesta-se por lesões vermelho-violáceas em diferentes territórios cutâneos e mucosos.
108 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
109 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
110 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
111 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
112 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
113 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
114 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
115 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
116 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
117 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
118 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
119 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
120 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
121 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
122 Quiescente: Que está sossegado, em paz; quieto, tranquilo.
123 Imunossupressão: Supressão das reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A, etc.) ou agentes imunoterápicos (anticorpos monoclonais, por exemplo); que é utilizada em alergias, doenças autoimunes, etc. A imunossupressão é impropriamente tomada por alguns como sinônimo de imunodepressão.
124 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
125 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
126 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
127 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
128 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
129 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
130 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
131 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
132 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
133 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
134 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
135 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
136 Eletrólito: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
137 Gliconeogênese: Formação de novo açúcar. É o caminho pelo qual é produzida a glicose a partir de compostos aglicanos (não-açúcares ou não-carboidratos), sendo a maior parte deste processo realizado no fígado (principalmente em jejum) e uma menor parte realizada no córtex renal.
138 Glândula Pituitária Anterior: Lobo glandular anterior da hipófise, também conhecido como adenohipófise. Secreta os HORMÔNIOS ADENOHIPOFISÁRIOS que regulam funções vitais como CRESCIMENTO, METABOLISMO e REPRODUÇÃO.
139 Hidroeletrolítico: Aproximadamente 60% do peso de um adulto são representados por líquido (água e eletrólitos). O líquido corporal localiza-se em dois compartimentos, o espaço intracelular (dentro das células) e o espaço extracelular (fora das células). Os eletrólitos nos líquidos corporais são substâncias químicas ativas. Eles são cátions, que carregam cargas positivas, e ânions, que transportam cargas negativas. Os principais cátions são os íons sódio, potássio, cálcio, magnésio e hidrogênio. Os principais ânions são os íons cloreto, bicarbonato, fosfato e sulfato.
140 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
141 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
142 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
143 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
144 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
145 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
146 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
147 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
148 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
149 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
150 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
151 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
152 Arteríolas: As menores ramificações das artérias. Estão localizadas entre as artérias musculares e os capilares.
153 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
154 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
155 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
156 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
157 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
158 Olhos:
159 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
160 Ilhotas Pancreáticas: Estruturas microscópicas irregulares constituídas por cordões de células endócrinas espalhadas pelo PÂNCREAS entre os ácinos exócrinos. Cada ilhota é circundada por fibras de tecido conjuntivo e penetrada por uma rede de capilares. Há quatro tipos principais de células. As células beta, mais abundantes (50-80 por cento) secretam INSULINA. As células alfa (5-20 por cento) secretam GLUCAGON. As células PP (10-35 por cento) secretam o POLIPEPTÍDEO PANCREÁTICO. As células delta (aproximadamente 5 por cento) secretam SOMATOSTATINA.
161 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
162 Sudorese: Suor excessivo
163 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
164 Hirsutismo: Presença de pêlos terminais (mais grossos e escuros) na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina, como acima dos lábios, no mento, em torno dos mamilos e ao longo da linha alba no abdome inferior. Pode manifestar-se como queixa isolada ou como parte de um quadro clínico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo (acne, seborréia, alopécia), virilização (hipertrofia do clitóris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade.
165 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
166 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
167 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
168 Costas:
169 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
170 Nádegas:
171 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
172 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
173 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
174 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
175 Dorso: Face superior ou posterior de qualquer parte do corpo. Na anatomia geral, é a região posterior do tronco correspondente às vértebras; costas.
176 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
177 Antebraço:
178 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
179 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
180 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
181 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
182 Espermatozóides: Células reprodutivas masculinas.
183 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
184 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
185 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
186 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
187 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
188 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
189 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
190 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
191 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
192 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
193 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
194 Cabeça:
195 Fêmur: O mais longo e o maior osso do esqueleto; está situado entre o quadril e o joelho. Sinônimos: Trocanter
196 Úmero:
197 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
198 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
199 Articulações:
200 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
201 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
202 Monócitos: É um tipo de leucócito mononuclear fagocitário, que se forma na medula óssea e é posteriormente transportado para os tecidos, onde se desenvolve em macrófagos.
203 Eosinófilos: Eosinófilos ou granulócitos eosinófilos são células sanguíneas responsáveis pela defesa do organismo contra parasitas e agentes infecciosos. Também participam de processos inflamatórios em doenças alérgicas e asma.
204 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
205 Glândulas: Grupo de células que secreta substâncias. As glândulas endócrinas secretam hormônios e as glândulas exócrinas secretam saliva, enzimas e água.
206 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
207 Supra-renal:
208 Articulação: 1. Ponto de contato, de junção de duas partes do corpo ou de dois ou mais ossos. 2. Ponto de conexão entre dois órgãos ou segmentos de um mesmo órgão ou estrutura, que geralmente dá flexibilidade e facilita a separação das partes. 3. Ato ou efeito de articular-se. 4. Conjunto dos movimentos dos órgãos fonadores (articuladores) para a produção dos sons da linguagem.
209 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
210 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
211 Íris: Membrana arredondada, retrátil, diversamente pigmentada, com um orifício central, a pupila, que se situa na parte anterior do olho, por trás da córnea e à frente do cristalino. A íris é a estrutura que dá a cor ao olho. Ela controla a abertura da pupila, regulando a quantidade de luz que entra no olho.
212 Corpo Ciliar: Um anel de tecido que se estende do esporão escleral à ora serrata da retina. Consiste de uma porção uveal e uma porção epitelial. O músculo ciliar localiza-se na porção uveal e os processos ciliares na porção epitelial.
213 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
214 Úvea: A úvea, também chamada trato uveal, consta de três estruturas: a íris, o corpo ciliar e a coroide. A íris, o anel colorido que rodeia a pupila negra, abre-se e fecha-se como a lente de uma câmara fotográfica. O corpo ciliar é o conjunto de músculos que dilatam o cristalino para que o olho possa focar os objetos próximos e que o tornam mais fino ao focar os mais distantes. A coroide é o revestimento interior do olho que se estende desde a extremidade dos músculos ciliares até ao nervo óptico, localizado na parte posterior do olho.
215 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
216 Inchaço: Inchação, edema.
217 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
218 Hipófise:
219 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
220 Reincidência: 1. Ato ou efeito de reincidir ou repetir. 2. Obstinação, insistência, teimosia.
221 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
222 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
223 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
224 Fungo: Microorganismo muito simples de distribuição universal que pode colonizar uma superfície corporal e, em certas ocasiões, produzir doenças no ser humano. Como exemplos de fungos temos a Candida albicans, que pode produzir infecções superficiais e profundas, os fungos do grupo dos dermatófitos que causam lesões de pele e unhas, o Aspergillus flavus, que coloniza em alimentos como o amendoim e secreta uma toxina cancerígena, entre outros.
225 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
226 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
227 Preventivo: 1. Aquilo que previne ou que é executado por medida de segurança; profilático. 2. Na medicina, é qualquer exame ou grupo de exames que têm por objetivo descobrir precocemente lesão suscetível de evolução ameaçadora da vida, como as lesões malignas. 3. Em ginecologia, é o exame ou conjunto de exames que visa surpreender a presença de lesão potencialmente maligna, ou maligna em estágio inicial, especialmente do colo do útero.
228 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
229 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
230 Duodeno: Parte inicial do intestino delgado que se estende do piloro até o jejuno.
231 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
232 Células Brancas do Sangue: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS).
233 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
234 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
235 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
236 Globo ocular: O globo ocular recebe este nome por ter a forma de um globo, que por sua vez fica acondicionado dentro de uma cavidade óssea e protegido pelas pálpebras. Ele possui em seu exterior seis músculos, que são responsáveis pelos movimentos oculares, e por três camadas concêntricas aderidas entre si com a função de visão, nutrição e proteção. A camada externa (protetora) é constituída pela córnea e a esclera. A camada média (vascular) é formada pela íris, a coroide e o corpo ciliar. A camada interna (nervosa) é constituída pela retina.
237 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
238 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
239 Eletroencefalograma: Registro da atividade elétrica cerebral mediante a utilização de eletrodos cutâneos que recebem e amplificam os potenciais gerados em cada região encefálica.
240 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
241 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
242 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
243 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
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