Preço de CODATEN em Houston/SP: R$ 40,92

CODATEN

NOVARTIS

Atualizado em 08/12/2014

CODATEN
Diclofenaco sódico e Codeína
Forma farmacêutica e apresentação
Comprimidos revestidos. Embalagens com 20 comprimidos.
USO ADULTO

Composição de Codaten

Cada comprimido contém: 50 mg de diclofenaco sódico e 50 mg de fosfato de codeína. Excipientes: fosfato de cálcio dibásico, amido de milho, dióxido de silício coloidal, hidroxipropilcelulose, carboximetilamido sódico, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, óleo de rícino polietoxilado, talco, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho.

Informações ao Paciente de Codaten

Ação esperada do medicamento: CODATEN* é uma combinação de dois princípios ativos: diclofenaco e codeína. Essa associação possui efeito analgésico1 e antiinflamatório.
Cuidados de armazenamento: O medicamento deve ser conservado à temperatura abaixo de 25°C, protegido da umidade.
Prazo de validade: O prazo de validade está impresso no cartucho. Não utilizar o medicamento após o prazo de validade.
Gravidez2 e lactação3: CODATEN* é contra-indicado durante a gravidez2 e/ou lactação3. Informe ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está amamentando.
Cuidados de administração:. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: CODATEN* pode causar algumas reações adversas, como náusea4, vômito5, diarréia6, constipação7, flatulência, dor de cabeça8, sonolência, ansiedade, cansaço, tontura9 e vertigem10. Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Há alguns medicamentos que não devem ser tomados enquanto você estiver em tratamento com CODATEN*. Portanto, informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Pacientes em tratamento com CODATEN* não devem ingerir álcool. Podem ser observadas fezes com sangue11 ou diarréia6, crises asmáticas, urticária12 ou rinite13 decorrente da 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 1n
administração de ácido acetilsalicílico ou por outro fármaco14 com atividade inibidora da prostaglandina15-sintetase.
Contra-indicações e precauções: CODATEN* não deve ser administrado a pacientes alérgicos aos componentes ativos deste produto, em pacientes com distúrbios hematológicos não esclarecidos, com insuficiência respiratória16, asma17 aguda, úlceras18 no estômago19 ou duodeno20. CODATEN* também é contra-indicado para crianças. Este medicamento não deve ser utilizado durante a gravidez2 e a lactação3.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: A capacidade de reação pode ficar tão alterada que prejudica a habilidade na condução de veículos ou no uso de máquinas. Esse efeito se acentua se houver ingestão de álcool. Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE21.

Informações Técnicas de Codaten

Farmacodinâmica Classe terapêutica22: Analgésico1 narcótico.
CODATEN* é uma associação de diclofenaco sódico, um analgésico1 e antiinflamatório de ação periférica, com fosfato de codeína, um analgésico1 opiáceo que atua principalmente no sistema nervoso central23.
O diclofenaco sódico é um analgésico1 antiinflamatório não-esteróide que inibe de forma eficaz a síntese de prostaglandina15, com um efeito analgésico1 periférico nítido, representando uma opção em dores pós-operatórias e provenientes de infecções24, em consequência de seu efeito adicional antiinflamatório.
O fosfato de codeína inibe as aferências nervosas sensitivas (dolorosas) em vários planos do sistema nervoso central23, inibindo a liberação dos neurotransmissores e ativando as vias inibidoras. Os efeitos são obtidos parcialmente através da morfina endógena (metabólica).
Os diferentes mecanismos de ação dos componentes desta associação determinaram um efeito analgésico1, tornando CODATEN* adequado especialmente ao tratamento de dores fortes ou muito fortes em doenças malignas, bem como após intervenções cirúrgicas.
Farmacocinética
Diclofenaco sódico - Os níveis plasmáticos máximos são atingidos, em média, 1 hora e 25 minutos após a ingestão. O diclofenaco liga-se às proteínas25 séricas numa extensão de 99,7%, predominantemente à albumina26 (99,4%). O volume de distribuição aparente calculado é de 0,12 - 0,17 L/kg. O diclofenaco penetra no líquido sinovial27, no qual as concentrações máximas são medidas de 2 - 4 horas após serem atingidos os valores de pico plasmáticos. A meia-vida de eliminação aparente do fluido sinovial é de 3 - 6 horas. Duas horas após atingir os valores de pico plasmático, as concentrações da substância já são mais altas no fluido sinovial do que no plasma28, permanecendo altas por até 12 horas.
Metabolismo29 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 2n
O metabolismo29 do diclofenaco é realizado de forma rápida e, praticamente, em sua totalidade.
Os metabólitos30 são conhecidos. A biotransformação do diclofenaco ocorre parcialmente por glicuronidação na molécula ativa, mas principalmente por hidroxilação e metoxilação simples e múltipla, resultando em vários metabólitos30 fenólicos (3'- hidróxi-, 4'-hidróxi-, 5'-hidróxi-, 4', 5-diidróxi- e 3'-hidróxi-4'-metóxi-diclofenaco), a maioria dos quais são convertidos a conjugados glicurônicos. Dois desses metabólitos30 fenólicos são biologicamente ativos, mas em extensão muito menor que o diclofenaco.
Eliminação
A depuração (clearance) sistêmica total do diclofenaco do plasma28 é de 263 ± 56 ml/min.
A meia-vida terminal no plasma28 é de 1 - 2 horas. Quatro dos metabólitos30, inclusive os dois ativos, também têm uma meia-vida plasmática curta de 1 a 3 horas. Um metabólito31 praticamente inativo 3'-hidróxi-4'-metóxi diclofenaco tem meia-vida plasmática maior.
Menos de 1% do componente ativo é excretado não modificado através da via renal32. São eliminados na forma de metabólitos30 pela via urinária, aproximadamente 60% das doses administradas, sendo que o restante é eliminado através da bile33 nas fezes. A farmacocinética do diclofenaco permanece inalterada, inclusive no caso da menor posologia eficaz.
A administração dentro dos períodos prescritos não causa acúmulo de dose. Não foram observadas diferenças idade-dependentes relevantes na absorção, no metabolismo29 ou na excreção do fármaco14 e eliminação decorrentes da idade do paciente.
As pesquisas realizadas após a administração de dose única por via intravenosa de diclofenaco sódico indicam que a deficiência renal32 não está necessariamente associada ao acúmulo do componente ativo não modificado. Ao contrário, as referidas pesquisas permitem prever que, no caso de insuficiência renal34 significativa, a administração de doses múltiplas de diclofenaco sódico causa a melhora da concentração plasmática dos metabólitos30, sem que se tenham constatado até esta data efeitos clínicos significativos.
No caso de insuficiência hepática35 (hepatite36 crônica ou cirrose37 hepática38 não compensada), o metabolismo29 e a cinética39 do diclofenaco são os mesmos dos pacientes sem doença hepática38.
Fosfato de codeína - Após dosagem oral, a codeína é absorvida rapidamente. A biodisponibilidade absoluta, após a dosagem oral, é em média de 70 %.
A biodisponibilidade relativa (comprimido oral) mediante aplicação no músculo é de 54% causada pelo efeito de primeira passagem hepática38.
Concentrações máximas plasmáticas (93 mg/ml) foram alcançadas após cerca de 1 hora (dosagem oral, 60 mg base de codeína, em 11 jovens do sexo masculino).
A ligação à albumina26 fica abaixo de 10%.
O tempo de meia-vida de eliminação da codeína, em adultos saudáveis, fica entre 3 e 5 horas; em adultos com insuficiência renal34, entre 9 e 18 horas.
A eliminação é retardada também em idosos.
A codeína é extensivamente metabolizada no fígado40 com grandes diferenças individuais. Os metabólitos30 principais no plasma28 são morfina, norcodeína e o conjugado de morfina e codeína, sendo que as concentrações de conjugado são substancialmente maiores do que as substâncias de partida.
A eliminação ocorre, acima de tudo, pelas vias renais, em forma do conjugado de morfina e codeína. Aproximadamente 10% da codeína são eliminados inalteradamente.
A codeína passa à circulação41 fetal. 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 3n
No leite materno, após a administração de elevadas doses de codeína, são alcançadas concentrações farmacológicas relevantes.
Após a dose individual oral de um comprimido de CODATEN*, a biodisponibilidade relativa para o diclofenaco sódico é de 102,5% e para o fosfato de codeína é de 112%.
Dados de segurança pré-clínicos
Intoxicação aguda
O teste de intoxicação aguda de diclofenaco em diferentes espécies animais não apresentou nenhuma sensibilidade.
Para a codeína foi determinada nos exames de intoxicação aguda a DL50 oral em várias espécies com 237 a 640 mg/kg. Clinicamente, para o adulto deve-se contar com uma dose geral de 0,5 a 1 g de base de codeína com aparecimentos tóxicos. Em crianças, dosagem a partir de 2 mg/kg de base de codeína.
A DL50 oral aguda e estudos de potência com CODATEN* em camundongos, ratos e macacos causaram úlceras18 perfuradas, aderências intra-abdominais, bem como sangramentos na mucosa42 estomacal.
Intoxicação crônica
A intoxicação crônica com diclofenaco foi observada em ratos, cães e macacos. A toxicidade43, de acordo com as espécies, em doses a partir de 0,5 ou 2,0 mg/kg, causaram ulcerações44 no trato grastrintestinal e surgimento provocado de peritonite45, anemia46 e leucocitose47.
Estudos de intoxicação subcrônicas e crônicas com CODATEN* usando dosagens orais de 1, 2 e 4 mg/kg em ratos não causaram nem morte nem alterações hematológicas. Dentro da administração oral de 6 mg ou 12 mg/kg de CODATEN* em ratos, foram constatados sintomas48 clínicos e alterações bioquímicas, hematológicas e patológicas, úlcera49 (ulcus ventriculi); isoladamente, chegou-se ao êxito letal (exitus letalis).
Adicionalmente, com a dosagem oral de 12 mg/kg de CODATEN*, foi observado em alguns ratos machos um leve aumento da glândula50 mamária.
Em experiências com animais, foi observada uma acentuação do efeito de irritação gastrintestinal da combinação perante substâncias individuais.
Potencial mutagênico e carcinogênico
O efeito de mutagênese do diclofenaco está excluído, com base nos resultados de testes in vitro e in vivo. Exames de cancerização em ratos não apresentaram indícios de efeitos indutores de câncer51. Até o momento, não há indicações provenientes de experimentos com animais de potencial carcinogênico ou mutagênico da codeína.
Teratogênese52
O potencial teratogênico53 do diclofenaco foi examinado em três tipos de animais (rato, camundongo e coelho). Ocorreram morte fetal e retardamento do crescimento em estudos de toxicidade43 fetal. Não foram observadas deformações. O tempo de gestação e o período do processo de nascimento foram prolongados pelo diclofenaco. Não foi constatado nenhum efeito desvantajoso sobre a fertilidade. Doses sob o limite tóxico maternal não influenciaram o desenvolvimento pós-natal do recém-nascido. Para a codeína não podem ser excluídos efeitos fracos teratogênicos54, ou seja, um risco levemente elevado mediante àqueles não expostos.

Indicações de Codaten

Dores causadas por tumores, sobretudo no caso de comprometimento esquelético ou em edemas55 inflamatórios peritumorais; dores intensas ou muito intensas após intervenções cirúrgicas. 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 4n

Contra-Indicações de Codaten

CODATEN* não deve ser administrado nas seguintes condições: *hipersensibilidade conhecida às substâncias ativas diclofenaco e/ou codeína;
*distúrbios hematológicos não esclarecidos;
úlceras18 no estômago19 ou duodeno20;
*durante a gravidez2 e a lactação3;
*a crianças;
*melena56 ou diarréia6;
*insuficiência respiratória16;
*asma17 aguda; crises asmáticas, urticária12 ou rinite13 decorrente da administração de ácido acetilsalicílico ou por outros fármacos com atividade inibidora da protaglandina-sintetase;
*coma57.

Precauções de Codaten

CODATEN* deve ser administrado somente sob avaliação do médico quanto à relação risco-benefício:
*durante o período pós-parto;
*durante o aleitamento;
*em porfirias58 induzíveis,
*em dependência de opiáceos;
*em casos de inconsciência59;
*em distúrbios do centro respiratório60 e da função respiratória;
*em situações de pressão cerebral elevada;
*em hipotensão61 na hipovolemia62 (com doses mais elevadas).
Os pacientes com asma17, doenças das vias respiratórias com obstrução crônica dos brônquios63, febre do feno64 ou irritação das mucosas65 nasais (pólipos66 nasais) reagem com maior freqüência do que outros pacientes em relação à medicação antiinflamatória não esteróide - especialmente após a administração parenteral - com crises de asma17, edema67 de Quincke ou urticária12 ou intolerâncias aos analgésicos68. Portanto, devem ser adotadas precauções especiais (disponibilidade de equipamentos e instalações para intervenções de emergência69).
Em pacientes com história de ulcera49 gástrica ou intestinal durante a anamnese, com distúrbios gastrintestinais, colite70 ulcerativa, doença de Crohn71, distúrbios da função hepática38 e/ou deficiência das funções cardíacas é imprescindível supervisão médica cuidadosa.
Assim como outros antiinflamatórios não esteróides, o diclofenaco pode temporariamente inibir a agregação plaquetária. Os pacientes com deficiência de hemostasia72 devem ser cuidadosamente monitorizados.
Pela importância das prostaglandinas73 na manutenção do fluxo sangüíneo renal32, deve-se dar atenção especial a pacientes com deficiência das funções cardíaca ou renal32, a pacientes sob 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 5n
tratamento com diuréticos74 e àqueles que foram submetidos a cirurgias de grande porte. Nesses casos, ao se utilizar CODATEN*, recomenda-se monitorização especial.
Em casos isolados, em que se constate o aparecimento de perfurações ou sangramento do trato gastrintestinal, manutenção ou agravamento da insuficiência hepática35, na ocorrência de sinais75 ou sintomas48 indicativos do desenvolvimento de doença hepática38 ou de outras manifestações (p. ex. eosinofilia76, erupções, etc.) decorrentes do tratamento com CODATEN*, a administração do medicamento deverá ser descontinuada.
Assim como outros antiinflamatórios não esteróides, o diclofenaco pode mascarar os sinais75 e sintomas48 de infecção77 por causa de suas propriedades farmacodinâmicas. Em pacientes idosos, recomenda-se precaução decorrente do estado clínico dos mesmos.
Durante tratamentos prolongados, recomenda-se monitorizar o hemograma, a função hepática38 e a função renal32.
Advertências
A codeína possui potencial de dependência. Em uso prolongado e em alta dosagem desenvolvem-se tolerância e dependência física e psíquica. Existe tolerância alternada para outros opiáceos.
Havendo dependência de opiáceo anterior (mesmo aqueles em remissão), deve-se contar com recaídas rápidas. Para dependentes de heroína, a codeína é considerada como substância substituta. Também dependentes de álcool e sedativos tendem a abuso e dependência da codeína.
Gravidez2 e Lactação3
CODATEN* não deve ser usado durante a gravidez2 e a lactação3.
Efeitos na capacidade de dirigir e/ou operar máquinas
A capacidade de reação pode ficar tão alterada que prejudica a habilidade na condução de veículos ou no uso de máquinas. Esse efeito se acentua se houver ingestão de álcool.
Interações medicamentosas e outras formas de interação
Lítio/Digoxina/Fenitoína:
O uso concomitante de diclofenaco pode aumentar o nível sérico de lítio, digoxina e fenitoína.
Diuréticos74/Anti-hipertensivos:
É possível uma diminuição do efeito de diuréticos74 e anti-hipertensivos. No tratamento concomitante com diuréticos74 poupadores de potássio é necessário um controle dos valores de potássio sérico, pois o diclofenaco pode levar a uma hiperpotassemia.
Inibidores da ECA:
Diclofenaco pode reduzir o efeito de inibidores da ECA. No uso concomitante também pode aumentar o risco de um distúrbio da função renal32.
Probenecida/Sulfinpirazona:
Medicamentos que contém probenecida ou sulfinpirazona podem retardar a excreção de diclofenaco. Deste modo pode ocorrer um acúmulo de diclofenaco com aumento dos efeitos adversos.
Antiinflamatórios:
A administração concomitante de diclofenaco com outros antiinflamatórios não esteróides ou com glicocorticóides aumenta o risco de efeitos colaterais78 no trato gastrintestinal.
Metotrexato: 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 6n
Deve-se ter cautela quando for administrada medicação antiinflamatória não esteróide em menos de 24 horas antes ou após o tratamento com metotrexato, uma vez que a concentração sérica desse fármaco14 pode se elevar, aumentando assim a sua toxicidade43.
Ciclosporina:
O efeito dos antiinflamatórios não esteróides sobre as prostaglandinas73 renais pode aumentar a nefrotoxicidade79 da ciclosporina.
Antibióticos quinolônicos:
Têm sido relatados casos isolados de convulsões que possivelmente são decorrentes do uso concomitante de quinolonas e antiinflamatórios não esteróides.
Anticoagulantes80:
Embora as pesquisas clínicas não apresentem indícios que diclofenaco influencie o efeito de anticoagulantes80, existem relatos isolados de aumento do risco de hemorragias81 com o uso concomitante de diclofenaco e anticoagulantes80. Portanto, recomenda-se a monitorização cuidadosa destes pacientes (controle da coagulação82).
Antidiabéticos:
Em casos isolados foi relatado um efeito sobre a glicemia83 após a administração de diclofenaco, que tornou necessário um ajuste da dose da medicação antidiabética. Portanto, recomenda-se um controle da glicemia83 na terapia concomitante.
O uso concomitante de codeína e outros fármacos depressores centrais pode levar a uma potencialização dos efeitos sedativos e depressores respiratórios.
A codeína reduz juntamente com o álcool a capacidade psicomotora84 mais intensamente do que os componentes isolados.

Reações Adversa de Codaten

Indicações de freqüência: muito freqüente: ? 10%;
freqüente: ? 1% - < 10%;
ocasionalmente: ? 0,1% - < 1%;
raramente: ? 0,01% - < 0,1%;
muito raramente: < 0,01%, inclusive casos isolados.
Nos seguintes efeitos adversos deve ser considerado que eles são em grande parte dependentes da dose e individualmente diferentes. Formas farmacêuticas de liberação rápida de diclofenaco podem apresentar uma intolerabilidade gastrintestinal aumentada. Isto se aplica principalmente à combinação com codeína. Principalmente o risco de ocorrência de sangramentos gastrintestinais (úlceras18, defeitos da mucosa42, inflamações85 da mucosa42 gástrica) é dependente da dose e da duração do uso.
Trato gastrintestinal:
Muito freqüentes: Distúrbios gastrintestinais como mal-estar, vômitos86, diarréia6 e constipação7, bem como pequenas perdas de sangue11 gastrintestinais, que em casos excepcionais podem provocar uma anemia46.
Freqüentes: Dispepsia87, flatulência, cólicas88 abdominais, anorexia89, bem como úlceras18 gástricas ou intestinais, em alguns casos com sangramento e perfuração. 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 7n
Ocasionalmente: Hematêmese90, melena56 ou fezes sanguinolentas. O paciente deve ser orientado a interromper o uso do medicamento e a procurar um médico imediatamente na ocorrência destes sintomas48.
Raramente a muito raramente: Estomatite91 aftosa, glossite92, lesões93 esofagianas, estrituras intestinais membranosas, distúrbios no baixo abdômen (p. ex., colite70 hemorrágica94 inespecífica e exacerbação de uma colite70 ulcerosa ou doença de Crohn71).
Sistema nervoso central23:
Muito freqüente: Cefaléia95, sonolência.
Freqüente: Agitação, irritação, insônia, fadiga96, tontura9 e vertigens97.
Raramente a muito raramente: Distúrbios da sensibilidade, distúrbios de memória, falta de orientação, espasmos98, angústia, pesadelos, tremores, depressões e outras reações psicóticas.
Em casos isolados foi observada a sintomatologia de meningite asséptica99 no uso de diclofenaco, com rigidez da nuca, cefaléia95, mal-estar, vômitos86, febre100 ou inconsciência59. Parece que pacientes com doenças auto-imunes (lupus101 eritematoso102 sistêmico103, colagenoses mistas) são predispostos. Em doses elevadas ou em pacientes sensíveis podem ocorrer de modo dose-dependente um agravamento da coordenação visomotora e aumento de distúrbios da visão104, bem como depressão respiratória e euforia.
Órgãos dos sentidos:
Raramente a muito raramente: distúrbios da visão104 ( visão104 borrada, diplopia105), zumbido e distúrbios reversíveis da audição, distúrbios do paladar106.
Pele107:
Freqüente: Reações de hipersensibilidade, como erupções cutâneas108 e prurido109.
Ocasionalmente: Urticária12 ou alopécia110.
Raramente a muito raramente: Erupção111 cutânea112 com formação de bolhas, eczemas113, fotossensibilização, púrpura114 inclusive púrpura114 alérgica e casos graves de reações cutâneas108 (síndrome de Stevens-Johnson115, síndrome de Lyell116, eritrodermia).
Rins117:
Raramente a muito raramente: Danos ao tecido118 renal32 (nefrite119 intersticial120, necrose121 papilar) que podem estar acompanhados de distúrbios agudos da função renal32 (insuficiência renal34), proteinúria122 e/ou hematúria123. Em casos isolados pode ocorrer síndrome nefrótica124.
A função renal32 deve ser controlada regularmente.
Fígado40:
Freqüente: Aumento das transaminases séricas (SGOT e SGPT).
Ocasionalmente: Danos hepáticos, entre os quais hepatite36 com ou sem icterícia125, em casos isolados fulminante, também sem sintomas48 prodrômicos126.
Os valores hepáticos devem ser controlados regularmente.
Pâncreas127:
Raramente a muito raramente: Pancreatite128.
Sangue11:
Ocasionalmente: Distúrbios da hematopoiese (trombocitopenia129, leucopenia130, agranulocitose131, anemia46 aplástica). Os primeiros sintomas48 podem ser: Febre100, dor de garganta132, feridas superficiais na boca133, sintomas48 gripais, forte abatimento, sangramento nasal e cutâneo134.
Raramente a muito raramente: Anemia hemolítica135.
No tratamento de longo prazo o hemograma deve ser controlado regularmete. 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 8n
Sistema cardiovascular136:
Raramente a muito raramente: Palpitações137, dores no peito138, hipertensão139 e insuficiência cardíaca140.
Outros sistemas orgânicos:
Ocasionalmente: Edemas55 periféricos, principalmente em pacientes com hipertensão139 ou insuficiência renal34.
Ocasionalmente: Reações de hipersensibilidade graves. Elas podem se manifestar como: Edema67 da face141, inchaço142 da lingua143, inchaço142 da laringe144 com estreitamento das vias aéreas, broncoespasmos145 intensos, falta de ar até crises asmáticas com ou sem queda da pressão sangüínea146, taquicardia147, queda de pressão até ameaça de choque148.
Na ocorrência destes sintomas48, que já podem ocorrer na primeira administração, deve-se procurar auxílio médico imediatamente.
Ocasionalmente: Dispnéia149, boca133 seca.
Raramente: Alergias severas.
Em doses terapêuticas elevadas ou na intoxicação podem ocorrer síncopes150 e queda de pressão sangüínea146 e, principalmente em pacientes com distúrbios pulmonares prévios, edemas55 pulmonares.
Raramente a muito raramente: Vasculite151, pneumonite152 e aumento de peso.
A codeína pode aumentar o tônus da musculatura lisa, especialmente em doses individuais maiores que 60 mg.
Em casos isolados foi descrito em relação à duração do uso sistêmico103 de antiinflamatórios não esteróides um agravamento de inflamações85 infecciosas (p. ex., desenvolvimento de uma fascite necrotisante). Isto possivelmente está relacionado com o mecanismo de ação dos antiinflamatórios não esteróides. Quando ocorrerem novamente ou piorarem os sinais75 de uma infecção77 durante o uso de diclofenaco é aconselhado ao paciente de procurar um médico imediatamente. Deve ser investigado se existe uma indicação para uma terapia antiinfecciosa/antibiótica.

Posologia de Codaten

Adultos
Administrar um comprimido 3 vezes ao dia.
A administração do medicamento após as refeições pode levar a uma absorção retardada das substâncias ativas na circulação41 sangüínea. Por isso, de preferência, deve-se administrar os comprimidos antes das refeições, com líquido, sem mastigá-los.
A dose diária máxima de 3 comprimidos de CODATEN*, é equivalente a 150 mg de diclofenaco sódico e de fosfato de codeína, não deve ser ultrapassada.
A duração do tratamento é determinada pelo médico.
Crianças
CODATEN* é contra-indicado para crianças.

Superdosagem de Codaten

Casos de superdosagem nítida, bem como intoxicação aguda com CODATEN* não foram constatados até hoje. 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 9n
Diclofenaco sódico: Como sintomas48 de ,superdosagem são possíveis alterações do sistema nervoso central23 (tontura9, dores de cabeça8, hiperventilação, distúrbio mental; em crianças ocorre também convulsões mioclônicas153), do trato estômago19-intestino (náusea4, vômito5, dor de barriga, sangramento), bem como distúrbios das funções do fígado40 e dos rins117.
Fosfato de codeína: A característica da superdosagem é a extrema depressão respiratória. Adicionalmente, os sintomas48 se assemelham à intoxicação por morfina, com muita sonolência, chegando até a imobilidade total e coma57, miose154, muitas vezes com vômitos86, dores de cabeça8, retenção de urina155 e de fezes. Surgem cianose156, hipóxia157, pele107 gelada, perda do tônus do músculo esquelético158 e arreflexia, por vezes bradicardia159 e queda da pressão arterial160, ocasionalmente, sobretudo em crianças, convulsões sem sintomas48 adicionais.
Terapia para intoxicações
Não se conhece antídoto161 específico contra o diclofenaco. As seguintes medidas terapêuticas podem ser tomadas em casos de superdosagem:
Após a ingestão, a absorção deve ser evitada o mais rápido possível, por meio de lavagem gástrica162 e tratamento com carvão ativado.
Tratamento sintomático163 e de suporte devem ser administrados em caso de complicações como hipotensão61, insuficiência renal34, convulsões, irritação gastrintestinal e depressão respiratória.
Diurese164 forçada, diálise165 ou hemoperfusão provavelmente não ajudam na eliminação de agentes antiinflamatórios não esteroidais, por sua alta taxa de ligação com proteínas25 e metabolismo29 extenso.
O efeito da codeína pode ser neutralizado com antagonistas opiáceos, como p. ex., naloxona. A naloxona deve ser administrada repetidamente, visto que a duração do efeito da codeína é mais prolongado do que o da naloxona. Quando não for possível administrar naloxona, recomenda-se adotar medidas sintomáticas, especialmente posição lateral deitada, ventilação166 e tratamento de choque148.
A naloxona é administrada inicialmente em adultos, com dose de 0,4 - 2 mg por via intravenosa. Caso não se encontre disponível, pode ser administrado Levallorfan (em casos graves, em adultos, com dose de 2 mg por via intravenosa).
Pacientes idosos: Em pacientes idosos é necessária uma supervisão médica cuidadosa.
ATENÇÃO - ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
Reg. MS - 1.0068.0898
Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira. CRF-SP nº 23.873
Lote, data de fabricação e validade: vide cartucho. 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 10n 26.02.98+12/01 + MS Modelo de Texto de Bula 11
* = Marca depositada em nome de Novartis AG, Basiléia, Suíça.
NOVARTIS BIOCIÊNCIAS SA.
Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra - SP
CNPJ 56.994.502/0098-62 - Indústria Brasileira
Fabricado de acordo com o processo original de Novartis AG, Suíça, resultante da fusão de Ciba-Geigy e Sandoz.

CODATEN - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

Ver outros medicamentos do laboratório "NOVARTIS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
5 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
6 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
7 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
8 Cabeça:
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
11 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
12 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
13 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
14 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
15 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
16 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
17 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
18 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
19 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
20 Duodeno: Parte inicial do intestino delgado que se estende do piloro até o jejuno.
21 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
22 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
23 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
24 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
25 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
26 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
27 Líquido sinovial: Gel viscoso e transparente que lubrifica as estruturas que banha, minorando o atrito entre elas. Ele é encontrado na cavidade da cápsula articular.
28 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
29 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
30 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
31 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
32 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
33 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
34 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
35 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
36 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
37 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
38 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
39 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
40 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
41 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
42 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
43 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
44 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
45 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
46 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
47 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
48 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
49 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
50 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
51 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
52 Teratogênese: Formação e desenvolvimento no útero de anomalias que levam a malformações; teratogenia.
53 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
54 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
55 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
56 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
57 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
58 Porfirias: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
59 Inconsciência: Distúrbio no estado de alerta, no qual existe uma incapacidade de reconhecer e reagir perante estímulos externos. Pode apresentar-se em tumores, infecções e infartos do sistema nervoso central, assim como também em intoxicações por substâncias endógenas ou exógenas.
60 Centro Respiratório:
61 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
62 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
63 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
64 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
65 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
66 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
67 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
68 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
69 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
70 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
71 Doença de Crohn: Doença inflamatória crônica do intestino que acomete geralmente o íleo e o cólon, embora possa afetar qualquer outra parte do intestino. A doença cursa com períodos de remissão sintomática e outros de agravamento. Na maioria dos casos, a doença de Crohn é de intensidade moderada e se torna bem controlada pela medicação, tornando possível uma vida razoavelmente normal para seu portador. A causa da doença de Crohn ainda não é totalmente conhecida. Os sintomas mais comuns são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre moderada, sensação de distensão abdominal, perda de apetite e de peso.
72 Hemostasia: Ação ou efeito de estancar uma hemorragia; mesmo que hemóstase.
73 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
74 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
75 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
76 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
77 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
78 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
79 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
80 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
81 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
82 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
83 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
84 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
85 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
86 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
87 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
88 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
89 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
90 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
91 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
92 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
93 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
94 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
95 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
96 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
97 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
98 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
99 Meningite asséptica: Síndrome clínica de inflamação meníngea em que não é encontrado crescimento bacteriano identificado no exame de líquido cefalorraquidiano. Trata-se geralmente de inflamação leptomeníngea caracterizada por febre e sinais meníngeos acompanhados predominantemente por pleocitose linfocítica no LCR com cultura bacteriana estéril. Ela não é causada por bactérias piogênicas, porém diversas condições clínicas podem desencadeá-la: infecções virais e não virais; alguns fármacos, neoplasias malignas, doenças reumatológicas, tais como lúpus eritematoso sistêmico, sarcoidose, angeíte granulomatosa e metástases tumorais.
100 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
101 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
102 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
103 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
104 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
105 Diplopia: Visão dupla.
106 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
107 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
108 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
109 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
110 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
111 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
112 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
113 Eczemas: Afecções alérgicas da pele, elas podem ser agudas ou crônicas, caracterizadas por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
114 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
115 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
116 Síndrome de Lyell: Sinônimo de Necrólise Epidérmica Tóxica. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
117 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
118 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
119 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
120 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
121 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
122 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
123 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
124 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
125 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
126 Prodrômicos: Relativos aos pródromos, ou seja, aos sinais e sintomas iniciais de uma doença.
127 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
128 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
129 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
130 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
131 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
132 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
133 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
134 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
135 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
136 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
137 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
138 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
139 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
140 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
141 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
142 Inchaço: Inchação, edema.
143 Língua:
144 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
145 Broncoespasmos: Contrações dos músculos lisos bronquiais, capazes de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. São contrações vistas com frequência na asma.
146 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
147 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
148 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
149 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
150 Síncopes: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
151 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
152 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
153 Mioclônicas: Contrações musculares súbitas e involuntárias que se verificam especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
154 Miose: Contração da pupila, que pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
155 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
156 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
157 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
158 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.
159 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
160 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
161 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
162 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
163 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
164 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
165 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
166 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.

Tem alguma dúvida sobre CODATEN?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.