DIOCOMB SI

NOVARTIS

Atualizado em 08/12/2014

DIOCOMB SI
Valsartana + Sinvastatina
Uso adulto

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Diocomb Si

Comprimidos revestidos de 80 mg ou 160 mg de valsartana. Comprimidos revestidos de 10 mg ou 20 mg de sinvastatina. Embalagens contendo 28 comprimidos revestidos de valsartana + 28 comprimidos revestidos de sinvastatina. (blister-calendário).

Composição de Diocomb Si

Cada comprimido revestido contém 80 mg ou 160 mg de valsartana. Excipientes: Celulose microcristalina, crospovidona, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, dióxido de titânio, polietilenoglicol, óxido de ferrro vermelho, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro preto (somente no comprimido de 160 mg). Cada comprimido revestido contém 10 ou 20 mg de sinvastatina. Excipientes: Lactose1 monoidratada, celulose microcristalina, amido pré-gelatinizado, hidroxianisol butilato, hidroxitolueno butilato, talco, estearato de magnésio, hipromelose, hidroxipropilcelulose, dióxido de titânio, óxido de ferro vermelho (10 mg e 20 mg), óxido de ferro amarelo (20 mg) e óxido de ferro preto (20 mg).

Informações ao Paciente de Diocomb Si

Ação esperada do medicamento: DIOCOMB SI é utilizado para tratamento da pressão alta e para a redução do colesterol2. Cuidados de armazenamento: O produto deve ser conservado em temperatura abaixo de 25°C e protegido da umidade. Prazo de validade: A data de validade está impressa no cartucho. Não utilize o produto após a data de validade. Gravidez3 e lactação4: Informe imediatamente ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando. DIOCOMB SI não deve ser utilizado durante a gravidez3 e lactação4. Se ocorrer gravidez3 durante o tratamento, DIOCOMB SI deve ser descontinuado imediatamente. Cuidados de administração: O paciente deve iniciar uma dieta padrão redutora de colesterol2 antes de receber DIOCOMB SI e deve mantê-la durante o tratamento com este medicamento. A dose mais adequada para o controle deve sempre ser ajustada pelo seu médico. Se você se esquecer de tomar uma dose, retorne ao seu esquema de tratamento. Não tome a dose dobrada (quatro comprimidos de uma única vez). Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Reações adversas: DIOCOMB SI pode causar reações indesejáveis. Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer dor de cabeça5, flatulência, diarréia6, constipação7 e náuseas8, durante o uso. Se ocorrerem sensações ou sintomas9 desagradáveis, especialmente dor muscular, acompanhados ou não de febre10 ou mal-estar, o médico deve ser avisado prontamente. Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento, especialmente medicamentos para pressão alta, principalmente diuréticos11 poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutos do sal que contenham potássio. Contra-indicações e precauções: DIOCOMB SI está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade às substâncias ativas (valsartana e/ou sinvastatina) e a qualquer componente das formulações. Seu uso é também contra-indicado durante a gravidez3 e a amamentação12. Informe ao seu médico se tiver doença dos rins13 ou do fígado14 ou qualquer outra doença. Habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: O paciente deve estar atento sobre suas reações quando dirigir veículos e/ou operar máquinas ou realizar outras tarefas que exijam atenção, pois DIOCOMB SI pode afetar a capacidade de concentração.Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde15.

Informações Técnicas de Diocomb Si

Valsartana - Farmacodinâmica: Grupo farmacoterapêutico: Bloqueadores do receptor de angiotensina II (valsartana). O hormônio16 ativo do SRAA (sistema renina-angiotensina-aldosterona) é a angiotensina II, formada a partir da angiotensina I pela enzima17 conversora da angiotensina (ECA). A angiotensina II se liga a receptores específicos localizados na membrana das células18 de vários tecidos, exercendo diversos efeitos fisiológicos, inclusive em particular no envolvimento direto e indireto na regulação da pressão arterial19. Como um potente vasoconstritor, a angiotensina II exerce uma resposta pressora direta. Além disso, promove retenção de sódio e estimulação da secreção de aldosterona. Valsartana é um potente e específico antagonista20 dos receptores de angiotensina II ativo por via oral. Ele atua seletivamente no receptor subtipo AT 1 , responsável pelas conhecidas ações da angiotensina II. Os níveis plasmáticos aumentados de Ang II seguindo-se ao bloqueio do receptor AT 1  com valsartana pode estimular o receptor AT 2  não-bloqueado, o que parece contrabalançar o efeito do receptor AT 1 . Valsartana não apresenta atividade agonista21 parcial sobre os receptores AT 1  e tem afinidade muito maior (cerca de 20.000 vezes) para com receptores AT 1  do que para com receptores AT 2 . Valsartana não inibe a ECA, também conhecida como cininase II, que converte angiotensina I em angiotensina II e degrada a bradicinina22. Uma vez que não existe efeito sobre a ECA e nenhuma potencialização da bradicinina22 ou substância P, é improvável que os antagonistas de angiotensina II estejam associados à tosse. Em estudos clínicos em que valsartana foi comparada com inibidores da ECA, a incidência23 de tosse seca foi significativamente menor (p < 0,05) em pacientes tratados com valsartana do que naqueles tratados com inibidores da ECA (2,6% contra 7,9%, respectivamente). Em um estudo clínico em pacientes com história de tosse seca durante terapia com inibidores da ECA, 19,5% dos pacientes que recebiam valsartana e 19,0% desses que recebiam um diurético24 tiazídico apresentaram episódios de tosse, comparados com 68,5% daqueles tratados com inibidores da ECA (p < 0,05). Valsartana não se liga ou bloqueia outros receptores hormonais25 ou canais de íons26, importantes na regulação cardiovascular. A administração de valsartana a pacientes com hipertensão27 ocasiona redução da pressão arterial19 sem alterar a freqüência cardíaca. Na maioria dos pacientes, após a administração de uma dose oral única, o início da atividade anti-hipertensiva ocorre dentro de duas horas e o pico de redução da pressão arterial19 é atingido em 4-6 horas. O efeito anti-hipertensivo persiste por 24 horas após a administração. Durante administrações repetidas, a redução máxima da pressão arterial19 com qualquer dose é geralmente atingida em 2-4 semanas e se mantém durante a terapia em longo prazo. Em associação com hidroclorotiazida, obtém-se uma redução adicional significativa na pressão arterial19. A retirada abrupta de valsartana não causa hipertensão27 de rebote ou outro efeito clínico adverso. Em estudos de doses múltiplas em pacientes hipertensos, valsartana não demonstrou efeitos significativos sobre as dosagens do colesterol2 total, dos triglicérides28 em jejum, da glicemia de jejum29 ou do ácido úrico. Farmacocinética: A absorção de valsartana após administração oral é rápida, embora a quantidade absorvida varie amplamente. A biodisponibilidade absoluta média para valsartana é de 23%. Valsartana apresenta um decaimento cinético multiexponencial (t 1/2  alfa < 1 h e t 1/2  beta cerca de 9 h). A farmacocinética de valsartana é linear no intervalo de dosagem testada. Não ocorrem alterações na cinética30 de valsartana em administrações repetidas e há pouco acúmulo quando administrado uma vez ao dia. As concentrações plasmáticas observadas foram similares em homens e mulheres. Valsartana tem alta taxa de ligação a proteínas31 séricas (94%-97%), principalmente a albumina32 sérica. O volume de distribuição no steady-state (estado de equilíbrio) é baixo (cerca de 17 litros). O clearance (depuração) plasmático é relativamente lento (cerca de 2 litros/h) quando comparado com a circulação33 sangüínea hepática34 (cerca de 30 litros/h). Do total da dose absorvida, 70% são excretados nas fezes e 30% na urina35, principalmente como composto inalterado. Quando administrado às refeições, a área sob a curva de concentração plasmática (AUC) de valsartana sofre redução de 48%, embora cerca de 8 horas após a administração as concentrações plasmáticas de valsartana sejam similares em pacientes que ingeriram o produto em jejum ou com alimentos. A redução da AUC, entretanto, não se acompanha de redução clinicamente significativa nos efeitos terapêuticos, podendo o medicamento ser administrado com ou sem alimentos. Populações especiais de pacientes: Pacientes idosos: Maior exposição sistêmica à valsartana foi observada em indivíduos idosos do que em indivíduos jovens. Entretanto, isso não apresentou nenhum significado clínico. Pacientes com insuficiência renal36: Como esperado de um composto com clearance (depuração) renal37 de apenas 30% do clearance (depuração) plasmático total, não existe correlação entre a função renal37 e a exposição sistêmica à valsartana. Portanto, não é necessário ajuste de dosagem em pacientes com insuficiência renal36. Nenhum estudo se realizou em pacientes sob diálise38. No entanto, valsartana possui alta taxa de ligação a proteínas31 plasmáticas, sendo improvável sua remoção por diálise38. Pacientes com insuficiência hepática39: Cerca de 70% da dose absorvida são excretados na bile40, principalmente como composto inalterado. Valsartana não sofre biotransformação extensa e, como esperado, a exposição sistêmica à valsartana não se relaciona com o grau de disfunção hepática34. Portanto, nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência hepática39 de origem não-biliar e sem colestase41. Observou-se que a AUC é aproximadamente o dobro em pacientes com cirrose42 biliar ou obstrução biliar (ver Precauções e advertências).
Sinvastatina - Farmacodinâmica: Sinvastatina é um agente redutor de colesterol2, derivado sinteticamente de um produto de fermentação do Aspergillus terreus. Após a ingestão oral, a sinvastatina, uma lactona inativa, é hidrolisada ao seu correspondente ß-hidroxiácido. Este é o principal metabólito43 e o inibidor da 3-hidroxi-3-metilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase, enzima17 que catalisa a conversão da HMG-CoA a mevalonato, um passo precoce e limitante na biossíntese do colesterol2. Sinvastatina reduz as concentrações do colesterol2 plasmático total e do colesterol2 ligado à lipoproteína de baixa densidade (LDL44) e à lipoproteína de densidade muito baixa (VLDL). Também leva ao aumento moderado do HDL45-colesterol2 e à redução dos triglicérides28 plasmáticos. Sinvastatina tem sido utilizada para o tratamento da hipercolesterolemia46 primária, quando o controle da dieta apenas é insuficiente. Sinvastatina mostra-se eficaz na redução do colesterol2 total e do LDL44-colesterol2, nas formas heterozigóticas familiares e não familiares de hipercolesterolemia46 e na hiperlipidemia47 mista. Observou-se resposta importante em um intervalo de duas semanas e a resposta terapêutica48 máxima ocorreu em um período de 4 a 6 semanas. A resposta foi mantida com a continuidade da terapia. Quando a terapia com sinvastatina é interrompida, tem-se demonstrado que os níveis de colesterol2 total voltam aos valores anteriores ao tratamento. Estudos demonstraram que o tratamento com sinvastatina reduziu significativamente o risco de morte por doença coronariana49, a ocorrência de infarto do miocárdio50 não-fatal, bem como reduziu o risco da realização de procedimentos de revascularização do miocárdio51 (bypass da artéria52 coronariana ou angioplastia53 coronariana transluminal percutânea). Também se verificou o retardo da progressão da aterosclerose54 coronariana e redução do desenvolvimento de novas lesões55 e de novas oclusões totais, quando do tratamento com sinvastatina. Farmacocinética: Absorção: Após a ingestão oral, a sinvastatina, uma lactona inativa, é hidrolisada ao seu correspondente ß-hidroxiácido, metabólito43 inibidor da 3-hidroxi-3-metilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase. O pico de concentração plasmática da sinvastatina e de seus metabólitos56 é atingido cerca de 1,3 a 2,4 horas após a administração. Distribuição: Em estudos com animais, após doses orais, a sinvastatina demonstrou alta seletividade pelo fígado14, onde atingiu concentrações substancialmente mais altas do que em outros tecidos não-alvo. A sinvastatina é extensivamente extraída na primeira passagem pelo fígado14, que é seu local primário de ação, com subseqüente excreção da droga na bile40. Como conseqüência da alta taxa de extração hepática34 de sinvastatina (cerca de 60%), a disponibilidade da droga na circulação33 é geralmente baixa. A exposição sistêmica do homem à forma ativa da sinvastatina é inferior a 5% da dose oral. Destes, 95% estão ligados às proteínas31 plasmáticas, assim como seu metabólito43 ß-hidroxiácido. Estudos em animais não têm demonstrado a capacidade de a sinvastatina atravessar as barreiras hematencefálica e placentária. Biotransformação: O principal metabólito43 ativo da sinvastatina presente no plasma57 humano é o ß-hidroxiácido e seus 6´-hidroxi, 6´-hidrometil e 6´-exometileno derivados. Eliminação: Após a ingestão oral, as principais vias de eliminação são urina35, fezes e bile40. Dados de segurança pré-clínicos: Valsartana: Em diversos estudos pré-clínicos de segurança realizados com várias espécies de animais não houve evidência de toxicidade58 sistêmica ou em órgãos-alvo, excluindo-se toxicidade58 fetal. Proles de ratos descendentes de ratas que receberam 600 mg/kg durante o último trimestre de gravidez3 e durante a lactação4 mostraram índice de sobrevivência59 levemente reduzido, bem como leve retardo no desenvolvimento (ver Gravidez3 e lactação4). Os principais achados pré-clínicos de segurança são atribuídos à ação farmacológica do fármaco60 e não demonstraram qualquer significado clínico. Em estudos pré-clínicos de segurança, doses elevadas (200 a 600 mg/kg de massa corporal) provocaram uma redução dos parâmetros dos glóbulos vermelhos (eritrócitos61, hemoglobina62, hematócrito63) e alterações na hemodinâmica64 renal37 (ligeira elevação do teor de uréia65 no plasma57, hiperplasia66 tubular e basofilia em animais do sexo masculino). Em sagüis, com doses similares, foram observadas as mesmas alterações, porém em seu grau mais pronunciado, principalmente no rim67. Desenvolveram-se nefropatias68 com aumento da uréia65 e da creatinina69. Foi observada em ambas as espécies uma hipertrofia70 das células18 justaglomerulares renais. Todas as alterações, principalmente as dos sagüis, são atribuíveis ao efeito farmacológico de uma hipotensão71 prolongada. A hipertrofia70 das células18 justaglomerulares renais parece não ter nenhuma importância para o uso de doses terapêuticas em seres humanos. Não houve evidência de mutagenicidade, clastogenicidade ou carcinogenicidade.

Indicações de Diocomb Si

DIOCOMB SI é indicado para o tratamento da hipertensão arterial72 e/ou hiperlipidemia47 e ou doença coronariana49. Doença coronariana49: Em pacientes com doença coronariana49, a sinvastatina é indicada para: reduzir o risco de morte; reduzir o risco de morte por doença coronariana49 e de infarto do miocárdio50 não-fatal; reduzir o risco de acidente vascular cerebral73 (AVC) e de ataques isquêmicos transitórios (AIT); reduzir o risco de realização de procedimentos de revascularização do miocárdio51 (bypass da artéria52 coronariana ou angioplastia53 coronariana transluminal percutânea); retardar a progressão da aterosclerose54 coronariana, inclusive reduzindo o desenvolvimento de novas lesões55 e de novas oclusões totais. Hiperlipidemia47: Sinvastatina é indicada como adjunta à dieta para reduzir os níveis elevados de colesterol2 total, LDL44-colesterol2, apolipoproteína B e triglicérides28 em pacientes com hipercolesterolemia46 primária, hipercolesterolemia46 familiar heterozigótica ou hiperlipidemia47 combinada (mista), quando a resposta à dieta e outras medidas não-farmacológicas forem inadequadas. Sinvastatina também eleva o HDL45-colesterol2 e, portanto, reduz a relação de LDL44/HDLcolesterol e a relação colesterol2 total/HDL45. Sinvastatina também é indicada como adjunta à dieta e outras medidas não-relacionadas à dieta na redução de níveis elevados de colesterol2 total, LDL44-colesterol2 e apolipoproteína B em pacientes com hipercolesterolemia46 familiar homozigótica74, quando a resposta a estas medidas for inadequada.

Contra-Indicações de Diocomb Si

DIOCOMB SI está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à valsartana e/ou à sinvastatina, a qualquer componente da formulação e, também, nas seguintes situações: gravidez3 e lactação4 (ver Gravidez3 e lactação4); paciente com insuficiência hepática39 grave; cirrose42 biliar ou obstrução das vias biliares75; doença hepática34 ativa ou elevações persistentes e inexplicadas das transaminases séricas; pacientes com diagnóstico76 de miopatias; terapia concomitante com o bloqueador do canal de cálcio da classe dos tetralol, o mibefradil (ver Precauções e advertências e Interações medicamentosas).

Precauções e Advertências de Diocomb Si

Valsartana: Depleção77 de sódio e volume: Em pacientes com depleção77 grave de sódio e/ou hipovolemia78, como nos que estejam recebendo altas doses de diuréticos11, pode ocorrer, em casos raros, hipotensão71 sintomática79 após o início da terapia com valsartana. A depleção77 de sódio e/ou a hipovolemia78 devem ser corrigidas antes do início do tratamento com valsartana, por exemplo, pela redução da dose do diurético24. Se ocorrer hipotensão71, manter o paciente em posição supina e, se necessário, administrar infusão venosa de solução salina fisiológica80. O tratamento com valsartana pode ser reintroduzido, uma vez que a pressão arterial19 esteja estabilizada. Estenose81 arterial renal37: A administração de valsartana por curto prazo a 12 pacientes com hipertensão27 renovascular, secundária à estenose81 de artéria renal82 unilateral, não induziu qualquer mudança significativa na hemodinâmica64 renal37, na creatinina69 sérica ou na uréia65 nitrogenada sangüínea. No entanto, como as drogas que afetam o sistema renina-angiotensina-aldosterona podem aumentar a uréia65 sangüínea e a creatinina69 sérica em pacientes com estenose81 de artéria renal82 unilateral ou bilateral, recomenda-se a monitorização desses pacientes como medida de segurança. Insuficiência renal36: Nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência renal36. No entanto, como não há dados disponíveis em casos graves (clearance (depuração) de creatinina69 < 10 ml/min), recomenda-se cautela. Insuficiência hepática39: Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática39. Valsartana é eliminada principalmente como composto inalterado na bile40, e pacientes com distúrbios biliares obstrutivos mostraram clearance (depuração) mais baixo de valsartana (ver Farmacocinética). Deve-se tomar cuidado especial ao se administrar valsartana a esses pacientes. Transplante de rim67: Não existe experiência terapêutica48 suficiente com pacientes que se submeteram a transplante renal37. Pacientes com insuficiência cardíaca83 crônica grave: Pacientes cuja função renal37 depende da atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona (por exemplo, pacientes com insuficiência cardíaca83 grave), ao serem tratados com inibidores da ECA, desenvolveram oligúria84 e/ou azotenia progressiva e, em raros casos, insuficiência renal36 aguda. Como até esta data não existe experiência terapêutica48 suficiente com pacientes portadores de insuficiência cardíaca83 grave, não pode ser excluída a possibilidade de que valsartana venha a prejudicar a função renal37 devido à inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Estenose81 da aorta85 e da válvula mitral ou cardiomiopatia hipertrófica: Como ocorre com todos os vasodilatadores, valsartana deve ser usada com cuidado em pacientes portadores de estenose81 da aorta85 e da válvula mitral ou de cardiomiopatia hipertrófica. Angina86 'pectoris': Para pacientes87 com moléstia coronária, existem experiências clínicas limitadas que não indicam o agravamento de moléstia básica. Sinvastatina: Efeitos musculares: Sinvastatina e outros inibidores da HMG-CoA redutase ocasionalmente causam miopatia88, que se manifesta como dor muscular ou fraqueza associada a grandes elevações de creatinina69 quinase (CK) (> 10 vezes o limite superior da normalidade). Rabdomiólise89, com ou sem insuficiência renal36 aguda secundária à mioglubinúria, foi raramente relatada. O risco de miopatia88 é elevado por terapia concomitante com certas drogas. Miopatia88 causada por interações medicamentosas: A incidência23 e gravidade da miopatia88 são elevadas pela administração concomitante de inibidores da HMG-CoA redutase com drogas que podem causar miopatia88 quando administradas isoladamente, tais como genfibrozila e outros fibratos e doses hipolipemiantes (³ 1g/dia) de niacina (ácido nicotínico). Em adição, o risco de miopatia88 parece aumentar com níveis elevados de atividade inibitória da HMG-CoA redutase no plasma57. Sinvastatina e outros inibidores da HMG-CoA redutase são metabolizados pela isoforma 3A4 do citocromo P-450. Algumas drogas que possuem efeito inibitório significativo em doses terapêuticas nesta via metabólica podem elevar substancialmente os níveis plasmáticos dos inibidores da HMG-CoA redutase e, desse modo, aumentar o risco de miopatia88. Essas drogas incluem ciclosporina, o bloqueador do canal de cálcio da classe dos tetralol mibefradil, itraconazol, cetoconazol e outros antifúngicos azólicos, os antibióticos macrolídeos eritromicina e claritromicina e o antidepressivo nefazodona. Reduzindo o risco de miopatia88: Medidas gerais: Pacientes que iniciam a terapia com sinvastatina devem ser avisados sobre o risco de miopatia88 e orientados a relatar prontamente dores musculares inexplicadas, dores, flacidez ou fraqueza. Níveis de CK 10 vezes acima do limite superior da normalidade em pacientes com sintomas9 musculares inexplicáveis indicam miopatia88. A terapia com sinvastatina deve ser descontinuada em casos de suspeita ou de diagnóstico76 de miopatia88. Na maioria dos casos, quando os pacientes descontinuam imediatamente o tratamento, os sintomas9 musculares e aumentos de CK desaparecem. Dentre os relatos de rabdomiólise89, muitos dos pacientes apresentavam antecedentes pessoais de complicações médicas. Alguns apresentavam insuficiência renal36 preexistente, geralmente secundária a diabetes90 de longa data. Em pacientes com estas características, os aumentos de dose requerem cuidado. Como não há efeitos adversos conhecidos decorrentes da interrupção do tratamento por períodos curtos, sinvastatina deve ser interrompida alguns dias antes de cirurgias eletivas91 e quando qualquer condição médica ou cirúrgica aguda grave sobrevier. Medidas para redução do risco de miopatia88 causadas por interações medicamentosas (veja acima). Os médicos que optarem pela terapia combinada92 de sinvastatina com qualquer droga que possa interagir com ela, devem considerar os riscos e benefícios potenciais e monitorizar cuidadosamente os pacientes em relação a qualquer sinal93 ou sintoma94 de dor, flacidez ou fraqueza muscular e, particularmente, durante os primeiros meses de terapia e durante qualquer período de titulação de aumento de posologia de cada droga. Determinações periódicas de CK devem ser consideradas em tais situações, mas não há garantia de que tal monitorização possa prevenir a ocorrência de miopatia88. O uso combinado de sinvastatina com fibratos ou niacina deve ser evitado, a menos que os benefícios ou alterações adicionais nos níveis lipídicos possam superar os altos riscos destas combinações de drogas. Combinações de fibratos ou niacina com doses baixas de sinvastatina têm sido usadas sem miopatia88 em testes clínicos pequenos, de curta duração e com monitorização cuidadosa. A adição destas drogas aos inibidores da HMG-CoA redutase tipicamente provoca leve redução adicional no LDL44-colesterol2, mas reduções adicionais dos triglicérides28 e aumentos do HDL45-colesterol2 podem ser obtidos. Se for necessário utilizar uma dessas drogas com a sinvastatina, a experiência clínica sugere que o risco de miopatia88 é menor com niacina do que com fibratos. Em pacientes recebendo concomitantemente ciclosporina, fibratos ou niacina, a dose geralmente não deve exceder 10 mg (ver Posologia), já que o risco de miopatia88 aumenta substancialmente com doses mais altas. A interrupção da terapia com sinvastatina durante tratamento com um antifúngico sistêmico95 azólico ou antibiótico macrolídeo deve ser considerada. O uso de mibefradil juntamente com a sinvastatina é contra-indicado. O uso concomitante de outros medicamentos também conhecidos por possuírem efeitos inibitórios significativos da isoforma 3A4 do citocromo P-450, em doses terapêuticas, deve ser evitado, a menos que os benefícios da terapia combinada92 superem os riscos elevados. Efeitos hepáticos: Há relatos de aumentos persistentes e acentuados das transaminases em pacientes adultos que receberam sinvastatina, sendo que quando a droga é suspensa ou descontinuada nestes pacientes, em geral, os níveis de transaminase caem lentamente para valores pré-tratamento. Tais aumentos não foram associados à icterícia96 ou outros sinais97 ou sintomas9 clínicos. Não houve evidência de hipersensibilidade. Recomenda-se a realização de testes de função hepática34 antes do início da terapia e periodicamente depois disso (por exemplo, de 6 em 6 meses), no primeiro ano de tratamento ou até 1 ano após a última elevação na dose, em todos os pacientes. Pacientes titulados em doses de 80 mg devem realizar teste adicional aos 3 meses. Deve-se dar especial atenção àqueles pacientes que desenvolverem níveis elevados de transaminases séricas e, nesses pacientes, as medidas devem ser repetidas prontamente e realizadas mais freqüentemente. Se os níveis de transaminase mostrarem evidência de progressão, particularmente se eles se elevarem acima de três vezes o limite superior da normalidade e de forma persistente, a droga deve ser descontinuada. A droga deve ser utilizada com cautela em pacientes que consomem quantidades substanciais de álcool e/ou tenham histórico de doença hepática34. Hepatopatias ativas ou elevações inexplicadas das transaminases são contra-indicações para o uso de sinvastatina. Assim como com outros hipolipemiantes, elevações moderadas (menores do que três vezes o limite superior da normalidade) das transaminases séricas foram relatadas após a terapia com sinvastatina. Essas alterações apareceram logo após o início da terapia, foram geralmente transitórias e não acompanhadas por quaisquer sintomas9 e a interrupção do tratamento não foi necessária. Avaliações oftalmológicas: Na ausência de qualquer terapia medicamentosa, espera-se que com o tempo ocorra um aumento da prevalência98 de opacidade do cristalino99, como resultado do envelhecimento. Dados atuais de estudos clínicos de longo prazo não indicam efeito adverso da sinvastatina no cristalino99 de seres humanos. Gravidez3 e lactação4: DIOCOMB SI não deve ser usado durante a gravidez3 e lactação4. Se ocorrer gravidez3 durante o tratamento, DIOCOMB SI deve ser descontinuado imediatamente. Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas: Pacientes particularmente sensíveis, em que os medicamentos podem induzir reações não-freqüentes, devem estar atentos para as reações que manifestam com o uso deste medicamento, antes de conduzir veículos, de operar máquinas ou de desenvolver qualquer outra atividade que requeira concentração.

Interações Medicamentosas de Diocomb Si

Valsartana: Não foram observadas interações de significância clínica. Entre os fármacos com os quais se realizaram estudos clínicos incluem-se: cimetidina, warfarina, furosemida, digoxina, atenolol, indometacina, hidroclorotiazida, anlodipina e glibenclamida. Como valsartana não sofre extensa metabolização hepática34, interações do tipo droga-droga, clinicamente relevantes em termos de indução metabólica ou inibição do sistema do citocromo P-450, não são esperadas. Embora valsartana possua alta taxa de ligação a proteínas31 plasmáticas, estudos in vitro não mostraram qualquer interação a esse nível com uma série de moléculas que também têm alta taxa de ligação a proteínas31 plasmáticas, como diclofenaco, furosemida e warfarina. O uso concomitante de valsartana com diuréticos11 poupadores de potássio (espironolactona, triantereno, amilorida), suplementos à base de potássio ou substitutos do sal que contenham potássio pode acarretar aumento do potássio sérico. Se o uso simultâneo desses compostos for considerado necessário, recomenda-se precaução. O efeito redutor da pressão arterial19 pode ser reforçado por outros anti-hipertensivos. Sinvastatina: O risco de rabdomiólise89 é aumentado pelo uso concomitante de sinvastatina e drogas com efeito inibitório significativo na isoforma 3A4 do citocromo P-450 em doses terapêuticas (tais como ciclosporina, mibefradil, itraconazol, cetoconazol, eritromicina, claritromicina e nefazodona) ou com derivados do ácido fíbrico ou niacina (ver Precauções - Efeitos musculares). Warfarina/derivados cumarínicos: Há relatos de potencialização discreta do efeito de anticoagulantes100 cumarínicos em uso concomitante com sinvastatina. Em pacientes recebendo anticoagulantes100 cumarínicos, o tempo de protrombina101 deve ser determinado antes do início do tratamento com sinvastatina e, freqüentemente, durante as fases do tratamento, para assegurar que não ocorra nenhuma alteração significativa no tempo de protrombina101. Uma vez que o tempo de protrombina101 tenha se estabilizado, a monitorização poderá ser realizada em intervalos geralmente recomendados para os pacientes em tratamento com anticoagulantes100 cumarínicos. Se houver alteração na dose de sinvastatina ou se esta droga for descontinuada, deve ser repetido o mesmo procedimento. A terapia com sinvastatina não foi associada com sangramento ou com alterações no tempo de protrombina101 em pacientes que não estão tomando anticoagulantes100. Digoxina: O uso concomitante de digoxina e sinvastatina pode elevar as concentrações plasmáticas de digoxina. Pacientes fazendo uso de digoxina devem ser apropriadamente monitorados quando o tratamento com sinvastatina é iniciado.

Reações Adversas de Diocomb Si

Valsartana: Estudos placebo102-controlados que envolveram 2.316 pacientes tratados com valsartana, mostraram incidência23 total de reações adversas nesses pacientes comparável à do placebo102. A tabela de reações adversas abaixo baseia-se em dez estudos placebo102-controlados, nos quais os pacientes foram tratados com diversas doses de valsartana (10 mg a 320 mg) por até 12 semanas. Dos 2.316 pacientes, 1.281 e 660 receberam 80 mg ou 160 mg, respectivamente. Nenhum efeito colateral103 teve sua incidência23 relacionada à dose ou à duração do tratamento; conseqüentemente as reações adversas que ocorreram com todas as doses de valsartana foram agrupadas. A incidência23 das reações adversas não está associada a sexo, idade ou raça. Todas as reações adversas apresentadas pelos pacientes tratados com valsartana, que ocorreram com incidência23 maior ou igual a 1%, estão incluídas na tabela a seguir, independentemente da sua associação causal com o fármaco60 em estudo.Reações adversas Valsartana Placebo102
N = 2316 N = 888
% %
Cefaléia104 9,8 13,5
Vertigem105 3,6 3,5
Infecção106 viral 3,1 1,9
Infecção106 do trato respiratório superior 2,5 2,4
Tosse 2,3 1,5
Diarréia6 2,1 1,8
Fadiga107 2,1 1,2
Rinite108 2,0 2,3
Sinusite109 1,9 1,6
Dor nas costas110 1,6 1,4
Dor abdominal 1,6 1,0
Náusea111 1,5 2,0
Faringite112 1,2 0,7
Artralgia113 1,0 1,0
Outras reações adversas, relatadas com freqüência inferior a 1%, incluíram: edema114, astenia115, insônia, rash116 (erupção117), redução da libido118 e vertigem105. Não se estabeleceu se essas reações adversas têm relação causal com o uso de valsartana. Estudos posteriores revelaram casos muito raros de angioedema119, rash116 (erupção117), prurido120 e outras reações de hipersensibilidade alérgicas, incluindo doença do soro121 e vasculite122. Também foram relatados casos muito raros de comprometimento da função renal37. Dados laboratoriais: Em raros casos, o tratamento com valsartana pode ser acompanhado de queda do nível de hemoglobina62 e do hematócrito63. Em estudos clínicos controlados, constatou-se redução significativa (> 20%) do hematócrito63 em 0,8% e da hemoglobina62 em 0,4% dos pacientes tratados com valsartana. Em comparação, observou-se redução do hematócrito63 ou da hemoglobina62 em 0,1% dos pacientes tratados com placebo102. Verificou-se neutropenia123 em 1,9% dos pacientes tratados com valsartana e em 1,6% dos pacientes tratados com um inibidor da ECA. Em estudos clínicos controlados, observaram-se elevações significativas da concentração de creatinina69 sérica, potássio e bilirrubina124 total no soro121, em 0,8%; 4,4% e 6% dos pacientes tratados com valsartana e em 1,6%; 6,4% e 12,9% dos pacientes tratados com um inibidor da ECA, respectivamente. Ocasionalmente constatou-se, nos pacientes tratados com valsartana, uma elevação dos índices da função hepática34. Não é necessária uma monitorização de parâmetros laboratoriais para pacientes87 somente hipertensos tratados com valsartana. Sinvastatina: A sinvastatina é geralmente bem tolerada e a maioria dos efeitos colaterais125 é de natureza leve e transitória. Os efeitos adversos mais freqüentes são as desordens gástricas (dor abdominal, constipação7 e flatulência), astenia115 e cefaléia104. Os seguintes efeitos adversos podem também ocorrer: náusea111, diarréia6, erupção117 cutânea126, dispepsia127, prurido120, alopecia128, tontura129, câimbras130 musculares, mialgia131, pancreatite132, parestesia133, neuropatia periférica134, vômitos135 e anemia136. Raramente, ocorreram rabdomiólise89 e hepatite137/icterícia96. Uma síndrome138 de hipersensibilidade aparente foi também relatada e inclui algumas das seguintes características: angioedema119, síndrome138 do tipo lúpus139, polimialgia reumática, vasculite122, trombocitopenia140, eosinofilia141, aumento de VHS142, artrite143, artralgia113, urticária144, fotossensibilidade, febre10, vermelhidão, dispnéia145 e mal-estar.

Interações em Testes Laboratoriais de Diocomb Si

Elevações persistentes e acentuadas das transaminases séricas foram raramente relatadas. Foram relatadas elevações da fosfatase alcalina146 e na g-glutamil transpeptidase. Anormalidades nos testes de função hepática34 foram geralmente leves e transitórias. Aumentos nos níveis de creatinina69 quinase sérica (CK) derivada do músculo esquelético147 foram relatados (ver Precauções).

Posologia de Diocomb Si

O paciente deve iniciar uma dieta padrão redutora de colesterol2 antes de receber DIOCOMB SI e deve mantê-la durante o tratamento com este medicamento. A dose de DIOCOMB SI recomendada é de 80 mg de valsartana e 10 mg de sinvastatina, uma vez ao dia, independentemente de idade, raça ou sexo. A administração da sinvastatina à noite pareceu ser ligeiramente mais efetiva do que a administração pela manhã. O efeito anti-hipertensivo manifesta-se efetivamente dentro de 2 semanas e o efeito máximo após 4 semanas. Ajustes posológicos, se necessários, devem ser feitos em intervalos maiores de 4 semanas. Hiperlipidemia47 e hipertensão27 leve a moderada: A dose inicial usual é de valsartana 80 mg e sinvastatina 10 mg ao dia, administrada em dose única. Ajustes posológicos, se necessários, quando não houver controle adequado dos níveis de colesterol2 total e LDL44-C, devem ser feitos em intervalos maiores de 4 semanas, para valsartana 80 mg e sinvastatina 20 mg ao dia, administrados em dose única. Nos pacientes que não apresentarem controle adequado da pressão arterial19 com a dose diária recomendada, esta pode ser aumentada para 160 mg de valsartana e 10 ou 20 mg de sinvastatina, ou um diurético24 pode ser associado. Doença coronariana49 e hipertensão27 leve a moderada: Pacientes com doença coronariana49 podem ser tratados com uma dose inicial de valsartana 80 mg e sinvastatina 20 mg administradas em dose única ao dia. Ajustes de posologia, se necessários, devem ser realizados conforme orientação descrita anteriormente. Nos pacientes que não apresentarem controle adequado da pressão arterial19 com a dose diária recomendada, esta pode ser aumentada para 160 mg de valsartana e 20 mg de sinvastatina, ou um diurético24 pode ser associado. Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal36 leve a moderada ou com insuficiência hepática39 de origem não-biliar e sem colestase41. DIOCOMB SI pode ser administrado concomitantemente com outros agentes anti-hipertensivos. A segurança e a eficácia de DIOCOMB SI não estão estabelecidas para o uso em crianças. Pacientes idosos podem fazer uso de DIOCOMB SI, desde que sejam observadas as precauções e advertências inerentes ao uso do produto.

Superdosagem de Diocomb Si

Valsartana: Embora não exista experiência de superdosagem com valsartana, o principal sinal93 que pode ser esperado é uma acentuada hipotensão71. As medidas terapêuticas dependem do momento da ingestão e da natureza e gravidade dos sintomas9, devendo-se dar prioridade máxima ao restabelecimento de condições circulatórias estáveis. Se a ingestão foi recente, deve-se induzir o vômito148. Caso a ingestão tenha ocorrido a mais tempo, é indicada a administração de uma quantidade suficiente de carvão ativo. No caso de hipotonia149, o paciente deve ser colocado em posição de decúbito dorsal150 e deve-se administrar rapidamente soluções hidroeletrolíticas. Valsartana não pode ser removida por hemodiálise151, por causa de sua forte ligação com as proteínas31 plasmáticas. Sinvastatina: Em caso de superdosagem, comunique imediatamente ao médico. Há poucos relatos de superdosagem; nenhum paciente apresentou sintomas9 específicos e todos se recuperaram sem seqüelas. A dose máxima ingerida foi de 450 mg. Devem ser adotadas medidas comuns.

Pacientes Idosos de Diocomb Si

Pacientes idosos podem fazer uso de DIOCOMB SI, desde que sejam observadas as precauções e advertências inerentes ao uso do produto.

Atenção de Diocomb Si

Este produto é um novo medicamento e, embora as pesquisas realizadas tenham indicado eficácia e segurança quando corretamente indicado, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ainda não descritas ou conhecidas. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável deve ser notificado.
Venda Sob Prescrição Médica.
Valsartana: Fabricado por: Novartis Pharma AG, Suíça.
Sinvastatina: Fabricado por: Novartis (Bangladesh) Ltd., Bangladesh, para Biochemie GmbH - Kundl, Áustria. Uma empresa do grupo Novartis.
Única concessionária no Brasil de Novartis AG, Suíça; resultante da fusão de Ciba-Geigy e Sandoz.
* Marca depositada em nome de Novartis AG, Basiléia, Suíça.
Serviço de Informações ao Cliente: 0800-8883003.
Registro no M.S. 1.0068.0946.
Embalado e distribuído por:
NOVARTIS Biociências S/A.


DIOCOMB SI - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

Ver outros medicamentos do laboratório "NOVARTIS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Cabeça:
6 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
7 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
8 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
9 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
10 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
11 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
12 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
13 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
14 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
15 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
16 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
17 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
18 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
19 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
20 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
21 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
22 Bradicinina: É um polipeptídio plasmático que tem função vasodilatadora e que se forma em resposta à presença de toxinas ou ferimentos no organismo.
23 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
24 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
25 Receptores hormonais: São proteínas que se ligam aos hormônios circulantes, mediando seus efeitos nas células. Os mais estudados em tumores de mama são os receptores de estrogênio e os receptores de progesterona, por exemplo.
26 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
27 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
28 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
29 Glicemia de jejum: Teste que checa os níveis de glicose após um período de jejum de 8 a 12 horas (frequentemente dura uma noite). Este teste é usado para diagnosticar o pré-diabetes e o diabetes. Também pode ser usado para monitorar pessoas com diabetes.
30 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
31 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
32 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
33 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
34 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
35 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
36 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
37 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
38 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
39 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
40 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
41 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
42 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
43 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
44 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
45 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
46 Hipercolesterolemia: Aumento dos níveis de colesterol do sangue. Está associada a uma maior predisposição ao desenvolvimento de aterosclerose.
47 Hiperlipidemia: Condição em que os níveis de gorduras e colesterol estão mais altos que o normal.
48 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
49 Doença coronariana: Doença do coração causada por estreitamento das artérias que fornecem sangue ao coração. Se o fluxo é cortado, o resultado é um ataque cardíaco.
50 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
51 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
52 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
53 Angioplastia: Método invasivo mediante o qual se produz a dilatação dos vasos sangüíneos arteriais afetados por um processo aterosclerótico ou trombótico.
54 Aterosclerose: Tipo de arteriosclerose caracterizado pela formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
55 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
56 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
57 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
58 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
59 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
60 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
61 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
62 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
63 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
64 Hemodinâmica: Ramo da fisiologia que estuda as leis reguladoras da circulação do sangue nos vasos sanguíneos tais como velocidade, pressão etc.
65 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
66 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
67 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
68 Nefropatias: Lesões ou doenças dos rins.
69 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
70 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
71 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
72 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
73 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
74 Homozigótica: Referente a homozigoto. Homozigoto é quando os alelos de um ou mais genes são idênticos. Alelos são genes que ocupam os mesmos loci (locais) nos cromossomos.
75 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
76 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
77 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
78 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
79 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
80 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
81 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
82 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
83 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
84 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
85 Aorta: Principal artéria do organismo. Surge diretamente do ventrículo esquerdo e através de suas ramificações conduz o sangue a todos os órgãos do corpo.
86 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
87 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
88 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
89 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
90 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
91 Eletivas: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
92 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
93 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
94 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
95 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
96 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
97 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
98 Prevalência: Número de pessoas em determinado grupo ou população que são portadores de uma doença. Número de casos novos e antigos desta doença.
99 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
100 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
101 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
102 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
103 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
104 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
105 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
106 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
107 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
108 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
109 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
110 Costas:
111 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
112 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
113 Artralgia: Dor em uma articulação.
114 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
115 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
116 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
117 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
118 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
119 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
120 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
121 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
122 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
123 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
124 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
125 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
126 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
127 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
128 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
129 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
130 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
131 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
132 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
133 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
134 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
135 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
136 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
137 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
138 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
139 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
140 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
141 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
142 VHS: É a velocidade com que os glóbulos vermelhos se separam do “soro” e se depositam no fundo de um tubo de ensaio, se este tubo com sangue é deixado parado (com anticoagulante). Os glóbulos vermelhos (hemácias) são puxados para baixo pela gravidade e tendem a se aglomerar no fundo do tubo. No entanto, eles são cobertos por cargas elétricas negativas e, quando vão se aproximando do fundo, repelem-se umas às outras, como cargas iguais de ímãs. Essa força magnética de repulsão se contrapõe à gravidade e naturalmente diminui a velocidade com que as hemácias caem. Se junto com as hemácias, nadando no plasma, haja outras estruturas de cargas positivas, estas vão anular as cargas negativas das hemácias e também a repulsão magnética entre elas, permitindo sua aglutinação. Neste caso a gravidade age sozinha e a velocidade com que elas caem (velocidade de hemossedimentação) é acelerada. O VHS é expresso como o número de milímetros que o sangue sedimentou (no tubo) no espaço de uma hora (mm/h).
143 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
144 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
145 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
146 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
147 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.
148 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
149 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)
150 Decúbito dorsal: Também conhecido como posição SUPINA. A pessoa fica deitada de costas com a cabeça e os ombros ligeiramente elevados, com a barriga voltada para cima.
151 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

Tem alguma dúvida sobre DIOCOMB SI?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.