Preço de STALEVO em Fairfield/SP: R$ 236,70

STALEVO

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014


STALEVO

Levodopa, carbidopa e entacapona

Formas Farmacêuticas e Apresentações do Stalevo

Comprimidos revestidos. Embalagens com 10, 30 e 100 comprimidos revestidos de 50 mg/12,5mg/200 mg; 100 mg/25 mg/200 mg e 150 mg/37,5 mg/200 mg.
USO ADULTO

Composição do Stalevo

Cada comprimido revestido de 50/12,5/200 mg contém 50 mg de levodopa, 12,5 mg de carbidopa e
200 mg de entacapona.
Cada comprimido revestido de 100/25/200 mg contém 100 mg de levodopa, 25 mg de carbidopa e
200 mg de entacapona.
Cada comprimido revestido de 150/37,5/200 mg contém 150 mg de levodopa, 37,5 mg de carbidopa
e 200 mg de entacapona.
Excipientes: amido de milho, manitol, croscarmelose sódica, povidona, estearato de magnésio,
hipromelose, sacarose, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho,
polissorbato 80 e glicerol a 85%.

Informações ao Paciente do Stalevo

Ação esperada do medicamento: STALEVO combina três substâncias ativas (levodopa/carbidopa/ entacapona) em um único comprimido revestido, que são utilizadas no tratamento da
doença de Parkinson1 preferencialmente nas fases mais tardias da doença, onde a associação
levopoda/carbidopa deixou de ter efeito satisfatório.
Cuidados de armazenamento: Conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC).
Prazo de validade: A data de validade está impressa no cartucho. Não utilize o produto após o
vencimento da data de validade.
Gravidez2 e lactação3: STALEVO é contra-indicado durante a gravidez2 e a amamentação4. Portanto,
informe ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu
término e se está amamentando.
Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as
doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico,
pois pode ser necessário ajustar a dose dos outros tratamentos antiparkisonianos, especialmente da
levodopa, para alcançar um nível suficiente de controle dos sintomas5 parkinsonianos.
Reações adversas: Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. Poderão
ser observados movimentos involuntários, náuseas6, mudanças mentais, depressão, insônia,
alucinações7, sonhos desagradáveis, agravamento dos sintomas5 da doença de Parkinson1, alteração da
cor da urina8, tonturas9, diarréia10, dor abdominal, constipação11 e boca12 seca.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico ou farmacêutico se
estiver tomando ou recentemente tomou qualquer outro medicamento, mesmo aqueles sem
prescrição médica.
Embora não tenha casos relatados, STALEVO pode aumentar os efeitos e os efeitos colaterais13 de
outros medicamentos, tais como inibidores da MAO14-A, antidepressivos tricíclicos, inibidores da
recaptação de noradrenalina15 (exemplos: desipramina, maprotilina e venlafaxina).
Podem aumentar os efeitos e os efeitos colaterais13 de drogas metabolizadas pela COMT, tais como
rimiterol, isoprenalina, adrenalina16, noradrenalina15, dopamina17, dobutamina, alfa-emtildopa e
apomorfina.
Algumas drogas podem reduzir o efeito terapêutico da levodopa presente no STALEVO. Isto inclui
fenotiazidas e buturofenonas; metoclopramida; fenitoína e papaverina. Portanto, o médico deve ser
informado caso se inicie o uso dessas drogas e/ou se observe uma perda de resposta terapêutica18 ao
STALEVO com essas drogas.
STALEVO pode prejudicar a absorção de ferro do trato gastrintestinal. Portanto, STALEVO e
medicamentos contendo ferro devem ser tomados pelo menos com 2-3 horas de diferença.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o
tratamento.
Contra-indicações e precauções: STALEVO é contra-indicado em casos de hipersensibilidade aos
componentes ativos e outros ingredientes da formulação. Em casos de insuficiência hepática19,
glaucoma20 de ânglo estreito, feocromocitoma21 (um tumor22 da glândula23 supra-renal24), uma vez que isso
pode aumentar o risco de reações severas de hipersensibilidade. Em pacientes que estejam tomando
certos tipos de antidepressivos (inibidores seletivos da MAO14-A e MAO14-B simultaneamente, ou
inibidores não seletivos da MAO14). Pacientes com história de síndrome25 neuroléptica maligna e ou
rabdomiólise26 não traumática (forma rara de distúrbio muscular), ou aqueles com história de
melanoma27 ou suspeita de lesões28 cutâneas29 não diagnosticadas.
Não deve ser usado durante a gravidez2 e lactação3.
Durante o tratamento, o paciente deve ter cuidado ao dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua
habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE30.

Informações Técnicas do Stalevo

Farmacodinâmica do Stalevo

A levodopa é amplamente metabolizada na periferia e apenas uma pequena porção da dose atinge osistema nervoso central, quando a levodopa é administrada oralmente sem inibidores metabólicos
enzimáticos. A carbidopa é um inibidor da dopa descarboxilase (DDCI), a qual reduz o
metabolismo31 periférico da levopoda para dopamina17 e assim, mais levodopa fica disponível no
cérebro32. Com a inibição da descarboxilase pela DDCI, a catecol-O-metiltranferase (COMT) tornase
a principal via metabólica de levodopa. O entacapona é um inibidor reversível, específico e
principalmente de ação periférica da COMT desenhado para administração concomitante com
levodopa. O entacapona retarda a depuração da levodopa da corrente sangüínea resultando em uma
área sob a curva (AUC) de levopoda aumentada e assim, estendendo a resposta clínica para cada
dose de levodopa.

Farmacocinética do Stalevo

Embora existam variações substanciais inter e intra-individuais na absorção de levodopa, carbidopa
e entacapona, a levodopa e o entacapona são rapidamente absorvidos e eliminados. A carbidopa é
absorvida e eliminada ligeiramente mais devagar comparada à levodopa. Com STALEVO, a Cmáx
para entacapona foi atingida em cerca de uma hora e a Cmáx para carbidopa em cerca de 2 ou 3 horas
após a administração de uma dose oral. As características da farmacocinética da levodopa com
STALEVO estão resumidas na tabela abaixo.
Tabela. Características da farmacocinética de levodopa em comprimidos de concentrações
diferentes de STALEVO em indivíduos idosos saudáveis (média ±DP, voluntários e voluntárias
saudáveis com idade entre 45- 75 anos)

Concentração dos comprimidos*    AUC -? (ng·h/ml)     Cmáx (ng/ml)         tmáx (h)
12,5/50/200 mg                 1044±314          437±154         1,1±0,5
25/100/200 mg                2906±715          975±247         1,4±0,6
37,5/150/200 mg             3773±1118          1272±329         1,5±0,9

*Carbidopa/levodopa/entacapona

A levodopa é amplamente metabolizada em vários metabólitos33, a descarboxilação pela dopa
descarboxilase (DDC) e a O-metilação pela catecol-O-metiltransferase (COMT) sendo as mais
importantes vias. A carbidopa é metabolizada em dois metabólitos33 principais, os quais são
excretados na urina8 como glicuronídeos e componentes não conjugados. A carbidopa inalterada
responde por 30% da excreção urinária total. O entacapona é quase completamente metabolizado
antes da excreção; apenas cerca de 0,2 % é excretado inalterado na urina8. Em virtude das curtas
meias-vidas de eliminação, nenhuma acumulação verdadeira de levodopa ou entacapona ocorre
quando elas são administradas repetidamente.
A idade afeta a eliminação de levodopa. Contudo, nos estudos de farmacocinética com STALEVO
não houve diferença significativa na AUC de levodopa, carbidopa ou entacapona entre indivíduos
mais jovens e idosos. A biodisponibilidade de levodopa é significativamente maior em mulheres
que em homens. Isto também foi observado nos estudos de farmacocinética com STALEVO, sendo
a razão principal a diferença no peso corporal.
O metabolismo31 de entacapona é retardado em pacientes com insuficiência hepática19 leve a
moderada. Não foi relatado nenhum estudo particular sobre a farmacocinética da carbidopa e
levodopa em pacientes com insuficiência hepática19. A insuficiência renal34 não afeta a farmacocinética
de levodopa e carbidopa em pacientes com insuficiência renal34.
Indicações
STALEVO é indicado na Doença de Parkinson1 preferencialmente nas fases mais tardias da doença,
onde a associação levodopa/carbidopa deixou de ter efeito satisfatório.
Levodopa, carbidopa e entacapona são os ingredientes ativos de STALEVO. Carbidopa é um
inibidor periférico da dopa descarboxilase (DDC) e entacapona é um inibidor periférico da catecol-
O-metiltransferase (COMT). Ambos reduzem o amplo metabolismo31 periférico da levodopa,
melhorando por meio disso sua disponibilidade para o cérebro32.

Contra-Indicações do Stalevo

STALEVO é contra-indicado em casos de hipersensibilidade aos componentes ativos e outrosingredientes da formulação. Em casos de insuficiência hepática19, glaucoma20 de ângulo estreito,
feocromocitoma21 (um tumor22 da glândula23 supra-renal24), uma vez que isso pode aumentar o risco de
reações severas de hipersensibilidade. Em pacientes que estejam tomando certos tipos de
antidepressivos (inibidores seletivos da MAO14-A e MAO14-B simultaneamente, ou inibidores não
seletivos da MAO14). Em pacientes com história de síndrome25 neuroléptica maligna e ou rabdomiólise26
não traumática (forma rara de distúrbio muscular). Pacientes com história de melanoma27 ou suspeita
de lesões28 cutâneas29 não diagnosticadas. Se a paciente estiver grávida ou amamentando.
Precauções e advertências
STALEVO é um medicamento que contém levodopa. Assim, as precauções aplicáveis ao
tratamento com levodopa devem também ser tomadas no uso de STALEVO. Portanto, STALEVO
não é recomendado para o tratamento de pacientes com reações extrapiramidais induzidas pela
droga e deve ser administrado com cautela em pacientes com doença cardiovascular ou pulmonar
grave, asma35 brônquica, doença renal36, hepática37 ou endócrina, ou história de úlcera péptica38 ou de
convulsões. Cautela deve ser tomada quando administrar STALEVO a pacientes com história de
infarto do miocárdio39 com nodo atrial residual ou arritmias40 ventriculares.
A levodopa pode causar movimentos involuntários e distúrbios mentais, os quais pensa-se ser
devidos à dopamina17 cerebral aumentada após a administração de levodopa. Quando o tratamento de
STALEVO é iniciado em pacientes atualmente tratados com levodopa e inibidores da DDC sem
entacapona, os eventos adversos dopaminérgicos podem aumentar. Portanto, para reduzir os efeitos
adversos dopaminérgicos relacionados à levodopa, é sempre necessário reduzir a dosagem de
levodopa dentro dos primeiros dias às primeiras semanas após o início da terapêutica18 com
STALEVO.
Em virtude da inibição da COMT pela entacapona, STALEVO pode interferir com o metabolismo31
de produtos medicinais contendo um grupo catecol e potenciar suas ações. Assim, TC deve ser
administrado cuidadosamente em pacientes que estão sendo tratados com produtos medicinais
metabolizados pela COMT.
A levodopa isolada ou em combinação com entacapona foi associada com sonolência e episódios de
início repentino de sono.
A Síndrome25 Neuroléptica Maligna (NMS) e rabdomiólise26 foram relatadas em associação com
retirada abrupta de drogas dopaminérgicas incluindo levodopa. Portanto, os pacientes devem ser
observados cuidadosamente, quando a dosagem de STALEVO é reduzida abruptamente ou
descontinuada.
A levodopa é contra-indicada se o paciente tiver uma história de melanoma27 ou suspeita de lesões28
cutâneas29 não diagnosticadas.
A levodopa e as combinações de carbidopa e levodopa causaram malformações41 visceral e
esquelética em coelhos, e portanto, STALEVO não deve ser usado durante a gravidez2. Não é sabido
se a levodopa, a carbidopa, ou o entacapona é excretado no leite humano. Em estudos com animais,
a carbidopa e o entacapona foram excretados no leite. A segurança de levodopa, carbidopa ou
entacapona em crianças é desconhecida. As mulheres não devem amamentar durante o tratamento
com STALEVO.

Gravidez2 e Lactação3 do Stalevo

STALEVO não deve ser usado durante a gravidez2. As mulheres não devem amamentar durante o
tratamento com STALEVO.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e/ou operar máquinas
STALEVO pode causar vertigem42 ou tontura43 devido uma queda na pressão arterial44. Portanto, devese
ter cautela ao dirigir ou operar qualquer ferramenta ou máquina.
Interações medicamentosas e outras formas de interações
Embora não tenha nenhum caso relatado, é possível que STALEVO aumente os efeitos e os efeitos
colaterais de outros medicamentos, tais como inibidores da MAO14-A, antidepressivos tricíclicos,
inibidores de recaptação de noradrenalina15 (tais como desipramina, maprotilina e venlafaxina).
Os efeitos e os efeitos colaterais13 de drogas metabolizadas pela COMT, e.g. paroxetina e
componentes com estrutura do catecol (tais como rimiterol, isoprenalina, adrenalina16, noradrenalina15,
dopamina17, dobutamina, alfa-emtildopa e apomorfina) podem ser aumentadas. Portanto, deve-se ter
cuidado se for usar esses medicamentos junto com STALEVO.
Algumas drogas podem reduzir o efeito terapêutico da levodopa presente no STALEVO. Isto inclui
algumas drogas usadas para o tratamento de psicose45 ou esquizofrenia46 (tais como fenotiazidas e
buturofenonas), náuseas6 e vômitos47 (e.g. metoclopramida) e as drogas denominadas fenitoína e
papaverina.
STALEVO pode prejudicar a absorção de ferro do trato gastrintestinal. Portanto, STALEVO e
medicamentos contendo ferro devem ser tomados pelo menos com 2-3 horas de diferença.
Reações adversas
Como todos os medicamentos, STALEVO pode ter efeitos colaterais13.
STALEVO combina levodopa, carbidopa e entacapona pela primeira vez em um medicamento.
Assim, os efeitos colaterais13 relatados para a terapêutica18 de levodopa/carbidopa e aquelas relatadas
para a terapêutica18 de entacapona com levodopa também podem ocorrer com STALEVO.

Levodopa/carbidopa:
Os efeitos adversos mais comuns de levodopa/carbidopa são movimentos involuntários (discinesia)
e náuseas6. Essas reações podem geralmente diminuir pela titulação da dose de levodopa. Portanto,
se essas reações ocorrerem, deve-se procurar um médico assim que possível.
Mudanças mentais, incluindo sintomas5 paranóides e psicóticos, depressão, com ou sem
desenvolvimento de tendências suicidas e disfunção cognitiva48 também podem ser efeitos colaterais13
da terapêutica18 de levodopa/carbidopa. Ocorrendo qualquer um desses efeitos colaterais13, informar ao
médico assim que possível para receber ajuda adequada.
Os efeitos adversos menos freqüentes da terapêutica18 de levodopa/carbidopa são irregularidades na
taxa cardíaca e ritmo, tontura43 ou desmaios devido à pressão arterial44 baixa, piora abrupta dos
sintomas5 parkinsonianos, perda de apetite, vômitos47, vertigem42 e sonolência, sangramento
gastrintestinal, desenvolvimento de úlcera duodenal49, pressão arterial44 alta, inflamação50 das veias51 das
pernas, mudanças nos constituintes da célula52 sangüínea que podem levar a fatiga, desmaio,
infecções53 ou sangramento, dor no peito54, encurtamento da respiração, formigamento ou
entorpecimento e convulsões.
Entacapona:
Geralmente as reações adversas causadas pelo entacapona em combinação com a terapêutica18 de
levodopa são leves a moderadas. Em estudos clínicos, as reações adversas mais comuns levando a
descontinuação do tratamento de entacapona foram sintomas5 gastrintestinais (e.g. diarréia10, 2,5%) e
efeitos colaterais13 aumentados de levodopa (e.g. discenisia, 1,7%).
Assim como com levodopa/carbidopa, os efeitos colaterais13 mais freqüentes de entacapona são
movimentos involuntários e náuseas6. Esses estão relacionados à atividade dopaminérgica
aumentada dentro do cérebro32 e podem exigir ajuste de STALEVO ou de outros tratamentos
antiparkinsonianos. Uma inofensiva descoloração marrom avermelhado da urina8 é também
comumente relatada com entacapona.
Insônia, alucinações7, confusão, sonhos desagradáveis, agravamento dos sintomas5 de Parkinson,
vertigem42, cãibra muscular, movimentos involuntários, diarréia10, dor abdominal, boca12 seca,
constipação11, vômitos47, fatiga, sudorese55 aumentada e aumento das quedas são também relatados com
entacapona quando combinado com a terapêutica18 de levodopa. Algumas das reações adversas, tais
como discinesia, náuseas6 e dor abdominal podem ser mais comuns com doses altas de entacapona
(1.4000 a 2.000 mg, i.e. 7 a 10 comprimidos de STALEVO, por dia) do que com doses menores de
entacapona. Se a ocorrência desses efeitos adversos aumenta ou os efeitos tornam-se mais graves
durante o tratamento com STALEVO, é aconselhável contatar um médico assim que possível, pois
uma mudança na dosagem de STALEVO ou nos outros medicamentos antiparkinsonianos pode ser
necessária.
Agitação, valores anormais nos testes de função hepática37, prurido56 e erupção57 cutânea58 foram relatados
rara ou muito raramente com entacapona em associação com a terapêutica18 de levodopa.

Posologia do Stalevo

Um comprimido de STALEVO contém uma dose de tratamento de levodopa, carbidopa eentacapona. Tomar apenas um comprimido da dose indicada. Não tomar 2 ou mais comprimidos de
STALEVO ao mesmo tempo. Os comprimidos não devem ser divididos em duas partes.
Deve-se seguir estritamente as instruções dadas pelo médico para o uso de STALEVO, outros
medicamentos contendo levodopa e outras drogas antiparkinsonianas. Isto inclui as seguintes
instruções sobre quando e como tomar o medicamento.
Fale com o seu médico ou farmacêutico se não estiver satisfeito com os benefícios terapêuticos de
STALEVO ou se detectou possíveis efeitos colaterais13.
Se tiver esquecido de tomar STALEVO, deve tomar a próxima dose tão logo tenha notado que
esqueceu. Contudo, não tome uma dose dupla para compensar o esquecimento das doses
individuais. Também, para evitar os efeitos colaterais13 da levodopa, tais como náuseas6 ou
movimentos involuntários, é aconselhável não tomar a dose seguinte de STALEVO dentro da
próxima hora. Depois, deve voltar para o esquema normal.

Superdosagem do Stalevo

Caso ocorra a ingestão acidental de muitos comprimidos de STALEVO, contatar imediatamente um
médico ou farmacêutico.
ATENÇÃO: ESTE É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS
REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO
CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS
IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU DESCONHECIDAS. EM CASO DE
SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER
NOTIFICADO.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
Reg. MS. -
Farm. Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF-SP nº 23.873
Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho
Fabricado por: Orion Corporation, Espoo, Finlândia.
Importado, embalado e distribuído por: Novartis Biociências S.A.
Av. Ibirama, 518 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra - SP
CNPJ n° 56.994.502/0098-62
Indústria Brasileira
TM = Marca depositada em nome da Orion Corporation, Finlândia.
Única concessionária no Brasil de Novartis AG, Suíça; resultante da fusão de Ciba-Geigy e Sandoz.
São Paulo, 20 de fevereiro de 2004.
Christina Góes Marcos Paulo Moreira
Representante Legal Farmacêutico CO-Responsável
CRF-SP nº 28.834

STALEVO - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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Complementos

1 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
7 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
8 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
9 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
11 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
12 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
13 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
14 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
15 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
16 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
17 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
18 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
19 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
20 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
21 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
22 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
23 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
24 Supra-renal:
25 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
26 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
27 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
28 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
29 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
30 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
31 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
32 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
33 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
34 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
35 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
36 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
37 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
38 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
39 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
40 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
41 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
42 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
43 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
44 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
45 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
46 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
47 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
48 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
49 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
50 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
51 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
52 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
53 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
54 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
55 Sudorese: Suor excessivo
56 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
57 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
58 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.

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