BUSPAR

B-MS

Atualizado em 03/06/2015

          cloridrato de buspirona


- APRESENTAÇÃO/COMPOSIÇÃO


BUSPAR 5 mg é apresentado em cartuchos com 2 blisters com l0 comprimidos cada.
BUSPAR 10 mg é apresentado em cartuchos com 2 blisters com 10 comprimidos sulcados cada.
Cada comprimido de BUSPAR 5 mg e l0 mg contém 5 mg e 10 mg de cloridrato de buspirona, respectivamente.


USO PARA ADULTOS

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE


               Este medicamento deve ser guardado em local onde não seja exposto a extremos de temperatura (nunca em temperatura acima de 40ºC). Proteger da luz e umidade.
         
                Prazo de validade: vide cartucho. Este medicamento não deve ser utilizado se o prazo de validade estiver vencido.
         
               Sua absorção é rápida e os níveis sanguíneos máximos são atingidos uma a uma hora e meia após a ingestão do medicamento.
    Informar sempre o médico a ocorrência de gravidez1 antes ou durante a vigência do tratamento. Informar também o médico se você estiver amamentando.
         
               A ingestão de BUSPAR junto com alimentos não altera significativamente a sua absorção. É prudente evitar a ingestão de BUSPAR junto com bebidas alcoólicas.
         
               Evite dirigir automóveis ou operar máquinas complexas até comprovação de que BUSPAR não compromete o desempenho funcional.
         
               A dose a ser utilizada deve ser sempre orientada pelo médico. Qualquer modificação da dose utilizada ou interrupção do tratamento só deve ser feita sob orientação médica. Informar ao médico sobre quaisquer medicamentos que você esteja tomando ou pretenda tomar durante o seu tratamento com BUSPAR.
         
           BUSPAR é contra-indicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade à droga.
         
               Informar ao médico caso ocorram: cefaléia2, tontura3, náusea4, nervosismo, excitação e pele5 viscosa. São efeitos colaterais6 geralmente observados no início do tratamento e normalmente diminuem com a continuidade da medicação e/ou diminuição da dose.
         
               Estudos até agora realizados demonstram que BUSPAR não leva à dependência. Não deve ser usado em pacientes menores de 18 anos.
         
               TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
         
               NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO; PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE7.
         


INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Descrição do Buspar

BUSPAR, cloridrato de buspirona, é o primeiro agente ansiolítico da classe da azapirona, a qual não tem relação química ou farmacológica com os benzodiazepínicos.Os comprimidos de BUSPAR 5 e 10 mg além do cloridrato de buspirona, contêm as seguintes substâncias inativas: dióxido de silício coloidal, lactose8, estearato de magnésio, celulose microcristalina e glicolato de amido sódico.

Farmacologia9 Clínica do Buspar

BUSPAR tem mostrado atividade psicotrópica seletiva para ansiedade. Ao contrário dos benzodiazepínicos e de outros agentes ansiolíticos, BUSPAR alivia a ansiedade sem causar efeitos sedativos, miorrelaxantes ou o comprometimento da vigilância mental. Em experiências clínicas controladas e em estudos especiais da função psicomotora10, os pacientes que receberam buspirona não se diferenciaram significativamente daqueles que receberam placebo11 com relação a incidência12 de sedação13 (sonolência e/ou fadiga14) e com relação ao projuízo funcional (incluindo habilidade para dirigir veículos). Ao contrário, o diazepam e o clorazepato produziram sedação13 e o diazepam e o lorazepam prejuízo funcional significantes.
O mecanismo de ação de BUSPAR difere daquele dos benzodiazepínicos.  No homem, entretanto, os detalhes sobre o seu mecanismo de ação  ansiolítica ainda não foram elucidados. Estudos pré-clínicos in vitro demonstraram que a buspirona tem uma alta afinidade pelos receptores de serotonina (5-HT1A). A buspirona não parece interagir diretamente, nem com os receptores benzodiazepínicos e nem com os receptores do GABA15 in vitro quando testada em modelos pré-clínicos. Estudos sugerem que a buspirona pode ter efeitos indiretos sobre os outros sistemas neurotransmissor-receptor incluindo os receptores benzodiazepínicos,  GABA15 e de dopamina16. Com relação a dopamina16, a buspirona parece atuar como um antagonista17 pré-sináptico da dopamina16.
No homen, BUSPAR é rapidamente absorvido, com níveis sanguíneos máximos em 60 a 90 minutos após ingestão. Em doses de 10, 20 e 40 mg, os picos médios de concentração plasmática são, respectivamente de 0,9; 1,7 e 3,2 ng/ml. Estes dados sugerem uma relação de proporcionalidade entre a concentração plasmática e a dosagem. Estudos  de dose múltipla de até 28 dias, indicam que concentrações plasmáticas de equilíbrio são  atingidas dentro de um período de 2 dias e são a proporcionais à dose. Quando o equilíbrio é alcançado, a concentração plasmática de buspirona é acentuadamente alterada pela administração crônica.
Os efeito dos alimentos sobre a biodisponibilidade de BUSPAR foi estudado em oito indivíduos. Os resultados sugerem que os alimentos não afetam significativamente a absorção da buspirona, porém diminuem o metabolismo18 de primeira passagem. Isto resulta em maior disponibilidade da buspirona inalterada, porém, a importância clínica desta observação é desconhecida .
No homem, aproximadamente 95% da buspirona se ligam às proteínas19 plasmáticas. Outras drogas com alta taxa de ligação como por exemplo fenitoína,propranolol e warfarina não são deslocadas pela buspirona, em concentrações clínicamente relevantes, de suas ligações às proteínas19 plasmáticas in vitro. Em concentrações mais altas, a digoxina é deslocada in vitro, entretanto, a importância clínica deste fato é desconhecida
Os valores da meia-vida de eliminação observados em voluntários sadios variaram de 2 a 33 horas. A meia-vida média observada em voluntários sadios nos 14 estudos até então realizados, variaram de 2 a 11 horas.  As mulheres tenderam a apresentar valores de meia-vida ligeiramente maiores que a dos homens, porém não foram estatisticamente significativos.  Após uma única dose de BUSPAR, 29 a 63% da dose foi excretada na urina20, num período de 24 horas, principalmente na forma de metabólitos21; a excreção fecal foi de 18 a 38% da dose. A buspirona é metabolizada principalmente por oxidação produzindo vários derivados hidroxilados e a 1-pirimidinilpiperazina (1-PP), um metabólito22 farmacológicamente ativo. Em modelos animais, que são preditores do potencial ansiolítico no homem, a 1-PP apresentou cerca de 25% ou menos da atividade da buspirona.
O clearance da buspirona é diminuído em pacientes com disfunção hepática23 bem como com função renal24 prejudicada. Não foram verificadas diferenças significativas na farmacocinética da buspirona em função da idade e/ou sexo.


Indicações do Buspar

BUSPAR é indicado no tratamento dos distúrbios de ansiedade  tais como distúrbios de ansiedade generalizada e no alívio a curto prazo dos sintomas25 de ansiedade acompanhada ou não de depressão. Estudos clínicos controlados com BUSPAR têm sido limitados a seis meses.


Contra-Indicações do Buspar

BUSPAR É CONTRA-INDICADO EM PACIENTES HIPERSENSÍVEIS AO CLORIDRATO DE BUSPIRONA OU A ALGUM DOS INGREDIENTES INATIVOS DA FORMULAÇÃO.


Advertências do Buspar

A ADMINISTRAÇÃO DE BUSPAR A PACIENTES QUE ESTEJAM TOMANDO UM INIBIDOR DA MONOAMINO OXIDASE (IMAO26) PODE APRESENTAR PERIGO. EXISTEM INFORMES DA OCORRÊNCIA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL27 QUANDO BUSPAR FOI ADICIONADO A UMA TERAPIA INCLUINDO IMAO26. PORTANTO, RECOMENDA-SE NÃO USAR O PRODUTO CONCOMITANTEMENTE COM UM IMAO26.BUSPAR NÃO É RECOMENDADO PARA PACIENTES28 COM HISTÓRIA DE CRISES EPILÉPTICAS.


Precauções do Buspar

Gerais

INTERFÊRENCIA NO DESEMPENHO MOTOR E COGNITIVO29: ESTUDOS INDICAM QUE BUSPAR É MENOS SEDATIVO QUE OUTROS ANSIOLÍTICOS E NÃO COMPROMETE SIGNIFICATIVAMENTE O DESEMPENHO PSICOMOTOR30. NO ENTANTO, SEUS EFEITOS NO SNC31 EM QUALQUER PACIENTE EM PARTICULAR, NÃO PODEM SER PREVISÍVEIS. POR ESTA RAZÃO, OS PACIENTES DEVERÃO SER ALERTADOS QUANTO A DIRIGIR VEÍCULOS OU OPERAR MÁQUINAS COMPLEXAS, ATÉ QUE ESTEJAM RAZOAVELMENTE CERTOS DE QUE O TRATAMENTO COM BUSPAR NÃO OS AFETA ADVERSAMENTE.
EMBORA ESTUDOS FORMAIS DE INTERAÇÃO DE BUSPAR COM ÁLCOOL INDIQUEM QUE BUSPAR NÃO AUMENTA OS DANOS INDUZIDOS PELO ÁLCOOL NA PERFORMANCE MOTORA E MENTAL, É PRUDENTE EVITAR O USO CONCOMITANTE DE ÁLCOOL E BUSPAR.

POTENCIAL PARA REAÇÕES DE ABSTINÊNCIA EM PACIENTES DEPENDENTES DE DROGAS SEDATIVA/HIPNÓTICA/ANSIOLÍTICA: BUSPAR NÃO DEMONSTRA TOLERÂNCIA CRUZADA COM OS BENZODIAZEPÍNICOS E OUTRAS DROGAS SEDATIVAS/HIPNÓTICAS COMUNS, E NÃO BLOQUEARÁ A SÍNDROME32 DE ABSTINÊNCIA FREQUENTEMENTE OBSERVADA QUANDO A TERAPIA COM ESTAS DROGAS É SUSPENSA. PORTANTO, É ACONSELHÁVEL RETIRAR ESTAS DROGAS DE FORMA GRADUAL, EM ESPECIAL, NAQUELES PACIENTES QUE TENHAM UTILIZADO CRONICAMENTE DROGAS DEPRESSORAS DO SNC31.

TOXICIDADE33 A LONGO PRAZO:  NÃO SE PODE PROGNOSTICAR A TOXICIDADE33 DE LONGO PRAZO SOBRE O SISTEMA NERVOSO CENTRAL34 E OUTROS SISTEMAS ORGÂNICOS.

Interações Medicamentosas

O USO CONCOMITANTE DE BUSPAR COM OUTRAS DROGAS ATIVAS NO SNC31 DEVE SER INTRODUZIDO COM CAUTELA (VIDE "ADVERTÊNCIAS").


Uso com Álcool

BUSPAR NÃO AUMENTA SIGNIFICATIVAMENTE OS EFEITOS DEPRESSORES DO ÁLCOOL. EM ESTUOS ESPECIAIS A CAPACIDADE PSICOMOTORA10 DE INDIVÍDUOS QUE INGERIRAM ÁLCOOL E BUSPAR NÃO FOI SIGNIFICATIVAMENTE DIFERENTE DA CAPACIDADE DE INDIVÍDUOS QUE INGERIRAM ÁLCOOL MAIS PLACEBO11. EM COMBINAÇÃO COM ÁLCOOL, BUSPAR FOI ASSOCIADO A DANOS SIGNIFICATIVAMENTE MENORES NA FUNÇÃO PSICOMOTORA10, DO QUE O DIAZEPAM OU O LORAZEPAM. NO ENTANTO, É PRUDENTE EVITAR O USO CONCOMITANTE DE BUSPAR E ÁLCOOL.


Uso na Gravidez1

NÃO FORAM REALIZADOS ESTUDOS ADEQUADOS E BEM CONTROLADOS EM MULHERES DURANTE A GRAVIDEZ1. POR ESTA RAZÃO, O USO DA BUSPIRONA  DURANTE A GRAVIDEZ1, SOMENTE DEVERÁ SER INICIADO OU CONTINUADO SE, NA OPINIÃO DO MÉDICO, O BENEFÍCIO EXCEDER O RISCO POTENCIAL.


Trabalho de Parto

OS EFEITOS DE BUSPAR SOBRE O TRABALHO DE PARTO NÃO SÃO CONHECIDOS.


Uso na Lactação35

A EXTENSÃO DA EXCREÇÃO DE BUSPAR OU DOS SEUS METABÓLITOS21 NO LEITE MATERNO É DESCONHECIDA.


Uso Pediátrico

A SEGURANÇA E A EFICÁCIA DE BUSPAR NÃO FORAM DETERMINADAS EM INDIVÍDUOS MENORES DE 18 ANOS.


Uso em Pacientes Idosos

OS ESTUDOS CLÍNICOS NÃO JUSTIFICAM UMA ALTERAÇÃO NO ESQUEMA POSOLÓGICO COM BASE NA IDADE OU SEXO DO PACIENTE.


Pacientes com Deficiência da Função Hepática23 ou Renal24

SENDO A BUSPIRONA METABOLIZADA PELO FÍGADO36 E EXCRETADA PELOS RINS37, A ADMINISTRAÇÃO DE BUSPAR NÃO É RECOMENDADA A PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA38 OU RENAL24 GRAVES.

Reações Adversas (Vide Também "Precauções do Buspar

OS EFEITOS COLATERAIS6 DE BUSPAR, SE OCORREM, SÃO GERALMENTE OBSERVADOS NO INÍCIO DA TERAPIA E NORMALMENTE DIMINUEM COM A CONTINUIDADE DO USO DA MEDICAÇÃO E /OU DIMINUIÇÃO DA DOSAGEM.QUANDO OS PACIENTES TRATADOS COM BUSPAR FORAM COMPARADOS COM PACIENTES TRATADOS COM PLACEBO11, OS ÚNICOS EFEITOS COLATERAIS6 OCORRIDOS COM FREQUÊNCIA SIGNIFICATIVAMENTE MAIOR (p < 0,10) NO GRUPO TRATADO COM BUSPAR DO QUE NO GRUPO COM PLACEBO11 FORAM: TONTURA3, CEFALÉIA2, NERVOSISMO, DELÍRIO39, NÁUSEA4, EXCITAÇÃO E SUDORESE40/PELE5 VISCOSA.

Eventos Adversos Relacionados à Droga, Relatadas Durante o Período de Avaliação Pré-Comercialização do Buspar

       PRÉ-COMERCIALIZAÇÃO    
    SISTEMA ORGÂNICO         n = 3.004 n    %    
CARDIOVASCULAR - taquicardia41/palpitações42 - dores no peito43      72    2,4 38    1,3    
NERVOSO CENTRAL - tontura3 - sonolência - nervosismo/excitação - delírio39 - insônia - concentração diminuída /     pensamentos anormais - depressão - confusão - distúrbios do sono - raiva44 / hostilidade      392    13,5 307    10,2 217    7,2 197    6,6 191    6,4  82    2,7 60    2,0 52    1,7 43    1,4 36    1,2    
OTORRINOLARINGOLÓGICO - visão45 turva - congestão nasal - dor de garganta46 - zumbido      65    2,2 34    1,1 32    1,1 30    1,0    
GASTRINTESTINAL - náusea4 - desconforto abdominal - boca47 seca - diarréia48  - constipação49 - vômitos50      294    9,8 145    4,8 111    3,7 106    3,5 58    1,9 55    1,8    
MÚSCULO-ESQUELÉTICO - dores músculo-esqueléticas      77    2,6    
NEUROLÓGICO - parestesia51 / dormência52 - falta de coordenação - tremor      131    4,4 58    1,9 35    1,2    
PELE5 - erupções cutâneas53      34    1,1    
DIVERSOS - cefaléia2 - fadiga14 / fraqueza - sudorese40 / aumento de viscosidade54 cutânea55      340    11,3 239    8,0  72    2,4    
          *    Esta tabela inclui somente as reações adversas que ocorreram com frequência de 1% ou mais, durante a avaliação pré-comercialização.
Relatos Voluntários

EMBORA AS CONDIÇÕES E DURAÇÃO DO TRATAMENTO SEJAM MUITO VARIÁVEIS E UMA RELAÇÃO CAUSAL ENTRE OS EVENTOS ADVERSOS E A BUSPIRONA NÃO POSSA SER SEMPRE DETERMINADA, OS RELATOS VOLUNTÁRIOS INCLUIRAM RARAS OCORRÊNCIAS (MENOS DE 1/10000) DOS SEGUINTES EVENTOS ADVERSOS:

Orgânicos Gerais: REAÇÕES ALÉRGICAS, INCLUINDO URTICÁRIA56 E EQUIMOSE57.

Sistema Nervoso Central34/Eventos Neurológicos: SINTOMAS25 EXTRAPIRAMIDAIS, INCLUINDO DISCINESIA (AGUDA E RETARDADA),  REAÇÕES DISTÔNICAS E RIGIDEZ; DESPERSONALIZAÇÃO, INSTABILIDADE EMOCIONAL, ALUCINAÇÕES58, PSICOSE59, ATAXIA60 E CONVULSÕES.

Outros: SÍNCOPE61, VISÃO45 ESTREITA, RETENÇÃO URINÁRIA62 E GALACTORRÉIA63 FEMININA.


Uso Abusivo e Dependência

BUSPAR NÃO TEM DEMONSTRADO POTENCIAL PARA ABUSO E DEPENDÊNCIA À DROGA NOS ESTUDOS REALIZADOS EM ANIMAIS E HUMANOS.


Dependência

APÓS ADMINISTRAÇÃO CRÔNICA EM RATOS, A SUSPENSÃO REPENTINA DE BUSPAR NÃO PROVOCOU PERDA DE PESO, COMUMENTE OBSERVADA COM SUBSTÂNCIAS QUE CAUSAM DEPENDÊNCIA FÍSICA.
EMBORA ESTUDOS TENHAM DEMONSTRADO QUE BUSPAR NÃO ESTÁ ASSOCIADO COM DEPENDÊNCIA FÍSICA OU COMPORTAMENTO DE PROCURA À DROGA, É DIFÍCIL PREDIZER, BASEADO EM EXPERIMENTOS, A EXTENSÃO NA QUAL UMA DROGA ATIVA NO SNC31 PODERÁ SER ERRONEAMENTE USADA, TER SUA FINALIDADE DESVIADA E/OU SER DE USO ABUSIVO UMA VEZ COMERCIALIZADA. PORTANTO, OS MÉDICOS DEVERÃO AVALIAR CUIDADOSAMENTE OS PACIENTES QUANTO À HISTÓRIA DE ABUSO A DROGAS E ACOMPANHÁ-LOS DE PERTO, OBSERVANDO SINAIS64 DE USO ERRÔNEO OU ABUSIVO DE BUSPAR (POR EX., DESENVOLVIMENTO DE TOLERÂNCIA, AUMENTO DA DOSE, COMPORTAMENTO DE PROCURA À DROGA).


Posologia do Buspar

A dose inicial recomendada é de 15 mg diários divididas em 2 ou 3 doses.  Para se atingir uma ótima resposta terapêutica65, a cada 2 ou 3 dias a dosagem poderá ser aumentada em 5 mg por dia, se necessário. A dose máxima diária não deverá exceder a 60 mg. Uma ótima resposta terapêutica65 é obtida, para a maioria dos pacientes, incluindo os idosos, por pequenos aumentos na dosagem até uma dose total diária de 20 a 30 mg divididas em 2 ou 3 tomadas.Para maior comodidade dos pacientes, BUSPAR de 10 mg é apresentado em comprimidos sulcados, que permitem, quando do reajuste posológico, reparti-lo ao meio.
É recomendado que o tratamento seja prescrito por, no mínimo 3 a 4 semanas.
A dose deve ser reduzida na presença de comprometimento renal24 ou hepático.


Superdosagem do Buspar

Sinais64 e Sintomas25

A DOSE MÁXIMA TOLERADA DE BUSPAR EM VOLUNTÁRIOS NORMAIS FOI DE 375 mg/DIA. QUANDO SE APROXIMA DOS NÍVEIS MÁXIMOS, OS SINTOMAS25 MAIS COMUMENTE OBSERVADOS SÃO: NÁUSEA4, VÔMITO66, TONTURA3, SONOLÊNCIA, MIOSE67 E DISTÚRBIOS GÁSTRICOS.  ESTUDOS TOXICOLÓGICOS CONDUZIDOS COM BUSPAR RESULTARAM NOS SEGUINTES VALORES DE DL50  : CAMUNDONGOS, 655 mg/Kg; RATOS, 196 mg/Kg; CACHORROS, 586 mg/Kg; E MACACOS, 356 mg/Kg. ESTAS DOSAGENS SÃO CENTENAS DE VEZES A DOSE DIÁRIA RECOMENDADA PARA SERES HUMANOS.


Tratamento recomendado em caso de Superdosagem

MEDIDAS GERAIS SINTOMÁTICAS E DE SUPORTE DEVERÃO SER UTILIZADAS, JUNTO COM UMA IMEDIATA LAVAGEM GÁSTRICA68. A RESPIRAÇÃO, O PULSO E A PRESSÃO SANGUINEA DEVERÃO SER MONITORIZADOS EM TODOS OS CASOS DE SUPERDOSAGEM COM MEDICAMENTOS. NÃO SE CONHECE NENHUM ANTÍDOTO69 ESPECÍFICO PARA BUSPAR. A BUSPIRONA NÃO É REMOVIDA POR HEMODIÁLISE70; O METABÓLITO22 1-PP É PARCIALMENTE REMOVIDO POR HEMODIÁLISE70.

Estabilidade do Buspar

Conservar em temperatura ambiente. Proteger de temperaturas superiores a 40ºC, da luz e umidade.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

BUSPAR - Laboratório

B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP - CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
Site: http://www.bristol.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "B-MS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
3 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
4 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
5 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
6 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
7 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
8 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
9 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
10 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
11 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
12 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
13 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
14 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
15 GABA: GABA ou Ácido gama-aminobutírico é o neurotransmissor inibitório mais comum no sistema nervoso central.
16 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
17 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
18 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
19 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
20 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
21 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
22 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
23 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
24 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
25 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
26 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
27 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
28 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
29 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
30 Psicomotor: Próprio ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
31 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
32 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
33 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
34 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
35 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
36 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
37 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
38 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
39 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
40 Sudorese: Suor excessivo
41 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
42 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
43 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
44 Raiva: 1. Doença infecciosa freqüentemente mortal, transmitida ao homem através da mordida de animais domésticos e selvagens infectados e que produz uma paralisia progressiva juntamente com um aumento de sensibilidade perante estímulos visuais ou sonoros mínimos. 2. Fúria, ódio.
45 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
46 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
47 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
48 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
49 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
50 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
52 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
53 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
54 Viscosidade: 1. Atributo ou condição do que é viscoso; viscidez. 2. Resistência que um fluido oferece ao escoamento e que se deve ao movimento relativo entre suas partes; atrito interno de um fluido.
55 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
56 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
57 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
58 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
59 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
60 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
61 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
62 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
63 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
64 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
65 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
66 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
67 Miose: Contração da pupila, que pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
68 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
69 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
70 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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