CEDUR Drágeas

ROCHE

Atualizado em 03/06/2015

Composição de Cedur Drágeas1

cada drágea2 contém: bezafibrato 200 mg.Excipiente q.s.p. 1 drágea2.

Posologia e Administração de Cedur Drágeas1

a terapia inicial com Cedur deve ser de 1 drágea2, 3 vezes ao dia. Obtida uma resposta terapêutica3 considerada boa, poder-se-á reduzir a dosagem para 1 drágea2, 2 vezes ao dia. No caso de pacientes com sensibilidade gástrica, a dosagem de Cedur poderá ser aumentada progressivamente do seguinte modo: inicio 1 drágea2 ao dia. 3-4 dias após - 2 drágeas1 ao dia. 3-4 dias após - 3 drágeas1 ao dia. Em presença de disfunção renal4, a dosagem de Cedur deverá ser diminuída a fim de evitar um comprometimento renal4 maior e miotoxicidade. A dose deve ser ajustada de acordo com a concentração sérica da creatinina5, que deverá ser regularmente monitorizada. Assim, até 1,5 mg/100 ml: 3 drágeas1 ao dia; 1,6-2,5 mg/ 100 ml; 2 drágeas1 ao dia; 2,6-6,0 mg/100 ml: 1 drágea2 por dia, a cada 1 ou 2 dias; acima de 6,0 mg/100 ml: contra-indicado. A dosagem de Cedur também deverá ser reduzida em presença de hipoalbuminemia6 manifesta (síndrome nefrótica7). Cedur deverá ser administrado pela manhã, ao meio-dia e ao entardecer, de preferência durante ou após as refeições; se a dose diária for de 2 drágeas1, estas devem ser administradas uma pela manhã e outra a tarde, após as refeições. Indivíduos sob diálise8 devem ter a dose reduzida. Como regra geral, recomenda-se 1 drágea2 a cada 3 dias. Ingerir as drágeas1 inteiras e com líquido.

Precauções de Cedur Drágeas1

distúrbios do metabolismo9 lipídico, em muitos casos podem ser favoravelmente alterados por modificações de hábitos alimentares, atividade física, redução de peso e tratamento adequado de outros problemas metabólicos porventura concomitantes (diabetes mellitus10, gota11, etc.). Estas medidas devem ser preservadas durante o tratamento com Cedur. Para obtenção dos resultados terapêuticos esperados, é necessário que o paciente se submeta à terapia prolongada e recomenda-se que as instruções prescritas pelo médico sejam seguidas corretamente. Os pacientes em terapia com Cedur devem submeter-se a um controle periódico, a exemplo de outros tratamentos prolongados; os níveis séricos de lipídios devem ser observados, assim como a possível ocorrência de efeitos colaterais12 e a necessidade de continuação do tratamento. Caso uma resposta terapêutica3 não seja alcançada em 3 a 4 meses, o tratamento deverá ser suspenso. O tratamento de crianças com Cedur não é normalmente indicado; esta indicação só deve ser feita se absolutamente indispensável e após avaliação cuidadosa do fator risco-benefício. Em pacientes com hipoalbuminemia6, pacientes com síndrome nefrótica7 ou com insuficiência renal13, deve-se diminuir a dose de Cedur e a função renal4 periodicamente monitorizada. Dores musculares e câimbras14, algumas vezes acompanhadas por um aumento da CPK, caracterizando um quadro clínico de rabdomiólise15 foram relatadas. Na maioria dos casos esta síndrome16 ocorre devido a uma superdosagem de bezafibrato com maior incidência17 em indivíduos com insuficiência renal13. Desde que estrógenos podem levar a um aumento da taxa lipídica, a prescrição de Cedur a pacientes hiperlipêmicos tomando estrógeno18 ou contraceptivos contendo estrógenos deve ser feita analisando-se cada caso isoladamente. - Interações medicamentosas: Cedur potencializa a ação dos anticoagulantes19 do tipo cumarínico; portanto, em caso de terapia concomitante deve-se reduzir a dosagem do anticoagulante20 em cerca de 30-50% da dose ao se iniciar a terapia com Cedur e ajustá-la através de controle do tempo de protrombina21. Cedur também poderá potencializar os efeitos das sulfoniluréias22 e da insulina23. Isto pode ser explicado pela melhor utilização da glicose24 com uma redução simultânea das necessidades de insulina23. Até o presente momento não foram relatados casos de hipoglicemia25. Quando houver administração concomitante de colestiramina, um intervalo de duas horas deve ser observado entre a utilização dos dois medicamentos, pois a absorção do bezafibrato e prejudicada pela colestiramina. Maleato de perexilina ou inibidores da MAO26 não devem ser administrados concomitantemente. - Superdosagem: em caso de ingestão excessiva, aconselha-se indução de êmese27 e medidas gerais de suporte. Lavagem gástrica28 poderá ser necessária.

Reações Adversas de Cedur Drágeas1

durante o tratamento com Cedur, algumas reações adversas podem ocorrer, tais como: perda de apetite, plenitude gástrica e náusea29. Estes efeitos geralmente são transitórios e não requerem a suspensão do tratamento. Cefaléia30, tontura31, urticária32, prurido33, dores musculares (tipo miosite), em casos extremos radbomiólise, debilidade na musculatura das extremidades com ou sem elevação da CPK foram esporadicamente relatados; em casos muito raros, foram observados distúrbios da potência, alopecia34 e aumento dos níveis de transaminases. Em pacientes portadores de insuficiência renal13, pode ocorrer um aumento dos níveis de creatinina5, porém sem sinais35 clínicos. Se as recomendações posológicas não forem seguidas, poderá haver desenvolvimento de miotoxicidade. Observou-se em casos isolados uma leve diminuição dos níveis de hemoglobina36, leucócitos37 e de plaquetas38, os quais voltam ao normal quando o tratamento é interrompido. Durante tratamentos prolongados, mudanças no índice litogênico foram observadas em vários estudos. Em um estudo observou-se um aumento de 20% do índice litogênico, enquanto que em outros estudos, porém, o aumento foi insignificante. No decorrer de vários anos de uso de Cedur em milhares de pacientes, foram registrados casos isolados de desenvolvimento de cálculos biliares. Não foi possível porém estabelecer uma relação definitiva entre o uso de Cedur e a formação de cálculos biliares, uma vez que a hiperlipidemia39 por si mesma leva a uma maior incidência17 destes cálculos.

Contra-Indicações de Cedur Drágeas1

hipersensibilidade ao bezafibrato; doenças hepáticas40 (com exceção de infiltração gordurosa do fígado41, que é freqüentemente um estado patológico concomitante à hipertrigliceridemia); afecções42 da vesícula biliar43, com ou sem colelitíase44 (a possibilidade de comprometimento hepático não pode ser excluída); disfunções renais severas (creatinina5 sérica de 6 mg/100 ml); gravidez45 e lactação46.

Indicações de Cedur Drágeas1

tratamento de todas as formas de hiperlipoproteinemias passíveis de serem tratadas por via medicamentosa (tipos IIa, IIb, III, IV e V - segundo Fredrickson) e que não responderam a uma dieta adequada isoladamente. Hiperlipidemias secundárias que persistem mesmo após tratamento da patologia47 primária.

Apresentação de Cedur Drágeas1

caixa com 20 drágeas1


CEDUR Drágeas - Laboratório

ROCHE
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Complementos

1 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
2 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
3 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
4 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
5 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
6 Hipoalbuminemia: Queda da albumina no sangue.
7 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
8 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
9 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
10 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
11 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
12 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
13 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
14 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
15 Rabdomiólise: Síndrome caracterizada por destruição muscular, com liberação de conteúdo intracelular na circulação sanguínea. Atualmente, a rabdomiólise é considerada quando há dano secundário em algum órgão associado ao aumento das enzimas musculares. A gravidade da doença é variável, indo de casos de elevações assintomáticas de enzimas musculares até situações ameaçadoras à vida, com insuficiência renal aguda ou distúrbios hidroeletrolíticos. As causas da rabdomiólise podem ser classificadas em quatro grandes grupos: trauma ou lesão muscular direta, excesso de atividade muscular, defeitos enzimáticos hereditários ou outras condições clínicas.
16 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
17 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
18 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
19 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
20 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
21 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
22 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
23 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
24 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
25 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
26 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
27 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
28 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
29 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
30 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
31 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
32 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
33 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
34 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
35 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
36 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
37 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
38 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
39 Hiperlipidemia: Condição em que os níveis de gorduras e colesterol estão mais altos que o normal.
40 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
41 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
42 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
43 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
44 Colelitíase: Formação de cálculos no interior da vesícula biliar.
45 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
46 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
47 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
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