Preço de PAXIL CR em Fairfield/SP: R$ 46,46

PAXIL CR

GlaxoSmithKline

Atualizado em 09/12/2014

PAXIL CR
cloridrato de paroxetina

Identificação de Paxil Cr

Formas Farmacêuticas, Vias de Administração e Apresentações Comercializadas de Paxil Cr

Comprimido de liberação controlada, para uso oral.
Apresentado em embalagem com 10 e 30 comprimidos de 25 mg e 12,5 mg.

Composição de Paxil Cr

Cada comprimido contém:
cloridrato de paroxetina (equivalente a 12,5 mg de paroxetina)....................14,25 mg
excipientes q.s.p.................... 1 comprimido
cloridrato de paroxetina (equivalente a 25,0 mg de paroxetina)....................28,51 mg
excipientes q.s.p....................1 comprimido
Excipientes: hipromelose, lactose1, povidona, estearato de magnésio, dióxido de silício, beenato de gliceril, óxido férrico amarelo (12,5 mg), óxido férrico vermelho (25,0 mg), dispersão do copolímero de ácido metacrílico, talco, trietil citrato, opadry amarelo (12,5 mg), opadry rosa (25,0 mg).
Uso adulto

Informações ao Paciente de Paxil Cr

1. Como este medicamento funciona?Paxil® CR eleva os níveis de uma substância produzida pelo cérebro2, a serotonina (5-Hidroxitriptamina, 5-HT).
Paxil® CR pertence a uma classe de medicamentos chamada ISRS (inibidor seletivo da recaptação da serotonina).
Assim como outras drogas desta classe, Paxil® CR não irá eliminar seus sintomas3 imediatamente. Os pacientes geralmente se sentem melhor algumas semanas após o início do tratamento. Ocasionalmente, os sintomas3 de depressão e outros transtornos psiquiátricos podem incluir pensamento/comportamento suicida. É possível que estes sintomas3 continuem ou aumentem até que a ação completa do antidepressivo tenha acontecido. Informe seu médico imediatamente ou se dirija ao hospital mais próximo se você apresentar algum pensamento ou comportamento estressante durante o início do tratamento ou durante qualquer outra fase enquanto esteja utilizando Paxil® CR. Também avise seu médico se você apresentar qualquer piora da depressão ou desenvolver novos sintomas3 durante o tratamento.
2. Por que este medicamento foi indicado?
Paxil® CR deve ser usado por ADULTOS que apresentem algumas das situações abaixo:
- em casos de depressão (mesmo que, anteriormente, outros anti-depressivos não tenham sido eficazes);
- comportamento obsessivo ou compulsivo (incontrolado);
- ataques de pânico, incluindo os causados por fobia4 de lugares abertos (agorafobia5);
- sensação de muita ansiedade ou nervosismo;
- sensação de muita ansiedade ou nervosismo em situações em que você tem que se socializar;
- ansiedade seguida de evento traumático (Transtorno de Estresse Pós-Traumático), por exemplo: acidente com carro, assalto, desastre natural como enchente ou terremoto;
- transtorno disfórico pré-menstrual - quando ocorre episódios de depressão grave, mudanças de humor severas/ansiedade, irritabilidade, dor, dificuldade para realizar as tarefas do dia a dia em algumas semanas antes do período menstrual.
Paxil® CR não é indicado para o tratamento com crianças ou indivíduos menores de 18 anos (Veja Uso em crianças menores de 18 anos)
3. Riscos do medicamento
Contra-indicações
Paxil® CR é contra-indicado para pacientes6 com conhecida hipersensibilidade ao medicamento ou a qualquer componente do medicamento.
Paxil® CR não deve ser usado concomitantemente com inibidores da MAO7 (monoamino-oxidase), ou no intervalo de até duas semanas após o término do tratamento com inibidores da MAO7. Da mesma forma, inibidores da MAO7 não devem ser iniciados no intervalo de até duas semanas após o término da terapia com Paxil® CR.
Paxil® CR não deve ser usado ao mesmo tempo com tioridazina ou com pimozida (ver Interações Medicamentosas).
Se você não tem certeza se está fazendo uso de inibidores da MAO7 ou de medicamentos a base de tioridazina ou pimozida, consulte seu médico antes de iniciar o tratamento com Paxil® CR.
Advertências e precauções
Se você responder sim a qualquer uma das perguntas abaixo, consulte seu médico, pois deverá usar com cautela Paxil® CR.
- Você é alérgico (hipersensível) ou apresentou alguma reação indesejável com algum dos componentes presentes em Paxil® CR?
- Está fazendo uso ou fez (nas últimas 2 semanas) de outros medicamentos antidepressivos inibidores da MAO7?
- Você está fazendo uso de tioridazina?
- Você apresenta histórico de episódios de mania (hiperatividade ou excitação incontrolável)?
- Você apresenta alterações no fígado8, coração9 ou rins10?
- Você apresenta epilepsia11, ou já teve uma crise convulsiva?
- Você está grávida, com suspeita de gravidez12 ou amamentando?
- Você apresenta sintomas3 como agitação ou mania durante o tratamento?
- Você apresenta glaucoma13 (pressão alta nos olhos14)?
- Está em tratamento com medicamentos que aumentam o risco de sangramento?
- Você apresenta esquizofrenia15 ou utiliza medicamentos para tratar esta condição?
- Você está utilizando alguma outro tratamento antidepressivo?
Pacientes com história de pensamento/comportamento suicida devem ser cuidadosamente monitorados. Durante o tratamento com terapias antidepressivas, o risco de suicídio aumenta no estágio inicial da recuperação. Adultos jovens, especialmente aqueles com transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do comportamento suicida durante o tratamento com Paxil® CR. Em caso de dúvida, consulte o seu médico.
Se você tem acima de 65 anos, Paxil® CR pode causar redução da concentração de sódio sangüíneo, o que pode causar sonolência e fraqueza. Se você já apresentou algum destes sintomas3, por favor, consulte seu médico.
Gravidez12
Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez12.
Interações medicamentosas
Antes de usar outros medicamentos informe seu médico se você está fazendo uso, ou recentemente utilizou, outros medicamentos. Assim como Paxil® CR pode interferir na ação de outros medicamentos, a ação de Paxil® CR pode ser afetada por outros medicamentos. Os medicamentos que podem interagir com Paxil® CR são:
- outros antidepressivos;
- outras drogas que afetam a serotonina (como lítio, linezolida, tramadol, triptofano, erva de São João, certos medicamentos para enxaqueca16);
- certos medicamentos usados para o tratamento de pacientes com batimentos cardíacos irregulares (arritmias17);
- certos medicamentos utilizados para tratar esquizofrenia15;
- prociclidina, que é usada para o tratamento da doença de Parkinson18 ou outros transtornos do movimento;
- atomoxetina, que é utilizada para o tratamento de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (ADHD);
- pimozida;
- fosamprenavir/ ritonavir;
- anticonvulsivantes (como carbamazepina, fenitoína e valproato de sódio);
- risperidona;
- inibidores das enzimas metabolizadoras (tais como fenobarbital e rifampicina);
- metoprolol, que é usado para o tratamento de pressão alta, batimentos cardíacos irregulares (arritmias17) e angina19;
- certos medicamentos que podem afetar a coagulação20 sangüínea e aumentar o sangramento, como anticoagulantes21 orais (ex. varfarina), AAS ou outros antiinflamatórios não esteroidais (ex. ibuprofeno);
- certos medicamentos utilizados para tratar a epilepsia11.
Assim como outras drogas, não é aconselhável ingerir bebidas alcoólicas juntamente com Paxil® CR.
Antes de dirigir ou operar máquinas, observe se Paxil® CR fará você se sentir cansado ou com sono. Caso sim, estas atividades devem ser evitadas.
Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez12.
Este medicamento é contra-indicado para crianças e adolescentes menores de 18 anos.
Informe ao seu médico o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico se você está fazendo uso de outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para sua saúde22.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
4. Como devo usar este medicamento?
Aspecto Físico/ Características Organolépticas
Os comprimidos de Paxil® CR de 12,5 mg são amarelos e os de 25,0 mg são rosas.
Modo de uso
Siga as instruções de seu médico em relação ao modo de usar e quando tomar seus comprimidos. Seu médico irá orientar em relação à quantidade de comprimidos que deve ser utilizado por dia.
Paxil® CR deve ser ingerido em dose única pela manhã, com ou sem alimentos. Os comprimidos devem ser engolidos inteiros, de preferência com auxílio de um copo de água.
Se você esquecer de tomar uma dose: aguarde e tome Paxil® CR no horário normal, na manhã seguinte; não administre duas doses ao mesmo tempo.
Posologia
Normalmente a maior parte dos adultos, utilizam entre 12,5 mg e 62,5 mg de Paxil® CR por dia. Se você tem acima de 70 anos, a dose máxima recomendada é 50 mg por dia.
Para o tratamento de ansiedade grave em situações sociais, seu médico pode sugerir a dose de 37,5mg de Paxil® CR por dia.
Para o tratamento do ataques de pânico, seu médico pode sugerir doses de Paxil® CR acima de 75 mg por dia.
Para o tratamento de transtorno disfórico pré-menstrual, seu médico pode sugerir uma dose inicial de 12,5 mg/dia. Seu médico pode aumentar esta dose para 25 mg de Paxil® CR por dia durante seu ciclo menstrual de 4 semanas, ou limitar o uso de Paxil® CR por um período definido todo mês.
Seu médico pode iniciar o tratamento com doses menores e aumentar com o passar do tempo.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
5. Quais os males que este medicamento pode causar?
Se você apresentar algum dos sintomas3 mencionados abaixo, imediatamente avise seu médico ou procure o hospital mais próximo:
- inchaço23 das pálpebras24, face25, lábios, boca26 ou língua27;
- erupções cutâneas28 ou urticária29 em qualquer lugar do corpo;
- coceira;
- dificuldade para engolir ou respirar.
Os efeitos indesejáveis mais comuns são:
- sensação de náusea30 (utilizar seu medicamento na manhã juntamente com alimentação pode reduzir a chance disto acontecer);
- alterações na função sexual normal, por exemplo, impotência31, ejaculação32 precoce;
- diminuição do apetite;
- aumento dos níveis de colesterol33;
- sonolência;
- insônia;
- vertigem34;
- agitação;
- tremor;
- visão35 turva;
- bocejo;
- prisão de ventre
- diarréia36;
- boca26 seca;
- sudorese37;
- ganho de peso corporal;
- fraqueza.
Menos comumente os efeitos indesejáveis abaixo ocorrem utilizando Paxil® CR:
- aparecimento de manchas roxas (equimoses38) ou sangramento não usual especialmente na pele39 ou membranas mucosas40;
- confusão;
- alucinações41;
- movimentos incontrolados no corpo, incluindo a face25;
- batimento cardíaco acelerado;
- dilatação das pupilas (midríase42);
- queda na pressão sangüínea43 ao se levantar ou após permanecer parado em uma posição estática (hipotensão44 postural);
- rash45 cutâneo46;
- retenção urinária47 (dificuldade para urinar) ou incontinência urinária48.
Alguns efeitos indesejáveis foram apenas observados em uma pequena parcela dos pacientes. Estes efeitos incluem:
- convulsões;
- sensação de cansaço combinada com inabilidade de permanecer sentado ou em pé (condição conhecida como acatisia49);
- excitação incontrolável, hiperatividade (episódios de mania);
- baixos níveis sangüíneos de sódio (especialmente em pacientes idosos);
- alta pressão no interior dos olhos14 (glaucoma13 agudo50);
- alteração nos resultados dos testes de enzimas hepáticas51 ou sintomas3 de transtorno hepático podem aparecer como náusea30, vômito52, perda de apetite, sensação de mal-estar, febre53, coceira, pele39 e olhos14 amarelados, urina54 escurecida;
- produção de leite mesmo quando não estiver amamentando;
- inchaço23 nos braços e pernas;
- sangramento no estômago55;
- sensibilidade na pele39 com os raios solares;
- síndrome serotoninérgica56 (um grupo de sintomas3 que podem incluir cansaço, confusão, sudorese37, alucinações41, aumento dos reflexos, espasmo57 muscular, tremor, aumento dos batimentos cardíacos);
- aumento dos níveis do hormônio58 (ADH) que causa retenção de líquidos/água.
Efeitos indesejáveis que podem ocorrer com a suspensão do tratamento
Os sintomas3 podem incluir:
- vertigem34;
- distúrbios sensoriais como, sensação de alfinetadas, sensação de queimação e sensações que se assemelham a choques elétricos;
- distúrbios do sono, incluindo sonhos intensos;
- agitação ou ansiedade;
- sensação de mal-estar, enjôo;
- sudorese37;
- tremores;
- confusão;
- inchaço23;
- dor de cabeça59;
- diarréia36.
Estes sintomas3 normalmente ocorrem nos primeiros dias do tratamento ou muito raramente se você esquecer de tomar uma dose. Entretanto, são mais comumente observados quando o tratamento é interrompido abruptamente. Seu médico deve ser sempre consultado antes de você interromper o tratamento. Para a maioria dos pacientes, os sintomas3 são autolimitados e desaparecem dentro de alguns dias. Entretanto, se você sentir que os sintomas3 indesejáveis são muito graves, consulte seu médico para que ele oriente como suspender o tratamento mais vagarosamente.
Se você sentir algum outro efeito indesejável não mencionado aqui, avise seu médico.
Uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos
Paxil® CR não é recomendado para crianças e adolescentes com menos que 18 anos de idade.
Ocorre um aumento do risco de ocorrer pensamento/comportamento suicida em crianças e adolescentes com menos que 18 anos que são tratadas com antidepressivos.
Quando Paxil® CR foi testado em crianças e adolescentes com menos que 18 anos com transtorno depressivo maior, transtorno obsessivo compulsivo ou ansiedade social, os mesmos apresentaram efeitos indesejáveis adicionais aos observados em adultos, como pensamento/comportamento suicida, hostilidade, comportamento irritável e alterações de humor.
Os eventos indesejáveis mais comumente observados em crianças e adolescentes com menos que 18 anos quando tratados com Paxil® CR foram:
- alterações, incluindo auto flagelação, pensamento/comportamento suicida, choro e alterações de humor;
- hostilidade e comportamento irritável;
- diminuição do apetite;
- tremor (incontrolável);
- inchaço23;
- hiperatividade;
- agitação.
Os efeitos indesejáveis também foram observados em crianças que suspenderam o tratamento. Estes efeitos foram muito similares aos observados em adultos. Em adição a estes efeitos, também foram observados em crianças alterações de emoção, (pensamento/comportamento suicida, alterações de humor, sensação de choro iminente), dores abdominais e nervosismo.
"ATENÇÃO: Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico."
6. O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma vez só?
As experiências de superdosagem com Paxil® CR demonstraram os seguintes sintomas3: vômito52, febre53, alterações na pressão arterial60, contrações musculares involuntárias, ansiedade e aumento no ritmo dos batimentos cardíacos.
Se você suspeita de superdosagem entre em contato com seu médico ou hospital mais próximo imediatamente.
7. Onde e como devo guardar este medicamento?
Conservar o produto em temperatura abaixo de 25ºC.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde22 de Paxil Cr

Características Farmacológicas de Paxil Cr

Propriedades farmacodinâmicas:
Paxil® CR contém como princípio ativo o cloridrato de paroxetina, um potente e seletivo inibidor de recaptação da serotonina (5-hidroxitriptamina, 5-HT); acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia no tratamento do transtorno obsessivo compulsivo (TOC) e do transtorno do pânico estejam relacionadas à sua inibição específica da recaptação de 5-HT pelos neurônios61 cerebrais.
A paroxetina não está quimicamente relacionada aos antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos e a outros antidepressivos disponíveis.
Os principais metabólitos62 da paroxetina são polares e conjugados por oxidação e metilação, sendo rapidamente metabolizados. Considerando a relativa falta de atividade farmacológica, é muito pouco provável que eles contribuam com os efeitos terapêuticos de Paxil® CR.
O metabolismo63 não compromete a ação seletiva da paroxetina na recaptação de 5-HT neuronal.
A paroxetina possui baixa afinidade pelos receptores colinérgicos muscarínicos e estudos em animais demonstraram fraca atividade anticolinérgica.
De acordo com sua ação seletiva, estudos in vitro indicaram que, em contraste com os antidepressivos tricíclicos, a paroxetina tem pouca afinidade por receptores adrenérgicos64 á1, á2 e â, dopaminérgicos (D2), 5-HT1, 5-HT2 e histamínico. Essa pouca interação com receptores pós-sinápticos in vitro está substanciada por estudos in vivo, que demonstram ausência de propriedades depressora do SNC65 e hipotensiva.
A paroxetina não prejudica a função psicomotora66 e não potencializa o efeito depressor do etanol.
Assim como outros inibidores seletivos da recaptação da serotonina (5-HT), a paroxetina provoca sintomas3 de estimulação excessiva dos receptores 5-HT quando administrada a animais previamente tratados com inibidores da MAO7 ou triptofano.
Estudos comportamentais e de EEG indicaram que a paroxetina é fracamente ativada em doses geralmente abaixo daquelas requeridas para inibir a recaptação da 5-HT. As propriedades de ativação não são de natureza anfetamínica.
Estudos em animais indicaram que a paroxetina é bem tolerada pelo sistema cardiovascular67.
A paroxetina não produz alterações clinicamente significativas na pressão arterial60, freqüência cardíaca e ECG após sua administração a indivíduos saudáveis.
Estudos indicaram que, em contraste com antidepressivos que inibem a recaptação da noradrenalina68, a paroxetina possui propensão muito reduzida a inibir o efeito anti-hipertensivo da guanetidina.
Propriedades farmacocinéticas:
A paroxetina é bem absorvida após administração oral e apresenta metabolismo63 de primeira passagem. Os comprimidos de Paxil® CR controlam a taxa de dissolução da paroxetina por um período de 4 a 5 horas. Além de controlar a taxa de liberação da droga in vivo, o revestimento entérico retarda o início da liberação da droga até que os comprimidos de Paxil® CR tenham deixado o estômago55. Comparada à formulação de liberação imediata, os comprimidos de liberação controlada possuem uma taxa de absorção reduzida.
A excreção urinária de paroxetina inalterada é geralmente menor que 2% da dose, enquanto que a excreção de metabólitos62 é de cerca de 64% da dose. Cerca de 36% da dose é excretada nas fezes, provavelmente via bile69, da qual a paroxetina inalterada representa menos de 1% da dose. Dessa forma, a paroxetina é eliminada quase que inteiramente por metabolismo63.
A excreção de metabólitos62 é bifásica, sendo inicialmente um resultado do efeito do metabolismo63 de primeira passagem e subseqüentemente controlada pela eliminação sistêmica da paroxetina.
A meia-vida de eliminação é variável, mas geralmente é de cerca de 1 dia.
O estado de equilíbrio dos níveis sistêmicos70 é atingido em 7-14 dias após o início do tratamento, e a farmacocinética parece não se alterar durante o tratamento prolongado.
Não foi encontrada correlação entre as concentrações plasmáticas de paroxetina e efeitos clínicos.
Devido ao metabolismo63 de primeira passagem, a quantidade de paroxetina disponível na circulação71 sistêmica é menor do que a absorvida pelo trato gastrointestinal.
A paroxetina é extensamente distribuída nos tecidos e cálculos farmacocinéticos indicam que apenas 1% da paroxetina corporal reside no plasma72.
Em concentrações terapêuticas, aproximadamente 95% da paroxetina presente no plasma72 está ligada a proteínas73.
Ocorre passagem pelo leite materno e pela placenta em animais de laboratórios, em pequenas quantidades.
Pacientes idosos, com insuficiência renal74 grave e aqueles com insuficiência hepática75 apresentaram concentrações plasmáticas discretamente aumentadas de paroxetina, mas a faixa das concentrações plasmáticas se superpõe à de adultos saudáveis.

Resultados de Eficácia de Paxil Cr

•  O risco relativo de recorrência76 de depressão maior em idosos tratados com psicoterapia mais placebo77 foi 140% mais elevado que entre pacientes que receberam paroxetina, após um período de 2 anos de acompanhamento (Reynolds CF, 2006).
•  Em pacientes com transtorno de ansiedade generalizada (GAD), a paroxetina é eficaz, mesmo em longo prazo, com resolução dos sintomas3, redução da ansiedade, melhora funcional significativa (redução média de 57% na escala HAM-A), e perfil de tolerabilidade superior aos benzodiazepínicos. Os índices de remissão são significativos, e proporcionais à duração do tratamento - especialmente após 3 meses (Van Ameringen M, 2005; Ball, SG, 2005; Ballenger JC, 2004).
•  A paroxetina de liberação controlada (CR) reduziu em até 60% os "fogachos" (hot flushes), em mulheres menopáusicas (que muitas vezes apresentam contra-indicações, ou resposta inadequada ao tratamento com estrógenos) - índice bem próximo do obtido pela abordagem hormonal convencional, e até 200% superior ao placebo77 (Albertazzi P, 2006; Stearns V, 2005)).
•  No transtorno disfórico pré-menstrual (PMDD), a paroxetina de liberação controlada (CR) - administrada de forma intermitente78, em doses de 12,5 ou 25 mg/dia, durante a 2ª metade do ciclo menstrual - melhorou significativamente o humor durante a fase lútea, a gravidade dos sintomas3, e o comprometimento funcional (Steiner M, 2005). A paroxetina CR também foi eficaz em tratamento contínuo, com doses de 12,5 a 25 mg/dia, com apenas cerca de 10% de descontinuação (Cohen LS, 2004).
•  No transtorno do pânico, a paroxetina CR resultou em 73% dos pacientes livres de sintomas3, após 2 meses de tratamento, com perfil de tolerabilidade bastante próximo do placebo77 (descontinuação em 11% dos pacientes, e eventos adversos graves na mesma proporção observada com placebo77 - 2%).
•  Em pacientes ambulatoriais com transtorno depressivo maior (MDD) grave, a paroxetina de liberação controlada (CR) é eficaz e bem tolerada, com resposta até 140% superior ao placebo77, e índices de descontinuação por eventos adversos inferiores a 10% (Dunner DL, 2005). Também em casos moderados, a paroxetina CR, 25 mg/dia, reduziu significativamente as manifestações depressivas e ansiosas, com chances de remissão 96% superiores ao placebo77, e boa tolerabilidade, em doses de até 50 mg/dia (Trivedi MH, 2004).

Indicações de Paxil Cr

ADULTOSTranstorno Depressivo Maior:
Paxil® CR é indicado para o tratamento dos sintomas3 do Transtorno Depressivo Maior.
Transtorno do Pânico:
Paxil® CR mostrou-se eficaz no tratamento do Transtorno do Pânico, com ou sem Agorafobia5.
Transtorno Disfórico Pré-menstrual:
Paxil® CR é indicado para o tratamento do Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (PMDD).
Transtorno de Ansiedade Social - Fobia4 Social
Paxil® CR demonstrou ser eficaz no tratamento do Transtorno de Ansiedade Social / Fobia4 Social.
A eficácia de Paxil® CR comprimidos no tratamento de longa duração do Transtorno de Ansiedade Social / Fobia4 Social não foi avaliada. Portanto, se Paxil® CR tiver de ser administrado por períodos prolongados no tratamento do Transtorno de Ansiedade Social / Fobia4 Social, o médico deve reavaliar periodicamente a utilidade a longo prazo de Paxil® CR para cada paciente.
CRIANÇAS E ADOLESCENTES (menores que 18 anos)
Todas as indicações
Paxil® CR não é indicado para o uso em crianças e adolescentes menores de 18 anos (Veja Advertências)
A eficácia de Paxil® CR comprimidos não foi estudada em crianças ou adolescentes com menos que 18 anos; entretanto, estudos clínicos controlados com paroxetina comprimidos de liberação imediata em crianças e adolescentes com transtorno depressivo maior não puderam demonstrar eficácia e não apóiam o uso de paroxetina no tratamento de crianças com depressão (Veja Advertências).
A segurança e eficácia da paroxetina não foi avaliada em crianças com menos que 7 anos de idade.

Contraindicações de Paxil Cr

Paxil® CR é contra-indicado para pacientes6 com conhecida hipersensibilidade à droga ou a qualquer componente do produto.
Paxil® CR não deve ser usado concomitantemente com inibidores da monoamino- oxidase - MAO7 ( incluindo linezolida - um antibiótico que é um inibidor não-seletivo reversível da MAO7), ou no intervalo de até duas semanas após o término do tratamento com inibidores da MAO7. Da mesma forma, inibidores da MAO7 não devem ser iniciados no intervalo de até duas semanas após o término da terapia com Paxil® CR (ver Interações medicamentosas).
Paxil® CR não deve ser usado concomitantemente com tioridazina, uma vez que, assim como outras drogas que inibem a enzima79 hepática80 CYP450 2D6, a paroxetina pode elevar os níveis plasmáticos da tioridazina (ver Interações medicamentosas). A administração de tioridazina isoladamente pode levar ao prolongamento do intervalo QTc com arritmia81 ventricular grave associada, tais como torsades de pointes e morte súbita.
Paxil® CR não deve ser usado concomitantemente com a pimozida (ver Interações Medicamentosas).

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Paxil Cr

Recomenda-se que Paxil® CR seja administrado em dose única diária, pela manhã, com ou sem alimentos. Os comprimidos não devem ser mastigados ou triturados, e devem ser deglutidos inteiros, sem mastigar.Conservar o produto em temperatura abaixo de 25 ºC.

Posologia de Paxil Cr

ADULTOS
Transtorno Depressivo Maior
A dose inicial recomendada é de 25 mg ao dia. Alguns pacientes podem não responder a dose de 25 mg e podem se beneficiar de aumentos de dose de 12,5 mg/semana até um máximo de 62,5 mg/ dia, de acordo com a resposta do paciente. As alterações de doses devem ocorrer em intervalos de pelo menos uma semana.
Conforme recomendado para todas as drogas antidepressivas, a posologia deve ser avaliada e ajustada, se necessário, dentro de 2 a 3 semanas do início do tratamento e, a partir de então, conforme considerado clinicamente apropriado.
Pacientes com depressão devem ser tratados por um período suficiente para assegurar a ausência de sintomas3. Esse período pode ser de alguns meses.
Transtorno do Pânico
Os pacientes devem iniciar o tratamento com 12,5 mg/dia e a dose deve ser aumentada semanalmente, na razão de 12,5 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente. Alguns pacientes podem se beneficiar com o aumento da dose, até um máximo de 75 mg/dia.
Recomenda-se uma dose inicial baixa, a fim de minimizar o potencial agravamento da sintomatologia do pânico, que geralmente ocorre no início do tratamento dessa doença.
Pacientes com transtorno do pânico devem ser tratados por um período de tempo suficiente para assegurar a ausência de sintomas3. Esse período pode se estender por vários meses.
Transtorno disfórico pré-menstrual
A dose inicial recomendada é de 12,5 mg/dia. Pacientes que não responderem a dose de 12,5 mg podem se beneficiar com aumento de doses, até um máximo de 25 mg/dia. As alterações de doses devem ocorrer em intervalos de pelo menos uma semana.
Pacientes com transtorno disfórico pré-menstrual devem ser avaliados periodicamente a fim de verificar a necessidade de tratamento contínuo.
Transtorno de Ansiedade Social / Fobia4 Social
A dose inicial recomendada é de 12,5mg ao dia. Alguns pacientes que não respondem a uma dose de 12,5 mg podem se beneficiar com elevações da dose em aumentos de 12,5mg/dia, conforme necessário, até o máximo de 37,5 mg/dia, de acordo com a resposta do paciente. As alterações de dose devem ocorrer em intervalos de pelo menos uma semana.
Pacientes idosos
Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de paroxetina, mas a faixa se superpõe àquelas observadas em indivíduos mais jovens.
A posologia deve ser iniciada com 12,5 mg ao dia e pode ser aumentada até 50 mg/dia.
Crianças e adolescentes (com menos que 18 anos)
Paxil® CR não é indicado para crianças e adolescentes com menos que 18 anos (Veja Precauções).
Insuficiência renal74/ hepática80
Em pacientes com insuficiência renal74 grave (clearance de creatinina82 < 30 mL/min) ou insuficiência hepática75 grave ocorre aumento das concentrações plasmáticas de paroxetina. A dosagem deve ser restrita ao valor mais baixo da faixa de doses.
Descontinuação do Paxil® CR
Assim como outros medicamentos psicoativos, a descontinuação abrupta deve ser evitada (ver Reações adversas e Advertências). O regime de redução de dose, usado em estudos clínicos recentes, envolve uma redução na dose diária de 10 mg/dia (equivalente a 12,5mg de Paxil® CR), em intervalos semanais.
Ao atingir uma dose diária de 20 mg/dia (equivalente a 25mg/dia de Paxil® CR), os pacientes mantiveram esta dose por uma semana, antes da descontinuação do tratamento. Caso sintomas3 intoleráveis ocorram após a redução da dose ou na descontinuação do tratamento, deve-se reconsiderar o uso da dose previamente prescrita. Subseqüentemente, o médico deve continuar reduzindo a dose, mas numa taxa mais gradativa.

Advertências de Paxil Cr

Crianças e adolescentes (com menos que 18 anos)O tratamento com antidepressivos é associado ao aumento do risco de pensamentos e comportamento suicidas, em crianças e adolescentes com transtorno depressivo maior e outros transtornos psiquiátricos. Em estudos clínicos utilizando paroxetina em crianças e adolescentes, eventos adversos relacionados a possibilidade de suicídio (pensamentos/ comportamentos suicida) e hostilidade (predominantemente agressão, comportamento opositor ou raiva83) foram mais freqüentemente observados em pacientes tratados com paroxetina do que naqueles tratados com placebo77 (ver Reações adversas). Existem poucos dados de segurança de longo prazo em crianças e adolescentes, relacionados ao crescimento, maturidade e desenvolvimento comportamental.
Piora do quadro clínico e risco de suicídio em adultos
Adultos jovens, especialmente aqueles com transtorno depressivo maior, podem ter um aumento no risco do comportamento suicida durante o tratamento com Aropax®. Uma análise de um estudo controlado com adultos com transtornos psiquiátricos demonstrou uma maior freqüência de comportamento suicida em adultos jovens (prospectivamente definidos como entre 18-24 anos) tratados com paroxetina comparados com placebo77 (17/776[2,19%] versus 5/542 [0,92%]); entretanto esta diferença não foi estatisticamente significante. Em outro grupo, com maior idade (com mais de 24 anos), tal aumento não foi observado. Em adultos com transtorno depressivo maior (todas idades), houve um aumento significativo na freqüência do comportamento suicida em pacientes tratados com paroxetina comparados com placebo77 (11/3455[0,32%] versus 1/1978 [0,05%]; todos estes eventos foram tentativas de suicídio). Entretanto, a maior parte destas tentativas de suicídio com paroxetina (8 em 11) foram em jovens adultos entre 18 - 30 anos. Estes dados em transtorno depressivo maior sugerem que a maior freqüência observada na população adulta jovem com transtornos psiquiátricos pode ser estendida além dos 24 anos de idade.
Pacientes com depressão podem apresentar piora dos sintomas3 depressivos e/ou o surgimento de idéias e comportamentos suicidas, tomando ou não medicação antidepressiva. O risco persiste até que uma regressão significativa ocorra. A experiência clínica com terapias antidepressivas indica, em geral, que o risco de suicídio aumenta no estágio inicial de recuperação.
Outros distúrbios psiquiátricos para os quais a paroxetina é indicada, podem estar associados ao aumento do risco de comportamento suicida e, essas condições também são co-morbidades associadas ao transtorno depressivo maior.
Ademais, pacientes com história de comportamento ou pensamentos suicidas, adultos jovens e aqueles pacientes que exibem um grau significante de potencial suicida, antes do início do tratamento possuem um alto risco de cometer suicídio. Todos os pacientes devem ser monitorados quanto a piora do quadro (incluindo desenvolvimento de novos sintomas3) e suicídios durante o tratamento, e especialmente no início do tratamento, ou em qualquer momento que haja alteração na dosagem, tanto aumento como redução.
Pacientes (e acompanhantes que cuidam destes pacientes) devem ser alertados sobre a necessidade de monitorar qualquer piora do quadro geral (incluindo desenvolvimento de novos sintomas3) e/ou o aparecimento de comportamento ou idéia suicida e procurar cuidado médico imediatamente caso esses sintomas3 apareçam. Isto pode ser reconhecido, com o aparecimento de alguns sintomas3, como agitação, acatisia49 ou mania, que podem estar relacionados com a situação da doença subjacente ou da terapia com o medicamento (Veja Acatisia49, Mania, Transtorno Bipolar; reações adversas)
Devem ser consideradas alterações no regime terapêutico, incluindo possibilidade de descontinuação da medicação, em pacientes com experiência de piora clínica (incluindo o desenvolvimento de novos sintomas3) e/ou surgimento de idéias/comportamentos suicidas, especialmente se estes sintomas3 forem graves, iniciarem abruptamente, ou se não faziam parte dos sintomas3 do paciente.
Acatisia49
Raramente o uso de paroxetina ou outros ISRSs tem sido associado ao desenvolvimento de acatisia49, a qual é caracterizada pela sensação de inquietude e agitação psicomotora66, tais como incapacidade de permanecer sentado ou levantado, geralmente associada a um desconforto subjetivo. Isto é mais provável que ocorra nas primeiras semanas de tratamento.
Síndrome serotoninérgica56 / Síndrome84 neuroléptica maligna
Em raros casos, o desenvolvimento de eventos relacionados a síndrome serotoninérgica56 ou síndrome84 neuroléptica maligna pode ocorrer em associação ao tratamento com paroxetina, particularmente quando administrado em associação a outra medicação serotoninérgica ou neuroléptica. Como essa síndrome84 pode resultar numa potencial condição de risco de vida, o tratamento com paroxetina deve ser descontinuado se tais eventos ocorrerem (caracterizado por grupo de sintomas3 tais como hipertermia, rigidez, mioclonus, instabilidade autonômica com possíveis flutuações rápidas dos sinais vitais85, mudanças no estado mental, incluindo confusão, irritabilidade, agitação extrema progredindo ao delírio86 e coma87) e o tratamento sintomático88 de suporte deve ser iniciado. A paroxetina não deve ser usada em associação a precursores de serotonina (tais como L-triptofano, oxitriptano) devido ao risco de síndrome serotoninérgica56 (ver Contra Indicações e Advertências).
Mania e Transtorno bipolar
Um episódio depressivo grave pode ser a manifestação inicial do transtorno bipolar. Geralmente acredita-se (hipótese não confirmada em ensaios clínicos89) que tratar tal episódio com um único antidepressivo pode aumentar a probabilidade de precipitação de um episódio de mania/misto em paciente sob risco de apresentar transtorno bipolar. Antes de iniciar o tratamento com um antidepressivo, os pacientes devem ser adequadamente avaliados para determinar o risco de transtorno bipolar; tal avaliação deve incluir história psiquiátrica detalhada, incluindo história familiar de suicídios, transtorno bipolar, e depressão. Deve-se notar que a paroxetina não é aprovada para uso no tratamento de transtorno bipolar. Como todo antidepressivo, a paroxetina deve ser usada com cautela em pacientes com história de mania.
Inibidores da Monoamino-Oxidase (IMAO90)
O tratamento com Paxil® CR deve ser evitado por pelo menos duas semanas após o término do tratamento com inibidores da MAO7, e a dosagem de Paxil® CR deve ser aumentada gradativamente, até que uma resposta ótima seja alcançada (ver Contra indicações e Interações medicamentosas).
Insuficiência renal74/hepática80
Deve-se ter cautela ao administrar o produto em pacientes com insuficiência renal74 ou com insuficiência hepática75 (Veja Posologia).
Epilepsia11
Da mesma forma que ocorre com outros antidepressivos, Paxil® CR deve ser usado com cuidado em pacientes com epilepsia11.
Convulsões
Em geral, a incidência91 de convulsões é < 0,1 % em pacientes tratados com Paxil® CR. A droga deve ser descontinuada em qualquer paciente que apresente convulsão92.
Terapia eletroconvulsiva (TEC)
Há pouca experiência clínica com a administração concomitante de Paxil® CR em pacientes sob TEC.
Glaucoma13
Assim como ocorre com outros ISRSs, a paroxetina pode causar midríase42 e deve ser usada com cautela em pacientes com glaucoma13 de ângulo agudo50.
Hiponatremia93
Hiponatremia93 foi raramente relatada, predominantemente em idosos. A hiponatremia93 geralmente reverte com a descontinuação da paroxetina.
Hemorragia94
Sangramento na pele39 e membranas mucosas40 (incluindo sangramento gastrointestinal) foi relatado após tratamento com Paxil® CR. Portanto, Paxil® CR deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento concomitante com drogas que aumentem o risco de sangramento e, em pacientes com tendência conhecida a sangramento ou naqueles com predisposição.
Problemas cardíacos
Da mesma forma que ocorre com todas as drogas psicoativas, recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com problemas cardíacos.
Capacidade de dirigir / operar máquinas
Experiências clínicas têm demonstrado que a terapia com Paxil® CR não está associada à deterioração das funções cognitiva95 e psicomotora66. Contudo, como com todas as drogas psicoativas, os pacientes devem ser advertidos quanto à sua capacidade de dirigir veículos motorizados ou operar máquinas.
Embora a paroxetina não potencialize a redução da capacidade motora e mental causada pelo álcool, o uso concomitante de paroxetina e álcool não é recomendado.
Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
Pacientes idosos
Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de paroxetina, mas a faixa se superpõe àquelas observadas em indivíduos mais jovens.
Sintomas3 observados com a descontinuação de Paxil® CR em adultos:
Em estudos clínicos conduzidos em adultos, eventos adversos decorrentes da descontinuação do tratamento foram observados em 30% dos pacientes tratados com paroxetina, comparado a 20% dos pacientes tratados com placebo77. A ocorrência dos sintomas3 decorrentes da descontinuação é diferente daquela resultante da dependência produzida pelo abuso da substância.
Vertigens96, distúrbios sensoriais (incluindo parestesia97, sensação de choque98 elétrico e zumbido), distúrbios do sono (incluindo sonhos intensos), agitação ou ansiedade, náuseas99, tremor, confusão, sudorese37, cefaléia100, e diarréia36 têm sido relatados. Geralmente esses sintomas3 são leves a moderados, entretanto, em alguns pacientes, podem ser graves. Eles ocorrem, geralmente, dentro dos primeiros dias após a descontinuação do tratamento, mas existem raros relatos de tais sintomas3 em pacientes que inadvertidamente esqueceram de tomar uma dose. Geralmente, esses sintomas3 são autolimitados e findam dentro de 2 semanas, embora em alguns indivíduos esse tempo seja mais prolongado (2-3 meses ou mais). Desta forma, recomenda-se que a paroxetina seja retirada gradualmente, até a descontinuação do tratamento, por um período de várias semanas a meses, de acordo com as necessidades individuais dos pacientes. (ver Descontinuação do Paxil® CR).
Sintomas3 observados com a descontinuação de Paxil® CR em crianças e adolescentes:
Em estudos clínicos conduzidos com crianças e adolescentes, eventos adversos decorrentes da descontinuação do tratamento foram observados em 32% dos pacientes tratados com paroxetina, comparado a 24% dos pacientes tratados com placebo77. Os eventos relatados com a descontinuação de paroxetina, com freqüência igual ou superior a 2% dos pacientes e que ocorreram pelo menos duas vezes mais que com o placebo77 foram: labilidade emocional (incluindo idéia/ comportamento suicida, alterações no humor e vontade de chorar), nervosismo, vertigem34, náusea30 e dor abdominal (ver Reações adversas).
Categoria B de risco na gravidez12:
Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Paxil Cr

Crianças e adolescentes (com menos que 18 anos)
Paxil® CR não é indicado para crianças e adolescentes com menos que 18 anos (Veja Precauções)
Pacientes Idosos
Em pacientes idosos ocorre aumento das concentrações plasmáticas de cloridrato de paroxetina, mas a faixa se superpõe àquelas observadas em indivíduos mais jovens.
A posologia deve ser iniciada com 12,5 mg ao dia e pode ser aumentada até 50 mg/dia.
Gravidez12 e lactação101
Estudos em animais não demonstraram quaisquer efeitos teratogênico102 ou embriotóxico seletivo.
Recentes estudos epidemiológicos em grávidas, após exposição materna a antidepressivos durante o primeiro trimestre de gravidez12, mostraram um aumento no risco de malformações103 congênitas104, particularmente cardiovasculares (como defeitos do septo atrial e ventricular), associados ao uso de paroxetina. Os dados sugerem que o risco do feto105 ter um defeito cardiovascular após a exposição materna a paroxetina é de aproximadamente 1/50, comparado com a taxa esperada para estes efeitos na população em geral que é de aproximadamente 1/100.
O médico precisa avaliar a opção de tratamentos alternativos em mulheres grávidas ou que estão planejando engravidar, e deve prescrever Paxil® CR somente quando os benefícios potenciais justificarem os riscos. Se o médico optar pela descontinuação do tratamento, deve ser observada a "Posologia - Descontinuação" de Paxil® CR e "Advertências - Sintomas3 observados com a descontinuação de Paxil® CR em adultos".
Houve relatos de nascimento prematuro em mulheres grávidas expostas à paroxetina ou outros ISRSs, entretanto não foi estabelecida uma relação causal.
Deve-se monitorar o recém-nascido caso a mãe tenha dado continuidade ao tratamento com paroxetina nos estágios finais da gravidez12, uma vez que houve relatos de complicações em neonatos106 expostos a paroxetina ou outros ISRSs após o terceiro trimestre da gravidez12. Entretanto, uma relação causal com a terapia ainda não pode ser estabelecida. Os achados clínicos relatados incluem: desconforto respiratório, cianose107, apnéia108, convulsões, instabilidade térmica, dificuldade em amamentar, vômito52, hipoglicemia109, hipertonia110, hipotonia111, hiperreflexia112, tremor, nervosismo, irritabilidade, letargia113, choro constante e sonolência. Em alguns casos, os sintomas3 relatados foram descritos como síndrome84 de abstinência neonatal. Na maioria dos casos, as complicações ocorreram imediatamente ou logo em seguida ao nascimento (menos de 24 horas).
Em um estudo epidemiológico, o uso de ISRSs (incluindo paroxetina) após as primeiras 20 semanas de gravidez12, foi associado ao aumento do risco de hipertensão114 pulmonar persistente em recém-nascidos (PPHN). O risco absoluto entre aqueles que usaram ISRSs nos estágios mais avançados da gravidez12 foi reportado como 6-12 em 1000 mulheres, comparado a 1-12 em 100 mulheres na população em geral.
Uma pequena quantidade de paroxetina é excretada pelo leite materno. Em estudos publicados, as concentrações séricas em crianças amamentadas foram indetectáveis (<2 ng/ml) ou muito baixas (<4 ng/ml). Não foram observados sinais115 de efeito da droga nessas crianças. Contudo, a paroxetina não deve ser usada durante a amamentação116, a não ser que os benefícios esperados à mãe justifiquem os potenciais riscos à criança.

Interações Medicamentosas de Paxil Cr

Drogas serotoninérgicas: assim como ocorre com outros ISRSs, a co-administração com drogas serotoninérgicas pode levar a um aumento dos efeitos associados ao 5-HT (síndrome serotoninérgica56: ver Advertências).Deve ser ter cuidado e um monitoramento clínico minucioso deve ser feito quando drogas serotoninérgicas (incluindo IMAOs, L-triptofano, triptano, tramadol, linezolida, ISRSs, lítio ou preparações a partir de erva de São João - Hypericum perforatum) são combinadas com Paxil CR®. O uso concomitante de Paxil CR® e inibidores da MAO7 (incluindo linezolida - um antibiótico que é inibidor não-seletivo reversível da MAO7) é contra-indicado (ver Contra-indicações).
Pimozida: em um estudo de baixa dose única de pimozida (2 mg) foi demonstrado aumento nos níveis de pimozida quando co-administrada com paroxetina. Isto é explicado pelas conhecidas propriedades da paroxetina em inibir o CYP2D6. Devido à janela terapêutica117 estreita da pimozida e sua conhecida habilidade de prolongar o intervalo QT, o uso concomitante de pimozida e Paxil® CR é contra-indicado (ver Contra-indicações).
Enzimas metabolizadoras de drogas: o metabolismo63 e a farmacocinética da paroxetina pode ser afetada pela indução ou inibição de enzimas metabolizadoras de drogas.
Quando a paroxetina é co-administrada com um inibidor conhecido, deve-se considerar o uso de doses com valor mais baixo da faixa.
Nenhum ajuste da dosagem inicial deve ser considerado necessário quando a droga co-administrada for um indutor conhecido (ex. carbamazepina, rifampicina, fenobarbital, fenitoína). Qualquer ajuste de dose subseqüente deve ser conduzido pelos efeitos clínicos (tolerabilidade e eficácia).
Fosamprenavir/ritonavir: a co-administração de fosamprenavir/ritonavir com a paroxetina reduz significativamente os níveis plasmáticos de paroxetina. Qualquer ajuste na dose deve considerar o efeito clínico (tolerabilidade e eficácia).
Prociclidina: a administração diária de paroxetina aumenta significativamente os níveis plasmáticos de prociclidina. Se forem observados efeitos anti-colinérgicos, a dose de prociclidina deve ser reduzida.
Anticonvulsivantes: carbamazepina, fenitoína, valproato de sódio. A administração concomitante não aparenta apresentar efeito no perfil farmacocinético/ farmacodinâmico em pacientes epiléticos.
Potencial inibitório da CYP2D6 da paroxetina: assim como outros antidepressivos, incluindo outros ISRSs, a paroxetina inibe a enzima79 hepática80 citocromo P450 CYP2D6. A inibição da CYP2D6 pode conduzir a concentração plasmática aumentada de drogas co-administradas metabolizadas por essa enzima79. Isso inclui certos antidepressivos tricíclicos (ex. amitriptilina, nortriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos118 fenotiazínicos (ex. perfenazina e tioridazina, ver Contra indicação), risperidona, atomoxetina, certos antiarrítmicos tipo 1c (ex. propafenona e flecainida) e metoprolol.
O tamoxifeno é uma pró-droga que exige ativação metabólica pelo CYP2D6. A inibição do CYP2D6 pela paroxetina pode levar a uma concentração plasmática reduzida de um metabólito119 ativo e, portanto, a uma redução na eficácia do tamoxifeno.
CYP3A4: um estudo de interação in vivo envolvendo a co-administração no estado de equilíbrio de paroxetina e terfenadina, um substrato do citocromo CYP3A4 revelou que a paroxetina não afetou a farmacocinética da terfenadina. Um estudo similar de interação in vivo revelou que a paroxetina não afetou a farmacocinética do alprazolam e vice-versa. A administração concomitante de paroxetina com terfenadina, alprazolam e outras drogas que sejam substrato do CYP3A4 não é esperada de apresentar risco.
Estudos clínicos demonstraram que a absorção e a farmacocinética da paroxetina não são afetados ou são marginalmente afetadas (por ex. em uma dosagem que não é necessário nenhuma alteração) por:
- alimentos;
- antiácidos120;
- digoxina;
- propranolol;
- álcool: a paroxetina não potencializa a redução da habilidade motora e mental causada pelo álcool, entretanto, o uso concomitante de paroxetina e álcool não é recomendado.

Reações Adversas de Paxil Cr

Algumas das reações adversas listadas abaixo podem diminuir em intensidade e freqüência com a continuação do tratamento e geralmente não levam à suspensão da terapia.
As reações adversas estão listadas abaixo, classificadas por sistemas e freqüência. As freqüências foram definidas como: muito comum (?1/10), comum (?1/100,<1/10), incomuns (?1/1000,<1/100), raras (?1/10.000,<1/1000 ), muito raras (<1/10.000), incluindo casos isolados. Reações adversas comuns e incomuns foram geralmente determinadas a partir de dados de segurança agrupados, obtidos de estudos clínicos com população > 8000 pacientes tratados com paroxetina e avaliados como sendo de incidência91 excessiva comparada ao placebo77.
Eventos raros e muito raros foram geralmente determinados a partir de informações pós-comercialização e se referem mais à taxa de relato do que a freqüência real.
Distúrbios do sistema linfático121 e sangüíneo
Incomum: sangramento anormal, predominantemente da pele39 e membranas mucosas40 (predominantemente equimose122).
Muito raro: trombocitopenia123.
Distúrbios do sistema imune124
Muito raro: reações alérgicas (incluindo urticária29 e angioedema125).
Distúrbios endócrinos
Muito raro: síndrome84 da secreção inapropriada do hormônio58 antidiurético (SIADH).
Distúrbios de metabolismo63 e nutrição126
Comum: aumento dos níveis de colesterol33, diminuição do apetite.
Raro: hiponatremia93.
A hiponatremia93 foi relatada predominantemente em pacientes idosos e, algumas vezes devido à síndrome84 da secreção inapropriada do hormônio58 antidiurético ( SIADH ).
Transtornos psiquiátricos
Comum: sonolência, insônia, agitação.
Incomum: confusão, alucinação127.
Raro: reações maníacas.
Estes sintomas3 também podem ser devidos a doença subjacente.
Transtornos do sistema nervoso128
Comum: vertigem34, tremor e dor de cabeça59.
Incomum: distúrbios extrapiramidais.
Raros: convulsões, acatisia49.
Muito raro: síndrome serotoninérgica56 (os sintomas3 podem incluir agitação, confusão, diaforese129, alucinações41, hiperreflexia112, mioclonia130, taquicardia131 e tremores).
Relatos de distúrbios extrapiramidais, incluindo distonia132 orofacial foram recebidos de pacientes algumas vezes com distúrbios de movimentos subjacentes ou que estavam fazendo uso de medicação neuroléptica.
Distúrbios oculares
Comum: visão35 turva.
Incomum: midríase42 (ver Advertências)
Muito raro: glaucoma13 agudo50.
Distúrbios cardíacos
Incomum: taquicardia131 sinusial.
Distúrbios vasculares133
Incomum: hipotensão44 postural.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastínicos
Comum: bocejo.
Distúrbios gastrintestinais
Muito comum: náusea30.
Comum: constipação134, diarréia36, boca26 seca.
Muito raro: sangramento gastrintestinal.
Distúrbios hepato-biliares
Raro: elevação das enzimas hepáticas51.
Muito raro: eventos hepáticos (como hepatite135, às vezes associada à icterícia136 e/ou falha hepática80).
Foi relatada elevação das enzimas hepáticas51. Muito raramente também foram relatados eventos hepáticos pós-comercialização (como hepatite135, às vezes associada à icterícia136, e/ou deficiência hepática80). A descontinuação do uso da paroxetina deve ser considerada se houver elevação dos resultados de função hepática80.
Distúrbios da pele39 e do tecido subcutâneo137
Comum: sudorese37.
Incomum: rash45 cutâneo46 (exantema138).
Muito raro: reações de fotossensibilidade.
Distúrbio renal139 e urinário
Incomum: retenção urinária47, incontinência urinária48.
Distúrbios do sistema reprodutivo e mamário
Muito comum: disfunção sexual.
Raro: hiperprolactinemia / galactorréia140.
Distúrbios gerais
Comum: astenia141 e ganho de peso corporal.
Muito raro: edema142 periférico.
Sintomas3 observados na descontinuação do tratamento com paroxetina:
Comum: vertigem34, distúrbios sensoriais, distúrbios do sono, ansiedade, dor de cabeça59
Incomum: agitação, náusea30, tremor, confusão, sudorese37, diarréia36.
Assim como com muitos medicamentos psicoativos, a descontinuação da paroxetina (particularmente de forma abrupta) pode provocar sintomas3 como vertigem34, distúrbios sensoriais (incluindo parestesia97, sensação de choque98 elétrico e zumbido), distúrbios do sono (incluindo sonhos intensos), agitação ou ansiedade, náusea30, cefaléia100, tremor, confusão, diarréia36 e sudorese37. Na maioria dos pacientes, esses eventos são suaves à moderados e autolimitados. Nenhum grupo particular de pacientes mostrou possuir um risco aumentado para esses sintomas3; entretanto recomenda-se que quando o tratamento com a paroxetina não for mais necessário, a descontinuação seja gradual através da redução da dosagem (ver Posologia e Advertências).
Reações adversas observadas em estudos clínicos pediátricos
Em estudos clínicos pediátricos, os seguintes eventos adversos foram relatados em, no mínimo, 2% dos pacientes e ocorreram pelo menos duas vezes mais que com placebo77: labilidade emocional (incluindo auto-destruição, pensamento/ comportamento suicida, choro e flutuação do humor), hostilidade, diminuição do apetite, tremor, sudorese37, hipercinesia143 e agitação. Pensamentos/ comportamentos suicidas foram observados principalmente em estudos clínicos conduzidos com adolescentes com transtorno depressivo maior. Hostilidade foi observada, particularmente, em crianças com transtorno compulsivo obsessivo e, especialmente, em crianças menores de 12 anos de idade.
Em estudos que utilizaram um regime de redução (redução da dose diária em 10 mg/dia em intervalos semanais até a dose de 10 mg/dia por uma semana), os sintomas3 reportados durante a fase de redução ou com a descontinuação de paroxetina, em, no mínimo, 2% dos pacientes e que ocorreram pelo menos duas vezes mais que com placebo77 foram: labilidade emocional, nervosismo, vertigem34, náuseas99 e dores abdominais (ver Advertências).
"ATENÇÃO: Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico."

Superdosagem de Paxil Cr

Uma ampla margem de segurança é evidente a partir dos dados disponíveis com Paxil® CR.As experiências de superdosagem com paroxetina demonstraram os seguintes sintomas3: vômito52, febre53, alterações na pressão arterial60, contrações musculares involuntárias, ansiedade e taquicardia131.
Casos de superdosagem em que pacientes administraram até 2000 mg de paroxetina isoladamente, evoluíram sem seqüelas graves. Coma87 ou alterações no ECG foram ocasionalmente relatados e muito raramente um resultado fatal, mas geralmente quando a paroxetina foi administrado em associação com outras drogas psicotrópicas, com ou sem álcool.
Não se conhece um antídoto144 específico.
O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas nos casos de superdosagem com qualquer antidepressivo. Quando apropriado, deve-se fazer esvaziamento gástrico através da lavagem gástrica145. Após o esvaziamento, deve-se administrar 20 a 30 g de carvão ativado a cada 4 a 6 horas nas primeiras 24 horas após a ingestão. Medidas de suporte geral, com monitoramento freqüente dos sinais vitais85 são indicadas, além de cuidadosa observação.

Armazenagem de Paxil Cr

Conservar o produto em temperatura abaixo a 25ºC.

Dizeres Legais de Paxil Cr

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

Nº do lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.
Fabricado por: SB Pharmco Puerto Rico Inc. - Cidra - Porto Rico.
Importado por: GlaxoSmithKline Brasil Ltda.
Estrada dos Bandeirantes, 8.464 - Rio de Janeiro - RJ
CNPJ: 33.247.743/0001-10
Indústria Brasileira
MS: 1.0107.0224
Farm. Resp.: Milton de Oliveira
CRF-RJ Nº 5522
Serviço de Atendimento ao Consumidor
0800 701 22 33
Discagem Direta Gratuita


PAXIL CR - Laboratório

GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22783-110

Ver outros medicamentos do laboratório "GlaxoSmithKline"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Fobia: Medo exagerado, falta de tolerância, aversão.
5 Agorafobia: Estado de medo mórbido de se achar sozinho em grandes espaços abertos ou de atravessar lugares públicos. Também conhecida como cenofobia.
6 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
7 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
8 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
9 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
10 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
11 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
12 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
13 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
14 Olhos:
15 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
16 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
17 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
18 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
19 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
20 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
21 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
22 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
23 Inchaço: Inchação, edema.
24 Pálpebras:
25 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
26 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
27 Língua:
28 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
29 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
30 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
31 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
32 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
33 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
34 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
35 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
36 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
37 Sudorese: Suor excessivo
38 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
39 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
40 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
41 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
42 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
43 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
44 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
45 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
46 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
47 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
48 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
49 Acatisia: Síndrome caracterizada por sentimentos de inquietação interna que se manifesta por incapacidade de se manter quieta. É frequentemente causada por medicamentos neurolépticos.
50 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
51 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
52 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
53 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
54 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
55 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
56 Síndrome serotoninérgica: Síndrome serotoninérgica ou síndrome da serotonina é caracterizada por uma tríade de alterações do estado mental (ansiedade, agitação, confusão mental, hipomania, alucinações e coma), das funções motoras (englobando tremores, mioclonias, hipertonia, hiperreflexia e incoordenação) e do sistema nervoso autônomo (febre, sudorese, náuseas, vômitos, diarreia e hipertensão). Ela pode ter causas diversas, mas na maioria das vezes ocorre por uma má interação medicamentosa, quando dois ou mais medicamentos que elevam a neurotransmissão serotoninérgica por meio de distintos mecanismos são utilizados concomitantemente ou em overdose.
57 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
58 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
59 Cabeça:
60 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
61 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
62 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
63 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
64 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
65 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
66 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
67 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
68 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
69 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
70 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
71 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
72 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
73 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
74 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
75 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
76 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
77 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
78 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
79 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
80 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
81 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
82 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
83 Raiva: 1. Doença infecciosa freqüentemente mortal, transmitida ao homem através da mordida de animais domésticos e selvagens infectados e que produz uma paralisia progressiva juntamente com um aumento de sensibilidade perante estímulos visuais ou sonoros mínimos. 2. Fúria, ódio.
84 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
85 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
86 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
87 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
88 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
89 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
90 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
91 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
92 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
93 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
94 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
95 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
96 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
97 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
98 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
99 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
100 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
101 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
102 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
103 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
104 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
105 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
106 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
107 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
108 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
109 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
110 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
111 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)
112 Hiperreflexia: Definida como reflexos muito ativos ou responsivos em excesso. Suas causas mais comuns são lesão na medula espinal e casos de hipocalcemia.
113 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
114 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
115 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
116 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
117 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
118 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
119 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
120 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
121 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
122 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
123 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
124 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
125 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
126 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
127 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
128 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
129 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
130 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
131 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
132 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
133 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
134 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
135 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
136 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
137 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
138 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
139 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
140 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
141 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
142 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
143 Hipercinesia: Motilidade patologicamente excessiva, com aumento da amplitude e da rapidez dos movimentos.
144 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
145 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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