FLIXOTIDE SPRAY

GlaxoSmithKline

Atualizado em 08/12/2014

Composição de Flixotide Spray

cada dose de 50 mcg e de 250 mcg contémrespectivamente: propionato de fluticasona (micronizado) 50 mcg e 250 mcg; lecitina 0,5 mcg e 2,5 mcg; triclofluorometano 23,75 mg e 23,75 mg; diclorofluorometano 61,25 mg e 61,25 mg.

Posologia e Administração de Flixotide Spray

Flixotide Spray só pode ser usado através de inalação. Os pacientes devem ser alertados quanto à natureza profilática da terapia com propionato de fluticasona por inalação e que o produto deve ser utilizado regularmente mesmo quando estejam assintomáticos. O início do efeito terapêutico é de 4 a 7 dias. A dose de propionato de fluticasona deve ser ajustada de acordo com a resposta de cada paciente. Se os pacientes observarem que o alívio com doses menores do broncodilatador1 tornou-se menos efetivo ou eles necessitam de maior número de inalações do que o usual, devem ser orientados no sentido de procurar o médico imediatamente. Adultos e crianças: 100 a 1000 mcg, 2 vezes ao dia. Os pacientes devem ser orientados a tomar uma dose inicial de propionato de fluticasona por inalação a qual deve ser apropriada para a severidade da doença. Asma2 leve: 100 a 250 mcg, 2 vezes ao dia; asma2 moderada: 250 a 500 mcg, 2 vezes ao dia; asma2 grave: 500 a 1000 mcg, 2 vezes ao dia. A dose pode então ser ajustada até o controle ser atingido ou reduzido a dose efetiva mínima, de acordo com a resposta individual. Alternativamente a dose inicial de propionato de fluticasona pode ser padronizada como a metade da dose total diária de dipropionato de beclometasona ou equivalente administrada por inalador dosimetrado. Crianças acima de 4 anos de idade: 50 a 100 mcg, 2 vezes ao dia. As crianças devem tomar uma dose inicial de propionato de fluticasona a qual seja apropriada para a severidade de sua doença, isto pode ser 50 a 100 mcg, 2 vezes ao dia. A dose pode, no entanto, ser ajustada até o controle ou reduzida a dose mínima efetiva de acordo com a resposta individual. Pacientes especiais: não há necessidade de se ajustar a dose em pacientes idosos ou naqueles com insuficiência hepática3 ou renal4. A dose mínima prescrita para o Flixotide Spray é de 2 inalações. Em pacientes que tenham dificuldades de utilizar o spray, pode ser usado um espaçador volumétrico acoplado ao Flixotide Spray.

Precauções de Flixotide Spray

o controle da asma2 deve acompanhar um programa continuado e a resposta do paciente deve ser monitorada clinicamente e pelos testes de função pulmonar. O aumento do uso de agonistas beta-2 de curta duração indica deterioração do controle da asma2. Sob estas condições, o planejamento do controle do paciente deve ser reavaliado. Deterioração súbita e progressiva no controle da asma2 é potencialmente perigosa e deve ser feito um estudo para aumentar a dose de corticosteróide. Em pacientes considerados sob risco, deve ser instituído um monitoramento do fluxo máximo diário. Flixotide Spray não é para ser usado nos ataques agudos, mas sim para o controle de rotina de longa duração. Os pacientes irão requerer um broncodilatador1 de pequena e rápida ação para aliviar os sintomas5 agudos da asma2. A forma do paciente utilizar o Flixotide Spray deve ser observada para assegurar que a inalação do produto esteja sincronizada com a inspiração6 para que ocorra a liberação ótima da droga para os pulmões7. A função e reserva adrenal devem normalmente permanecer dentro da faixa normal com o propionato de fluticasona inalado. Contudo, alguns efeitos sistêmicos8 podem ocorrer em uma pequena proporção de pacientes adultos após o tratamento prolongado na dose máxima diária recomendada. Os pacientes transferidos de outros esteróides inalados para esteróides orais permanecem no risco de reserva adrenal diminuída durante um tempo considerável após transferir para propionato de fluticasona inalado. Pacientes sob emergência9 médica ou cirúrgica, que no passado tenham requerido altas doses de outros esteróides inalados e/ou tratamento intermitente10 com esteróides orais, permanecem no risco de reserva adrenal diminuída durante um tempo considerável após transferir para propionato de fluticasona inalado. A extensão da insuficiência11 adrenal pode requerer a opinião de especialistas antes dos procedimentos eletivos12. A possibilidade de insuficiente resposta adrenal residual deve estar sempre em mente em situações de emergência9 e eletivas13 prováveis de produzir estresse e deve ser considerado o tratamento corticosteróide apropriado. Em crianças tomando as doses recomendadas de propionato de fluticasona por inalação a função e a reserva adrenal geralmente permanecem dentro da faixa normal. Nenhum efeito sistêmico14 e, em particular nenhum efeito sobre o crescimento, tem sido observado em crianças fazendo uso de propionato de fluticasona por inalação. Contudo, os possíveis efeitos de tratamento prévio intermitente10 com esteróides orais não devem ser esquecidos. Apesar disso, os benefícios do propionato de fluticasona por inalação devem diminuir a necessidade de esteróides orais. A falta de resposta ou exacerbações graves da asma2 devem ser tratadas através do aumento da dose de propionato de fluticasona por inalação e, se necessário, uso de um esteróide sistêmico14 e/ou um antibiótico se houver uma infecção15. Para a transferência de pacientes sendo tratados com corticosteróides orais. A transferência de pacientes dependentes de esteróides orais para propionato de fluticasona em rotadisks e seu subseqüente controle necessita de cuidados especiais, como recuperação da diminuição da função adrenocortical causada pela terapia esteróide sistêmica prolongada, pode levar um tempo considerável. Pacientes que tenham sido tratados com esteróides sistêmicos8 por longos períodos de tempo ou altas doses podem ter supressão adrenocortical. Com esses pacientes a função adrenocortical deve ser monitorada e sua dose esteróide sistêmica reduzida cautelosamente. Após aproximadamente uma semana, e iniciada a gradual retirada do esteróide sistêmico14. A diminuição gradual nas doses deve ser apropriada ao nível da manutenção de esteróide sistêmico14, e introduzida a não menos do que intervalos semanais. Para doses de manutenção de prednisolona (ou equivalente) de 10 mg por dia ou menos, as diminuições nas doses não devem ser maiores do que 1 mg por dia, em não menos do que intervalos semanais. Para doses de manutenção de prednisolona em excesso de 10 mg por dia, e apropriado utilizar cautelosamente grandes diminuições na dose em intervalos semanais. Alguns pacientes sentem indisposição de modo não específico durante a fase de retirada a despeito da manutenção ou mesmo melhora da função respiratória. Eles devem ser encorajados a persistir com o propionato de fluticasona por inalação e a continuar a retirada do esteróide sistêmico14, a menos que existam sinais16 claros de insuficiência11 adrenal. Pacientes que foram retirados da terapêutica17 com esteróides orais, cuja função adrenocortical ainda esta diminuída devem conduzir um cartão de cuidado com esteróides, indicando que eles necessitam de esteróide sistêmico14 suplementar durante períodos de estresse, como por exemplo, crises de asma2 agravadas, infecções18 no tórax19, principais doenças intercorrentes, cirurgia, trauma, etc. A reposição do tratamento esteróide sistêmico14 com a terapia por inalação pode algumas vezes mascarar alergias, tais como, rinite20 alérgica ou eczema21 anteriormente controlados pela droga sistêmica. Estas alergias devem ser tratadas sintomaticamente com anti-histamínicos e/ou preparações tópicas, incluindo esteróides. O tratamento com Flixotide Spray não deve ser abruptamente interrompido. Como ocorre com todos os esteróides inalados, e necessário cuidado especial em pacientes com tuberculose22 pulmonar ativa ou quiescente23. Gravidez24 e lactação25: existem evidências insuficientes da segurança do propionato de fluticasona na gravidez24 humana. Contudo, como ocorre com outras drogas a administração de propionato de fluticasona durante a gravidez24 deve somente ser considerada se o benefício esperado para a mãe e maior do que qualquer possibilidade de risco ao feto26. Não é conhecido se o propionato de fluticasona é excretado no leite materno nem existem quaisquer dados disponíveis dos estudos animais. Contudo, em vista do seu perfil farmacocinético é improvável haver transferência do propionato de fluticasona através do leite materno.

Reações Adversas de Flixotide Spray

em alguns pacientes pode haver candidíase27 da boca28 e garganta29 (sapinho). Tais pacientes podem ter alívio fazendo lavagem da boca28 com água após o uso do rotadisk. Candidíase27 sintomática30 pode ser tratada com terapia antifúngica tópica sem descontinuar o uso de Flixotide Spray. Em alguns pacientes, o propionato de fluticasona inalado pode causar rouquidão. Isto pode ser controlado com a lavagem da boca28 com água imediatamente após a inalação. Como acontece com outras terapias por inalação, pode ocorrer broncospasmo paradoxal31 com um aumento imediato na dificuldade de respiração após a dose. Isto pode ser tratado imediatamente com um broncodilatador1 inalado de ação rápida. Neste caso o propionato de fluticasona deve ser descontinuado imediatamente, o paciente avaliado, e se necessário instituir terapia alternativa. Superdosagem: aguda: a inalação da droga em doses muito acima daquelas recomendadas pode levar à supressão temporária da função adrenal. Não há necessidade de ação emergencial a ser tomada. Nestes pacientes o tratamento com propionato de fluticasona por inalação deve continuar em uma dose suficiente para o controle da asma2; a função adrenal recupera-se em poucos dias e pode ser verificada pela medida do cortisol plasmático. Crônica: o uso de propionato de fluticasona em doses diárias acima de 2 miligramas durante períodos prolongados pode levar a uma diminuição de função adrenal. O monitoramento da reserva adrenal pode ser indicado. O tratamento com propionato de fluticasona inalado deve ser continuado em uma dose suficiente para controlar a asma2.

Contra-Indicações de Flixotide Spray

pacientes com história de hipersensibilidade a qualquer de seus componentes.

Indicações de Flixotide Spray

adulto: controle profilático: asma2 leve (valores de fluxo expiatório máximo, FEM, maiores do que 80% calculado na fase basal e menos que 20% de variabilidade). Pacientes requerendo medicação broncodilatadora para alívio sintomático32 da asma2 de forma intermitente10 mais do que de forma ocasional. Asma2 moderada (valores de fluxo expiatório máximo, FEM, entre 60-80% do calculado na fase basal com 20-30% de variabilidade: pacientes requerendo medicação regular para asma2 e pacientes com crises de asma2 instáveis ou pioradas na terapia profilática atualmente disponível ou broncodilatadora somente. Asma2 grave (valores de fluxo expiatório máximo, FEM, menores do que 60% do calculado na fase basal e mais do que 30% de variabilidade): pacientes com asma2 crônica severa. Na transferência para propionato de fluticasona inalado muitos pacientes que são dependentes de corticosteróides sistêmicos8 para o controle adequado dos sintomas5 podem estar em condições de reduzir significativamente seus requerimentos para corticosteróides orais. Crianças: qualquer criança que requeira medicação para prevenção da asma2, incluindo pacientes não controlados com a medicação profilática disponível atualmente.

Apresentação de Flixotide Spray

Flixotide Spray e apresentado na forma de aerossol pressurizado em lata de alumínio com válvula dosadora contendo o equivalente a 60 doses, acompanhada ou não de aplicador.


FLIXOTIDE SPRAY - Laboratório

GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22783-110

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Complementos

1 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
2 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
3 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
4 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Inspiração: 1. Ato ou efeito de inspirar(-se). 2. Entrada de ar nos pulmões através das vias respiratórias. 3. Conselho, sugestão, influência. 4. No sentido figurado, significa criatividade, entusiasmo. Pessoa ou coisa que inspira, estimula a capacidade criativa. 5. Ideia súbita e espontânea, geralmente brilhante e/ou oportuna.
7 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
8 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
9 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
10 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
11 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
12 Eletivos: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
13 Eletivas: 1. Relativo à eleição, escolha, preferência. 2. Em medicina, sujeito à opção por parte do médico ou do paciente. Por exemplo, uma cirurgia eletiva é indicada ao paciente, mas não é urgente. 3. Cujo preenchimento depende de eleição (diz-se de cargo). 4. Em bioquímica ou farmácia, aquilo que tende a se combinar com ou agir sobre determinada substância mais do que com ou sobre outra.
14 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
15 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
16 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
17 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
18 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
20 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
21 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
22 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
23 Quiescente: Que está sossegado, em paz; quieto, tranquilo.
24 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
25 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
26 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
27 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
28 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
29 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
30 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
31 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
32 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
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