TETREX

B-MS

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Tetrex

cada cápsula contém: fosfato complexo detetraciclina (equiv. ao cloridrato de tetraciclina em atividade) 500 mg. Ingrediente inativo : estearato de magnésio.

Posologia e Administração de Tetrex

administração: terapia concomitante: antiácidos1 contendo alumínio, cálcio ou magnésio comprometem a absorção e não devem ser administrados a pacientes tomando tetraciclina oral. Os alimentos e alguns produtos lácteos interferem com a absorção. As formas orais da tetraciclina deverão ser administradas uma hora antes ou duas horas após as refeições. Tetrex não deverá ser administrado com leite e/ou seus derivados. Para reduzir o risco de irritação esofágica e ulcerações2, as tetraciclinas devem ser administradas com quantidades adequadas de líquido e se possível não devem ser administradas na hora de dormir ou a pacientes com obstrução esofágica ou compressão. Dose usual - adultos: a dose usual é de 1 a 2 g por dia divididos em 2 ou 4 tomadas. Infecções3 mais graves requerem as doses mais elevadas. Crianças pesando mais de 40 kg: receberão doses para adultos. Tetrex não é recomendado para crianças com menos de 9 anos de idade. Nos pacientes com insuficiência renal4: a dose total deverá ser diminuída através de uma redução das doses individuais recomendadas e/ou pelo aumento dos intervalos entre as doses. A terapia deverá ser mantida durante, pelo menos, 24 a 48 horas após terem cessado os sintomas5 e a febre6. Infecções3 por bactérias Gram-positivas: no tratamento de infecções3 estreptocócicas, a dose terapêutica7 de tetraciclina deve ser administrada por pelo menos 10 dias. Acne8: em casos de acne8 severa, a dosagem inicial recomendada é de 1 g/dia por via oral, em doses divididas. Quando uma melhora for percebida, normalmente dentro de 1 semana, a dosagem deverá ser gradualmente reduzida para níveis de manutenção variando de 125 a 500 mg/dia v.o. Em alguns pacientes, pode ser possível manter remissão adequada das lesões9 com terapia intermitente10 ou de dias alternados. Superdosagem: em caso de superdosagem procurar um médico.

Precauções de Tetrex

gerais: pseudotumor cerebral (hipertensão11 intracraniana benigna) em adultos foi associado com o uso de tetraciclinas. As manifestações clínicas usuais são cefaléia12 e visão13 turva. Fontanelas14 protuberantes foram associadas com o uso de tetraciclinas em crianças. Uma vez que estas condições e os sintomas5 relatados geralmente são resolvidos logo após a descontinuação da tetraciclina, existe a possibilidade de seqüela permanente. Como ocorre com outros antibióticos, o uso desta droga pode resultar em supercrescimento de organismos não sensíveis, incluindo fungos. Na ocorrência de superinfecção15, o antibiótico deve ser interrompido e ser estabelecida uma terapia adequada. Nota: superinfecção15 do intestino por estafilococos pode provocar risco de vida. Em doenças venéreas quando há suspeita de coexistência de sífilis16, os pacientes devem realizar um teste sorológico para sífilis16 antes que o tratamento seja iniciado. Pacientes tratados com tetraciclina deverão ter um acompanhamento com teste sorológico para sífilis16 após 3 meses. Deve-se usar de cautela no caso de tetraciclinas serem administradas a pacientes com função hepática17 comprometida, uma vez que o seu uso tem sido reportado por causar toxicidade18 hepática17; altas doses devem ser evitadas. Drogas potencialmente hepatotóxicas (incluindo eritromicina, cloranfenicol, isoniazida e sulfonamidas) não devem ser administradas concomitantemente. Tetraciclina degradada pode induzir disfunção renal19 indistingüível da síndrome20 de Fanconi e lesões9 da pele21 similares àquelas do lúpus22 eritematoso23 sistêmico24. Reação de Jarisch-Herxheimer ocorre ocasionalmente quando tetraciclinas são usadas para tratar brucelose ou infecções3 por espiroquetas. Esta reação ocorre geralmente 12 a 24 horas após o início da terapia com tetraciclina. Na terapia prolongada, deverão ser realizadas avaliações laboratoriais periódicas dos sistemas orgânicos, incluindo estudos hematopoiéticos, renais e hepáticos. Visto que a ocorrência de reações de sensibilidade são mais passíveis de ocorrer em pacientes com história de alergia25, asma26, febre do feno27 ou urticária28, as tetraciclinas devem ser usadas com cautela em tais indivíduos. Interações medicamentosas: anticoagulantes29 orais: devido às tetraciclinas terem apresentado o enfraquecimento da atividade protrombínica do plasma30, os pacientes que estão em terapia anticoagulante31 podem necessitar de uma redução da dosagem do anticoagulante31. Agentes antiinfecciosos: uma vez que as drogas bacteriostáticas podem interferir com a ação bactericida da penicilina, é aconselhável evitar a administração concomitante de tetraciclina e penicilina. Contraceptivos orais: o uso concomitante de tetraciclinas e contraceptivos orais pode tornar estes últimos menos eficazes. Sangramentos ocasionais foram reportados. Cátions: quelatos de tetraciclina com cátions bivalentes ou trivalentes, tais como, alumínio, bismuto, cálcio, ferro, magnésio e zinco formam complexos insolúveis. Isto resulta em uma absorção diminuída e irregular do antibiótico. Portanto, a administração concomitante de tetraciclinas com antiácidos1, drogas antidiarréicas, preparações de ferro, outras preparações contendo tais cátions, ou alguns alimentos, tais como, leite e laticínios podem resultar em concentrações séricas subterapêuticas do antibiótico. Anestesia32 com metoxiflurano: a administração concomitante de tetraciclina e metoxiflurano causa toxicidade18 renal19 séria e há relatos de óbitos. O uso concomitante deve ser evitado. Diuréticos33: a administração concomitante de tetraciclinas e diuréticos33 pode resultar no aumento dos níveis de nitrogênio uréico no sangue34. Teofilina: relata-se níveis plasmáticos aumentados de teofilina associado com a terapia concomitante de tetraciclina. Glicosídeos digitálicos: aproximadamente 10% dos pacientes convertem quantidades significativas de digoxina a metabólitos35 inativos, via metabolismo36 bacteriano, no trato gastrintestinal. As tetraciclinas podem alterar a flora bacteriana gastrintestinal interferindo, dessa maneira, na inativação da digoxina. Podem ocorrer aumentos nos níveis de digoxina sérica nestes pacientes. Os efeitos de antibióticos na flora bacteriana que inativou a digoxina pode persistir por meses. Lítio: foram reportados alterações nos níveis plasmáticos de lítio durante a terapia com tetraciclina. Retinóides: reportou-se um aumento na incidência37 de hipertensão11 intracraniana benigna quando retinóides e tetracilinas são administrados concomitantemente.

Reações Adversas de Tetrex

gastrintestinal: anorexia38, dor epigástrica, náusea39, vômito40, diarréia41, fezes soltas volumosas, estomatites, dor de garganta42, glossite43, língua44 negra (melanoglossia), disfagia45, rouquidão, enterocolite, pancreatite46 e lesões9 inflamatórias (com supercrescimento de cândida) na região anogenital, incluindo proctite47 e prurido48 anal. Estas reações têm sido provocadas pela administração tanto oral como parenteral de tetraciclinas, porém são menos freqüentes após o uso parenteral. Esofagite49 e ulcerações2 esofágicas raramente foram reportadas, em particular após a ingestão de cápsulas com líquido insuficiente imediatamente antes de dormir. Dermatológicas: erupções maculopapulosas e eritematosas50. Relata-se dermatite51, apesar de não ser freqüente. Há ocorrência, de forma rara, de onicólise52 e descoloração da unha. Ocorreu fotossensibilidade. Renal19: a elevação do nitrogênio uréico no sangue34 tem sido registrada e está, aparentemente, relacionada com a dose. Hepática17: aumentos nas enzimas hepáticas53; colestase54 raramente foi reportada e, em geral, está associada com altos níveis de dosagem de tetraciclina. Hematológicas: anemia55, anemia hemolítica56, trombocitopenia57, trombocitopenia57 púrpura58, neutropenia59 e eosinofilia60 foram reportadas. Sistema nervoso61: relata-se tonturas62 e cefaléia12. Ocorre pressão intracraniana aumentada e fontanelas14 protuberantes em lactentes63 após dose terapêutica7 completa. Estes sinais64 desaparecem rapidamente quando a droga é interrompida. Pseudotumor cerebral raramente tem sido reportado em adultos recebendo tetraciclina. Reações de hipersensibilidade: urticária28, edema angioneurótico65, anafilaxia66, púrpura58 anafilactóide, pericardite67 e exacerbação do lúpus22 eritematoso23 sistêmico24 e reações como as da doença do soro68, tais como, febre6, erupção69 cutânea70 e artralgia71. É comum a sensibilização cruzada entre as várias tetraciclinas. Quando usadas por períodos prolongados, as tetraciclinas podem produzir uma descoloração microscópica castanho-preta da glândula tireóide72. Não foi verificada nenhuma anormalidade nos estudos da função da tireóide. Pigmentações da pele21 e de outros órgãos têm sido associadas com o uso de tetraciclinas. Não houve sintomas5 ou disfunção orgânica. Presume-se que a pigmentação é resultado da deposição do complexo droga-melanina73. A descoloração dentária é raramente reportada em adultos recebendo tetraciclinas.

Contra-Indicações de Tetrex

pessoas hipersensíveis a qualquer uma das tetraciclinas ou aos componentes desta formulação. A tetraciclina não deve ser usada em pacientes com comprometimento renal19 severo ou doença hepática17. - Advertências: o uso de drogas do grupo das tetraciclinas durante o desenvolvimento dos dentes (segunda metade da gravidez74, na lactação75 e em crianças de até 8 anos de idade) pode provocar descoloração permanente dos dentes (amarelo-cinzento pardo). Esta reação adversa é mais comum durante o uso prolongado destas drogas, porém tem sido observada após tratamentos repetidos de curta duração. Relata-se também a hipoplasia76 do esmalte77. Por isso, as tetraciclinas não devem ser usadas neste grupo etário a menos que outras drogas sejam ineficazes ou contra-indicadas. Na existência da insuficiência renal4, mesmo as doses parenterais ou orais usuais podem levar a um acúmulo sistêmico24 excessivo da droga, com possível hepatotoxicidade78. Nestas condições, doses menores que as usuais são indicadas e, se a terapia for prolongada, aconselha-se determinar o nível sérico da droga. A ação antianabólica das tetraciclinas pode causar um aumento do nitrogênio uréico no sangue34. Enquanto isto não representa problema para os pacientes com função renal19 normal, níveis séricos mais elevados de tetraciclina podem levar à azotemia, hiperfosfatemia e acidose79 para aqueles com deficiência significativa. As tetraciclinas não devem ser usadas em pacientes com insuficiência renal4. são lentamente removidas por hemodiálise80, porém, não de maneira eficaz por diálise81 peritonial. Relata-se hepatotoxicidade78 severa e, às vezes, fatal, associadas com alterações de gordura82 no fígado83 e pancreatite46, em mulheres grávidas recebendo tetraciclina intravenosa para pielonefrite84, em pacientes com comprometimento renal19 ou aqueles recebendo altas doses. Pacientes com insuficiência hepática85 ou renal19 preexistente, desnutridos, e recebendo outras drogas hepatotóxicas possuem elevado risco de hepatotoxicidade78. Observou-se fotossensibilidade manifestada por excessiva queimadura provocada pelo sol em alguns indivíduos tomando tetraciclinas. Os pacientes que se expuserem à luz solar direta ou à luz ultravioleta deverão ser alertados de que esta reação pode ocorrer com a ingestão de tetraciclinas, portanto o tratamento deve ser interrompido à primeira evidência de eritema86 da pele21. Nota: reações de fotossensibilização ocorreram mais freqüentemente com dimeclociclina, menos com clortetraciclina e muito raramente com oxitetraciclina e tetraciclina. Uso durante a lactação75: as tetraciclinas estão presentes no leite humano. Uso em recém-nascidos, lactentes63 e crianças. Todas as tetraciclinas formam um complexo estável de cálcio em qualquer tecido ósseo87 em formação. Uma diminuição na taxa de crescimento da fíbula88 foi observada em prematuros que recebiam tetraciclina oral em doses de 25 mg/kg a cada 6 horas. Esta reação foi reversível com a suspensão da droga.

Indicações de Tetrex

tratamento das infecções3 causadas por microorganismos sensíveis. Recomenda-se realizar, antes, testes de sensibilidade (antibiograma).

Apresentação de Tetrex

embalagens com 2 e 25 envelopes contendo 4 cápsulas.


TETREX - Laboratório

B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP - CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
Site: http://www.bristol.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "B-MS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
2 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
3 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
4 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
7 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
8 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
9 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
10 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
11 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
12 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
13 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
14 Fontanelas: Na anatomia geral, são espaços membranosos entre os ossos do crânio que ainda não se encontram ossificados quando do nascimento do bebê; fontículos ou moleiras. Na anatomia zoológica, são depressões rasas e pálidas da cabeça de certos cupins; fenestras.
15 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
16 Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
17 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
18 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
19 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
20 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
21 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
22 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
23 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
24 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
25 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
26 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
27 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
28 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
29 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
30 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
31 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
32 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
33 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
34 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
35 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
36 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
37 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
38 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
39 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
40 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
41 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
42 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
43 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
44 Língua:
45 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
46 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
47 Proctite: Inflamação da mucosa retal produzida por infecções bacterianas ou virais. Manifesta-se por dor ao defecar, eliminação de muco através do ânus e tenesmo retal.
48 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
49 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
50 Eritematosas: Relativas a ou próprias de eritema. Que apresentam eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
51 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
52 Onicólise: Destruição da unha devido a infecções micóticas, bacterianas ou por processos tóxicos.
53 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
54 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
55 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
56 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
57 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
58 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
59 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
60 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
61 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
62 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
63 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
64 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
65 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
66 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
67 Pericardite: Inflamação da membrana que recobre externamente o coração e os vasos sanguíneos que saem dele. Os sintomas dependem da velocidade e grau de lesão que produz. Variam desde dor torácica, febre, até o tamponamento cardíaco, que é uma emergência médica potencialmente fatal.
68 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
69 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
70 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
71 Artralgia: Dor em uma articulação.
72 Glândula Tireóide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente. Sinônimos: Tireóide
73 Melanina: Cada uma das diversas proteínas de cor marrom ou preta, encontrada como pigmento em vegetais e animais.
74 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
75 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
76 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
77 Esmalte: Camada rígida, delgada e translúcida, de substância calcificada que reveste e protege a dentina da coroa do dente. É a substância mais dura do corpo e é quase que completamente composta de sais de cálcio. Ao microscópio, é composta de bastões delgados (prismas do esmalte) mantidos conectados por uma substância cimentante, e apresenta-se revestido por uma bainha de esmalte. (Tradução livre do original
78 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
79 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
80 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
81 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
82 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
83 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
84 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
85 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
86 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
87 Tecido Ósseo: TECIDO CONJUNTIVO especializado, principal constituinte do ESQUELETO. O componente celular básico (principle) do osso é constituído por OSTEOBLASTOS, OSTEÓCITOS e OSTEOCLASTOS, enquanto COLÁGENOS FIBRILARES e cristais de hidroxiapatita formam a MATRIZ ÓSSEA.
88 Fíbula: Osso da perna, lateral à tíbia (e menor que esta). Proporcionalmente a seu comprimento, é o mais delgado dos ossos longos. Sinônimos: Perônio

Tem alguma dúvida sobre TETREX?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.