SANDOGLOBULINA

MEIZLER

Atualizado em 09/12/2014

           

Apresentações da Sandoglobulina

Embalagem contendo 1g de SANDOGLOBULINA e  33ml de diluente com equipamento de transferência e sistema de infusãoEmbalagem contendo 3g de SANDOGLOBULINA e 100ml de diluente com equipamento de transferência e sistema de infusão
Embalagem contendo 6g de SANDOGLOBULINA e 200ml de diluente com equipamento de transferência e sistema de infusão.

           USO PEDIÁTRICO E ADULTO

Composição da Sandoglobulina

Cada frasco contém 1g, 3g e 6g de imunoglobulina1 G íntegra humana (IgG). Pelo menos 96% da proteína total é IgG (pelo menos 90% de IgG está na forma de monômeros ou dímeros) e o restante consiste de fragmentos2 de IgG, quantidades pequenas de IgG polimérica e traços de IgA e IgM. A distribuição das subclasses de IgG assemelha-se muito à do plasma3 humano normal. Sacarose (1,64 a 1,69 g/1g proteína) é adicionada como estabilizante. A preparação contém também traços de cloreto de sódio (£ 0,02g/1g proteína), mas não contém conservantes.

Propriedades da Sandoglobulina

SANDOGLOBULINA é um preparado de imunoglobulina1 humana polivalente que possui amplo espectro de anticorpos4 neutralizantes e opsônicos contra bactérias, vírus5 e outos patógenos.SANDOGLOBULINA é preparado a partir de plasma3 obtido de doadores saudáveis não remunerados que devem estar livres de agentes infecciosos detectáveis transmissíveis por transfusão6 de sangue7 e de derivados de sangue7, conforme averiguado por exame clínico, testes de sangue7 laboratoriais e estudo da história médica desses doadores. Especialmente, são realizados testes para o antígeno8 de superfície do vírus5 da hepatite9 B, para os anticorpos4 anti-HIV10-1, HIV10-2 e vírus5 da hepatite9 C (HCV), e para as transaminases elevadas, por métodos adequados que devem fornecer resultados negativos.
O fracionamento é realizado de acordo com o processo de  Kistler-Nitschmann.
A segurança do método de fabricação de Sandoglobulina foi estabelecida por um estudo de inativação de vírus5, que mostrou que a etapa da pepsina/pH4 usada no processo de fabricação possui capacidade de inativação sobre os seguintes vírus5 testados : HIV10-1 (retrovírus encapsulado), vírus5 da pseudorraiva (vírus5 DNA encapsulado), vírus5 da diarréia11 viral bovina (vírus5 RNA encapsulado, modelo para HCV), e parvovírus bovino (vírus5 DNA não encapsulado, modelo para vírus5 não encapsulados, como por exemplo, o parvovírus humano B 19).
Nos pacientes com síndrome12 de imunodeficiência13 secundária ou primária, SANDOGLOBULINA substitui os anticorpos4 IgG ausentes, reduzindo assim o risco de infecção14. Em certos distúrbios da função imunológica, como por exemplo na púrpura15 trombocitopênica idiopática16 (imune) (PTI) e na síndrome12 de Kawasaki, o mecanismo de ação responsável pelos efeitos benéficos de SANDOGLOBULINA não é totalmente conhecido.

- Farmacocinética
Sendo administrado por infusão i.v., 100% da dose de SANDOGLOBULINA fica imediatamente disponível na circulação17 do paciente. Depois disso, ocorre a distribuição entre o plasma3 e o compartimento extravascular18 e se atinge o equilíbrio dentro de 7 dias aproximadamente.
Os anticorpos4 presentes em SANDOGLOBULINA possuem as mesmas características farmacocinéticas das IgG endógenas. A meia-vida biológica da IgIV é 21 dias em média, em indivíduos com níveis séricos de IgG normais, enquanto que em pacientes com hipogamaglobulinemia ou agamaglobulinemia tratados com SANDOGLOBULINA, a meia-vida média da IgG total é de 32 dias. Há, no entanto, consideráveis variações interindividuais que podem ter importância na determinação do esquema posológico individual.

Indicações da Sandoglobulina

SANDOGLOBULINA é indicado para o tratamento de pacientes nos quais for clinicamente adequada a reposição/substituição dos anticorpos4 naturais. Os usos consagrados incluem:
Terapia de reposição para prevenir infecção14 em pacientes com síndromes de imunodeficiência13 primária:
agamaglobulinemia
imunodeficiências variáveis comuns associadas com agamaglobulinemia ou hipogamaglobulinemia
deficiências de subclasses de IgG.

Terapia de reposição para prevenir infecção14 em pacientes com síndrome12 de imunodeficiência13 secundária associada com :
            leucemia19 linfocítica crônica
AIDS pediátrica
transplante de medula óssea20
Imunomodulação e inibição da inflamação21 :
púrpura15 trombocitopênica idiopática16 (imune) (PTI)
síndrome12 de Kawasaki.
Os usos experimentais considerados benéficos incluem :

           tratamento de infecções22 bacterianas severas (inclusive sepse23) ou infecções22 virais, em combinação com agentes antibacterianos ou antiviróticos.
    prevenção de infecção14 em recém-nascidos prematuros, com baixo peso ao nascer (<1500 g).
    tratamento da síndrome12 de Guillain-Barré e da polineuropatia desmielinizante24 inflamatória crônica.
    tratamento da neutropenia25 auto-imune e da anemia hemolítica26 auto-imune.
    tratamento da aplasia pura das hemácias27 mediada por anticorpos4.
    tratamento da trombocitopenia28 de origem imunológica, tal como a púrpura15 pós-transfusão6 ou a
 trombocitopenia28 isoimune do recém-nascido.
    tratamento da hemofilia29 causada pela formação de auto-anticorpos4 contra o fator VIII.

    tratamento da miastenia30 grave.
    prevenção e tratamento da infecção14 que ocorre com a medicação imunossupressora e citostática.
    prevenção de aborto espontâneo recorrente.
    tratamento da asma31 infantil severa, esteróide-dependente.


Posologia e Administração da Sandoglobulina

SANDOGLOBULINA é administrado por infusão intravenosa.Os esquemas posológicos a serem usados nas várias indicações dependem do estado de imunidade32 do paciente, da gravidade da doença e da tolerabilidade individual. Não podem ser dadas recomendações universalmente válidas e as sugestões seguintes podem servir somente como um guia.
Síndromes de imunodeficiência13 primária: 0,2 a 0,8 g/kg de peso corporal (geralmente 0,4 g/kg) ministrado em intervalos de 3 a 4 semanas, a fim de manter um nível plasmático mínimo de IgG de pelo menos 5g/l.
Síndromes de imunodeficiência13 secundária: 0,2 a 0,4 g/kg em intervalos de 3 a 4 semanas. Para a prevenção de infecção14 em receptores de aloenxerto de medula óssea20, a dose recomendada é de 0,5 g/kg; pode ser dada uma vez, 7 dias antes do transplante, e pode ser repetida a intervalos semanais durante os 3 primeiros meses após o transplante e a intervalos mensais durante um período subsequente de 9 meses.
Púrpura15 trombocitopênica idiopática16 (imune) (PTI): para a terapia inicial 0,4 g/kg ministrado durante 5 dias consecutivos ou 0,4 a 1g/kg em dose única ou durante 2 dias consecutivos. Se necessário, continuar com 0,4g/kg em intervalos de 1 a 4 semanas, afim de manter contagem adequada de plaquetas33.
Síndrome12 de Kawasaki: 1,6 a 2g/kg em doses divididas durante 2 a 4 dias. Geralmente como suplemento da terapia padrão com preparações de ácido salicílico.
Infecções22 bacterianas severas (inclusive sepse23) e infecções22 virais: 0,4 a 1g/kg diariamente durante 1 a 4 dias.
Prevenção de infecção14 em recém-nascidos prematuros, com baixo peso ao nascer: 0,5 a 1 g/kg em intervalos de 1 a 2 semanas.
Síndrome12 de Guillain-Barré, polineuropatia desmielinizante24 inflamatória crônica: 0,4 g/kg durante 5 dias consecutivos, repetido em intervalos de 4 semanas, se necessário.
Dependendo das necessidades do paciente, o liofilizado34 pode ser dissolvido em cloreto de sódio a 0,9%, água para injeção35 ou glicose36 5%. A concentração de SANDOGLOBULINA em quaisquer dessas soluções para infusão i.v. pode variar de 3 a 12%, de acordo com o volume usado.
Deve-se observar que a solução de Sandoglobulina a 3% em água para injeção35 é hipotônica37 (192 mOsm/kg).
Os pacientes que estão sendo tratados com SANDOGLOBULINA pela primeira vez devem receber uma infusão a 3% numa velocidade inicial de 0,5 a 1 ml/min (aproximadamente 10 a 20 gotas/minuto). Se não ocorrerem reações adversas nos primeiros 15 minutos, pode-se aumentar gradativamente a velocidade até o máximo de 2,5 ml/min (aproximadamente 50 gotas/minuto).
Nos pacientes que recebem SANDOGLOBULINA regularmente e o toleram bem, podem ser usadas concentrações mais altas (até o máximo de 12%), mas a infusão deve se iniciar sempre com velocidade baixa, sendo necessário o estreito monitoramento do paciente quando se aumentar gradativamente a velocidade.

- Contra-indicações
Hipersensibilidade às imunoglobulinas38 humanas, especialmente em pacientes com deficiência de IgA que tenham anticorpos4 anti-IgA.

- Precauções
Pacientes com agamaglobulinemia ou hipogamaglobulinemia severa que jamais tenham recebido terapia de reposição de imunoglobulina1, ou em quem o lapso de tempo desde o último tratamento seja maior que 8 semanas, podem estar em risco de sofrer reações anafilactóides, que às vezes levam ao choque39, quando recebem IgIV por infusão i.v. rápida. Nesses pacientes, deve-se evitar infusão rápida; os sinais vitais40 devem ser monitorados continuamente e é necessária a vigilância cuidadosa do paciente durante toda a infusão. Deve-se ter disponível adrenalina41 e uma preparação de corticosteróide parenteral para o tratamento da reação anafilactóide que poderá ocorrer.

Muito raramente, a IgIV pode causar queda súbita da pressão arterial42 com sinais43 clínicos de anafilaxia44, mesmo em pacientes em que a administração prévia de preparações de imunoglobulina1 foi bem tolerada.
Como ocorre com outras preparações de IgIV, em alguns casos têm sido relatados aumentos transitórios dos níveis de creatinina45 após a administração de SANDOGLOBULINA, especialmente em pacientes idosos com diabete pré-existente ou prejuízo da função renal46 induzido pelo lupus47. Na maioria dos casos, o aumento foi leve, transitório (5 a 12 dias) e observado 2 a 5 dias após a infusão. Todos os pacientes apresentavam múltiplos fatores de risco e estavam recebendo IgIV pela primeira vez. Mais de 50% dos pacientes receberam > 0,4 g/kg/dia. Nos pacientes que apresentam as afecções48 acima mencionadas, deve-se controlar a creatinina45 sérica durante 3 dias após a infusão.
Relataram-se alguns casos de hemólise49 leve após infusão de Sandoglobulina, assim como de outras preparações IgIV. Esses episódios foram atribuídos à transferência de  hemoaglutininas e parecem ser estimulados por transfusão6 de sangue7 concomitante.
Principalmente em pacientes com trombocitopenia28 idiopática16 e que recebiam doses altas de IgIV, relatou-se irritação meníngea50 asséptica com alteração transitória do líquido cefalorraquideano após a infusão de Sandoglobulina, assim como de outras preparações de IgIV. A interrupção do tratamento teve como consequência a remissão do quadro dentro de alguns dias.
Quando se administram medicamentos preparados a partir do sangue7 ou plasma3 humanos, não se podem excluir totalmente as doenças infecciosas devidas à transmissão de agentes infecciosos, apesar da cuidadosa seleção de doadores, do exame do material doado e das fases de inativação virótica durante a fabricação. Isto também se aplica a patógenos de natureza até agora desconhecida (veja "Propriedades").
As "Instruções para o Uso" devem ser seguidas cuidadosamente. Deve-se evitar agitar o frasco, o que causa a formação de espuma. Deve-se inspecionar visualmente o produto reconstituído para verificar se há partículas; somente pode ser usada uma solução límpida. Uma vez preparada a solução, deve-se iniciar a infusão sem demora. Os frascos usados parcialmente devem ser descartados.

- Gravidez51 e lactação52
Não foram realizados estudos de reprodução53 animal com SANDOGLOBULINA e a experiência com mulheres grávidas é limitada. Embora não tenham sido relatados efeitos adversos sobre o feto54 ou sobre a capacidade de reprodução53, SANDOGLOBULINA somente deve ser administrado em mulheres grávidas se claramente necessário.        
Como as proteínas55 contidas em SANDOGLOBULINA são constituintes normais do plasma3 humano, são provavelmente excretadas no leite materno, não tendo efeito adverso sobre o lactente56.


Interações da Sandoglobulina

SANDOGLOBULINA não deve ser misturado com nenhum outro medicamento e deve ser sempre administrado através de uma linha de infusão separada.
A eficácia de uma imunização57 ativa pode ser reduzida pelo tratamento simultâneo com IgIV. A administração de imunoglobulinas38 pode reduzir a eficácia das vacinas de vírus5 vivos atenuados tais como de sarampo58, rubéola59, caxumba60 e varicela61. Essa limitação geralmente costuma durar de 6 semanas a 3 meses. No entanto, nas crianças que recebem doses de 0,4 g a 1 g/kg de IgIV para tratamento repetido da púrpura15 trombocitopênica idiopática16 ou de outras afecções48, a vacina62 de sarampo58 deve ser adiada por 8 meses.
O aumento transitório dos anticorpos4 passivamente transferidos para o sangue7 do paciente, após a administração de imunoglobulina1, pode causar resultados positivos enganosos nos testes sorológicos.

Efeitos Colaterais63 da Sandoglobulina

Se forem respeitadas as contra-indicações, as precauções para o uso e as recomendações para a posologia e administração (veja as seções correspondentes) são raras as reações adversas sérias com SANDOGLOBULINA. Há maior probabilidade de ocorrerem com a primeira infusão do que com as administrações subsequentes (logo após o início ou, mais frequentemente, dentro de 30 a 60 minutos) e podem ser do tipo anafilactóide.Reações menos sérias, observadas com frequência de 1 a 3% durante ou após a infusão, incluem cefaléia64, hipertermia, náusea65 e, raramente (< 1%), vômito66, dor abdominal, diarréia11, fadiga67, mal estar, tontura68, calafrios69, sudorese70, cianose71, dispnéia72, sensação de pressão ou dor no tórax73, lombalgia74, mialgia75, rigidez, rubor ou palidez, hipertensão76, hipotensão77 e taquicardia78. A maior parte desses efeitos está relacionada com a velocidade de infusão e pode ser aliviada pela redução da velocidade ou pela interrupção da infusão.
Hipotensão77 severa, colapso79 circulatório e perda da consciência são acontecimentos muito raros. Se essas reações ocorrerem, a infusão deve ser interrompida até que os sintomas80 cedam e pode estar indicada terapia com adrenalina41, corticosteróides, um anti-histamínico e fluídos i.v..

A exemplo do que ocorre com outras preparações de IgIV, foram relatados, em alguns pacientes, aumentos transitórios nos níveis de creatinina45 e a ocorrência de hemólise49 e de irritação meníngea50 asséptica (veja "Precauções").
           

Superdosagem da Sandoglobulina

Nunca foram relatados casos de superdosagem com SANDOGLOBULINA; se ocorrerem, não são esperados efeitos sérios.

Conservação da Sandoglobulina

SANDOGLOBULINA deve ser protegido da luz e conservado em temperatura inferior a 25° C. Não deve ser congelado enão deve ser usado após a data de validade indicada na embalagem.

Instruções Para o Uso da Sandoglobulina

           
SANDOGLOBULINA
®

            I - PREPARAÇÃO DA SOLUÇÃO
 Sandoglobulina
® pode ser reconstituído com NaCl 0,9%, glicose36 5% ou água estéril.
    Precaução
               Pacientes que estão sendo tratados pela primeira vez com Sandoglobulina® devem receber infusão a 3%, em velocidade inicial de 0,5 a 1 ml/min (aproximadamente, 10 a 20 gotas/min). Se não ocorrerem reações adversas nos primeiros 15 minutos, a velocidade pode ser gradativamente aumentada até o máximo de 2,5 ml/min (aproximadamente 50 gotas/min). Nos pacientes que recebem Sandoglobulina® regularmente e a toleram bem, podem ser usadas concentrações mais altas (até o máximo de 12%), mas a infusão deve sempre se iniciar em velocidade baixa. É necessário  estreito controle do paciente sempre que se aumentar a velocidade ou a concentração da infusão.
A. Preparação da solução usando o diluente (NaCl 0,9%) incluído na embalagem de Sandoglobulina
®
1) Retirar as tampas protetoras dos frascos de diluente e de Sandoglobulina
®. Desinfetar as rolhas de borracha com álcool.
2) Retirar a proteção da agulha do sistema de transferência e perfurar com a mesma a rolha de borracha do
frasco de diluente.
3) Retirar a proteção da segunda agulha do sistema de transferência e perfurar com a mesma a rolha do frasco de Sandoglobulina
®.
4) Inverter os frascos conectados de modo que o diluente flua para o frasco de Sandoglobulina
®.
O volume de diluente a ser adicionado depende da concentração da solução de infusão requerida, conforme indicado na Tabela 1. A adição de todo o diluente ao frasco de 1g, 3g e 6g produz uma solução a 3%. Quando não for necessário o volume total de NaCl, retira-se o volume necessário através de uma seringa81 e agulha estéreis, observando técnica asséptica, e injeta-se no frasco de Sandoglobulina
®.
            B. Preparação da solução usando-se NaCl a 0,9%, glicose36 a 5% ou água estéril
           O diluente deve ser escolhido de acordo com a necessidade do paciente. O volume do diluente estéril necessário está indicado na Tabela 1. Obedecendo-se técnica asséptica, retirar o volume necessário com uma agulha e seringa81 estéreis. Injetar, então, o diluente no frasco de Sandoglobulina® de tamanho correspondente. As osmolalidades das diferentes soluções estão indicadas na Tabela 2.
            C. Instruções gerais
           Descartar o frasco vazio do diluente e o sistema de transferência. Sandoglobulina® dissolve-se em, no máximo, 20 minutos. NÃO AGITAR!
Pode-se imprimir movimento de rotação suave ao frasco para dissolver completamente as partículas de Sandoglobulina
®. Evitar a formação de espuma.
Infundir somente soluções límpidas, se possível, à temperatura do corpo!

Tabela 1
Volume de diluente necessário

CONCENTRAÇÕES
             3%        6%           9%               12%
   
1g      33 ml  16,5 ml    11 ml    8,3 ml
3g    100 ml  50 ml    33 ml    25 ml
6g    200 ml  100 ml    66 ml    50 ml

           

Tabela 2
Osmolalidade82 de Sandoglobulina®  (calculado em mOsm/kg)

CONCENTRAÇÕES
   
                         3%  6% 9% 12%

    NaCl0,9%     498   690  882  1074
Glicose5%   444    636  828  1020
Água
estéril           192    384  576   768

           

II - PREPARAÇÃO DA INFUSÃO
5) Retirar a  proteção da agulha do sistema de infusão e introduzí-la no frasco de Sandoglobulina
®.
6) Fechar bem o grampo do tubo de infusão.
7) Pressionar ligeiramente o conta-gotas com o polegar e o indicador, para que o líquido aflua ao mesmo.

8) Ligar o sistema de infusão à agulha. Abrir o grampo e encher o sistema de infusão com a solução.
Se o paciente tiver um catéter endovenoso, é conveniente retirar o ar do tubo de infusão antes de ligá-lo ao catéter.

           Pode-se agora iniciar a infusão.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. USO RESTRITO HOSPITALAR

SANDOGLOBULINA - Laboratório

MEIZLER
Alameda Juruá, 149 - Alphaville
Barueri/SP - CEP: 06455-010
Tel: 11-4195-6613
Fax: 11-4195-6621
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Complementos

1 Imunoglobulina: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
2 Fragmentos: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
3 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
4 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
5 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
6 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
7 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
8 Antígeno: 1. Partícula ou molécula capaz de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substância que, introduzida no organismo, provoca a formação de anticorpo.
9 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
10 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
11 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
12 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
13 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
14 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
15 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
16 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
17 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
18 Extravascular: Relativo ao exterior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
19 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
20 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
21 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
22 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
23 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
24 Desmielinizante: Que remove ou destrói a bainha de mielina de nervo ou trato nervoso.
25 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
26 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
27 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
28 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
29 Hemofilia: Doença transmitida de forma hereditária na qual existe uma menor produção de fatores de coagulação. Como conseqüência são produzidos sangramentos por traumatismos mínimos, sobretudo em articulações (hemartrose). Sua gravidade depende da concentração de fatores de coagulação no sangue.
30 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
31 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
32 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
33 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
34 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
35 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
36 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
37 Hipotônica: Que ou aquele que apresenta hipotonia, ou seja, aquela solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra solução; redução ou perda do tono muscular ou redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular ou nos vasos sanguíneos).
38 Imunoglobulinas: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
39 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
40 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
41 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
42 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
43 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
44 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
45 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
46 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
47 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
48 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
49 Hemólise: Alteração fisiológica ou patológica, com dissolução ou destruição dos glóbulos vermelhos do sangue causando liberação de hemoglobina. É também conhecida por hematólise, eritrocitólise ou eritrólise. Pode ser produzida por algumas anemias congênitas ou adquiridas, como consequência de doenças imunológicas, etc.
50 Meníngea: Relativa ou própria da meninge.
51 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
52 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
53 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
54 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
55 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
56 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
57 Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
58 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
59 Rubéola: Doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da rubéola. Resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, aumento dos gânglios do pescoço, manchas avermelhadas na pele, 70% das mulheres apresentam artralgia e artrite. Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em aborto, parto prematuro e mal-formações congênitas.
60 Caxumba: Também conhecida como parotidite. É uma doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da caxumba, resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, dor no corpo, perda de apetite, fadiga e dor de cabeça. Cerca de 30 a 40% dos indivíduos infectados apresentam dor e aumento uni ou bilateral das glândulas salivares (mais comumente, das parótidas). Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Em alguns casos pode complicar causando meningite, encefalite, surdez, orquite, ooferite, miocardite ou pancreatite.
61 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
62 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
63 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
64 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
65 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
66 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
67 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
68 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
69 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
70 Sudorese: Suor excessivo
71 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
72 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
73 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
74 Lombalgia: Dor produzida na região posterior inferior do tórax. As pessoas com lombalgia podem apresentar contraturas musculares, distensões dos ligamentos da coluna, hérnias de disco, etc. É um distúrbio benigno que pode desaparecer com uso de antiinflamatórios e repouso.
75 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
76 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
77 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
78 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
79 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
80 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
81 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
82 Osmolalidade: Molalidade de uma solução que exerce a mesma pressão osmótica que uma solução ideal de uma substância não dissociada. É uma medida indireta da concentração somada de todos os solutos de uma determinada solução.

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