Preço de Citostal em São Paulo/SP: R$ 38,86

Citostal

BRISTOL-MYERS SQUIBB FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 27/01/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Citostal
lomustina
Cápsulas 10 mg e 40 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Cápsula gelatinosa dura
Frasco com 5 cápsulas

USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO:

Cada cápsula de Citostal 10 mg contém:

lomustina 10 mg
excipiente q.s.p. 1 cápsula

Excipientes: estearato de magnésio e manitol.


Cada cápsula de Citostal 40 mg contém:

lomustina 40 mg
excipiente q.s.p. 1 cápsula

Excipientes: estearato de magnésio e manitol.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Citostal é indicado como terapia paliativa (tratamento para aliviar os sintomas1 provenientes da doença) em associação com outras modalidades de tratamento ou em combinações estabelecidas com outros agentes quimioterápicos aprovados nas seguintes doenças:

Tumores cerebrais: ambos primários e metastáticos (doença em um local distante daquele onde ela surgiu primeiro), em pacientes que já tenham recebido tratamento cirúrgico e/ou radioterápico apropriado.

Doença de Hodgkin2: como terapia secundária, em combinação com outros medicamentos aprovados, em pacientes que apresentem recidivas3 durante o primeiro tratamento ou quando este houver falhado.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Citostal é uma das nitrosureias, grupo de compostos quimioterápicos, usadas no tratamento de certos tipos de tumor4.

Embora haja um consenso geral de que Citostal é um agente alquilante, assim como ocorre com outras nitrosureias, ele pode inibir também vários processos enzimáticos chaves.

Citostal deve ser administrado por via oral. O tempo necessário para que metade dessa substância (e/ou dos compostos que dela derivam) seja removida do organismo varia de 16 horas a 2 dias. Os níveis nos tecidos são comparáveis aos níveis no sangue5 15 minutos após administração pela veia.

Citostal atinge eficazmente o sistema nervoso6.

QUANDO NÃO DEVO UTILIZAR ESTE MEDICAMENTO?

Citostal não deve ser administrado caso você tenha demonstrado ter hipersensibilidade (alergia7) prévia a este fármaco8 ou a qualquer componente presente na formulação.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Tem-se relatado que o uso prolongado de nitrosureias está possivelmente associado ao desenvolvimento de malignidades secundárias (outro tipo de câncer9).

Citostal deve ser prescrito por profissionais qualificados com experiência no uso de agentes antineoplásicos (contra o câncer9). O mais importante e grave dos efeitos tóxicos de Citostal é a supressão medular retardada (redução da produção das células sanguíneas10 na medula óssea11), principalmente, trombocitopenia12 (redução no número de plaquetas13células14 responsáveis pela coagulação15 - no sangue5) e leucopenia16 (redução no número de glóbulos brancos de defesa no sangue5), as quais podem contribuir para sangramentos e infecções17 generalizadas em pacientes já comprometidos.

Na dose recomendada, os ciclos de Citostal não devem ser realizados com frequência maior que a cada 6 semanas.

A toxicidade18 medular de Citostal é cumulativa e, portanto, seu médico deve considerar o ajuste da dosagem com base no nadir (menor queda no número de leucócitos19 e plaquetas13 no sangue5 após a quimioterapia20) observado no hemograma referente à dose anterior.

Seu médico deve ter cuidado ao prescrever Citostal se você estiver com níveis reduzidos de plaquetas13, leucócitos19 (glóbulos brancos de defesa) ou eritrócitos21 (glóbulos vermelhos) no sangue5.

A toxicidade18 pulmonar de Citostal parece estar relacionada à dose.

Os testes de funcionamento dos rins22 e do fígado23 devem ser periodicamente monitorados pelo seu médico.

O uso concomitante de Citostal com vacina24 de vírus25 vivos pode potencializar a replicação do vírus25 da vacina24 e/ou pode aumentar as reações adversas do vírus25 da vacina24 porque os mecanismos de defesa natural podem estar suprimidos pelo Citostal. Assim, é importante que você informe ao seu médico se está tomando ou pretende tomar vacina24 durante o tratamento com Citostal.

Precauções gerais

Em todas as ocasiões onde o uso de Citostal for considerado na quimioterapia20, o seu médico deve avaliar a necessidade e os benefícios do medicamento em relação ao risco de efeitos tóxicos ou reações adversas. A maioria destas reações adversas é reversível, se detectada precocemente. Quando tais reações ocorrerem, a dose do medicamento deverá ser reduzida ou descontinuada e deverão ser tomadas medidas corretivas de acordo com a decisão do seu médico.

O restabelecimento da terapia com Citostal deve ser realizado com cautela, considerando-se a necessidade do medicamento e a possibilidade de recorrência26 de toxicidade18.

Gravidez27 e Lactação28

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez27.

O uso seguro na gravidez27 não foi estabelecido. Citostal pode causar dano ao feto29 quando administrado a mulheres grávidas. Se você utilizar este medicamento durante a gravidez27 ou se você engravidar enquanto estiver tomando este medicamento, existe um risco potencial ao feto29. Se você estiver em idade de engravidar, adote medidas contraceptivas para evitar a gravidez27.

Citostal pode ser excretado no leite materno, entretanto este fato não foi confirmado ainda. Como o risco para a criança que está sendo amamentada existe, informe o seu médico se você estiver amamentando, para que ele decida entre suspender a amamentação30 ou o tratamento com Citostal.

O Citostal pode ter um efeito mutagênico. Para pacientes31 homens tratados com Citostal é recomendável não terem filhos durante ou em até 6 meses após o tratamento. O tratamento com Citostal pode causar infertilização irreversível, consulte seu médico para maiores informações.

Testes laboratoriais

Devido à supressão medular retardada, seu médico deve monitorizar os hemogramas semanalmente por pelo menos seis semanas após a dose.

Seu médico determinará a necessidade de realizar estudos da função pulmonar basal – antes do início do tratamento - e estudos da função pulmonar durante o tratamento, assim como testes que avaliam o funcionamento do fígado23 e dos rins22.

Populações especiais

Uso pediátrico: Ver os itens: “8. Quais os males que este medicamento pode me causar? – Toxicidade18 pulmonar” e “6. Como devo usar este medicamento?”

Efeitos na habilidade de dirigir e usar máquinas

Nenhum estudo relacionado ao efeito na habilidade de dirigir e uso de máquinas foi realizado.

Interações medicamentosas

Interação medicamento – medicamento: Foi reportado um caso em que a combinação de lomustina e cimetidina potencializou os efeitos da trombocitopenia12 e da leucopenia16. A administração destes medicamentos individualmente não induziu anormalidades hematológicas (no sangue5) significantes.

Informe ao seu médico se estiver utilizando medicamentos antiepiléticos ou quimioterápicos.

Interação medicamento  vacina24A vacinação com vírus25 ou bactérias inativados (vivos) em pacientes imunocomprometidos (com comprometimento do sistema imune32, responsável pelas defesas do organismo) devido ao uso de medicamentos quimioterápicos pode levar a infecções17 graves e até fatais. Portanto, deve haver um intervalo de pelo menos 3 meses entre o final da quimioterapia20 e a vacinação.

Há um risco aumentado de doença sistêmica fatal com o uso concomitante com vacinas vivas. Vacinas vivas não são recomendadas em pacientes imunodeprimidos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde33.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar o produto em temperatura ambiente (15–30°C), bem fechado em sua embalagem original. Proteger da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

  • Citostal 10 mg é apresentado em cápsulas gelatinosas duras e opacas, contendo pó de coloração branca a branca amarelada, com a tampa e o corpo brancos contendo o impresso, em tinta preta, paralelo ao seu eixo longitudinal, “CPL” sobre “3030” na tampa e “10 MG” no corpo da cápsula.
  • Citostal 40 mg é apresentado em cápsulas gelatinosas duras e opacas, contendo pó de coloração branca a branca amarelada, com a tampa branca e o corpo verde-musgo contendo o impresso, em tinta preta, paralelo ao seu eixo longitudinal, “CPL” sobre “3031” na tampa e “40 MG” no corpo da cápsula.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

A dose recomendada de Citostal em adultos e pacientes pediátricos é de 130 mg/m3 por via oral como dose única a cada 6 semanas (ver Instruções para uso, manuseio e descarte). Em indivíduos com função medular comprometida, a dose deve ser reduzida a 100 mg/m3 a cada 6 semanas.

Não deve ser administrado outro ciclo de tratamento até que ocorra a recuperação medular (na produção de células14 do sangue5 pela medula óssea11) em níveis aceitáveis (plaquetas13 > 100.000/mm3; leucócitos19 > 4.000/mm3). Seu médico deve monitorizar seus hemogramas semanalmente. Outros ciclos não devem ser repetidos antes de 6 semanas, porque a toxicidade18 hematológica é retardada e cumulativa.

Doses subsequentes à dose inicial devem ser ajustadas pelo seu médico de acordo com os resultados do seu exame de sangue5 para avaliar o grau de redução das suas células14 do sangue5 após a dose precedente. O seguinte esquema é sugerido como guia para o ajuste da dose a ser administrada:

Nadir após dose anterior

Porcentagem da dose anterior a ser administrada

Leucócitos19 (/mm3)

Plaquetas13 (/mm3)

≥ 4.000

≥ 100.000

100%

3.000–3.999

75.000–99.999

100%

2.000–2.999

25.000–74.999

70%

< 2.000

< 25.000

50%

Quando Citostal for usado em combinação com outros medicamentos mielossupressores (depressores da medula óssea11), seu médico deve ajustar as doses de acordo.

Citostal deve ser prescrito por profissionais qualificados com experiência no uso de agentes antineoplásicos.

Instruções para uso, manuseio e descarte

Somente o número apropriado de cápsulas de Citostal necessário para a administração de uma única dose deve ser dispensado. Citostal é tomado em uma dose oral única e não será repetido por pelo menos 6 semanas.

Você deve considerar os procedimentos quanto à manipulação e ao descarte adequados dos medicamentos antineoplásicos (contra o câncer9).

Para minimizar o risco de exposição à pele34, sempre utilize luvas impermeáveis para manipular os frascos contendo Citostal cápsulas de 10 mg ou 40 mg. Isto inclui todas as atividades de manuseio.

Para segurança e eficácia desta apresentação, Citostal não deve ser administrado por vias não recomendadas. A administração deve ser somente pela via oral.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se você esqueceu de tomar Citostal no horário pré-estabelecido, por favor procure seu médico.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou do cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Gastrintestinal

Náuseas35 e vômitos36 podem ocorrer cerca de 3 a 6 horas após uma dose oral e geralmente persistem por menos de 24 horas. A frequência e a duração desses efeitos podem ser reduzidas pela administração prévia de antieméticos37 - medicamentos que previnem náuseas35 e vômitos36 - e também pela administração de Citostal a pacientes em jejum.

Toxicidade18 Hematológica

A toxicidade18 mais frequente e grave de Citostal é a supressão medular retardada. Ocorre geralmente de 4 a 6 semanas após a administração do medicamento e está relacionada à dose. Trombocitopenia12 ocorre cerca de 4 semanas após a administração e persiste por 1 ou 2 semanas. Leucopenia16 ocorre de 5 a 6 semanas após uma dose de Citostal e persiste por 1 ou 2 semanas. Aproximadamente 65% dos pacientes recebendo 130 mg/m3 apresentam leucopenia16 abaixo de 5.000 leucócitos19/mm3 e 36% apresentam leucopenia16 abaixo de 3.000 leucócitos19/mm3. A trombocitopenia12 é geralmente mais grave que a leucopenia16. Entretanto, ambos podem ter toxicidades dose-limitantes.

Citostal pode produzir supressão medular cumulativa, manifestada através de índices mais diminuídos, ou por supressão mais prolongada após doses repetidas.

A ocorrência de leucemia38 aguda (câncer9 de origem na medula óssea11) e displasias medulares (desenvolvimento anormal das células da medula óssea39) têm sido relatada em pacientes sob tratamento prolongado com nitrosureias.

Anemia40 (diminuição de células14 vermelhas no sangue5) também ocorre, porém é menos frequente e menos grave que a trombocitopenia12 ou a leucopenia16.

Toxicidade18 Pulmonar

A toxicidade18 pulmonar caracterizada por infiltrados pulmonares (inflamação41 no pulmão42) e/ou fibrose43 (cicatriz44) tem sido raramente relatada com o uso de Citostal. O início da toxicidade18 ocorreu após um intervalo de seis meses ou mais desde o início do tratamento com doses cumulativas de Citostal geralmente maiores que 1.100 mg/m3. Há um relato de toxicidade18 pulmonar com uma dose cumulativa de somente 600 mg.

Fibrose43 pulmonar de início retardado ocorrendo até 20 anos após o tratamento tem sido relatada em pacientes com tumores intracranianos que receberam nitrosureias relacionadas durante a infância e o início da adolescência.

Outras Toxicidades

Têm sido raramente relatadas estomatite45 (inflamação41 dentro da boca46), alopecia47 (queda de cabelo48), anemia40, atrofia49 ótica (redução de fibras do nervo óptico) e distúrbios visuais, como perda de visão50.

Reações neurológicas como desorientação, letargia51 (perda temporária e completa dos movimentos), ataxia52 (desequilíbrio) e disartria53 (dificuldade para falar) têm sido observadas em alguns pacientes recebendo Citostal. Entretanto, não está esclarecida a relação com a medicação nesses pacientes.

Nefrotoxicidade54

Anormalidades renais consistindo de redução do tamanho dos rins22, azotemia progressiva (elevação dos níveis de compostos como a ureia55 e a creatinina56 no sangue5) e falência renal57 têm sido relatadas em pacientes que recebem altas doses cumulativas após terapia prolongada com Citostal e nitrosureias relacionadas. Ocasionalmente, também têm sido relatados casos de danos renais em pacientes recebendo doses totais inferiores.

Hepatotoxicidade58

Um tipo reversível de toxicidade18 no fígado23, manifestada pelo aumento dos níveis de transaminase, fosfatase alcalina59 e bilirrubina60 (substâncias produzidas pelo fígado23) tem sido relatada em uma pequena porcentagem de pacientes recebendo Citostal.

A lista é apresentada por sistema de classe de órgãos e frequência, conforme as categorias: muito comum (ocorre em 10% ou mais dos pacientes que utilizam este medicamento), comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento), incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento), raro (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento), muito raro (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento) e, não conhecida (não pode ser definida com base nos dados disponíveis). As frequências dos eventos adversos relatados durante a experiência de pós-comercialização não podem ser definidas uma vez que são obtidos de relatos espontâneos.

Eventos adversos relatados durante a fase clínica e a experiência de pós-comercialização

Sistema de classe de órgão

Frequência

Eventos adversos

Neoplasias61 benignas, malignas (incluindo cistos e pólipos62)

Não conhecida

Leucemia38 aguda, síndrome63 mielodisplásica (grupo de doenças com origem na medula óssea11)

Distúrbios sanguíneos e do sistema linfático64

Muito comum

Leucopenia16

Não conhecida

Falência da medula óssea11, trombocitopenia12, anemia40

Distúrbios do sistema nervoso6

Não conhecida

Coordenação anormal, desorientação, letargia51, disartria53

Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais

Não conhecida

Fibrose43 pulmonar, infiltração pulmonar

Distúrbios gastrintestinais 

Não conhecida

Náusea65, vômito66, estomatite45

Distúrbios hepatobiliares67

Não conhecida

Aumento das transaminases, aumento da bilirrubina60 no sangue5

Distúrbios da pele e tecido subcutâneo68

Não conhecida

Alopecia47

Distúrbio renal57 e urinário

Não conhecida

Insuficiência renal69, azotemia, atrofia49 renal57, lesão70 renal57

Investigações

Não conhecida

Aumento da fosfatase alcalina59 no sangue5

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A superdose acidental com lomustina tem sido reportada, incluindo casos fatais. Superdose acidental tem sido associada com supressão da medula óssea11, dores abdominais, diarreia71, vômito66, anorexia72 (transtorno alimentar), letargia51, tontura73, função hepática74 alterada, tosse e falta de ar.

Conduta na Superdose

Não há um antídoto75 específico para a superdose com Citostal. Em caso de superdose, medidas de suporte adequadas devem ser tomadas.

O médico em unidade de emergência76 deve avaliar a adoção de lavagem gástrica77 e/ou uso de carvão ativado em caso de ingestão aguda, além de monitorizar a mielossupressão, avaliando a necessidade de terapia de suporte hematológico (Ex.: transfusão78 de sangue5).

Por causa da natureza lipofílica do medicamento, não é possível realizar diálise79.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Reg. MS - 1.0180.0104
Responsável Técnico: Dra. Elizabeth M. Oliveira CRF-SP nº 12.529

Fabricado por:
Corden Pharma Latina S.p.A.
Via del Murillo, Km 2800 - Sermoneta (Latina) - Itália

Importado por:
Bristol-Myers Squibb Farmacêutica LTDA.
Rua Verbo Divino, 1711 – Chácara Santo Antônio – São Paulo – SP
CNJP 56.998.982/0001-07


SAC 0800 727 6160

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Doença de Hodgkin: Doença neoplásica que afeta o tecido linfático, caracterizada por aumento doloroso dos gânglios linfáticos do pescoço, axilas, mediastino, etc., juntamente com astenia, prurido (coceira) e febre. Atualmente pode ter uma taxa de cura superior a 80%.
3 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
4 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
5 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
6 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
7 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
8 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
9 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
10 Células Sanguíneas: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.
11 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
12 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
13 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
14 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
15 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
16 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
17 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
18 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
19 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
20 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
21 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
22 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
23 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
24 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
25 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
26 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
27 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
28 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
29 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
30 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
31 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
32 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
33 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
34 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
35 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
36 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
37 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
38 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
39 Células da Medula Óssea: Células contidas na medula óssea, incluindo células adiposas (ver ADIPÓCITOS), CÉLULAS ESTROMAIS, MEGACARIÓCITOS e os precurssores imediatos da maioria das células sangüíneas.
40 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
41 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
42 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
43 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
44 Cicatriz: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
45 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
46 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
47 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
48 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
49 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
50 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
51 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
52 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
53 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
54 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
55 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
56 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
57 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
58 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
59 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
60 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
61 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
62 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
63 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
64 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
65 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
66 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
67 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
68 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
69 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
70 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
71 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
72 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
73 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
74 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
75 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
76 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
77 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
78 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
79 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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