Preço de CITOSTAL em Woodbridge/SP: R$ 38,86

CITOSTAL

B-MS

Atualizado em 08/12/2014

           CITOSTAL  R


lomustina, CCNU


Apresentação/Composição de Citostal

CITOSTAL é apresentado em frascos com 5 cápsulas. Cada cápsula contém 10 ou 40mg de lomustina(CCNU).

USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Informações ao Paciente de Citostal

Devido ao fato deste produto apresentar emprego específico em neoplasias1 malígnas, e ser manipulado apenas por pessoal treinado, o ítem INFORMAÇÕES AO PACIENTE não consta da bula, uma vez que estas serão fornecidas pelo médico assistente conforme necessário.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Descrição de Citostal

CITOSTAL, o 1-(2-cloroetil)-3 ciclo hexil-1-nitrosuréia, pertence ao grupo das nitrosuréias. É um pó amarelo, com a fórmula empírica C 9 H 16 ClN 3 O 2  e um peso molecular de 233,71. CITOSTAL é solúvel em etanol a 10% (0,05mg/ml) e em álcool absoluto (70mg/ml). É relativamente insolúvel em água (< 0,05mg/ml) e não ionizado em pH fisiológico2.Os ingredientes inativos do produto são o estearato de magnésio e o manitol.

Farmacologia3 Clínica de Citostal

CITOSTAL atua como um agente alquilante, mas como ocorre com outras nitrosuréias, pode inibir também vários processos emzimáticos chaves. Após administração por via oral do CITOSTAL radioativo4, em doses variando de 30 a 100mg/m 2 , cerca de metade da radioatividade administrada em 24 horas foi excretada.
A meia-vida sérica da droga e/ou metabólitos5 varia de 16 horas a 2 dias. Os níveis tissulares são comparáveis ao do plasma6, 15 minutos após administração intravenosa. Devido a alta solubilidade em lipídeos e à falta de ionização em pH fisiológico2, o CITOSTAL atravessa eficazmente a barreira hematoliquórica.
Os níveis da radioatividade no fluido cérebro7-espinhal correspondem a 50% ou mais que os mensurados concomitantemente no plasma6.


Indicações de Citostal

CITOSTAL está indicado como terapia paliativa em associação com outras modalidades de tratamento ou em combinações estabelecidas com outros agentes quimioterapêuticos aprovados nas seguintes neoplasias1:

Tumores Cerebrais  - primários ou metastáticos, em pacientes que já tenham recebido tratamento cirúrgico e ou radioterapêutico apropriado.

Doença de Hodgkin8  - como terapia secundária

Outros tumores  - CITOSTAL tem sido empregado em combinação com outros agentes terapêuticos, apenas após outros métodos convencionais haverem falhado.

Contra-Indicações de Citostal

CITOSTAL não deve ser administrado a indivíduos que tenham demonstrado hipersensibilidade prévia a esta droga.


Advertências de Citostal

CITOSTAL deve ser prescrito por profissionais com experiência no uso de agentes antineoplásicos.O efeito tóxico mais comun e grave de CITOSTAL é a depressão medular retardada, notavelmente a trombocitopenia9 e a leucopenia10, que podem contribuir para hemorragias11 e infecções12 graves em pacientes já comprometidos.
Hemogramas devem ser monitorizados semanalmente durante pelo menos 6 semanas após a dose (ver REAÇÕES ADVERSAS). Na dose recomendada, os ciclos de CITOSTAL não devem ser realizados com frequência maior que a cada 6 semanas.
A toxiucidade medular do CITOSTAL é cumulativa e portanto o ajuste da dosagem deve ser considerado com base ao hemograma da dose anterior (ver ajuste de dosagem na tabela ``POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO'').
Deve-se tomar cuidado ao se administrar o CITOSTAL a pacientes com número de plaquetas13, leucócitos14 ou eritrócitos15 circulantes diminuidos. (ver ``POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO'').
A toxicidade16 pulmonar do CITOSTAL parece estar relacionado à dose (ver ``REAÇÕES ADVERSAS'').
O uso prolongado de nitrosuréias tem sido relatado por estar provavelmente associado ao desenvolvimento de malignidades secundárias.
Os testes das funções renais e hepáticas17 devem ser periodicamente monitorizados (ver ``REAÇÕES ADVERSAS'').

Uso na gestação
O uso seguro do CITOSTAL durante a gravidez18 não está estabelecido. CITOSTAL é embriotóxico e teratogênico19 em ratos e embriotóxico em coelhos em doses equivalentes às empregadas em seres humanos. Se esta droga for usada durante a gravidez18 ou se a paciente engravidar enquanto estiver tomando esta droga, a paciente deve ser informada do risco potencial ao feto20. Mulheres com potencial de engravidar devem ser aconselhadas a evitar a gravidez18.

Carcinogênese, Mutagênese e Fertilidade
CITOSTAL é carcinogênico em ratos e camundongos, produzindo um aumento acentuado na incidência21 de tumores em doses próximas as utilizadas clinicamente.
A terapia com nitrosuréias tem potencial carcinogênico.Tem sido relatada a ocorrência de leucemia22 aguda e displasias medulares em pacientes tratados com nitrosuréias.
CITOSTAL também afeta a fertilidade em ratos machos, em doses um pouco maiores que a dose humana.

Uso na lactação23
Não é conhecido se esta droga é excretada no leite humano. Devido muitas drogas serem excretadas no leite humano e a ocorrência com CITOSTAL de reações adversas sérias em bebês24 sendo amamentados, deve-se optar por interromper a amamentação25 ou a administração da droga, levando-se em conta a importância da droga para a mãe.


Precauções de Citostal

Devido a depressão medular retardada, os hemogramas devem ser monitorizados semanalmente por pelo menos seis semanas após a dose.
Estudos da função pulmonar basal devem ser conduzidos juntamente com os testes da função pulmonar durante o tratamento. Pacientes com valor basal inferior a 70% da Capacidade Vital Forçada26 prevista ou da Capacidade Difusora de Monóxido de Carbono27 (DL co ) encontram-se particularmente em risco.
Como CITOSTAL pode causar disfunções hepáticas17 recomenda-se que os testes da função hepática28 sejam periodicamente monitorizados.
Os testes da função renal29 também devem ser periodicamente monitorizados.


Reações Adversas de Citostal

Gastrintestinal

Náuseas30 e vômitos31 podem ocorrer cerca de 3 a 6 horas após uma dose oral e geralmente persistindo por pelo menos 24 horas. Pode se reduzir a frequência e duração desses efeitos colaterais32 através do uso de antieméticos33 antes da administração da droga e administrando a pacientes em jejum.

Toxicidade16 Hematológica

A toxicidade16 mais frequente e séria do CITOSTAL é a mielodepressão retardada. Ocorre geralmente de 4 a 6 semanas após a administração da droga e está relacionada à dose. Trombocitopenia9 ocorre cerca de 4 semanas após a administração e persiste por 1 ou 2 semanas. Leucopenia10 ocorre de 5 a 6 semanas após uma dose de CITOSTAL e persiste por 1 ou 2 semanas. Aproximadamente 65% dos pacientes recebendo 130mg/m 2  apresentam leucopenia10 abaixo de 5000 leucócitos14/mm 3  e 36% apresentam leucopenia10 abaixo de 3000 leucócitos14/mm 3 . A trombocitopenia9 é geralmente mais severa que a leucopenia10. Entretanto, ambos podem ser toxicidades limitantes a dose.
CITOSTAL pode produzir mielodepressão cumulativa, manifestada através de índices mais depressivos, ou por depressão mais prolongada após repetidas doses.
A ocorrência de leucemia22 aguda e displasias medulares tem sido registrada em pacientes em tratamento prolongado com nitrosuréias.
Anemia34 também ocorre, mas é menos frequente e grave do que a trombocitopenia9 ou a leucopenia10.


Toxicidade16 Pulmonar

A toxicidade16 pulmonar carcterizada por infiltrados pulmonares e/ou fibrose35 raramente tem sido relatada com o uso de CITOSTAL. O início da toxicidade16 ocorre após um intervalo de seis ou mais meses desde o início do tratamento com doses cumulativas de CITOSTAL geralmente maiores que 1100mg/m 2 . Há um relato de toxicidade16 pulmonar com uma dose cumulativa de somente 600mg.
Fibroses36 pulmonares de início retardado ocorrendo até 15 anos após o tratamento têm sido observados com tumores intracranianos que receberam nitrosuréias durante sua infância e início da adolescência.


Outras toxicidades

Tem sido raramente relatadas; estomatite37, alopécia38, e anemia34. As reações neurológicas tais como desorientação, letargia39, ataxia40 e disartria41 têm sido observados em alguns pacientes recebendo CITOSTAL. Entretanto não está esclarecida a relação com a medicação nesses pacientes.


Nefrotoxicidade42

Anormalidades renais constituídas de redução no tamanho dos rins43, azotemia progressiva e insuficiência renal44 têm sido relatadas em pacientes que tenham recebido altas doses cumulativas após terapia prolongada com o CITOSTAL e outras nitrosuréias. Ocasionalmente, também têm sido relatados casos de alteracões renais em pacientes recebendo doses totais inferiores.


Hepatotoxicidade45

Um tipo reversível de toxicidade16 hepática28, manifestada pelo aumento dos níveis de transaminases, fosfatase alcalina46 e bilirrubinas47 têm sido relatadas em uma pequena porcentagem de pacientes recebendo CITOSTAL.

POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO


A dose recomendada de CITOSTAL em adultos e crianças é de 130mg/m 2  por via oral como dose única a cada 6 semanas. Em indivíduos com função medular comprometida, a dose deve ser reduzida a 100mg/m 2  a cada 6 semanas.

Não se deve administrar um outro ciclo de tratamento, até que ocorra a recuperação medular a níveis aceitáveis (plaquetas13 > 100.000/mm 3 ; leucócitos14 > 4.000/mm 3 ).
O hemograma deve ser monitorizado semanalmente, e novos ciclos não devem ser  repetidos antes de 6 semanas; porque a toxicidade16 hematológica é retardada e cumulativa. Doses subsequentes à dose inicial devem ser ajustadas de acordo com a resposta hematológica do paciente à dose precedente. O seguinte esquema é sugerido como guia para o ajuste da dose a ser administrada:

NADIR APÓS DOSE ANTERIOR                         PERCENTAGEM DA DOSE                                                    ANTERIOR A SER ADMI
                                               NISTRADA        


LEUCÓCITOS14             PLAQUETAS13
> 4.000                > 100.000                  100%
3.000 - 3.999          75.000 - 99.000            100%
2.000 - 2.999          25.000 - 74.999             70%
< 2.000                < 25.000                    50%

Quando CITOSTAL for usado em combinação com drogas mielodepressivas, as doses devem ser ajustadas de acordo.


Estabilidade de Citostal

Quando armazenado em frascos bem fechados à temperatura ambiente (25 o  C), as cápsulas de CITOSTAL são estáveis por 36 meses a partir da data de fabricação indicada nio cartucho. Evitar calor excessivo (acima de 40 o  C).
NOTA:  Devem ser considerados os procedimentos quanto à manipulação e descarte das drogas anti câncer48. Já foram publicados vários guias sobre este assunto (1-7), porém não há um acordo geral de que todos os procedimentos recomendados nesses guias sejam necessários ou apropriados.


Superdosagem e Conduta de Citostal

Não se estabeleceu antídotos comprovados para a superdosagem da lomustina.

Referências de Citostal

1. U.S. Public Health Service, National Institutes of Health, Recomendations for the Safe Handling of Parenteral Antineoplastic Drugs, 1983, NIH Publication N o . 83-2621. For sale by the Superintendent of Documents, U.S. Government Printing Office, Washington, D.C. 20402.

2. AMA Council on Scientific Affairs. Guidelines for  Handling Parenteral Antineoplastics. JAMA 1985; 253:1590-1592.

3. National Study Commission on Cytotoxic Exposure: Recommendations for  Handling Cytotoxic Agents, 1987. Available from Louis P. Jeffrey, Sc.D., Chairman National Study Commission on Cytotoxic Exposure, Massachusetts College of Pharmacy and Allied Health Sciences, 179 Longwood Avenue, Boston, Massachusetts 02115.

4. Clinical Oncological Society of Australia: Guidelines and Recommendations for Safe Handling of Antineoplastic Agents. Med J Aust 1983: 1:426-428.

5. Jones, RB; Frank, R; Mass, T: Safe Handling of Chemotherapeutic Agents: A Report from the Mount Sinai Medical Center. CA - A Cancer48 Journal for Clinicians 1983; 33:258-263.

6. ASHP Technical Assistance Bulletin on Handling Cytotoxic and Hazardous Drugs. Am J Hosp. Pharm 1990; 1033-1049.

7. OSHA Work-Practice Guidelines for Personnel Dealing with Cytotoxic (Antineoplastic) Drugs. Am J Hosp. Pharm 1986; 43:1193-1204.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


CITOSTAL - Laboratório

B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP - CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
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Complementos

1 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
2 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
3 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
4 Radioativo: Que irradia ou emite radiação, que contém radioatividade.
5 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
6 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
7 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
8 Doença de Hodgkin: Doença neoplásica que afeta o tecido linfático, caracterizada por aumento doloroso dos gânglios linfáticos do pescoço, axilas, mediastino, etc., juntamente com astenia, prurido (coceira) e febre. Atualmente pode ter uma taxa de cura superior a 80%.
9 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
10 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
11 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
12 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
13 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
14 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
15 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
16 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
17 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
18 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
19 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
20 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
21 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
22 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
23 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
24 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
25 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
26 Capacidade vital forçada: Representa o volume máximo de ar exalado com esforço máximo, a partir do ponto de máxima inspiração.
27 Monóxido de carbono: Gás levemente inflamável, incolor, inodoro e muito tóxico ao organismo.
28 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
29 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
30 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
31 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
32 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
33 Antieméticos: Substância que evita o vômito.
34 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
35 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
36 Fibroses: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
37 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
38 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
39 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
40 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
41 Disartria: Distúrbio neurológico caracterizado pela incapacidade de articular as palavras de maneira correta (dificuldade na produção de fonemas). Entre as suas principais causas estão as lesões nos nervos centrais e as doenças neuromusculares.
42 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
43 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
44 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
45 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
46 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
47 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
48 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).

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