Preço de HYDREA em São Paulo/SP: R$ 261,05

HYDREA

B-MS

Atualizado em 08/12/2014

          hidroxiuréia

           
500 mg


cápsulas


Apresentação/Composição da Hydrea

HYDREA (hidroxiuréia) é apresentado em frascos com 100 cápsulas.

Cada cápsula contém:

hidroxuréia ....................  500 mg

USO ORAL


- INFORMAÇÃO AO PACIENTE

           ·    Cuidados de Armazenamento: este medicamento deve ser guardado dentro da embalagem original, em frasco bem fechado, à temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Evitar calor excessivo.
         
           ·    Prazo de validade: ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.
         
           ·    Gravidez1 e lactação2: informe imediatamente o médico se houver suspeita de gravidez1, durante ou após o uso da medicação. HYDREA não deve ser utilizado por gestantes. Mulheres em idade fértil devem evitar a gravidez1. A hidroxiuréia é excretada no leite humano. Consulte o médico para decidir entre descontinuar a amamentação3 ou o tratamento.
?    Cuidados de Administração: siga orientação do seu médico, respeitando sempre o horário, a dose e a duração do tratamento.
         
           ·    HYDREA atua sobre determinados tipos de afec-ções tumorais, quer isola-damente, quer em associação com radioterapia4 ou outras drogas antineo-plásicas.  Após administração oral, ocorre rápida absorção, com pico sangüíneo após cerca de duas horas.
         
           ·    Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. O médico deve ser consultado em caso de alguma dose perdida.
         
           ·    Reações adversas: a ocorrência de reações adversas tais como sintomas5 gastrintestinais (estomatite6, perda de apetite, náusea7, vômito8, diarréia9 e constipação10) e reações cutâneas11 (erupção12 maculopapular13 e vermelhidão da face14) deverá ser relatada ao médico responsável.  O tratamento com este medicamento deverá sempre ser feito sob cuidadosa supervisão médica e exames de sangue15 periódicos deverão ser realizados para se detectar precocemente qualquer alteração hematológica, como anemia16, queda do número de glóbulos brancos ou de plaquetas17.
         
           ·    TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
         
           ·    Contra-indicações: HYDREA é contra-indicado em pacientes que apresentam alterações sanguíneas (níveis reduzidos de glóbulos vermelhos, brancos e/ou plaquetas17).
         
           ·    Precauções: os pacientes devem ser alertados para manterem uma ingestão adequada de líquidos.
         
           ·    A administração concomitante de HYDREA com outros medica-mentos ou com radioterapia4 ficará exclusivamente a crité-rio médico.
         
           ·    NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE18.
         

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Descrição da Hydrea

HYDREA cápsulas contém hidroxiuréia.
Ingredientes inativos: fosfato dibásico de sódio, ácido cítrico, estearato de magnésio e lactose19.

Farmacologia20 Clínica da Hydrea

Mecanismo de Ação

·  Neoplasias21

           O mecanismo de ação pelo qual a hidroxiuréia produz seus efeitos antineoplásicos ainda não está perfeitamente descrito. Relatórios de vários estudos em culturas de tecidos, ratos e humanos embasam a hipótese de que a hidroxiuréia provoca uma imediata inibição da síntese de ácido desoxirribonucléico (DNA) agindo como inibidor da ribonucleotídeo redutase, sem interferir na síntese do ácido ribonu-cléico ou da proteína.          
           ·     Potencialização da Radioterapia4
         
           Três mecanismos de ação têm sido postulados para o aumento da eficácia da radioterapia4 com hidroxiuréia no tratamento do carcinoma22 epidermóide de cabeça23 e pescoço24. Estudo in vitro utilizando células25 de hamster chinês sugerem que a hidroxiuréia (1) é letal para as células25 na fase-S normalmente radior-resis-tentes, e, (2) mantém outras células25 do ciclo celular na fase G1 ou fase de pré-síntese de ácido desoxirribonucléico (DNA) quando elas são mais suscetíveis aos efeitos da irradiação. O terceiro mecanismo de ação baseia-se, teoricamente, em estudos in vitro de células25 HeLa; ao que parece, a hidroxiuréia, pela inibição da síntese do ácido deso-xirri-bonucléico (DNA), impede o processo normal de restabe-lecimento das células25 atingidas, porém, não destruídas pela irra-diação, diminuindo, desse modo, seus índices de sobrevivência26; as sínte-ses de ácido ribonu-cléico (RNA) e de proteína não apresentam alterações.
         

Farmacocinética da Hydrea

No ser humano, após administração oral, a hidroxiuréia é imediatamente absorvida do trato gastrintestinal. A droga alcança concentração sérica máxima em duas horas; por volta de 24 horas a concentração no soro27 é praticamente indetectável. Aproximadamente 80% de uma dose oral ou intravenosa de 7-30 mg/kg pode ser recuperada na urina28 dentro de 12 horas. A hidroxiuréia atravessa a barreira hemato-encefálica29.

Indicações da Hydrea

Neoplasias21HYDREA é indicada no tratamento de leucemia30 mielocítica crônica resistente e melanoma31.
HYDREA, em associação com radioterapia4, é também indicada no tratamento do carcinoma22 epidermóide primário de cabeça23 e de pescoço24 (excluindo os lábios) e carcinoma22 de colo uterino32.

Contra-Indicações da Hydrea

HYDREA é contra-indicada em pacientes com depressão da medula óssea33, i.e., leucopenia34  (<2.500 leucócitos35/mm3) ou trombocitopenia36 (< 100.000/mm3) ou anemia16 grave.


- ADVERTÊNCIAS

O tratamento com hidroxiuréia não deve ser iniciado se a função da medula óssea33 estiver deprimida (vide CONTRA-INDICAÇÕES). HYDREA pode produzir depressão da medula óssea33 e a leucopenia34 é, em geral, sua primeira e mais comum manifestação.  Trombocitopenia36 e anemia16 ocorrem menos freqüentemente e são raramente observadas sem uma leucopenia34 precedente.  a depressão da medula óssea33 ocorre mais provavelmente em pacientes que tenham sido submetidos anteriormente à radioterapia4 ou ao tratamento com agentes quimioterapêuti-cos citotóxicos37; HYDREA deve ser usada com cautela em tais pacientes. A recuperação da mielodepressão é rápida quando o tratamento é interrompido.

A anemia16 grave deve ser corrigida antes do início do tratamento com hidroxiuréia.

Pacientes com anemia falciforme38 tratados com HYDREA devem ser cuidadosamente observados para evidências de agravamento da anemia16.

Anormalidades eritrocíticas: eritropoese megaloblástica, auto-limitante, é freqüentemente observada no início do tratamento com HYDREA-.  A alteração morfológica assemelha-se à encontrada na anemia perniciosa39, porém não está relacionada à deficiência de vitamina40 B12 ou ácido fólico. A hidroxiuréia também pode retardar o "clearance" de ferro plasmático e reduzir a proporção de ferro utilizada pelos eritrócitos41, porém não parece alterar o tempo de sobrevida42 dos glóbulos verme-lhos.

Pacientes que tenham recebido radioterapia4 anterior podem sofrer exacerbação de eritema43 pós-irradiação quando tratados com HYDREA.

A hidroxiuréia deve ser usada com precaução em pacientes com disfunção renal44 significativa.

Pacientes com idade avançada podem ser mais sensíveis aos efeitos da hidroxiuréia e podem necessitar regime terapêutico com dosagens mais baixas.

Relata-se leucemia30 secudária em pacientes tratados a longo prazo com hidroxiuréia para desordens mieloproliferativas, tais como policitemia vera45 e trombocitopenia36. Não se sabe se o efeito leucemogênico é secundário à hidroxiuréia ou associada com a doença de base do paciente.

Uso em Gestantes

HYDREA é um reconhecido agente teratogênico46 em animais. Não há estudos adequados e bem-controlados em mulheres grávidas. Se HYDREA for utilizada durante a gravidez1 ou se a paciente engravidar enquanto sob terapia com a hidroxiuréia, a paciente deve ser notificada a respeito dos riscos potenciais para o feto47. Mulheres em idade fértil devem ser aconselhadas a evitar a gravidez1.


- PRECAUÇÕES

Carcinogênese, Mutagênese e Comprometimento da Fertilidade

Drogas que afetam a síntese de DNA, tais como a hidroxiuréia, podem ser potencialmente mutagênicas e este fato deve ser considerado antes de sua administração em pacientes tanto do sexo masculino como do feminino que desejam a concepção48.
Relata-se leucemia30 secundária em pacientes recebendo terapia a longo prazo com hidroxiuréia para desordens mieloproliferativas (vide ADVERTÊNCIAS).

Gravidez1

Vide ADVERTÊNCIAS.

Lactação2

A hidroxiuréia é excretada no leite humano. Devido ao potencial da hidroxiuréia em causar reações adversas sérias em lactentes49, deve-se decidir entre descontinuar a amamentação3 ou o tratamento, levando-se em conta a importância da medicação para a mãe.

Uso pediátrico

A segurança e a eficácia de HYDREA em crianças não foram estabelecidas.

Dirigir / operar máquinas

O efeito de HYDREA para quem dirige ou opera maquinário não foi estudado. Como a hidroxiuréia pode provocar torpor50 e outros efeitos neurológicos (vide REAÇÕES ADVERSAS - Neurológicas), a vigília pode estar prejudicada.


- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

O uso simultâneo de hidroxiuréia e outros agentes mielodepressores ou radioterapia4 pode aumentar a probabilidade de ocorrência de depressão da medula óssea33 ou outras reações adversas (vide ADVERTÊNCIAS e REAÇÕES ADVERSAS).

Como a hidroxiuréia pode aumentar o nível sérico de ácido úrico, pode ser necessário o ajuste da dosagem de medicamentos uricosúricos.

Estudos in vitro mostram um aumento significativo na atividade citotóxica da citarabina em células25 tratadas com a hidroxiuréia. Não se sabe se esta interação pode levar a uma toxicidade51 sinergística ou se há necessidade de modificar as doses de citarabina.


- REAÇÕES ADVERSAS

Hematológicas

depressão da medula óssea33 (leucopenia34, anemia16 e trombocitopenia36 ) (vide ADVERTÊNCIAS).

Gastrintestinais

estomatite6, anorexia52, náusea7, vômitos53, diarréia9 e constipação10.

Dermatológicas

Erupções maculopapulares, eritema43 facial e periférico e ulceração54 da pele55.
Observa-se hiperpigmentação, eritema43, atrofia56 da pele55 e unhas57, descamação58, pápulas59 violáceas e alopécia60 em alguns pacientes após vários anos de terapia de manutenção diária (longa duração) com a hidroxiuréia. Alopécia60 ocorre raramente. Câncer61 de pele55 tem sido raramente observado.

Neurológicas

Letargia62;raros casos de cefaléia63, tontura64, desorientação, alucinações65 e convulsões.

Renais

Níveis séricos de ácido úrico, uréia66 e creatinina67 aumentados. Raros casos de disúria68.

Outras

Febre69, calafrios70, mal-estar, astenia71 e elevação de enzimas hepáticas72. Casos raros de reações pulmonares agudas  (infiltrados pulmonares difusos, fibrose73 e dispnéia74).

Reações adversas que resultaram em suspensão da hidroxiuréia em um estudo envolvendo pacientes com anemia falciforme38 incluíram um caso de disfunção renal44 aguda, um de hepatite fulminante75 e dois envolvendo mielotoxicidades.

Associação de Hidroxiuréia e Radioterapia4

As reações adversas observadas com o tratamento associado entre HYDREA e radioterapia4 foram semelhantes àquelas relatadas com o uso da hidroxiuréia- isoladamente, principalmente depressão da medula óssea33 (leucopenia34 e anemia16) e irritação gástrica. Quase todos os pacientes recebendo um curso adequado de tratamento com a associação de hidroxiuréia e radioterapia4 irão desenvolver leucopenia34. Queda da contagem de plaquetas17 (<100.000/mm3) tem ocorrido raramente e usualmente na presença de leucopenia34 acentuada.  HYDREA pode potencializar algumas reações adversas normalmente relatadas com a radioterapia4 isolada, tais como desconforto gástrico e mucosite76


- POSOLOGIA

Regimes posológicos no tratamento de neoplasias21 devem ser baseados no peso real ou ideal do paciente, levando-se em conta o menor valor.

Tumores Sólidos

           Terapêutica77 intermitente78:
80 mg/kg administrados por via oral como dose única a cada três dias.
         
           Terapêutica77 contínua:
20 - 30 mg/kg administrados por via oral em dose única diária.
         
           O esquema de dosagem intermitente78 oferece a vantagem de reduzir a toxicidade51; (p. ex.: depressão da medula óssea33).
         
           Terapêutica77 concomitante com irradiação (Carcinoma22 de cabeça23 e pescoço24, e colo uterino32):
80 mg/kg administrados por via oral em dose única a cada três dias.
         
           A administração de HYDREA deve ser iniciada no mínimo sete dias antes do começo da irradiação e continuada durante a radioterapia4 e daí em diante, indefinidamente, contanto que o paciente possa ser mantido sob observação adequada e não evidencie nenhuma reação incomum ou grave.
         
Leucemia30 Mielocítica Crônica Resistente

           Terapêutica77 contínua:
20-30 mg/kg administrado por via oral como uma dose única diária.
         
           Um período adequado de estudo para a determinação da eficácia de HYDREA é de 6 semanas. Se houver resposta clínica aceitável, deve-se continuar o tratamento indefinidamente.  O tratamento deve ser interrompido se o número de leucócitos35 diminuir para menos de 2.500/mm3, ou a contagem de plaquetas17 for inferior a 100.000/mm3.  Nestes casos, as contagens devem ser reavaliadas após 3 dias, e a terapêutica77 reiniciada quando a contagem voltar a valores normais. A recuperação hematopoética é, geralmente, rápida.  Se não ocorrer recuperação imediata durante o tratamento associado entre hidroxiuréia e a radioterapia4, esta última também pode ser interrompida. A anemia16, mesmo se grave, pode ser controlada sem interrupção da terapia com HYDREA.
         
           HYDREA deve ser administrada cuidadosamente em pacientes que tenham recebido recentemente radioterapia4 extensa ou quimioterapia79 com outras drogas citotóxicas.
         
           Dor ou desconforto proveniente da inflamação80 das mucosas81 no local irradiado (mucosite76) são usualmente controlados por medidas, tais como anestésicos tópicos e analgésicos82 administrados por via oral.  Se a reação for grave, o tratamento com HYDREA pode ser temporariamente interrompido; se for extremamente grave, deve-se, além disso, adiar temporariamente a dosagem da irradiação.
         
           Alterações gástricas sérias, tais com náusea7, vômitos53 e anorexia52, resultado do tratamento associado, podem ser habitualmente controladas pela interrupção temporária da administração de HYDREA.
         
Ajuste de dose

           O uso de HYDREA em associação com outros agentes mielodepressores pode necessitar de ajuste de dose.
         

- INSTRUÇÕES DE USO

Se o paciente preferir ou for incapaz de deglutir83 cápsulas, o conteúdo da cápsula pode ser transferido para um copo de água e ingerido imediatamente.  Algum componente inerte usado como veículo na cápsula pode não se dissolver e assim, flutuar na superfície.

Os pacientes que tomam o medicamento, transferindo o seu conteúdo para um copo com água devem ser avisados de que se trata de um fármaco84 potente que deve ser manipulado com cuidado. Os pacientes devem ser alertados para não permitir que o pó entre em contato com a pele55 e mucosas81, evitando inclusive a inalação do pó quando da abertura da cápsula. Se o pó se esparramar, deve ser imediatamente limpo com uma toalha úmida e desprezado, assim como as cápsulas vazias. O medicamento, principalmente as cápsulas abertas, devem ser mantidas longe do alcance das crianças e de animais de estimação.

Procedimentos para o manuseio e dispensação adequados de drogas antineoplásicas devem ser consideradas. Diversos guias sobre este assunto foram publicados1-7. Não há concordância geral de que todos os procedimentos recomendados nestes guias são necessários ou apropriados.

- SUPERDOSE

Relata-se toxicidade51 mucocutânea aguda em pacientes que recebem doses várias vezes superiores à dose terapêutica77. Observa-se irritabilidade, eritema43 violáceo, edema85 das palmas das mãos86 e sola dos pés seguida de descamação58 dos mesmos. Hiperpigmentação grave generalizada da pele55 e estomatite6 também têm sido observados.


- CONSERVAÇÃO

HYDREA deve ser guardado a temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC); evitar calor excessivo. Manter o frasco bem fechado.


- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

           1.    U.S. Public Health Service, National Institutes of Health Recommendations for the safe Handling of Parenteral Antineoplastic Drugs, 1983, NIH Publication No. 83-2621.  For sale by the Superintendent of Documents, US Government Printing Office, Washington, DC 20402.
         
           2.    AMA Council on Scientific Affairs.  Guidelines for Handling Parenteral Antineoplastics.  JAMA, 253 (11) : 1590-1592, 1985.
         
           3.    National Study Commission on Cytotoxic Exposure : Recommendations for Handling Cytotoxic Agents 1987.  Available from Louis P. Jeffrey, Sc. D., Chairman, National Study Commission on Cytotoxic Exposure, Massachussetts, College of Pharmacy and Allied Health Sciences, 179 Longwood Avenue, Boston, Massachussetts 02115.
         
           4.    Clinical Oncological Society of Australia.  Guidelines and Recommendations for Safe Handling of Antineoplastic Agents.  Med. J. Australia, 1 : 426-428, 1983.
         
           5.    Jones, R. B., Frank, R., Mass, T.  Safe handling of chemotherapeutic agents : a report from the Mount Sinai Medical Cemter.  CA-A Cancer61 Journal for Clinicians, 33 : 258-263, 1983.
         
           6.    American Society of Hospital Pharmacists Technical Bulletin on Handling Cytotoxic and Hazardous Drugs.  Am. J. Hosp. Pharm., 47 : 1033-1049, 1990.
         
           7.    OSHA Work-Practice Guidelines for Personnel Dealing with Cytotoxic (Antineoplastic) Drugs.  Am. J. Hosp. Pharm., 43: 1193-1204, 1986.
         

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

HYDREA - Laboratório

B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP - CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
Site: http://www.bristol.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "B-MS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
3 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
4 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
7 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
8 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
9 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
10 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
11 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
12 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
13 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
14 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
15 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
16 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
17 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
18 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
19 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
20 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
21 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
22 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
23 Cabeça:
24 Pescoço:
25 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
26 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
27 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
28 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
29 Encefálica: Referente a encéfalo.
30 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
31 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
32 Colo Uterino: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
33 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
34 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
35 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
36 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
37 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
38 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
39 Anemia Perniciosa: Doença causada pela incapacidade do organismo absorver a vitamina B12. Mais corretamente, ela se refere a uma doença autoimune que resulta na perda da função das células gástricas parietais, que secretam ácido clorídrico para acidificar o estômago e o fator intrínseco gástrico que facilita a absorção da vitamina B12.
40 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
41 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
42 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
43 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
44 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
45 Policitemia vera: Distúrbio mieloproliferativo crônico, devido à multiplicação anormal de células progenitoras hematopoiéticas, que resulta na superprodução de células sanguíneas tais como eritrócitos, plaquetas e alguns leucócitos. Isto impede que as células-mãe desempenhem suas funções corretamente.
46 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
47 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
48 Concepção: O início da gravidez.
49 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
50 Torpor: 1. Sentimento de mal-estar caracterizado pela diminuição da sensibilidade e do movimento; entorpecimento, estupor, insensibilidade. 2. Indiferença ou apatia moral; indolência, prostração. 3. Na medicina, ausência de reação a estímulos de intensidade normal.
51 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
52 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
53 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
54 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
55 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
56 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
57 Unhas: São anexos cutâneos formados por células corneificadas (queratina) que formam lâminas de consistência endurecida. Esta consistência dura, confere proteção à extremidade dos dedos das mãos e dos pés. As unhas têm também função estética. Apresentam crescimento contínuo e recebem estímulos hormonais e nutricionais diversos.
58 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
59 Pápulas: Lesões firmes e elevadas, com bordas nítidas e diâmetro que varia de 1 a 5 milímetros (até 1 centímetro, segundo alguns autores).
60 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
61 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
62 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
63 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
64 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
65 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
66 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
67 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
68 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
69 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
70 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
71 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
72 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
73 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
74 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
75 Hepatite fulminante: Alteração aguda e grave da função hepatocelular secundária à toxicidade hepatocitária ou colestase. Refere-se a insuficiência hepática aguda complicada por encefalopatia. Tem um início rápido e segue um curso curto e severo. Pode ser desencadeada por causas tóxicas e não tóxicas, como o uso de acetaminofeno, metotrexate, alopurinol, dentre outros medicamentos.
76 Mucosite: Inflamação de uma membrana mucosa, produzida por uma infecção ou lesão secundária à radioterapia, quimioterapia, carências nutricionais, etc.
77 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
78 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
79 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
80 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
81 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
82 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
83 Deglutir: Passar (o bolo alimentar) da boca para o esôfago e, a seguir, para o estômago.
84 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
85 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
86 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.

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