Preço de LISODREN em Ann Arbor/SP: R$ 1686,23

LISODREN

B-MS

Atualizado em 09/12/2014

       COMPRIMIDOS
           

LISODREN


mitotano

Apresentação de Lisodren

LISODREN é apresentado em frascos com 100 comprimidos.

USO PEDIÁTRICO OU ADULTO

Composição de Lisodren


Cada comprimido de LISODREN contém 500mg de mitotano.
Ingredientes inativos: celulose microcristalina, polietilenoglicol, amido de milho e dióxido de silício.

Informações ao Paciente de Lisodren

Devido ao fato deste produto apresentar emprego específico em neoplasias1 malígnas, e ser manipulado por pessoal treinado, o item INFORMAÇÕES AO PACIENTE não consta da bula, uma vez que estas serão fornecidas pelo médico assistente conforme necessário.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Descrição de Lisodren

O LISODREN (mitotano) é um agente quimioterápico oral, melhor conhecido por seu nome comun, o, p'-DDD, e é, quimicamente, o 1,1-dicloro-2-(o-clorofenil)-2-(p-clorofenil) etano.

A estrutura química é a seguinte:

O LISODREN é um sólido granular branco composto de cristais incolores; é insípido e tem um odor aromático leve e agradável. É solúvel em etanol, iso-octano e tetracloreto de carbono. Seu peso molecular é 320,05.

Ação de Lisodren

O LISODREN pode ser melhor descrito como agente citotóxico2 supra-renal3, embora possa provocar inibição da supra-renal3; aparentemente sem destruição celular. Seu mecanismo bioquímico de ação é desconhecido. Segundo os dados disponíveis sugere-se que a droga modifica o metabolismo4 periférico de esteróides, assim como suprime diretamente o córtex supra-renal3.
A administração de LISODREN altera o metabolismo4 extra-adrenal do cortisol no homen, levando a uma redução de 17-hidrocorticosteróides mensuráveis, embora os níveis plasmáticos de corticosteróides não venham a se reduzir. A droga, aparentemente, provoca uma formação maior de 6-beta-hidroxilcortisol.
Dados obtidos de pacientes portadores de carcinoma5 da supra-renal3 indicam que cerca de 40% de uma dose oral do LISODREN é absorvida e aproximadamente 10% é recuperada na urina6 na forma de um metabólito7 solúvel em água. Uma quantidade variável do metabólito7 (1 a 17%) é excretada na bile8 e o restante é aparentemente armazenado nos tecidos.
Após a interrupção do LISODREN, a meia-vida plasmática terminal tem variado de 18 a 159 dias. Na maioria dos pacientes, os níveis sanguíneos tornaram-se indetectáveis após seis a nove semanas. Os dados de autópsia9 forneceram evidências de que o LISODREN é encontrado na maioria dos tecidos do corpo, entretanto, os tecidos gordurosos são o local principal de armazenamento.
O LISODREN é convertido em um metabólito7 solúvel em água, não sendo encontrada a droga inalterada nem na urina6 e nem na bile8.


Indicações de Lisodren

O LISODREN é indicado no tratamento de carcinoma5 inoperável do cortex supra-renal3, seja do tipo funcional ou não funcional.


Contra-Indicações de Lisodren

O LISODREN NÃO DEVE SER ADMINISTRADO A INDIVÍDUOS QUE TENHAM DEMONSTRADO HIPERSENSIBILIDADE PRÉVIA À DROGA.

Advertências de Lisodren

O LISODREN (MITOTANO) DEVE SER ADMINISTRADO SOB A SUPERVISÃO DE UM MÉDICO QUALIFICADO E EXPERIENTE NO USO DE AGENTES QUIMIOTERÁPICOS CONTRA O CÂNCER10.
O LISODREN DEVE SER INTERROMPIDO TEMPORARIAMENTE DE FORMA IMEDIATA, APÓS CHOQUE11 OU TRAUMA GRAVE, UMA VEZ QUE A SUPRESSÃO SUPRA-RENAL3 É A SUA AÇÃO PRIMÁRIA.

DEVEM SER TAMBÉM ADMINISTRADOS ESTERÓIDES EXÓGENOS EM TAIS CIRCUNSTÂNCIAS, UMA VEZ QUE A GLÂNDULA12 SUPRA-RENAL3 DEPRIMIDA PODERÁ NÃO INICIAR IMEDIATAMENTE A SECREÇÃO DE ESTERÓIDES.

O LISODREN DEVE SER ADMINISTRADO COM CUIDADO A PACIENTES COM MOLÉSTIA HEPÁTICA13 QUE NÃO SEJAM POR LESÕES14 METASTÁTICAS DO CÓRTEX SUPRA-RENAL3, VISTO QUE O METABOLISMO4 DO LISODREN PODE SOFRER INTERFERÊNCIA E A DROGA PODERÁ ACUMULAR-SE.

TODO TECIDO15 TUMORAL EXISTENTE, SE POSSÍVEL, DEVERÁ SER CIRURGICAMENTE REMOVIDO DAS GRANDES MASSAS METASTÁTICAS ANTES DE SER INSTITUÍDA A ADMINISTRAÇÃO DE LISODREN. ISTO É NECESSÁRIO PARA MINIMIZAR A POSSIBILIDADE DE INFARTO16 E HEMORRAGIA17 NO TUMOR18 DEVIDO AO RÁPIDO EFEITO CITOTÓXICO2 DA DROGA.

A ADMINISTRAÇÃO CONTÍNUA PROLONGADA DE ALTAS DOSES DE LISODREN PODERÁ LEVAR A DANOS CEREBRAIS E COMPROMETIMENTO DE FUNÇÃO. AVALIAÇÕES DE COMPORTAMENTO E NEUROLÓGICAS DEVEM SER FEITAS A INTERVALOS REGULARES, QUANDO O TRATAMENTO CONTÍNUO COM LISODREN EXCEDER A DOIS ANOS.

UMA PORCENTAGEM SUBSTANCIAL DOS PACIENTES TRATADOS DEMONSTRAM SINAIS19 DE INSUFICIÊNCIA20 SUPRA-RENAL3. POR ISSO, APARENTEMENTE É NECESSÁRIO MANTER SOB VIGILÂNCIA E INSTITUIR A REPOSIÇÃO DE ESTERÓIDES NESTES PACIENTES. ENTRETANTO, ALGUNS INVESTIGADORES TÊM RECOMENDADO QUE A TERAPIA DE REPOSIÇÃO DE ESTERÓIDES SEJA ADMINISTRADA JUNTAMENTE COM LISODREN. DEMONSTROU-SE QUE O METABOLISMO4 DOS ESTERÓIDES EXÓGENOS É MODIFICADO E, CONSEQUENTEMENTE, PODEM SER NECESSÁRIAS DOSES LIGEIRAMENTE MAIORES DO QUE AS DA TERAPIA NORMAL DE REPOSIÇÃO.


Precauções de Lisodren

GERAIS

A INSUFICIÊNCIA20 DA SUPRA-RENAL3 PODE SE DESENVOLVER EM PACIENTES TRATADOS COM LISODREN, DEVENDO SER CONSIDERADA A REPOSIÇÃO DE ESTERÓIDES SUPRA-RENAIS NESTES PACIENTES.

UMA VEZ QUE A SEDAÇÃO21, LETARGIA22, VERTIGEM23 E OUTROS EFEITOS COLATERAIS24 DO SISTEMA NEERVOSO CENTRAL PODEM OCORRER, OS PACIENTES AMBULATORIAIS DEVEM SER ADVERTIDOS QUANTO AOS ATOS DE DIRIGIR VEÍCULOS, OPERAR MÁQUINAS E OUTRAS ATIVIDADES PERIGOSAS QUE REQUEIRAM ESTADO DE ALERTA MENTAL E FÍSICO.

Interações Medicamentosas de Lisodren

Têm-se relatado que o LISODREN acelera o metabolismo4 da  warfarina pelo mecanismo de indução das enzimas microssômicas hepáticas25, o que leva a um aumento das necessidades posológicas da warfarina. Assim sendo, os médicos devem acompanhar de perto os pacientes quanto a uma alteração nas necessidades de dosagem do anticoagulante26 quando o LISODREN for administrado a pacientes fazendo uso de anticoagulantes27 do tipo cumarina. Em complementação, o LISODREN deve ser administrado com cautela a pacientes recebendo outras drogas susceptíveis à influência da indução das enzimas hepáticas28.


CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE E PREJUÍZO DA FERTILIDADE

OS POTENCIAIS CARCINOGÊNICO E MUTAGÊNICO DO LISODREN SÃO DESCONHECIDOS. ENTRETANTO, O MECANISMO DE AÇÃO DESTE COMPOSTO SUGERE QUE ELE PROVAVELMENTE TEM MENOR POTENCIAL CARCINOGÊNICO QUE OUTRAS DROGAS QUIMIOTERÁPICAS CITOTÓXICAS.

USO NA GRAVIDEZ29

NÃO FORAM REALIZADOS ESTUDOS DE REPRODUÇÃO30 ANIMAL COM O LISODREN. É TAMBÉM DESCONHECIDO SE O LISODREN PODE CAUSAR DANOS FETAIS QUANDO ADMINISTRADO A MULHERES GRÁVIDAS OU SE PODE AFETAR A CAPACIDADE REPRODUTIVA. LISODREN SÓ DEVE SER DADO A MULHERES GRÁVIDAS SE ESTRITAMENTE NECESSÁRIO.


USO NA LACTAÇÃO31

NÃO É CONHECIDO SE ESTA DROGA É EXCRETADA NO LEITE MATERNO. COMO MUITAS DROGAS SÃO EXCRETADAS NO LEITE MATERNO E DEVIDO AO POTENCIAL DO MITOTANO EM CAUSAR REAÇÕES ADVERSAS EM LACTENTES32, DEVE-SE TOMAR A DECISÃO DE INTERROMPER A AMAMENTAÇÃO33 OU A DROGA, LEVANDO EM CONSIDERAÇÃO A IMPORTÂNCIA DA DROGA PARA A MÃE.

REAÇÕES ADVERSAS


UMA PORCENTAGEM MUITO ALTA DE PACIENTES TRATADOS COM LISODREN TEM DEMONSTRADO PELO MENOS UM TIPO DE EFEITO COLATERAL34. OS TIPOS PRINCIPAIS DE REAÇÕES ADVERSAS CONSISTEM NO SEGUINTE:

1. DISTÚRBIOS GASTRINTESTINAIS, QUE CONSITEM DE ANOREXIA35, NÁUSEA36 OU VÔMITO37, E, EM ALGUNS CASOS, DIARRÉIA38, OCORREM EM CERCA DE 80% DOS PACIENTES.

2. OCORREM EFEITOS COLATERAIS24 NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL39 EM 40% DOS PACIENTES. ESTES CONSISTEM PRINCIPALMENTE EM DEPRESSÃO, MANIFESTADA POR LETARGIA22 E SONOLÊNCIA (25%) E TONTURA40 OU VERTIGEM23 (15%).

3. TÊM-SE VERIFICADO TOXICIDADE41 DA PELE42 EM CERCA DE 15% DOS CASOS. AS ALTERAÇÕES DA PELE42 CONSISTEM PRINCIPALMENTE DE ERUPÇÕES TRANSITÓRIAS QUE APARENTEMENTE NÃO ESTÃO RELACIONADAS COM A DOSE. EM ALGUNS CASOS, ENTRETANTO, ESTE EFEITO COLATERAL34 CEDEU ENQUANTO OS PACIENTES ERAM MANTIDOS COM A DROGA SEM ALTERAÇÃO DA DOSE.


OS EFEITOS COLATERAIS24 POUCO FREQUÊNTES ENVOLVEM OS OLHOS43 (VISÃO44 TURVA, DIPLOPIA45, OPACIDADE DE LENTE, RETINOPATIA TÓXICA); O SISTEMA GENITOURINÁRIO (HEMATÚRIA46, CISTITE47 HEMORRÁGICA48 E ALBUMINÚRIA49); SISTEMA CARDIOVASCULAR50 (HIPERTENSÃO51, HIPOTENSÃO52 ORTOSTÁTICA E RUBOR); E ALGUNS EFEITOS VARIADOS, INCLUSIVE DOR GENERALIZADA, HIPERPIREXIA E DIMINUIÇÃO DE IODO LIGADO À PROTEÍNA (PBI).

Posologia de Lisodren

O esquema recomendado de tratamento é iniciar  o paciente com 2 a 6 gramas de LISODREN por dia, em doses divididas, 3 ou 4 vezes ao dia. As doses são geralmente aumentadas de forma gradual até 9 a 10g por dia. Se surgirem efeitos colaterais24 graves, a dose deverá ser reduzida até que seja atingida a dose máxima tolerada. Se o paciente puder tolerar doses mais elevadas e se parecer possível uma resposta clínica melhor, a dose deverá ser aumentada até que interfiram as reações adversas. A experiência tem demonstrado que a dose máxima tolerada (DMT) variará de 2 a 16 gramas por dia, mas tem sido normalmente de 9 a 10 gramas por dia. As doses mais altas usadas nos estudos feitos até hoje foram de 18 a 19 gramas por dia.O tratamento deve ser instituído no hospital, até que seja atingido um regime de dosagem estável. O tratamento deve ser continuado enquanto forem observados benefícios clínicos. A manutenção da condição clínica ou a diminuição do crescimento de lesões14 metastáticas podem ser consideradas como benefícios clínicos, se a sua ocorrência puder ser claramente demonstrada.
Se não forem observados benefícios clínicos após três meses da dose máxima tolerada, o caso poderia ser considerado uma falha clínica, entretanto, 10% dos pacientes que demonstraram uma resposta mensurável necessitaram de mais de três meses da DMT. O diagnóstico53 precoce e a pronta instituição de tratamento aumentam a probabilidade de uma resposta clínica positiva.

A eficácia clínica pode ser demonstrada pela redução da massa tumoral; redução da dor, fraqueza ou anorexia35 e pela redução dos sinais19 e sintomas54 devidos à produção excessiva de esteróides.

Alguns pacientes têm sido tratados de forma intermitente55, sendo o tratamento retomado quando do aparecimento de sintomas54 graves. Os pacientes frequentemente deixam de responder após o terceiro ou quarto ciclo de tratamento. A experiência acumulada até hoje sugere que a melhor terapia é o tratamento contínuo com a máxima dosagem possível do LISODREN.


Nota: Devem ser considerados os procedimentos quanto à manipulação e descarte das drogas anticâncer. Já foram publicados vários guias sobre estes assunto  (1-7)  ; porém, não há um acordo geral de que todos os procedimentos recomendados nesses guias sejam necessários ou apropriados.


Superdosagem de Lisodren

NÃO FORAM ESTABELECIDOS OS ANTÍDOTOS COMPROVADOS NO CASO DE SUPERDOSAGEM COM O LISODREN.


Estabilidade de Lisodren

Quando armazenado em temperatura ambiente (entre 15 e 30C), LISODREN permanecerá estável até a data de validade indicada na embalagem.

ATENÇÃO : ``ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO''.


Referências Bibliográficas de Lisodren

1. Recommendations for the Safe Handling of Parenteral Antineoplastic Drugs. NIH Publication n o  83-2621. For sale by the Superintendent of Documents, U.S. Government Printing Office, Washington, D.C. 20402.

2. AMA Council Report. Guidelines for Handling Parenteral Antineoplastics. JAMA, March 15, 1985.

3. National Study Commission on Cytotoxic Exposure-Recommendations for Handling Cytotoxic Agents. Available from Louis P. Jeffrey, Sc.D., Director of Pharmacy Services. Rhode Island Hospital, 593 Eddy Street, Providence, Rhode Island 02902.

4. Clinical Oncological Society of Australia: Guidelines and Recommendations for Safe Handling of Antineoplastic Agents. Med. J. Australia 1: 426-428, 1983.

5. Jones, R.B., et al. Safe Handling of Chemotherapeutic Agents: A Report from the Mount Sinai Medical Center. Ca - A Cancer10 Journal for Clinicians Sept./Oct. 258-263, 1983.

6. American Society of Hospital Pharmacists Technical Assistance Bulletin on Handling Cytotoxic Drugs in Hospitals. Am. J. Hosp. Pharm. 42: 131-137, 1985.

7. OSHA Work-Practice Guidelines for Personnel Dealing with Cytotoxic (Antineoplastic) Drugs. Am J. Hosp. Pharm. 43: 1193-1204, 1986.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

LISODREN - Laboratório

B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP - CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
Site: http://www.bristol.com.br/

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Complementos

1 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
2 Citotóxico: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
3 Supra-renal:
4 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
5 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
6 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
7 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
8 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
9 Autópsia: 1. Em medicina legal, necropsia ou autópsia é o exame minucioso de um cadáver, realizado por especialista qualificado, para determinar o momento e a causa da morte. 2. Exame, inspeção de si próprio. No sentido figurado, é uma análise minuciosa; crítica severa.
10 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
11 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
12 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
13 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
14 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
15 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
16 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
17 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
18 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
19 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
20 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
21 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
22 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
23 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
24 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
25 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
26 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
27 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
28 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
29 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
30 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
31 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
32 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
33 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
34 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
35 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
36 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
37 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
38 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
39 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
40 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
41 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
42 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
43 Olhos:
44 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
45 Diplopia: Visão dupla.
46 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
47 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
48 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
49 Albuminúria: Presença de albumina na urina. A albuminúria pode ser um sinal de nefropatia diabética (doença nos rins causada pelas complicações do diabetes mal controlado) ou aparecer em infecções urinárias.
50 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
51 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
52 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
53 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
54 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
55 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.

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