Preço de PULMOZYME em Cambridge/SP: R$ 1602,15

PULMOZYME

ROCHE

Atualizado em 09/12/2014


Dornase alfa (rhDNase)

Identificação do Produto de Pulmozyme

Nome do Produto

Pulmozyme®

Nome genérico

Dornase alfa

Forma Farmacêutica e Apresentação de Pulmozyme

Pulmozyme® (dornase alfa) é apresentado em: caixas contendo 6 ampolas de dose única.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO (crianças acima de 5 anos de idade)

Composição de Pulmozyme

Pulmozyme® Solução para Inalação é apresentado em ampolas. Cada ampola fornece 2,5 ml de solução aquosa estéril, transparente, incolor contendo 1,0 mg/ml de dornase alfa, 0,15 mg/ml de
cloreto de cálcio diidratado e 8,77 mg/ml de cloreto de sódio, sem conservante. O pH da solução
é de 6,3.

Informação ao Paciente de Pulmozyme

Dornase Alfa rhDNase deve ser guardado sob refrigeração a 2-8°C (36-46°F) e protegido de luz
intensa. Deve ser mantido sob refrigeração durante o transporte e não deve ser exposto à
temperatura ambiente pôr um período superior a 24 horas. Não deve ser utilizado após o
vencimento do prazo de validade gravado na ampola. As ampolas não utilizadas devem ser
guardadas em seus compartimentos metálicos, sob refrigeração. A solução deve ser descartada
caso apresente um aspecto turvo ou coloração alterada. Uma vez aberta, a ampola deve ser
totalmente utilizada ou descartada. Informe seu médico se estiver grávida ou se vier a engravidar
durante o tratamento com Pulmozyme®. Pulmozyme® deve ser utilizado juntamente com a
terapêutica1 convencional para fibrose cística2.

Cuidados na Administração do Tratamento de Pulmozyme

A segurança e a eficácia foram demonstradas somente com o uso dos sistemas de nebulização3 recomendados. Não existem, até o momento, dados clínicos que dêem suporte à eficácia e
segurança da administração de Pulmozyme® com outros sistemas nebulizadores. O paciente deve
seguir as instruções do fabricante sobre o uso e a manutenção do equipamento. Pulmozyme® não
deve ser diluído ou misturado a outros medicamentos no nebulizador. A mistura de Pulmozyme®
a outros medicamentos pode determinar alterações físico-químicas no Pulmozyme® ou no
composto adicionado. O Pulmozyme® não deve ser diluído ou misturado a outros medicamentos.

Reações Desagradáveis de Pulmozyme

Informe a seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Pode ocorrer: rouquidão,
faringite4, laringite5, erupção6 cutânea7, dor no peito8, conjuntivite9.

Contra-Indicações de Pulmozyme

Pulmozyme® está contra indicado para pacientes10 com hipersensibilidade comprovada à dornase alfa e aos componentes do produto.

Ingestão Concomitante com Outras Substâncias de Pulmozyme

Pulmozyme® pode ser empregado, com eficácia e segurança, juntamente com o tratamento
convencional da fibrose cística2.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE11.

Informações Técnicas de Pulmozyme

Descrição de Pulmozyme

Pulmozyme® (dornase alfa), solução para inalação é uma solução estéril, transparente, incolor, altamente purificada, contendo a proteína recombinante humana desoxirribonuclease I (rhDNase),
enzima12 esta que cliva, seletivamente, o DNA. A proteína é derivada de células13 de Ovário14 de
Hamster Chinês (CHO), que receberam, através de engenharia genética, o DNA codificador da
proteína humana de ocorrência natural, desoxirribonuclease I (rhDNase). O produto é purificado
através de cromatografia de coluna e filtração por fluxo tangencial. A proteína purificada contém
260 aminoácidos com um peso molecular aproximado de 37.000 daltons. A seqüência primária
de aminoácidos é idêntica à da enzima12 humana de ocorrência natural. Pulmozyme® é
administrado através da inalação de um aerosol produzido por um sistema de nebulização3 de ar
comprimido a jato (vide Experiência Clínica; Posologia e administração). Cada ampola, com uma
única dose de Pulmozyme®, libera 2,5 ml de solução da câmara de nebulização3. A solução
aquosa contém 1,0 mg/ml de dornase alfa, 0,15 mg/ml de cloreto de cálcio diidratado e 8,77
mg/ml de cloreto de sódio. A solução não contém conservante. O pH nominal da solução é de
6,3.

Farmacologia15 Clínica de Pulmozyme

Geral de Pulmozyme

Em pacientes portadores de fibrose cística2 (FC), a retenção das secreções viscosas purulentas16 nas vias aéreas contribui para a redução da função pulmonar bem como na exacerbação de
infecções17. A secreção pulmonar purulenta18 contém concentrações muito elevadas de DNA
extracelular eliminado pelos leucócitos19 em degeneração20 que se acumulam em resposta à infecção21.
O Pulmozyme®, in vitro, hidroliza o DNA existente na expectoração22 dos portadores de FC,
reduzindo a viscoelasticidade do escarro.

Farmacocinética de Pulmozyme

Quando 2,5 mg de Pulmozyme® foram administrados, por inalação, a 18 pacientes portadores
de FC, foram obtidas concentrações médias no escarro de 3 mg/ml de DNase após 15 minutos.
As concentrações médias no escarro declinaram para cerca de 0,6 mg/ml, em média, duas horas
após a inalação. A inalação de até 10 mg de Pulmozyme®, três vezes ao dia, por 4 pacientes
portadores de FC, durante seis dias consecutivos, não resultou em elevação significativa das
concentrações plasmáticas de DNase acima dos níveis endógenos normais. Após a administração
de até 2,5 mg de Pulmozyme®, duas vezes ao dia, durante seis meses, em 321 pacientes
portadores de FC, não foi observada acumulação de DNase no plasma23.

Experiência Clínica de Pulmozyme

Pulmozyme® foi avaliado em um amplo estudo clínico, randomizado24, controlado com placebo25, conduzido em pacientes portadores de fibrose cística2, clinicamente estáveis, com idades a partir
de 5 anos, com capacidade vital forçada26 (CVF) basal maior ou igual a 40% do previsto e
recebendo os tratamentos convencionais para fibrose cística2. Os pacientes foram tratados com
placebo25 (325 pacientes) 2,5 mg de Pulmozyme®, uma vez ao dia (322 pacientes) ou 2,5 mg de
Pulmozyme®, duas vezes ao dia (321 pacientes) durante 6 meses, administrado através de um
nebulizador Hudson T Up-draft II acoplado a um compressor de ar Pulmo-Aide. Ambas as
doses de Pulmozyme® produziram reduções significativas, em comparação com o grupo placebo25,
nos pacientes que desenvolveram infecções17 do trato respiratório requerendo o uso de antibióticos
parenterais. A administração de Pulmozyme® reduziu o risco relativo de adquirir uma infecção21 do
trato respiratório, em 27% e 29%, com a dose diária de 2,5 mg, uma vez ao dia, e duas vezes ao
dia, respectivamente (vide Tabela 1). Os dados sugerem que os efeitos do Pulmozyme® nas
infecções17 do trato respiratório em pacientes mais velhos (> de 21 anos) podem ser menores que
aqueles observados em pacientes mais jovens, podendo a posologia de duas vezes ao dia ser
necessária para os pacientes com mais idade. Pacientes com uma CVF basal > 85% também
podem beneficiar-se com a dose de duas vezes ao dia (vide Tabela 1). A redução do risco de
infecção21 respiratória, observada em pacientes tratados com Pulmozyme® não se correlaciona
diretamente com a melhora do VEF1 durante as duas semanas iniciais da terapia. Após 8 dias do
início do tratamento com Pulmozyme®, o VEF1 aumentou em 7,9% nos pacientes que
receberam uma dose ao dia e 9,0% nos que receberam duas doses ao dia em comparação com
os valores basais. O VEF1 médio observado durante o tratamento prolongado aumentou em
5,8% do estado basal no esquema de dosagem de 2,5 mg ao dia e 5,6% do estado basal no
esquema de dosagem de 2,5 mg, duas vezes ao dia. Os pacientes que receberam placebo25 não
apresentaram modificações médias significativas nas provas de função pulmonar. Para pacientes10
com idade de 5 anos ou acima, com CVF basal igual ou superior a 40%, a administração de
Pulmozyme® reduziu a incidência27 da ocorrência da primeira infecção21 respiratória requerendo
antibióticos parenterais, além de melhorar o VEF1 médio, independentemente da idade e da CVF
basal.

Tabela 1

 Incidência27 da Primeira Infecção21 do Trato Respiratório Requerendo Antibioticoterapia
 Intravenosa em um Estudo Controlado
       
    PlaceboN=325N=322         2,5 mg 1 x dia        2,5 mg 2 x dia
                                            N=321
                                   

% de Pacientes Infectados    43%         34%            33%
Risco Relativo (vs. placebo25)            0,73            0,71        
valor p (vs. placebo25)            0,015            0,007
Subgrupo por Idade e
CVF basal Placebo25 (N)     2,5 mg 1 x dia(N)        2,5 mg 2 x dia(N)
Idade 5-20 anos 21 anos
ou acima            42% (201) 44%    25% (199) 48%        28% (184) 39%
                                    (124)         (123)            (137)
CVF Basal 40-85% do Previsto > 85%
do Previsto

                                    54% (194) 27%    41% (201) 21%        44% (203) 14%    
            (131)        (121)             (118)

Outros Estudos de Pulmozyme

Pulmozyme® não beneficiou a função pulmonar com o uso a curto prazo em pacientes com CVF
inferior a 40% do previsto. Estão em andamento estudos para verificar o impacto do uso crônico28
sobre a função pulmonar e o risco de infecção21 nesta população. Os estudos clínicos indicaram
que a terapia com Pulmozyme® pode continuar ou ser iniciada na vigência de uma infecção21
respiratória reagudizada. Estudos de curto prazo de estabelecimento de dose demonstraram que
doses maiores que 2,5 mg, duas vezes ao dia, não proporcionaram melhora adicional no VEF1.
Pacientes que receberam a medicação em um esquema cíclico (isto é, administração de
Pulmozyme® 10 mg, duas vezes ao dia, durante 14 dias, seguido de um período de 14 dias sem
medicação) apresentaram rápida melhora no VEF1 com o início de cada ciclo e retorno ao
estado basal com cada retirada do Pulmozyme®.

Indicações de Pulmozyme

A administração diária de Pulmozyme®, juntamente com a terapêutica1 convencional, está indicada no tratamento de pacientes portadores de fibrose cística2 para reduzir a freqüência das
infecções17 respiratórias requerendo antibioticoterapia intravenosa e melhorar a função respiratória.

Contra-Indicações de Pulmozyme

Pulmozyme® é contra-indicado para pacientes10 com hipersensibilidade comprovada à dornase
alfa, produtos originários de células13 de ovário14 de hamster chinês ou aos componentes do produto.

Advertências de Pulmozyme

Nenhuma

Precauções de Pulmozyme

Gerais

Pulmozyme® deve ser utilizado juntamente com a terapêutica1 convencional para Fibrose Cística2.

Carcinogenicidade, Mutagenicidade e Prejuízo da Fertilidade

Carcinogenicidade: Está em andamento um estudo de dois anos sobre a toxicidade29 da inalação
de Pulmozyme® em ratos para avaliar o potencial oncogenético.

Mutagenicidade: Provas de Ames utilizando seis diferentes cepas30 de bactérias de teste (4 de S.
typhimurium e 2 de E. coli) em concentrações de até 5.000 mg/placa31, um ensaio citogenético
utilizando linfócitos humanos de sangue32 periférico em concentrações de até 2.000 mg/placa31 e um
ensaio de linfoma33 de camundongos, em concentrações de até 1.000 mg/placa31, com e sem
ativação metabólica, não revelaram quaisquer evidências de potencial mutagênico. Pulmozyme®
foi submetido a um ensaio de micronúcleo (in vivo) para aferir seu potencial para produzir danos
cromossômicos em células13 de medula óssea34 de camundongos após um dose intravenosa em bolo
de 10 mg/kg durante dois dias consecutivos. Não foi observada nenhuma evidência de dano
cromossômico.

Prejuízo da Fertilidade: Em estudos conduzidos em ratos medicados com até 10 mg/kg/dia,
dose essa representando uma exposição sistêmica 600 vezes maior que a dose recomendada
para seres humanos, a fertilidade e o desempenho reprodutivo, em animais de ambos os sexos
não foi afetada.

Uso Durante a Gravidez35 de Pulmozyme

Estudos reprodutivos foram conduzidos em coelhos e ratos com doses de até 10 mg/kg/dia, dose que representa uma exposição sistêmica 600 vezes maior que a esperada após a dose
recomendada para seres humanos. Esses estudos não revelaram quaisquer evidências de prejuízo
sobre a fertilidade, dano ao feto36 ou de efeitos sobre o desenvolvimento atribuídos ao
Pulmozyme®. Contudo, não existem estudos adequados e bem controlados em gestantes. Como
os estudos reprodutivos em animais nem sempre são preditivos da resposta em seres humanos,
este medicamento somente deve ser empregado durante a gravidez35 quando for absolutamente
necessário.

Uso Durante a Lactação37 de Pulmozyme

Não se sabe se este medicamento é excretado no leite humano. Como muitas drogas são
excretadas no leite humano, a administração de Pulmozyme® a mulheres lactantes38, não é
recomendada.

Uso pediátrico

Não foi estabelecida a segurança e eficácia em crianças com menos de 5 anos de idade.

Interações Medicamentosas de Pulmozyme

Estudos clínicos indicaram que o Pulmozyme® pode ser empregado, com eficácia e segurança, juntamente com o tratamento convencional da fibrose cística2, incluindo antibióticos,
broncodilatadores39, suplementação40 com enzimas e vitaminas pelas vias oral, inalatória ou
parenteral, corticosteróides inalatórios e sistêmicos41 e analgésicos42. Não foram realizados estudos
formais de interação medicamentosa.

Reações Adversas de Pulmozyme

Os pacientes foram expostos ao Pulmozyme® durante até 12 meses em estudos clínicos. Em um
amplo estudo clínico randomizado24, controlado com placebo25, no qual 600 pacientes receberam
Pulmozyme® na dose de 2,5 mg, uma a duas vezes ao dia, durante seis meses, a maioria dos
eventos adversos não foram mais comuns com o Pulmozyme® do que com o placebo25 e
provavelmente representaram as seqüelas da patologia43 pulmonar de base. Na maioria dos casos,
em que os eventos estavam aumentados em pacientes tratados com rhDNase, eles foram,
geralmente, de natureza leve e transitória, não requerendo alterações de dosagem. Poucos
pacientes experimentaram eventos adversos que resultassem em descontinuação permanente do
Pulmozyme®, sendo o índice de descontinuação similar para o placebo25 (2%) e para
Pulmozyme® (3%).

Os eventos mais freqüentes em pacientes tratados com Pulmozyme® em relação àqueles tratados
com placebo25 estão relacionados na Tabela 2.

                                 Tabela 2

Eventos Adversos Relatados em um Estudo Controlado
      Evento Adverso1xdia  Placebo25 Pulmozyme®  Pulmozyme® 2xdia
            N=325    N=322         N=321

 RouquidãoFaringiteLaringiteRash
 cutâneoDor torácicaConjuntivite
                                      7% 33%    12% 36% 3%       16% 40% 4%
                                    1% 7%    10% 18% 4%    12% 21% 5%
                                   16% 2%
                                         

                                                       EVENTOS OBSERVADOS COM ÍNDICES SIMILARES EM PACIENTES
                             TRATADOS COM

                     PULMOZYME® E COM PLACEBO25

 O organismo como um todo
 Aparelho Digestivo44
                               Dor abdominal, astenia45, febre46, síndrome47 gripal, mal
                               estar, sepseObstrução intestinal, patologia43 da vesícula48
                               biliar, patologia43 hepática49, patologia43 pancreática
 Sistema Metabólico-Nutricional
 Aparelho Respiratório50
                               Diabetes Mellitus51, hipóxia52, perda de pesoApnéia,
                               bronquiectasia53, bronquite, alterações das características
                               do esputo, aumento da tosse, dispnéia54, hemoptise55,
                               redução da função pulmonar, pólipos56 nasais,
                               pneumonia57, pneumotórax58, rinite59, sinusite60, aumento do
                               volume do escarro, sibilos.


Os índices de mortalidade61 observados nos estudos controlados foram similares para o placebo25
(1%) e para Pulmozyme® (1%). As causas das mortes foram consistentes com a evolução da
fibrose cística2 e incluíram apnéia62, parada cardíaca, seqüestro cardiopulmonar, cor pulmonale,
insuficiência cardíaca63, hemoptise55 maciça, pneumonia57, pneumotórax58 e insuficiência respiratória64.

Reações Alérgicas de Pulmozyme

Não foram relatadas reações alérgicas sérias ou anafilaxia65 atribuídas à administração de Pulmozyme®. Erupções cutâneas66 e urticária67 foram observadas raramente, tendo sido de natureza
leve e transitória. Dentre todos os estudos conduzidos até o momento, uma pequena percentagem
(média de 2-4%) dos pacientes tratados com Pulmozyme® desenvolveram anticorpos68 contra
Pulmozyme®. Nenhum desenvolveu anafilaxia65, sendo desconhecida a significância clínica dos
anticorpos68 séricos contra o Pulmozyme®.

Posologia e Administração de Pulmozyme

A dose recomendada para a maioria dos pacientes portadores de fibrose cística2 é de uma ampola
com dose unitária de 2,5 mg, uma vez ao dia, utilizando o nebulizador recomendado. Alguns
pacientes podem beneficiar-se com a administração duas vezes ao dia (vide Experiência Clínica,
Tabela 1). Os estudos clínicos foram conduzidos com os seguintes nebulizadores e compressores:
nebulizador a jato descartável Hudson T Up-draft II e nebulizador a jato descartável Marquest
Acom II, juntamente com o compressor Pulmo-Aide e o nebulizador reutilizável PARI LC a jato
juntamente com o compressor PARI PRONEB. A segurança e a eficácia foram demonstradas
somente com o uso dos sistemas de nebulização3 recomendados. Não existem, até o momento,
dados clínicos que dêem suporte à eficácia e segurança da administração de Pulmozyme® com
outros sistemas nebulizadores. O paciente deve seguir as instruções do fabricante sobre o uso e a
manutenção do equipamento. Pulmozyme® não deve ser diluído ou misturado a outros
medicamentos no nebulizador. A mistura de Pulmozyme® a outros medicamentos pode
determinar alterações físico-químicas e/ou funcionais adversas no Pulmozyme® ou no composto
adicionado.

Superdosagem de Pulmozyme

Estudos inalatórios de dose única conduzidos em ratos e macacos com doses até 180 vezes
maiores que aquelas empregadas rotineiramente em estudos clínicos foram bem toleradas. A
administração oral de doses únicas de Pulmozyme® de até 200 mg/kg também foram bem
toleradas em ratos. Pacientes portadores de fibrose cística2 receberam até 20 mg, duas vezes ao
dia, durante até 6 dias, e 10 mg, duas vezes ao dia, intermitentemente (2 semanas com e 2
semanas sem medicação) durante 168 dias. Essas doses foram bem toleradas.

PULMOZYME - Laboratório

ROCHE
Av. Engenheiro Billings, 1729 - Jaguaré
São Paulo/SP - CEP: 05321-900
Tel: 0800 7720 289
Fax: 0800 7720 292
Site: http://www.roche.com/
Estrada dos Bandeirantes, 2020
CEP: 22710-104
Rio de Janeiro - RJ

Ver outros medicamentos do laboratório "ROCHE"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
2 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
3 Nebulização: Método utilizado para administração de fármacos ou fluidificação de secreções respiratórias. Utiliza um mecanismo vaporizador através do qual se favorece a penetração de água ou medicamentos na atmosfera bronquial.
4 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
5 Laringite: Inflamação da mucosa que recobre a laringe. É muito freqüente durante os meses frios, e é produzida por uma infecção viral. Apresenta-se com dor, alterações da fonação (disfonia), tosse e febre.
6 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
7 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
8 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
9 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
10 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
13 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
14 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
15 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
16 Purulentas: Em que há pus ou cheio de pus; infeccionadas. Que segrega pus. No sentido figurado, cuja conduta inspira nojo; repugnante, asqueroso, sórdido.
17 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
18 Purulenta: Em que há pus ou cheio de pus; infeccionada. Que segrega pus. No sentido figurado, cuja conduta inspira nojo; repugnante, asqueroso, sórdido.
19 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
20 Degeneração: 1. Ato ou efeito de degenerar (-se). 2. Perda ou alteração (no ser vivo) das qualidades de sua espécie; abastardamento. 3. Mudança para um estado pior; decaimento, declínio. 4. No sentido figurado, é o estado de depravação. 5. Degenerescência.
21 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
22 Expectoração: Ato ou efeito de expectorar. Em patologia, é a expulsão, por meio da tosse, de secreções provenientes da traqueia, brônquios e pulmões; escarro.
23 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
24 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
25 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
26 Capacidade vital forçada: Representa o volume máximo de ar exalado com esforço máximo, a partir do ponto de máxima inspiração.
27 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
28 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
29 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
30 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
31 Placa: 1. Lesão achatada, semelhante à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
32 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
33 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
34 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
35 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
36 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
37 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
38 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
39 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
40 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
41 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
42 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
43 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
44 Aparelho digestivo: O aparelho digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
45 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
46 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
47 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
48 Vesícula: Lesão papular preenchida com líquido claro.
49 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
50 Aparelho respiratório: O aparelho respiratório transporta o ar do meio externo aos pulmões e vice-versa e promove a troca de gases entre o sangue e o ar.
51 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
52 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
53 Bronquiectasia: Sinônimo de “dilatação dos brônquios”. Há uma dilatação anormal e permanente dos brônquios cartilaginosos de médio calibre, da quinta à décima divisão brônquica. A dilatação está associada a uma destruição inflamatória dos tecidos musculares e elásticos das paredes brônquicas.
54 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
55 Hemoptise: Eliminação de sangue vivo, vermelho rutilante, procedente das vias aéreas juntamente com a tosse. Pode ser manifestação de um tumor de pulmão, bronquite necrotizante ou tuberculose pulmonar.
56 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
57 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
58 Pneumotórax: Presença de ar na cavidade pleural. Como o pulmão mantém sua forma em virtude da pressão negativa existente entre a parede torácica e a pleura, a presença de pneumotórax produz o colapso pulmonar, podendo levar à insuficiência respiratória aguda. Suas causas são traumáticas (ferida perfurante no tórax, aumento brusco da pressão nas vias aéreas), pós-operatórias ou, em certas ocasiões, pode ser espontâneo.
59 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
60 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
61 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
62 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
63 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
64 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
65 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
66 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
67 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
68 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.

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