Preço de FORADIL em Fairfield/SP: R$ 148,09

FORADIL

NOVARTIS

Atualizado em 08/12/2014

FORADIL

Cápsulas com fumarato de formoterol micronizado para inalação
BRONCODILATADOR1

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Foradil

Cápsula contendo  fumarato de formoterol micronizado para inalação. Caixa com 30 cápsulas, e um inalador. USO ADULTO E PEDIÁTRICO (CRIANÇAS COM 5 ANOS DE IDADE OU MAIS)

Composição de Foradil

Cada cápsula com pó  para inalação contém: fumarato de formoterol 12 µg; excipiente q.s.p. uma cápsula.

Informações ao Paciente de Foradil

FORADIL deve ser mantido à temperatura ambiente, ao abrigo do calor e da umidade. O prazo de validade está impresso no cartucho. Não utilizar o produto após a data de validade. Antes de inalar o medicamento, leia atentamente estas instruções, pois elas contêm informações importantes sobre o produto. Em caso de dúvida, peça orientação a seu médico.A ação de FORADIL tem início no intervalo de 1 a 3 minutos após a inalação e permanece por aproximadamente 12 horas.
Se estiver grávida, amamentando ou se vier a ocorrer gravidez2 durante o tratamento, avise ao seu médico.
Como Usar as Cápsulas com o Inalador
Atenção: Não engolir as cápsulas. Usar exclusivamente para inalação
Para assegurar uma administração adequada, o paciente deve ser informado sobre as intruções de uso do inalador pelo médico ou por outro profissional de saúde3.
É importante para o paciente entender que a cápsula de gelatina pode fragmentar-se e que pequenos pedaços de gelatina podem atingir a boca4 ou a garganta5 após a inalação. As cápsulas só devem ser retiradas do blíster  imediatamente antes do uso. Para usar o inalador, proceda do seguinte modo:
1 - Retire a tampa.
2 - Segure firmemente a base do inalador e, para abrir, gire o bocal na direção indicada pela seta.
3 - Coloque a cápsula no compartimento adequado, na base do inalador. É importante que a cápsula somente seja retirada do blíster imediatamente antes do uso.
4 - Volte o bocal para a posição fechada.
5 - Pressione os botões azuis completamente só uma vez, mantendo o inalador em posição vertical. Solte os botões.
obs: A cápsula pode partir-se em pequenos fragmentos6 e esses fragmentos6 de gelatina podem atingir sua boca4 ou garganta5. A gelatina é comestível e portanto não é prejudicial. Para minimizar a tendência de que isso ocorra, não perfure a cápsula mais de uma vez, seguindo as instruções de armazenamento e não retirando a cápsula do blíster até o momento de usá-la.
6 - Expire o máximo possível.
7-  Coloque o bocal do inalador  na  boca4 e feche os lábios ao redor dele.
Inspire de maneira rápida e o mais profundamente possível.
Você deve ouvir um som de vibração, como se a cápsula girasse na câmara do inalador com a dispersão do produto.
Se  não ouvir esse ruído, a cápsula pode esta grudada
em seu compartimento; se isso ocorrer, abra o inalador e desprenda a cápsula, forçando-a para fora do compartimento e descarte-a.
NÃO tente desprender a cápsula, apertando repetidamente os botões.
8 - Quando ouvir o som de vibração, segure a respiração pelo maior tempo que você confortavelmente conseguir (aproximadamente 10 segundos); enquanto isso, retire o inalador da boca4. Em seguida, respire normalmente. Abra o inalador e verifique se ainda há resíduo de pó na cápsula. Se ainda restar pó na cápsula, repita os passos de 5 a 8.
9 - Após o uso, abra o inalador, remova a cápsula vazia, feche o bocal e recoloque a tampa.
Limpeza do inalador: Para remoção do preparado, limpe o bocal e o compartimento da cápsula com um pano SECO. Alternadamente, pode-se utilizar uma escova macia e limpa.
Comunique a seu médico caso esteja utilizando ou necessite utilizar qualquer outro tipo de medicamento.
É importante que você mantenha as medicações prescritas, não interrompendo ou reduzindo as doses, mesmo que você esteja se sentindo bem. Se o alívio na dificuldade de respiração não for adequado ou se perdurar por períodos menores do que o usual, comunique a seu médico o mais breve possível.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
As cápsulas de pó para inalação de FORADIL são adequadas para crianças acima de cinco anos de idade, desde que estas possam usar o inalador corretamente, contando com a ajuda de um adulto (ver "Como Usar as Cápsulas com o Inalador"). FORADIL é também adequado para pacientes7 idosos.
Comunique a seu médico se ocorrer reação alérgica8 ou outro tipo de reação com FORADIL e/ou se for alérgico a qualquer outra substância. Antes de usar  FORADIL, comunique também a seu médico se você sofre de alguma doença do coração9, de diabetes10 ou problemas de tireóide.
Com  FORADIL podem ocorrer as seguintes reações: ocasionalmente, tremor, aceleração e irregularidade do batimento do coração9 ou dores de cabeça11; raramente, ocorrem cãimbras e dores musculares, agitação, tonturas12,  nervosismo ou cansaço, dificuldade para dormir, irritação na boca4 ou na garganta5 e broncoespasmo13. Alguns desses efeitos desaparecem no decorrer do tratamento. Comunique a seu médico se alguma dessas reações não desejadas persistir ou se causar muito desconforto. Procure também o seu médico , se observar qualquer outra reação além das indicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE3.

Informações Técnicas de Foradil

Farmacodinâmica de Foradil

O formoterol é um potente estimulante seletivo b2-adrenérgico14. Exerce efeito broncodilatador1 em pacientes com obstrução reversível das vias aéreas. O efeito inicia-se rapidamente (em 1 a 3 minutos), permanecendo ainda significativo 12 horas após a inalação. Com as doses terapêuticas, os efeitos cardiovasculares são pequenos e ocorrem apenas ocasionalmente.
O formoterol inibe a liberação de histamina15 e dos leucotrienos16 do pulmão17 humano sensibilizado passivamente. Algumas propriedades antiinflamatórias, tais como inibição de edema18 e do acumulo de células19 inflamatórias, têm sido observadas em experimentos com animais.
No homem, tem-se demonstrado que  FORADIL é efetivo na prevenção do broncoespasmo13 induzido por alérgenos20 inalados, exercícios, ar frio, histamina15 ou metacolina.

Farmacocinética de Foradil

Absorção: Assim como relatado para outros fármacos inalados, é provável que cerca de 90% do formoterol administrado por um inalador sejam deglutidos e então absorvidos a partir do trato gastrintestinal. Isto significa que as características farmacocinéticas da formulação oral se aplicam em grande parte ao pó para inalação.
As doses orais de até 300 µg de fumarato de formoterol são rapidamente absorvidas no trato gastrintestinal. Os picos de concentração plasmática da substância inalterada são atingidos de 1/2 hora  a 1 hora após a administração. A absorção de dose oral de 80 µg é de 65% ou mais.
A farmacocinética do formoterol demonstra-se linear na faixa de dosagem investigada, isto é, 20 a 300 µg. A administração oral repetida de doses diárias de 40 a 160 µg não leva a acúmulo significativo do fármaco21.
Após a inalação de doses terapêuticas, não é possível detectar o formoterol no plasma22, pelos métodos analíticos correntes; entretanto, a análise das taxas de excreção urinária sugerem que o formoterol seja rapidamente absorvido. A taxa de excreção máxima, após administração de 12 a 96 µg é atingida em 1 a 2 horas após a inalação.
A excreção urinária cumulativa do formoterol, após administração do pó inalado (12 a 24 µg) em duas formulações diferentes de aerosol (12 - 96 µg), demonstraram que a proporção de formoterol disponível na circulação23 aumenta proporcionalmente à dose.
Distribuição: A ligação do formoterol às proteínas24 plasmáticas é de 61 - 64% (34% principalmente à albumina25). Não há saturação dos sítios de ligação na faixa de concentração atingida com doses terapêuticas.
Biotransformação: O formoterol é eliminado principalmente pelo metabolismo26, sendo a glicuronização direta a principal via de biotransformação. A o-demetilação seguida de glicuronização é outra via.
Eliminação: A eliminação do formoterol da circulação23 parece ser polifásica; a meia-vida aparente depende do intervalo de tempo considerado. Baseando-se nas concentrações no plasma22 ou no sangue27 até 6, 8 ou 12 horas após a administração oral, foi determinada uma meia-vida de eliminação de aproximadamente 2 - 3 horas. A partir das taxas de excreção urinária, entre 3 e 16 horas após administração, foi calculada uma meia-vida de cerca de 5 horas.
O fármaco21 e seus metabólitos28 são completamente eliminados do organismo; aproximadamente dois terços de uma dose oral aparecem na urina29 e um terço nas fezes. Após a inalação, cerca de 6 - 9% da dose, em média, são excretados inalterados na urina29. O clearance renal30 do formoterol é de 150 ml/min.

Indicação de Foradil

Profilaxia e tratamento das broncoconstrições em pacientes com doença obstrutiva reversível das vias aéreas, tais como asma31 brônquica e bronquite crônica32, com ou sem enfisema33. Profilaxia de broncoespasmo13 induzido por alérgenos20 inalados, ar frio ou exercício.Como o efeito broncodilatador1 de FORADIL é ainda significativo 12 horas após a inalação, a terapia de manutenção de duas vezes ao dia pode controlar, na maioria dos casos, a broncoconstrição associada a condições crônicas, tanto durante o dia como à noite.

Contra-Indicações de Foradil

Hipersensibilidade a algum dos componentes da fórmula.

Precauções e Advertências de Foradil

Terapia antiinflamatória:Em geral, os pacientes asmáticos que requeiram terapia regular com b2-agonistas devem também receber doses adequadas e regulares de um agente antiinflamatório inalado (ex., corticosteróides e/ou, em crianças, cromoglicato sódico) ou corticosteróides orais. Quando  FORADIL for prescrito, o paciente deve ser avaliado para adequação da terapia antiinflamatória a receber. Os pacientes devem ser alertados a manter inalterada a terapia antiinflamatória após a introdução de FORADIL, mesmo quando os sintomas34 melhorarem. A persistência dos sintomas34 ou o aumento do número de doses de FORADIL necessárias para o controle dos sintomas34 indicam normalmente a piora da condição subjacente e justificam a reavaliação médica da terapia.
Condições concomitantes:
Cuidado especial e supervisão, com ênfase particular nos limites de dosagem, são necessários em pacientes tratados com FORADIL, quando coexistirem as seguintes condições: doença cardíaca isquêmica, arritmias35 cardíacas, especialmente bloqueio atrioventricular de terceiro grau, descompensação cardíaca grave, estenose36 subvalvular aórtica idiopática37, cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica, tireotoxicose, prolongamento suspeito ou conhecido do intervalo QT (QTc > 0,44 seg.; veja "Interações medicamentosas").
Pelo efeito hiperglicêmico dos b2 estimulantes, recomenda-se controle adicional de glicose38 sangüínea em pacientes diabéticos.
Hipopotassemia39:
Hipopotassemia39 potencialmente grave pode resultar da terapia com  b2 agonistas. Recomenda-se cuidado especial em asma31 grave, já que esse efeito pode ser potencializado por hipóxia40 e tratamento concomitante (veja "Interações medicamentosas"). Recomenda-se que os níveis de potássio sérico sejam monitorados em tais situações.
Broncoespasmo13 paradoxal41:
Assim como em outras terapias por inalação, o potencial para broncoespasmo13 paradoxal41 deve ser considerado. Se isso ocorrer, o medicamento deve ser imediatamente descontinuado e substituído por terapia alternativa.

Gravidez2 e Lactação42 de Foradil

A segurança de FORADIL durante a gravidez2 e a lactação42 não foi ainda estabelecida. Seu uso durante a gravidez2 deve ser evitado, a não ser que não exista alternativa mais segura. Como outros estimulantes b2-adrenérgicos43, o formoterol pode inibir o trabalho de parto, por seu efeito relaxante na musculatura lisa uterina.
Não se sabe se o formoterol passa para o leite materno. O fármaco21 foi detectado no leite de ratas lactantes44. As mães em tratamento com FORADIL não devem amamentar.

Estudos Pré-Clínicos de Foradil

· Mutagenicidade:  Foram conduzidos testes de mutagenicidade cobrindo uma ampla faixa de parâmetros. Não foi encontrado efeito genotóxico em qualquer dos testes efetuados "in vitro" ou "in vivo".· Carcinogenicidade: Estudos de dois anos em ratos e camundongos não indicaram qualquer potencial carcinogênico.
Camundongos machos tratados com níveis de dosagem bastante altos demonstraram uma incidência45 ligeiramente maior de tumor46 benigno de célula47 subcapsular adrenal, o que se considera reflexo de alteração no processo fisiológico48 de envelhecimento.
Dois estudos em ratos, com diferentes faixas de dosagem, demonstraram um aumento de leiomiomas mesovarianos. Esses neoplasmas49 benignos são tipicamente associados, em tratamentos prolongados de ratos, com altas dosagens de fármacos b2-adrenérgicos43. Um aumento na incidência45 de cistos ovarianos e células19 tumorais benignas da teca e da granulosa foi também observado; são conhecidos os efeitos dos b-agonistas em ovário50 de ratas, sendo os mesmos específicos a roedores. Alguns outros tipos de tumores observados no primeiro estudo com altas dosagens estavam de acordo com a incidência45 do controle histórico da população e não foram observados no ensaio de doses menores.
Nenhuma das incidências de tumores aumentou a uma extensão estatisticamente significativa nas doses mais baixas do segundo estudo, dose esta que levou a uma exposição sistêmica 10 vezes maior do que a esperada com a dosagem máxima recomendada de formoterol.
Baseando-se nas conclusões dos estudos e na ausência de potencial mutagênico, conclui-se que o uso de formoterol em  doses terapêuticas não apresenta risco carcinogênico.
·Toxicidade sobre a reprodução51: Testes em animais não demonstraram potencial teratogênico52; após administração oral, o formoterol foi excretado no leite de ratas lactantes44.

Interações Medicamentosas de Foradil

Fármacos como quinidina, disopiramida, procainamida, fenotiazínicos, anti-histamínicos e antidepressivos tricíclicos podem ser associados, com prolongamento do intervalo QT e com aumento do risco de arritmia53 ventricular (ver "Contra-indicações").
A administração concomitante de outros agentes simpatomiméticos pode potencializar os efeitos não-desejados de FORADIL.
A administração de FORADIL a pacientes em tratamento com inibidores da monoaminoxidase54 ou antidepressivos tricíclicos deve ser conduzida com cautela, já que a ação de estimulantes b2-adrenérgicos43 no sistema cardiovascular55 pode ser potencializada.
O tratamento concomitante com derivados xantínicos, esteróides ou diuréticos56 pode potencializar um possível efeito hipocalêmico dos b2-agonistas. A hipopotassemia39 pode aumentar a susceptibilidade57 a arritmias35 cardíacas em pacientes tratados com digitálicos (veja "Precauções e advertências").
Os bloqueadores b-adrenérgicos43 podem diminuir ou antagonizar o efeito de FORADIL. Portanto, FORADIL não deve ser administrado juntamente com bloqueadores b-adrenérgicos43 (incluindo-se colírios), a não ser que existam razões que obriguem a seu uso.

Reações Adversas de Foradil

Sistema musculoesquelético: ocorrência ocasional de tremores e rara de mialgias58 ou câimbras59 musculares.Sistema cardiovascular55: ocorrência ocasional de palpitações60 e rara de taquicardia61.
Sistema nervoso central62: ocorrência ocasional de cefaléia63 e rara de agitação, vertigem64, ansiedade, nervosismo e insônia.
Trato respiratório: ocorrência rara de agravamento do broncoespasmo13.
Irritação local: ocorrência rara de irritação da orofaringe65.
Outros: casos isolados de pruridos, irritação conjuntival e edema18 de pálpebra, náusea66, exantema67 e perversão do paladar68.

Posologia e Forma de Administração de Foradil

Para uso em adultos e em crianças acima de cinco anos de idade.
Terapia de manutenção regular:
Adultos - Inalação de 1 a 2 cápsulas (12 - 24 µg), duas vezes ao dia
Crianças acima de cinco anos - Inalação de uma cápsula (12 µg), duas vezes ao dia.
Se necessário, 1 - 2 cápsulas, adicionalmente às requeridas para terapia de manutenção, podem ser usadas cada dia para o alívio de sintomas34. Se a necessidade de dose adicional for mais do que ocasional (ex., em mais de dois dias por semana), nova consulta médica deve ser feita e a terapia reavaliada, já que isso pode indicar uma deterioração da condição subjacente.
Profilaxia contra o broncoespasmo13 induzido por exercício ou antes de exposição inevitável a um alérgeno69 conhecido:
Adultos - Uma cápsula (12 µg) deve ser inalada, com aproximadamente 15 minutos de antecedência. Em pacientes com asma31 grave, a inalação de 2 cápsulas (24 µg) pode ser necessária.
Crianças acima de cinco anos - Uma cápsula (12 µg) deve ser inalada, com aproximadamente 15 minutos de antecedência.
FORADIL não é recomendado a crianças com menos de cinco anos de idade.

Superdosagem de Foradil

Sintomas34: A superdosagem com FORADIL provavelmente conduzirá aos efeitos típicos de estimulantes b2-adrenérgicos43, a saber: náusea66, vômitos70, cefaléia63, tremores, sonolência, palpitação71, taquicardia61, arritmia53 ventricular, acidose metabólica72, hipopotassemia39 e hiperglicemia73.
• Tratamento: São indicados tratamentos sintomático74 e de suporte. Os casos graves devem ser hospitalizados.
Deve ser avaliado o uso de betabloqueador cardiosseletivo, mas apenas sujeito a extremo cuidado, já que o uso de medicação bloqueadora b-adrenérgica pode provocar broncoespasmo13.

"ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO."
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

FORADIL - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

Ver outros medicamentos do laboratório "NOVARTIS"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
5 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
6 Fragmentos: 1. Pedaço de coisa que se quebrou, cortou, rasgou etc. É parte de um todo; fração. 2. No sentido figurado, é o resto de uma obra literária ou artística cuja maior parte se perdeu ou foi destruída. Ou um trecho extraído de uma obra.
7 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
8 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
9 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
10 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
11 Cabeça:
12 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
13 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
14 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
15 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
16 Leucotrienos: É qualquer um dos metabólitos dos ácidos graxos poli-insaturados, especialmente o ácido araquidônico, que atua como mediador em processos alérgicos e inflamatórios.
17 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
18 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
19 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
20 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
21 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
22 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
23 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
24 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
25 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
26 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
27 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
28 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
29 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
32 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
33 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
34 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
35 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
36 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
37 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
38 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
39 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
40 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
41 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
42 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
43 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
44 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
45 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
46 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
47 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
48 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
49 Neoplasmas: Tumor ou massa anormal de tecido decorrente do crescimento anormal ou divisão de células incontrolada e progressiva.
50 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
51 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
52 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
53 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
54 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
55 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
56 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
57 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
58 Mialgias: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
59 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
60 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
61 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
62 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
63 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
64 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
65 Orofaringe: Parte mediana da faringe, entre a boca e a rinofaringe.
66 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
67 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
68 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
69 Alérgeno: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
70 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
71 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
72 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
73 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
74 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
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