FORADIL Aerosol

NOVARTIS

Atualizado em 08/12/2014

BRONCODILATADOR1

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Foradil Aerosol

Aerosol. Frasco com 50 doses acompanhado de aplicador.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO  (PARA CRIANÇAS COM 6 ANOS DE IDADE OU MAIS)

Composição de Foradil Aerosol

Cada jato, liberado através do aplicador, contém 12 mg de fumarato de formoterol e excipiente (propelentes, lecitina de soja) q.s.

Informação ao Paciente de Foradil Aerosol

Instruções de uso e manuseio:FORADIL deve ser conservado em local fresco, protegido do calor e da exposição direta à luz do sol. O produto não deve ser mantido em refrigerador, após a primeira utilização, pois o mesmo deve estar à temperatura ambiente para seu uso. O frasco de aerosol não deve ser perfurado ou colocado no fogo, mesmo após esgotado seu conteúdo. O prazo de validade está impresso no cartucho. Não utilizar o produto após a data de validade.
Para assegurar a correta administração do medicamento, o paciente deve ser orientado por seu médico ou um profissional de saúde2 sobre o uso de aerosóis com dosador. FORADIL pode ser também utilizado juntamente com um espaçador.
Uso em crianças: FORADIL Aerosol deve ser aplicado em crianças sob supervisão de um adulto e de acordo com a recomendação médica. O uso de FORADIL Aerosol em crianças depende de sua habilidade individual de utilizar o inalador corretamente (incluindo-se a técnica de inalação).
O frasco deve ser agitado antes do uso. Antes de se utilizar um novo inalador ou se o inalador ficou sem uso por mais de uma semana, um jato deve ser liberado no ar antes de seu uso.
Técnica de inalação:
1- Remova a tampa de proteção do bocal.
2- Segure o frasco do aerosol em posição vertical, conforme indicado na figura, e agite-o bem.
3- Expire normalmente. Depois posicione o bocal do inalador entre os lábios, ajustando-os bem à peça.
4- Comece a inspirar devagar através da boca3 e, imediatamente, pressione firmemente o inalador entre o indicador e o polegar, enquanto estiver ainda inspirando profunda e constantemente. Prenda a respiração por ao menos 10 segundos, ou pelo máximo tempo que você puder, se esse tempo for muito longo.
A tampa de proteção deve ser recolocada após o uso. FORADIL Aerosol pode também ser utilizado com um espaçador. Consulte seu médico para maiores informações.
Limpeza:
O inalador deve ser limpo regularmente; para tanto observe o seguinte procedimento:
1 - Retirar o frasco metálico do inalador plástico e remover a tampa do bocal.
2 - Enxaguar o corpo plástico e a tampa com água morna. Um detergente suave pode ser adicionado à água mas, nesse caso, deve-se proceder  a um enxágue final com água limpa.
3 - Deixar secar naturalmente e não colocar em local aquecido.
4 - Recolocar o frasco no inalador plástico.
Medição do conteúdo do frasco:
Para evitar que se fique sem medicação, é possível avaliar o volume ainda restante no frasco durante seu tempo de utilização. Para tanto, basta colocar o frasco de FORADIL Aerosol em um copo com água, conforme indicado na figura. Dependendo da maneira como o frasco ficar na água, pode-se avaliar o volume de medicamento restante:
Fig. 1: Frasco vazio. Fig. 2: Frasco contendo cerca de metade do conteúdo inicial (restam cerca de 25 aplicações). Fig. 3: Frasco vazio ou praticamente vazio.             (figura da página 6)    

- Informações gerais:
A ação broncodilatadora de FORADIL tem início num período de 1 a 3 minutos após a inalação e permanece por aproximadamente 12 horas.
Informe ao seu médico se estiver grávida, amamentando ou se ocorrer gravidez4 durante o tratamento.
Siga corretamente as instruções do médico quanto ao uso do produto, não interrompendo ou modificando o tratamento sem antes consultá-lo.
FORADIL é geralmente bem tolerado. Porém, podem ocorrer ocasionalmente reações desagradáveis, tais como tremores, aceleração e irregularidade do batimento do coração5 ou dores de cabeça6; raramente podem ocorrer câimbras7 e dores musculares, agitação, tonturas8, nervosismo ou cansaço, dificuldade para dormir, irritação na boca3 ou na garganta9 e broncoespasmo10. Alguns desses efeitos desaparecem no decorrer do tratamento. Caso ocorra qualquer reação, avise ao seu médico: ele lhe dará a orientação adequada.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Antes do início do tratamento com FORADIL, o paciente deve informar ao médico se está tomando qualquer outro medicamento. O paciente não deve tomar outro medicamento juntamente com FORADIL, sem orientação ou conhecimento do médico.
Contra-indicações: Alergia11 ao produto.
Precauções: Antes de iniciar o tratamento com FORADIL, o paciente deve informar ao médico se tem problemas de coração5, diabetes12 ou problemas de tireóide. Se o alívio na dificuldade de respiração não for adequado ou se perdurar por períodos menores do que o usual, o paciente deve entrar em contato com o médico, o mais breve possível.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE2.

Informação Técnica de Foradil Aerosol

Farmacodinâmica de Foradil Aerosol

O formoterol é um potente estimulante seletivo b2-adrenérgico13. Exerce um efeito broncodilatador1 em pacientes com obstrução reversível das vias aéreas. O efeito inicia-se rapidamente (dentro de 1 a 3 minutos) e é ainda significante 12 horas após a inalação. Quando aplicado em doses terapêuticas, os efeitos cardiovasculares são mínimos e ocorrem apenas ocasionalmente.
O formoterol inibe a liberação de histamina14 e de leucotrienos15 do pulmão16 humano sensibilizado passivamente. Algumas propriedades antiinflamatórias, tais como inibição de edema17 e do acúmulo de células18 inflamatórias, têm sido observadas em experimentos com animais.
No homem, tem-se demonstrado que FORADIL é efetivo na prevenção do broncoespasmo10 induzido por alérgenos19 inalados, exercícios, ar frio, histamina14 ou metacolina.

Farmacocinética de Foradil Aerosol

Absorção - Assim como relatado para outros fármacos inalados, é provável que aproximadamente 90% do formoterol administrado por um inalador seja deglutido e então absorvido a partir do trato gastrintestinal. Isso significa que as características farmacocinéticas da formulação oral se aplicam em grande parte às formulações inaladas.
Doses orais de até 300 mg de fumarato de formoterol são rapidamente absorvidas a partir do trato gastrintestinal. Os picos de concentração plasmática da substância inalterada são atingidos em ½ a 1 hora após a administração. A absorção de uma dose oral de 80 mg é de 65% ou mais.
A farmacocinética do formoterol demonstra-se linear na faixa de dosagem investigada, isto é, 20 - 300 mg. A administração oral repetida de doses diárias de 40 - 160 mg não leva a acúmulo significativo do fármaco20.
Após a inalação de doses terapêuticas, não é possível detectar-se o formoterol no plasma21 pelos métodos analíticos disponíveis. Entretanto, a análise das taxas de excreção urinária sugere que o formoterol inalado é rapidamente absorvido. A taxa de excreção máxima, após a administração de 12 a 96 mg, é atingida dentro de 1 a 2 horas após a inalação.
A excreção urinária cumulativa do formoterol, após a administração de duas formulações diferentes de aerosol (12 - 96 mg) e do pó para inalação (12 - 24 mg), demonstraram que a quantidade de formoterol disponível na circulação22 aumenta proporcionalmente à dose.
Distribuição - A ligação do formoterol a proteínas23 plasmáticas é de 61% a 64% (34% principalmente à albumina24). Não há saturação dos sítios de ligação na faixa de concentração atingida com doses terapêuticas.
Biotransformação - O formoterol é eliminado principalmente pelo metabolismo25, sendo a glicuroniaação direta a principal via de biotransformação. A o-demetilação seguida de glicuronização é outra via.
Eliminação - A eliminação do formoterol da circulação22 parece ser polifásica; a meia-vida aparente depende do intervalo de tempo considerado. Baseada nas concentrações do plasma21 ou do sangue26, em até 6, 8 ou 12 horas após a administração oral, foi determinada uma meia-vida de eliminação de aproximadamente 2-3 horas. A partir das taxas de excreção urinária, entre 3 e 16 horas após a inalação, foi calculada uma meia-vida de cerca de 5 horas.
O fármaco20 e seus metabólitos27 são completamente eliminados do organismo; de uma dose oral, aproximadamente dois terços aparecem na urina28 e um terço nas fezes. Após a inalação, cerca de 6 a 9% da dose, em média, são excretados inalterados na urina28. O clearance renal29 do formoterol é de 150 ml/min.

Indicações de Foradil Aerosol

Profilaxia e tratamento da broncoconstrição em pacientes com doença obstrutiva reversível das vias aéreas, tal como asma30 brônquica e bronquite crônica31, com ou sem enfisema32. Profilaxia de broncoespasmo10 induzido por alérgenos19 inalados, ar frio ou exercício.Como o efeito broncodilatador1 de FORADIL é ainda significativo 12 horas após a inalação, uma terapia de manutenção de duas doses diárias pode controlar, na maioria dos casos, a broncoconstrição associada a condições crônicas, tanto durante o dia como à noite.

Contra-Indicações de Foradil Aerosol

Hipersensibilidade a algum dos componentes da formulação.

Precauções e Advertências de Foradil Aerosol

Terapia antiinflamatória:Em geral, os pacientes asmáticos que recebem terapia regular com um b2-agonista33 devem também receber doses adequadas e regulares de um agente antiinflamatório inalado (ex.: corticosteróides e/ou, em crianças, cromoglicato sódico) ou corticosteróides orais. Sempre que FORADIL for prescrito, o paciente deve ser avaliado para adequação da terapia antiinflamatória a receber. Os pacientes devem ser alertados a manter inalterada a terapia antiinflamatória após a introdução de FORADIL, mesmo quando os sintomas34 apresentarem melhora. A persistência dos sintomas34 ou o aumento do número de doses de FORADIL necessárias para controle dos sintomas34, normalmente indica uma piora da condição subjacente e justifica a reavaliação médica da terapia.
Condições concomitantes:
Cuidado especial e supervisão, com ênfase particular nos limites de dosagem, são necessários em pacientes tratados com FORADIL, quando coexistirem as seguintes condições: doença cardíaca isquêmica, arritmias35 cardíacas, especialmente bloqueio atrioventricular de terceiro grau, descompensação cardíaca grave, estenose36 subvalvular aórtica idiopática37, cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica, tireotoxicose, prolongamento conhecido ou suspeito do intervalo QT (Qtc > 0,44 seg.; vide "Interações medicamentosas").
Em função do efeito hiperglicemiante dos b2-estimulantes, recomenda-se o controle adicional da glicose38 sangüínea em pacientes diabéticos.
Hipopotassemia39:
Hipopotassemia39 potencialmente grave pode resultar da terapia com b2-agonistas. Recomenda-se cuidado especial em asma30 grave, visto que esse efeito pode ser potencializado por hipóxia40 e tratamento concomitante (vide "Interações medicamentosas"). Recomenda-se que os níveis séricos de potássio sejam monitorados em tais situações.
Broncoespasmo10 paradoxal41:
Assim como em outras terapias por inalação, deve ser considerado o potencial para broncoespasmo10 paradoxal41. Caso este ocorra, o medicamento deve ser imediatamente suspenso e substituído por terapia alternativa.

Efeitos Sobre a Habilidade de Dirigir Veículos e/ou Operar Máquinas de Foradil Aerosol

Presume-se ser improvável que o formoterol produza algum efeito sobre a capacidade de conduzir veículos ou operar máquinas.

Gravidez4 e Lactação42 de Foradil Aerosol

A segurança de FORADIL durante a gravidez4 e a lactação42 não foi ainda estabelecida. A utilização do produto durante a gravidez4 deve ser evitada, a não ser que não exista alternativa mais segura. Como outros estimulantes b2-adrenérgicos43, o formoterol pode inibir o trabalho de parto pelo efeito relaxante na musculatura lisa uterina.Não se sabe se o formoterol passa para o leite materno. O fármaco20 foi detectado no leite de ratas lactantes44. As mães em tratamento com FORADIL não devem amamentar.

Estudos Pré-Clínicos de Foradil Aerosol

Mutagenicidade - Foram conduzidos testes de mutagenicidade, cobrindo uma ampla faixa de parâmetros. Não foi encontrado efeito genotóxico em qualquer dos testes efetuados tanto in vitro como in vivo.
Carcinogenicidade - Estudos de dois anos em ratos e camundongos não indicaram qualquer potencial carcinogênico.
Camundongos machos tratados com níveis de dosagem bastante altos demonstraram uma incidência45 ligeiramente maior de tumor46 benigno de célula47 subcapsular adrenal, o que é considerado um reflexo de alteração no processo fisiológico48 de envelhecimento. Dois estudos em ratos, considerando diferentes faixas de dosagem, demonstraram um aumento de leiomiomas mesovarianos. Esses neoplasmas49 benignos são tipicamente associados com tratamentos prolongados de ratos, com dosagens altas de fármacos b2-adrenérgicos43. Foram também observados aumento na incidência45 de cistos ovarianos e células18 tumorais benignas da teca e da granulosa; são conhecidos os efeitos dos b2-agonistas sobre os ovários50 de ratas, sendo os mesmos específicos de roedores. Alguns outros tipos de tumores, observados no primeiro estudo com altas dosagens, estavam de acordo com a incidência45 histórica de população-controle, e não foram observados no ensaio com doses menores.
Nenhuma das incidências de tumores aumentou a uma extensão estatisticamente significativa nas doses mais baixas, no segundo estudo, doses essas que levam a uma exposição sistêmica 10 vezes maior do que a esperada com a dosagem máxima recomendada de formoterol.
Baseando-se nas conclusões dos estudos e na ausência de potencial mutagênico, conclui-se que o uso de formoterol em doses terapêuticas não apresenta risco carcinogênico.
Toxicidade51 sobre a reprodução52 - Testes em animais não demonstraram potencial teratogênico53; o formoterol foi excretado no leite de ratas lactantes44, após administração oral.

Interações Medicamentosas de Foradil Aerosol

Fármacos como quinidina, disopiramida, procainamida, fenotiazínicos, anti-histamínicos e antidepressivos tricíclicos podem ser associados com o prolongamento do intervalo QT e com risco aumentado de arritmia54 ventricular (vide "Contra-indicações").A administração concomitante de outros agentes simpaticomiméticos pode potencializar os efeitos não desejados de FORADIL.
A administração de FORADIL a pacientes em tratamento com inibidores da monoaminoxidase55 ou antidepressivos tricíclicos deve ser efetuada com cautela, já que a ação de estimulantes b2-adrenérgicos43 no sistema cardiovascular56 pode ser potencializada.
Tratamento concomitante com derivados xantínicos, esteróides ou diuréticos57 pode potencializar um possível efeito hipocalêmico dos b2-agonistas. A hipopotassemia39 pode aumentar a susceptibilidade58 a arritmias35 cardíacas em pacientes tratados com digitálicos (vide "Precauções e advertências").
Os bloqueadores b-adrenérgicos43 podem diminuir ou antagonizar o efeito de FORADIL. O medicamento, portanto, não deve ser administrado juntamente com bloqueadores b-adrenérgicos43 (incluindo-se colírios), a não ser que existam razões que obriguem ao seu uso.

Reações Adversas de Foradil Aerosol

Sistema musculoesquelético:
Ocasionalmente: tremores. Raramente: câimbras7 musculares e mialgia59.
Sistema cardiovascular56:
Ocasionalmente: palpitações60. Raramente: taquicardia61.
Sistema nervoso central62:
Ocasionalmente: cefaléia63. Raramente: agitação, vertigem64, ansiedade, nervosismo e insônia.
Trato respiratório:
Raramente: agravamento do broncoespasmo10.
Irritação local:
Raramente: irritação da orofaringe65.
Outros:
Casos isolados: pruridos, irritação conjuntival e edema17 de pálpebra, perversão do paladar66, exantema67 e náusea68.

Posologia de Foradil Aerosol

Para uso em adultos e crianças com idade acima de seis anos. FORADIL não está recomendado para crianças com menos de 6 anos de idade.Instruções para uso e manuseio - Vide "Informações ao paciente".
Terapia de manutenção regular:
1 a 2 jatos (12 a 24 mg) duas vezes ao dia.
Se necessário, 1 a 2 jatos adicionais aos normalmente requeridos para a terapia de manutenção podem ser utlizados algum dia para alívio de sintomas34. Se a necessidade de doses adicionais for mais do que ocasional (ex.: em mais do que dois dias por semana), deve ser procurado auxílio médico e reavaliação da terapia, já que isso pode significar uma piora da condição subjacente.
Profilaxia contra o broncoespasmo10 induzido por exercício ou antes de exposição inevitável a algum alérgeno69 conhecido:
Um jato (12 mg) deve ser inalado com cerca de 15 minutos de antecedência. Em pacientes com asma30 severa, pode ser necessária a inalação de 2 jatos (24 mg).

Superdosagem de Foradil Aerosol

Sintomas34 - Uma superdosagem com FORADIL conduzirá provavelmente aos efeitos típicos de estimulantes b2-adrenérgicos43: náusea68, vômitos70, cefaléia63, tremores, sonolência, palpitação71, taquicardia61, arritmia54 ventricular, acidose metabólica72, hipopotassemia39 e hiperglicemia73.
Tratamento - É indicado tratamento sintomático74 e de suporte. Em caso grave, o paciente deve ser hospitalizado.
Pode ser considerado o uso de betabloqueadores cardiosseletivos, mas somente sob extrema cautela, visto que o uso de medicação bloqueadora b-adrenérgica pode provocar broncoespasmo10.

" ATENÇÃO : ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO."


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

FORADIL Aerosol - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
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Complementos

1 Broncodilatador: Substância farmacologicamente ativa que promove a dilatação dos brônquios.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
6 Cabeça:
7 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
8 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
9 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
10 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
11 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
12 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
13 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
14 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
15 Leucotrienos: É qualquer um dos metabólitos dos ácidos graxos poli-insaturados, especialmente o ácido araquidônico, que atua como mediador em processos alérgicos e inflamatórios.
16 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
17 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
18 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
19 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
20 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
21 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
22 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
23 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
24 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
25 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
26 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
27 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
28 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
29 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
30 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
31 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
32 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
33 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
34 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
35 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
36 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
37 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
38 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
39 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
40 Hipóxia: Estado de baixo teor de oxigênio nos tecidos orgânicos que pode ocorrer por diversos fatores, tais como mudança repentina para um ambiente com ar rarefeito (locais de grande altitude) ou por uma alteração em qualquer mecanismo de transporte de oxigênio, desde as vias respiratórias superiores até os tecidos orgânicos.
41 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
42 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
43 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
44 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
45 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
46 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
47 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
48 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
49 Neoplasmas: Tumor ou massa anormal de tecido decorrente do crescimento anormal ou divisão de células incontrolada e progressiva.
50 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
51 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
52 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
53 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
54 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
55 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
56 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
57 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
58 Susceptibilidade: 1. Ato, característica ou condição do que é suscetível. 2. Capacidade de receber as impressões que põem em exercício as ações orgânicas; sensibilidade. 3. Disposição ou tendência para se ofender e se ressentir com (algo, geralmente sem importância); delicadeza, melindre. 4. Em física, é o coeficiente de proporcionalidade entre o campo magnético aplicado a um material e a sua magnetização.
59 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
60 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
61 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
62 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
63 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
64 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
65 Orofaringe: Parte mediana da faringe, entre a boca e a rinofaringe.
66 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
67 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
68 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
69 Alérgeno: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
70 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
71 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
72 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
73 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
74 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
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