AMPICILINA SODICA

B-MS

Atualizado em 03/06/2015

Composição da Ampicilina Sodica

FRASCO-AMPOLA COM 250 MG, 500 MG OU 1.000 MG DE AMPICILINA SODICA E DILUENTE DE 2 ML, 3 ML E 3 ML RESPECTIVAMENTE.

Posologia e Administração da Ampicilina Sodica

ADULTOS: 1 A 2 G/24 HORAS EM DOSES DIVIDIDAS A CADA 6 A 8 HORAS. CRIANCAS: 25 A 100 MG/KG/DIA, EM DOSES DIVIDIDAS A CADA 6 OU 8 HORAS.

Precauções da Ampicilina Sodica

RECOMENDA-SE A REALIZACAO DE TESTES DE SENSIBILIDADE BACTERIOLOGICA ANTES DA INSTITUICAO DA MEDICACAO ANTIBIOTICA. VERIFICAR CUIDADOSAMENTE A SENSIBILIDADE DO PACIENTE, POIS PODEM OCORRER REACOES ANAFILATICAS1 QUE EXIGEM TRATAMENTO DE EMERGENCIA2. QUANDO O PRODUTO FOR USADO POR TEMPO PROLONGADO PODERAO SURGIR SUPERINFECCOES3 POR GERMES RESISTENTES. DOSES ELEVADAS EM RECEM-NASCIDOS OU EM PACIENTES COM UREMIA4 PODEM LEVAR A CONVULSOES. A INDICACAO DO PRODUTO DURANTE A GRAVIDEZ5 OU AMAMENTACAO6 DEVE LEVAR EM CONTA A RELACAO RISCO/BENEFICIO, POIS A SEGURANCA DO USO NESTES CASOS NAO ESTA COMPLETAMENTE ESTABELECIDA.

Reações Adversas da Ampicilina Sodica

PODEM OCORRER REACOES ALERGICAS ESPECIALMENTE EM PACIENTES COM ANTECEDENTES DE ASMA7, URTICARIA8 E FEBRE DO FENO9, BEM COMO NOS HIPERSENSIVEIS AS PENICILINAS E A AMPICILINA. EVENTUALMENTE OCORREM NAUSEAS10 E DIARREIAS.

Contra-Indicações da Ampicilina Sodica

HIPERSENSIBILIDADE AS PENICILINAS NATURAIS OU SEMI-SINTETICAS E NO PRIMEIRO TRIMESTRE DA GRAVIDEZ5.

Indicações da Ampicilina Sodica

NO TRATAMENTO DE INFECCOES11 CAUSADAS POR BACTERIAS SENSIVEIS A AMPICILINA.

Apresentação da Ampicilina Sodica

CAIXAS COM 1 OU 100 FRASCOS-AMPOLA.

Composição da Ampicilina Sodica

CADA FRASCO-AMPOLA CONTEM AMPICILINA SODICA EQUIVALENTE A 500 MG OU 1 G DE AMPICILINA.

Posologia e Administração da Ampicilina Sodica

INFECCOES11 DO TRATO RESPIRATORIO E TECIDOS MOLES: PACIENTES PESANDO 40 KG OU MAIS: 250 A 500 MG CADA 6 HORAS. PACIENTES ABAIXO DE 40 KG: 25 A 50 MG/KG/DIA EM DOSES IGUALMENTE DIVIDIDAS CADA 6 A 8 HORAS. INFECCOES11 DO TRATO GASTRINTESTINAL E GENITURINARIO (INCLUI AS INFECCOES11 GENITURINARIAS CAUSADAS POR NEISSERIA GONORRHOEAE EM MULHERES): PACIENTES PESANDO 40 KG OU MAIS: 500 MG CADA 6 HORAS. PACIENTES ABAIXO DE 40 KG: 50 MG/KG/DIA EM DOSES IGUALMENTE DIVIDIDAS CADA 6 A 8 HORAS. URETRITE12 EM HOMENS CAUSADAS PELO N. GONORRHOEAE: ADULTOS: DUAS DOSES DE 500 MG CADA, COM INTERVALO DE 8 A 12 HORAS. O TRATAMENTO PODE SER REPETIDO OU PROLONGADO SE NECESSARIO. RECOMENDA-SE TERAPIA PROLONGADA E INTENSIVA NO TRATAMENTO DE COMPLICACOES DE URETRITE12 GONORREICA, TAIS COMO PROSTATITE13 E EPIDIDIMITE. MENINGITE14 BACTERIANA: ADULTOS E CRIANCAS; 150 A 200 MG/KG/DIA EM DOSES IGUALMENTE DIVIDIDAS CADA 3 A 4 HORAS. O TRATAMENTO PODE SER INICIADO POR INFUSAO INTRAVENOSA E SER CONTINUADO COM INJECOES INTRAMUSCULARES QUANDO APROPRIADO. SEPTICEMIA15: ADULTOS E CRIANCAS: 150 A 200 MG/KG/DIA EM DOSES IGUALMENTE DIVIDIDAS CADA 3 A 4 HORAS. INICIAR COM ADMINISTRACAO INTRAVENOSA POR PELO MENOS 3 DIAS; CONTINUAR PELA MESMA VIA OU POR VIA INTRAMUSCULAR. O TRATAMENTO DE TODAS AS INFECCOES11 DEVE CONTINUAR POR UM MINIMO DE 48 A 72 HORAS APOS O PACIENTE SE TORNAR ASSINTOMATICO OU OBTER-SE EVIDENCIAS DA ERRADICACAO BACTERIANA. RECOMENDA-SE UM MINIMO DE 10 DIAS DE TRATAMENTO PARA QUALQUER INFECCAO16 CAUSADA POR ESTREPTOCOCO BETA-HEMOLITICO DO GRUPO A. - MODO DE USAR: USAR SOMENTE SOLUCOES RECEM-PREPARADAS. AS INJECOES INTRAMUSCULAR E INTRAVENOSA DEVEM SER ADMINISTRADAS DENTRO DE UMA HORA APOS A SUA PREPARACAO, UMA VEZ QUE A POTENCIA PODE DIMINUIR SIGNIFICATIVAMENTE APOS ESTE PERIODO. USO INTRAMUSCULAR: DISSOLVER O CONTEUDO DE UM FRASCO-AMPOLA COM A QUANTIDADE DE AGUA ESTERIL PARA INJECAO17 OU AGUA BACTERIOSTATICA PARA INJECAO17 (NOTA: NAO DEVE SER USADO AGUA BACTERIOSTATICA PARA INJECAO17 CONTENDO ALCOOL BENZILICO NA PREPARACAO DAS INJECOES PARA ADMINISTRACAO A RECEM-NASCIDOS) LISTADAS ABAIXO: RECONSTITUICAO DE VOLUMES: 500 MG: 1,8 ML DE DILUENTE, RETIRAR 2 ML, CONCENTRACAO 250 MG/ML. 1G: 3,5 ML DE DILUENTE, RETIRAR 4 ML, CONCENTRACAO 250 MG/ML. USO INTRAVENOSO DIRETO: ADICIONAR 5 ML DE AGUA BACTERIOSTATICA PARA INJECAO17 (NOTA: NAO DEVE SER USADA AGUA BACTERIOSTATICA PARA INJECAO17 CONTENDO ALCOOL BENZILICO NA PREPARACAO DE INJECOES PARA ADMINISTRACAO A RECEM-NASCIDOS) PARA O FRASCO-AMPOLA 500 MG E ADMINISTRAR LENTAMENTE POR UM PERIODO DE 3 A 5 MINUTOS. AMPICILINA SODICA INJETAVEL DE 1 G TAMBEM PODE SER USADA PARA ADMINISTRACAO INTRAVENOSA DIRETA. DISSOLVER O FRASCO-AMPOLA DE 1 G EM 7,4 ML DE AGUA ESTERIL OU AGUA BACTERIOSTATICA PARA INJECAO17 E ADMINISTRAR LENTAMENTE POR UM PERIODO DE PELO MENOS 10 A 15 MINUTOS. AVISO: UMA ADMINISTRACAO MAIS RAPIDA PODE RESULTAR EM CONVULSAO18. ADMINISTRACAO POR INFUSAO INTRAVENOSA: RECONSTITUIR DE ACORDO COM O DESCRITO ACIMA PARA O USO INTRAVENOSO DIRETO, ANTES DE DILUIR COM AS SOLUCOES INTRAVENOSAS. ESTUDOS DE ESTABILIDADE COM AMPICILINA SODICA EM VARIAS CONCENTRACOES E SOLUCOES INTRAVENOSAS INDICAM QUE A DROGA PERDERA MENOS DE 10% DE SUA ATIVIDADE NAS TEMPERATURAS MENCIONADAS PARA OS PERIODOS DE TEMPO DETERMINADOS ABAIXO: TEMPERATURA AMBIENTE (25OC): AGUA ESTERIL PARA INJECAO17: CONCENTRACAO ATE 30 MG/ML, 8 HORAS DE ESTABILIDADE. CLORETO DE SODIO ISOTONICO19: CONCENTRACAO ATE 30 MG/ML, 8 HORAS DE ESTABILIDADE. SOLUCAO DE LACTATO20 DE SODIO M/6: CONCENTRACAO ATE 30 MG/ML, 8 HORAS DE ESTABILIDADE. GLICOSE21 5% EM AGUA: CONCENTRACAO 10 A 20 MG/ML, 2 HORAS DE ESTABILIDADE. GLICOSE21 5% EM AGUA: CONCENTRACAO ATE 2 MG/ML, 4 HORAS DE ESTABILIDADE. GLICOSE21 5% EM NACL 0,45%: CONCENTRACAO ATE 2 MG/ML, 4 HORAS DE ESTABILIDADE. ACUCAR22 INVERTIDO 10% EM AGUA: CONCENTRACAO ATE 2 MG/ML, 4 HORAS DE ESTABILIDADE. SOLUCAO DE RINGER LACTATO20: CONCENTRACAO ATE 30 MG/ML, 8 HORAS DE ESTABILIDADE. SOB REFRIGERACAO (4OC): AGUA ESTERIL PARA INJECAO17: CONCENTRACAO 30 MG/ML, 48 HORAS DE ESTABILIDADE. AGUA ESTERIL PARA INJECAO17: CONCENTRACAO ATE 20 MG/ML, 72 HORAS DE ESTABILIDADE. CLORETO DE SODIO ISOTONICO19: CONCENTRACAO 30 MG/ML, 48 HORAS DE ESTABILIDADE. CLORETO DE SODIO ISOTONICO19: CONCENTRACAO ATE 20 MG/ML, 72 HORAS DE ESTABILIDADE. SOLUCAO DE RINGER LACTATO20: CONCENTRACAO ATE 30 MG/ML, 24 HORAS DE ESTABILIDADE. LACTATO20 DE SODIO M/6: CONCENTRACAO ATE 30 MG/ML, 8 HORAS DE ESTABILIDADE. GLICOSE21 5% EM AGUA: CONCENTRACAO ATE 20 MG/ML, 4 HORAS DE ESTABILIDADE. GLICOSE21 5% EM NACL 0,45%: CONCENTRACAO ATE 10 MG/ML, 4 HORAS DE ESTABILIDADE. ACUCAR22 INVERTIDO 10%: CONCENTRACAO ATE 20 MG/ML, 3 HORAS DE ESTABILIDADE. SOMENTE AS SOLUCOES LISTADAS ACIMA DEVEM SER USADAS PARA INFUSAO INTRAVENOSA DE AMPICILINA SODICA. AS CONCENTRACOES DEVEM FICAR DENTRO DA FAIXA ESPECIFICADA. A CONCENTRACAO DA DROGA E O TEMPO E VOLUME DA INFUSAO DEVEM SER AJUSTADOS DE MODO QUE A DOSE DE AMPICILINA SEJA ADMINISTRADA ANTES QUE A DROGA PERCA SUA ESTABILIDADE NA SOLUCAO USADA. - SUPERDOSAGEM: EM CASO DE SUPERDOSAGEM, DESCONTINUAR A MEDICACAO, TRATAR DE FORMA SINTOMATICA23 E INSTITUIR MEDIDAS DE SUPORTE DE ACORDO COM A NECESSIDADE. EM PACIENTES COM FUNCAO RENAL24 PREJUDICADA, OS ANTIBIOTICOS DA CLASSE DAS AMPICILINAS PODEM SER REMOVIDOS DO ORGANISMO POR HEMODIALISE25, POREM NAO POR DIALISE PERITONEAL26.

Precauções da Ampicilina Sodica

DEVE-SE TER EM MENTE DURANTE A TERAPIA A POSSIBILIDADE DE SUPERINFECCOES3 POR ORGANISMOS MICOTICOS OU PATOGENOS BACTERIANOS. UMA ALTA PORCENTAGEM (ATE 90%) E DE PACIENTES COM MONONUCLEOSE INFECCIOSA27 OU LEUCEMIA28 LINFATICA QUE RECEBERAM AMPICILINA DESENVOLVERAM ERUPCAO29 CUTANEA30. PORTANTO, A ADMINISTRACAO DE AMPICILINA NAO E RECOMENDADA EM PACIENTES COM MONONUCLEOSE31. NAO SE TEM CONHECIMENTO SE ESTES PACIENTES SAO DE FATO ALERGICOS A PENICILINA. COMO COM QUALQUER DROGA POTENTE, DEVERA SER AVALIADO PERIODICAMENTE O FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS RENAL24, HEPATICO E HEMATOPOIETICO DURANTE A TERAPIA PROLONGADA. - INTERACOES MEDICAMENTOSAS: A ADMINISTRACAO CONCOMITANTE DE ALOPURINOL E AMPICILINA AUMENTA SUBSTANCIALMENTE A INCIDENCIA32 DE ERUPCAO29 CUTANEA30 NOS PACIENTES RECEBENDO AMBAS AS DROGAS EM COMPARACAO AOS PACIENTES RECEBENDO AMPICILINA ISOLADAMENTE. - INTERACOES COM EXAMES LABORATORIAIS: COM ALTAS CONCENTRACOES DE AMPICILINA NA URINA33, PODE OCORRER REACOES FALSO-POSITIVAS PARA GLICOSE21 CASO SEJAM USADOS OS METODOS DE REDUCAO DE COBRE. - CARCINOGENESE, MUTAGENESE E PREJUIZO PARA A FERTILIDADE: NAO FORAM CONDUZIDOS ESTUDOS ANIMAIS A LONGO PRAZO COM ESTAS DROGAS. - USO NA GRAVIDEZ5: ESTUDOS DE REPRODUCAO34 REALIZADOS EM ANIMAIS COM DOSES VARIAS VEZES MAIORES QUE A DOSE HUMANA NAO REVELARAM EVIDENCIAS DE EFEITOS ADVERSOS DEVIDO A AMPICILINA. NAO EXISTE, NO ENTANTO, ESTUDOS ADEQUADOS E BEM CONTROLADOS EM MULHERES GRAVIDAS. VISTO QUE OS ESTUDOS DE REPRODUCAO34 ANIMAL NEM SEMPRE SAO PREDIZENTES DA RESPOSTA HUMANA, ESTA DROGA SO DEVERA SER USADA DURANTE A GRAVIDEZ5 QUANDO ESTRITAMENTE NECESSARIO. - USO NO TRABALHO DE PARTO: NAO SE TEM CONHECIMENTO SE O USO DE AMPICILINAS NAS MULHERES DURANTE O TRABALHO DE PARTO, TEM EFEITOS ADVERSOS IMEDIATOS OU RETARDADOS NO FETO35, PROLONGAM A DURACAO DO TRABALHO DE PARTO, OU AUMENTAM A PROBABILIDADE DE QUE SEJA NECESSARIO O PARTO COM FORCEPS OU OUTRA INTERVENCAO OBSTETRICA OU O RESSUCITAMENTO DO RECEM-NASCIDO. - USO NA LACTACAO36: A AMPICILINA E ELIMINADA NO LEITE HUMANO EM QUANTIDADES MUITO BAIXAS. PORTANTO, DEVE SER USADO DE CAUTELA QUANDO DA ADMINISTRACAO DE ANTIBIOTICOS DA CLASSE DAS AMPICILINAS A UMA LACTANTE37. - USO PEDIATRICO: VER GUIA APRESENTADO NO ITEM POSOLOGIA.

Reações Adversas da Ampicilina Sodica

COMO COM OUTRAS PENICILINAS, SAO ESPERADAS REACOES DESAGRADAVEIS ESSENCIALMENTE LIMITADAS AOS FENOMENOS DE SENSIBILIDADE. AS REACOES DE HIPERSENSIBILIDADE SAO MAIS PROVAVEIS DE OCORRER EM INDIVIDUOS QUE ANTERIORMENTE DEMONSTRARAM HIPER-SENSIBILIDADE AS PENICILINAS E NAQUELES COM HISTORIA DE ALERGIA38, ASMA7, FEBRE DO FENO9 OU URTICARIA8. AS REACOES ADVERSAS DESCRITAS ABAIXO TEM SIDO REPORTADAS COMO ASSOCIADAS COM O USO DE AMPICILINA: REACOES GASTRINTESTINAIS: GLOSSITE39, ESTOMATITE40, MELANOGLOSSIA (LINGUA41 PRETA), NAUSEA42, VOMITOS43, ENTEROCOLITE, COLITE44 PSEUDOMEMBRANOSA E DIARREIA45. REACOES DE HIPERSENSIBILIDADE: ERUPCOES CUTANEAS46 E URTICARIA8 TEM SIDO REPORTADAS FREQUENTEMENTE. TEM OCORRIDO ALGUNS CASOS DE DERMATITE47 ESFOLIATIVA E ERITEMA MULTIFORME48. A ANAFILAXIA49 E A MAIS SERIA REACAO QUE PODE OCORRER E EM GERAL, TEM SIDO ASSOCIADA COM AS FORMAS PARENTERAIS. URTICARIA8 E OUTRAS ERUPCOES CUTANEAS46 E REACOES SEMELHANTES A DOENCA DO SORO50 PODEM SER CONTROLADAS COM ANTI-HISTAMINICOS E, SE NECESSARIO, CORTICOSTEROIDES SISTEMICOS51. SEMPRE QUE TAIS REACOES OCORREM, A ADMINISTRACAO DE AMPICILINA DEVE SER INTERROMPIDA, A MENOS QUE, NA OPINIAO DO MEDICO, A CONDICAO QUE ESTA SENDO TRATADA SEJA DE RISCO DE VIDA E RESPONSIVA SOMENTE A TERAPIA COM AMPICILINA. REACOES ANAFILATICAS1 GRAVES NECESSITAM O USO IMEDIATO DE EPINEFRINA, OXIGENIO E ESTEROIDES INTRAVENOSOS. - REACOES HEPATICAS52: FOI OBSERVADO UMA ELEVACAO MODERADA DA TRANSAMINASE OXALACETICA GLUTAMICA (TGO), PARTICULARMENTE EM CRIANCAS, POREM O SIGNIFICADO DESTA DESCOBERTA E DESCONHECIDO. ELEVACOES LEVES E TRANSITORIAS DA TGO FORAM OBSERVADAS EM INDIVIDUOS RECEBENDO DOSES MAIORES (2 A 4 VEZES) QUE A USUAL E INJECOES INTRAMUSCULARES REPETIDAS COM FREQUENCIA. AS EVIDENCIAS INDICAM QUE A TGO E LIBERADA NO LOCAL DA INJECAO INTRAMUSCULAR53 DE AMPICILINA SODICA E QUE A PRESENCA DE QUANTIDADES ELEVADAS DESTA ENZIMA54 NO SANGUE55 NAO INDICA NECESSARIAMENTE ENVOLVIMENTO HEPATICO. - REACOES HEMATOLOGICAS E LINFATICAS: ANEMIA56, TROMBOCITOPENIA57, PURPURA58 TROMBO59-CITOPENICA, EOSINOFILIA60, LEUCOPENIA61 E AGRANULOCITOSE62 TEM SIDO REPORTADAS DURANTE A TERAPIA COM PENICILINAS. ESTAS REACOES SAO GERALMENTE REVERSIVEIS COM A DESCONTINUACAO DA TERAPIA E ACREDITA-SE SEREM FENOMENOS DE HIPERSENSIBILIDADE.

Contra-Indicações da Ampicilina Sodica

AMPICILINA SODICA E CONTRA-INDICADA PARA PACIENTES63 COM HISTORIA DE HIPERSENSIBILIDADE AS PENICILINAS. - ADVERTENCIAS: REACOES DE HIPERSENSIBILIDADE GRAVES E OCASIONALMENTE FATAIS (ANAFILAXIA49) TEM SIDO REPORTADAS COM INDIVIDUOS EM TRATAMENTO COM PENICILINA. EMBORA SEJA MAIS FREQUENTE APOS TRATAMENTO PARENTERAL, A ANAFILAXIA49 TEM OCORRIDO EM PACIENTES RECEBENDO PENICILINA ORAL. ESTAS REACOES ESTAO MAIS PROPENSAS A OCORRER EM INDIVIDUOS COM HISTORIA DE HIPERSENSIBILIDADE A PENICILINA E/OU HISTORIA DE SENSIBILIDADE A MULTIPLOS ALERGENOS64. EXISTEM RELATOS BEM DOCUMENTADOS DE INDIVIDUOS COM HISTORIA DE REACOES DE HIPERSENSIBILIDADE A PENICILINA, QUE APRESENTARAM GRAVES REACOES DE HIPERSENSIBILIDADE QUANDO TRATADOS COM UMA CEFALOSPORINA. ANTES DA TERAPIA COM UMA PENICILINA, DEVE SER REALIZADA UMA CUIDADOSA PESQUISA COM RELACAO A REACOES PREVIAS DE HIPERSENSIBILIDADE AS PENICILINAS, CEFALOSPORINAS E OUTROS ALERGENOS64. REACOES ANAFILATICAS1 GRAVES NECESSITAM DE TRATAMENTO IMEDIATO DE EMERGENCIA2.

Indicações da Ampicilina Sodica

AMPICILINA SODICA E INDICADA PARA O TRATAMENTO DAS SEGUINTES INFECCOES11 DEVIDO A CEPAS65 SENSIVEIS DE BACTERIAS GRAM-POSITIVAS E GRAM-NEGATIVAS. INFECCOES11 DO TRATO RESPIRATORIO. MENINGITE14 BACTERIANA (A ADICAO DE UM AMINOGLICOSIDEO PODE AUMENTAR A EFICACIA DA AMPICILINA, EM PARTICULAR, CONTRA AS BACTERIAS GRAM-NEGATIVAS). SEPTICEMIA15 E ENDOCARDITE66 (A ADICAO DE UM AMINOGLICOSIDEO PODE AUMENTAR A EFICACIA DA AMPICILINA QUANDO TRATANDO ENDOCARDITE66 ENTEROCOCAL). INFECCOES11 DO TRATO URINARIO67. INFECCOES11 GASTRINTESTINAIS. DEVEM SER REALIZADOS ESTUDOS DE BACTERIOLOGIA PARA DETERMINAR OS ORGANISMOS CAUSADORES E SUA SENSIBILIDADE A AMPICILINA. A TERAPIA PODE SER INSTITUIDA PREVIAMENTE A OBTENCAO DOS RESULTADOS DOS TESTES DE SENSIBILIDADE. AMPICILINA SODICA DEVE SER USADA PARA INFECCOES11 MODERADAMENTE SEVERAS E SEVERAS, ISTO E, MENINGITE14 BACTERIANA, SEPTICEMIA15, ENDOCARDITE66, ETC, E PARA PACIENTES63 QUE NAO POSSA TOMAR AS FORMAS ORAIS. NA PRESENCA DE CHOQUE68, A ABSORCAO NOS SITIOS INTRAMUSCULARES E REDUZIDA; DEVE-SE LEVAR EM CONSIDERACAO, PARA O TRATAMENTO DE PACIENTES SEVERAMENTE DOENTES, A VIA INTRAVENOSA. UMA MUDANCA DO TRATAMENTO POR VIA PARENTERAL PARA A VIA ORAL, PODE SER REALIZADA TAO LOGO QUANTO POSSIVEL.

Apresentação da Ampicilina Sodica

AMPICILINA SODICA 500 MG OU 1 G INJETAVEL: EMBALAGENS CONTENDO 50 FRASCOS-AMPOLA.

AMPICILINA SODICA - Laboratório

B-MS
Rua Carlos Gomes, 924
São Paulo/SP - CEP: 04743-002
Tel: 55 (011) 882-2000
Fax: 55 (011) 246-0151
Site: http://www.bristol.com.br/

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
2 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
3 Superinfecções: Geralmente ocorrem quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. As superinfecções podem ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-las.
4 Uremia: Doença causada pelo armazenamento de uréia no organismo devido ao mal funcionamento renal. Os sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de apetite, fraqueza e confusão mental.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
7 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
8 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
9 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
10 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
11 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
12 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
13 Prostatite: Quadro de inflamação da próstata.
14 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
15 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
16 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
17 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
18 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
19 Isotônico: Relativo à ou pertencente à ação muscular que ocorre com uma contração normal. Em química, significa a igualdade de pressão entre duas soluções.
20 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
21 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
22 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
23 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
24 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
25 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
26 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
27 Mononucleose infecciosa: Doença de progressão benigna, muito comum, causada pela infecção pelo vírus Epstein-Barr e transmitida pelo contato com saliva contaminada. Seus sintomas incluem: mal-estar, dor de cabeça, febre, dor de garganta, ínguas principalmente no pescoço, inflamação do fígado. Acomete mais freqüentemente adolescentes e adultos jovens.
28 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
29 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
30 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
31 Mononucleose: Doença de progressão benigna, muito comum, causada pela infecção pelo vírus Epstein-Barr e transmitida pelo contato com saliva contaminada. Seus sintomas incluem: mal-estar, dor de cabeça, febre, dor de garganta, ínguas principalmente no pescoço, inflamação do fígado. Acomete mais freqüentemente adolescentes e adultos jovens.
32 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
33 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
34 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
35 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
36 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
37 Lactante: Que produz leite; que aleita.
38 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
39 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
40 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
41 Língua:
42 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
43 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
44 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
45 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
46 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
47 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
48 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
49 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
50 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
51 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
52 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
53 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
54 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
55 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
56 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
57 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
58 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
59 Trombo: Coágulo aderido à parede interna de uma veia ou artéria. Pode ocasionar a diminuição parcial ou total da luz do mesmo com sintomas de isquemia.
60 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
61 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
62 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
63 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
64 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
65 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
66 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
67 Trato Urinário:
68 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.

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