K.U. DOXORUBICIN HCL

MEIZLER

Atualizado em 09/12/2014

K.U. DOXORUBICIN HCL
Cloridrato de Doxorrubicina
Liófilo Injetável - i.v.

Forma Farmacêutica e Apresentações de K.U. Doxorubicin Hcl

K.U. Doxorubicin HCl apresenta-se sob a forma de pó liofilizado1, de coloração vermelho-alaranjada, para administração intravenosa após reconstituição, acondicionado em frascos-ampolas contendo 10mg e 50mg de Cloridrato de Doxorrubicina. Caixas contendo 1 frasco-ampola, para cada dosagem.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de K.U. Doxorubicin Hcl

Liófilo injetável de 10mg:
Cada frasco-ampola contém:
Cloridrato de Doxorrubicina ....................10 mg    
Lactose2 ....................50 mg    

Liófilo injetável de 50mg:
Cada frasco-ampola contém:
Cloridrato de Doxorrubicina ....................50 mg    
Lactose2 ....................250 mg    

Informações ao Paciente de K.U. Doxorubicin Hcl

K.U. Doxorubicin HCl é um antibiótico com propriedades antiinfecciosas mas que, por sua potente ação citotóxica, é usado em tratamentos de diversos tumores, tais como leucemias, sarcomas, neuroblastomas, carcinomas e linfomas.O medicamento deve ser conservado em sua embalagem original, sob temperatura entre  15 ºC e 30 ºC, ao abrigo da luz, calor e umidade excessiva.
O prazo de validade de K.U. Doxorubicin HCl é de 24 meses, a contar da sua data de fabricação, nas condições acima citadas (vide rótulo e cartucho).
Reconstituir o medicamento conforme indicado. Caso ocorra, após a reconstituição, formação de precipitados, turbidez ou descoloração da solução, o produto deverá ser descartado.
Qualquer conteúdo remanescente da solução reconstituída deve ser descartado.

"NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO"

Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe seu médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS"

K.U. Doxorubicin HCl tem sido usado em combinação com outros agentes antineoplásicos, podendo potencializar a toxicidade4 de outras terapias antineoplásicas e vice-versa. A monitoração constante de reações adversas e ajustes de doses devem ser considerados.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

"NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE5"

K.U. Doxorubicin HCl é para uso exclusivamente intravenoso.

Informações Técnicas de K.U. Doxorubicin Hcl

Modo de Ação de K.U. Doxorubicin Hcl

Cloridrato de Doxorrubicina é um antibiótico antineoplásico com ações farmacológicas similares àquelas da daunorrubicina e dactinomicina. Embora a droga tenha propriedades antiinfecciosas, sua citotoxicidade exclui seu uso como um agente antiinfeccioso. Os mecanismos precisos da ação antineoplásica de Cloridrato de Doxorrubicina não estão completamente esclarecidos. Evidências experimentais indicam que Cloridrato de Doxorrubicina forma um complexo com o DNA pela intercalação entre os pares de bases, causando a inibição da síntese de DNA e síntese de RNA dependente de DNA, pelo molde defeituoso da molécula resultante da desordem e obstrução estérica.Cloridrato de Doxorrubicina também inibe a síntese de proteínas6 e é ativo em todo o ciclo de divisão celular, inclusive na intérfase.
De todos os tipos de células7 testadas in vitro, as células7 cardíacas são as mais sensíveis aos efeitos de Cloridrato de Doxorrubicina, seguidas pelas células7 de sarcoma8 e melanoma9 e fibroblastos10 normais dos músculos11 e pele12.
Normalmente, os tecidos de proliferação rápida, tais como os da medula óssea13, mucosas14 oral e do trato gastrintestinal e folículos capilares15, são também afetados em vários graus.
Cloridrato de Doxorrubicina tem também atividade imunossupressora.

Farmacocinética:
Cloridrato de Doxorrubicina não é estável em ácido gástrico16 e estudos em animais indicam que não é absorvido pelo trato gastrintestinal. A droga é extremamente irritante para tecidos, devendo, portanto, ser administrada por via intravenosa.
Cloridrato de Doxorrubicina é amplamente distribuído no plasma17 e nos tecidos. Após 30 segundos da administração, Cloridrato de Doxorrubicina já está presente no fígado18, pulmões19, coração20 e rins21.
Cloridrato de Doxorrubicina é absorvido pelas células7, por substâncias que interagem com componentes celulares, particularmente os ácidos nucléicos.
Cloridrato de Doxorrubicina não atravessa a barreira hemato-encefálica22 ou não atinge concentração mensurável no líquido cerebrospinal e no tecido23 cerebral.
Traços de Cloridrato de Doxorrubicina têm sido encontrados em fetos de camundongos cujas mães receberam a droga durante a gravidez3, e há informações limitadas para indicar se Cloridrato de Doxorrubicina atravessa a placenta humana. Porém, estes mesmos dados indicam que Cloridrato de Doxorrubicina é distribuído no leite materno, atingindo concentrações que freqüentemente excedem àquelas do plasma17; doxorrubicinol (seu principal metabólito24) também se distribui no leite materno.
Concentrações plasmáticas de Cloridrato de Doxorrubicina e seus metabólitos25 sofrem eliminação em um processo de três fases.
Na primeira fase, Cloridrato de Doxorrubicina é rapidamente metabolizado, presumivelmente pelo efeito de primeira passagem no fígado18. Parece que a maior parte do seu metabolismo26 ocorre antes mesmo da dose completa ser administrada.
Cloridrato de Doxorrubicina e seus metabólitos25 são rapidamente distribuídos no compartimento extravascular27, com meia-vida plasmática de aproximadamente 0,6 horas para a droga, e de 3,3 horas para seus metabólitos25. Isto é seguido pelas concentrações relativamente prolongadas no plasma17 da droga e seus metabólitos25, provavelmente resultante da ligação com os tecidos.
Durante a segunda fase, a meia-vida plasmática de Cloridrato de Doxorrubicina é de 16,7 horas, e de seus metabólitos25, em torno de 31,7 horas. Pacientes com insuficiência hepática28 têm concentrações prolongadas e elevadas tanto da droga como de seus metabólitos25.
Cloridrato de Doxorrubicina é metabolizado no fígado18 e em outros tecidos pela enzima29 aldoceto redutase, resultando em doxorrubicinol (adriamicinol), seu principal metabólito24, o qual tem atividade antineoplásica. Outros metabólitos25 que são terapeuticamente inativos, incluem doxorrubicinona (adriamicinona), agliconas e conjugados. Mais de 20‰ do total da droga no plasma17 estão presentes como metabólitos25 após 5 minutos de administração da dose, 70‰ em 30 minutos, 75‰ em 4 horas e 90‰ em 24 horas.
Cloridrato de Doxorrubicina é excretado predominantemente na bile30. Atesta-se que 10‰ a 20‰ da dose única é excretada nas fezes em 24 horas e 40‰ a 50‰ da dose é excretada na bile30 ou fezes dentro de 7 dias. Cerca de 50‰ da droga na bile30 é encontrada como inalterada, 23‰ é doxorrubicinol e o restante são outros metabólitos25, incluindo agliconas e derivados. Uma quantidade entre 4‰ a 5‰ da dose administrada é excretada na urina31 após 5 dias, principalmente como Cloridrato de Doxorrubicina inalterado. Parece que muito pouco da droga é excretado após estes 5 dias.

Indicações de K.U. Doxorubicin Hcl

K.U. Doxorubicin HCl tem sido usado com sucesso na terapia de primeira linha nas seguintes condições neoplásicas32: leucemia33 linfoblástica aguda, leucemia33 mieloblástica aguda, tumor34 de Wilm, neuroblastoma, sarcomas de tecidos moles e de ossos, carcinoma35 de mama36, carcinoma35 de ovário37, carcinoma35 avançado do endométrio38, carcinoma35 de células7 transitórias da bexiga39, carcinoma35 de tireóide, linfomas do tipo Hodgkin e não Hodgkin, carcinoma35 gástrico e carcinoma35 broncogênico, no qual o tipo histológico40 de células7 pequenas é mais responsivo em comparação a outros tipos celulares.
K.U. Doxorubicin HCl tem também demonstrado resultados promissores na terapia de segunda linha em câncer41 testicular refratário e carcinomas de cabeça42 e de pescoço43.
Outros tumores sólidos têm demonstrado algum grau de resposta, porém o número é limitado para justificar a recomendação específica.
Estudos, até esta data, têm demonstrado que melanoma9 maligno, carcinoma35 de rim44, carcinoma35 de intestino grosso45, tumores cerebrais e metástases46 do Sistema Nervoso Central47 não respondem significativamente à terapia com K.U. Doxorubicin HCl.

Contra-Indicações de K.U. Doxorubicin Hcl

A terapia com K.U. Doxorubicin HCl não deve ser iniciada em pacientes com mielossupressão acentuada induzida por tratamento prévio com outros agentes antineoplásicos ou por radioterapia48.Não existem dados conclusivos que doença cardíaca preexistente possa ser um cofator de aumento de risco da toxicidade4 cardíaca induzida por K.U. Doxorubicin HCl. Dados preliminares sugerem que, em tais casos, a toxicidade4 cardíaca pode ocorrer com doses menores que o limite cumulativo recomendado. Dessa maneira, não é recomendado iniciar a terapia com K.U. Doxorubicin HCl nestes casos. O tratamento com K.U. Doxorubicin HCl está contra-indicado em pacientes que receberam tratamento prévio com doses cumulativas completas de Doxorrubicina e/ou daunorrubicina, m-AMSA ou outros agentes cardiotóxicos conhecidos.
Este medicamento também é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade aos hidroxibenzoatos, bem como na gravidez3 e lactação49. O tratamento tópico50 intravesical com K.U. Doxorubicin HCl é também contra-indicado em pacientes com tumores de bexiga39 complicados por estenose51 da uretra52, que impedem o uso de cateter uretral53, por infecções54 do trato urinário55 resistentes à terapia habitual e no caso de tumores invasivos da parede da bexiga39.

Precauções Gerais de K.U. Doxorubicin Hcl

O tratamento inicial com K.U. Doxorubicin HCl exige rigorosa observação do paciente e extensiva monitoração laboratorial. É recomendado, portanto, que os pacientes sejam hospitalizados, pelo menos, durante a primeira fase do tratamento.
Como outras drogas citotóxicas, K.U. Doxorubicin HCl pode induzir desde hiperuricemia secundária à rápida lise56 das células7 neoplásicas32. O médico deve monitorar o nível de ácido úrico no sangue57 do paciente e estar preparado para usar medidas farmacológicas e de suporte, que poderão ser necessárias para o controle deste problema.
K.U. Doxorubicin HCl confere uma coloração vermelha à urina31 por 1 ou 2 dias após a administração do medicamento, devendo os pacientes serem alertados para a ocorrência desse fenômeno durante a terapia.

Advertências:
Necrose58 severa do tecido23 no local de aplicação poderá ocorrer se houver extravasamento durante a administração da droga. K.U. Doxorubicin HCl não deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea59.
Toxicidade4 do miocárdio60 grave e irreversível, com insuficiência cardíaca congestiva61, freqüentemente não responsiva a qualquer terapia de suporte, pode ocorrer com uma dose total de 550mg/m2. Esta toxicidade4 pode ocorrer em doses cumulativas mais baixas em pacientes com radiação mediastinal prévia ou terapia concomitante de ciclofosfamida.
As doses devem ser reduzidas em pacientes com insuficiência hepática28.
Mielossupressão severa pode ocorrer.
Este medicamento só deve ser administrado sob a supervisão de um médico experiente no uso de agentes quimioterápicos.
Atenção especial deve ser dada para a toxicidade4 cardíaca provocada pelo K.U. Doxorubicin HCl. Embora incomum, falha aguda do ventrículo esquerdo tem ocorrido, particularmente em pacientes que receberam altas doses da droga, maiores que o limite normalmente recomendado (550mg/m2). O limite é mais baixo (400mg/m2) para pacientes62 que receberam radioterapia48 para área do mediastino63 ou terapia concomitante com outros agentes cardiotóxicos como a ciclofosfamida.
A dose total de K.U. Doxorubicin HCl administrada para o paciente deve também considerar a dose prévia ou concomitantemente administrada de outros compostos relacionados, tais como a daunorrubicina. Falha congestiva cardíaca e/ou cardiomiopatias podem ocorrer muitas semanas após a descontinuação da terapia com K.U. Doxorubicin HCl.
A insuficiência cardíaca64 freqüentemente não regride mesmo com o emprego de tratamentos de suporte cardíaco atualmente conhecidos. Diagnóstico65 clínico precoce de insuficiência cardíaca64 induzida pela droga parece ser essencial para o sucesso do tratamento com digitálicos, diuréticos66, dieta hipossódica e repouso absoluto.
Grave toxicidade4 cardíaca pode ocorrer, precipitadamente, sem alterações antecedentes do ECG. Sugere-se que ECG basal e outros ECG sejam feitos antes de cada dose ou curso, após ter sido administrada uma dose cumulativa de 300mg/m2. Alterações transitórias do ECG consistindo de achatamento67 da onda T, depressão S-T e arritmias68, persistindo até duas semanas após uma dose ou curso de K.U. Doxorubicin HCl, não são significativamente consideradas como indicações para a suspensão da terapia com K.U. Doxorubicin HCl.
Têm-se relatado que a cardiomiopatia pelo uso de K.U. Doxorubicin HCl esteja associada a uma redução persistente na voltagem do complexo QRS, um prolongamento do tempo de intervalo sistólico e uma redução da fração de ejeção conforme determinado pela ecocardiografia ou angiografia69 radioisotópica.
Ainda não foi confirmado que estes testes consistentemente identificam aqueles pacientes que estão se aproximando de sua dose cumulativa máxima de K.U. Doxorubicin HCl. Se os resultados dos testes indicarem alterações na função cardíaca associada a este medicamento, o benefício da continuidade da terapia deve ser cuidadosamente avaliado em relação ao risco de se produzir dano cardíaco irreversível. Tem-se relatado a ocorrência de arritmias68 agudas com risco de vida, durante ou poucas horas após a administração de K.U. Doxorubicin HCl.
Há uma alta incidência70 de depressão de medula óssea13, principalmente de leucócitos71, que requer monitoração hematológica cuidadosa. Com o esquema de dose recomendado, a leucopenia72 é normalmente transitória, atingindo o seu ápice em 10 a 14 dias após o tratamento, com a recuperação usualmente ocorrendo pelo 21º dia. Contagens de leucócitos71 com valores, às vezes, abaixo de 1.000/mm3 são esperadas durante o tratamento com K.U. Doxorubicin HCl. Os níveis de hemácias73 e plaquetas74 também devem ser monitorados, visto que estes também podem estar deprimidos. Toxicidade4 hematológica pode requerer redução, suspensão da dose ou interrupção definitiva da terapia com K.U. Doxorubicin HCl. Mielossupressão grave e persistente pode resultar em superinfecção75 ou hemorragia76.
K.U. Doxorubicin HCl pode potencializar a toxicidade4 de outras terapias antineoplásicas. Há relatos de exacerbação de cistite77 hemorrágica78, induzida pela ciclofosfamida, e aumento da hepatotoxicidade79 da mercaptopurina. Colite80 necrotizante manifestada por tiflite (inflamação81 do ceco82), sangue57 presente nas fezes e infecções54 graves (às vezes fatais), têm sido associadas com uma combinação de K.U. Doxorubicin HCl administrado por via intravenosa rápida, diariamente, por 3 dias e citarabina administrada por infusão contínua, diariamente, por 7 ou mais dias. Toxicidade4 do miocárdio60, mucosas14, pele12 e fígado18 induzida por radiação tem sido relatada como aumentada com a administração deste medicamento.
A toxicidade4 com as doses recomendadas do produto é aumentada por disfunção hepática83. Dessa maneira, antes de se estabelecer a dose individual, recomenda-se avaliar a função hepática83, usando testes clínicos laboratoriais convencionais, tais como TGO e TGP séricas, fosfatase alcalina84 e bilirrubina85.
Durante a administração intravenosa deste medicamento, pode ocorrer extravasamento com ou sem sensação de formigamento ou queimação, mesmo se o sangue57 retornar adequadamente na aspiração da agulha de infusão. Se ocorrerem quaisquer sinais86 ou sintomas87 de extravasamento, a injeção88 ou infusão deverá ser imediatamente interrompida e reiniciada em outra veia. Há relatos de grave necrose58 do tecido23 local.
Se houver suspeita ou conhecimento da ocorrência de extravasamento subcutâneo89, infiltração local de corticosteróide injetável e irrigação com Soro90 Fisiológico91 podem diminuir a reação local. Em virtude da natureza progressiva das reações de extravasamento, o local de aplicação da injeção88 deve ser freqüentemente examinado, bem como verificada a necessidade de cirurgia plástica. Se houver início de ulceração92, a excisão ampla e precoce da área envolvida deve ser considerada.
K.U. Doxorubicin HCl não deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea59.
K.U. Doxorubicin HCl e compostos afins têm demonstrado propriedades carcinogênicas e mutagênicas, quando testados em modelos experimentais.

Uso na gravidez3 e lactação49:
K.U. Doxorubicin HCl é embriotóxico e teratogênico93 em ratos, e embriotóxico e abortivo em coelhos. Dessa maneira, os benefícios para gestantes devem ser cuidadosamente avaliados contra a toxicidade4 potencial ao feto94 e embrião.
Não foi estabelecido o uso seguro de K.U. Doxorubicin HCl em gestantes.
As possíveis reações adversas sobre a fertilidade de homens, mulheres e em estudos com animais, não foram adequadamente avaliadas.
Informações limitadas indicam que K.U. Doxorubicin HCl é excretado no leite materno. Devido a sua citotoxicidade, o uso dessa droga deve ser evitado em lactantes95.

Uso em crianças:
O uso desta droga em crianças deve ser feito com prudência pela manifestação dos efeitos adversos.

Uso em idosos:
Embora não existam informações e estudos específicos e conclusivos a respeito do uso deste medicamento neste grupo de pacientes, recomenda-se que a administração de K.U. Doxorubicin HCl seja feita com extrema cautela.

Interações Medicamentosas de K.U. Doxorubicin Hcl

K.U. Doxorubicin HCl tem sido usado em combinação com outros agentes antineoplásicos. Embora a combinação quimioterápica tenha se mostrado mais efetiva do que terapias com único agente, em alguns tipos de neoplasias96, os benefícios e riscos de tal terapia não foram completamente elucidados.
K.U. Doxorubicin HCl pode potencializar a toxicidade4 de outras drogas antineoplásicas e vice-versa. K.U. Doxorubicin HCl tem sido muito associado com os efeitos de cistites hemorrágicas97 induzidas por ciclofosfamida e ao aumento da hepatoxicidade induzida por mercaptopurina. A administração concomitante ou prévia de ciclofosfamida, daunorrubicina ou radiação da região cardíaca pode potencializar os efeitos cardiotóxicos de K.U. Doxorubicin HCl, e sua dose máxima cumulativa deve ser reduzida.
K.U. Doxorubicin HCl não deve ser misturado com heparina ou fluorouracila, pois essas drogas são incompatíveis, podendo ocorrer formação de precipitados.
Até que dados específicos de compatibilidade estejam disponíveis, não se recomenda a mistura de K.U. Doxorubicin HCl com outras drogas. K.U. Doxorubicin HCl tem sido corretamente usado com outros agentes quimioterápicos aprovados. Há evidências disponíveis de que, em alguns tipos de neoplasias96, uma combinação quimioterápica é superior a agentes isolados. Os benefícios e riscos de tal terapia continuam por ser elucidados.

Reações Adversas de K.U. Doxorubicin Hcl

As toxicidades dose-limitantes da terapia são a mielossupressão e cardiotoxicidade. Outras reações relatadas são:
*Cutâneas98: alopecia99 completa e reversível ocorre na maioria dos casos. Hiperpigmentação dos leitos unguiais e das pregas dérmicas, principalmente em crianças, e onicólise100 têm sido relatadas em alguns casos. Reações que lembram reação cutânea101 à radioterapia48 prévia têm ocorrido com a administração de K.U. Doxorubicin HCl.
*Gastrintestinais: náuseas102 e vômitos103 agudos ocorrem freqüentemente e podem ser severos. Isto pode ser atenuado por terapia antiemética. Inflamações104 nas mucosas14 (estomatite105 e esofagite106) podem ocorrer em 5 a 10 dias após a administração. Este efeito pode ser severo levando à ulceração92 e representa um local de origem para infecções54 severas. O regime de doses consistindo da administração de K.U. Doxorubicin HCl por 3 dias consecutivos resulta em maior incidência70 e severidade das inflamações104 de mucosas14. Ulceração92 e necrose58 do cólon107, especialmente ceco82, podem ocorrer levando ao sangramento ou à graves infecções54 que podem ser fatais. Esta reação tem sido relatada em pacientes com leucemia33 não linfocítica aguda tratada com K.U. Doxorubicin HCl, combinada com citarabina, durante 3 dias. Anorexia108 e diarréia109 têm sido ocasionalmente relatadas.
*Vasculares110: flebosclerose tem sido relatada especialmente quando são usadas pequenas veias111 ou uma única veia usada para administração repetida. Rubor facial pode ocorrer se a injeção88 for administrada muito rapidamente.
*Locais: inflamação81 grave, vesicação e necrose58 tissular112 ocorrerão se K.U. Doxorubicin HCl extravasar durante a administração. Faixa eritematosa113 ao longo da veia nas proximidades do local da injeção88 tem sido observada.
*Hipersensibilidade: há relatos ocasionais de febre114, calafrios115 e urticária116. Pode ocorrer anafilaxia117. Um caso de sensibilidade cruzada aparente com a lincomicina foi relatado.
*Outras: Conjuntivite118 e lacrimejamento ocorrem raramente.

Posologia de K.U. Doxorubicin Hcl

Cuidados na administração de K.U. Doxorubicin HCl reduz a possibilidade de infiltração perivenosa. Isso também diminui a chance de reações locais, tais como urticária116 e o surgimento de uma faixa eritematosa113.O regime de doses mais utilizado é de 60 a 75mg/m2, numa dose única administrada por injeção88 intravenosa, em intervalos de 21 dias.
Doses mais baixas devem ser administradas para pacientes62 com reservas medulares inadequadas devido à idade avançada, terapia anterior ou infiltração antineoplásica da medula119.
Um regime alternativo de dose é administrar, semanalmente, doses de 20mg/m2, o que tem sido relatado produzir uma incidência70 mais baixa de falha cardíaca congestiva; 30mg/m2 em 3 dias sucessivos, repetidos a cada 4 semanas também têm sido empregados.
A dose de K.U. Doxorubicin HCl deve ser reduzida se os níveis séricos de bilirrubina85 estiverem elevados, segundo a tabela seguinte:

Níveis Séricos        Retenção BSP    Dose Recomendada
de Bilirrubina85            
1,2 a 3,0mg        De 9‰ a 15‰    50‰ da dose normal    
Maior que 3,0mg/100mL    Maior que 15‰    25‰ da dose normal    

Para melhor empregar K.U. Doxorubicin HCl em combinação com outros agentes mielossupressores, necessita-se de ajuste de dose, de acordo com o regime e esquema a ser adotado.
É recomendado que K.U. Doxorubicin HCl seja administrado lentamente, através de um tubo de infusão intravenosa com Soro90 Fisiológico91 ou Soro90 Glicosado a 5‰. O tubo deverá estar ligado a uma agulha inserida preferencialmente dentro de uma grande veia. Se possível, evitar veias111 que estejam sobre articulações120 ou nas extremidades, as quais apresentem a circulação linfática121 ou venosa comprometidas. A velocidade de administração vai depender do tamanho da veia e da dose, entretanto, a dose deve ser administrada em não menos do que 3 a 5 minutos. O aparecimento de uma faixa eritematosa113 ao longo da veia, bem como de rubor facial, podem ser indicativos de uma administração demasiadamente rápida. Uma sensação de formigamento ou queimação pode ser indicativa de infiltração perivenosa, devendo a infusão ser interrompida imediatamente e reiniciada em outra veia. Infiltração perivenosa pode ocorrer sem dor.

Administração de K.U. Doxorubicin Hcl

Os frascos-ampolas de K.U. Doxorubicin HCl devem ser manuseados apenas por pessoas treinadas. Este manuseio deve ser feito em área propriamente designada (sobre bandeja lavável ou papel plástico descartável) e por funcionárias não grávidas, já que se trata de um agente citotóxico122.
Deve-se também utilizar proteção para olhos123, luvas descartáveis, máscaras e aventais descartáveis.
Reações cutâneas98 associadas ao K.U. Doxorubicin HCl têm sido relatadas. Deve-se ter cuidado na manipulação e preparação do pó e solução.
Seringas e material para infusão devem ser cuidadosamente manuseados e montados para evitar vazamentos.
Todas as superfícies expostas devem ser limpas, lavando-se em seguida as mãos124 e o rosto.
Todas as agulhas usadas devem ser colocadas no coletor de materiais perfurocortantes infectantes e encaminhadas para coleta apropriada.
Qualquer porção não utilizada da solução reconstituída deve ser descartada.
Se houver contato acidental com os olhos123, deve-se lavar imediatamente com água e sabão e remover toda a roupa contaminada. Se o produto for, acidentalmente, inalado ou ingerido, recomenda-se procurar um médico imediatamente.
Não utilizar o medicamento após vencido o prazo de validade.
As soluções reconstituídas que apresentarem turvação ou depósitos antes da administração não devem ser administradas no paciente. Drogas de uso parenteral devem ser inspecionadas, visualmente, quanto ao seu conteúdo e descoloração prévia antes da administração, quando a solução e a embalagem permitirem.
Utilizar frascos-ampolas adequadamente armazenados (entre 15 ºC e 30 ºC). Utilizar proteção para as mãos124 para abrir os frascos-ampolas.
K.U. Doxorubicin HCl 10mg e 50mg devem ser reconstituídos, respectivamente, em 5mL e 25mL de Soro90 Fisiológico91 ou Água Estéril para Injeções, resultando em uma solução com concentração final de 2mg/mL do produto. Se for utilizada Água Estéril para Injeções na reconstituição, a solução resultante deve ser modificada para tornar-se isotônica125 antes da administração, pela adição de 2 a 3 vezes o volume de Soro90 Fisiológico91 à solução aquosa. Um volume de ar apropriado deve ser retirado do frasco-ampola durante a reconstituição, para evitar aumento excessivo da pressão.
Diluentes bacteriostáticos não são recomendados. Após a adição do diluente, o frasco-ampola deve ser agitado até a dissolução do conteúdo. A solução reconstituída é estável por 24 horas à temperatura ambiente, e 48 horas sob refrigeração (2 ºC a 8 ºC). A solução deve ser protegida da exposição direta à luz solar. K.U. Doxorubicin HCl é instável em soluções com pH inferior a 3 ou superior a 7.
Esta solução destina-se à dose única e, portanto, qualquer solução remanescente deve ser descartada.
Uso exclusivamente intravenoso.
K.U. Doxorubicin HCl não deve ser misturado com heparina ou fluorouracila, pois essas drogas são incompatíveis, podendo ocorrer formação de precipitados.
Até que dados específicos de compatibilidade estejam disponíveis, não se recomenda a mistura de K.U. Doxorubicin HCl com outras drogas. K.U. Doxorubicin HCl tem sido corretamente usado com outros agentes quimioterápicos aprovados. Há evidências disponíveis de que, em alguns tipos de neoplasias96, uma combinação quimioterápica é superior a agentes isolados. Os benefícios e riscos de tal terapia continuam por ser elucidados.

Superdosagem de K.U. Doxorubicin Hcl

A superdosagem aguda deste produto aumenta os efeitos tóxicos de inflamações104 de mucosas14, leucopenia72 e trombocitopenia126. O tratamento da superdosagem aguda consiste no tratamento de pacientes severamente mielossuprimidos: hospitalização, antibióticos, e transfusões granulocíticas e plaquetárias, além de tratamento sintomático127 de inflamações104 de mucosas14.
A superdosagem crônica, com doses cumulativas excedendo 550mg/m2, aumenta o risco de cardiopatias e falha cardíaca congestiva. O tratamento consiste de rigorosa correção da falha cardíaca congestiva com digitálicos e diuréticos66. O uso de vasodilatadores periféricos tem sido recomendado.


USO RESTRITO A HOSPITAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

K.U. DOXORUBICIN HCL - Laboratório

MEIZLER
Alameda Juruá, 149 - Alphaville
Barueri/SP - CEP: 06455-010
Tel: 11-4195-6613
Fax: 11-4195-6621
Email: diretoria@meizler.com.br
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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
5 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
6 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
7 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
8 Sarcoma: Neoplasia maligna originada de células do tecido conjuntivo. Podem aparecer no tecido adiposo (lipossarcoma), muscular (miossarcoma), ósseo (osteosarcoma), etc.
9 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
10 Fibroblastos: Células do tecido conjuntivo que secretam uma matriz extracelular rica em colágeno e outras macromoléculas.
11 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
12 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
13 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
14 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
15 Capilares: Minúsculos vasos que conectam as arteríolas e vênulas.
16 Ácido Gástrico: Ácido clorídrico presente no SUCO GÁSTRICO.
17 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
18 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
19 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
20 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
21 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
22 Encefálica: Referente a encéfalo.
23 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
24 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
25 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
26 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
27 Extravascular: Relativo ao exterior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
28 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
29 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
30 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
31 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
32 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
33 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
34 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
35 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
36 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
37 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
38 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
39 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
40 Histológico: Relativo à histologia, ou seja, relativo à disciplina biomédica que estuda a estrutura microscópica, composição e função dos tecidos vivos.
41 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
42 Cabeça:
43 Pescoço:
44 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
45 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
46 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
47 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
48 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
49 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
50 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
51 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
52 Uretra: É um órgão túbulo-muscular que serve para eliminação da urina.
53 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
54 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
55 Trato Urinário:
56 Lise: 1. Em medicina, é o declínio gradual dos sintomas de uma moléstia, especialmente de doenças agudas. Por exemplo, queda gradual de febre. 2. Afrouxamento, deslocamento, destruição de aderências de um órgão. 3. Em biologia, desintegração ou dissolução de elementos orgânicos (tecidos, células, bactérias, microrganismos) por agentes físicos, químicos ou enzimáticos.
57 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
58 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
59 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
60 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
61 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
62 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
63 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
64 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
65 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
66 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
67 Achatamento: 1. Ato ou efeito de achatar (-se); achatadura, depressão, rebaixamento. 2. Na astronomia, trata-se de um parâmetro geralmente muito pequeno, que caracteriza a não esfericidade de um astro em rotação, igual à variação relativa de uma grandeza quando se passa do equador ao polo. 3. Que tem ou tomou forma chata, plana.
68 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
69 Angiografia: Método diagnóstico que, através do uso de uma substância de contraste, permite observar a morfologia dos vasos sangüíneos. O contraste é injetado dentro do vaso sangüíneo e o trajeto deste é acompanhado através de radiografias seriadas da área a ser estudada.
70 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
71 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
72 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
73 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
74 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
75 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
76 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
77 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
78 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
79 Hepatotoxicidade: É um dano no fígado causado por substâncias químicas chamadas hepatotoxinas.
80 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
81 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
82 Ceco: Bolsa cega (ou área em fundo-de-saco) do INTESTINO GROSSO, localizada abaixo da entrada do INTESTINO DELGADO. Apresenta uma extensão em forma de verme, o APÊNDICE vermiforme.
83 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
84 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
85 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
86 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
87 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
88 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
89 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
90 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
91 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
92 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
93 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
94 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
95 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
96 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
97 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
98 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
99 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
100 Onicólise: Destruição da unha devido a infecções micóticas, bacterianas ou por processos tóxicos.
101 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
102 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
103 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
104 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
105 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
106 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
107 Cólon:
108 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
109 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
110 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
111 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
112 Tissular: Relativo a tecido orgânico.
113 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
114 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
115 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
116 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
117 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
118 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
119 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
120 Articulações:
121 Circulação linfática:
122 Citotóxico: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
123 Olhos:
124 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
125 Isotônica: Relativo à ou pertencente à ação muscular que ocorre com uma contração normal. Em química, significa a igualdade de pressão entre duas soluções.
126 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
127 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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