ESTROFEM 2 mg

MEDLEY

Atualizado em 08/12/2014

ESTROFEM® 2 mg
Estradiol

Forma Farmacêutica e Apresentação de Estrofem

ComprimidoS. Embalagem contendo 28 comprimidos.
ESTROFEM® é marca registrada de propriedade da Novo Nordisk A/S.

USO ADULTO

Composição de Estrofem


Cada comprimido contém:
Estradiol     2 mg
Excipientes q.s.p.     1 comprimido
Excipientes: lactose1 monohidratada, amido de milho, gelatina, talco, estearato de magnésio, dióxido de titânio, metilhidroxipropilcelulose, pasta azul.

Informações ao Paciente de Estrofem

 ·    Ação esperada do medicamento: ESTROFEM® (Estradiol) é um medicamento utilizado para suplementar ou substituir a produção de estrogênios endógenos pelos ovários2. ESTROFEM® (Estradiol) ameniza ou até mesmo elimina por completo os sintomas3 da deficiência estrogênica.·    Cuidados de armazenamento: ESTROFEM® (Estradiol) deve ser conservado em temperatura ambiente, em local seco e ao abrigo da luz.
·    Prazo de validade: O seu prazo de validade é de 48 meses e encontra-se gravado na embalagem externa. Verifique sempre o prazo de validade do medicamento antes de usá-lo. Nunca use medicamento com o prazo de validade vencido, pois pode ser prejudicial à sua saúde4.
·    Gravidez5 e lactação6: Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 durante ou após o término do tratamento com ESTROFEM® (Estradiol). Informar ao médico se estiver amamentando.
·    Cuidados de administração: Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para não haver enganos. Não utilize ESTROFEM® (Estradiol) caso haja sinais7 de violação e/ou danificações da embalagem.
Deve-se administrar 1 comprimido de ESTROFEM® (Estradiol) a cada dia, sem interrupção. Siga a orientação do seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
 ·    Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
·    Reações adversas: Informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer sensibilidade das mamas8, náusea9 e edema10.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

 ·    Contra-indicações e Precauções: ESTROFEM® (Estradiol) está contra-indicado para pacientes11 com hipersensibilidade ao estradiol ou demais componentes do medicamento; câncer12 de mama13; câncer12 de endométrio14; porfiria15 e gravidez5.
ESTROFEM® (Estradiol) não apresenta efeito contraceptivo.
Informe ao médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento com ESTROFEM® (Estradiol). Medicamentos contendo barbitúricos, fenitoína, rifampicina e carbamazepina causam diminuição do efeito de ESTROFEM® (Estradiol).

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE4.

Informações Técnicas de Estrofem

O estrogênio 17b-estradiol, princípio ativo do ESTROFEM®, é idêntico química e biologicamente ao 17b-estradiol humano e classificado, portanto, como estrogênio humano.

O 17b-estradiol humano induz e mantém as características sexuais primárias e secundárias. O efeito biológico do 17b-estradiol ocorre através de receptores estrogênicos específicos. O complexo receptor-esteróide liga-se ao DNA celular e induz a síntese de proteínas16 específicas. O estradiol exerce influência sobre processos metabólicos por exemplo, redução dos níveis de LDL17 (lipoproteína de baixa densidade) e aumento dos níveis de HDL18 (lipoproteína de alta densidade) e de triglicerídeos. O 17b-estradiol aumenta a SHBG-BC (capacidade de ligação da globulina19 carreadora de hormônio20 sexual) e a CBG-BC (capacidade de ligação da globulina19 carreadora de corticosteróide) e suprime as gonadotrofinas FSH (hormônio20 folículo21 estimulante) e LH (hormônio20 luteinizante).

Farmacocinética

ESTROFEM® (Estradiol) contém 17b-estradiol micronizado, que após administração por via oral é absorvido rápido e eficientemente pelo trato gastrointestinal, alcançando concentração plasmática máxima em 4 - 6 horas. Após administração de ESTROFEM® (Estradiol), os níveis plasmáticos de 17b-estradiol no estado de equilíbrio variam entre 70 - 100 pg/ml. O 17b-estradiol tem uma meia vida de, aproximadamente, 14 - 16 horas. A ligação do 17b-estradiol às proteínas16 plasmáticas é maior que 90%.

O 17b-estradiol sofre metabolismo22 principalmente hepático, sendo oxidado a estrona, que é posteriormente convertida a estriol. Os estrogênios são excretados na bile23 e sofrem reabsorção intestinal, ocorrendo degradação durante o ciclo entero-hepático. O 17b-estradiol e seus metabólitos24 são excretados na urina25 (90-95%) como glicuronídeos inativos e sulfatos conjugados, ou nas fezes (5-10%) na grande maioria como não-conjugados.

Indicações de Estrofem

ESTROFEM® (Estradiol) é indicado para o tratamento da síndrome26 de deficiência estrogênica, incluindo prevenção da perda do conteúdo mineral ósseo em mulheres na pós-menopausa27, com alto risco de apresentar fraturas.
Em mulheres com o útero28 intacto, deve-se considerar o uso de tratamento com oposição (progestogênio).

Contra-Indicações de Estrofem


- hipersensibilidade conhecida ao estradiol ou aos demais componentes do produto;

- história anterior ou suspeita de câncer12 de mama13;
- neoplasia29 estrogênio-dependente conhecida ou suspeita, por exemplo câncer12 do endométrio14;

- porfiria15;

- gravidez5 conhecida ou suspeita.

Precauções/Advertências de Estrofem

ESTROFEM® (Estradiol) não apresenta efeito anticoncepcional.

Estabeleceu-se que o tratamento com estrogênios sem oposição aumenta o risco de hiperplasia30 do endométrio14 e câncer12.

A hiperplasia endometrial31 (atípica ou adenomatosa) geralmente precede o câncer12 do endométrio14. Hiperplasias endometriais podem ser evitadas através da proteção do endométrio14 com administração de dose suficiente de progestogênio por, pelo menos, 10 dias em cada ciclo.

Já foram feitas algumas considerações sobre o risco possível de desenvolvimento de câncer12 de mama13 em mulheres tratadas com estrogênio. Embora muitos estudos não tenham revelado aumento da incidência32 de câncer12 de mama13, alguns mostraram um pequeno aumento desta incidência32 com terapia estrogênica prolongada (10 anos ou mais). Pesquisas epidemiológicas não mostraram aumento de mortalidade33, em casos de câncer12 de mama13, entre mulheres tratadas com estrogênio.

Precauções Especiais
Anteriores ao início do tratamento

Antes do início de qualquer terapia de reposição estrogênica, deve-se realizar exame físico minucioso e levantamento completo do histórico médico pessoal e familiar da paciente, com atenção especial à pressão sangüínea34, exame de mama13, abdômen e ginecológico.

Mulheres com útero28 intacto e sangramento anormal de etiologia35 desconhecida ou mulheres com útero28 intacto que foram previamente tratadas com estrogênios sem oposição devem ser examinadas com atenção especial para se determinar uma possível hiperestimulação/malignidade do endométrio14, antes do início do tratamento com ESTROFEM® (Estradiol).

Durante o tratamento com ESTROFEM® (Estradiol), mulheres com doença hepática36 aguda ou crônica, ou que apresentem histórico de doença hepática36, com testes de função hepática36 indicando danos irreversíveis, devem ser monitorizadas regularmente.

Pacientes com tromboembolismo37 venoso ou histórico desta condição associada ao uso de estrogênio devem ser monitorizadas antes do início e, regularmente, durante a terapia com ESTROFEM® (Estradiol), inclusive através de testes de coagulação38.

Mulheres em tratamento anti-hipertensivo ou pacientes com epilepsia39, enxaqueca40, diabetes41, asma42 ou insuficiência cardíaca43 devem ser monitorizadas regularmente.

Pode ocorrer aumento do tamanho de fibróides uterinos pré-existentes durante a terapia estrogênica. Os sintomas3 de endometriose44 podem ser exacerbados.

Durante a Terapia:

Se ocorrerem sangramentos irregulares ou anormais, durante ou logo após a terapia, deve-se fazer diagnóstico45 através de biópsia46 por aspiração ou curetagem47 para excluir a possibilidade de malignidade uterina.

Duração do Tratamento:

Como regra geral, os estrogênios não devem ser prescritos por períodos maiores do que um ano sem que seja realizado outro exame físico, incluindo exame ginecológico.

A prevenção a longo prazo da perda de conteúdo mineral ósseo deve ser restrita a mulheres que apresentem alto risco de desenvolvimento de fraturas.

Razões para Suspensão Imediata do Tratamento:

 - distúrbios tromboembólicos venosos;
- aparecimento de icterícia48;
- aparecimento de cefaléia49 do tipo enxaqueca40;
- distúrbios visuais repentinos;
- aumento significativo da pressão sangüínea34.

Amamentação50

Visto que estrogênios são excretados no leite materno, não se deve amamentar durante o período de tratamento com ESTROFEM® (Estradiol).

Interações Medicamentosas de Estrofem

Drogas indutoras de enzimas hepáticas51 como barbitúricos, fenitoína, rifampicina e carbamazepina aumentam o metabolismo22 de estrogênios, promovendo redução do efeito dos mesmos.

Reações Adversas de Estrofem

Durante os primeiros meses de tratamento com o ESTROFEM® (Estradiol), podem ocorrer sensibilidade das mamas8, náusea9 e edema10. Estes sintomas3 são dose-dependente, normalmente transitórios e ocorrem em até 10% das mulheres tratadas.

As reações adversas sensibilidade das mamas8, náusea9 e edema10 foram relatadas com freqüência > 1/100; cefaléia49 e reação cutânea52 com freqüência variando de 1/1000 - 1/100; colelitíase53, asma42, alopecia54, enxaqueca40 e trombose55 venosa com freqüência < 1/1000. Foram relatados casos de câncer12 de mama13 e endométrio14, distúrbios tromboembólicos, bem como alterações nas funções hepáticas56. Contudo, não existem evidências que comprovem o aumento da incidência32 global com estrogenoterapia.

Posologia de Estrofem

A dose inicial de ESTROFEM® (Estradiol) é de 1-2 mg para alívio dos sintomas3 da deficiência estrogênica.

A dose maior, fornecida pelo ESTROFEM® (Estradiol) 4 mg, deve ser reservada para mulheres cujos sintomas3 vasomotores não respondem à administração diária de doses de 1 ou 2 mg de ESTROFEM® (Estradiol).

Obtém-se inibição suficiente da perda do conteúdo mineral ósseo com administração de dose diária de 1 - 2 mg de ESTROFEM® (Estradiol).

Deve-se administrar diariamente, por via oral, 1 comprimido de ESTROFEM® (Estradiol), sem interrupção. O tratamento de pacientes histerectomizadas e das pós-menopáusicas pode ser iniciado em qualquer dia. Se a paciente menstrua, o tratamento deverá ser iniciado no 5º dia após o início do sangramento.

Instruções de uso

1. Use uma moeda para girar o disco interno (onde estão marcados os dias da semana), ajustando a posição da pequena lingüeta plástica ao dia da semana desejado.

2. Para retirar o primeiro comprimido, quebre a lingüeta plástica e retire o comprimido.

3. Diariamente, mova um espaço do disco plástico transparente, em sentido horário como indicado pela seta, retire o próximo comprimido e ingira-o.

O disco plástico transparente só pode ser movido após a retirada do comprimido que está na abertura.

Superdosagem de Estrofem

Em caso de superdosagem, poderá ocorrer náusea9 e vômito57. Não existe antídoto58 específico e o tratamento deverá ser sintomático59.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

ESTROFEM 2 mg - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
Site: http://www.medley.com.br/

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
8 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
9 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
10 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
11 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
12 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
13 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
14 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
15 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
16 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
17 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
18 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
19 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
20 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
21 Folículo: 1. Bolsa, cavidade em forma de saco. 2. Fruto simples, seco e unicarpelar, cuja deiscência se dá pela sutura que pode conter uma ou mais sementes (Ex.: fruto da magnólia).
22 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
23 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
24 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
25 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
26 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
27 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
28 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
29 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
30 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
31 Hiperplasia endometrial: Caracterizada por alterações biomorfológicas do endométrio (estroma e glândulas), que variam desde um estado fisiológico exacerbado até o carcinoma “in situ”. É o resultado de uma estimulação estrogênica persistente na ausência ou insuficiência de estímulo progestínico.O fator prognóstico mais importante nas pacientes afetadas é a atipia celular: cerca de 20% das pacientes com hiperplasia atípica evoluem para câncer invasivo.
32 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
33 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
34 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
35 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
36 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
37 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
38 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
39 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
40 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
41 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
42 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
43 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
44 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
45 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
46 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
47 Curetagem: Operação ou cirurgia que consiste em esvaziar o interior de uma cavidade natural ou patológica com o auxílio de uma cureta; raspagem.
48 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
49 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
50 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
51 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
52 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
53 Colelitíase: Formação de cálculos no interior da vesícula biliar.
54 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
55 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
56 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
57 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
58 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
59 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.

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