CLAMICIN

MEDLEY

Atualizado em 08/12/2014

antCLAMICIN
Claritromicina

Forma Farmacêutica e Apresentações de Clamicin

Comprimido revestido 500 mg: embalagens contendo 10 e 14 comprimidos.

USO ADULTO

Composição de Clamicin

Cada comprimido revestido contém:
Claritromicina    ....................500 mg
Excipientes q.s.p.    1 comprimido revestido
(celulose microcristalina, amido, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, povidona k-30, dióxido de silício coloidal, hidroxipropilmetilcelulose + polietilenoglicol, dióxido de titânio, aroma de baunilha, álcool etílico)

Informações ao Paciente de Clamicin

·     Ação esperada do medicamento: Em alguns casos, os sinais1 de melhora surgem rapidamente após o início do tratamento; em outros casos é necessário um tempo maior para obter-se efeitos benéficos. Seu médico orientará.
·    Cuidados de armazenamento: Os comprimidos deverão ser conservados em temperatura ambiente e ao abrigo da luz e umidade.
·    Prazo de validade: Não utilize o medicamento se o seu prazo de validade estiver vencido, o que pode ser verificado na embalagem externa do produto.
·    Gravidez2 e lactação3: A segurança da utilização de CLAMICIN durante a gravidez2 e lactação3 ainda não foi estabelecida; assim, esse  medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando, a não ser que o médico indique. Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao médico se está amamentando.
·     Cuidados de administração: Como ocorre com todo tratamento com antibióticos, é importante utilizar CLAMICIN durante todo o tempo prescrito pelo médico, mesmo que tenham desaparecido os sinais1 e sintomas4 da infecção5. Constitui erro grave interromper a tomada do medicamento tão logo desapareçam os sintomas4, pois isso não significa cura da infecção5 e pode contribuir para o aparecimento de microorganismos resistentes ao antibiótico. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
CLAMICIN COMPRIMIDO pode ser tomado junto ou não às refeições, ou com leite.
·     Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
·    Reações adversas: Podem ocorrer durante o tratamento diarréia6, náuseas7, paladar8 alterado, indigestão ou indisposição estomacal, desconforto  ou dor abdominal, dor de cabeça9 e erupções na pele10. Se ocorrer alguns desses efeitos, informe ao seu médico.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS
·     Contra-indicações e Precauções:
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
CLAMICIN COMPRIMIDO não deve ser utilizado em crianças com idade inferior a 12 anos.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE11

Informações Técnicas de Clamicin

Características
A claritromicina é um antibiótico semi-sintético do grupo dos macrolídeos. Exerce sua função antibacteriana através da sua ligação às subunidades ribossômicas 50S dos agentes patogênicos sensíveis, suprimindo-lhes a síntese protéica.
A claritromicina tem elevada atividade contra uma grande variedade de organismos Gram-positivos e Gram-negativos aeróbios e anaeróbios: Streptococcus agalactiae; Streptococcus pyogenes; Streptococcus veridans; Streptococcus pneumoniae; Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae; Neisseria gonorrheae; Listeria monocytogenes; Legionella pneumophila; Mycoplasma pneumoniae; Campylobacter pylori; Campylobacter jejuni; Chlamydia trachomatis; Branhamella catarrhalis; Bordetella pertussis; Staphylococcus aureus; Propionibacterium acnes.
Dados in vitro e in vivo (animais) mostram que a claritromicina tem atividade significativa contra duas espécies clinicamente importantes de micobactérias: Mycobacterium avium e Mycobacterium leprae. A claritromicina possui atividade superior à da eritromicina, para a maioria das cepas12 testadas, sendo de 2 a 10 vezes mais eficaz em vários modelos experimentais de infecção5 em animais.

Absorção: Bem absorvida no trato gastrointestinal, estável em suco gástrico. A biodisponibilidade é aproximadamente de 55%. A ingestão de alimentos antes da tomada do comprimido pode retardar o início da absorção, mas não afeta a sua biodisponibilidade.

Distribuição: Largamente distribuída nos tecidos e fluidos biológicos, atinge altas concentrações na mucosa13 nasal, amígdalas14 e pulmões15. A concentração da claritromicina é mais elevada nos tecidos em comparação com a concentração encontrada no plasma16. Não há dados disponíveis sobre a penetração da claritromicina e seu metábolito ativo no fluido cérebro17-espinhal. A concentração de claritromicina e do seu metabólito18 ativo 14-hidroxiclaritromicina, após a administração da dose de 500mg a cada 12 horas, é similar comparada em pacientes com infecção5 por HIV19 e voluntários sadios.
Claritromicina e o seu metabólito18 ativo são distribuídos no leite materno.

Ligação a proteínas20: de 65 a 75%.

Biotransformação: Hepática21. Ocorre por 3 vias principais: desmetilação, hidroxilação e hidrólise. Há formação de 8 metabólitos22. Um dos metabólitos22, a 14-hidroxiclaritromicina, apresenta atividade antimicrobiana in vitro comparável a ação da claritromicina e pode apresentar uma ação sinérgica com claritromicina contra Haemophilus influenzae. Saturação do metabolismo23 envolve a desmetilação e hidroxilação e contribui para o aumento da meia vida plasmática.

Meia vida: Função renal24 normal:
        Claritromicina:
        500mg a cada 12 horas: 5 a 7 horas.

        14-hidroxiclaritromicina:
        500mg a cada 12 horas: aproximadamente 7 horas.

Função renal24 comprometida (depuração da creatinina25 inferior a 30ml/min):
        Claritromicina: aproximadamente 22 horas.
        14-hidroxiclaritromicina: aproximadamente 47 horas.

Tempo para atingir a concentração máxima (Tmax.): Cerca de 2 a 3 horas.

Eliminação: Após a administração do comprimido de 500mg, 2 vezes ao dia, aproximadamente 30% da dose é excretada pela urina26 na forma inalterada de claritromicina, e 15% na forma de metabólito18 ativo, a 14-hidroxiclaritromicina.

Indicações      de Clamicin

CLAMICIN é indicado para o tratamento de infecções27 de vias aéreas superiores e inferiores, e infecções27 de pele10 e tecidos moles, por todos os microorganismos sensíveis à claritromicina.  Faringite28, amigdalite, causadas por Streptococcus pyogenes;
 Sinusite29 maxilar aguda causada por Haemophilus influenzae, Moraxela catarrhalis ou Streptococcus pneumoniae.
 Bronquite crônica30 com exacerbação bacteriana aguda causada por Haemophilus influenzae; Moraxella catarrhalis ou Streptococcus pneumoniae.
    Tratamento de infecções27 de estrutura cutânea31 causadas por Staphylococcus aureus ou Streptococcus pyogenes.
    Tratamento da doença de Leigionnaires, causada por Legionella pneumophilia.
    
Pneumonia32 causada por Mycoplasma pneumoniae ou Streptococcus pneumoniae.
    É indicado em associação com outros antimicobacterianos para o tratamento do complexo Mycobacterium avium.

CLAMICIN COMPRIMIDO é indicado, em associação com inibidores da secreção ácida, para a erradicação do Helicobacter pylori, resultando em diminuição da recidiva33 de úlceras34 duodenais. Está demonstrado que 90 a 100% dos pacientes com úlcera duodenal35 estão infectados por esse patógeno e que sua erradicação reduz o índice de recorrência36 de úlceras34 duodenais, reduzindo assim a necessidade de terapêutica37 anti-secretora de manutenção.

Contra-Indicações      de Clamicin

CLAMICIN está contra-indicado para pacientes38 com conhecida hipersensibilidade à claritromicina, eritromicina e a outros antibióticos macrolídeos. É ainda contra-indicado em pacientes com distúrbios eletrolíticos, com problemas cardíacos e naqueles que recebem terapia com terfenadina.

Precauções de Clamicin

A claritromicina é excretada principalmente pelo fígado39, devendo ser administrada com cautela a pacientes com função hepática21 alterada.Deve-se considerar a possibilidade de resistência bacteriana cruzada entre a claritromicina e os outros macrolídeos, como a lincomicina e a clindamicina.

Teratogênese40, Fertilidade, Mutagênese:
A utilização de posologias diárias de 150-160 mg/Kg/dia em ratos machos e fêmeas não provocou efeitos adversos sobre o ciclo menstrual, fertilidade, parturição e número e viabilidade da prole.
Dois estudos em ratos Wistar e Sprague-Dawley e um estudo em coelhos New Zealand não evidenciaram efeitos teratogênicos41 causados pela claritromicina. Entretanto, um outro estudo em ratos Sprague-Dawley empregando-se doses similares e condições essencialmente semelhantes demonstrou uma baixa incidência42 (aproximadamente 6%) de anomalias cardiovasculares. Dois estudos em camundongos também revelaram uma variável incidência42 de fenda palatina (3-30%), após o uso de posologias 70 vezes superiores à posologia clínica máxima diária no homem. Isso entretanto, não ocorreu após o uso de posologias 35 vezes superiores à posologia clínica humana máxima diária.
Não houve evidência de diminuição de fertilidade em ratos machos tratados com claritromicina, na posologia de 500 mg/Kg/dia (aproximadamente 35 vezes a posologia clínica máxima diária no homem) durante 80 dias.
Um estudo com a claritromicina foi conduzido em 4 macacas grávidas, numa posologia de 150 mg/Kg/dia (aproximadamente 10 vezes a posologia clínica humana máxima diária), a partir do 20o dia da gestação. Todos os animais abortaram seu concepto em 6-20 dias após o início do tratamento. A causa do aborto é desconhecida e está atualmente em investigação.
Utilizando-se sistemas de testes com microssomas hepáticos de rato ativados e não ativados (Ames Test), foram realizados estudos para avaliar o potencial mutagênico da claritromicina.
Os resultados desses estudos não evidenciaram nenhum potencial mutagênico para concentrações iguais ou menores a 25 mcg de claritromicina, por placa43 de Petri. Numa concentração de 50 mcg a droga foi tóxica para todas as raças testadas.

 Uso na gravidez2:
A segurança do uso de CLAMICIN durante a gravidez2 não foi ainda estabelecida. Os benefícios e os riscos da utilização de CLAMICIN na mulher grávida devem ser ponderados pelo médico assistente, principalmente durante os três primeiros meses da gravidez2.

 Amamentação44:
A segurança do uso de CLAMICIN durante o aleitamento materno45 não está também estabelecida.

 Uso em crianças e lactentes46:
Não se recomenda a utilização de claritromicina, na forma farmacêutica de comprimidos, em crianças com idade inferior a 12 anos.

Interações Medicamentosas ou com Alimentos de Clamicin

A biodisponibilidade da claritromicina não se altera quando ingerida com alimentos.
Resultados de estudos clínicos revelaram que existe um aumento ligeiro, mas estatisticamente significativo (p < 0,05), nos níveis circulantes de teofilina ou de carbamazepina, quando alguma destas drogas é administrada concomitantemente com a claritromicina. Como ocorre com outros macrolídeos, o uso de claritromicina pode elevar os níveis séricos de medicações concomitantes, metabolizadas pelo sistema do citocromo P450 (por ex.: warfarina, alcalóides do ergot, triazolam, midazolam, ciclosporina). Elevação nas concentrações séricas de digoxina foram relatadas em pacientes que receberam concomitantemente claritromicina comprimidos e digoxina. A monitorização dos níveis séricos da digoxina deve ser considerada. Foi descrito que os macrolídeos podem alterar o metabolismo23 da terfenadina e do astemizol, resultando em aumento dos níveis séricos destes, o que ocasionalmente pode estar associado com arritmias47 cardíacas e, portanto, o uso simultâneo deve ser evitado. A administração simultânea de comprimidos de claritromicina e zidovudina a pacientes adultos pode resultar em decréscimo do estado de equilíbrio (steady state) das concentrações de zidovudina. Como aparentemente a claritromicina interfere com a absorção da zidovudina, quando estas medicações são administradas simultaneamente, esta interação pode ser evitada intercalando-se as doses de ambas as medicações com no mínimo 4 horas de diferença. Esta interação não parece ocorrer em pacientes pediátricos, tratados concomitantemente com claritromicina suspensão e zidovudina ou dideoxiinosina.  

Reações Adversas de Clamicin

    

A maioria das reações adversas observadas em triagem clínica foram brandas e de natureza transitória.    As reações adversas mais freqüentemente relatadas, foram algumas perturbações gastrointestinais, como náusea48, dispepsia49 (indigestão ou indisposição estomacal), dor abdominal, vômito50 e diarréia6. Outras reações adversas foram cefaléia51, paladar8 alterado e elevação transitória de enzimas hepáticas52. Como ocorre com outros macrolídeos, disfunção hepática21, incluindo aumento de enzimas hepáticas52, hepatite53 colestática e/ou hepatocelular, com ou sem icterícia54, tem sido freqüentemente relatada com claritromicina. Esta disfunção hepática21 pode ser severa, sendo usualmente reversível. Em situações muito raras, insuficiência hepática55 com desenlace fatal foi relatada e geralmente estava associada com doenças subjacentes severas e/ou medicações concomitantes. Raramente, a eritromicina, outro grupo da claritromicina, foi associada com arritmias47 ventriculares, incluindo taquicardia56 ventricular e "torsades de pointes", em indivíduos com prolongamento de intervalos QT. Glossite57, estomatite58 e monilíase oral foram relatadas na terapêutica37 com claritromicina. Reações alérgicas, desde urticária59 e erupções cutâneas60 leves, até anafilaxia61 e síndrome de Stevens-Johnson62, foram relatadas. Houve relatos de efeitos transitórios sobre o sistema nervoso central63, variando de tontura64, ansiedade, insônia e pesadelos, a confusão, alucinação65 e psicose66; não foi estabelecida uma relação de causa/efeito.Colite67 pseudomembranosa foi descrita para quase todos os agentes antibacterianos, incluindo macrolídeos, podendo sua severidade variar de leve a risco de vida.
De incidência42 rara têm-se a trombocitopenia68.

Posologia e Modo de Usar de Clamicin

Salvo prescrição médica contrária, as seguintes doses são recomendadas:
Para adultos e adolescentes, a dose usual diária para infecções27 bacterianas é de 500mg por via oral; se necessário, a dose poderá ser aumentada para 500mg, duas vezes ao dia. A duração média do tratamento é de 7 a 14 dias e a dose deve ser contínua em todo o período de tratamento.
    
Para o tratamento do complexo Mycobacterium avium (MAC), a dose usual diária é de 500mg a cada 12 horas.

Para a erradicação do Helicobacter pylori a dose recomendada é de 500mg, 3 vezes ao dia, por 14 dias.

Não é recomendada a utilização de claritromicina na forma farmacêutica de comprimidos em crianças com idade inferior a 12 anos.

A dose deve ser ajustada em pacientes com função renal24 comprometida. Em pacientes com depuração de creatinina25 inferior a 30ml/min, a dose deve ser reduzida à metade. A administração não deve prolongar-se além de 14 dias nesses pacientes.

A ingestão de alimentos, pouco antes da tomada dos comprimidos de CLAMICIN, pode atrasar ligeiramente o início da absorção da claritromicina; entretanto, não prejudica a sua biodisponibilidade nem as suas concentrações no organismo.
    

Superdose de Clamicin

Sintomas4: a ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas4 gastrointestinais.
Tratamento: eliminação imediata do produto não absorvido e com medidas de suporte. A conduta preferível para a eliminação é a lavagem gástrica69, o mais precocemente possível. Não há evidências de que a claritromicina possa ser eliminada por hemodiálise70 ou diálise peritoneal71.

Pacientes Idosos de Clamicin


Em pacientes idosos, quando administrado uma dose de claritromicina 500mg a cada 12 horas, verificou-se que não há aumento de incidência42 de efeitos adversos quando comparados com pacientes jovens. CLAMICIN pode ser utilizado em doentes idosos, com função renal24 normal, nas doses habitualmente recomendadas para o adulto.

CLAMICIN - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
Site: http://www.medley.com.br/

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Complementos

1 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
7 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
8 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
9 Cabeça:
10 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
13 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
14 Amígdalas: Designação comum a vários agregados de tecido linfoide, especialmente o que se situa à entrada da garganta; tonsila.
15 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
16 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
17 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
18 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
19 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
20 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
21 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
22 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
23 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
24 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
25 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
26 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
27 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
28 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
29 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
30 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
31 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
32 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
33 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
34 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
35 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
36 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
37 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
38 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
39 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
40 Teratogênese: Formação e desenvolvimento no útero de anomalias que levam a malformações; teratogenia.
41 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
42 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
43 Placa: 1. Lesão achatada, semelhante à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
44 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
45 Aleitamento Materno: Compreende todas as formas do lactente receber leite humano ou materno e o movimento social para a promoção, proteção e apoio à esta cultura. Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
46 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
47 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
48 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
49 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
50 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
52 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
53 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
54 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
55 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
56 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
57 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
58 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
59 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
60 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
61 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
62 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
63 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
64 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
65 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
66 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
67 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
68 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
69 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
70 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
71 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.

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