HYDRINE

MEIZLER

Atualizado em 08/12/2014

HYDRINE
Hidroxiuréia
Cápsulas

Forma Farmacêutica e Apresentação de Hydrine

Hydrine apresenta-se sob a forma de cápsulas de gelatina dura, bicolores (rosa e verde), contendo 500mg de Hidroxiuréia cada, para administração oral. Frascos plásticos com 100 cápsulas.

USO ADULTO

Composição de Hydrine

Cada cápsula contém:
Hidroxiuréia  ....................500mg
Fosfato de Sódio Dibásico ....................36mg
Ácido Cítrico ....................12,8mg
Lactose1 ....................243,2mg
Estearato de Magnésio ....................8mg

Informações ao Paciente de Hydrine

Hydrine é um medicamento antineoplásico, cuja ação é diminuir e impedir o crescimento de tumores.O sachê de sílica-gel que acompanha o frasco não deve ser ingerido e nem ser aberto. Deve permanecer dentro do frasco até que a última cápsula seja tomada.
Hydrine deve ser conservado em sua embalagem original, sob temperatura entre 15 ºC e  30 ºC, ao abrigo da luz, calor e umidade excessiva.
O prazo de validade de Hydrine é de 36 meses, a contar da sua data de fabricação, nas condições acima citadas, estando esses dados impressos em sua embalagem externa.

" NÃO USE O MEDICAMENTO SE O PRAZO DE VALIDADE ESTIVER VENCIDO"

Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe seu médico se está amamentado.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Deglutir3 a cápsula inteira com um pouco de líquido. Se não conseguir engolir a cápsula inteira, abrir a cápsula e dissolver o conteúdo em meio copo de água e tomar imediatamente. Não deixar que o pó entre em contato com a pele4 ou mucosas5.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
As reações adversas mais comuns são náuseas6, vômitos7, diarréia8 e constipação9, entre outras.

" TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS"

Hydrine é contra-indicado para pacientes10 com depressão de medula óssea11, com sintomas12 de leucopenia13, trombocitopenia14 ou anemia15 profunda.
Seguir as orientações do seu médico em relação aos cuidados com o produto, pois trata-se de medicação antineoplásica.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

" NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE16"

Hydrine é para uso exclusivamente oral.

Informações Técnicas de Hydrine

Modo de Ação:
O mecanismo exato da ação antineoplásica da Hidroxiuréia ainda não foi completamente elucidado.
Alguns estudos indicam que a Hidroxiuréia interfere na síntese do DNA, sem interferir na síntese do RNA e de proteínas17. Embora Hidroxiuréia possa ter vários sítios de ação, provavelmente, a droga inibe a incorporação da timina no DNA, prejudicando diretamente a síntese de DNA. Hidroxiuréia pode destruir o radical livre tirosil, que é formado no centro catalítico da ribonucleosídeo difosfato redutase, a enzima18 que cataliza a redução de ribonucleotídeo para desoxirribonucleotídeo. Essa conversão é decisiva e, provavelmente, é o fator limitante da síntese de DNA.
A droga é um inibidor da fase-S e, provavelmente, fixa células19 na extremidade G1-S, diminuindo a razão de divisão da célula20 para a fase-S, e/ou causando o acúmulo de células19 na fase-S, como resultado da inibição da síntese de DNA.
Estudos em animais indicam que os efeitos citotóxicos21 da Hidroxiuréia são limitados pelos tecidos que têm alto índice de proliferação celular e os efeitos são evidentes somente naquelas células19 que estão ativamente sintetizando DNA.
Hidroxiuréia parece ser um inibidor irreversível da enzima18 urease. In vitro, Hidroxiuréia é um inibidor da urease menos potente que o ácido acetoidroxiamínico, porém mais potente que a hidroxilamina.
Ao contrário do ácido acetoidroxiamínico, Hidroxiuréia isolada sofre hidrólise pela urease, porém, Hidroxiuréia parece também inibir a urease por formar um complexo com a enzima18.
Em condições específicas, Hidroxiuréia, assim como o ácido acetoidroxiamínico, pode inibir a produção de amônia. O resultado é um aumento no valor do pH da urina22 infectada pela bactéria23 produtora de urease e, em conseqüência, um aumento da eficácia do agentes antiinfecciosos. Esse fato assemelha-se à cura microbiológica24 em pacientes com infecção25 no trato urinário26 causada por essa bactéria23. Além disso, Hidroxiuréia parece ter efeitos similares aos do ácido hidroxiamínico, sobre cálculos urinários, em pacientes com infecção25 crônica de trato urinário26 causada pela bactéria23 produtora de urease.
Hidroxiuréia pode estimular a produção da hemoglobina27 fetal; contudo, os mecanismos exatos ainda não foram bem elucidados. Em pacientes com anemia falciforme28, os efeitos benéficos têm sido observados com doses mielossupressivas, e tem sido sugerido que a estimulação da produção de hemoglobina27 fetal, induzida por Hidroxiuréia, pode resultar indiretamente a partir da indução da eritropoiese29, embora potencialmente alterada. Contudo, algumas evidências de estudos com progenitores de eritrócitos30 sugerem que outros mecanismos possam estar envolvidos.
Além disso, a associação entre macrocitose e a resposta de células19 na anemia falciforme28 sugere que os fatores que controlam a produção da hemoglobina27 fetal contidas em células19 vermelhas sangüíneas periféricas (células19-F) devam interagir, direta ou indiretamente, com os determinantes da regulação do volume de eritrócitos30. Pacientes com anemia falciforme28 e primatas não-humanos com anemia15, os quais responderam à Hidroxiuréia, exibiram aumento na porcentagem de hemoglobina27 fetal contida nos reticulócitos (reticulócitos-F) e células19-F e na quantidade de hemoglobina27 fetal dentro dessas células19. Algumas evidências indicam que este aumento resulta, principalmente, a partir do aumento da produção das células19-F e não apenas pelo aumento das concentrações por célula20, embora esse último também contribua para o aumento da hemoglobina27 fetal.
Hidroxiuréia também pode ter efeito antiviral. Por causa do bloqueio da enzima18 celular ribonucleotídeo redutase e diminuição do acúmulo dos desoxirribonucleotídeos intracelulares, Hidroxiuréia inibe a síntese do DNA pelo vírus31 da imunodeficiência32 humana tipo-I (HIV33-I), nos linfócitos periféricos ativados do sangue34.
A droga apresentou bloquear a replicação do HIV33 em infecção25 aguda primária de linfócitos humanos, inativos e ativados, e macrófagos35, assim como nas células19 sangüíneas infectadas in vivo obtidas de indivíduos com AIDS. A combinação de Hidroxiuréia com didanosina gerou um efeito sinérgico inibitório no HIV33, sem aumentar a citotoxicidade.

Farmacocinética:
Hidroxiuréia é imediatamente absorvida no trato gastrintestinal. O pico de concentração sérica é alcançado dentro de 2 horas, após a dose oral única. As concentrações sangüíneas declinam rapidamente e não há efeito cumulativo com a repetição da administração. Por essa razão, as concentrações sangüíneas mais altas são atingidas se a dose regular for administrada em dose alta e única, do que se administrada em doses fracionadas. A meia-vida é de 3 a 4 horas.
Hidroxiuréia atravessa a barreia hemato-encefálica36. Picos de concentrações no fluido cerebrospinal de Hidroxiuréia são alcançados dentro de 3 horas, após a administração oral.
Estudos usando Hidroxiuréia com C14 indicam que, aproximadamente, metade da dose administrada oralmente, é degradada no fígado37 e é excretada na respiração, como gás carbônico, e na urina22, como uréia38. A porção restante da droga é excretada intacta na urina22.

Indicações de Hydrine

Hydrine é um agente antineoplásico, indicado para o tratamento de carcinoma39 ovariano e prostático avançado, carcinoma39 cervical, leucemia40 mielocítica crônica resistente e recorrente, policitemia vera41 e vários outras neoplasias42, como melanoma43 maligno e linfoma44.Juntamente com a radiação, Hydrine é usado no tratamento de carcinomas primários de células19 escamosas (epidermóides) da cabeça45 e pescoço46, excluindo os lábios.
É usado no tratamento da anemia falciforme28 demonstrada pela presença da hemoglobina27 S.

Contra-Indicações de Hydrine

Hydrine é contra-indicado para pacientes10 com depressão de medula óssea11 severa, com sintomas12 de leucopenia13 (abaixo de 2.500 glóbulos brancos/mm3) ou trombocitopenia14 (abaixo de 100.000 células19/mm3) ou anemia15 profunda.

Precauções Gerais de Hydrine

A terapia com Hydrine exige monitoração rigorosa. Deve-se fazer uma análise criteriosa do sangue34, inclusive da medula óssea11, rins47 e fígado37, antes e durante o tratamento. A determinação do nível de hemoglobina27, contagem de leucócitos48 totais e a contagem de plaquetas49 deve ser feita, pelo menos, uma vez por semana durante o tratamento com Hydrine. Se a contagem total de glóbulos brancos diminuir para menos de 2.500 células19/mm3, ou a contagem de plaquetas49 for menor do que 100.000 células19/mm3, a terapia deve ser interrompida até que os valores se elevem próximos dos níveis normais. Se ocorrer anemia15, deve-se tratar com transfusão50 de sangue34 total, sem interrupção da terapia.Deve-se considerar que a depressão de medula óssea11 é mais comum em pacientes que receberam anteriormente radioterapia51 com agentes quimioterápicos citotóxicos21. Nesses pacientes, é necessário cautela ao administrar Hydrine.
O eritema52 pós-radiação pode ser exacerbado com o uso de Hydrine.
Pacientes com anemia15 severa devem ser tratados previamente com repositores de sangue34 total antes de iniciarem a terapia com Hydrine.
Pacientes com dificuldade de deglutição53 devem ser orientados a dissolver o conteúdo da cápsula em meio copo de água e ingerir imediatamente. Devem ainda ser advertidos de que se trata de uma medicação potente, devendo ser evitado o contato do pó com a pele4 e membranas mucosas5.
A dor ou desconforto no local da radiação podem ser controlados com o uso de anestésicos tópicos e analgésicos54 de uso oral. Se a reação for muito intensa, a terapia com Hydrine deve ser temporariamente interrompida; se a reação for extremamente intensa, a doses de radiação também devem ser temporariamente suspensas. Contudo, tem sido rara a necessidade de interromper essas terapias.
Deve-se ter cautela na administração de Hydrine a pacientes com disfunção renal55.
Alguns pacientes podem apresentar maior sensibilidade ao Hydrine; nesse caso, deve-se adequar a dose a valores mais baixos.
Se houver aumento da concentração sangüínea de ácido úrico, deve-se proceder à hidratação, alcalinização da urina22 e/ou administração de alopurinol.
Não havendo resposta clínica após 6 meses de quimioterapia56, a terapia deve ser suspensa.

Uso na gravidez2 e lactação57:
Drogas que afetam a síntese de DNA, como Hydrine, podem ser agentes mutagênicos, em potencial. A equipe médica deve considerar cuidadosamente essa possibilidade antes de administrar essa droga a pacientes (homens e mulheres) que têm intenção de ter filhos.
A droga é potencialmente esterilizante e carcinogênica.
Hydrine é um conhecido agente teratogênico58 em animais. Conseqüentemente, Hydrine não deve ser administrado à gestantes ou à mulheres que possam engravidar sem antes haver um criterioso julgamento dos riscos potenciais frente aos esperados benefícios.
Aconselha-se a não amamentar, devido à ausência de estudos disponíveis a este respeito. Existe alto risco de reações adversas graves no feto59 ou no lactente60.

Uso em crianças:
Devido à raridade de incidência61 de melanoma43, leucemia40 mielocítica crônica resistente, carcinoma39 de ovário62 e carcinoma39 de cabeça45 e pescoço46 em crianças, as doses para uso infantil não foram estabelecidas.

Interações Medicamentosas de Hydrine

Hydrine diminui a eficácia de probenecida e sulfimpirazona, aumentando a concentração sangüínea de ácido úrico. Assim é necessário aumentar as doses dos agentes antigotosos. A utilização de alopurinol previne e reverte a hiperuricemia e o risco de nefropatia63.

Interferências com testes de laboratório:
As concentrações plasmáticas de uréia38, creatinina64 e ácido úrico podem estar aumentadas.

Reações Adversas de Hydrine

O tratamento com Hydrine tem como o seu principal efeito tóxico, a depressão da medula óssea11.A leucopenia13 é o primeiro e mais comum sintoma65 da toxicidade66 medular. Trombocitopenia14 e anemia15 ocorrem com menor freqüência, comumente precedidas de leucopenia13. O estado hematológico do paciente em tratamento com Hydrine deve ser cuidadosamente monitorado. Com a interrupção da terapia com Hydrine a melhora na depressão medular é rápida, sendo que, raramente, há ocorrência de citopenia persistente.
Eritropoiese29 megaloblástica autolimitada é relatada muitas vezes no início da terapia e torna-se menos pronunciada com a continuação da terapia. As alterações morfológicas assemelham-se a anemia perniciosa67, porém não relacionadas à deficiência de vitamina68 B12 ou ácido fólico, e não necessariamente acompanhadas por anemia15. Hemólise69 e diminuição dos valores séricos de ferro também têm sido verificadas.
Apesar de Hydrine poder reduzir o ferro utilizado pelos eritrócitos30, o tempo de vida da hemácia não é alterado.
Os efeitos sobre o sistema gastrintestinal são estomatite70, náusea71, vômito72, diarréia8 e constipação9. Variações na mucosa73 bucal e no epitélio74 gastrintestinal podem ocorrer em uma intoxicação severa. Elevação das enzimas hepáticas75 e retenção anormal de BSP foram também observados.
Reações dermatológicas semelhantes à erupção76 maculopapulosa podem ocorrer, porém de maneira suave e reversível. Eritema52 facial e prurido77 também foram relatados. Pacientes que apresentaram eritema52 pós-radiação podem ter este sintoma65 exacerbado com Hydrine; edema pulmonar78 e alopecia79 foram relatados, porém raramente.
Hydrine pode causar o comprometimento temporário da função tubular renal55, acompanhada por elevação dos níveis de ácido úrico, nitrogênio urêico sangüíneo (BUN) e creatinina64. Hiperuricemia, desenvolvimento de cristais de ácido úrico, retenção anormal de sulfabromoftaleína têm sido relatadas. Febre80, arrepio, rubor e mal-estar também são observados. Dores de cabeça45, desmaios, vertigens81, sonolência, desorientação, alucinações82 e convulsões também podem ocorrer.
Deve-se considerar que o tratamento isolado com doses terapêuticas de radiação causa reações adversas semelhantes às reações apresentadas por Hydrine apenas; a terapia combinada83 pode causar um aumento da incidência61 das reações adversas.

Posologia de Hydrine

As peculiaridades no uso de agentes antineoplásicos devem ser consideradas. Várias normas sobre o tema têm sido publicadas, porém não há um consenso sobre todos os procedimentos.
Todas as dosagens devem ser baseadas no peso atual ou ideal do paciente, qualquer que seja o menor. Caso o paciente prefira, ou se estiver com dificuldade de deglutição53, o conteúdo da cápsula pode ser dissolvido em meio copo de água e ingerido imediatamente. Algum material inerte usado como excipiente da cápsula pode não dissolver e flutuar na superfície.

Em tumores sólidos:
As doses usuais para tumores em terapia intermitente84 são de 80mg/Kg, administradas por via oral, em dose única, a cada três dias. Em terapia contínua, a dose é de 20 a 30mg/Kg, administrada em dose única, diariamente.
Em terapia concomitante com radiação (no caso de carcinoma39 de cabeça45 e pescoço46), a dose deve ser de 80mg/Kg, administrada por via oral, em dose única, a cada três dias. O tratamento com Hydrine deve ser introduzido, no mínimo, sete dias antes de iniciar a radiação e mantido durante a radioterapia51 e indefinidamente depois de providenciar que o paciente seja monitorado adequadamente e não tenha reações incomuns ou muito severas.
A dose de radiação deve ser a máxima dose considerada apropriada para cada situação terapêutica85 particular. Ajustes de doses de radiação não são, geralmente, necessários quando Hydrine é usado concomitantemente.

Na leucemia40 mielocítica crônica resistente:
A terapia contínua é a mais indicada, com doses de 20 a 30mg/Kg administradas por via oral, em dose única, diariamente.
É adequado fazer uma análise dos efeitos antineoplásicos de Hydrine após 6 semanas de terapia. Quando houver regressão no tamanho do tumor86 ou suspensão do crescimento do tumor86, a terapia deve ser mantida indefinitivamente. A terapia deve ser interrompida quando a contagem de glóbulos brancos estiver abaixo de 2.500 células19/mm3 ou a contagem de plaquetas49 estiver abaixo de 100.000 células19/mm3. Nestes casos, a contagem deve ser refeita após 3 dias, e a terapia retomada quando a contagem de células19 elevar-se a valores significativamente próximos dos normais.
Desde que a reação hematopoiética é iniciada, é usualmente necessário omitir somente algumas poucas doses. Se o início da reação não ocorrer durante a terapia combinada83 de Hydrine e radiação, esta última também deve ser interrompida. Contudo, a necessidade de adiamento da radiação tem sido rara; radioterapia51 usualmente tem sido mantida usando as doses recomendadas e técnicas.

Administração de Hydrine

Procedimentos específicos para manipular drogas antineoplásicas devem ser considerados.Hydrine é para uso exclusivamente oral.
As cápsulas de Hydrine devem ser administradas por via oral devendo ser engolidas inteiras, com um pouco de líquido, para facilitar a deglutição53. Se não conseguir engolir a cápsula inteira, abrir a cápsula e dissolver o conteúdo em meio copo de água e tomar imediatamente. Não deixar que o pó entre em contato com a pele4 ou mucosas5.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Superdosagem de Hydrine

A conduta imediata na superdosagem consiste na lavagem gástrica87, seguida pela terapia de suporte do sistema cardiorrespiratório, se necessário. A longo prazo, cuidadosa monitoração do sistema hematopoiético88 torna-se essencial, e se necessário, deve-se recorrer até à transfusões de sangue34.

Pacientes Idosos de Hydrine

Não existem estudos clínicos conclusivos que indiquem precauções especiais para o uso de Hydrine em pacientes idosos. Geralmente, este grupo de pacientes apresenta maior sensibilidade aos efeitos do Hydrine devendo ser feita uma adequação de dose. Contudo, devem-se considerar, principalmente, as condições do paciente nessa faixa etária antes de prescrever este medicamento.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

HYDRINE - Laboratório

MEIZLER
Alameda Juruá, 149 - Alphaville
Barueri/SP - CEP: 06455-010
Tel: 11-4195-6613
Fax: 11-4195-6621
Email: diretoria@meizler.com.br
Site: http://www.meizler.com.br/

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Deglutir: Passar (o bolo alimentar) da boca para o esôfago e, a seguir, para o estômago.
4 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
5 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
6 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
7 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
9 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
10 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
11 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
12 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
13 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
14 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
15 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
16 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
17 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
18 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
19 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
20 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
21 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
22 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
23 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
24 Microbiológica: Referente à microbiologia, ou seja, à especialidade biomédica que estuda os microrganismos patogênicos, responsáveis pelas doenças infecciosas, englobando a bacteriologia (bactérias), virologia (vírus) e micologia (fungos).
25 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
26 Trato Urinário:
27 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
28 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
29 Eritropoiese: Formação de hemácias.
30 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
31 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
32 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
33 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
34 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
35 Macrófagos: É uma célula grande, derivada do monócito do sangue. Ela tem a função de englobar e destruir, por fagocitose, corpos estranhos e volumosos.
36 Encefálica: Referente a encéfalo.
37 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
38 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
39 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
40 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
41 Policitemia vera: Distúrbio mieloproliferativo crônico, devido à multiplicação anormal de células progenitoras hematopoiéticas, que resulta na superprodução de células sanguíneas tais como eritrócitos, plaquetas e alguns leucócitos. Isto impede que as células-mãe desempenhem suas funções corretamente.
42 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
43 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
44 Linfoma: Doença maligna que se caracteriza pela proliferação descontrolada de linfócitos ou seus precursores. A pessoa com linfoma pode apresentar um aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, do baço, do fígado e desenvolver febre, perda de peso e debilidade geral.
45 Cabeça:
46 Pescoço:
47 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
48 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
49 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
50 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
51 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
52 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
53 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
54 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
55 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
56 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
57 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
58 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
59 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
60 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
61 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
62 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
63 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
64 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
65 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
66 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
67 Anemia Perniciosa: Doença causada pela incapacidade do organismo absorver a vitamina B12. Mais corretamente, ela se refere a uma doença autoimune que resulta na perda da função das células gástricas parietais, que secretam ácido clorídrico para acidificar o estômago e o fator intrínseco gástrico que facilita a absorção da vitamina B12.
68 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
69 Hemólise: Alteração fisiológica ou patológica, com dissolução ou destruição dos glóbulos vermelhos do sangue causando liberação de hemoglobina. É também conhecida por hematólise, eritrocitólise ou eritrólise. Pode ser produzida por algumas anemias congênitas ou adquiridas, como consequência de doenças imunológicas, etc.
70 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
71 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
72 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
73 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
74 Epitélio: Epitélio ou tecido epitelial é um tecido constituído por células justapostas, ou seja, intimamente unidas entre si. Sua principal função é revestir a superfície externa do corpo, os órgãos e as cavidades corporais internas. Os epitélios são eficientes barreiras contra a entrada de agentes invasores e a perda de líquidos corporais. Eles têm também funções secretoras, sensoriais e de absorção. O tecido epitelial é um dos quatro tipos de tecidos básicos do nosso organismo, juntamente com os tecidos conjuntivo, muscular e nervoso.
75 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
76 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
77 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
78 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
79 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
80 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
81 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
82 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
83 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
84 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
85 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
86 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
87 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
88 Sistema Hematopoiético: Sistema do corpo composto primariamente pela medulla óssea, baço, lifonodos (gânglios linfáticos) e tonsilas, envolvido na produção do sangue.

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