VINCRISTINA

BIOSINTETICA

Atualizado em 09/12/2014

Composição da Vincristina

cada frasco-ampola contém: sulfato devincristina 1 mg. Cada ampola de 10 ml de diluente contém: cloreto de sódio 90 mg, álcool benzílico 0,09 ml, água bidestilada q.s.p. 10 ml.

Posologia e Administração da Vincristina

a neurotoxicidade parece estar relacionada com a dose. Como a superdosagem pode ocasionar acidentes muito graves ou fatais deve-se tomar cuidado na administração da dose. O sulfato de vincristina deve ser administrado através de venóclise ou cateter intacto e deve-se tomar cuidado para que não haja furos ou vazamentos durante a administração. A solução poderá ser injetada diretamente na veia ou no tubo de infusão intravenosa. A injeção1 pode ser completada em 1 minuto. A droga é administrada por via intravenosa e em intervalos semanais. A solução restante do sulfato de vincristina pode ser armazenada em geladeira por 14 dias sem perda significante de potência. A concentração final recomendada é de 0,01 a 1,0 mg/ml. Deve-se tomar um cuidado extremo com o sulfato de vincristina, uma vez que uma dose excessiva pode levar o paciente ao êxito letal. A administração é por via intravenosa estrita, a intervalos de uma semana ou mais. A dose usual para a VCR é de: 2 mg/m2 de superfície corporal em crianças; 1,4 mg/m2 no adulto, sem nunca ultrapassar 2 mg/m2. Para crianças de menos de 10 kg de peso, a dose deverá ser de 0,05 mg/kg por semana. Uma redução de 50% na dose de sulfato de vincristina é recomendada para pacientes2 com bilirrubina3 sérica direta, acima de 3 mg/100 ml. O sulfato de vincristina não deve ser administrado a pacientes que estejam recebendo radioterapia4. Quando é usado em combinação com L-asparaginase, o sulfato de vincristina deve ser administrado 12 a 24 horas antes dessa enzima5 para diminuir a toxicidade6. A administração de L-asparaginase antes do sulfato de vincristina pode reduzir o clearance hepático do sulfato de vincristina. Atenção: não administrar a VCR concomitantemente à radioterapia4 do fígado7. Conservar o produto sob refrigeração (2º a 8ºC). - Superdosagem: quando doses 10 vezes maiores que as recomendadas foram administradas em crianças menores de 13 anos, ocorreram mortes. Em caso de superdosagem com Vincristina Biosintética recomenda-se o seguinte: no caso de hipersecreção do HAD, deve-se restringir a ingestão de líquidos e administrar-se um diurético8 com ação na alça de Henle9 (diurético8 de alça) e no túbulo distal10; administrar um anticonvulsivante; vigilância cardiovascular; vigilância sobre um possível íleo paralítico11; contagem diária de glóbulos e plaquetas12. Foi observado que o ácido folínico tem um efeito protetor para camundongos normais, aos quais foram administradas doses letais de sulfato de vincristina, sugerindo que o ácido folínico pode ser útil para pacientes2 que receberam superdosagem de sulfato de vincristina. Sugere-se administrar 100 mg de ácido folínico, por via intravenosa, a cada 3 horas por 24 horas e depois a cada 6 horas por no mínimo 48 horas. A hemodiálise13 não ajuda em caso de superdosagem, uma vez que a eliminação principal da droga é através das fezes. A sua excreção pode ser aumentada com a administração de colestiramina (estudos com cachorros). Caso ocorra ingestão oral, o estômago14 deve ser esvaziado e administrar-se oralmente carvão ativado e um catártico.

Precauções da Vincristina

em caso de lise15 maciça de células16 neoplásicas17, pode advir uma nefropatia18 úrica, para o que se recomenda a alcalinização da urina19, controle da uricemia e a administração de um uricosúrico. Deve-se exercer vigilância sobre pacientes que apresentem neuropatias prévias ao tratamento, pela possibilidade de agravamento das mesmas por razão do uso da Vincristina Biosintética, assim como na administração deste produto com outros citostáticos20, potencialmente neurotóxicos. Existe um risco de irritação severa da conjuntiva21 ocular, por contaminação acidental, com possibilidade até de ulceração22 corneana. Na presença de leucopenia23 ou de infecções24 complicadas, a administração de uma dose subseqüente de Vincristina Biosintética merece cuidadosa ponderação. Caso seja diagnosticada uma leucemia25 do sistema nervoso central26, outras drogas poderão ser necessárias, visto que o sulfato de vincristina parece não atravessar a barreira hematoencefálica em quantidades adequadas. Foram relatados o aparecimento de dispnéia27 aguda e broncospasmo grave após administração dos alcalóides da vinca. Após administração de sulfato de vincristina alguns pacientes podem apresentar uma queda na contagem de leucócitos28 ou de plaquetas12, particularmente, quando a terapia ou a própria doença reduziu a função da medula óssea29. Portanto, um hemograma completo deve ser feito antes da administração de cada dose. Pode ocorrer elevação aguda do ácido úrico sérico durante a indução de remissão da leucemia25 aguda. Assim sendo, tais níveis devem ser determinados freqüentemente durante as primeiras 3 a 4 semanas de tratamento ou medidas apropriadas devem ser tomadas para prevenir a nefropatia18 úrica. Os testes de laboratório, tanto in vivo quanto in vitro não demonstravam conclusivamente se esta droga é mutagênica. Pode ocorrer azoospermia30 e amenorréia31, que podem vir a ser permanentes. Pacientes tratados com sulfato de vincristina combinado com drogas carcinogênicas, desenvolveram doenças malignas secundárias, porém não se determinou qual era a contribuição do sulfato de vincristina. - Uso na gravidez32 e lactação33: o sulfato de vincristina produz danos fetais em animais de laboratório. Seu uso em mulheres grávidas é contra-indicado. Mulheres com capacidade reprodutiva devem ser aconselhadas a evitar a gravidez32. Não se sabe se esta droga é excretada no leite humano. Devido ao perigo em potencial para o lactante34, deve-se considerar a descontinuação da lactação33. Interações medicamentosas: chama-se a atenção para a associação com a L-asparaginase, onde Vincristina Biosintética deve ser administrado cerca de 12 a 24 horas antes desta enzima5, a fim de evitar-se aumento de toxicidade6. Não deve ser misturado com qualquer outra solução intravenosa que não seja soro35 fisiológico36 ou glicosado. Quando administrado conjuntamente com fenitoína e combinações quimioterápicas de antineoplásicos pode ocorrer aumento de convulsão37, pela diminuição nos níveis sangüíneos de anticonvulsivante. Quando administrada com mitomicina-C, as reações de dispnéia27 aguda e broncospasmo grave foram mais freqüentes.

Reações Adversas da Vincristina

em geral, as reações adversas são reversíveis e relacionam-se com a dose. A mais comum é a perda de cabelos e as mais desagradáveis são os distúrbios neuromusculares. Quando administra-se dose única semanal, as reações como leucopenia23, dor neurítica e constipação38 são, em geral, de curta duração. Diminuindo-se a dose, essas reações podem diminuir, podendo até desaparecer. Quando a dose é dividida parece que ocorre um agravamento das reações. Outras reações adversas como perda de cabelo39, perda de sensibilidade, parestesia40, dificuldade em andar, marcha insegura, perda dos reflexos tendinosos profundos e de massa muscular, podem permanecer enquanto durar o tratamento. A disfunção sensorial e motora pode se agravar com a continuação do tratamento. As reações adversas tendem a desaparecer após 6 semanas do fim do tratamento, porém, em alguns casos, as dificuldades neuromusculares podem persistir por períodos mais longos. O cabelo39 pode voltar a crescer durante a terapia de manutenção. As seguintes reações adversas foram relatadas. Hipersensibilidade: alguns casos de reações alérgicas, tais como, anafilaxia41, erupção42 e edema43, em pacientes recebendo vincristina como parte de uma poliquimioterapia. Gastrintestinais: constipação38, cólicas44 abdominais, perda de peso, náuseas45, vômito46, ulcerações47 orais, diarréia48, íleo paralítico11, necrose49 e/ou perfuração intestinal e anorexia50. Todos os casos de constipação38 intestinal respondem ao tratamento com laxativos51 e enemas52. Pode ocorrer íleo paralítico11, mimetizando o abdome53 cirúrgico, particularmente em crianças pequenas. Esse quadro é recuperado com a interrupção temporária do tratamento e com tratamento sintomático54. Geniturinárias: poliúria55, disúria56 e retenção urinária57. Cardiovasculares: hipertensão58 e hipotensão59. Pacientes previamente tratados com radioterapia4 do mediastino60 e tratados com vincristina estão associados com doenças coronarianas e infarto do miocárdio61, muito embora a causa não tenha sido estabelecida. Hematológicas: anemia62, leucopenia23 e trombocitopenia63. Endócrinas: ocorreu uma síndrome64 associada à secreção inapropriada do hormônio65 antidiurético, que se caracteriza por elevada excreção urinária de sódio na presença de hiponatremia66 e na ausência de doença renal67 ou supra-renal68, hipotensão59, desidratação69, azotemia e edema43 clínico. Com a privação hídrica ocorre melhora na hiponatremia66 e na perda renal67 de sódio. Neuromusculares: de aparecimento progressivo, começam como distúrbios sensórios com parestesias70, seguidas de dores neuríticas, dificuldades motoras eventuais. Podem também ser observados pé eqüino, ataxia71 e parestesia40 dos dedos. Neurotóxicas centrais: crises convulsivas, com hipertensão58. Foram relatados casos de convulsões, seguidos de coma72 em crianças. Renais: disúria56 e poliúria55. Broncopulmonares: broncospasmo severo e dispnéia27 aguda; estes sintomas73 podem advir minutos depois ou até horas após a administração do Vincristina Biosintética. Outras: perda de peso, febre74, cefaléia75, cegueira cortical transitória, atrofia76 óptica, amenorréia31, azoospermia30, distúrbios dos nervos cranianos. Perda de reflexos tendinosos profundos, queda do pé, ataxia71 e paralisia77 têm sido relatadas com a continuação do tratamento. Manifestações do nervo craniano, incluindo paresia78 isolada e/ou paralisia77 dos músculos79 controlados pelos nervos cranianos motores, podem ocorrer na ausência de insuficiência80 motora. Os músculos79 extra-oculares e laríngeos são os mais comumente acometidos. Dor no maxilar, na faringe81, nas glândulas parótidas82, nos ossos, nas costas83, nos membros inferiores e superiores e mialgias84 têm sido relatadas, sendo que as dores nessas áreas podem ser grandes.

Contra-Indicações da Vincristina

pacientes apresentando a forma desmielizante da síndrome64 de Charcot-Marie-Tooth não devem receber o sulfato de vincristina. Vincristina Biosintética é contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida à droga. Vincristina Biosintética é contra-indicado na gravidez32 e na lactação33. Deve-se, portanto, tomar o devido cuidado quando se tratam mulheres em idade fértil, as quais ao primeiro sinal85 de uma possível gestação devem parar de receber o medicamento. - Advertência: Vincristina Biosintética deve ser administrado por profissional experiente. É muito importante observar que a agulha ou o cateter esteja corretamente colocado na veia antes que qualquer quantidade do medicamento seja injetada. A ocorrência de extravasamento, durante a aplicação do sulfato de vincristina, poderá acarretar grande irritação. Caso ocorra extravasamento, a injeção1 deve ser interrompida imediatamente e o restante da dose deve ser aplicada em outra veia. Injeção1 local de hialuronidase e aplicação de calor moderado na área do extravasamento ajudam a dissipar a droga, diminuindo o desconforto e a possibilidade de celulite86. A administração intratecal é fatal - exclusivamente para uso intravenoso. Recomenda-se que as seringas que contenham este produto sejam rotuladas: Não remova este adesivo até o momento da injeção1. É fatal se administrado intratecalmente exclusivamente para uso intravenoso. O tratamento de pacientes em que ocorreu, acidentalmente, administração intratecal de sulfato de vincristina, incluiu remoção imediata do líquido cefalorraquidiano87 e lavagem com lactato88 de Ringer, além de outras soluções, não evitou paralisia77 e morte. Em um adulto a paralisia77 progressiva foi estabilizada pelo seguinte tratamento: remoção máxima do líquido cefalorraquidiano87, retirado através de punção lombar; o espaço subaracnóide foi lavado com solução de lactato88 de Ringer, infundida continuamente através de um cateter em um ventrículo cerebral lateral, na velocidade de 150 ml/hora; assim que foi possível, foi infundido 25 ml de plasma fresco congelado89, diluído em um litro de solução de lactato88 de Ringer, numa velocidade de 75 ml/hora com remoção através de punção lombar. A velocidade da infusão foi ajustada para manter um nível de proteína no líquido cefalorraquidiano87 de 150 mg/dl90; administrou-se 10 g de ácido glutâmico por via intravenosa, durante 24 horas, seguido de 500 mg, via oral, 3 vezes ao dia, durante um mês ou até a estabilização da disfunção neurológica. O papel do ácido glutâmico não é conhecido e o seu uso pode não ser essencial.

Indicações da Vincristina

tratamento paliativo91 e/ou adjuvante em: leucemias agudas. É útil, também, em associação com outras drogas em: moléstia de Hodgkin, linfomas não Hodgkin, rabdomiossarcomas92, neuroblastomas, tumor93 de Wilms, sarcomas osteogênicos, micoses fungóides, sarcoma94 de Ewing, assim como nas neoplasias95 de mama96 e colo uterino97, melanoma98 maligno, carcinoma99 de pulmão100 de pequenas células16 e nas neoplasias95 ginecológicas da infância. Para pacientes2 portadores de púrpura101 trombocitopênica idiopática102, resistentes a outros tipos de terapêutica103, pode-se indicar Vincristina Biosintética em termos de tentativa, nunca como medicamento de primeira escolha.

Apresentação da Vincristina

embalagem com 1 frasco-ampola de pó liófilo injetável mais uma ampola com 10 ml de diluente.


VINCRISTINA - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
3 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
4 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
5 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
6 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
7 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
8 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
9 Alça de Henle: Porção do tubo renal (em forma de U), na MEDULA RENAL, constituída por uma alça descendente e uma ascendente. Situada entre o TÚBULO RENAL PROXIMAL e o TÚBULOS RENAL DISTAL.
10 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
11 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
12 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
13 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
14 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
15 Lise: 1. Em medicina, é o declínio gradual dos sintomas de uma moléstia, especialmente de doenças agudas. Por exemplo, queda gradual de febre. 2. Afrouxamento, deslocamento, destruição de aderências de um órgão. 3. Em biologia, desintegração ou dissolução de elementos orgânicos (tecidos, células, bactérias, microrganismos) por agentes físicos, químicos ou enzimáticos.
16 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
17 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
18 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
19 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
20 Citostáticos: Diz-se de substâncias que inibem o crescimento ou a reprodução das células.
21 Conjuntiva: Membrana mucosa que reveste a superfície posterior das pálpebras e a superfície pericorneal anterior do globo ocular.
22 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
23 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
24 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
25 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
26 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
27 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
28 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
29 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
30 Azoospermia: Ausência de espermatozódes no líquido seminal.
31 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
32 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
33 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
34 Lactante: Que produz leite; que aleita.
35 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
36 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
37 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
38 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
39 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
40 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
41 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
42 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
43 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
44 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
45 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
46 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
47 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
48 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
49 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
50 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
51 Laxativos: Mesmo que laxantes. Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
52 Enemas: Introdução de substâncias líquidas ou semilíquidas através do esfíncter anal, com o objetivo de induzir a defecação ou administrar medicamentos.
53 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
54 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
55 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
56 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
57 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
58 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
59 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
60 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
61 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
62 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
63 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
64 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
65 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
66 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
67 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
68 Supra-renal:
69 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
70 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
71 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
72 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
73 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
74 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
75 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
76 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
77 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
78 Paresia: Diminuição da força em um ou mais grupos musculares. É um grau menor de paralisia.
79 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
80 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
81 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
82 Glândulas parótidas: A maior das três glândulas salivares pares, situada atrás do arco ascendente do maxilar inferior, sob a orelha.
83 Costas:
84 Mialgias: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
85 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
86 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
87 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
88 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
89 Plasma Fresco Congelado: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
90 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
91 Paliativo: 1. Que ou o que tem a qualidade de acalmar, de abrandar temporariamente um mal (diz-se de medicamento ou tratamento); anódino. 2. Que serve para atenuar um mal ou protelar uma crise (diz-se de meio, iniciativa etc.).
92 Rabdomiossarcomas: Rabdomiossarcoma é um câncer de origem embrionária que atinge as células que se tornam os músculos do corpo.
93 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
94 Sarcoma: Neoplasia maligna originada de células do tecido conjuntivo. Podem aparecer no tecido adiposo (lipossarcoma), muscular (miossarcoma), ósseo (osteosarcoma), etc.
95 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
96 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
97 Colo Uterino: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
98 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
99 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
100 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
101 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
102 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
103 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.

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