Preço de EVOCANIL em Cambridge/SP: R$ 63,55

EVOCANIL

ZODIAC

Atualizado em 08/12/2014

EVOCANIL

Forma Farmacêutica de Evocanil

Cápsula gelatinosa mole.

Apresentações de Evocanil

100 mg. Embalagens com 30 e 60 cápsulas. USO RESTRITO A PACIENTES DO SEXO FEMININO E ADULTAS

Composição de Evocanil

Cada cápsula gelatinosa mole contém:
Progesterona natural micronizada.................... 100 mg
Excipientes: lecitina de soja, óleo de milho, óleo vegetal hidrogenado.

Informação ao Paciente de Evocanil

Ação esperada do medicamento: O medicamento tem ação sobre os distúrbios ligados à deficiência de progesterona. Estes distúrbios podem ser: síndrome1 pré-menstrual, distúrbios menstruais, mastopatias benignas, pré-menopausa2, menopausa2, esterilidade3 por insuficiência4 lútea. Cuidados de armazenamento: Este medicamento deve ser guardado dentro da embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15º e 25°C) e protegido da luz e umidade.
Prazo de validade: 24 meses. Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto.
NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.
Gravidez5 e lactação6: Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após seu término. A progesterona natural micronizada tem sido utilizada durante a gravidez5 para prevenção de ameaça de aborto e de parto prematuro. Nestes casos, o médico é quem deverá determinar a sua utilização. Informar seu médico se está amamentando. O uso da progesterona não está indicado durante a amamentação7.
Cuidados de administração: EVOCANIL® pode ser administrado por via oral ou vaginal, conforme a orientação de seu médico. Na administração por via oral, tome o medicamento separado das refeições. Caso seu médico tenha recomendado a administração por via vaginal, introduza a cápsula profundamente na vagina8. Lembre-se de lavar bem as mãos9 antes e depois da aplicação. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. Podem ocorrer sonolência ou vertigem10 passageiras 1 a 3 horas após a ingestão da cápsula.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias: Podem ocorrer alterações no efeito de EVOCANIL® caso seja utilizado concomitantemente com os seguintes medicamentos: barbitúricos, carbamazepina, hidantoína, rifampicina, betabloqueadores, teofilina ou ciclosporina. Caso esteja fazendo uso de outros medicamentos, informe seu médico.
Contra-indicações e Precauções: EVOCANIL® não deve ser utilizado por pacientes que apresentem alergia11 a progesterona ou a qualquer componente do produto. 'Este medicamento não é contraceptivo. Caso ocorram alterações da visão12 ou dor de cabeça13, informe seu médico. Pode ocorrer sonolência e/ou sensação de vertigem10, portanto, não é recomendável dirigir ou operar máquinas após a administração do produto. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE14.

Informação Técnica de Evocanil

Descrição de Evocanil

A progesterona (pregn-4-eno-3,20-diona) é o esteróide secretado pelo corpo lúteo. É um pó branco, cristalino15, sem odor e estável quando exposto ao ar e praticamente insolúvel em água. A fórmula empírica é C21H30O2; o peso molecular é 314,47.

Farmacologia16 Clínica de Evocanil

Ação gestagena:
A progesterona é a responsável pelas alterações de secreção do endométrio17. A modificação da morfologia endometriana é mediada pela ação de receptores específicos para a progesterona, cuja síntese é modulada pela secreção do estradiol durante a fase folicular do ciclo menstrual. A progesterona inibe o seu próprio receptor, impedindo a ressíntese de receptores estrogênicos no endométrio17.
Por esta razão, a queda abrupta da secreção de progesterona ao final do ciclo é o principal fator determinante do sangramento menstrual.
Se a duração da fase lútea for mantida artificialmente por terapia exógena com progesterona, as alterações teciduais observadas no estroma18 endometriano são semelhantes às observadas no início da gravidez5.
Foram detectados receptores de progesterona em outros órgãos como as mamas19, o SNC20, a hipófise21 e o hipotálamo22.
As concentrações crescentes da progesterona observadas na gravidez5 demonstram a sua importância para a manutenção da gestação, seja por sua ação inibitória sobre a contratilidade uterina ou por seu efeito imunológico, modulando a resposta imune materna para evitar a rejeição de um tecido23 estranho, como é o trofoblasto24.
Ação anti-estrogênica:
Esta ação se manifesta principalmente a dois níveis: no endométrio17 e na mama25.
Endométrio17: Antagonismo do efeito hiperplásico dos estrógenos através de dois mecanismos: a) inibição da ressíntese dos receptores estrogênicos. Antagonismo da capacidade de resposta das células26 endometriais ao estradiol, por meio da inibição competitiva de seus receptores. b) aumento da atividade da 17-beta-hidroxi-esteróide desidrogenase, que converte o estradiol em estrona.
Mama25: as células26 epiteliais do tecido23 mamário normal reagem de forma similar às do endométrio17 nos estudos realizados "in vitro" onde se observa uma rápida diminuição da proliferação em presença de progesterona. "In vivo", a resposta inicial é um estímulo mitótico sinérgico com os estrógenos que decresce progressivamente. Apenas altas concentrações de progesterona mantidas por mais de 10 dias coincidem com um baixo nível de atividade mitótica.
Ação sobre os vasos sangüíneos27:
Recentes estudos experimentais têm demonstrado não apenas um efeito vasodilatador direto dos estrógenos sobre as artérias coronárias28, como também uma remoção da placa29 de ateroma através da degradação do colesterol30 LDL31 depositado na parede arterial. Este efeito se mantém com a progesterona natural micronizada.
Foi comprovada uma redução de 50% da placa29 de ateroma nos animais que haviam sido tratados com estrógeno32/progesterona. Do mesmo modo, a progesterona natural micronizada induz o relaxamento coronário e aórtico "in vitro". Estes dados foram confirmados em experiências em humanos, o que demonstra sua ação sinérgica por via oral.
Ação sobre o perfil lipídico33:
Ao contrário dos progestógenos sintéticos, a progesterona natural micronizada não produz modificações desfavoráveis ao perfil lipídico33.
Sua utilização em terapia hormonal de reposição (THR), conjuntamente com estrógenos conjugados eqüinos, não modifica o aumento do HDL34-C e HDL34-Apo 1.
Além disso, diminui o incremento de triglicérides35 que se observa com o uso de estrógenos orais sem oposição. Estudos de longa duração sobre a utilização conjunta de estradiol por via percutânea e progesterona natural micronizada por via oral em THR mostram um incremento significativo da HDL34-C com relação aos valores basais.
Contrariamente, tanto os não-esteróides como a medroxiprogesterona (a dose de 10 mg/dia) produzem importante redução da HDL34-C, particularmente HDL2.
Ação sobre o peso corporal e pressão arterial36:
A progesterona natural micronizada não modifica o metabolismo37 ou distribuição da gordura38 corporal e também não produz aumento de peso quando associada a estrógenos em THR a longo prazo.
Foi comprovada uma leve, porém significativa, redução da tensão arterial, tanto em mulheres normotensas quanto hipertensas após receber progesterona micronizada.
Ação sobre a coagulação39:
Não são observadas alterações nos níveis de antitrombina III, fatores de coagulação39 ou plasminogênio em THR na combinação com estradiol percutâneo. Esta combinação pode ser utilizada sem aumento do risco de tromboembolia.
Efeito tranqüilizante:
Ao contrário dos progestógenos sintéticos, que podem induzir distúrbios do sono, a progesterona natural micronizada produz um efeito fisiológico40 tranqüilizante ótimo com doses de 200 mg administradas à noite. Este efeito é mediado no SNC20 pelos metabólitos41 5-alfa e 5-beta-pregnanolona.

Farmacocinética de Evocanil

VIA ORAL: Absorção
A progesterona natural micronizada é absorvida por via digestiva. O aumento da progesteronemia é observado desde a primeira hora e as concentrações plasmáticas mais elevadas são alcançadas dentro de 1 a 3 horas (Tmáx) após a administração.
Estudos farmacocinéticos realizados em voluntárias demonstram que, após a ingestão simultânea de duas cápsulas, a progesteronemia passa, em média, de 0,13 ng/mL a 4,25 ng/mL após 1 hora; 11,5 ng/mL após 2 horas; 8,37 ng/mL após 4 horas; 2 ng/mL após 6 horas e 1,64 ng/mL após 8 horas.
Considerando o tempo de retenção tissular42 do hormônio43, é necessário - com a finalidade de se obter uma impregnação ao longo do nictêmero - dividir a posologia em duas doses diárias, em intervalos de 12 horas.
Há sensíveis variações individuais; no entanto, um mesmo indivíduo conserva as mesmas características farmacocinéticas após vários meses, o que permite uma boa adaptação individual da posologia.
Metabolismo37
No plasma44, os metabólitos41 principais são a 20-alfa-hidroxi-delta-4-alfa-pregnanolona e a 5-alfa-diidroprogesterona.
Excreção
A excreção urinária ocorre (95%) sob a forma de metabólitos41 conjugados com ácido glicurônico, onde o principal é o 3-alfa,5-beta-pregnanediol (pregnandiol). Estes metabólitos41 plasmáticos e urinários são idênticos aos observados durante a secreção fisiológica45 do corpo lúteo ovariano.
VIA VAGINAL:
A mesma cápsula pode ser aplicada por via vaginal; esta via de aplicação é recomendada nos casos em que se necessite induzir uma maturação sincrônica do endométrio17, como nos tratamentos de esterilidade3 ou ameaça de aborto. A difusão local da progesterona e sua retenção nos receptores do endométrio17 permitem obter altas concentrações neste tecido23, sendo a relação endométrio17/plasma44 maior por via vaginal do que por via oral.
Absorção
Após aplicação vaginal, a absorção da progesterona pela mucosa46 vaginal é rápida, com uma elevação das taxas plasmáticas de progesterona desde a primeira hora após a aplicação.
A concentração plasmática máxima de progesterona é obtida dentro de 2 a 6 horas após a aplicação e se mantém a uma concentração média de 9,7 ng/mL por 24 horas após administração de 100 mg pela manhã e à noite. Esta posologia média provoca concentrações plasmáticas fisiológicas47 e estáveis de progesterona, similares àquelas observadas durante a fase lútea de um ciclo menstrual normo-ovulatório. As possíveis variações interindividuais da taxa de progesterona não permitem preconizar precisamente o efeito observado após uma dose padrão.
Com doses superiores a 200 mg por dia, as concentrações de progesterona obtidas são comparáveis àquelas descritas durante o primeiro trimestre de gravidez5.
Metabolismo37
No plasma44, não se observa aumento da concentração de 5-beta-pregnanolona.
Excreção
A eliminação urinária ocorre principalmente sob a forma de 3-alfa,5-beta-pregnanediol (pregnandiol); observa-se um aumento progressivo da concentração (até alcançar a concentração máxima de 142 ng/mL na 6° hora.)

Indicações de Evocanil

Todas as insuficiências de progesterona, em particular síndrome1 pré-menstrual, irregularidades menstruais por problemas de ovulação48, mastopatias benignas, mastodinias, esterilidade3 de causa hormonal por alterações na ovulação48, pré-menopausa2 e menopausa2. Ameaça de aborto ou aborto freqüente. De acordo com a posologia sugere-se a utilização destas vias de administração:
Via oral: Distúrbios relacionados à insuficiência4 de progesterona, em particular: síndrome1 pré-menstrual, irregularidades menstruais por distúrbios da ovulação48 ou ausência de ovulação48. Mastopatias benignas. Pré-menopausa2. Menopausa2 (como complemento do tratamento estrogênico).
Via vaginal: Pode ser utilizada como alternativa à via oral, principalmente nas seguintes indicações: Reposição da progesterona em mulheres ovarioprivas; suplementação49 da fase lútea durante fecundação50 "in vitro" (FIV); suplementação49 da fase lútea durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de hipofertilidade ou de esterilidade3 primária ou secundária, principalmente por distúrbios da ovulação48; ameaça de aborto ou prevenção do aborto repetido por insuficiência4 lútea.
Em todas as outras indicações da progesterona em caso de efeitos secundários causados pela administração oral de progesterona (por exemplo, sonolência), ou contra-indicação à via oral (por exemplo, hepatopatia).
O tratamento com este medicamento não é contraceptivo.

Contra-Indicações de Evocanil

Hipersensibilidade conhecida a qualquer dos componentes da formulação. Hemorragia51 genital de causa desconhecida. Porfiria52. Otoesclerose. Alterações graves da função hepática53. Quadros depressivos. Herpes gestacional. Aborto incompleto. Retenção de feto54 morto. Tromboflebite55. Hemorragia51 cerebral.

Precauções e Advertências de Evocanil

Mais da metade dos abortos espontâneos precoces ocorre devido a problemas genéticos. Os restantes são provocados por problemas infecciosos e mecânicos. A administração de progesterona teria assim o único efeito de retardar a expulsão de um feto54 morto (ou a interrupção de uma gravidez5 não evolutiva). A utilização de progesterona está reservada aos casos onde a secreção do corpo lúteo é insuficiente.
Este medicamento não é contraceptivo.
O medicamento deve ser utilizado com cuidado em pacientes cujas condições possam ser agravadas pela retenção de líquidos (por exemplo, hipertensão56, distúrbios cardíacos ou renais, epilepsia57) e naquelas com histórico de depressão, diabetes58, disfunção hepática53 ou enxaquecas59.
O tratamento deverá ser interrompido e o médico consultado em caso de alterações visuais ou enxaqueca60.
Gravidez5 e Lactação6: A progesterona natural micronizada tem sido utilizada durante a gravidez5 para prevenção de ameaça de aborto e de parto prematuro. A utilização de progesterona não está indicada durante a lactação6.
Efeito sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas: Deve-se tomar cuidado com o risco de sonolência e/ou sensação de vertigem10 relacionada ao uso da progesterona.

Interações Medicamentosas de Evocanil

O efeito da progesterona pode ser diminuído pelo uso concomitante de barbitúricos, carbamazepina, hidantoína ou rifampicina.
O uso deste medicamento pode aumentar os efeitos dos betabloqueadores, teofilina ou ciclosporina.

Reações Adversas/Colaterais e Alterações de  exames Laboratoriais de Evocanil

A administração de progesterona é raramente seguida de reações adversas ou efeitos colaterais61, que são, normalmente, leves. Via oral:
Sonolência ou vertigem10 passageiras 1 a 3 horas após a ingestão. Nestes casos, recomenda-se diminuir a dose ou modificar o ritmo de administração: 2 cápsulas à noite ao deitar-se durante 12 a 14 dias por ciclo, ou alterar para a via vaginal. Em caso de encurtamento do ciclo menstrual ou sangramento intercorrente, atrasar o início do tratamento (por exemplo: iniciar no 19º dia do ciclo em vez do 17º dia). Estes efeitos são causados, geralmente, por superdosagem.
Via vaginal:
Não foi observada intolerância local durante os estudos clínicos. Nenhum efeito secundário geral foi relatado nos estudos clínicos na posologia recomendada.

Posologia de Evocanil

Respeitar estritamente as posologias preconizadas.
Via oral:
Nas insuficiências de progesterona, a posologia média é de 200 a 300 mg de progesterona por dia (ou seja, 2 a 3 cápsulas) divididas em duas doses: uma pela manhã, separada das refeições e outra à noite, ao se deitar.
Nas insuficiências lúteas (síndrome1 pré-menstrual, mastopatias benignas, irregularidades menstruais, pré-menopausa2), o tratamento será de 2 a 3 cápsulas por dia, 10 dias por ciclo, normalmente a partir do 17º até o 26º dia (inclusive).
No tratamento de reposição da menopausa2 (a terapia estrogênica isolada não é recomendada, devido ao risco de hiperplasia endometrial62): 2 cápsulas por dia tomadas à noite ao deitar-se, 12 a 14 dias por mês, ou seja, nas duas últimas semanas de cada seqüência terapêutica63, seguido de interrupção de todo o tratamento de reposição durante cerca de uma semana, durante a qual é freqüente observar-se uma hemorragia51 por privação hormonal.
Para estas indicações poderá ser empregada a via vaginal, com posologias idênticas, nos casos de hepatopatias e/ou efeitos secundários devidos à progesterona (sonolência após absorção oral).
Via vaginal:
Reposição de progesterona nos déficits completos de mulheres ovarioprivas (como complemento de um tratamento estrogênico adequado): 1 cápsula no 13º e 14º dia do ciclo, depois, uma cápsula pela manhã e à noite do 15º ao 25º dia do ciclo. A partir do 26º dia e em caso de gravidez5 inicial, aumentar a dose à razão de 1 cápsula ao dia a cada semana até chegar a 6 cápsulas, no máximo, repartidas em três doses diárias. Esta posologia deverá ser observada até o 60º dia.
Suplementação49 da fase lútea no decurso dos ciclos de FIC: a posologia recomendada é de 4 a 6 cápsulas por dia a partir do dia da injeção64 de hCG até a 12ª semana de gravidez5.
Suplementação49 da fase lútea no decurso dos ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de hipofertilidade ou de esterilidade3 primária ou secundária, em especial, por distúrbios da ovulação48: a posologia aconselhada é de 2 a 3 cápsulas por dia a partir do 17º dia do ciclo durante 10 dias e retomada o mais rapidamente possível em caso de ausência de retorno da menstruação65 e de diagnóstico66 de gravidez5.
Ameaça de aborto precoce ou prevenção de abortos repetidos por insuficiência4 lútea: a posologia recomendada é de 2 a 4 cápsulas por dia, divididas em duas aplicações.

Conduta na Superdosagem de Evocanil

Em algumas pacientes, a posologia média pode ser excessiva, seja pela persistência ou reaparição de uma secreção endógena instável de progesterona ou por uma sensibilidade particular ao produto. Nestes casos, deve reduzir-se a posologia em quantidade e em duração.
Se for observada sonolência ou sensação de vertigem10 passageira, deve-se reduzir a dose.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

EVOCANIL - Laboratório

ZODIAC
Rua Traipu, 755
São Paulo/SP - CEP: 01235-000
Tel: (11 )263-6166
Fax: (11 3)676-0524

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Complementos

1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Esterilidade: Incapacidade para conceber (ficar grávida) por meios naturais. Suas causas podem ser masculinas, femininas ou do casal.
4 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
8 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
9 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
10 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
11 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
12 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
13 Cabeça:
14 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
15 Cristalino: 1. Lente gelatinosa, elástica e convergente que focaliza a luz que entra no olho, formando imagens na retina. A distância focal do cristalino é modificada pelo movimento dos músculos ciliares, permitindo ajustar a visão para objetos próximos ou distantes. Isso se chama de acomodação do olho à distância do objeto. 2. Diz-se do grupo de cristais cujos eixos cristalográficos são iguais nas suas relações angulares gerais constantes 3. Diz-se de rocha constituída quase que totalmente por cristais ou fragmentos de cristais 4. Diz-se do que permite que passem os raios de luz e em consequência que se veja através dele; transparente. 5. Límpido, claro como o cristal.
16 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
17 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
18 Estroma: 1. Na anatomia geral e em patologia, é o tecido conjuntivo vascularizado que forma o tecido nutritivo e de sustentação de um órgão, glândula ou de estruturas patológicas. 2. Na anatomia botânica, é a matriz semifluida dos cloroplastos na qual se encontram os grana, grânulos de amido, ribossomas, etc. 3. Em micologia, é a massa de tecido de um fungo, formada a partir de hifas entrelaçadas e que, nos cogumelos, geralmente corresponde à maior parte do corpo.
19 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
20 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
21 Hipófise:
22 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
23 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
24 Trofoblasto: Na embriologia, é a camada de células epiteliais que forma a parede externa da blástula dos mamíferos (blastocisto) e atua na implantação e nutrição do embrião. É a camada de células que vem a formar a camada superficial da placenta.
25 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
26 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
27 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
28 Artérias coronárias: Veias e artérias do CORAÇÃO.
29 Placa: 1. Lesão achatada, semelhante à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
30 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
31 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
32 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
33 Perfil lipídico: Exame laboratorial que mede colesterol total, triglicérides, HDL. O LDL é calculado por estes resultados. O perfil lipídico é uma das medidas de risco para as doenças cardiovasculares.
34 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
35 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
36 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
37 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
38 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
39 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
40 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
41 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
42 Tissular: Relativo a tecido orgânico.
43 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
44 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
45 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
46 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
47 Fisiológicas: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
48 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
49 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
50 Fecundação: 1. Junção de gametas que resulta na formação de um zigoto; anfigamia, fertilização. 2. Ato ou efeito de fecundar (-se).
51 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
52 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
53 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
54 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
55 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
56 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
57 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
58 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
59 Enxaquecas: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
60 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
61 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
62 Hiperplasia endometrial: Caracterizada por alterações biomorfológicas do endométrio (estroma e glândulas), que variam desde um estado fisiológico exacerbado até o carcinoma “in situ”. É o resultado de uma estimulação estrogênica persistente na ausência ou insuficiência de estímulo progestínico.O fator prognóstico mais importante nas pacientes afetadas é a atipia celular: cerca de 20% das pacientes com hiperplasia atípica evoluem para câncer invasivo.
63 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
64 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
65 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
66 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.

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