Preço de HUMALOG em Cambridge/SP: R$ 47,39

HUMALOG

ELI LILLY

Atualizado em 08/12/2014

HUMALOG

 bula do Profissional de Saúde1 de Humalog

Princípio Ativo de Humalog

Insulina lispro2 (derivada de ADN recombinante)Humalog (Eli Lilly)

Identificação de Humalog

Eli Lilly do Brasil Ltda.
HUMALOG
insulina lispro2 (derivada de ADN recombinante)

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Humalog

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Via de administração:subcutânea3

Solução aquosa clara, incolor, para administração parenteral contendo 100 unidades (U-100) de insulina lispro2 (ADN* recombinante) por ml. Apresentado em frascos de vidro, com 10 ml de solução, e em refil (carpule de vidro) de 3,0 ml em caixas com 2 refis, para uso em canetas compatíveis para administração de insulina4.

* ADN = Ácido Desoxirribonucléico

Cada ml contém:

Insulina lispro2 derivada de ADN recombinante.................... 100 unidades

Excipientes: metacresol, glicerol, fosfato de sódio dibásico, óxido de zinco e água para injeção5 q.s.p.

Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde1 de Humalog

Características Farmacológicas de Humalog

Descrição: A insulina lispro2 é um análogo da insulina4 humana derivada de ADN recombinante, uma droga de ação rápida na redução da glicose6 no sangue7. Foi criada pela inversão dos aminoácidos nas posições 28 e 29 da cadeia B. Humalogconsiste de cristais de insulina4 zíncica lispro dissolvidos em um líquido claro. Não foi adicionado ao Humalog nada que modifique a velocidade ou duração de sua ação.

Atividade antidiabética: A atividade primária da insulina4, incluindo a insulina lispro2, é a regulação do metabolismo8 de glicose6. Além disso, todas as insulinas possuem diversas ações anabólicas e anticatabólicas sobre muitos tecidos do organismo. No músculo e outros tecidos (exceto o cérebro9), a insulina4 causa um rápido transporte intracelular de glicose6 e aminoácidos, promove o anabolismo10 e inibe o catabolismo11 de proteínas12. No fígado13, a insulina4 promove a captação e o armazenamento da glicose6 em forma de glicogênio14, inibe a gliconeogênese15, e promove a conversão do excesso de glicose6 em gordura16.

A insulina lispro2 tem mostrado ser equipotente à insulina4 humana em base molar. Estudos realizados em voluntários normais e em pacientes com diabetes17 mostraram que a insulina lispro2 possui um início de ação e um pico mais rápidos e uma duração mais curta da atividade hipoglicemiante18 que a insulina4 humana regular. Uma unidade de insulina19 lispro tem o mesmo efeito de diminuir a taxa de glicose6 do que uma unidade de insulina19 regular humana, mas o efeito da insulina lispro2 é mais rápido e mais curto. O início mais rápido da atividade da insulina lispro2, aproximadamente 15 minutos após a sua administração, está relacionado diretamente com a velocidade de absorção mais rápida. Isso permite que a insulina lispro2 seja administrada mais próxima a uma refeição (até 15 minutos antes) quando comparada com a insulina regular20 (30 a 45 minutos antes). Em casos especiais, a insulina lispro2 pode ser administrada imediatamente após a refeição. A insulina lispro2 exerce seu efeito rapidamente, com uma duração mais curta de sua atividade, até 5 horas. A velocidade de absorção da insulina lispro2 e conseqüentemente, o início de sua atividade, podem ser afetados pelo local de injeção5 e outras variáveis. A atividade hipoglicemiante18 da insulina lispro2 é comparável com a da insulina regular20 humana quando administradas a voluntários normais por via intravenosa.

O início mais rápido da ação de Humalog e sua duração de ação mais curta comparados à insulina4 humana regular são mantidos em pacientes com insuficiência renal21 ou hepática22.

Propriedades Farmacocinéticas: Absorção e Biodisponibilidade: A insulina lispro2 é tão biodisponível quanto a insulina regular20 humana, com uma taxa absoluta de biodisponibilidade entre 55%-77%, inclusive com doses entre 0,1-0,2 U/kg. Estudos em voluntários normais e em pacientes com diabetes tipo 123 (insulino-dependentes), demonstraram que a insulina lispro2 é absorvida mais rapidamente do que a insulina regular20 humana (U-100). A insulina lispro2 foi absorvida em uma velocidade consistentemente mais rápida do que a insulina regular20 humana em voluntários sadios do sexo masculino, tomando 0,2 U/kg de insulina regular20 humana ou insulina lispro2 nos tecidos subcutâneos abdominal, deltóide ou femoral, que são os três locais mais usados pelos diabéticos para aplicação de insulina4. Após a administração abdominal de insulina lispro2, os níveis séricos da droga são altos e a duração da ação é levemente menor que quando aplicada na região deltóide ou na coxa24.

Distribuição: O volume de distribuição é idêntico ao da insulina regular20 humana, com uma taxa que varia de 0,26-0,36l/kg.

Metabolismo8: Estudos sobre o metabolismo8 humano não foram realizados. Porém, estudos em animais indicam que o metabolismo8 da insulina4 humana é idêntico ao da insulina regular20 humana.

Excreção: Quando a insulina lispro2 é administrada por via subcutânea3, sua meia vida é bem mais curta, comparada à insulina regular20 humana (1 versus 1,5 horas, respectivamente). Quando administradas por via intravenosa, a insulina lispro2 e a regular humana mostraram excreção dose-dependente idênticas, com uma meia-vida de 26 e 52 minutos em 0,1 U/kg e 0,2 U/kg, respectivamente.

Resultados de Eficácia de Humalog

Em estudos cruzados abertos de 1008 pacientes com diabetes tipo 123 e 722 pacientes com diabetes tipo 225, Humalog reduziu a glicose6 pós-prandial comparada com insulina4 humana regular. A significância clínica da melhora da hiperglicemia26 pós-prandial não foi estabelecida.

Em estudos paralelos de 12 meses em pacientes com diabetes17 tipos 1 e 2, HbA1c27
não diferiu entre os pacientes tratados com insulina4 humana regular e aqueles tratados com Humalog.

Hipoglicemia28 Enquanto a taxa geral de hipoglicemia28 não diferiu entre pacientes com diabetes17 tipos 1 e 2 tratados com Humalog comparado com insulina4 humana regular, pacientes com diabetes tipo 123 tratados com Humalog tiveram menos episódios hipoglicêmicos entre meia-noite e 6 horas da manhã. A menor taxa de hipoglicemia28 no grupo tratado com Humalog pode ter sido relacionada a níveis mais altos de glicemia29 noturna, como refletido por um pequeno aumento nos níveis médios de glicemia29 em jejum.

Humalog em combinação com agentes sulfoniluréia Em um estudo de 2 meses em pacientes com hiperglicemia26 em jejum apesar da dose máxima de sulfoniluréias30 (SU), os pacientes foram randomizados a um de três regimes de tratamento; HumulinNPH ao deitar junto com SU, Humalog três vezes ao dia antes das refeições junto com SU, ou Humalog três vezes ao dia antes das refeições e Humulin NPH ao deitar. A combinação de Humalog e SU resultou na melhora da HbA1c27
acompanhado de um ganho de peso.

Indicações de Humalog

Humalog é indicado no tratamento de pacientes com diabetes melito31 para controle da hiperglicemia26.

Contra-Indicações de Humalog

HUMALOG É CONTRA-INDICADO DURANTE EPISÓDIOS DE HIPOGLICEMIA28 E TAMBÉM AOS PACIENTES QUE APRESENTEM HIPERSENSIBILIDADE À INSULINA LISPRO2 OU A QUALQUER COMPONENTE DA FÓRMULA.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Humalog

Humalog deve ser administrado por via subcutânea3 incluindo o uso em bombas de infusão subcutânea3 contínua. Se necessário, a insulina lispro2 pode ser administrada por via intravenosa.

A administração subcutânea3 deve ser na parte superior dos braços, coxas32, nádegas33 ou no abdome34. Alternar os locais de injeção5, de maneira que o mesmo local não seja utilizado aproximadamente, mais que uma vez por mês. Tomar cuidado para que não seja atingido nenhum vaso sangüíneo ao se injetar Humalog. Os pacientes devem ser orientados quanto às técnicas apropriadas de injeção5.

Os frascos e refis de Humalog devem ser armazenados em um refrigerador (de 2 a 8°C), mas não no congelador. Nestas condições o prazo de validade é de 2 anos. Se a refrigeração não for possível, o frasco EM USO pode ficar fora da geladeira por até 28 dias, desde que mantido em local o mais fresco possível (abaixo de 30ºC) e longe do calor direto e luz. Os refis de Humalogdevem ser armazenados em um refrigerador, mas não no congelador. Nestas condições o prazo de validade é de 2 anos. A caneta e o refil EM USO devem ser mantidos fora da geladeira, em local o mais fresco possível (abaixo de 30°C), longe do calor e da luz direta. Os frascos e refis não refrigerados, devem ser descartados após 28 dias, mesmo se ainda contiverem produto.

Posologia de Humalog

O médico determinará qual a dose de Humalog a ser usada, de acordo com as necessidades metabólicas de cada paciente, hábitos alimentares e outras variáveis de estilo de vida.

O início rápido da atividade de Humalog permite que sua administração seja feita mais próxima a uma refeição (até 15 minutos antes) quando comparado à insulina regular20 (30 minutos antes da refeição). Em casos especiais, Humalog pode ser administrado imediatamente após a refeição.

Humalog pode ser administrado em combinação com uma insulina4 de ação mais prolongada, ou com sulfoniluréias30 orais sob supervisão médica.

Humalog deve ser administrado por via subcutânea3, incluindo o uso em bombas de infusão subcutânea3 contínua. Se necessário, a insulina lispro2 pode ser administrada por via intravenosa.

A administração subcutânea3 deve ser na parte superior dos braços, coxas32, nádegas33 ou no abdome34. Alternar os locais de injeção5, de maneira que o mesmo local não seja utilizado aproximadamente, mais que uma vez por mês. Tomar cuidado para que não seja atingido nenhum vaso sangüíneo ao se injetar Humalog. Os pacientes devem ser orientados quanto às técnicas apropriadas de injeção5.

Estudos em crianças com diabetes melito31 usando Humalog mostraram um melhor controle da glicemia pós-prandial35 mantendo um perfil de segurança similar quando comparado com crianças usando insulina4 humana regular.

Na presença de insuficiência hepática36 ou renal37, as necessidades de insulina4 podem diminuir. Entretanto, o início mais rápido da ação de Humalog e sua duração de ação mais curta comparados à insulina4 humana regular são mantidos em pacientes com insuficiência renal21 ou hepática22.

Advertências de Humalog

HUMALOG DIFERE DAS DEMAIS INSULINAS PORQUE TEM UMA ESTRUTURA ÚNICA, UM INÍCIO DE AÇÃO MUITO RÁPIDO E ATIVIDADE DE CURTA DURAÇÃO.

PACIENTES RECEBENDO HUMALOG PODERÃO REQUERER ALTERAÇÃO DA DOSE EM RELAÇÃO ÀS DOSES DE OUTRAS INSULINAS USADAS ANTERIORMENTE.

HIPOGLICEMIA28 - A HIPOGLICEMIA28 É A REAÇÃO ADVERSA MAIS COMUM QUE SE OBSERVA COM AS INSULINAS, INCLUINDO HUMALOG. OS PRIMEIROS SINTOMAS38 DE HIPOGLICEMIA28 PODEM SER DIFERENTES OU MENOS PRONUNCIADOS SOB CERTAS CONDIÇÕES, TAIS COMO LONGA DURAÇÃO DO DIABETES17, CONTROLE INTENSIVO DO MESMO E USO DE MEDICAMENTOS.

PACIENTES CUJA GLICEMIA29 É MUITO MELHORADA, POR EX. POR INTENSIFICAÇÃO DA TERAPIA COM INSULINA4, PODEM NÃO APRESENTAR ALGUNS OU TODOS OS SINTOMAS38 ALARMANTES DE HIPOGLICEMIA28 E DEVEM SER ADVERTIDOS SOBRE ESSA POSSIBILIDADE.

ALGUNS PACIENTES QUE APRESENTARAM REAÇÕES HIPOGLICÊMICAS APÓS A TRANSFERÊNCIA DE UMA INSULINA4 DE ORIGEM ANIMAL PARA UMA INSULINA4 HUMANA, RELATARAM QUE OS SINTOMAS38 ALARMANTES PRECOCES DE HIPOGLICEMIA28 FORAM MENOS PRONUNCIADOS OU DIFERENTES DOS EXPERIMENTADOS COM SUAS INSULINAS PRÉVIAS. A NÃO CORREÇÃO DAS REAÇÕES HIPOGLICÊMICAS OU HIPERGLICÊMICAS PODE CAUSAR PERDA DA CONSCIÊNCIA, COMA39 OU MORTE.

A UTILIZAÇÃO DE DOSES INADEQUADAS OU A INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO, ESPECIALMENTE EM DIABÉTICOS INSULINO-DEPENDENTES, PODEM LEVAR À HIPERGLICEMIA26 E CETOACIDOSE DIABÉTICA40; CONDIÇÕES QUE SÃO POTENCIALMENTE LETAIS.

ALTERAÇÃO NA TERAPIA COM INSULINA4 - QUALQUER MUDANÇA DE INSULINA4 DEVE SER FEITA CAUTELOSAMENTE E SOMENTE SOB SUPERVISÃO MÉDICA. ALTERAÇÕES NA CONCENTRAÇÃO, TIPO (REGULAR, NPH, LENTA, ETC.), ESPÉCIE (animal, HUMANA) E/OU MÉTODO DE FABRICAÇÃO (INSULINA4 DERIVADA DE ADN RECOMBINANTE VERSUS ANIMAL) PODEM RESULTAR NA NECESSIDADE DE UMA ALTERAÇÃO NA DOSE PRESCRITA DE HUMALOG.

DOENÇAS OU ALTERAÇÕES EMOCIONAIS - AS NECESSIDADES DE HUMALOG PODEM AUMENTAR DURANTE UMA DOENÇA OU ALTERAÇÕES EMOCIONAIS.

INSUFICIÊNCIA RENAL21 OU HEPÁTICA22 - NA PRESENÇA DE INSUFICIÊNCIA RENAL21 OU HEPÁTICA22, AS NECESSIDADES DE INSULINA4 PODEM DIMINUIR.

MUDANÇA NAS ATIVIDADES OU NA DIETA - PODERÁ SER NECESSÁRIO UM AJUSTE DA DOSE SE OS PACIENTES AUMENTAREM SUA ATIVIDADE FÍSICA OU MUDAREM A DIETA USUAL.

CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE E DANOS À FERTILIDADE - COMO OCORRE COM A INSULINA4 HUMANA, ESTUDOS EM ANIMAIS REALIZADOS COM HUMALOG, COM UM ANO DE DURAÇÃO, NÃO PRODUZIRAM EFEITOS PROLIFERATIVOS OU TUMORES NOS ÓRGÃOS E TECIDOS, QUANDO DOSES SUBCUTÂNEAS MUITO ALTAS FORAM ADMINISTRADAS NOS TESTES DE TOXICIDADE41 CRÔNICA. NOS ESTUDOS EM ANIMAIS, NÃO HOUVE EVIDÊNCIA DE DANOS À FERTILIDADE INDUZIDOS PELO HUMALOG.

USO DURANTE A GRAVIDEZ42 E AMAMENTAÇÃO43 (CATEGORIA B) A EXPERIÊNCIA DE ESTUDOS CLÍNICOS EM PACIENTES GESTANTES É LIMITADA. É FUNDAMENTAL MANTER UM CONTROLE ADEQUADO DA PACIENTE TRATADA COM HUMALOG DURANTE TODA GRAVIDEZ42. AS NECESSIDADES DE INSULINA4 GERALMENTE DIMINUEM DURANTE O PRIMEIRO TRIMESTRE E AUMENTAM DURANTE O SEGUNDO E TERCEIRO TRIMESTRES. AS PACIENTES DEVEM INFORMAR O MÉDICO SE ESTIVEREM GRÁVIDAS OU SE PRETENDEM ENGRAVIDAR. AQUELAS QUE ESTIVEREM AMAMENTANDO, PODEM NECESSITAR AJUSTES DE DOSES, DE DIETA OU AMBOS. MUITAS DROGAS, INCLUINDO A INSULINA4 HUMANA, SÃO EXCRETADAS NO LEITE HUMANO; PORÉM NÃO SE SABE SE HUMALOG É EXCRETADO NO LEITE HUMANO EM QUANTIDADES SIGNIFICATIVAS.

EFEITOS SOBRE A CAPACIDADE DE DIRIGIR E OPERAR MAQUINÁRIO - NÃO HÁ NENHUM EFEITO CONHECIDO SOBRE A CAPACIDADE DE DIRIGIR AUTOMÓVEIS OU DE OPERAR MAQUINÁRIO, QUANDO SE UTILIZA A DOSE TERAPÊUTICA44 CORRETA DE INSULINA4. A CAPACIDADE DE CONCENTRAÇÃO E REAÇÃO DO PACIENTE PODE ESTAR PREJUDICADA COMO UM RESULTADO DE HIPOGLICEMIA28. ISSO PODE CONSTITUIR UM RISCO EM SITUAÇÕES ONDE ESSAS HABILIDADES SÃO DE ESPECIAL IMPORTÂNCIA ( POR EXEMPLO, DIRIGIR AUTOMÓVEL OU OPERAR MAQUINÁRIO). OS PACIENTES DEVEM SER AVISADOS PARA TOMAREM CUIDADO E EVITAR A HIPOGLICEMIA28 ENQUANTO DIRIGEM, ISSO É PARTICULARMENTE IMPORTANTE PARA OS QUE TÊM SINAIS45 ALARMANTES DE HIPOGLICEMIA28 REDUZIDOS OU AUSENTES OU TÊM EPISÓDIOS FREQÜENTES DE HIPOGLICEMIA28. NESSAS CIRCUNSTÂNCIAS, DEVE-SE CONSIDERAR A POSSIBILIDADE DE NÃO DIRIGIR.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Humalog

USO EM IDOSOS: DE UM NÚMERO TOTAL DE PACIENTES (N=2834) EM OITO ESTUDOS CLÍNICOS DE HUMALOG, 12% (N=338) TINHAM 65 ANOS OU MAIS. A MAIORIA DELES ERAM PACIENTES TIPO 2. OS VALORES DE HBA1C27 E TAXAS DE HIPOGLICEMIA28 NÃO DIFEREM COM A IDADE. ESTUDOS DE FARMACOCINÉTICA/FARMACODINÂMICA PARA VERIFICAR O EFEITO DA IDADE NA AÇÃO DE HUMALOG NÃO FORAM REALIZADOS.

USO EM CRIANÇAS EM UM ESTUDO CRUZADO DE 9 MESES COM CRIANÇAS PRÉ-PÚBERES (N=60), DE 3 A 11 ANOS, CONTROLE GLICÊMICO COMPARÁVEL COMO MEDIDO PELA HBA1C27 FOI ALCANÇADO INDEPENDENTE DO GRUPO DE TRATAMENTO: INSULINA4 HUMANA REGULAR 30 MINUTOS ANTES DAS REFEIÇÕES 8,4%, HUMALOG IMEDIATAMENTE ANTES DAS REFEIÇÕES 8,4%, HUMALOG IMEDIATAMENTE APÓS AS REFEIÇÕES 8,5%. EM UM ESTUDO CRUZADO DE 8 MESES DE ADOLESCENTES (N=463), DE 9 A 19 ANOS, CONTROLE GLICÊMICO COMPARÁVEL COMO MEDIDO PELA HBA1C27 FOI ALCANÇADO INDEPENDENTE DO GRUPO DE TRATAMENTO; INSULINA4 HUMANA REGULAR 30 A 45 MINUTOS ANTES DAS REFEIÇÕES 8,7% E HUMALOG IMEDIATAMENTE ANTES DAS REFEIÇÕES 8,7%. A INCIDÊNCIA46 DE HIPOGLICEMIA28 FOI SIMILAR NOS TRÊS REGIMES DE TRATAMENTO. AJUSTE DA INSULINA4 BASAL PODE SER REQUERIDO.

PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL21 ALGUNS ESTUDOS COM INSULINA4 HUMANA MOSTRARAM NÍVEIS AUMENTADOS DE INSULINA4 CIRCULANTE EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL21. EM UM ESTUDO DE 25 PACIENTES COM DIABETES TIPO 225 E UMA AMPLA VARIAÇÃO DA FUNÇÃO RENAL37, AS DIFERENÇAS FARMACOCINÉTICAS ENTRE HUMALOG E INSULINA4 HUMANA REGULAR FORAM GERALMENTE MANTIDAS. ENTRETANTO, A SENSIBILIDADE DOS PACIENTES À INSULINA4 MUDOU, COM UMA RESPOSTA AUMENTADA À INSULINA4 COM A DIMINUIÇÃO DA FUNÇÃO RENAL37. MONITORAÇÃO CUIDADOSA DA GLICOSE6 E AJUSTES DE DOSE DE INSULINA4, INCLUINDO HUMALOG, PODEM SER NECESSÁRIAS EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO RENAL37.

PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA36 ALGUNS ESTUDOS COM INSULINA4 HUMANA MOSTRARAM NÍVEIS AUMENTADOS DE INSULINA4 CIRCULANTE EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA36. EM UM ESTUDO DE 22 PACIENTES COM DIABETES TIPO 225, A FUNÇÃO HEPÁTICA22 PREJUDICADA NÃO AFETOU A ABSORÇÃO SUBCUTÂNEA3 OU A DISPOSIÇÃO GERAL DO HUMALOG QUANDO COMPARADO A PACIENTES SEM HISTÓRIA DE DISFUNÇÃO HEPÁTICA22. NAQUELE ESTUDO, HUMALOG MANTEVE SUA ABSORÇÃO E ELIMINAÇÃO MAIS RÁPIDAS QUANDO COMPARADA À INSULINA4 HUMANA REGULAR. MONITORAÇÃO CUIDADOSA DA GLICOSE6 E AJUSTES DE DOSE DE INSULINA4, INCLUINDO HUMALOG, PODEM SER NECESSÁRIAS EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO HEPÁTICA22.

Interações Medicamentosas de Humalog

AS NECESSIDADES DE INSULINA4 PODEM SER AUMENTADAS POR DROGAS COM ATIVIDADE HIPERGLICEMIANTE, TAIS COMO OS ANTICONCEPCIONAIS ORAIS, OS CORTICOSTERÓIDES OU TERAPIA DE REPOSIÇÃO TIROIDEANA. PODEM SER REDUZIDAS POR DROGAS COM ATIVIDADE HIPOGLICEMIANTE18, TAIS COMO HIPOGLICEMIANTES ORAIS47, SALICILATOS, ANTIBIÓTICOS DO TIPO SULFA , ALGUNS ANTIDEPRESSIVOS (INIBIDORES DA MAO48), CERTOS INIBIDORES DAS ENZIMAS CONVERSORAS DE ANGIOTENSINA, BLOQUEADORES BETA-ADRENÉRGICOS49, INIBIDORES DA FUNÇÃO PANCREÁTICA E ÁLCOOL. BLOQUEADORES BETA-ADRENÉRGICOS49 PODEM MASCARAR OS SINTOMAS38 DE HIPOGLICEMIA28 EM ALGUNS PACIENTES.

EM PACIENTES COM DIABETES TIPO 225 USANDO AS DOSES MÁXIMAS DE SULFONILURÉIAS30, OS ESTUDOS MOSTRARAM QUE A ADIÇÃO DE INSULINA LISPRO2 REDUZ SIGNIFICANTEMENTE A HbA1c27 COMPARADO COM PACIENTES QUE CONTINUARAM O TRATAMENTO SÓ COM SULFONILURÉIA.

INFORMAR AO MÉDICO O USO DE OUTRAS DROGAS ALÉM DA INSULINA LISPRO2.

NÃO FORAM ESTUDADOS OS EFEITOS DA MISTURA DE INSULINA LISPRO2 COM INSULINAS DE ORIGEM ANIMAL.

REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS

ESTUDOS CLÍNICOS COMPARANDO A INSULINA LISPRO2 COM A INSULINA REGULAR20 HUMANA NÃO DEMONSTRARAM DIFERENÇAS NA FREQUÊNCIA DE EVENTOS ADVERSOS ENTRE AMBOS OS TRATAMENTOS.

DADOS DE ESTUDOS CLÍNICOS - AS REAÇÕES ADVERSAS COMUMENTE ASSOCIADAS COM INSULINA4 INCLUEM:

ORGANISMO COMO UM TODO: REAÇÕES ALÉRGICAS.

PELE50 E ESTRUTURAS: REAÇÃO NO LOCAL DA INJEÇÃO5, LIPODISTROFIA51, PRURIDO52 E ERUPÇÃO53 CUTÂNEA54. A ALERGIA55 LOCAL COMO VERMELHIDÃO, INCHAÇO56 OU PRURIDO52 PODE OCORRER NO LOCAL DA INJEÇÃO5. ESTAS REAÇÕES MENORES GERALMENTE DESAPARECEM EM POUCOS DIAS OU SEMANAS. EM ALGUNS CASOS, ESTAS REAÇÕES PODEM ESTAR RELACIONADAS A OUTROS FATORES, TAIS COMO IRRITAÇÃO CAUSADA POR SUBSTÂNCIAS PARA LIMPEZA DA PELE50 OU TÉCNICAS INADEQUADAS DE INJEÇÃO5.

A ALERGIA55 SISTÊMICA É MENOS COMUM, MAS É POTENCIALMENTE MAIS GRAVE. A ALERGIA55 GENERALIZADA À INSULINA4 PODE CAUSAR ERUPÇÃO53 EM TODO O CORPO, DISPNÉIA57, CHIADO, QUEDA NA PRESSÃO SANGUÍNEA, PULSO ACELERADO OU SUDORESE58. CASOS GRAVES DE ALERGIA55 GENERALIZADA PODEM CAUSAR RISCO DE VIDA.

OUTROS: HIPOGLICEMIA28. A HIPOGLICEMIA28 É UMA DAS REAÇÕES ADVERSAS MAIS FREQÜENTES DA TERAPIA COM INSULINAS, EXPERIMENTADAS PELOS PACIENTES COM DIABETES17. A HIPOGLICEMIA28 GRAVE PODE LEVAR À PERDA DA CONSCIÊNCIA E, EM CASOS EXTREMOS, À MORTE (VER ADVERTÊNCIAS).

Superdose de Humalog

Sinais45 e sintomas38 : A superdose ocasiona hipoglicemia28, acompanhada por sintomas38 que incluem apatia59, confusão, palpitações60, sudorese58, vômitos61 e cefaléia62.

Tratamento: A hipoglicemia28 pode ocorrer como resultado de um excesso de Humalog em relação à ingestão de alimentos, ao gasto energético, ou ambos. Os episódios leves de hipoglicemia28 geralmente podem ser tratados com glicose6 oral.

Podem ser necessários ajustes na dose da droga, dieta alimentar ou exercícios físicos. Episódios mais graves com convulsões e coma39 podem ser tratados com glucagon63 via intramuscular/subcutânea3 ou com glicose6 concentrada via intravenosa. Pode ser necessária uma ingestão contínua de carboidratos e observação, uma vez que a hipoglicemia28 pode recorrer após uma aparente recuperação clínica.

Armazenagem de Humalog

Os frascos e refis de Humalog devem ser armazenados em um refrigerador (de 2 a 8°C), mas não no congelador. Nestas condições o prazo de validade é de 2 anos. Se a refrigeração não for possível, o frasco EM USO pode ficar fora da geladeira por até 28 dias, desde que mantido em local o mais fresco possível (abaixo de 30ºC) e longe do calor direto e luz. Os refis de Humalog devem ser armazenados em um refrigerador, mas não no congelador. Nestas condições o prazo de validade é de 2 anos. A caneta e o refil EM USO devem ser mantidos fora da geladeira, em local o mais fresco possível (abaixo de 30°C), longe do calor e da luz direta. Os frascos e refis não refrigerados, devem ser descartados após 28 dias, mesmo se ainda contiverem produto.

Dizeres Legais de Humalog

Registro M.S.: 1.1260.0008.015-8Registro M.S.: 1.1260.0008.003-4
Registro M.S.: 1.1260.0008.001-8
Registro M.S.: 1.1260.0008.004-2
Registro M.S.: 1.1260.0008.005-0
Registro M.S.: 1.1260.0008.002-6
Farmacêutico(a) responsável: Dalton Nivoloni - CRF/SP-11422

Apresentação de Humalog 10 ml - Fabricado por: Eli Lilly and Co.- Indianápolis, IN -EUA

Embalado e distribuído por por: Eli Lilly do Brasil Ltda., São Paulo-SP - Brasil

Apresentação de Humalog 3 ml - Fabricado e embalado por: Lilly France S.A.S., Fegersheim - França

Distribuído por: Eli Lilly do Brasil Ltda., São Paulo-SP - Brasil

Lilly SAC: 0800-7010444

Bula do Paciente de Humalog

Princípio Ativo de Humalog

Insulina lispro2 (derivada de ADN recombinante)Humalog (Eli Lilly)

Identificação de Humalog

Eli Lilly do Brasil Ltda.
HUMALOG
insulina lispro2 (derivada de ADN recombinante)

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Humalog

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Via de administração:subcutânea3

Solução aquosa clara, incolor, para administração parenteral contendo 100 unidades (U-100) de insulina lispro2 (ADN* recombinante) por ml. Apresentado em frascos de vidro, com 10 ml de solução, e em refil (carpule de vidro) de 3,0 ml em caixas com 2 refis, para uso em canetas compatíveis para administração de insulina4.

* ADN = Ácido Desoxirribonucléico

Cada ml contém:

Insulina lispro2 derivada de ADN recombinante.................... 100 unidades

Excipientes: metacresol, glicerol, fosfato de sódio dibásico, óxido de zinco e água para injeção5 q.s.p.

Informações ao Paciente de Humalog

Como Este Medicamento Funciona de Humalog

Informações gerais sobre o diabetes17:

A insulina4 é um hormônio64 produzido pelo pâncreas65, uma glândula66 situada perto do estômago67. Este hormônio64 é necessário para o aproveitamento, principalmente de glicose6 pelo organismo. O diabetes17 ocorre quando o pâncreas65 não produz insulina4 suficiente para suprir as necessidades do organismo.

Para controlar o diabetes17, o médico prescreve injeções de insulina4 para manter a taxa de glicose6 no sangue7 próxima do normal. O controle adequado do diabetes17 requer rigorosa e constante cooperação do paciente com o médico. Apesar do diabetes17, o paciente pode levar uma vida ativa, saudável e útil se seguir uma dieta diária balanceada, exercitar-se regularmente e tomar as injeções de insulina4 como prescritas.

O diabético é orientado a fazer regularmente testes de glicose6 no sangue7 (glicemia29) ou na urina68 (glicosúria69). Se os testes no sangue7 mostrarem taxas de glicose6 consistentemente acima ou abaixo do normal ou se os testes na urina68 mostrarem consistentemente a presença de glicose6, o diabetes17 não está sendo adequadamente controlado e o paciente deve levar este fato ao conhecimento do médico.

Tenha sempre à mão48 um suprimento extra de insulina4 e os dispositivos corretos de aplicação. Use uma identificação de que é diabético para que possa ser prestado um tratamento apropriadose ocorrer qualquer complicação quando estiver longe de casa.

Ação do medicamento : Humalog é uma insulina de ação rápida70, utilizada para o controle da hiperglicemia26 (taxa elevada de glicose6 no sangue7). A atividade da insulina lispro2 inicia-se aproximadamente 15 minutos após a sua administração.

Por Que Este Medicamento Foi Indicado de Humalog

Humalog é indicado no tratamento de pacientes com diabetes melito31 para controlar a taxa de glicose6 no sangue7.

Quando Não Devo Usar Este Medicamento de Humalog

CONTRA-INDICAÇÕES Humalog não é indicado nos casos de hipoglicemia28 (baixa taxa de glicose6 no sangue7) e em pacientes alérgicos à insulina lispro2 ou a qualquer componente da fórmula..

ADVERTÊNCIAS
Pacientes recebendo Humalog poderão requerer mudança da dose em relação às doses de outras insulinas usadas anteriormente.

Qualquer mudança de insulina4 deve ser feita com cuidado e somente sob supervisão médica. - Alterações na concentração, tipo (regular, NPH, lenta, etc.), espécie (animal, humana, análoga a insulina4 humana) e/ou método de fabricação (insulina4 derivada de ADN recombinante versus animal) podem resultar na necessidade de uma mudança na dose prescrita de Humalog.

O consumo de bebidas alcóolicas pode causar hipoglicemia28 em usuários de insulina4.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou amamentando, sem orientação médica.

Informe o médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe o seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico; pode ser perigoso para a sua saúde1.

PRECAUÇÕES
A dose usual de Humalog pode ser afetada por alterações na alimentação, atividade ou esquema de trabalho. Siga cuidadosamente as instruções médicas para adequar-se a essas mudanças. Os fatores a seguir também podem afetar a dose de Humalog são:

Doença: principalmente náusea71 e vômito72 podem causar mudança na necessidade de insulina4. Mesmo se você não comer, você ainda vai precisar de insulina4. Você e seu médico devem estabelecer um plano para os dias em que estiver doente. Quando você estiver se sentindo mal, teste sua glicose6 no sangue7/urina68 e cetonas freqüentemente e procure seu médico como orientado.

Gravidez42: o bom controle do diabetes17 é especialmente importante para você e seu bebê. A gravidez42 pode tornar o controle do diabetes17 mais difícil. Se você está planejando ter um bebê, está grávida ou está amamentando, consulte o seu médico. Humalog não foi testado em mulheres grávidas ou amamentando.

Uso em idosos: em geral, a escolha da dose para pacientes73 idosos deve considerada por causa da grande frequência de diminuição da função hepática22, renal37 ou cardíaca, de doenças conjuntas ou de outro tipo de terapia medicamentosa nestes pacientes.

Uso em pacientes com insuficiência renal21 e hepática22 : na presença de insuficiência renal21 ou hepática22, as necessidade de insulina4 podem diminuir.

Mudança nas atividades ou na dieta: um ajuste na dose pode ser necessária se os pacientes aumentarem sua atividade física ou mudarem a dieta usual.

Exercícios: exercícios podem diminuir a necessidade de insulina4 durante e algum tempo após a atividade física. Exercícios podem também acelerar o efeito de uma dose de Humalog, especialmente se o exercício envolve a área do local da injeção5. Converse com seu médico sobre como você deve ajustar seu regime de dose para acomodar os exercícios.

Medicamentos: alguns medicamentos podem interferir na necessidade de insulina4 (ver "Riscos do medicamento"). Converse com seu médico a respeito disto.

Viagem: pessoas viajando para locais com diferença de mais de 2 fusos-horários devem consultar seu médico a respeito dos ajustes do esquema de insulina4.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Não use qualquer outro tipo de insulina4 sem a orientação médica.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
As necessidades de insulina4 podem ser alteradas pelo uso de outros medicamentos junto com a insulina4, como: anticoncepcionais orais, corticosteróides, terapia de reposição tiroideana, hipoglicemiantes orais47, salicilatos, antibióticos do tipo sulfa e antidepressivos inibidores da monoaminoxidase74 (IMAO75).

Como Devo Usar Este Medicamento de Humalog

ASPECTO FÍSICO
Humalog é apresentado:

Em frascos de vidro, com 10 ml de solução;

Em refil (carpule de vidro) de 3,0 ml em caixas com 2 refis e

Para uso em canetas compatíveis para uso de insulina4.

CARACTERÍSTICAS ORGANOLÉPTICAS
Humalog é um líquido claro e incolor de aparência e consistência semelhante à água.

DOSAGEM
O médico determinará qual a dose de Humalog a ser usada, de acordo com as necessidades de cada paciente. A dose usual de Humalog pode ser afetada por mudanças na alimentação, atividade ou esquema de trabalho. Siga cuidadosamente as instruções médicas para adequar-se a essas mudanças.

COMO USAR
Verifique sempre o refil e o rótulo do Humalog. Antes da retirada de cada dose, examine a aparência do frasco ou do refil. Humalog é um líquido claro e incolor de aparência e consistência semelhante à água. Não use se a solução estiver turva, viscosa, levemente corada ou com partículas visíveis. Se notar qualquer diferença ou alterações marcantes nas características da solução, consulte o médico.

A- Frascos de 10 ml

AGULHAS E SERINGAS NUNCA DEVEM SER USADAS POR MAIS DE UMA PESSOA.

Uso do tipo de seringa76 adequado: As doses de insulina4 são medidas em unidades. Insulina4 U-100 contém 100 unidades/ml (1 ml = 1 cm3). Com Humalog é importante usar uma seringa76 graduada em U-100. Erro no uso da seringa76 adequada pode levar a um erro na dose causando sérios problemas, como variação na glicemia29, que pode ficar muito baixa ou muito alta.

Uso da seringa76: Para evitar contaminação e possível infecção77, siga estritamente estas instruções.

Seringas de plástico descartáveis e agulhas devem ser usadas somente uma vez e, em seguida, descartadas de maneira apropriada.

Seringas de vidro reutilizáveis e agulhas devem ser esterilizadas antes de cada aplicação. Siga as instruções fornecidas com a sua seringa76. Abaixo estão descritos dois métodos de esterilização.

Fervura

1. Coloue a seringa76, o êmbolo78 e agulha em uma peneira, em seguida em uma panela e cobrir com água. Ferva por 5 minutos.

2. Retire os artigos da água. Quando estiverem frios, insira o êmbolo78 na seringa76 e adapte a agulha com uma volta leve.

3. Movimente o êmbolo78 para frente e para trás diversas vezes até que a água seja completamente removida.

Álcool isopropílico

Se a seringa76, êmbolo78 e agulha não puderem ser fervidos, como quando em viagem, podem ser esterilizadas por imersão por pelo menos 5 minutos em Álcool Isopropílico a 91%. Não banhe, esfregue ou use álcool medicado para esta esterilização. Se for usado Álcool Etílico a 95%, as peças devem estar absolutamente secas antes do uso.

Preparo da dose

1. Lave as mãos79.

2. Inspecione a aparência da solução de Humalog no frasco.

3. Se for usado um novo frasco, retire o plástico protetor, mas não remova a tampa de borracha.

4. Limpe a superfície da rolha de borracha com álcool.

5. Se for misturar insulinas, veja a seguir, as instruções para misturar.

6. Aspire uma quantidade de ar na seringa76 igual à dose de Humalog prescrita pelo médico. Perfure a tampa de borracha e injete o ar no frasco.

7. Inverta o frasco e a seringa76. Segure o frasco e a seringa76 firmemente com uma das mãos79.

8. Assegurando-se de que a ponta da agulha está imersa na solução, aspire a dose correta de Humalog.

9. Antes de retirar a agulha do frasco, verifique a formação de bolhas, que reduz a quantidade de Humalog. Se houver bolhas, segure a seringa76 com a ponta para cima e bata nos lados levemente até que as bolhas atinjam a parte superior da mesma. Expulse as bolhas avançando o êmbolo78 e retire a dose correta.

10. Retire a agulha do frasco e coloque a seringa76 de maneira que a agulha não toque em nada.

Mistura de Humalog com outras insulinas humanas de ação mais prolongada:

1. Humalog deve ser misturado com insulinas humanas de ação mais prolongada somente com orientação médica e imediatamente antes da aplicação.

2. Aspire uma quantidade de ar na seringa76 igual à dose de insulina4 humana de ação mais prolongada que está em uso. Insira a agulha no frasco de insulina4 humana de ação mais prolongada e injetar o ar. Retire a agulha sem ainda aspirar a dose.

3. Agora injete a quantidade de ar desejada no frasco de Humalog de maneira semelhante, mas não retire a agulha.

4. Inverta o frasco e a seringa76.

5. Assegurando-se de que a ponta da agulha está imersa na solução, retire a dose correta de Humalog.

6. Antes de retirar a agulha do frasco de Humalog, verifique a formação de bolhas que reduz a quantidade de Humalog. Se houver bolhas, proceda como descrito anteriormente no item 9, "Preparo da Dose".

7. Retire a agulha do frasco de Humalog e insira no frasco da insulina4 de ação mais prolongada. Inverta o frasco e a seringa76. Segure o frasco e a seringa76 firmemente com uma das mãos79 e agite suavemente. Assegurando-se de que a ponta da agulha está imersa na solução, retire a dose da insulina4 de ação mais prolongada.

8. Retire a agulha do frasco e coloque a seringa76 de maneira que a agulha não toque em nada.

Quando você estiver misturando dois tipos de insulina4, sempre puxe para a seringa76 primeiro o Humalog. Sempre misture as preparações de insulina4 na mesma seqüência para manter a pureza do frasco de Humalog. Você pode injetar sua insulina4 imediatamente após a mistura. Seringas provenientes de diferentes fabricantes podem variar quanto ao espaço entre o fundo da seringa76 e a agulha. Devido a isto, não mudar a seqüência da mistura, ou o modelo e a marca da seringa76 ou agulha prescritos pelo médico.

Aplicação da injeção5:

1. Limpe a pele50 com álcool no local da injeção5.

2. Estabilize a pele50 pressionando o local.

3. Aplique a dose de insulina4 por via subcutânea3 inserindo a agulha de acordo com as instruções do médico.

4. Empurre o êmbolo78 até o fundo.

5. Retire a agulha e pressione o local da injeção5 suavemente por alguns segundos.

6. Não friccione a área. Para evitar danos à pele50, aplique a próxima injeção5 pelo menos a um centímetro da última aplicação. Os locais usuais de aplicação são abdômen, coxas32 e braços.

B- Refil de 3,0 ml

As canetas para aplicação de insulina4 diferem na sua operação. É importante ler, entender e seguir as instruções para o uso da caneta de insulina80 que você está usando.

Nunca compartilhe canetas de insulina4, refis ou agulhas.

Preparação da injeção5

1. Antes de inserir o refil na caneta, inspecione a aparência da solução de Humalog. Uma vez que o refil esteja em uso, inspecione a insulina4 na caneta antes de cada injeção5.

2. Siga cuidadosamente as instruções do fabricante da caneta de aplicação de insulina4 para a inserção do refil e para o uso da caneta.

3. Use álcool para limpar a superfície de borracha exposta da tampa de metal do refil.

4. Siga cuidadosamente as instruções do fabricante da caneta para colocação e troca da agulha.

Aplicação da injeção5

1. Lave as mãos79.

2. Para evitar danos à pele50, escolha um local para cada injeção5 pelo menos a um centímetro da anterior. Os locais usuais de injeção5 são abdômen, coxas32 e braços.

3. Limpe a pele50 com álcool onde a injeção5 deverá ser aplicada.

4. Com uma das mãos79, estabilize a pele50 pressionando ou segurando uma grande área.

5. Injete a dose de acordo com as instruções médicas.

6. Após dispensar a dose, retire a agulha e pressione suavemente o local da injeção5 por alguns segundos. Não friccione a área.

7. Imediatamente após a injeção5, remova a agulha da caneta para assegurar a esterilidade81 e evitar vazamento, entrada de ar e possível obstrução da agulha. Não use a agulha novamente. Descarte a agulha de maneira segura.

Quais Os Males Que Este Medicamento Pode Causar de Humalog

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. A hipoglicemia28 é uma das reações desagradáveis mais freqüentes da terapia com insulinas experimentadas pelos pacientes com diabetes17. Os sintomas38 da hipoglicemia28 leve a moderada podem ocorrer de repente e incluem : dor de cabeça82; visão83 embaçada; sudorese58; tontura84, palpitação85 e tremor; fome; incapacidade de concentração; distúrbios do sono; ansiedade, humor deprimido e irritabilidade; comportamento anormal, movimentos instáveis e alterações de personalidade entre outros. A hipoglicemia28 grave pode levar à perda da consciência e, em casos extremos, à morte. A hipoglicemia28 leve a moderada pode ser tratada pela ingestão de comida ou bebida que contenha açúcar86. Os pacientes devem sempre levar consigo um fonte rápida de açúcar86, tais como balas ou tabletes de glicose6. Hipoglicemia28 mais grave necessita assistência de outra pessoa. A alergia55 e a atrofia87 do tecido subcutâneo88 (lipodistrofia51) no local da aplicação de insulina4 são outras reações desagradáveis que podem ocorrer.

O Que Fazer Se Alguém Usar Uma Grande Quantidade Deste Medicamento de Uma Só Vez de Humalog

A ingestão de uma dose muito grande do medicamentocausa hipoglicemia28, acompanhada por sintomas38 que incluem cefaléia62 (dor de cabeça82)apatia59, confusão, palpitações60, sudorese58 e vômitos61 . A hipoglicemia28 pode ocorrer como resultado de um excesso de Humalog em relação à ingestão de alimentos, ao gasto energético, ou ambos. Os casos leves de hipoglicemia28 geralmente podem ser tratados com glicose6 oral. Podem ser necessários ajustes na dose da droga, dieta alimentar ou exercícios físicos. Casosmais graves com convulsões e coma39 podem ser tratados com glucagon63 via intramuscular/subcutânea3 ou com glicose6 concentrada via intravenosa. Pode ser necessária uma ingestão contínua de carboidratos e observação, uma vez que a hipoglicemia28 pode recorrer após uma aparente recuperação clínica.

Onde e Como Devo Guardar Este Medicamento de Humalog

Os frascos e refis de Humalog devem ser armazenados em um refrigerador (de 2 a 8°C), mas não no congelador. Nestas condições o prazo de validade é de 2 anos. Não use Humalog se tiver sido congelada. Se a refrigeração não for possível, o frasco EM USO pode ficar fora da geladeira por até 28 dias, desde que mantido em local o mais fresco possível (abaixo de 30ºC) e longe do calor direto e luz. A caneta e o refil EM USO devem ser mantidos fora da geladeira, em local o mais fresco possível (abaixo de 30°C), longe do calor e da luz direta. Os frascos e refis não refrigerados devem ser descartados após 28 dias, mesmo se ainda contiverem medicamento.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Este medicamento, depois de aberto, somente poderá ser consumido em 28 dias.

Dizeres Legais de Humalog

Registro M.S.: 1.1260.0008.015-8
Registro M.S.: 1.1260.0008.003-4
Registro M.S.: 1.1260.0008.001-8
Registro M.S.: 1.1260.0008.004-2
Registro M.S.: 1.1260.0008.005-0
Registro M.S.: 1.1260.0008.002-6
Farmacêutico(a) responsável: Dalton Nivoloni - CRF/SP-11422

Apresentação de Humalog 10 ml - Fabricado por: Eli Lilly and Co.- Indianápolis, IN -EUA

Embalado e distribuído por por: Eli Lilly do Brasil Ltda., São Paulo-SP - Brasil

Apresentação de Humalog 3 ml - Fabricado e embalado por: Lilly France S.A.S., Fegersheim - França

Distribuído por: Eli Lilly do Brasil Ltda., São Paulo-SP - Brasil

Lilly SAC: 0800-7010444

HUMALOG - Laboratório

ELI LILLY
Av. Morumbi, 8264
São Paulo/SP - CEP: 04703-002
Tel: 55 (011) 532-6911
Fax: 55 (011) 532-6966
Site: http://www.elililly.com/

Ver outros medicamentos do laboratório "ELI LILLY"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Insulina Lispro: Insulina de ação rápida. Inicia sua ação após cinco minutos da aplicação. Tem efeito máximo em 30 minutos a uma hora após injeção, mas continua a agir por três horas após aplicação.
3 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
4 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
5 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
6 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
7 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
8 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
9 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
10 Anabolismo: Parte do metabolismo que se refere à incorporação de substâncias no organismo do indivíduo. Diz respeito à síntese de moléculas complexas a partir de outras mais elementares ou menos complexas. Para isso é necessário um certo dispêndio de energia, (ATP). Exemplo: Formação de proteínas a partir de aminoácidos.
11 Catabolismo: Parte do metabolismo que se refere à assimilação ou processamento da matéria adquirida para fins de obtenção de energia. Diz respeito às vias de degradação, ou seja, de quebra das substâncias. Parte sempre de moléculas grandes, que contêm quantidades importantes de energia (glicose, triclicerídeos, etc). Estas substâncias são transformadas de modo a que restem, no final, moléculas pequenas, pobres em energia ( H2O, CO2, NH3 ), aproveitando o organismo a libertação de energia resultante deste processo. É o contrário de anabolismo.
12 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
13 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
14 Glicogênio: Polissacarídeo formado a partir de moléculas de glicose, utilizado como reserva energética e abundante nas células hepáticas e musculares.
15 Gliconeogênese: Formação de novo açúcar. É o caminho pelo qual é produzida a glicose a partir de compostos aglicanos (não-açúcares ou não-carboidratos), sendo a maior parte deste processo realizado no fígado (principalmente em jejum) e uma menor parte realizada no córtex renal.
16 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
17 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
18 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
19 Unidade de insulina: Medida básica de insulina. UI100 significa 100 unidades de insulina por mililitro (mL) ou centímetro cúbico de solução. UI = unidades internacionais.
20 Insulina regular: Insulina de curta ação. Na média, ela inicia sua ação em 30 minutos. Tem efeito máximo em 2 a 5 horas após injeção e mantém sua ação por 5 a 8 horas após a aplicação.
21 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
22 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
23 Diabetes tipo 1: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada por deficiência na produção de insulina. Ocorre quando o próprio sistema imune do organismo produz anticorpos contra as células-beta produtoras de insulina, destruindo-as. O diabetes tipo 1 se desenvolve principalmente em crianças e jovens, mas pode ocorrer em adultos. Há tendência em apresentar cetoacidose diabética.
24 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
25 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
26 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
27 HbA1C: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
28 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
29 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
30 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
31 Diabetes melito: Condição caracterizada por hiperglicemia resultante da inabilidade do organismo para usar a glicose sangüínea para produzir energia. No diabetes tipo 1, o pâncreas não mais produz insulina. Assim, a glicose não pode entrar nas células para ser usada como energia. No diabetes tipo 2, o pâncreas também não produz quantidade suficiente de insulina, ou então o organismo não é capaz de usar corretamente a insulina produzida.
32 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
33 Nádegas:
34 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
35 Glicemia pós-prandial: Teste de glicose feito entre 1 a 2 horas após refeição.
36 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
37 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
38 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
39 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
40 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
41 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
42 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
43 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
44 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
45 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
46 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
47 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
48 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
49 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
50 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
51 Lipodistrofia: Defeito na quebra ou na fabricação de gordura abaixo da pele, resultando em elevações ou depressões na superfície da pele. (Veja lipohipertrofia e lipoatrofia). Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
52 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
53 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
54 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
55 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
56 Inchaço: Inchação, edema.
57 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
58 Sudorese: Suor excessivo
59 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
60 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
61 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
62 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
63 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
64 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
65 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
66 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
67 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
68 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
69 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
70 Insulina de ação rápida: Tipo de insulina que inicia sua ação após 5 a 10 minutos da aplicação, tem efeito máximo em 30 minutos a 3 horas após injeção, dependendo do tipo usado.
71 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
72 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
73 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
74 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
75 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
76 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
77 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
78 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
79 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
80 Caneta de insulina: Dispositivo para injeção de insulina que se parece com uma caneta tinteiro e pode ser recarregada com cartuchos de insulina. Também pode ser adquirida para uso descartável.
81 Esterilidade: Incapacidade para conceber (ficar grávida) por meios naturais. Suas causas podem ser masculinas, femininas ou do casal.
82 Cabeça:
83 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
84 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
85 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
86 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
87 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
88 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
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