Preço de ESTALIS em Cambridge/SP: R$ 124,86

ESTALIS

NOVARTIS

Atualizado em 08/12/2014

ESTALIS®

Estradiol / Acetato de Noretisterona

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Estalis

Sistema transdérmico. ESTALIS 50/140: Embalagens com 8 sistemas transdérmicos de ESTALIS 50/140 (50 mcg/dia de estradiol + 140 mcg/dia de acetato de noretisterona).
USO ADULTO

Composição de Estalis

ESTALIS 50/140
Cada sistema transdérmico contém:
Estradiol (na forma de hemihidrato de estradiol)....................0,6 mg
Acetato de noretisterona....................2,7 mg
E liberam por dia 50 mcg de estradiol e 140 mcg de acetato de noretisterona.
Excipientes: silicone adesivo, adesivo acrílico, povidone, ácido oleico, dipropilenoglicol, tolueno, álcool isopropílico, matriz adesiva, filme laminato poliéster, revestimento de fluoropolímero.

Informações ao Paciente de Estalis

Ação esperada do medicamento: ESTALIS é uma terapia de reposição estrôgenica sistêmica, que minimiza os sintomas1 da deficiência estrogênica em mulheres na menopausa2 e reduz a perda óssea na pós menopausa2.Cuidados de armazenamento: ESTALIS deve ser conservado sob refrigeração (entre 2°C e 8ºC) até a dispensação ou início do tratamento. Após o início do tratamento o produto pode ser conservado em temperatura abaixo de 25ºC (por no máximo 6 meses, respeitando o prazo de validade impresso no cartucho).
Prazo de validade: O prazo de validade está impresso no cartucho. Não utilize o produto após a data de validade.
Gravidez3 e lactação4: ESTALIS não deve ser utilizado durante a gravidez3 e lactação4, portanto informe ao seu médico sobre suspeita ou ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.
Cuidados de administração: Antes de utilizar o medicamento, confira o nome no rótulo, para não haver enganos. Não utilize ESTALIS caso haja sinais5 de violação e/ou danificações da embalagem. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Instruções de uso: veja posologia.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe ao seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. As reações adversas relatadas com maior frequência foram: dor de cabeça6,
dor nas mamas7, cólica menstrual e reações no local da aplicação do sistema transdérmico, como vermelhidão.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS
Ingestão concomitante com outras substâncias: Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratmento.
Contra-indicações e precauções: ESTALIS não deve ser utilizado em caso de hipersensibilidade a estrogênios, progestogênios ou a qualquer componente deste produto; gravidez3 confirmada ou suspeita; amamentação8; neoplasia9 estrogênio-dependente confirmada ou suspeita; câncer10 de mama11 confirmado ou suspeito; sangramento vaginal anormal não diagnosticado; alterações tromboembólicas ativas ou tromboflebite12; porfiria13.
ESTALIS não apresenta efeito contraceptivo, nem restaura a fertilidade.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE14

Informações Técnicas de Estalis

Farmacodinâmica de Estalis

Propriedades da terapia estrogênica/progestogênicaESTALIS sistema transdérmico é uma terapia de reposição estrogênica sistêmica, que minimiza os sintomas1 da deficiência estrogênica em mulheres no climatério15, visto que o estradiol é responsável pelo desenvolvimento e manutenção do sistema urogenital16 e das características sexuais femininas secundárias. A terapia de reposição estrogênica estimula o crescimento e desenvolvimento do epitélio17 urogenital16, proporcionando uma terapia eficiente que evita o desconforto vaginal, dispareunia, urgência18 e incontinência urinária19; em particular, ocorre conversão da citologia vaginal à um padrão semelhante ao encontrado em mulheres na pré-menopausa2. Os estrogênios reduzem a perda óssea na pós-menopausa2 e fornecem proteção contra fraturas osteoporóticas.
Vários mecanismos, como melhora no perfil lipídico20 e ação cardiovascular direta, contribuem para os efeitos cardiovasculares benéficos da terapia de reposição estrogênica. Estudos epidemiológicos em mulheres na pós-menopausa2 mostraram redução de 32 a 53% do risco cardíaco relativo.
A terapia estrogênica/progestogênica demonstrou efeitos positivos sobre o tônus arterial e ausência de efeitos prejudiciais sobre pressão sanguínea, coagulação21 e resistência à insulina22.
Os estrogênios exercem efeito proliferativo sobre o endométrio23, que é previnido pela administração concomitante de progestogênio. O acetato de noretisterona induz alterações secretórias no endométrio23 estimulado por estrogênio; e age inibindo a secreção de gonadotrofinas pituitárias que, sucessivamente, previne a maturação folicular e a ovulação24.
A terapia de reposição estrogênica aumenta a espessura e a quantidade de colágeno25 cutâneo26, que sofrem diminuição após a menopausa2.
Informações adicionais obtidas nos estudos clínicos ESTALIS
Os dados clínicos obtidos em estudos envolvendo um total de 760 pacientes com 3 meses a 1 ano de tratamento, justificam o uso de ESTALIS em mulheres no climatério15.
ESTALIS diminue rapidamente o número e a intensidade de fogachos e sudorese27. A avaliação da qualidade de vida mostrou o efeito benéfico de ESTALIS sobre os distúrbios do sono e normalização da função sexual. ESTALIS não mostrou efeitos prejudiciais sobre a pressão sanguínea e testes de coagulação21.
Observou-se diminuição favorável dos níveis de colesterol28 total, LDL29, apoproteína B, Lp(a) e triglicerídeos encontrados no estado basal, nos grupos tratados com ESTALIS 50/140 mcg/dia. Observou-se também diminuição de HDL30. Todas as proteínas31 plasmáticas permaceram dentro do intervalo clinicamente desejável. Além disto, as relações colesterol28 total/HDL30 e LDL29/HDL30 permaneceram inalteradas do estado basal até um ano de tratamento.
Observou-se diminuição clinicamente significante na porcentagem de alteração dos marcadores bioquímicos de reabsorção óssea (C-telopeptídeo e N-telopeptídeo) e de formação óssea (fosfatase alcalina32 óssea e osteocalcina), do estado basal, em pacientes tratadas com ESTALIS 50/140 mcg/dia. Em 1 ano de tratamento, todos os marcadores diminuíram para valores dentro do intervalo normal da pré-menopausa2.

Farmacocinética de Estalis

O estradiol liberado por via transdérmica não sofre metabolismo33 de primeira passagem como acontece com estrogênios administrados por via oral, ocorrendo apenas metabolização de pequena quantidade após a absorção pela pele34. Alcança-se níveis terapêuticos de estradiol plasmático, com níveis circulantes de estrona e conjugados de estrona baixos, com doses menores administradas por via transdérmica (diária ou total) em comparação às administradas por via oral; e que apresentam-se mais próximos das concentrações na pré-menopausa2.
Em um estudo farmacocinético demonstrou-se que o sistema transdérmico de ESTALIS alcança níveis plasmáticos de estradiol e valores estrona/estradiol semelhantes ao observado do inicío ao meio da fase folicular, em mulheres na pré-menopausa2 (estradiol > 40 pg/ml). Estas características foram mantidas durante o período de 84 a 96 horas de uso. As aplicações múltiplas dos sistemas transdérmicos de ESTALIS 50/140 mcg/dia resultaram em concentrações médias plasmáticas de estradiol de 45 pg/ml, no estado de equilíbrio. Ao final do período de uso, as concentrações médias plasmáticas de estradiol foram de 27 pg/ml. O estradiol apresentou uma meia-vida de eliminação curta, de aproximadamente 2 a 3 horas, portanto, observou-se um rápido declínio das concentrações plasmáticas após a remoção do sistema transdérmico, retornando aos níveis observados na pós-menopausa2 não tratada (< 20 pg/ml) dentro de 4 - 8 horas.
Em um estudo farmacocinético demonstrou-se que aplicações múltiplas dos sistemas transdérmicos de ESTALIS 50/140 mcg/dia resultaram em concentrações médias de noretisterona plasmática de 489 pg/ml, no estado de equilíbrio. Ao final do período de uso, as concentrações médias de noretisterona plasmática foram de 386 pg/ml. As concentrações plasmáticas de noretisterona do ESTALIS aumentaram linearmente com aumento da dose de NETA. A meia-vida de eliminação da noretisterona foi de 6 a 8 horas. Após remoção do sistema transdérmico de ESTALIS, as concentrações plasmáticas de noretisterona diminuem rapidamente, apresentando-se menores que 50 pg/ml dentro de 48 horas.
Flutuações mínimas nas concentrações plasmáticas de estradiol e noretisterona demonstraram liberações constantes durante o intervalo de aplicação. Após aplicações múltiplas não ocorreu acúmulo de estradiol ou noretisterona na circulação35.

Indicações de Estalis

ESTALIS é indicado:No tratamento dos sintomas1 da deficiência estrogênica em mulheres na menopausa2, que apresentam o útero36 intacto;
Na prevenção da osteoporose37 pós-menopáusica, em mulheres com útero36 intacto.

Contra-Indicações de Estalis

ESTALIS não deve ser utilizado por mulheres que apresentem alguma das seguintes condições:
Hipersensibilidade a estrogênios, progestogênios ou a qualquer componente da formulação;
Gravidez3 confirmada ou suspeita;
Lactação4;
Câncer10 de mama11 confirmado ou suspeito;
Neoplasia9 estrogênio-dependente confirmada ou suspeita;
Sangramento vaginal anormal não diagnosticado;
Alterações tromboembólicas ativas ou tromboflebite12;
História de crise aguda de porfiria13.

Advertências e Precauções de Estalis

Antes do início de qualquer terapia estrogênica ou estrogênica/progestogênica, deve-se realizar um levantamento completo do histórico médico pessoal e familiar da paciente. Os exames físicos realizados no pré-tratamento e periodicamente devem incluir atenção especial às mamas7 e órgãos pélvicos38, além do exame de Papanicolaou. É aconselhável a realização regular de exame das mamas7. Como regra geral, estrogênios não devem ser prescritos por um período maior que 1 ano, sem que outro exame físico seja realizado.Existem numerosos estudos sobre o risco de câncer10 de mama11 e o uso de estrogênios em mulheres na pós-menopausa2. Alguns estudos relataram um risco moderadamente aumentado de câncer10 de mama11 em mulheres recebendo terapia de reposição estrogênica em altas doses, ou em baixas doses durante períodos prolongados, especialmente 10 anos ou mais. Contudo, outros estudos não mostraram esta relação. Consequentemente, deve-se realizar cuidadosa avaliação da relação risco/benefício em mulheres submetidas a terapia estrogênica por períodos prolongados. Os efeitos da terapia estrogênica/progestogênica estão menos documentados. Não existem evidências conclusivas de que o uso concomitante de progestogênio altere o risco de câncer10 em usuárias de terapias estrogênicas por períodos prolongados.
O risco de câncer10 endometrial entre usuárias de terapia estrogênica sem oposição, com útero36 intacto, é maior que em não-usuárias e parece depender da duração do tratamento e da dose de estrogênio. O maior risco parece estar associado ao uso prolongado. Foi demonstrado que o uso concomitante de terapia progestogênica adequada diminui a incidência39 de hiperplasia endometrial40, bem como o risco potencial de carcinoma41 de endométrio23 (associado à terapia estrogênica prolongada).
Estudos recentes relataram um risco aumentado de tromboembolia venosa entre usuárias de terapia estrogênica em comparação às não-usuárias. Embora estes estudos tenham mostrado que o uso de estrogênios foi associado a um aumento no risco relativo de tromboembolia venosa, o risco absoluto foi pequeno, visto que infrequentemente ocorreu tromboembolia venosa. Contudo, mulheres com história anterior de trombose venosa profunda42 ou história familiar de trombose43 idiopática44 não devem fazer uso de terapia de reposição hormonal (TRH) sem recomendação médica.
O estradiol e o acetato de noretisterona administrados por via oral podem ser fracamente metabolizados em pacientes com função hepática45 prejudicada. Quando a administração da terapia estrogênica/progestogênica é transdérmica, evita-se o efeito de primeira passagem. Entretanto, a terapia estrogênica/progestogênica deve ser utilizada com cautela em pacientes com função hepática45 prejudicada.
Pacientes com asma46, epilepsia47, enxaqueca48, alterações cardíacas ou renais, história anterior ou atual de endometriose49, doença da vesícula biliar50 e tolerância reduzida aos carboidratos requerem acompanhamento médico cuidadoso.
O tratamento deve ser reavaliado em caso da persistência de manifestações indesejáveis decorrentes da estimulação estrogênica, como sangramento uterino irregular e mastalgia51.
As pacientes devem ser prevenidas que ESTALIS não é contraceptivo, nem tampouco restaura a fertilidade.
Gravidez3 e lactação4
Estrogênios e progestogênios podem causar danos fetais quando administrados em mulheres grávidas. Não se deve portanto, utilizar ESTALIS durante a gravidez3.
Estrogênios e progestogênios são excretados no leite materno e podem reduzir a produção de leite. Não se deve portanto, utilizar ESTALIS durante a lactação4.
Interações medicamentosas
Medicamentos indutores de enzimas microssomais hepáticas52, por exemplo, barbitúricos, anticonvulsivantes (incluindo hidantoína e carbamazepina), meprobamato, fenilbutazona, antibióticos (incluindo rifampicina), podem prejudicar a atividade de estrogênios e progestogênios (pode ocorrer sangramento irregular e recorrência53 de sintomas1). A extensão da interferência com estradiol e acetato de noretisterona administrados por via transdérmica é desconhecida, mas considera-se que seja limitada por esta via, que evita o metabolismo33 hepático de primeira passagem.

Reações Adversas de Estalis

As reações adversas relatadas com maior frequência foram: cefaléia54, dor nas mamas7, dismenorréia55 e reações no local de aplicação do sistema transdérmico (incluindo eritema56, escarificação57, pápulas58/vesículas59 transitórios).
As seguintes reações adversas foram relatadas com incidência39 > 2% entre 1860 mulheres pós-menopáusicas, durante estudos clínicos com terapia transdérmica combinada ou sequencial de estradiol/NETA:

Sistema genital60: menorragia61, inchaço62 das mamas7, alteração menstrual, leucorréia63, hemorragia vaginal64, espasmos65 uterinos, vaginite66.
Sistema gastrintestinal: náusea67, flatulência, diarréia68.
Pele34: edema69, acne70, erupção71.
Sistema nervoso72: vertigem73, depressão, nervosismo, insônia, instabilidade emocional.
Outras: dor, dor nas costas74, astenia75, dor abdominal, ganho de peso, edema69 periférico.
A incidência39 de hiperplasia endometrial40 com ESTALIS foi < 1% após um ano de tratamento.
Relatou-se, embora infrequentemente, o desenvolvimento de leiomioma76 uterino, cistos peritubais, pólipos77 endocervicais e parestesias78.

Posologia de Estalis

Início do tratamento:O ciclo de tratamento pode ser iniciado por mulheres que não estejam fazendo uso de qualquer outra terapia estrogênica. Para a maioria das mulheres na pós-menopausa2, a terapia pode ser iniciada a qualquer momento.
Mulheres que estejam fazendo uso de outra terapia estrogênica/progestogênica devem completar o ciclo do tratamento anterior antes de iniciar o tratamento com ESTALIS. Ao final de cada ciclo de tratamento é comum a ocorrência de sangramento de privação; sendo o primeiro dia deste sangramento o momento ideal para iniciar o novo ciclo de tratamento com ESTALIS.
Tratamento com ESTALIS
Aplicar 1 sistema transdérmico de ESTALIS.50/140 (Estradiol / Acetato de noretisterona) sobre a pele34 a cada 3 ou 4 dias, durante o ciclo de 28 dias. As pacientes devem ser avisadas que pode ocorrer sangramento irregular, sendo que na maioria dos casos ocorre amenorréia79.

Instruções de Uso de Estalis

O sistema transdérmico de ESTALIS deve ser aplicado sobre uma superfície de pele34 limpa e seca, que não esteja irritada, machucada ou oleosa (não deve ser aplicado sobre a pele34 com resíduos de creme, loção ou óleo hidratante), nas nádegas80 ou abdômen. Deve-se evitar a região da cintura, visto que roupas apertadas podem causar o despreendimento do sistema. O sistema transdérmico de ESTALIS não deve ser aplicado sobre as mamas7 ou em regiões próximas a elas.
O sistema transdérmico deve ser substituído a cada 3 ou 4 dias. Os locais de aplicação81 devem ser alternados, com um intervalo de pelo menos 1 semana entre 2 aplicações no mesmo local.
Cada sistema transdérmico de ESTALIS é selado em envelope de proteção individual. Após a abertura do envelope e retirada do sistema transdérmico do interior do mesmo, remova uma das metades da camada protetora, tomando cuidado para que os seus dedos não entrem em contato com a cola da matriz adesiva de liberação. Aplique o sistema transdérmico imediatamente. Remova a segunda metade da camada protetora e pressione firmemente o sistema transdérmico com a palma da mão82 por no mínimo 10 segundos, alisando cuidadosamente as bordas. Tome cuidado durante o banho ou outras atividades para não descolar o sistema transdérmico.
Em caso de despreendimento ou "queda" do sistema transdérmico (após atividade física, sudorese27 excessiva ou fricção de roupas apertadas), o mesmo sistema transdérmico pode ser reaplicado em outro local. Se necessário, pode-se aplicar um novo sistema transdérmico. Deve-se seguir sempre o esquema do tratamento original recomendado pelo médico. Após a aplicação sobre a pele34, o sistema transdérmico não deve ser exposto ao sol por longos períodos.
A remoção do sistema transdérmico deve ser realizada lenta e cuidadosamente, para evitar a irritação cutânea83. Caso permaneça algum resíduo na pele34 após a remoção do sistema transdérmico, seque a região e depois friccione cuidadosamente a área com creme ou loção, removendo assim o resíduo do adesivo.
Após a remoção do sistema transdérmico, o sistema usado deve ser dobrado sobre a face84 adesiva e descartado.
Os sistemas transdérmicos de ESTALIS devem ser mantidos fora do alcance das crianças, quando novos ou mesmo após a sua utilização.

Superdosagem de Estalis

Devido ao modo de administração de ESTALIS, é improvável que ocorra superdosagem com estradiol ou acetato de noretisterona. Caso surjam sintomas1 de superdosagem com ESTALIS, o sistema transdérmico deve ser removido imediatamente.

ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA, QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Reg. MS - 1.0068.0152
Farm.Resp.: Marco A. J. Siqueira - CRF-SP 23.873
Lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho
Exportado por Novartis Pharma AG, Suíça.
Importado e distribuído por Novartis Biociências S.A.
Av. Ibirama, 5l8 - Complexos 441/3 - Taboão da Serra - SP
CGC n° 56.994.502/0098-62 - Indústria Brasileira

ESTALIS - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
6 Cabeça:
7 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
8 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
9 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
10 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
11 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
12 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
13 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
14 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
15 Climatério: Conjunto de mudanças adaptativas que são produzidas na mulher como conseqüência do declínio da função ovariana na menopausa. Consiste em aumento de peso, “calores” freqüentes, alterações da distribuição dos pêlos corporais, dispareunia.
16 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
17 Epitélio: Epitélio ou tecido epitelial é um tecido constituído por células justapostas, ou seja, intimamente unidas entre si. Sua principal função é revestir a superfície externa do corpo, os órgãos e as cavidades corporais internas. Os epitélios são eficientes barreiras contra a entrada de agentes invasores e a perda de líquidos corporais. Eles têm também funções secretoras, sensoriais e de absorção. O tecido epitelial é um dos quatro tipos de tecidos básicos do nosso organismo, juntamente com os tecidos conjuntivo, muscular e nervoso.
18 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
19 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
20 Perfil lipídico: Exame laboratorial que mede colesterol total, triglicérides, HDL. O LDL é calculado por estes resultados. O perfil lipídico é uma das medidas de risco para as doenças cardiovasculares.
21 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
22 Resistência à insulina: Inabilidade do corpo para responder e usar a insulina produzida. A resistência à insulina pode estar relacionada à obesidade, hipertensão e altos níveis de colesterol no sangue.
23 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
24 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
25 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
26 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
27 Sudorese: Suor excessivo
28 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
29 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
30 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
31 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
32 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
33 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
34 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
35 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
36 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
37 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
38 Pélvicos: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
39 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
40 Hiperplasia endometrial: Caracterizada por alterações biomorfológicas do endométrio (estroma e glândulas), que variam desde um estado fisiológico exacerbado até o carcinoma “in situ”. É o resultado de uma estimulação estrogênica persistente na ausência ou insuficiência de estímulo progestínico.O fator prognóstico mais importante nas pacientes afetadas é a atipia celular: cerca de 20% das pacientes com hiperplasia atípica evoluem para câncer invasivo.
41 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
42 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
43 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
44 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
45 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
46 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
47 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
48 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
49 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
50 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
51 Mastalgia: Dor nas mamas. Costuma ser um distúrbio benigno em mulheres jovens devido a um desequilíbrio hormonal durante o ciclo menstrual. Mas, pode ter outras causas.
52 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
53 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
54 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
55 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
56 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
57 Escarificação: 1. Ato ou efeito de escarificar. 2. Série de arranhões ou pequenas incisões praticadas sobre uma superfície (p.ex., uma parede, a casca de uma árvore, etc.). 3. Na medicina, é o conjunto de leves incisões ou arranhaduras superficiais feitas com um escarificador (p.ex., na pele, para aplicação de uma vacina, ou num osso, para coleta de material). 4. Rebaixamento das bordas de um orifício feitas com um escarificador (ferramenta).
58 Pápulas: Lesões firmes e elevadas, com bordas nítidas e diâmetro que varia de 1 a 5 milímetros (até 1 centímetro, segundo alguns autores).
59 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
Sistema genital
60 Sistema genital: Sistema genital ou sistema reprodutor humano é formado por órgãos que constituem os aparelhos genitais masculino e feminino.
61 Menorragia: Também chamada de hipermenorréia, é a menstruação anormalmente longa e intensa em intervalos regulares. As causas podem ser: coagulação sangüínea anormal, desregulação hormonal do ciclo menstrual ou desordens do revestimento endometrial do útero. Dependendo da causa, a menorragia pode estar associada à menstruação dolorosa (dismenorréia).
62 Inchaço: Inchação, edema.
63 Leucorréia: Corrimento branco eliminado pela vagina ou uretra. Pode ser manifestação de uma doença ginecológica ou das vias urinárias.
64 Hemorragia vaginal: Hemorragia vaginal anormal é a perda de sangue por via vaginal fora do período menstrual ou que surge em grandes quantidades (durante mais de sete dias). É preciso considerar a situação menstrual da mulher: se ela tem menstruações normais, irregulares, com falhas, se é muito jovem, se está perto da menopausa ou se já está na menopausa.
65 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
66 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
67 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
68 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
69 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
70 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
71 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
72 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
73 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
74 Costas:
75 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
76 Leiomioma: Tumor benigno do músculo liso que pode localizar-se em qualquer órgão que seja formado pelo dito tecido.
77 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
78 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
79 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
80 Nádegas:
81 Locais de aplicação: Locais do corpo onde a insulina é geralmente injetada.
82 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
83 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
84 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.

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