LISINOPRIL

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

LISINOPRIL

Medicamento Genérico Lei nº 9 787/99

5 mg, 10 mg, 20 mg
Comprimidos

Forma Farmacêutica e Apresentações de Lisinopril

Comprimidos. Embalagens com 30 comprimidos. USO ADULTO

Composição de Lisinopril

Cada comprimido contém:
Lisinopril…………………………………………………………..5 mg, 10 mg e 20 mg
Excipientes q.s.p. ...............………………………………………………1 comprimido
Excipientes: manitol, hidrogenofosfato de cálcio dihidratado, amido de milho pregelatinizado, croscarmelose sódica, estearato de magnésio.
A concentração de 10 mg contém também: mistura de pigmentos rosa PB-24823 - amido de milho pregelatinizado, óxido de ferro vermelho (E172), óxido de ferro preto (E172) e óxido de ferro amarelo (E172).
A concentração de 20 mg contém também: mistura de pigmentos rosa PB-24824 - amido de milho pregelatinizado, óxido de ferro vermelho (E172), óxido de ferro preto (E172) e óxido de ferro amarelo (E172).

Informação ao Paciente de Lisinopril

Ação esperada do medicamento: O Lisinopril está indicado para o tratamento da hipertensão1 essencial e renovascular. Pode ser usado como monoterapia ou associado a outras classes de agentes anti-hipertensivos. Também é indicado para o controle da insuficiência cardíaca congestiva2, como tratamento adjuvante com diuréticos3 não poupadores de potássio e onde apropriado, digitálicos. O Lisinopril é indicado para o tratamento de pacientes hemodinamicamente estáveis que sofreram infarto4 agudo5 do miocárdio6 nas últimas 24 horas. A melhora dos sintomas7 é esperada ao longo do tratamento. Cuidados de armazenamento: Conservar este medicamento em sua embalagem original, em temperatura inferior a 25 ºC.
Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, Lisinopril apresenta prazo de validade de 24 meses, a partir da data de fabricação. O número de lote, a data de fabricação e a validade estão impressos no cartucho. Não utilize o produto após o vencimento do prazo de validade.
Gravidez8 e lactação9: Informar ao médico sobre a ocorrência de gravidez8 na vigência do tratamento ou após seu término. Se ocorrer gravidez8 durante o uso deste medicamento, suspenda o tratamento e avise prontamente o médico. Informar ao médico se está amamentando. O uso de Lisinopril durante a gravidez8 e a lactação9 não é recomendado.
Cuidados de administração: O Lisinopril deve ser administrado por via oral. Antes da utilização, verificar se há antecedentes alérgicos, especialmente aos componentes da formulação. Somente deve ser administrado sob prescrição médica. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Como a absorção do Lisinopril não é afetada por alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições. Lisinopril deve ser administrado em dose única diária. Os comprimidos devem ser ingeridos com bastante líquido.
Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Qualquer modificação da dose somente deverá ser realizada sob orientação médica.
Reações adversas: Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis. Lisinopril é geralmente bem tolerado. As reações adversas mais freqüentes são: tonturas10, dor de cabeça11, diarréia12, tosse, náusea13 e fadiga14. Alergias ocorrem raramente. Se ocorrerem sensações ou sintomas7 desagradáveis, o médico deve ser avisado prontamente.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias:. Nenhum outro medicamento deve ser tomado sem o consentimento de seu médico.
Contra-indicações e precauções: Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja utilizando, antes do início, ou durante o tratamento. O Lisinopril é contra-indicado a pacientes com conhecida hipersensibilidade a qualquer componente da formulação e durante a gravidez8 e a lactação9.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e / ou operar máquinas:
Pacientes devem estar atentos para as reações que manifestam com o uso deste medicamento, antes de conduzir veículos, de operar máquinas ou de desenvolver qualquer outra atividade que requeira concentração, pois este medicamento pode alterar a capacidade de reação e a aptidão para a condução de veículos. Deve-se considerar também o aparecimento ocasional de tontura15/vertigem16 e cansaço.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE17.

Informação Técnica de Lisinopril

Farmacodinâmica de Lisinopril

O Lisinopril é um inibidor da peptidil dipeptidase. Ele inibe a enzima18 conversora da angiotensina (ECA) que catalisa a conversão da angiotensina I ao peptídeo vasoconstritor, angiotensina II. A angiotensina II estimula também a secreção de aldosterona pelo córtex adrenal. A inibição da ECA resulta em concentrações diminuídas de angiotensina II, as quais resultam em diminuição da atividade vasopressora e redução da secreção de aldosterona. A diminuição da aldosterona pode resultar em um aumento da concentração sérica de potássio. Acredita-se que o mecanismo pelo qual o Lisinopril diminui a pressão arterial19 é principalmente a supressão do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Apesar disso, o Lisinopril tem demonstrado ser anti-hipertensivo mesmo em pacientes hipertensos com baixa renina. A ECA é idêntica a cininase II, enzima18 que degrada a bradicinina20. Ainda não está elucidado se níveis aumentados de bradicinina20, um potente peptídeo vasodilatador, exercem papel importante sobre os efeitos terapêuticos do Lisinopril.

Farmacocinética de Lisinopril

Absorção
Baseado na recuperação urinária, a extensão média de absorção de Lisinopril é de aproximadamente 25%, com variações entre os pacientes (6-60%) em todas as doses testadas (5-80 mg).
A absorção de Lisinopril não é afetada pela presença de alimentos no trato gastrintestinal.
Distribuição
Após administração oral de lisinopril, as concentrações plasmáticas de pico ocorrem em 7 horas, apesar de haver tendência a um pequeno retardo nesse tempo em pacientes com infarto4 agudo5 do miocárdio6. Em doses múltiplas, o lisinopril possui uma meia-vida efetiva de acúmulo de 12,6 horas.
O declínio das concentrações séricas exibe uma fase terminal prolongada que não contribui para o acúmulo de droga. Essa fase terminal provavelmente representa ligações saturadas à ECA e não é proporcional à dose. Aparentemente o Lisinopril não se liga às outras proteínas21 séricas.
Estudos em ratos indicam que o Lisinopril pouco atravessa a barreira hematoencefálica. Inibidores da ECA podem exercer um efeito menor sobre a pressão sangüínea22 de pacientes hipertensos negros do que em pacientes hipertensos não negros.
Quando combinado com outros agentes anti-hipertensivos, podem ocorrer quedas adicionais na pressão sangüínea22.
Pacientes idosos apresentam níveis sangüíneos mais elevados e valores de AUC maiores que os pacientes mais jovens.
Biotransformação
O Lisinopril não é metabolizado e a droga absorvida é excretada inteiramente inalterada na urina23.
Eliminação
O comprometimento da função renal24 diminui a eliminação de lisinopril, que é excretado via renal24, mas essa diminuição torna-se clinicamente importante somente quando a taxa de filtração glomerular for menor do que 30 mL/min. O Lisinopril pode ser removido por diálise25.

Indicações de Lisinopril

Lisinopril é indicado para o tratamento da hipertensão1 essencial e renovascular. Pode ser usado como monoterapia ou associado a outras classes de agentes anti-hipertensivos. Lisinopril também é indicado para o controle da insuficiência cardíaca congestiva2, como tratamento adjuvante com diuréticos3 não poupadores de potássio e onde apropriado, com digitálicos. Lisinopril é indicado para o tratamento de pacientes hemodinamicamente estáveis que sofreram infarto4 agudo5 do miocárdio6 nas últimas 24 horas, para prevenir o desenvolvimento subseqüente de disfunção do ventrículo esquerdo ou insuficiência cardíaca26, além de melhorar a sobrevida27. Os pacientes devem receber, apropriadamente, o tratamento padrão recomendado para infarto4: trombolíticos, ácido acetilsalicílico, betabloqueadores.
Lisinopril reduz a taxa de excreção urinária de albumina28 em pacientes diabéticos normotensos insulino-dependentes e em pacientes diabéticos hipertensos não insulino-dependentes, que apresentam nefropatia29 incipiente caracterizada por microalbuminúria30.

Contra-Indicações de Lisinopril

Este medicamento é contra-indicado em todos os casos de hipersensibilidade ao lisinopril, e aos demais componentes da formulação, bem como a outros agentes ativos similares (inibidores da enzima18 conversora de angiotensina, ECA).
Lisinopril é contra-indicado em pacientes com história prévia de edema angioneurótico31 relacionado ao tratamento prévio com inibidores da ECA e em pacientes com edema angioneurótico31 hereditário ou idiopático32.
Estenose33 de determinadas válvulas cardíacas (estenose33 mitral ou aórtica) ou presença de enfermidade cardíaca onde haja aumento do músculo cardíaco34 (cardiomiopatia hipertrófica).
Pressão arterial sistólica35 inferior a 100 mmHg antes de iniciar-se o tratamento com Lisinopril.
Gravidez8 e lactação9.
Tratamento por hemodiálise36 quando se utilizam determinadas membranas de diálise25 (por exemplo AN69).
Choque37 cardiovascular.
Insuficiência renal38 grave (clearance da creatinina39 < 30 mL/min).
Pacientes com instabilidade hemodinâmica40 após infarto4 agudo5 do miocárdio6.

Advertências e Precauções de Lisinopril

Neutropenia41/agranulocitose42 O captopril, outro inibidor da enzima18 conversora da angiotensina, tem mostrado causar agranulocitose42 e depressão da medula óssea43, raramente em pacientes não complicados, porém com maior freqüência em pacientes com prejuízo da função renal24, especialmente se estes possuírem também uma desordem vascular44 do colágeno45. Os dados clínicos experimentais com lisinopril são insuficientes para demonstrar que este não cause agranulocitose42 em níveis semelhantes. Há relatos de raros casos de neutropenia41 e depressão da medula óssea43 na qual uma relação causal com o lisinopril não pode ser excluída. Em pacientes com distúrbios vascular44 do colágeno45 e renal24, deve-se considerar a monitoração periódica da contagem de glóbulos brancos no sangue46.
Hipotensão47 Sintomática48
Hipotensão47 sintomática48 tem ocorrido raramente em pacientes com hipertensão1 não-complicada. Em pacientes hipertensos que estejam recebendo Lisinopril, há maior probabilidade de ocorrer hipotensão47 se o paciente tiver sido depletado de volume, por exemplo, devido à terapia diurética, restrição dietética de sal, diálise25, diarréia12 ou vômitos49 (ver Interações Medicamentosas e Outras Formas de Interação e Reações Adversas). Há relatos de hipotensão47 sintomática48 em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva2, com ou sem insuficiência renal38 associada. É mais provável que isto ocorra em pacientes com grau mais severo de insuficiência cardíaca26 (uso de altas doses de diuréticos3 de alça, hiponatremia50, comprometimento da função renal24). Nestes pacientes a terapia deve ser iniciada sob supervisão médica, e os mesmos devem ser observados atentamente quando a dose de Lisinopril e/ou diurético51 for ajustada.
Considerações semelhantes aplicam-se aos pacientes com cardiopatia isquêmica52 ou doença vascular44 cerebral nos quais a redução excessiva da pressão arterial19 poderia resultar em infarto do miocárdio53 ou acidente cerebrovascular.
Se ocorrer hipotensão47, o paciente deve ser colocado em posição supina e, se necessário, receber infusão de solução fisiológica54 intravenosa. Hipotensão47 transitória não é contra-indicação ao tratamento, que pode continuar normalmente uma vez que a pressão arterial19 aumentou após a expansão de volume.
Assim como outros vasodilatadores, Lisinopril deve ser administrado com cautela a pacientes com estenose33 aórtica ou com cardiomiopatia hipertrófica.
Com o uso de Lisinopril podem ocorrer decréscimos adicionais da pressão arterial19 sistêmica em alguns pacientes com insuficiência cardíaca congestiva2 que
Submissão - Modelo de Bula 5n
tenham pressão arterial19 normal ou baixa. Este efeito é previsto e, geralmente, não é razão para a interrupção do tratamento. Se a hipotensão47 se tornar sintomática48, pode ser necessária a redução da dose ou a suspensão de Lisinopril.
Hipotensão47 em Infarto4 Agudo5 do Miocárdio6
O tratamento com Lisinopril não deve ser iniciado para infarto4 agudo5 do miocárdio6 em pacientes sob risco de grave deterioração hemodinâmica40 após tratamento com um vasodilatador. Trata-se de pacientes com pressão sistólica55 menor ou igual a 100mmHg, ou choque37 cardiogênico. Durante os 3 primeiros dias após o infarto4, a dose deve ser reduzida caso a pressão sistólica55 seja menor ou igual a 120 mmHg. Doses de manutenção devem ser reduzidas a 5 mg ou temporariamente a 2,5 mg caso a pressão sistólica55 seja menor ou igual a 100 mmHg. Se a hipotensão47 persistir (pressão sistólica55 inferior a 90 mmHg por mais de uma hora) então Lisinopril deve ser descontinuado.
Comprometimento da função renal24
Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva2, a hipotensão47 que segue após o início da terapia com inibidores da ECA pode levar a algum comprometimento da função renal24. Insuficiência renal38 aguda, normalmente reversível, foi observada nessa situação.
Em alguns pacientes com estenose33 da artéria renal56 bilateral ou estenose33 da artéria renal56 de rim57 único que foram tratados com inibidores da ECA, têm sido observados aumentos de uréia58 e creatinina39 sérica reversíveis com a interrupção da terapia. Isto é especialmente importante em pacientes com insuficiência renal38.
Alguns pacientes hipertensos sem aparente lesão59 vascular44 renal24 pré-existente desenvolveram aumentos de uréia58 e creatinina39 séricas, geralmente pequenos e transitórios, especialmente quando receberam Lisinopril concomitantemente a um diurético51. Esta ocorrência é mais provável em pacientes com disfunção renal24 pré-existente. Pode ser necessária a redução da dose de Lisinopril e/ou interrupção do diurético51 e/ou de Lisinopril. Se hipertensão1 renovascular também for pré-existente, existe um aumento de risco de ocorrer hipotensão47 severa e insuficiência renal38. Nestes pacientes, o tratamento deve ser iniciado sob cuidadosa supervisão médica, com baixas doses e com uma cuidadosa titulação de dose. Uma vez que o tratamento com diuréticos3 pode ser um fator contribuinte para o caso acima, o mesmo deve ser descontinuado e a função renal24 deve ser monitorada durante as primeiras semanas de terapia com Lisinopril.
No infarto4 agudo5 do miocárdio6, o tratamento com Lisinopril não deve ser iniciado em pacientes com evidência de disfunção renal24, definida como concentrações de creatinina39 sérica excedendo 177 micromol/L e/ou proteinúria60 excedendo 500 mg/24h. Se a disfunção renal24 se desenvolver durante o tratamento com Lisinopril (concentrações de creatinina39 sérica excedendo 265 micromol/L ou o dobro do valor do pré-tratamento), então o médico deve considerar a descontinuação de Lisinopril.
Pacientes em hemodiálise36
Reações anafilactóides foram relatadas em pacientes que sofreram certos procedimentos de hemodiálise36 (por exemplo: com a membrana de alto fluxo AN 69) e tratados concomitantemente com um inibidor da ECA. Nesses pacientes deve ser considerado o uso de uma membrana de diálise25 diferente ou uma diferente classe de agentes anti-hipertensivos.
Hipersensibilidade / Edema angioneurótico31
Edema angioneurótico31 de face61, extremidades, lábios, língua62, glote63 e/ou laringe64 tem sido raramente relatado em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo Lisinopril. Em tais casos, Lisinopril deve ser descontinuado imediatamente e o paciente deve ser observado atentamente para assegurar o completo desaparecimento dos sintomas7 antes de liberar o paciente. Normalmente os casos em que o edema65 tenha se restringido à face61 e aos lábios não requerem tratamento, embora possam ser utilizados anti-histamínicos para o alívio dos sintomas7.
O edema angioneurótico31 associado a edema65 de laringe64 pode ser fatal. Quando existe envolvimento de língua62, glote63 ou laringe64, a ponto de causar obstrução das vias aéreas, deve ser administrada imediatamente terapia apropriada, como solução subcutânea66 de adrenalina67 a 1:1000 (0,3 a 0,5 mL) e manutenção das vias desobstruídas. O paciente deve ser cuidadosamente supervisionado até a completa resolução dos sintomas7.
Inibidores da ECA causam uma taxa maior de angioedema68 em pacientes negros do que em pacientes não negros.
Pacientes com história de angioedema68, não relacionado a tratamento com inibidores da ECA, podem estar sob risco maior de desenvolver angioedema68 enquanto estiverem recebendo um inibidor da ECA (vide "Contra-indicações").
Dessensibilização69 Pacientes recebendo inibidores da ECA durante tratamento de dessensibilização69 (por exemplo: veneno de hymenoptera) apresentaram reações anafilactóides. Nos mesmos pacientes, essas reações foram evitadas com a descontinuação temporária dos inibidores da ECA, mas reapareceram com o reinício inadvertido da terapia.
Tosse
Foi relatado tosse com o uso de inibidores da ECA. Caracteristicamente, a tosse é não produtiva, persistente e se resolve com a descontinuação do tratamento. Tosse induzida por inibidores da ECA deve ser considerada como parte do diagnóstico70 diferencial da tosse.
Cirurgia/Anestesia71 Em pacientes submetidos a grandes cirurgias, ou sob anestesia71 com agentes que produzam hipotensão47, Lisinopril pode bloquear a formação de angiotensina II secundária à liberação compensatória de renina. Se ocorrer hipotensão47 que for considerada devido a este mecanismo, a mesma poderá ser corrigida por expansão de volume.
Potássio sérico
Vide "Interações medicamentosas e outras formas de interação".

Uso em idosos - Não se demonstrou alterações na eficácia e perfil de segurança relacionadas à idade. Entretanto, quando a idade avançada está associada à diminuição da função renal24, devem ser utilizas as orientações descritas no item Posologia em Pacientes com Insuficiência Renal38 (Posologia e Modo de Usar) para se determinar a dose inicial de Lisinopril. A partir daí, a posologia deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial19.
Uso Pediátrico - A eficácia e a segurança de Lisinopril em crianças não foram estabelecidas.
Gravidez8 e lactação9 -
Gravidez8 - Lisinopril não deve ser usado durante a gravidez8.
Quando a gravidez8 for detectada, Lisinopril deve ser interrompido o mais rápido possível. Os inibidores da ECA podem causar morbidade72 e mortalidade73 fetal e neonatal quando administrados a gestantes durante o segundo e terceiro trimestres. O uso de inibidores da ECA durante esse período foi associado com complicação fetal e neonatal incluindo hipotensão47, disfunção renal24, hipercalemia74 e/ou hipoplasia75 do crânio76 no recém-nascido. Ocorreu oligohidrâmnio77 materno, presumivelmente representando diminuição da função renal24 fetal, e pode resultar em contratura dos membros, deformações craniofaciais e desenvolvimento de pulmão78 hipoplástico. Essas reações adversas ao embrião e feto79 aparentemente não resultam da exposição intra-uterina ao inibidor da ECA limitada ao primeiro trimestre de gravidez8.
Caso o Lisinopril seja usado durante a gravidez8, a paciente deve ser informada sobre o risco potencial para o feto79. Nos raros casos onde o uso durante a gravidez8 é essencial, deve-se realizar ultra-sonografia para avaliar o ambiente intra-amniótico. Se for observado oligohidrâmnio77, Lisinopril deve ser descontinuado, a não ser que seu uso seja considerado vital para a mãe. As pacientes e os médicos devem estar cientes que oligohidrâmnio77 pode não aparecer até que o dano causado ao feto79 seja irreversível.
Recém-nascidos cujas mães receberam Lisinopril devem ser observados atentamente para hipotensão47, oligúria80 e hipercalemia74. Lisinopril atravessa a barreira placentária e foi removido da circulação81 neonatal por diálise peritoneal82 com algum benefício clínico e teoricamente pode ser removido por transfusão83.
Lactantes84
Não se sabe se o Lisinopril é excretado no leite humano. Como muitos medicamentos são excretados no leite, incluindo os inibidores da ECA, recomenda-se não utilizar Lisinopril durante a lactação9.
Efeitos sobre a habilidade de dirigir veículos e / ou operar máquinas
Pacientes devem estar atentos para as reações que manifestam com o uso deste medicamento, antes de conduzir veículos, de operar máquinas ou de desenvolver qualquer outra atividade que requeira concentração, pois este medicamento pode alterar a capacidade de reação e a aptidão para a condução de veículos. Deve-se considerar também o aparecimento ocasional de tontura15/vertigem16 e cansaço.

Interações Medicamentosas e Outras Formas de Interação de Lisinopril

Diuréticos3 Quando um diurético51 é acrescentado à terapia com Lisinopril o efeito anti-hipertensivo é geralmente potencializado. Pacientes que já utilizam diuréticos3 e especialmente aqueles nos quais a terapia diurética tenha sido recentemente instituída podem ocasionalmente apresentar excessiva redução da pressão arterial19 quando Lisinopril for acrescentado. A possibilidade de hipotensão47 sintomática48 com Lisinopril pode ser minimizada com a interrupção do diurético51 antes da introdução do tratamento com Lisinopril (vide "Advertências e precauções" e "Posologia e Modo de Usar").
Analgésicos85 e antiinflamatórios (por exemplo, ácido acetilsalicílico e indometacina)
Pode ocorrer diminuição do efeito hipotensor.
Outros Agentes
A indometacina pode diminuir a eficácia anti-hipertensiva de Lisinopril quando administrada concomitantemente. Em alguns pacientes com comprometimento da função renal24 que estão sendo tratados com antiinflamatórios não esteroidais, a co-administração de Lisinopril pode resultar em deterioração da função renal24.
Lisinopril tem sido usado concomitantemente com nitratos e/ou digoxina sem evidências de interações adversas clinicamente significantes.
Quando Lisinopril é utilizado concomitantemente com outros agentes anti-hipertensivos, pode ocorrer hipotensão47 adicional.
Potássio sérico
Embora estudos clínicos demonstrem que o potássio sérico geralmente se mantém dentro dos limites normais, em alguns casos ocorreu hipercalemia74. Os
Submissão - Modelo de Bula 9n
fatores de risco para o desenvolvimento da hipercalemia74 incluem insuficiência renal38, diabetes mellitus86 e uso concomitante de diuréticos3 poupadores de potássio (espironolactona, triantereno e amilorida), suplementação87 de potássio ou substitutos do sal de cozinha que contenham potássio. O uso destes agentes, particularmente em pacientes com comprometimento da função renal24, pode levar a aumentos significativos do potássio sérico.
Se Lisinopril for administrado com um diurético51 espoliador de potássio a hipocalemia88 induzida pelo diurético51 pode ser amenizada.
Se o uso concomitante de Lisinopril com os agentes acima mencionados for julgado apropriado, ele deve ser feito com cuidado, e o potássio sérico monitorado com freqüência.
Lítio
Assim como ocorre com outros medicamentos que eliminam sódio, a eliminação de lítio pode ser diminuída. Portanto, os níveis séricos de lítio devem ser cuidadosamente monitorados se sais de lítio estiverem sendo administrados. Pode ser necessário um ajuste das doses de lítio.
Anestésicos
Aumento do efeito hipotensor.
Hipoglicemiantes89, inclusive insulina90
Aumento do efeito hipoglicemiante91.
Antiácidos92
Diminuição do efeito de Lisinopril.
Medicamentos contra a gota93 contendo alopurinol, antineoplásicos, imunossupressores (por exemplo, após um transplante), corticosteróides, antiarrítimicos contendo procaína
Aumento o risco da diminuição da taxa de glóbulos brancos.
Álcool
Aumento do efeito do álcool. Aumento do efeito hipotensor.
Sal (cloreto de sódio)
Diminuição do efeito de Lisinopril em casos de hipertensão arterial94 ou de insuficiência cardíaca26.

Reações Adversas de Lisinopril

Lisinopril demonstrou ser geralmente bem tolerado. Na maioria dos casos, as reações adversas são leves e transitórias. Os efeitos clínicos adversos mais freqüentes observados com Lisinopril em estudos clínicos controlados foram: tonturas10, cefaléia95, diarréia12, fadiga14, tosse e náuseas96. Outras reações adversas menos freqüentes ocorreram em estudos clínicos controlados e incluem efeitos ortostáticos, inclusive hipotensão47, erupções cutâneas97 e astenia98.
Hipersensibilidade / Edema Angioneurótico31
Edema angioneurótico31 de face61, extremidades, lábios, língua62, glote63 e/ou laringe64 tem sido raramente relatado (vide "Advertências e precauções").
Raramente ocorreram as seguintes reações adversas:
Cardiovasculares
Infarto do miocárdio53 ou acidente cerebrovascular possivelmente secundário à hipotensão47 excessiva em pacientes de alto risco (vide "Advertências e Precauções"), palpitação99 e taquicardia100.
Pele101, vasos sanguíneos102
Ocasionalmente podem aparecer reações cutâneas97 do tipo alérgico, tais como exantemas103, raramente pruridos, urticária104, psoríase105, diaforese106, alopecia107, pênfigo, necrólise epidérmica tóxica108, Síndrome de Stevens-Johnson109, eritema multiforme110. Têm sido descritos, em casos isolados, reações cutâneas97 graves.
As reações cutâneas97 podem acompanhar-se de febre111, mialgias112, artralgias113, alterações da crase sanguínea e/ou alterações laboratoriais características. Em caso de suspeita de reação cutânea114 grave, deve-se consultar um médico imediatamente e interromper o tratamento com Lisinopril.
Têm sido descritos casos isolados de alterações cutâneas97, tais como, psoríase105, eritema115, hipersudorese, queda de cabelo116, alterações ungueais117 e piora dos distúrbios circulatórios dos dedos (Doença de Raynauld).
Aparelho digestivo118, fígado119
Ocasionalmente, têm sido descritos boca120 seca, náusea13, dor abdominal, indigestão e transtornos digestivos. Raramente podem ocorrer vômitos49, diarréia12, constipação121 e anorexia122.
Os inibidores da ECA, podem, em casos muito isolados, desencadear um quadro de icterícia123, insuficiência hepática124 grave repentina e óbito125. O mecanismo é desconhecido. Caso, durante o tratamento com inibidores da ECA ocorra icterícia123, o tratamento deve ser descontinuado e o médico comunicado. Têm sido relatados casos isolados de insuficiência hepática124, icterícia123, pancreatite126 e obstrução intestinal.
Sistema nervoso127
Alterações no humor, confusão mental, parestesia128, vertigo. Cefaléias129 e cansaço têm sido observados ocasionalmente. Raramente tem sido descrito sonolência, depressão, transtornos do sono, sensação de adormecimento dos membros inferiores, transtornos do equilíbrio, cãimbras, nervosismo, desorientação, zumbido, visão130 turva e alterações ou perda do paladar131.
Vias respiratórias
Pode aparecer ocasionalmente broncoespasmo132, rinite133, faringite134, rouquidão e bronquite. Isoladamente tem-se relatado dispnéia135, sinusite136, catarro, inflamação137 da mucosa138 da boca120 e da língua62.
Em casos muito isolados um edema65 dos tecidos ("edema angioneurótico31") afetando as vias aéreas superiores pode ocasionar dispnéia135 grave com risco de vida.
Urogenitais
Casos raros de uremia139, oligúria80/anúria140, disfunção renal24, insuficiência renal38 aguda, impotência141. Outras: febre111, vasculite142, mialgia143, artralgia144/artrite145, anticorpos146 antinucleares (ANA) positivo, velocidade de sedimentação dos eritrócitos147 elevada, eosinofilia148, leucocitose149, fotossensibilidade ou quaisquer outras manifestações dermatológicas.

Interações em Testes Laboratoriais de Lisinopril

Alterações clinicamente importantes dos parâmetros laboratoriais foram raramente associadas à administração de Lisinopril. Foram observados aumentos na uréia58 sangüínea, na creatinina39 sérica, nas enzimas hepáticas150 e na bilirrubina151 sérica. Esses aumentos geralmente são reversíveis após a descontinuação de Lisinopril.
Depressão de medula152, manifestada em forma de anemia153 e/ou trombocitopenia154 e/ou leucopenia155, foi observada.
Agranulocitose42 foi raramente observada e não foi estabelecida uma relação causal com o tratamento com Lisinopril.
Foi relatada, raramente, anemia hemolítica156.
Ocorreram pequenos decréscimos na hemoglobina157 e hematócrito158, de rara importância clínica a menos que outra causa de anemia153 coexista. Também ocorreram hipercalemia74 e hiponatremia50.

Posologia e Modo de Usar de Lisinopril

Como a absorção de Lisinopril não é afetada por alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições. Lisinopril deve ser administrado em dose única diária. Os comprimidos devem ser ingeridos com bastante líquido. Hipertensão1 Essencial
Em pacientes com hipertensão1 essencial, a dose inicial recomendada é de 5 a 10 mg uma vez ao dia, dose única diária. A dose será aumentada gradualmente até que se consiga um controle ótimo da pressão. O intervalo para o ajuste das doses, deve ser de pelo menos 3 semanas.
A dose usual de manutenção é de 20 mg administrados uma vez ao dia. A posologia deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial19. A dose máxima recomendada é de 40 mg/dia. A dose máxima usada por longo prazo em estudos clínicos controlados foi de 80 mg por dia. Doses iniciais menores (2,5 mg de Lisinopril, são necessárias na presença de comprometimento da função renal24, insuficiência cardíaca26, em pacientes nos quais a terapêutica159 diurética não possa ser descontinuada; em pacientes depletados de volume e/ou sal (diarréia12, vômitos49 ou como consequência de tratamento com diuréticos3); em pacientes com hipertensão1 grave e em pacientes idosos.
Pacientes Tratados com Diuréticos3
Pode ocorrer hipotensão47 sintomática48 após o início da terapia com Lisinopril. Isto é mais provável em pacientes que estejam sendo tratados concomitantemente com diuréticos3. Recomenda-se precaução, pois estes pacientes podem estar depletados de volume e/ou sal. A terapêutica159 diurética deve ser descontinuada dois a três dias antes de iniciar a administração de Lisinopril (vide "Advertências e Precauções"). Em pacientes hipertensos nos quais os diuréticos3 não possam ser descontinuados, a terapia com Lisinopril deve ser iniciada com a dose de 5 mg. A posologia subseqüente de Lisinopril deverá ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial19. Se necessário, a terapêutica159 diurética pode recomeçar.
Posologia em Pacientes com Insuficiência Renal38
(Clearance de creatina entre 30 e 70 mL/mim e pacientes idosos acima de 65 anos)
A dose inicial é de 2,5 mg de Lisinopril. A dose usual de manutenção está entre 5 e 10 mg de Lisinopril, diariamente, e deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial19. Não deve ser excedida a dose máxima de 20mg/dia.
É recomendado discontinuar o tratamento com diuréticos3 2 a 3 dias antes do início do tratamento com Lisinopril.
Hipertensão1 Renovascular
Alguns pacientes com hipertensão1 renovascular, especialmente aqueles com estenose33 bilateral da artéria renal56 ou estenose33 da artéria renal56 em rim57 único, podem desenvolver resposta exagerada à primeira dose de Lisinopril. Portanto, recomenda-se uma dose inicial de 2,5 mg a 5 mg. A partir daí, a posologia pode ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial19.
Insuficiência Cardíaca Congestiva2
Como tratamento adjuvante com diuréticos3 e, onde apropriado, com digitálicos, Lisinopril pode ser administrado com dose inicial de 2,5 mg uma vez ao dia. A dose usual de manutenção varia de 5 a 20 mg ao dia administrados em dose única diária. Não se deve exceder a dose máxima de 35 mg/dia. O ajuste da dose deve ser baseado na resposta clínica do paciente. O intervalo para ajuste de dose deve ser no mínimo 2 semanas e no máximo 4 semanas.
Pacientes com alto risco de apresentar hipotensão47 sintomática48, como por exemplo, pacientes com depleção160 de sal, com ou sem hiponatremia50, pacientes com hipovolemia161, ou que tenham recebido rigorosa terapêutica159 diurética, deverão ter estas condições corrigidas se possível antes de iniciar a terapia com Lisinopril. O efeito da dose inicial de Lisinopril sobre a pressão arterial19 deverá ser monitorado cuidadosamente.
Infarto4 Agudo5 do Miocárdio6
O tratamento com Lisinopril pode ser iniciado dentro de 24 horas após o início dos sintomas7. A primeira dose de Lisinopril é de 5 mg administrados oralmente, seguido de 5 mg após 24 horas, 10 mg após 48 horas e então 10 mg uma vez ao dia. Pacientes com baixa pressão sistólica55 (120 mmHg ou menos) devem receber uma dose menor - 2,5 mg oralmente - quando o tratamento for iniciado ou durante os 3 primeiros dias após o infarto4. Se ocorrer hipotensão47 (pressão sistólica55 menor ou igual a 100 mmHg), uma dose diária de manutenção de 5 mg pode ser administrada com reduções temporárias a 2,5 mg, se necessário. Se ocorrer hipotensão47 prolongada (pressão sistólica55 menor ou igual a 90 mmHg por mais de uma hora), Lisinopril deve ser descontinuado.
A administração deve continuar por 6 semanas. Pacientes que desenvolverem sintomas7 de insuficiência cardíaca26 devem continuar com Lisinopril.
Lisinopril é compatível com trinitrato de gliceril transdérmico ou intravenoso.
Complicações renais do diabetes mellitus86
Em pacientes diabéticos normotensos insulino-dependentes, a dose diária de Lisinopril é de 10 mg uma vez ao dia. Tal dose pode ser aumentada para 20 mg uma vez ao dia, se necessário, para que se atinja a pressão diastólica162 de 75 mmHg.
Em pacientes diabéticos hipertensos não insulino-dependentes, a dose é a mesma acima para que se atinja uma pressão diastólica162 de 90 mmHg.
Uso pediátrico
Não se recomenda o uso pediátrico de Lisinopril, uma vez que a eficácia e a segurança de Lisinopril em crianças não foram estabelecidas.

Superdosagem de Lisinopril

Em caso de superdosagem, comunique imediatamente ao médico.
Não existem dados sobre superdosagem em humanos. A manifestação mais provável decorre de alteração cardiovascular (astenia98, vertigem16, sensação de perda da visão130), para a qual o tratamento seria infusão intravenosa de solução salina normal. O Lisinopril pode ser removido da circulação81 pela hemodiálise36.
Os sintomas7 de superdosagem incluem hipotensão47 severa, distúrbios de eletrólitos163 e insuficiência renal38. Depois da ingestão de uma superdosagem, o paciente deve ser cuidadosamente supervisionado. As medidas terapêuticas dependem da natureza e da severidade dos sintomas7. Medidas para prevenir a absorção e métodos para acelerar a eliminação devem ser adotados. Se ocorrer hipotensão47 severa, o paciente deve ser colocado em posição de choque37 e uma solução intravenosa salina normal deve ser administrada rapidamente.
O tratamento com angiotensina II (se disponível) pode ser considerado. Os inibidores da ECA podem ser removidos da circulação81 por hemodiálise36. O uso de membranas de diálise25 de poliacrilonitrila de alto fluxo deve ser evitado. Os eletrólitos163 séricos e a creatinina39 devem ser monitorados freqüentemente.

Pacientes Idosos de Lisinopril

Não se demonstrou alterações na eficácia e perfil de segurança relacionadas à idade. Entretanto, quando a idade avançada está associada à diminuição da função renal24, devem ser utilizas as orientações descritas no item Posologia em Pacientes com Insuficiência Renal38 (Posologia e Modo de Usar) para se determinar a dose inicial de Lisinopril. A partir daí, a posologia deve ser ajustada de acordo com a resposta da pressão arterial19.

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LISINOPRIL - Laboratório

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Complementos

1 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
2 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
3 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
4 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
5 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
6 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
7 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
8 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
9 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
10 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
11 Cabeça:
12 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
13 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
14 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
15 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
16 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
17 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
18 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
19 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
20 Bradicinina: É um polipeptídio plasmático que tem função vasodilatadora e que se forma em resposta à presença de toxinas ou ferimentos no organismo.
21 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
22 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
23 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
24 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
25 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
26 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
27 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
28 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
29 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
30 Microalbuminúria: Pequena quantidade da proteína chamada albumina presente na urina, detectável por exame laboratorial. É um sinal precoce de dano aos rins (nefropatia), uma complicação comum e séria do diabetes. A ADA (American Diabetes Association) recomenda que as pessoas com diabetes tipo 2 testem a microalbuminúria no momento do diagnóstico e uma vez por ano após o diagnóstico. Pessoas com diabetes tipo 1 devem ser testadas após 5 anos do diagnóstico e a cada ano após o diagnóstico. A microalbuminúria é evitada com o controle da glicemia, redução na pressão sangüínea e modificação na dieta.
31 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
32 Idiopático: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
33 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
34 Músculo Cardíaco: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo.
35 Pressão arterial sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco, é também chamada de pressão máxima.
36 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
37 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
38 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
39 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
40 Hemodinâmica: Ramo da fisiologia que estuda as leis reguladoras da circulação do sangue nos vasos sanguíneos tais como velocidade, pressão etc.
41 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
42 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
43 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
44 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
45 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
46 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
47 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
48 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
49 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
50 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
51 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
52 Cardiopatia isquêmica: Doença ocasionada por um déficit na circulação nas artérias coronarianas e outros defeitos capazes de afetar o aporte sangüíneo para o músculo cardíaco.É evidenciada por dor no peito, arritmias, morte súbita ou insuficiência cardíaca.
53 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
54 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
55 Pressão sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco. É também chamada de pressão máxima.
56 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
57 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
58 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
59 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
60 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
61 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
62 Língua:
63 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
64 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
65 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
66 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
67 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
68 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
69 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
70 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
71 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
72 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
73 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
74 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
75 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
76 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
77 Oligohidrâmnio: É quando a gestante está com menos líquido amniótico que o ideal dentro do útero. Ele ocorre mais comumente durante o terceiro trimestre da gestação.
78 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
79 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
80 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
81 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
82 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
83 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
84 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
85 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
86 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
87 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
88 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
89 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
90 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
91 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
92 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
93 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
94 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
95 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
96 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
97 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
98 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
99 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
100 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
101 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
102 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
103 Exantemas: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
104 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
105 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
106 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
107 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
108 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
109 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
110 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
111 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
112 Mialgias: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
113 Artralgias: Dor em articulações.
114 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
115 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
116 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
117 Ungueais: Relativo ou pertencente à unha, garra ou casco, ou que a eles se assemelha.
118 Aparelho digestivo: O aparelho digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
119 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
120 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
121 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
122 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
123 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
124 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
125 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
126 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
127 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
128 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
129 Cefaléias: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaléia ou dor de cabeça tensional, cefaléia cervicogênica, cefaléia em pontada, cefaléia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaléias ou dores de cabeça. A cefaléia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
130 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
131 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
132 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
133 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
134 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
135 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
136 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
137 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
138 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
139 Uremia: Doença causada pelo armazenamento de uréia no organismo devido ao mal funcionamento renal. Os sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de apetite, fraqueza e confusão mental.
140 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
141 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
142 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
143 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
144 Artralgia: Dor em uma articulação.
145 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
146 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
147 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
148 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
149 Leucocitose: É o aumento no número de glóbulos brancos (leucócitos) no sangue, geralmente maior que 8.000 por mm³. Ocorre em diferentes patologias como em resposta a infecções ou processos inflamatórios. Entretanto, também pode ser o resultado de uma reação normal em certas condições como a gravidez, a menstruação e o exercício muscular.
150 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
151 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
152 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
153 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
154 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
155 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
156 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
157 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
158 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
159 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
160 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
161 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
162 Pressão Diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
163 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
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