MONOPLUS

Bristol-Myers Squibb Filial Itapevi

Atualizado em 09/12/2014

MONOPLUS

fosinopril sódico

hidroclorotiazida

10mg/12,5mg

comprimidos

Apresentação de Monoplus

MONOPLUS 10mg/12,5mg (fosinopril sódico + hidroclorotiazida) comprimidos é apresentado em embalagens com 16 e 30 comprimidos.

USO ADULTO

Composição de Monoplus


Cada comprimido de MONOPLUS 10mg/12,5mg contém 10mg de fosinopril sódico e 12,5mg de hidroclorotiazida e os seguintes ingredientes inativos: lactose1, croscarmelose sódica, povidona, estearil fumarato de sódio e óxidos de ferro.

Informações ao Paciente de Monoplus

Ação esperada do medicamento: MONOPLUS comprimidos age no controle da pressão arterial2 elevada.

Cuidados de conservação: este medicamento deve ser guardado dentro da embalagem original, à temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Evitar exposição prolongada a temperaturas acima de 30ºC. Proteger de umidade.

Prazo de validade: 24 meses.

Gravidez3 e lactação4:

Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando.

Cuidados de administração: A dose utilizada deverá ser sempre orientada pelo médico.

Qualquer modificação da dose deverá ser feita com orientação médica.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento:

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como cefaléia5, tosse, fadiga6, tontura7, infecções8 respiratórias e dor musculoesquelética.

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias Pode ocorrer interação quando do uso concomitante de MONOPLUS com álcool e alguns medicamentos tais como: antiácidos9, medicamentos para tratamento da gota10, cálcio, colestiramina, lítio, outros diuréticos11 e antihipertensivos. MONOPLUS pode ser utilizado concomitantemente a outros medicamentos, no entanto esta administração deve ser prescrita pelo médico, de acordo com o item INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS incluso nesta bula.

Contra indicações e Precauções:

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

MONOPLUS é contra-indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a algum componente da formulação, drogas derivadas da sulfonamida, a outros inibidores da ECA, naqueles com ausência de eliminação de urina12.

MONOPLUS deve ser administrado com cautela em pacientes com insuficiência renal13 ou hepática14, ou com alguma doença progressiva no fígado15.

Não deve ser utilizado durante a gravidez3

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE16.

Informações Técnicas de Monoplus

Descrição de Monoplus

MONOPLUS é um agente anti-hipertensivo oral resultante da combinação do fosinopril sódico e da hidroclorotiazida. O fosinopril é a pró-droga estérica do fosinoprilato, um inibidor da enzima17 conversora da angiotensina (ECA), que converte a angiotensina I em angiotensina II, uma potente substância vasoconstritora endógena. A hidroclorotiazida é um diurético18 benzotiadiazídico (tiazídico) com efeitos diurético18, natriurético e anti-hipertensivo.

Farmacologia19 Clínica de Monoplus


Mecanismo de Ação

O fosinopril, uma pró-droga estérica, é hidrolizado por estearases para a sua forma farmacologicamente ativa, o fosinoprilato, um inibidor competitivo específico da enzima17 conversora de angiotensina (ECA). O fosinopril contém um grupo fosfinato, capaz de se ligar especificamente ao sítio ativo da ECA, impedindo a conversão da angiotensina I para a substância vasoconstritora, a angiotensina II. A redução dos níveis de angiotensina II leva a uma diminuição da atividade vasopressora e da secreção de aldosterona. A diminuição da secreção de aldosterona pode resultar em pequeno acréscimo do potássio sérico (média = 0,1mEq/L) juntamente com perda de sódio e fluidos.

A ECA é idêntica à bradicinase. A inibição da ECA também interfere na degradação da bradicinina20, um peptídeo vasoconstritor potente, o que pode contribuir no efeito terapêutico; o fosinopril tem efeito anti-hipertensivo em pacientes hipertensos com renina baixa. Isto pode explicar a falta de correlação consistente entre os níveis de renina e a resposta ao fosinopril.

O mecanismo do efeito anti-hipertensivo dos diuréticos11 tiazídicos, como a hidroclorotiazida, é desconhecido. As tiazidas afetam o mecanismo tubular renal21 de reabsorção de eletrólitos22, aumentando a excreção de sódio e cloreto em proporções aproximadamente equivalentes. A natriurese23 causa perda secundária de potássio e bicarbonato. A hidroclorotiazida aumenta a atividade da renina no plasma24 e a secreção de aldosterona, e diminui o potássio sérico. A administração concomitante de fosinopril atenua a perda de potássio associada com a hidroclorotiazida.

Farmacocinética e Metabolismo25

A administração concomitante de fosinopril e hidroclorotiazida tem pouco ou nenhum efeito sobre a farmacocinética de ambos.

Após a administração oral de MONOPLUS, a extensão da absorção é de 30% - 40% para o fosinopril e de 50%-80% para a hidroclorotiazida. A absorção do fosinopril não é substancialmente afetada pela presença de alimentos no trato gastrintestinal, entretanto a taxa de absorção pode ser retardada. A absorção da hidroclorotiazida é aumentada por agentes que diminuem a motilidade gastrintestinal.

O fosinopril é hidrolisado por estearases, principalmente no fígado15, para a forma farmacologicamente ativa, o fosinoprilato. A conversão de fosinopril em fosinoprilato pode ser retardada em pacientes com disfunção hepática14; entretanto, a extensão desta conversão não se altera. O tempo para atingir os picos de concentração plasmática de fosinoprilato é de aproximadamente 3 horas, independentemente da dose de fosinopril administrada. Após a administração de doses orais única e múltipla, os parâmetros farmacocinéticos (por exemplo: Cmax, AUC) são diretamente proporcionais à dose de fosinopril administrada.

O pico da concentração plasmática de hidroclorotiazida é alcançado em 1 a 2,5 horas após a administração oral.

O fosinoprilato está altamente ligado às proteínas26 plasmáticas (> 95%), porém possui ligação desprezível com os componentes celulares sangüíneos.

O fosinoprilato tem volume de distribuição relativamente pequeno. Estudos em animais indicam que o fosinopril e fosinoprilato não atravessam a barreira hematoencefálica, porém o fosinoprilato atravessa a placenta de animais prenhes. Na espécie humana, a hidroclorotiazida atravessa a placenta livremente, e os níveis de concentração são similares àqueles encontrados na circulação27 materna.

Após dose oral de fosinopril radiomarcado, 75% da radioatividade no plasma24 estava presente na forma de fosinoprilato ativo, 20%-30% como conjugado glucuronida de fosinoprilato, e 1%- 5% como p-hidróxi metabólito28 do fosinoprilato. O metabólito28 p-hidróxi é tão potente inibidor da ECA como o fosinoprilato, o conjugado glucuronida é isento de atividade inibidora da ECA.

A hidroclorotiazida não é metabolizada e é rapidamente eliminada pelos rins29. Seu volume de distribuição aparente é de 3,6-7,8 L/kg e sua ligação às proteínas26 plasmáticas é de 68%. A hidroclorotiazida acumula-se nas hemácias30 (ou seja, 1,6-1,8 vez a concentração plasmática). A meia-vida plasmática está na faixa de 5 a 15 horas.

Após administração intravenosa, o fosinoprilato é eliminado pelo fígado15 e pelos rins29 em proporções aproximadamente iguais. Em indivíduos sadios, a média do clearance corpóreo do fosinoprilato intravenoso foi de 26- 39 mL/min. Em pacientes hipertensos com funções hepática14 e renal21 normais que tenham recebido doses múltiplas de fosinopril, a meia vida efetiva do fosinoprilato acumulado é de 11,5 horas.

O fosinopril não é bem dialisado. O clearance de fosinoprilato por hemodiálise31 e diálise peritoneal32 tem média de 2% e 7% do clearance de uréia33, respectivamente.

Em pacientes com insuficiência renal13 (clearance de creatinina34 < 80 mL/min/1,73m2), o clearance corpóreo total de fosinoprilato é de aproximadamente metade daquele encontrado em pacientes com função renal21 normal, enquanto que a absorção, a biodisponibilidade e a ligação às proteínas26 não são apreciavelmente alteradas. O clearance de fosinoprilato não difere apreciavelmente do grau de insuficiência renal13; a eliminação renal21 diminuída é compensada pela eliminação hepatobiliar35 aumentada. Um aumento modesto dos níveis plasmáticos da AUC (menor que duas vezes em relação a pacientes normais) foi observado em pacientes com vários graus de insuficiência renal13, incluindo insuficiência renal13 terminal (clearance de creatinina34 < 10 mL/min/1,73m2). Em pacientes com insuficiência renal13 grave (clearance de creatinina34 < 20 mL/min/1,73m2), a meia vida de eliminação da hidroclorotiazida relatada foi aumentada para 21 horas.

Em pacientes com insuficiência hepática36 (cirrose37 alcoólica ou biliar), a extensão da hidrólise de fosinopril não foi apreciavelmente reduzida, embora a taxa de hidrólise possa ser retardada; o clearance corpóreo total aparente de fosinoprilato é de aproximadamente metade daquele encontrado em pacientes com função hepática14 normal.

Em indivíduos idosos (homens entre 65 a 74 anos), com funções renal21 e hepática14 clinicamente normais, nenhuma diferença significativa foi observada nos parâmetros farmacocinéticos para o fosinoprilato em comparação com os pacientes mais jovens (20 a 35 anos). A área sob a curva do tempo de concentração plasmática (AUC) para a hidroclorotiazida foi elevada no grupo de idosos após múltipla dose, conforme os dados previamente publicados.

Farmacodinâmica

Em estudos clínicos, a redução da pressão arterial2 com a associação de fosinopril e hidroclorotiazida foi aproximadamente aditiva. O pico de redução da pressão arterial2 foi alcançado entre 2 e 6 horas após a administração, e o efeito anti-hipertensivo teve duração de 24 horas. Hipotensão38 postural sintomática39 não foi freqüente, porém pode ocorrer em pacientes que são sal e/ou volume depletados. Doses diárias únicas de fosinopril/hidroclorotiazida diminuíram a pressão arterial2, sentado, 24 horas após dose na faixa de 9-18 mmHg/ 5-7mmHg (sistólica/diastólica) maior do que aquelas relatadas com o placebo40 na concentração de 10mg/12,5mg e 12-17mmHg /8-10mmHg (sistólica/diastólica) maior do que aquelas relatadas com o placebo40 de 20mg/ 12,5mg. Estes efeitos de vale foram de 60%-90% do pico de resposta correspondente. A eficácia de MONOPLUS não é influenciada por idade, sexo ou raça. A retirada repentina de fosinopril/hidroclorotiazida não resultou em hipertensão41 rebote.

Com a hidroclorotiazida, o início da diurese42 ocorreu em 2 horas, o pico do efeito, após cerca de 4 horas, e a duração da ação foi de aproximadamente 6-12 horas.

Indicações de Monoplus

MONOPLUS é indicado para o tratamento da hipertensão41.

Contra-Indicações de Monoplus


MONOPLUS é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade a algum dos seus componentes, a outros inibidores da ECA, a outras drogas derivadas da sulfonamida (em geral, tiazidas). Reações de hipersensibilidade são mais prováveis de ocorrer em pacientes com histórico de alergia43 ou asma44 brônquica. MONOPLUS também é contra indicado em pacientes anúricos e durante a gravidez3.

Advertências de Monoplus

Reações de Anafilaxia45 e outras Possivelmente Relacionadas

Provavelmente devido ser a enzima17 conversora da angiotensina essencial para a degradação da bradicinina20 endógena, os pacientes recebendo inibidores da ECA, incluindo o fosinopril, estão sujeitos a uma diversidade de efeitos adversos, variando de relativamente leves, como tosse (vide PRECAUÇÕES), a graves, como os seguintes:

Angioedema46 de Cabeça47 e Pescoço48: Angioedema46 envolvendo extremidades, face49, lábios, membranas mucosas50, língua51, glote52 ou laringe53 foi relatado em pacientes tratados com inibidores da ECA, incluindo o fosinopril. Se o angioedema46 envolver a língua51, a glote52 ou a laringe53, pode causar obstrução das vias aéreas e ser fatal. Terapia de emergência54, incluindo (mas não necessariamente a única) a administração subcutânea55 de solução de epinefrina 1:1.000 deve ser instituída imediatamente. Edema56 da face49, de membranas mucosas50 da boca57, de lábios e extremidades tem melhorado geralmente com a descontinuação do fosinopril; alguns casos necessitam de terapia médica.

Angioedema46 Intestinal: angioedema46 intestinal foi relatado raramente em pacientes tratados com inibidores da ECA. Estes pacientes apresentaram dor abdominal (com ou sem náusea58 ou vômito59); em alguns casos sem história anterior de angioedema46 facial e com níveis de esterase C-1 normais. O angioedema46 foi diagnosticado por procedimentos como ultrassonografia60 ou varredura CT abdominais, ou em cirurgia, e os sintomas61 foram resolvidos após o término da administração do inibidor da ECA. Angioedema46 intestinal deve ser incluído no diagnóstico62 diferencial de pacientes que fazem uso de inibidores da ECA e apresentam dor abdominal.

Reações Anafiláticas63 Durante Dessensibilização64: Dois pacientes sob tratamento com outro inibidor da ECA, o enalapril, submetendo-se à um tratamento de dessensibilização64 com veneno de hymenoptera, sofreram reações anafiláticas63 com risco de vida. Nestes mesmos pacientes, as reações foram evitadas quando a administração do inibidor da ECA foi temporariamente interrompida, mas elas reapareceram quando de nova administração. Portanto, é necessário cuidado em pacientes tratados com inibidores da ECA e sob tais procedimentos de dessensibilização64.

Reações Anafiláticas63 Durante Diálise65 de Alto Fluxo/Exposição a Membranas de Aférese

Lipoprotéica: Relatam-se reações anafiláticas63 em pacientes hemodialisados com membranas de diálise65 de alto fluxo, durante a terapia com um inibidor da ECA. Reações anafiláticas63 também têm sido relatadas em pacientes sob aférese de lipoproteínas de baixa densidade com absorção de sulfato de dextrano. Nestes pacientes, deve-se considerar a utilização de um tipo diferente de membrana de diálise65 ou uma diferente classe de medicamentos.

Neutropenia66/Agranulocitose67

Relata-se raramente que os inibidores da ECA causem agranulocitose67 e depressão da medula68; isto ocorre com maior freqüência em pacientes com insuficiência renal13, especialmente aqueles que sofrem também de doença vascular69 do colágeno70, como lúpus71 eritematoso72 sistêmico73 ou escleroderma. Monitoração da contagem de glóbulos brancos deve ser considerada em tais pacientes. Diuréticos11 tiazídicos também têm sido raramente relatados como causadores de agranulocitose67 e depressão da medula óssea74.

Hipotensão38

O fosinopril pode causar hipotensão38 sintomática39; é raro, sendo mais provável que ocorra em pacientes que são sal e/ou volume depletados, como resultado de terapia diurética prolongada, com restrição de sal, diálise65, diarréia75 ou vômito59. A depleção76 de sal e/ou volume deverá ser corrigida antes de se iniciar a terapia com MONOPLUS.

Nos pacientes com insuficiência cardíaca congestiva77, com ou sem insuficiência renal13 associada, a terapia com inibidor da ECA pode provocar hipotensão38 excessiva, que pode estar associada com oligúria78, azotemia e, raramente, com insuficiência renal13 aguda e morte. Em tais pacientes, a terapia com MONOPLUS deve ser iniciada sob cuidadosa supervisão médica; estes pacientes deverão ser acompanhados rigorosamente durante as primeiras duas semanas de tratamento e sempre que a dose for aumentada.

As tiazidas podem potencializar a ação de outras drogas hipertensivas (vide INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA). Além disso, os efeitos anti-hipertensivos dos diuréticos11 tiazídicos podem aumentar em pacientes que passaram por simpatectomia.

Morbidade79 e Mortalidade80 Fetal/Neonatal:

Quando usados na gravidez3, os inibidores da ECA podem causar danos ao desenvolvimento, e mesmo morte fetal. Quando a gravidez3 for detectada, MONOPLUS deve ser descontinuado o quanto antes.

O uso de inibidores da ECA durante o segundo e terceiro trimestres de gravidez3 tem sido associado com dano fetal e neonatal, incluindo hipotensão38, hipoplasia81 de crânio82 neonatal, anúria83, insuficiência renal13 reversível ou irreversível e morte. Relata-se também óligo-hidrâmnios84, provavelmente resultante da diminuição da função renal21 do feto;85 oligo-hidrâmnios84, neste caso, tem sido associada com a contratura dos membros do feto86, deformações craniofaciais e desenvolvimento hipoplásico do pulmão87. Relatam-se também prematuridade, retardo do crescimento intra-uterino e persistência do canal arterial88.

Recentemente, prematuridade, persistência do canal arterial88, e outras malformações89 estruturais cardíacas, assim como malformações89 neurológicas foram relatadas, após a exposição limitada ao primeiro trimestre de gravidez3. Quando a gravidez3 for detectada, os médicos devem se esforçar ao máximo para descontinuar o uso de MONOPLUS o mais rapidamente possível.

Raramente (provavelmente com menor freqüência do que uma a cada 1000 gestações) não será encontrada nenhuma alternativa para o uso de inibidores da ECA. Nestes raros casos, as mães devem ser informadas sobre o potencial de risco para os fetos, e exames ultrasonográficos seriados devem ser realizados para avaliar o ambiente intra-amniótica. Se ocorrer oligo-hidrâmnios84, MONOPLUS deve ser descontinuado, a menos que a droga seja considerado fundamental para a manutenção da vida da mãe. Teste de contração durante o estresse, teste de não estresse ou perfil biofísico podem ser apropriados, dependendo da semana de gestação. Pacientes e médicos devem estar cientes de que, no entanto, a oligohidrâmnios pode não ser detectada até após o feto86 ter sofrido danos irreversíveis.

Bebês90 com histórico de exposição intra-uterina a inibidores da ECA devem ser cuidadosamente observados em relação a hipotensão38, oligúria78 e hipercalemia91. Se ocorrer oligúria78, a atenção deve ser direcionada para o suporte da pressão arterial2 e perfusão renal21. Transfusão92 ou diálise65 podem ser necessárias como maneira de reverter a hipotensão38 e/ou substituir a função renal21 alterada.

O fosinopril é escassamente dialisado da circulação27, em adultos, por hemodiálise31 e diálise peritoneal32. Não há experiências sobre procedimentos para remover o fosinopril da circulação27 neonatal.

Quando o fosinopril foi administrado em ratas prenhes em doses de aproximadamente 80 a 250 vezes (mg/kg) a dose máxima recomendada para humanos, três malformações89 orofaciais similares e um feto86 com situs inversus foram observados entre os descendentes. Em coelhas prenhes, nenhum efeito teratogênico93 do fosinopril foi observado nos estudos com doses superiores a 25 vezes (mg/kg) a dose máxima recomendada para humanos.

Insuficiência Hepática36

Em raras ocasiões, os inibidores da ECA têm sido associados com uma síndrome94 que se inicia com icterícia95 colestática e progride para necrose96 hepática14 fulminante e, algumas vezes, morte.

O mecanismo desta síndrome94 não é conhecido. Pacientes recebendo inibidores da ECA que desenvolveram icterícia95 ou elevações acentuadas das enzimas hepáticas97, devem descontinuar o tratamento com inibidores da ECA e receber acompanhamento médico apropriado.

Precauções de Monoplus


Gerais

Insuficiência Renal13: MONOPLUS deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência renal13 grave (clearance de creatinina34 < 30mL/min/1,73m2). Os efeitos cumulativos da hidroclorotiazida e da hidroclorotiazida associada com precipitação de azotemia podem ocorrer em pacientes com insuficiência renal13. Podem ocorrer também alterações da função renal21 em indivíduos suscetíveis, como conseqüência da inibição do sistema renina-angiotensinaaldosterona pelo fosinopril.

Em pacientes hipertensos com estenose98 da artéria renal99 em um ou ambos os rins29, pode ocorrer aumento de uréia33 sangüínea e de creatinina34 sérica durante o tratamento com inibidores da ECA.

Estes aumentos são geralmente reversíveis com a descontinuação da terapia. Em tais pacientes, a função renal21 deve ser monitorada durante as primeiras semanas da terapia.

Alguns pacientes hipertensos sem nenhuma doença renal21 vascular69 aparente preexistente desenvolveram aumentos da uréia33 sangüínea e creatinina34 sérica, geralmente mínimas ou transitórias, quando o fosinopril foi dado juntamente com um diurético18. Este efeito ocorre mais provavelmente em pacientes com insuficiência renal13 preexistente. A redução da dose de MONOPLUS pode ser necessária.

Insuficiência Hepática36: MONOPLUS deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática36 ou alguma doença progressiva no fígado15, uma vez que as menores alterações no equilíbrio de fluidos e eletrólitos22 podem precipitar o coma100 hepático. Pacientes com insuficiência hepática36 podem desenvolver níveis plasmáticos elevados de fosinopril. Em um estudo em pacientes com cirrose37 alcoólica ou biliar, o clearance corpóreo total aparente do fosinoprilato foi menor e a AUC plasmática, aproximadamente o dobro.

Desequilíbrio Eletrolítico: A determinação de eletrólitos22 no soro101, de modo a detectar possíveis desequilíbrios eletrolíticos, deve ser realizada em intervalos apropriados.

As tiazidas, incluindo a hidroclorotiazida, podem causar desequilíbrio de fluidos ou eletrólitos22 (hipocalemia102, hiponatremia103 e alcalose104 hipoclorêmica). Os pacientes devem ser periodicamente monitorados para sinais105 e sintomas61 clínicos de desequilíbrio de fluidos e eletrólitos22, como boca57 seca, sede, fraqueza, letargia106, sonolência, inquietação, dores musculares ou câimbras107, fadiga6 muscular, hipotensão38, oligúria78, taquicardia108, náuseas109 ou vômitos110. Embora a hipocalemia102 possa se desenvolver quando do uso de diuréticos11 tiazídicos, especialmente com diurese42 intensa ou na presença de cirrose37 grave, a terapia concomitante com o fosinopril reduz a hipocalemia102 induzida por diuréticos11. O efeito de MONOPLUS pode elevar, reduzir ou manter o nível sérico de potássio inalterado. A deficiência de cloreto é geralmente leve e comumente não requer tratamento. A excreção de cálcio é diminuída por tiazidas. Alterações patológicas na glândula111 paratireóide com hipercalcemia e hipofosfatemia têm sido observadas em alguns pacientes sob terapia prolongada com tiazidas. As complicações comuns do hiperparatiroidismo, como litíase112 renal21, reabsorção óssea e úlcera péptica113, não foram observadas. As tiazidas devem ser descontinuadas antes da realização de teste funcional da paratireóide.

As tiazidas têm mostrado aumentar a excreção urinária de magnésio, o que pode resultar em hipomagnesemia.

Distúrbios Metabólicos: Podem ocorrer hiperuricemia e precipitação de ataque agudo114 de gota10 em certos pacientes recebendo terapia com tiazidas. A necessidade de insulina115 em pacientes diabéticos pode ser alterada, e diabetes mellitus116 latente pode se manifestar durante a administração de tiazidas. Aumento dos níveis de colesterol117 e triglicérides118 tem-se associado com a terapia com diuréticos11 tiazídicos.

Tosse: Relata-se tosse com o uso de inibidores da ECA, incluindo o fosinopril.

Caracteristicamente, a tosse é não produtiva, persistente, e desaparece após a descontinuação da terapia. A tosse induzida por inibidor da ECA deve ser considerada como parte do diagnóstico62 diferencial da tosse.

Cirurgia/Anestesia119: Em pacientes submetidos à cirurgia ou durante anestesia119 com agentes que produzem hipotensão38, o fosinopril pode aumentar a resposta hipotensora.

Lúpus71 Eritematoso72 Sistêmico73: Diuréticos11 tiazídicos têm sido apontados como causa de exacerbação ou ativação do lúpus71 eritematoso72 sistêmico73 (vide ADVERTÊNCIAS - Neutropenia66/Agranulocitose67).

Interações com Testes Laboratoriais

O fosinopril pode acarretar em um doseamento erroneamente diminuído dos níveis séricos de digoxina em testes utilizando o método de absorção com carvão. O uso de outros kits que utilizam o método do tubo revestido com anticorpos120 permite que o método de absorção com carvão seja substituído. A terapia com MONOPLUS deve ser interrompida alguns dias antes de se efetuar o teste funcional da paratireóide.

Carcinogênese e Mutagênese

Não foram realizados estudos de carcinogenicidade a longo prazo com MONOPLUS. Nenhuma evidência de efeito carcinogênico do fosinopril ou da hidroclorotiazida foi encontrada em camundongos fêmeas e ratas em estudos de curto prazo. Evidências incertas sobre a hepatocarcinogenicidade em camundongos fêmeas foram observados com a hidroclorotiazida.

Entretanto, as experiências clínicas nos últimos 30 anos não indicaram potencial carcinogênico em humanos. A combinação de fosinopril e hidroclorotiazida não tem potencial para mutagenicidade.

Gravidez3

O uso de inibidores da ECA durante a gravidez3 tem sido associado com dano fetal e neonatal, e morte. Quando a gravidez3 for detectada, MONOPLUS deve ser descontinuado o quanto antes (vide ADVERTÊNCIAS - Morbidade79 e Mortalidade80 Fetal/Neonatal).

Mães Lactantes121

O fosinopril e a hidroclorotiazida são detectáveis no leite materno. Devido ao potencial de reações adversas sérias em lactentes122 originadas de MONOPLUS, deve-se decidir entre descontinuar a amamentação123 ou descontinuar a medicação, levando em consideração a importância de MONOPLUS para a terapia materna.

Uso Geriátrico

Entre os pacientes que receberam fosinopril/hidroclorotiazida em estudos clínicos, 20% tinham de 65 a 75 anos. Não foram observadas diferenças globais de eficácia ou segurança entre estes pacientes e os mais jovens; entretanto não se pode descartar maior sensibilidade de alguns indivíduos idosos.

Uso Pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças não foram estabelecidas.

Interações Medicamentosas de Monoplus

Álcool, Barbituratos ou Narcóticos - Pode ocorrer hipotensão38 ortostática induzida pela potencialização dos diuréticos11 tiazídicos.

Antiácidos9 - Antiácidos9 (hidróxido de alumínio, hidróxido de magnésio e simeticona) podem diminuir a absorção de MONOPLUS. Entretanto, se a administração concomitante desses agentes for indicada, a dose deve ser separada por 2 horas.

Drogas Antidiabéticas (agentes orais e insulina115) - As tiazidas podem elevar o nível de glicose sangüínea124; portanto, pode ser necessário ajuste de dose dos antidiabéticos.

Medicações Antigotosas - Pode ser necessário ajuste de dose da medicação antigotosa, já que a hidroclorotiazida pode aumentar o nível de ácido úrico no sangue125. Pode ser necessário aumento na dose de probenecida ou sulfinpirazona.

Sais de Cálcio - Diuréticos11 tiazídicos podem aumentar os níveis séricos de cálcio devido à diminuição da excreção. Se o cálcio precisar ser prescrito, seu nível sérico deve ser monitorado e a dose de cálcio, ajustada de acordo.

Resina de Colestiramina e Cloridrato de Colestipol - Podem retardar ou diminuir a absorção de hidroclorotiazida. Diuréticos11 tiazídicos devem ser tomados pelo menos uma hora antes ou quatro a seis horas após estes medicamentos.

Lítio - O aumento do nível sérico de lítio e o risco de toxicidade126 têm sido relatados em pacientes recebendo inibidores da ECA e/ou agentes diuréticos11 concomitantemente com o lítio.

MONOPLUS e lítio devem ser co-administrados com cautela, e se recomenda uma freqüente monitoração do nível sérico de lítio.

Inibidores da Síntese de Prostaglandinas127 Endógenas - Em alguns pacientes, estas drogas podem reduzir o efeito de diuréticos11. A indometacina também tem sido relatada como redutora do efeito anti-hipertensivo de outros inibidores da ECA, especialmente em casos de pacientes hipertensos com renina baixa. Outros agentes antiinflamatórios não esteroidais (p.ex.: o ácido acetilsalicílico) podem ter efeito similar.

Outros Diuréticos11 e Anti-hipertensivos - O componente tiazídico de MONOPLUS pode potencializar a ação de outras drogas anti-hipertensivas, especialmente drogas bloqueadoras adrenérgicas ganglionares ou periféricas. A hidroclorotiazida pode interagir com o diazóxido. Os níveis de glicose128 sangüínea, ácido úrico sérico e a pressão arterial2 devem ser monitorados.

Suplementos de Potássio e Diuréticos11 Poupadores de Potássio - Diuréticos11 poupadores de potássio (espironolactona, amilorida, triantereno e outros) ou suplementos de potássio podem aumentar o risco de hipercalemia91. Dessa forma, se o uso concomitante de MONOPLUS e tais agentes for indicado, eles devem ser administrados com cautela e o nível sérico de potássio do paciente deve ser frequentemente monitorado.

Drogas Usadas Durante Cirurgia - Os efeitos de relaxantes musculares não despolarizantes, pré-anestésicos e anestésicos usados em cirurgia (p.ex.: cloreto de tubocurarina e trietiiodeto de galamina) podem ser potencializados pela hidroclorotiazida, podendo ser necessário ajuste de dose. Desequilíbrios de fluidos e eletrólitos22 devem ser monitorados e corrigidos antes da cirurgia, se possível. Deve-se ter cautela em pacientes, sob terapia com MONOPLUS e agentes pressores (p.ex.: norepinefrina) que irão sofrer cirurgia. Agentes pré-anestésicos e anestésicos devem ser administrados em doses reduzidas e, se possível, a terapia com a hidroclorotiazida deve ser descontinuada uma semana antes da cirurgia.

Outros Agentes - A biodisponibilidade do fosinopril livre não é alterada pela co-administração com o ácido acetilsalicílico, clortalidona, cimetidina, digoxina, metoclopramida, nifedipina, propranolol, propantelina ou varfarina.

Reações Adversas de Monoplus


A segurança de MONOPLUS foi avaliada em mais de 660 indivíduos em estudos clínicos de hipertensão41, incluindo 137 pacientes tratados por aproximadamente um ano. Os eventos adversos em pacientes recebendo MONOPLUS foram geralmente leves e transitórios, e similares àqueles observados com os componentes administrados separadamente.

Em estudos clínicos controlados com placebo40, a duração habitual da terapia foi de dois meses.

A descontinuação, devido a algum evento adverso clínico ou laboratorial, foi de 3,5% e 4,3% em pacientes tratados com fosinopril/hidroclorotiazida e em pacientes tratados com o placebo40, respectivamente.

Durante os estudos clínicos com MONOPLUS, a incidência129 de eventos adversos em idosos (> 65 anos) foi similar àquela observada em pacientes mais jovens.

Os eventos adversos clínicos provavelmente ou possivelmente relacionados à terapia, que ocorreram em pelo menos 2% dos pacientes tratados com MONOPLUS em estudos clínicos controlados com placebo40, estão demonstrados na tabela a seguir:

Eventos adversos* em estudos controlados por placebo40

Outros eventos clínicos, provavelmente ou possivelmente relacionados com a terapia, que ocorreram em 0,5% ou menos do que os 2% dos pacientes tratados com MONOPLUS em estudos clínicos controlados (n=660), e os eventos raros, porém clinicamente significativos sem relação de causa, incluem (citados por sistema corpóreo):

Geral: dor no peito130, fraqueza, febre131.

Cardiovascular: hipotensão38 ortostática, edema56, rubor, distúrbio rítmico e síncope132.

Dermatológico: prurido133, erupção134 cutânea135.

Endócrino136/metabólico: disfunção sexual, alteração da libido137.

Gastrintestinal: náuseas109/vômitos110, diarréia75, dispepsia138/indigestão, dor abdominal, gastrite139, esofagite140.

Imunológico: angioedema46.

Musculoesquelético: mialgia141/ espasmo142 muscular.

Nervoso/psiquiátrico: sonolência, depressão, insensibilidade/parestesia143.

Respiratório: congestão sinusal, faringite144, rinite145.

Sentidos especiais: zumbido

Urogenital146: freqüência urinária, disúria147.

Anormalidades em testes laboratoriais: eletrólitos22 séricos, ácido úrico, glicose128, magnésio, colesterol117, triglicérides118 e cálcio (vide PRECAUÇÕES), neutropenia66.

Outros eventos adversos relatados, quando o fosinopril ou a hidroclorotiazida são administrados separadamente, incluem:

Cardiovascular: angina148/ infarto do miocárdio149, acidente vascular cerebral150, hipotensão38, claudicação151.

Dermatológico: urticária152, fotossensibilidade.

Endócrino136/metabólico: gota10.

Gastrintestinal: pancreatite153, icterícia95 (colestática), hepatite154.

Hematológico: anemia155 aplástica, agranulocitose67, leucopenia156, trombocitopenia157 e anemia hemolítica158, linfadenopatia.

Imunológico: angeíte necrotizante, Síndrome de Stevens-Johnson159, dificuldade respiratória (incluindo pneumonia160 e edema pulmonar161), púrpura162.

Musculoesquelético: artralgia163.

Nervoso/psiquiátrico: vertigem164, sensação de cabeça47 vazia, parestesia143.

Respiratório: broncoespasmo165.

Sentidos especiais: distúrbios visuais, distúrbios no paladar166.

Urogenital146: insuficiência renal13.

Anormalidades nos testes laboratoriais: aumento dos níveis séricos nos testes de função hepática14 (transaminases, HDL167, fosfatase alcalina168 e bilirrubina169).

Posologia de Monoplus

A dose deve ser individualizada.

Adultos e Idosos: A dose usual é de 1 comprimido de MONOPLUS (10mg de fosinopril/12,5mg de hidroclorotiazida) uma vez ao dia.

Pacientes com Insuficiência Renal13: A dose usual de MONOPLUS é recomendada para os pacientes com insuficiência renal13 de leve a moderada (clearance de creatinina34 > 30mL/min, creatinina34 sérica aproximadamente < 3mg/dL ou 265μmol/L). No entanto, MONOPLUS não é recomendado em pacientes com disfunção renal21 grave (clearance de creatinina34 < 30mL/min), uma vez que os diuréticos11 de alça são os preferidos em relação as tiazidas. (Vide ADVERTÊNCIAS/PRECAUÇÕES).

Pacientes com Insuficiência Hepática36: Em pacientes com insuficiência hepática36, o ajuste da dose inicial de MONOPLUS não é necessário (Vide ADVERTÊNCIAS/PRECAUÇÕES).

Superdosagem de Monoplus


Não há informações específicas disponíveis para o tratamento de superdosagem com MONOPLUS; o tratamento deve ser sintomático170 e de suporte. A terapia com MONOPLUS deve ser descontinuada e o paciente monitorado rigorosamente. As medidas sugeridas incluem indução de emese171 e/ou lavagem gástrica172, e correção da desidratação173, do desequilíbrio eletrolítico e da hipotensão38 pelos processos estabelecidos.

O fosinopril é pouco removido do corpo por hemodiálise31 ou diálise peritoneal32. O grau de remoção da hidroclorotiazida por hemodiálise31 não foi estabelecido.

Pacientes Idosos de Monoplus

Os inibidores da enzima17 conversora da angiotensina (ECA) tem sido testados em um número limitado de pacientes com 65 anos de idade ou mais e não demonstraram causar diferentes efeitos colaterais174 ou problemas em relação àqueles observados em pacientes mais jovens.

Cuidados de Conservação de Monoplus


Este produto deve ser guardado em sua embalagem original em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Evitar exposições prolongadas em temperaturas acima de 30ºC. Proteger da umidade.

nº do lote, data de fabricação e de validade: vide cartucho.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Reg. MS – 1.0180.0276

Farm. Bioq. Resp.:

Dra Tathiane Aoqui de Souza

CRF-SP nº 26.655

Fabricado por:

Bristol-Myers Squibb S.r.I.

Anagni - Frosinone – Itália

Importado e embalado por:

BRISTOL-MYERS SQUIBB FARMACÊUTICA S.A.

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21/03/09

MONOPLUS - Laboratório

Bristol-Myers Squibb Filial Itapevi
Av. Portugal, 1100. Complemento: Unidade 4 - Módulo 2. Bairro: Itaqui
Itapevi/SP - CEP: 06696-060
Tel: 0800 7276160
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Bairro: Chácara Santo Antônio
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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
6 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
7 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
8 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
9 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
10 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
11 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
12 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
13 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
14 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
15 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
16 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
17 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
18 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
19 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
20 Bradicinina: É um polipeptídio plasmático que tem função vasodilatadora e que se forma em resposta à presença de toxinas ou ferimentos no organismo.
21 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
22 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
23 Natriurese: É o aumento da excreção urinária de sódio; natriuria, natriúria.
24 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
25 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
26 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
27 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
28 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
29 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
30 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
31 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
32 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
33 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
34 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
35 Hepatobiliar: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
36 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
37 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
38 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
39 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
40 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
41 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
42 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
43 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
44 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
45 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
46 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
47 Cabeça:
48 Pescoço:
49 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
50 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
51 Língua:
52 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
53 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
54 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
55 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
56 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
57 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
58 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
59 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
60 Ultrassonografia: Ultrassonografia ou ecografia é um exame complementar que usa o eco produzido pelo som para observar em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas internas do organismo (órgãos internos). Os aparelhos de ultrassonografia utilizam uma frequência variada, indo de 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, os quais são interpretados através de computação gráfica.
61 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
62 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
63 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
64 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
65 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
66 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
67 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
68 Medula: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
69 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
70 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
71 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
72 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
73 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
74 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
75 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
76 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
77 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
78 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
79 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
80 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
81 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
82 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
83 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
84 Hidrâmnios: Também conhecido como polihidrâmnios é o nome técnico para o excesso de líquido amniótico no útero durante a gestação.
85 Feto;: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
86 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
87 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
88 Canal Arterial: Vaso sangüíneo fetal que conecta a artéria pulmonar à aorta descendente.
89 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
90 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
91 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
92 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
93 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
94 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
95 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
96 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
97 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
98 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
99 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
100 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
101 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
102 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
103 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
104 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
105 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
106 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
107 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
108 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
109 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
110 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
111 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
112 Litíase: Estado caracterizado pela formação de cálculos em diferentes regiões do organismo. A composição destes cálculos e os sintomas que provocam variam de acordo com sua localização no organismo (vesícula biliar, ureter, etc.).
113 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
114 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
115 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
116 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
117 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
118 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
119 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
120 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
121 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
122 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
123 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
124 Nível de glicose sangüínea: Quantidade de glicose em uma amostra de sangue. É medida em miligramas por decilitros ou mg/dL.
125 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
126 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
127 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
128 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
129 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
130 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
131 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
132 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
133 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
134 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
135 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
136 Endócrino: Relativo a ou próprio de glândula, especialmente de secreção interna; endocrínico.
137 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
138 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
139 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
140 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
141 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
142 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
143 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
144 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
145 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
146 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
147 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
148 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
149 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
150 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
151 Claudicação: 1. Falta de certeza; vacilação, hesitação. 2. No sentido figurado, pequeno erro; deslize, falta. 3. Pequena falha ou deficiência; imperfeição.
152 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
153 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
154 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
155 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
156 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
157 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
158 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
159 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
160 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
161 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
162 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
163 Artralgia: Dor em uma articulação.
164 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
165 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
166 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
167 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
168 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
169 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
170 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
171 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
172 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
173 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
174 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.

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