Preço de Broncho-Vaxom (Cápsula) em Fairfield/SP: R$ 51,77

Bula do paciente Bula do profissional

Broncho-Vaxom (Cápsula)
(Bula do profissional de saúde)

TAKEDA PHARMA LTDA.

Atualizado em 17/01/2020

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Broncho-Vaxom
Lisado bacteriano
Cápsulas 3,5 mg e 7 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO

Pediátrico: Cápsulas de 3,5 mg em embalagem com 10 unidades
Adulto: Cápsulas de 7 mg em embalagens com 10 e 30 unidades

USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO

Cada cápsula Broncho-Vaxom® Adulto contém:

lisado bacteriano de Haemophilus influenzaeStreptococcus pneumoniaeKlebsiella pneumoniae ssp. pneumoniaeKlebsiella pneumoniae ssp. ozaenae, Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes, Streptococcus sanguinis Moraxella (Branhamella) catarrhalis 7 mg
liofilizado1 padronizado 40 mg

Excipientes: amido, estearato de magnésio, manitol, glutamato de sódio monobásico e propilgalato.


Cada cápsula Broncho-Vaxom® Pediátrico contém:

lisado bacteriano de Haemophilus influenzaeStreptococcus pneumoniaeKlebsiella pneumoniae ssp. pneumoniaeKlebsiella pneumoniae ssp. ozaenaeStaphylococcus aureusStreptococcus pyogenesStreptococcus sanguinis Moraxella (Branhamella) catarrhalis 3,5 mg
liofilizado1 padronizado 20 mg

Excipientes: amido, estearato de magnésio, manitol, glutamato de sódio monobásico e propilgalato.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSINAIS DE SAÚDE2

INDICAÇÕES

Terapia adjuvante em todos os processos infecciosos do trato respiratório.

Prevenção de recidivas3 e da transição para o estado crônico4.

Broncho-Vaxom® é especialmente recomendado como terapia auxiliar nos seguintes casos: bronquites aguda e crônica; amigdalite, faringite5 e laringite6; rinite7, sinusite8 e otite9; infecções10 resistentes aos antibióticos convencionais; complicações bacterianas decorrentes de infecções10 virais do trato respiratório, especialmente na criança e no idoso.

RESULTADOS DE EFICÁCIA

Broncho-Vaxom® estimula as defesas naturais do organismo e aumenta a resistência às infecções10 do trato respiratório, prevenindo a recorrência11 dos processos infecciosos das vias aéreas superiores e inferiores, principalmente as exacerbações infecciosas da bronquite crônica12, conforme demonstraram vários estudos clínicos duplo-cegos comparativos e abertos, tanto em crianças como em adultos.

A eficácia clínica de Broncho-Vaxom® foi avaliada em um estudo duplo-cego13, randomizado14 e comparativo com placebo15 em 116 crianças com idade superior a seis meses apresentando três ou mais infecções10 respiratórias agudas (rinofaringites, bronquites, otites16, sinusites, tonsilites) no inverno ou nos últimos seis meses. O período de tratamento foi de 90 dias e consistiu de 10 dias de uso da medicação por mês durante 3 meses, com um seguimento de três meses. Nos 180 dias de avaliação dos pacientes com o fármaco17 ativo, 39,5% permaneceram livres de infecções10 (em comparação com 16,5% do grupo placebo15; p<0,01) e 44% não necessitaram de antibioticoterapia (contra 23,5% com placebo15; p<0,05). Essas diferenças foram mais acentuadas no subgrupo de crianças menores de seis anos: 34% vs. 3,5% para ausência de infecção18 (p<0,01) e 37% vs. 10% para necessidade de antibióticos (p<0,05). A tolerabilidade foi excelente. [Paupe J. Immunotherapy with an oral bacterial extract (OM-85 BV) for upper respiratory infections. Respiration 1991; 58(3-4):150-4].

Em outro estudo prospectivo19 duplo-cego, de grupos paralelos, 54 crianças (1-12 anos) foram randomizadas para receberem Broncho-Vaxom® ou placebo15, uma cápsula ao dia, durante 10 dias por três meses consecutivos, com repetição seis meses após. O período de seguimento foi de 12 meses, ao fim dos quais se verificou que o número médio de infecções10, o número de cursos de antibioticoterapia e a duração total das infecções10 respiratórias se reduziu de forma significativa (p<0,001) com o uso do produto ativo. Quatro crianças apresentaram eventos adversos com o uso do fármaco17 e seis com o uso de placebo15.[Gutiérrez-Tarango MD, Berber A. Safety and efficacy of two courses of OM-85 BV in the prevention of respiratory tract infections in children during 12 months. Chest 2001;119:1742-8].

Um estudo multicêntrico que incluiu 423 crianças de seis a 24 meses de idade atendidas em uma creche demonstrou no grupo tratado com Broncho-Vaxom® durante três meses uma redução de 48% no risco de apresentar três ou mais episódios de infecção18 das vias aéreas superiores, assim como menor risco de ocorrência de um ou mais episódios de gastroenterite20. [Collet JP et al. Stimulation of nonspecific immunity to reduce the risk of recurrent infections in children attending day-care centers. Pediatr Infect Dis J 1993;12(8):648-52].

Em pacientes idosos (> 65 anos de idade) com bronquite crônica12, institucionalizados, a eficácia de Broncho-Vaxom® foi confirmada em um estudo duplo-cego13, randomizado14, controlado com placebo15. Completaram o estudo 290 pacientes (147 com produto ativo e 143 com placebo15), tendo sido observada uma redução de 28% no número de infecções10 das vias aéreas inferiores nos casos tratados com Broncho-Vaxom®, o que resultou de uma redução de 40% no número de episódios de bronquite aguda21 (p<0,01). Um número maior de pacientes tratados com o fármaco17 ativo ficou livre de crises de bronquite aguda21 nos seis meses do estudo (96 vs. 69) e houve ainda uma diminuição de 28% no número de prescrições de antibióticos. [Orcel B et al. Oral immunization with bacterial extracts for protection against acute bronchitis in elderly institutionalized patients with chronic bronchitis. Eur Respir J 1994;7:446-52].

Resultados semelhantes foram relatados com 381 pacientes que apresentavam doença pulmonar obstrutiva crônica em um estudo multicêntrico, duplo-cego, randomizado14 e controlado com placebo15. O tratamento com Broncho-Vaxom® proporcionou redução do número de exacerbações agudas e dos dias de hospitalização, além de melhora da dispneia22, em comparação com placebo15, com significância estatística. [Collet JP et al. The PARI-IS study. Prevention of acute respiratory infection by an immunostimulant. Am J Respir Crit Care Med 1997;156(6):1719-24].

CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS

Broncho-Vaxom® é um composto imunoestimulante cujo princípio ativo consiste em um lisado bacteriano liofilizado1 de Haemophilus influenzae, Diplococcus pneumoniae, Klebsiella pneumoniae, Klebsiella ozaenae, Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes, Streptococcus viridans e Moraxella catarrhalis (Neisseria). Broncho-Vaxom® estimula a imunidade23, fortalecendo a resistência do sistema respiratório24 às infecções10 e reduzindo o risco de recidivas3. Esta ação foi demonstrada no homem pelo aumento do nível de linfócitos T circulantes e de IgA secretora, e pela resposta não específica a antígenos25 por meio do estímulo sobre macrófagos26 e mediadores imunológicos.

Propriedades farmacodinâmicas

Os extratos bacterianos são liberados na luz intestinal e chegam ao tecido linfóide27 associado à mucosa28 (MALT) onde são capturados por estruturas especializadas, as células29 M, como as placas30 de Peyer. As células29 M transportam os antígenos25 para o interior, onde os macrófagos26 os fagocitam, processam e apresentam aos linfócitos T e B. Estes linfócitos migram para os gânglios31 mesentéricos32 e daí para o resto do sistema linfático33 e para a circulação34 geral, dirigindo-se para as mucosas35, onde se estabelecem e se diferenciam em células29 plasmáticas que iniciam a produção de anticorpos36 IgA contra o antígeno37 indutor. Por outro lado geram-se linfócitos T cooperadores (helper) e se ativam células fagocitárias38 do sistema imunitário39. Além de coadjuvar a produção de IgA nas mucosas35, Broncho-Vaxom® modula a produção de IgM e IgG na circulação34 geral e diminui a geração de anticorpos36 IgE, normaliza a contagem de linfócitos T em pacientes com deficiência de IgA e incrementa a proporção de linfócitos CD4/CD8 nos pulmões40. Estudos têm demonstrado que esses principais efeitos imunomoduladores pleiotrópicos do Broncho-Vaxom® são mais bem explicados por uma ativação do tecido linfóide27 associado à mucosa28 – MALT (mucosa28-associated lymphoid tissue). Estas ações baseiam-se na modulação da resposta imune do hospedeiro, havendo relatos de que ocorre aumento de interferon e de interleucina (IL)-2, IL-6 e IL-8. Observou-se também um aumento de IL-11 nos fibroblastos41 pulmonares humanos, mas não nos linfócitos. Estes efeitos imunomoduladores podem explicar a estimulação das células29 T cooperadoras (helper) e das células29 NK (natural killer).

Broncho-Vaxom® exerce esta atividade imunomoduladora por meio da modulação do transdutor de sinal42 gp130 e das citocinas43 ligadas ao gp130. O aumento de IL-6 e de IL-11 pode explicar o incremento da atividade das células29 T e B, da síntese de imunoglobulinas44 e da troca de IgM para IgG. Broncho-Vaxom® também ativa os macrófagos26 (p. ex. aumenta a produção de peróxidos) que desempenham um papel importante no sistema imune45.

O local de ação primária de Broncho-Vaxom® não está bem definido, mas estudos recentes in vitro sugerem que o produto modificaria a resposta imune do hospedeiro por meio de uma sensibilização aumentada das células29 das proteínas46 ligadas ao gp130 (IL-6, IL-11), importantes para a defesa contra vários patógenos. [Keul R et al. Induction of interleukin 6 and interleukin 8 expression by Broncho-Vaxom (OM-85 BV) via C-Fos/serum responsive element. Thorax 1996;51:150-4; Roth M, Block LH. Distinct effects of Broncho-Vaxom (OM-85 BV) on dp130 binding cytokines. Thorax 2000;55:678-84; Puigdollers JM et al. Immunoglobulin production in man stimulated by orally administered bacterial lysate. Respiration 1980;40:142-9; Emmerich B et al. Local immunity in patients with chronic bronchitis and the effects of a bacterial extract, Bronch-Vaxom, on T lymphocites, macrophages, (gamma)-interferon and secretary immunoglobulin A in bronchoalveolar lavage fluid and other variables. Respiration 1990;57:90-9]

Propriedades farmacocinéticas

Não existe um modelo experimental que permita avaliar as propriedades farmacocinéticas de imunomoduladores como o Broncho-Vaxom®.

Dados de segurança pré-clínicos

Extensos estudos de toxicologia em animais não revelaram nenhum efeito tóxico de relevância.

Nos testes de toxicologia da reprodução47 (fertilidade, embriotoxicidade ou fetotoxicidade, teratogenicidade, desenvolvimento peri e pós-natal) não se evidenciaram quaisquer efeitos secundários.

Broncho-Vaxom® não apresenta propriedade mutagênica nem indícios de sensibilização nos testes intradérmicos em humanos.

CONTRAINDICAÇÕES

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Este medicamento é contraindicado para crianças com menos de seis meses de idade devido à imaturidade de seu sistema imune45.

ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

O tratamento deve ser interrompido caso ocorram reações cutâneas48 e distúrbios respiratórios de longa duração, uma vez que estes podem ser reflexos de reações de hipersensibilidade. O tratamento também deve ser interrompido no caso de distúrbios gastrintestinais duradouros.

Uso em Idosos: Não há recomendações especiais para o uso de Broncho-Vaxom® em pacientes idosos.

Uso em Crianças: Com base nos conhecimentos atuais, a administração de Broncho-Vaxom ® não é recomendado em crianças com idade inferior a 6 meses, devido a imaturidade do seu sistema imunitário39.

Efeitos na habilidade de dirigir e usar máquinas

Broncho-Vaxom® não afeta a capacidade de dirigir ou operar máquinas.

Gravidez49 e lactação50

Categoria B de risco na gravidez49 – Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Até o momento não se conhecem interações medicamentosas com o uso do produto.

Interferência em testes de laboratório

Broncho-Vaxom® pode induzir aumento na concentração de IGA em secreções e de IgM, IgG e IgA no soro51, redução dos níveis séricos de IgE e aumento no número de linfócitos e células fagocitárias38 circulantes.

CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO DO MEDICAMENTO

Cuidados de conservação

Conserve Broncho-Vaxom® à temperatura ambiente (15°C a 30°C) e proteja-o de luz e umidade. Este medicamento tem prazo de validade de 36 meses.

Número de lote e data de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

  • A cápsula de Broncho-Vaxom® 3,5 mg (pediátrico) é opaca, metade branca e a outra metade azul, contendo pó levemente bege.
  • A cápsula de Broncho-Vaxom® 7 mg (adulto) é azul opaca, contendo pó levemente bege.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

POSOLOGIA E MODO DE USAR

Broncho-Vaxom® destina-se a uso exclusivamente oral. Broncho-Vaxom® deve ser ingerido em jejum.

Adultos – cápsulas de 7 mg

Tratamento de episódios agudos: uma cápsula ao dia, em jejum, até o desaparecimento dos sintomas52, por um período mínimo de dez dias. Nos casos que requeiram terapia antibiótica, Broncho-Vaxom® deve ser administrado junto com o antibiótico preferencialmente desde o início do tratamento.

Tratamento de prevenção de recidivas3 (recaídas): uma cápsula ao dia, em jejum, durante dez dias consecutivos com intervalo de 20 dias devendo ser repetido por três meses seguidos.

Crianças – cápsulas de 3,5 mg

Empregar o mesmo esquema posológico adotado para os adultos. As cápsulas pediátricas contêm a metade da dose preconizada53 para adultos.

Caso a criança apresente dificuldade em engolir a cápsula, esta pode ser aberta e o conteúdo disperso em uma pequena quantidade de líquido, tal como água, suco de frutas ou leite. Neste caso, a apresentação em sachê também é recomenda pois é melhor adaptada ao uso pediátrico.

REAÇÕES ADVERSAS

Relatos provenientes de estudos clínicos indicam uma incidência54 de efeitos adversos de 3% a 4%.

Eventos adversos são classificados abaixo de acordo com sua frequência:

Reações comuns (ocorrem em 1% a 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia55, dor abdominal, tosse e erupção56 cutânea57.

Reações incomuns (ocorrem em 0,1% a 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade (erupção56 cutânea57 eritematosa58, erupção56 cutânea57 generalizada, eritema59, edema60, edema60 palpebral, edema60 da face61, edema60 periférico, inchaço62, inchaço62 da face61, prurido63, prurido63 generalizado, dispneia22).

Os relatos pós-comercialização identificaram as seguintes reações adversas de frequência desconhecida: vômito64, náusea65, angioedema66, urticária67, febre68, fadiga69 e dor de cabeça70.

Em casos de eventos adversos, notifique ao Sistema de Notificações em Vigilância Sanitária – NOTIVISA ou à Vigilância Sanitária Estadual ou Municipal.

SUPERDOSE

Não existem relatos de superdoses. As características de Broncho-Vaxom® e os resultados dos testes de toxicidade71 efetuados em animais tornam altamente improvável o surgimento de efeitos tóxicos após superdoses do produto.

Em caso de intoxicação, ligue para 0800 722 6001 se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS – 1.0639.0201
Farm. Resp.: Carla A. Inpossinato CRF-SP n° 38.535

Fabricado por:
OM Pharma S.A. Genebra – Suíça

Importado por:
Takeda Pharma Ltda. Rodovia SP 340 S/N, km 133,5
Jaguariúna-SP
CNPJ 60.397.775/0008-40


SAC 0800 7710345

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
4 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
5 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
6 Laringite: Inflamação da mucosa que recobre a laringe. É muito freqüente durante os meses frios, e é produzida por uma infecção viral. Apresenta-se com dor, alterações da fonação (disfonia), tosse e febre.
7 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
8 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
9 Otite: Toda infecção do ouvido é chamada de otite.
10 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
11 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
12 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
13 Estudo duplo-cego: Denominamos um estudo clínico “duplo cego” quando tanto voluntários quanto pesquisadores desconhecem a qual grupo de tratamento do estudo os voluntários foram designados. Denominamos um estudo clínico de “simples cego” quando apenas os voluntários desconhecem o grupo ao qual pertencem no estudo.
14 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
15 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
16 Otites: Toda infecção do ouvido é chamada de otite.
17 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
18 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
20 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
21 Bronquite aguda: Inflamação dos brônquios produzida em geral por diferentes vírus respiratórios, que se manifesta por febre, tosse e expectoração de muco à tosse.
22 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
23 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
24 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
25 Antígenos: 1. Partículas ou moléculas capazes de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substâncias que, introduzidas no organismo, provocam a formação de anticorpo.
26 Macrófagos: É uma célula grande, derivada do monócito do sangue. Ela tem a função de englobar e destruir, por fagocitose, corpos estranhos e volumosos.
27 Tecido Linfóide: Tecidos especializados, componentes do sistema linfático. São locais definidos (no corpo), onde vários LINFÓCITOS podem se formar, maturar e se multiplicar, ligados por uma rede de VASOS LINFÁTICOS.
28 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
29 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
30 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
31 Gânglios: 1. Na anatomia geral, são corpos arredondados de tamanho e estrutura variáveis; nodos, nódulos. 2. Em patologia, são pequenos tumores císticos localizados em uma bainha tendinosa ou em uma cápsula articular, especialmente nas mãos, punhos e pés.
32 Mesentéricos: Relativo ao mesentério, ou seja, na anatomia geral o mesentério é uma dobra do peritônio que une o intestino delgado à parede posterior do abdome.
33 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
34 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
35 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
36 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
37 Antígeno: 1. Partícula ou molécula capaz de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substância que, introduzida no organismo, provoca a formação de anticorpo.
38 Células fagocitárias: As células fagocitárias são células de defesa orgânica que atuam como células apresentadoras de antígenos. Quando combatem e destroem agentes infecciosos, colocam os antígenos desses agentes em contato com as células reconhecedoras, os linfócitos T. Quando os linfócitos T são estimulados pelos antígenos, passam a secretar linfocinas, substâncias que iniciam a etapa específica da resposta imune.
39 Sistema Imunitário: Mecanismo de defesa do corpo contra organismos ou substâncias estranhas e células nativas anormais. Inclui a resposta imune humoral e a resposta mediada por célula e consiste de um complexo de componentes celulares, moleculares e genéticos interrelacionados.
40 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
41 Fibroblastos: Células do tecido conjuntivo que secretam uma matriz extracelular rica em colágeno e outras macromoléculas.
42 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
43 Citocinas: Citoquina ou citocina é a designação genérica de certas substâncias segregadas por células do sistema imunitário que controlam as reações imunes do organismo.
44 Imunoglobulinas: Proteína do soro sanguíneo, sintetizada pelos plasmócitos provenientes dos linfócitos B como reação à entrada de uma substância estranha (antígeno) no organismo; anticorpo.
45 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
46 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
47 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
48 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
49 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
50 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
51 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
52 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
53 Preconizada: Recomendada, aconselhada, pregada.
54 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
55 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
56 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
57 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
58 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
59 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
60 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
61 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
62 Inchaço: Inchação, edema.
63 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
64 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
65 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
66 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
67 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
68 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
69 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
70 Cabeça:
71 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.

Tem alguma dúvida sobre Broncho-Vaxom (Cápsula)?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.