Preço de Humulin N em São Paulo/SP: R$ 60,80

Humulin N

ELI LILLY DO BRASIL LTDA

Atualizado em 26/08/2022

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Humulin N
insulina1 humana (derivada de ADN* recombinante)
Injetável 100 UI/mL

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Suspensão injetável
Refil: embalagem contendo 2 refis de vidro tipo I com 3 mL de suspensão, para uso em canetas compatíveis para administração de insulina1
Frasco: frasco-ampola de vidro transparente tipo I com 10 mL de suspensão.

USO SUBCUTÂNEO2
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 ANOS

COMPOSIÇÃO:

Cada mL de Humulin N contém:

insulina1 humana derivada de ADN* recombinante 100 unidades.
veículo q.s.p. 1 mL

Veículo: metacresol, glicerol, fenol, sulfato de protamina, fosfato de sódio dibásico, óxido de zinco, água para injetáveis.
Hidróxido de sódio e/ou ácido clorídrico3 podem ter sido adicionados para ajuste de pH.
*ADN = Ácido Desoxirribonucleico

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Humulin N é indicado para o tratamento de pacientes com diabetes mellitus4 para controle da taxa de glicose5 no organismo.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A insulina1 é um hormônio6 produzido pelo pâncreas7 (glândula8 situada perto do estômago9). Este hormônio6 é necessário para a utilização de glicose5 (açúcar10) pelo organismo como fonte de energia. O diabetes11 ocorre quando o pâncreas7 não produz insulina1 suficiente para suprir as necessidades do organismo, e com isso a glicose5 não utilizada fica acumulada no sangue12.

Para controlar o diabetes11, o médico prescreve injeções de insulina1 para manter a taxa de glicose5 (açúcar10) no sangue12 próxima ao normal. O controle adequado do diabetes11 requer rigorosa e constante cooperação do paciente com o médico. Apesar do diabetes11, o paciente pode levar uma vida ativa e saudável, se seguir uma dieta diária balanceada, exercitar-se regularmente e tomar as injeções de insulina1 exatamente como determinadas pelo médico.

O paciente com diabetes11 deve fazer testes de glicemia13 (açúcar10 no sangue12) regularmente. Se os testes no sangue12 mostrarem taxas de glicose5 consistentemente alteradas (acima ou abaixo do normal) isto é um sinal14 de que o diabetes11 não está controlado e o paciente deve levar este fato ao conhecimento do médico.

Tenha sempre à mão15 um suprimento extra de insulina1 e os dispositivos corretos para aplicação. Use uma identificação de que tem diabetes11, para que seja prestado um atendimento adequado, caso ocorra qualquer complicação quando estiver fora de casa.

O tempo de ação de qualquer insulina1 pode variar consideravelmente em diferentes indivíduos ou em diferentes momentos no mesmo indivíduo. Como ocorre com todas as preparações de insulina1, a duração de ação de Humulin N depende da dose, local de aplicação, disponibilidade sanguínea, temperatura e atividade física.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Humulin N não é indicado nos casos de hipoglicemia16 (baixa quantidade de açúcar10 no sangue12) e em pacientes alérgicos à insulina1 humana ou a qualquer um dos componentes da fórmula do medicamento (a menos que seja usado como parte de um programa de dessensibilização17).

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e precauções

Pacientes que utilizam Humulin N poderão requerer mudança da dose em relação às doses de outras insulinas usadas anteriormente. Qualquer mudança de insulina1 deve ser feita com cuidado e somente com orientação médica, com aumento da frequência do monitoramento da glicose5. Alterações na concentração, tipo (regular, NPH, 70/30), espécie (animal, humana, análoga à insulina1 humana) ou método de fabricação (insulina1 derivada de ADN* recombinante versus animal) podem resultar na necessidade de uma mudança na dose prescrita da nova insulina1 em uso.

Repetidas injeções de insulina1 em áreas com lipodistrofia18 (alteração do desenvolvimento do tecido adiposo19gordura20) ou amiloidose21 cutânea22 localizada (acúmulo de proteínas23 insolúveis na pele24) foram relatadas por resultar em hiperglicemia25; e uma alteração repentina no local da injeção26 (para uma área não afetada) foi relatada por resultar em hipoglicemia16.

Mudança nas atividades físicas e/ou na dieta: pode ser necessário um ajuste na dose de insulina1 se os pacientes mudarem sua atividade física ou a dieta usual.

Gravidez27 e Lactação28

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas, ou amamentando, sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

O controle do diabetes11 é especialmente importante para você e seu bebê. A gravidez27 pode tornar o controle do diabetes11 mais difícil. Se você planeja ter um bebê, está grávida ou está amamentando, consulte o seu médico. Caso você esteja amamentando, você pode necessitar fazer ajustes de dose, de dieta ou ambos.

Informe seu médico se ocorrer gravidez27 durante o tratamento com Humulin N. As pacientes diabéticas que estejam grávidas ou amamentando podem necessitar de um ajuste de dose de insulina1 ou na dieta.

Populações especiais

Uso em crianças: não existem precauções especiais para o uso de Humulin N em crianças. O uso de Humulin N em crianças menores de 3 anos não foi estudado, assim o uso nesta população específica deve ocorrer sob supervisão médica.

Uso em pacientes com insuficiência renal29 (mau funcionamento dos rins30): pode ser necessário reduzir a dose de insulina1 para tratamento de pacientes com insuficiência renal29.

Uso em pacientes com insuficiência hepática31 (mau funcionamento do fígado32): deve-se fazer um controle cuidadoso dos valores de glicose5 e ajustar a dose de insulina1 em pacientes com insuficiência hepática31.

Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas

A sua capacidade de concentração e reação podem estar prejudicadas como resultado de hipoglicemia16 (baixa quantidade de açúcar10 no sangue12). Isto é particularmente importante para os pacientes que tenham ausência ou baixa percepção dos sintomas33 de alerta de hipoglicemia16 ou episódios frequentes de hipoglicemia16. A capacidade de dirigir nestas circunstâncias deve ser avaliada.

Este medicamento pode causar doping.

Interações medicamentosas

O médico deve ser consultado caso você utilize outros medicamentos além da insulina1 humana. As necessidades de insulina1 podem se modificar em decorrência do uso concomitante de outros medicamentos, como: anticoncepcionais orais (medicamentos que evitam a gravidez27), corticosteroides [tipo de hormônio6 com ação anti-inflamatória ou imunossupressora (substâncias que reduzem ou impedem a resposta do sistema de defesa do organismo)], terapia de reposição de hormônio6 tireoidiano (medicamentos para tireoide34), agentes antidiabéticos orais35 (medicamentos que reduzem o açúcar10 no sangue12), salicilatos (tipo de anti-inflamatório e analgésico36), antibióticos do tipo sulfa e antidepressivos inibidores da monoaminoxidase37 (medicamentos que tratam a depressão), inibidores da enzima38 conversora de angiotensina e bloqueadores do receptor da angiotensina II (medicamentos que controlam a pressão sanguínea). O consumo de bebidas alcoólicas pode causar hipoglicemia16 (baixa quantidade de açúcar10 no sangue12) em usuários de insulina1.

Uso de tiazolidinediona (TZD) em combinação com insulina1: o uso de TZD em combinação com insulina1 está associado com o aumento do risco de edema39 (inchaço40) e insuficiência cardíaca41, especialmente em pacientes com doença cardíaca já existente.

Medicamentos: alguns medicamentos podem interferir na necessidade de insulina1 (ver Interações medicamentosas). Converse com seu médico a respeito destas interações.

Alterações na alimentação podem afetar a dose usual necessária de Humulin N.

Nenhum estudo foi conduzido para investigar a possível interação entre Humulin N e plantas medicinais, nicotina, exames laboratoriais e não laboratoriais (ver Advertências e precauções).

Informe ao seu médico, ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde42.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

A) REFIL

Produto lacrado: deve-se armazenar os refis de Humulin N em um refrigerador (2 a 8°C), mas não no congelador. Proteger da luz.

Não use Humulin N se tiver sido congelado.

Produto em uso: a caneta e o refil em uso devem ser mantidos à temperatura ambiente, em local o mais fresco possível (abaixo de 30°C), protegido da luz e calor, por até 28 dias. Não refrigerar. Após 28 dias, o refil de Humulin N deve ser descartado, mesmo se ainda contiver insulina1 no seu interior.

Os refis de 3mL Lilly são projetados e testados para uso com canetas Lilly.

Após aberto, válido por 28 dias.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

B) FRASCO

Deve-se guardar o frasco de Humulin N em um refrigerador (2 a 8°C), mas não no congelador. Proteger da luz.

Não use Humulin N se tiver sido congelado.

Se não for possível a refrigeração, você pode manter o frasco de Humulin N que está sendo usado, em lugar o mais fresco possível (abaixo de 30°C), longe do calor e da luz solar direta.

Após um período de 28 dias, deve-se jogar fora o frasco, mesmo se ainda este contiver insulina1.

Após aberto, válido por 28 dias.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original

Características físicas e organolépticas do produto

Humulin N é uma suspensão estéril aquosa. Após a homogeneização a insulina1 deve aparecer uniformemente turva ou leitosa.

Antes do uso de cada dose, examine a aparência do líquido presente no refil que se encontra inserido na caneta. Não usar se a insulina1 (material branco) permanecer visivelmente separada do líquido ou se apresentar partículas brancas sólidas presas ao fundo ou nas paredes do refil, dando uma aparência de congelado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Dosagem

O médico determinará a dose de Humulin N que você deve usar, de acordo com as suas necessidades. Durante alterações no regime de insulina1, aumente a frequência do monitoramento da glicose5.

A dose habitual de Humulin N pode ser afetada por alterações emocionais, na alimentação e na atividade ou esquema de trabalho. Siga cuidadosamente as instruções médicas para adequar-se a essas mudanças. Os fatores a seguir também podem afetar a dose de Humulin N.

Doença: qualquer doença, principalmente na presença de náusea43 e vômito44, pode causar alteração na necessidade de insulina1. Mesmo se você não comer, ainda assim necessitará de insulina1. Você e seu médico devem estabelecer um plano para os dias em que estiver doente. Quando você se sentir mal, teste sua glicose5 no sangue12/urina45 e procure seu médico.

Exercícios: exercícios podem diminuir a necessidade de insulina1 durante e algum tempo após a atividade física. Exercícios podem também acelerar o efeito de uma dose de Humulin N, especialmente se o exercício envolver a área do local da injeção26. Converse com seu médico sobre o ajuste das doses para o período de exercícios.

Viagem: pessoas que viajam para locais com diferença de mais de 2 fusos horários devem consultar seu médico a respeito dos ajustes do esquema de insulina1.

Não use qualquer outro tipo de insulina1 sem a orientação médica.

Modo de usar

Deve-se usar Humulin N por via subcutânea46 (debaixo da pele24). O uso subcutâneo2 pode ser feito na parte superior dos braços (porção posterior), coxas47 (porção anterior e externa), nádegas48 ou no abdome49. Alterne os locais de aplicação50, de maneira que o mesmo local não seja utilizado mais que uma vez por mês, para reduzir o risco de lipodistrofia18 (alteração do desenvolvimento do tecido adiposo19gordura20) ou amiloidose21 cutânea22 localizada (acúmulo de proteínas23 insolúveis na pele24). Não injetar nas áreas com lipodistrofia18 ou amiloidose21 cutânea22 localizada. Ao injetar Humulin N, tome cuidado para não atingir nenhum vaso sanguíneo. O local de aplicação não deve ser massageado após a aplicação de qualquer insulina1. Verifique sempre, na embalagem e no rótulo, o nome do produto e a letra que identifica a insulina1 para ter certeza de que é a mesma receitada pelo médico.

A) REFIL

Antes do uso de cada dose, examine a aparência do conteúdo dentro do refil.

Os refis de Humulin N contêm uma pequena pérola de vidro para assegurar a mistura.

  • Agite o refil cuidadosamente, 10 vezes, com movimentos rotativos entre as palmas das mãos51 e inverta em 180º, 10 vezes, antes de cada aplicação. Faça esse procedimento para que o conteúdo fique uniformemente misturado.
     
  • Antes de inserir o refil na caneta, verifique se a mistura está uniforme e repita as instruções acima quantas vezes forem necessárias.

Após agitar, Humulin N deve estar uniformemente turvo ou leitoso. Não use este medicamento se a insulina1 (material branco) permanecer visivelmente separada do líquido após você ter agitado. Não use o refil se houver grumos (pequenos grãos) suspensos após agitação (ver Figura 3). Não use o refil se partículas sólidas brancas estiverem aderidas nas paredes ou no fundo do refil, conferindo ao mesmo um aspecto fosco/embaçado (ver Figura 4). Verifique sempre a aparência do conteúdo dentro do refil de insulina1 antes de usar. Se notar qualquer diferença na aparência ou alterações marcantes nas características da insulina1, consulte o médico.

  • Após agitar, não use o refil se houver grumos em suspensão (soltos na parte de cima)
  • Não use este medicamento se partículas no fundo ou nas paredes derem ao refil um aspecto fosco (embaçado)

Preparação do refil de Humulin N para inserção na caneta

  1. Antes de inserir na caneta, olhe cuidadosamente o refil e agite-o conforme descrito nas figuras. Não o use se notar qualquer alteração na aparência de Humulin N.
  2. Siga as instruções do fabricante da caneta para inserir o refil.
  3. Use álcool para limpar a superfície de borracha exposta na tampa de metal do refil.
  4. Siga cuidadosamente as instruções do fabricante da caneta para colocação e troca da agulha.

Aplicação da injeção26:

  1. Lave as mãos51.
  2. Limpe a pele24 com álcool, no local onde você for aplicar a injeção26.
  3. Aplique Humulin N somente por via subcutânea46 (debaixo da pele24), na parte superior dos braços, coxas47, nádegas48 ou no abdome49. Para evitar danos à pele24, aplique a próxima injeção26 a uma distância de pelo menos um centímetro da anterior, alternando os locais de injeção26, de maneira que o mesmo local não seja utilizado mais que uma vez por mês. Com uma das mãos51, firme a pele24, pressionando ou segurando uma grande área.
  4. Para injetar a insulina1, siga as instruções médicas.
  5. Após injetar a dose, conte até cinco vagarosamente (cinco segundos completos) antes de retirar a agulha e pressione suavemente o local da injeção26 por alguns segundos. Não esfregue a área.
  6. Imediatamente após a injeção26, remova a agulha da caneta, pois isso assegurará a esterilidade52 e evitará vazamento, entrada de ar e possível obstrução da agulha. Não reutilize a agulha. Descarte a agulha de maneira segura

As canetas para aplicação de insulina1 diferem na sua operação. É importante ler, entender e seguir as instruções para o uso da caneta de insulina53 que você está usando.

Para prevenir uma possível transmissão de doença, cada refil deve ser utilizado por um único paciente, mesmo que a agulha da caneta para administração de insulina1 seja trocada.

B) FRASCO

Deve-se usar Humulin N por via subcutânea46 (debaixo da pele24). O uso subcutâneo2 deve ser na parte superior dos braços, coxas47, nádegas48 ou no abdome49. Alterne os locais de injeção26, de maneira que o mesmo local não seja utilizado mais que uma vez por mês, para reduzir o risco de lipodistrofia18 (alteração do desenvolvimento do tecido adiposo19gordura20) ou amiloidose21 cutânea22 localizada (acúmulo de proteínas23 insolúveis na pele24). Não injetar em áreas com lipodistrofia18 ou amiloidose21 cutânea22 localizada. O local de aplicação não deve ser massageado após a aplicação de qualquer insulina1. Ao injetar Humulin N, tome cuidado para não atingir nenhum vaso sanguíneo. Verifique sempre, na embalagem e no rótulo, o nome do produto e a letra que identifica a insulina1 para ter certeza de que é a mesma receitada pelo médico.

Antes de retirar cada dose, examine sempre a aparência do frasco.

O frasco de Humulin N deve ser cuidadosamente agitado com movimentos rotativos antes de cada aplicação, de maneira que o conteúdo seja uniformemente misturado. Após agitar suavemente, o conteúdo deve estar turvo ou leitoso. Não usar se, após a agitação, a insulina1 (material branco) permanecer no fundo do frasco (Fig. 1), se houver grumos (pequenos grãos) suspensos no líquido (Fig. 2), ou se partículas no fundo ou na parede derem ao frasco um aspecto fosco/embaçado (Fig. 3).

Verificar sempre o frasco de insulina1 antes de usar. Se você notar qualquer diferença na aparência ou alterações marcantes nas características da insulina1, consulte o médico.

  1. Não use este medicamento se o material permanecer no fundo do frasco após a agitação.
  2. Não use este medicamento se houver grumos em suspensão (soltos) no líquido após a agitação.
  3. Não use este medicamento se partículas no fundo ou na parede derem ao frasco um aspecto fosco (embaçado).

Uso de seringa54 adequada: as doses de insulina1 são medidas em unidades. O número de unidades em cada mililitro (mL) está claramente impresso na embalagem. Cada tipo de insulina1 está disponível na concentração de 100 unidades/mL. É importante entender as graduações na seringa54 porque o volume a ser injetado depende da concentração, que é o número de unidades por mL. Por esta razão, deve-se utilizar sempre uma seringa54 graduada para a concentração de insulina1. Erro no uso da seringa54 pode levar a um erro na dose, causando sérios problemas, como variação na glicemia13 (taxa de glicose5 no sangue12) que pode ser muito baixa ou muito alta.

Importante: para evitar qualquer contaminação e, consequente infecção55, siga estritamente estas instruções.

Seringas descartáveis: as seringas e agulhas descartáveis dispensam esterilização, devem ser usadas somente uma vez e, em seguida, você deve jogá-las fora.

Agulhas e seringas não devem ser usadas em mais de uma pessoa.

Preparo da dose

  1. Lave as mãos51.
  2. Verifique a insulina1. Não a use se você notar qualquer alteração na aparência.
  3. Ao usar um frasco novo, retire o plástico protetor, mas não remova a tampa de borracha. Limpe a superfície da rolha de borracha com álcool.
  4. Ao misturar insulinas, veja as instruções abaixo (“Mistura de Humulin N com Humulin R”).
  5. Aspire uma quantidade de ar na seringa54 igual à dose de insulina1 a ser usada. Perfure a tampa de borracha do frasco de insulina1 e injete o ar.
  6. Inverta o frasco e a seringa54. Segure firme o frasco e a seringa54 com uma das mãos51.
  7. Ao confirmar que a ponta da agulha está dentro da insulina1, aspire a dose correta de insulina1.
  8. Antes de retirar a agulha do frasco, verifique se há formação de bolhas. Estas podem reduzir a quantidade de insulina1. Se houver bolhas, segure a seringa54 com a ponta para cima. Depois bata na lateral da seringa54 levemente com os dedos para que as bolhas atinjam a parte superior do líquido, para serem expulsas com o êmbolo56. Corrija a dose.
  9. Retire a agulha do frasco e deite a seringa54 de maneira que a agulha não toque em nada.

Mistura de Humulin N com Humulin R

  1. Deve-se misturar o Humulin N com o Humulin R somente com a orientação médica.
  2. Aspire ar na seringa54 igual à quantidade de Humulin N que irá usar. Insira a agulha no frasco de Humulin N e injete o ar. Retire a agulha do frasco.
  3. Injete ar dentro do frasco de Humulin R da mesma maneira, mas não retire a agulha do frasco.
  4. Inverta o frasco e a seringa54.
  5. Ao confirmar que a ponta da agulha está dentro da insulina1, aspire a dose correta de Humulin R.
  6. Antes de retirar a agulha do frasco, verifique se há formação de bolhas. Estas podem reduzir a quantidade de insulina1. Se houver bolhas, proceda como indicado no item 8 do Preparo da dose.
  7. Retire a agulha do frasco de Humulin R. Depois insira esta agulha no frasco de Humulin N. Inverta o frasco e a seringa54. Segure firme o frasco e a seringa54 com uma das mãos51 e agite suavemente. Ao confirmar que a ponta da agulha está dentro da insulina1, retire a dose de Humulin N.
  8. Retire a agulha do frasco e deite a seringa54 de maneira que a agulha não toque em nada.

Siga as instruções médicas quando você for misturar as insulinas previamente ou na hora da injeção26. É importante fazer os procedimentos de forma correta.

Seringas provenientes de diferentes fabricantes podem variar quanto ao espaço entre o fundo da seringa54 e a agulha. Por causa disto, não mude:

  • a sequência da mistura que o médico determinou;
  • o modelo e a marca da seringa54 ou agulha, sem primeiro consultar o médico.

Aplicação da dose

  1. Limpe a pele24 com álcool, no local onde você for aplicar a injeção26.
  2. Estabilize a pele24, pressionando o local.
  3. Insira a agulha de acordo com as instruções médicas.
  4. Empurre o êmbolo56 até o fundo.
  5. Retire a agulha e pressione o local da injeção26 suavemente por alguns segundos. Não esfregue a área.

Aplique Humulin N somente por via subcutânea46 (debaixo da pele24). Para evitar danos à pele24, aplique a próxima injeção26 a uma distância de pelo menos um centímetro da anterior, alternando os locais de injeção26, de maneira que o mesmo local não seja utilizado mais que uma vez por mês.

  1. Mistura de Humulin N com HUMALOG

A insulina NPH57 pode ser misturada ou administrada em combinação com a insulina lispro58 por injeção subcutânea59, sob supervisão médica. Quando HUMALOG for administrado misturado com a insulina NPH57, deve-se colocar HUMALOG primeiro na seringa54. A injeção26 deve ocorrer imediatamente após a mistura.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Consulte seu médico caso haja o esquecimento da aplicação de uma dose ou a aplicação de uma dose maior que a recomendada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

A hipoglicemia16 (baixa quantidade de açúcar10 no sangue12) é uma das reações adversas mais frequentes da terapia com insulinas. Os sintomas33 da hipoglicemia16, de leve a moderada, podem ocorrer de repente e incluem: sudorese60 (suor em excesso), tontura61, palpitação62 (sensação do batimento cardíaco com mais força e/ou mais rápido que o normal), tremor, fome, incapacidade de concentração, dor de cabeça63, distúrbios do sono, ansiedade, visão64 embaçada, humor deprimido, irritabilidade, comportamento anormal, movimentos instáveis, alterações de personalidade, entre outros. A hipoglicemia16 grave pode levar à perda da consciência e, em casos extremos, à morte. Pode-se tratar a hipoglicemia16, de leve a moderada, por meio da ingestão de comida ou bebida que contenha açúcar10. Os pacientes devem sempre levar consigo uma fonte rápida de açúcar10, tais como balas ou tabletes de glicose5. A hipoglicemia16 grave leva o paciente a necessitar da assistência de outra pessoa. A hiperglicemia25 (alta quantidade de glicose5 no sangue12) pode ocorrer se o organismo tiver pouca insulina1. A alergia65 e a lipodistrofia18 (alteração do desenvolvimento do tecido adiposo19gordura20) no local da aplicação de insulina1 são outras reações adversas que podem ocorrer.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): alergia65 no local da aplicação.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): lipodistrofia18 (alteração do desenvolvimento do tecido adiposo19gordura20) no local da aplicação de insulina1.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): apesar de ser menos comum e potencialmente mais grave, casos de alergia65 generalizada à insulina1 podem ocorrer levando a erupções em todo corpo, falta de ar, chiado, queda na pressão sanguínea, pulso acelerado ou sudorese60 (suor em excesso). Casos graves de alergia65 generalizada podem causar risco de morte.

Dados espontâneos:

Casos de edema39 (inchaço40) foram relatados com uso de insulina1, especialmente em pacientes com controle metabólico previamente ruim e que melhoraram através da intensificação da terapia com insulina1.

Lipodistrofia18 (alteração do desenvolvimento do tecido adiposo19gordura20) e amiloidose21 cutânea22 localizada (acúmulo de proteínas23 insolúveis na pele24) ocorreram no local da injeção26. Repetidas injeções de insulina1 em áreas com lipodistrofia18 ou amiloidose21 cutânea22 localizada foram reladas por resultar em hiperglicemia25; e uma mudança repentina para um local de injeção26 não afetado foi relatada por resultar em hipoglicemia16 (ver Advertências e precauções).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A utilização de uma dose muito alta do medicamento pode causar hipoglicemia16 (baixa quantidade de açúcar10 no sangue12), acompanhada por sintomas33 que incluem apatia66 (falta de interesse para efetuar qualquer esforço físico ou mental), confusão, palpitações67 (sensação do batimento cardíaco com mais força e/ou mais rápido que o normal), suor, vômito44 e dor de cabeça63.

A hipoglicemia16 pode ocorrer como resultado de um excesso de insulina1 humana em relação à ingestão de alimentos, ao gasto energético ou ambos. Os casos de hipoglicemia16 leve podem ser tratados geralmente com glicose5 (açúcar10) oral. Podem ser necessários ajustes na dose da medicação (insulina1), na dieta alimentar ou nos exercícios físicos. Episódios graves, como convulsões e coma68, podem ser tratados com glucagon69 administrado por via intramuscular/subcutânea46 ou com glicose5 concentrada via intravenosa. Pode ser necessária uma ingestão continuada de carboidratos (açúcares) e observação, uma vez que a hipoglicemia16 pode ocorrer após uma aparente recuperação clínica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Registro MS – 1.1260.0057
Farm. Resp.: Márcia A. Preda – CRF-SP nº 19189

Fabricado por:
Lilly France S.A.S. – Fegersheim – França

Importado por:
Eli Lilly do Brasil Ltda.
Av. Morumbi, 8264 – São Paulo, SP – Brasil
CNPJ 43.940.618/0001-44


SAC 0800 701 0444

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
2 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
3 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
4 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
5 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
6 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
7 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
8 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
9 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
10 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
11 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
12 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
13 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
14 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
15 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
16 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
17 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
18 Lipodistrofia: Defeito na quebra ou na fabricação de gordura abaixo da pele, resultando em elevações ou depressões na superfície da pele. (Veja lipohipertrofia e lipoatrofia). Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
19 Tecido Adiposo: Tecido conjuntivo especializado composto por células gordurosas (ADIPÓCITOS). É o local de armazenamento de GORDURAS, geralmente na forma de TRIGLICERÍDEOS. Em mamíferos, existem dois tipos de tecido adiposo, a GORDURA BRANCA e a GORDURA MARROM. Suas distribuições relativas variam em diferentes espécies sendo que a maioria do tecido adiposo compreende o do tipo branco.
20 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
21 Amiloidose: Amiloidose constitui um grupo de doenças nas quais certas proteínas, que normalmente seriam solúveis, se depositam extracelularmente nos tecidos na forma de fibrilas insolúveis.
22 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
23 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
24 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
25 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
26 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
27 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
28 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
29 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
30 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
31 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
32 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
33 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
34 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
35 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
36 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
37 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
38 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
39 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
40 Inchaço: Inchação, edema.
41 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
42 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
43 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
44 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
45 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
46 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
47 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
48 Nádegas:
49 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
50 Locais de aplicação: Locais do corpo onde a insulina é geralmente injetada.
51 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
52 Esterilidade: Incapacidade para conceber (ficar grávida) por meios naturais. Suas causas podem ser masculinas, femininas ou do casal.
53 Caneta de insulina: Dispositivo para injeção de insulina que se parece com uma caneta tinteiro e pode ser recarregada com cartuchos de insulina. Também pode ser adquirida para uso descartável.
54 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
55 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
56 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
57 Insulina NPH: Insulina de ação intermediária. A administração de protamina e a neutralização do pH prolongaram o tempo de ação, com a finalidade de permitir apenas uma aplicação subcutânea ao dia. Contudo, com o passar dos anos, verificou-se que apenas uma aplicação diária não era suficiente para manter um controle adequado e passou-se a utilizar duas tomadas ao dia. Tem início de ação entre 1 e 2 horas após a aplicação, efeito máximo em 4 a 12 horas mas continua sua ação após 10 horas de sua aplicação.
58 Insulina Lispro: Insulina de ação rápida. Inicia sua ação após cinco minutos da aplicação. Tem efeito máximo em 30 minutos a uma hora após injeção, mas continua a agir por três horas após aplicação.
59 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
60 Sudorese: Suor excessivo
61 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
62 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
63 Cabeça:
64 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
65 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
66 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
67 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
68 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
69 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.

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