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Hidralyte

NATULAB LABORATÓRIO S.A

Atualizado em 24/07/2023

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Hidralyte
cloreto de sódio + citrato de sódio diidratado + glicose1 + citrato de potássio monoidratado
Solução oral 2,05 mg + 0,98 mg + 22,75 mg + 2,16 mg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução oral
Frasco plástico com 500 mL, sabor artificial de água de coco, uva, tutti frutti, guaraná e laranja

USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO:

Cada mL da solução oral de Hidralyte sabor uva contém:

cloreto de sódio 2,05 mg
citrato de sódio diidratado 0,98 mg
glicose1 22,75 mg
citrato de potássio monoidratado 2,16 mg
veículo q.s.p. 1 mL

Veículo: ácido benzóico; sacarina2; corante azul brilhante; corante vermelho bordeaux; aroma de uva; água purificada.

 

Cada mL da solução oral de Hidralyte sabor guaraná contém:

cloreto de sódio 2,05 mg
citrato de sódio diidratado 0,98 mg
glicose1 22,75 mg
citrato de potássio monoidratado 2,16 mg
veículo q.s.p. 1 mL

Veículo: ácido benzóico; sacarina2; corante caramelo; aroma de guaraná; água purificada.

 

Cada mL da solução oral de Hidralyte sabor laranja contém:

cloreto de sódio 2,05 mg
citrato de sódio diidratado 0,98 mg
glicose1 22,75 mg
citrato de potássio monoidratado 2,16 mg
veículo q.s.p. 1 mL

Veículo: ácido benzóico; sacarina2; corante amarelo crepúsculo; aroma de laranja; água purificada.

 

Cada mL da solução oral de Hidralyte sabor tutti-fruti contém:

cloreto de sódio 2,05 mg
citrato de sódio diidratado 0,98 mg
glicose1 22,75 mg
citrato de potássio monoidratado 2,16 mg
veículo q.s.p. 1 mL

Veículo: ácido benzóico; sacarina2; corante eritrosina; aroma de tutti-fruti; água purificada

 

Cada mL da solução oral de Hidralyte sabor água de coco contém:

cloreto de sódio 2,05 mg
citrato de sódio diidratado 0,98 mg
glicose1 22,75 mg
citrato de potássio monoidratado 2,16 mg
veículo q.s.p. 1 mL

Veículo: ácido benzóico; sacarina2; aroma de água de coco; água purificada.

 

Conteúdo Eletrolítico

sódio

45 mEq/L

potássio

20 mEq/L

Cloreto

35 mEq/L

citrato

30 mEq/L

glicose1

126 mMol/L3

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Hidralyte é destinado à prevenção da desidratação4 ou para manutenção da hidratação (após a fase de reidratação), em quadros de doença diarréica aguda, de qualquer etiologia5, tanto em crianças quanto em adultos.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Hidralyte possui a função de prevenir a desidratação4 e manter a hidratação após a fase de reidratação, agindo também em quadros de doença diarréica aguda.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com íleo paralítico6, obstrução ou perturbação intestinal e vômitos7 incoercíveis.

Este medicamento deve ser utilizado com cautela em pacientes com função renal8 diminuída, devido à presença do potássio na fórmula do produto.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

De acordo com o guia para frases de alerta associadas a categorias de risco e fármacos destinados as mulheres grávidas este medicamento apresenta CATEGORIA DE RISCO C.

Deve ser usado com cautela em pacientes com pressão alta e problemas com a função dos rins9 ou adrenal. Em pacientes que têm má absorção de glicose1 pode ocorrer aumento de persistência de diarreia10.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Durante o período de aleitamento materno11 ou doação de leite humano, só utilize medicamentos com o conhecimento do seu médico ou cirurgião-dentista, pois alguns medicamentos podem ser excretados no leite humano, causando reações indesejáveis no bebê.

Atenção diabéticos: Este medicamento contém Açúcar12 (22,75 mg de glicose1/mL). Não estão descritas interações com outros fármacos ou com alimentos, podendo-se manter a alimentação habitual durante seu uso.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (15–30°C)). Proteger da luz e umidade. Nestas condições, o medicamento se manterá próprio para consumo, respeitando o prazo de validade de 24 meses, indicado na embalagem.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Para sua segurança, mantenha o medicamento em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Hidralyte é apresentado na forma de solução oral: frascos com 500 mL.

  • Sabor artificial de água de coco: solução ligeiramente turva, odor água de coco e incolor.
  • Sabor artificial de tutti frutti: solução límpida, ligeiramente vermelha com odor tutti-frutti.
  • Sabor artificial de uva: solução límpida, odor uva, de cor violeta.
  • Sabor artificial de laranja: solução límpida, cor alaranjada com odor laranja. Sabor artificial de guaraná: solução límpida, odor guaraná e cor castanho claro.

A solução somente deverá ser utilizada quando se apresentar transparente e livre de quaisquer resíduos. Após aberto o frasco, o que não for consumido deverá ser desprezado depois de 15 dias de armazenamento. O frasco deve ser mantido tampado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Hidralyte deve ser oferecido com frequência ao paciente, alterando com outros líquidos (leite, sucos, chás, água, sopas). Para crianças até 2 anos de idade, deve-se administrar entre 50 e 100 mL do medicamento após as evacuações e também entre cada episódio. Para as crianças acima de 2 anos de idade, a administração deve ser de 100 a 200 mL do medicamento após as evacuações e também entre cada episódio. Adultos devem fazer uso do medicamento em quantidades individualizadas. É recomendado não exceder o uso de 500 mL por dia, exceto por orientação médica. Administrar exclusivamente por via oral. Em caso de vômitos7, deve-se continuar administrando a solução em pequenas quantidades, pois habitualmente os vômitos7 cessam logo que o organismo começa a recuperar a hidratação. Consulte o médico em caso de dúvida para posologia mais adequada a cada paciente.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas13, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso haja esquecimento da ingestão de uma ou mais doses deste medicamento, a dose recomendada deverá ser retomada no horário habitual, não havendo necessidade de repor as doses esquecidas.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Até o momento não se observaram nenhum tipo de reação adversa, com a posologia recomendada. A administração aguda de sais de sódio, em quantidades acima da capacidade renal8 de excreção, produz aumento da osmolaridade14 (concentração de sais nos líquidos do organismo), principalmente extracelular (fora da célula15). Não há toxicidade16 crônica (uso contínuo) com o uso de soluções para TRO (terapia de reidratação oral).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe à empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contado através do atendimento ao consumidor (SAC).

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

As consequências mais graves com altas doses de Hidralyte são hipernatremia17 (aumento de sódio sanguíneo) e/ou hiperpotassemia (aumento de potássio sanguíneo). Em grau leve são geralmente assintomáticas. Hipernatremia17 severa pode manifestar-se por febre18 elevada, sede, oligúria19 acentuada, quadro neurológico com alteração da consciência, de letargia20 (sonolência) ao coma21, irritabilidade, hiperreflexia22 (reflexo muito ativos), rigidez de nuca e convulsões, não corrigida pode levar à lesão23 cerebral. Hiperpotassemia (aumento de potássio sanguíneo) severa pode causar fraqueza e paralisia24 musculares, arritmias25 cardíacas (alteração do ritmo cardíaco), falência circulatória e parada cardíaca. Tratamento recomendado: dosagens frequentes e eletrólitos26 sanguíneos: administração de água ou sibstituição por hidratação intravenosa, orientada pelas dosagens dos eletrólitos26 sanguíneos. Na hiperpotassemia (aumento de sódio sanguíneo), deve-se acompanhar o eletrocardiograma27; medidas paliativas de curta duração, visando impedir ação tóxica sobre o miocárdio28 (músculo cardíaco29), com a administração intravenosa de gluconato de cálcio, infusão de soluções alcalinizantes, infusão de insulina30 e glicose1 (1u/4g) para favorecer a entrada de potássio nas células31. Nos casos mais graves, diálise peritoneal32.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas13 procure orientação médica.
 

MS: 1.3841.0049
Farm. Responsável: Tales Vasconcelos de Cortes - CRF/BA nº3745 NATULAB LABORATÓRIO SA

Rua H, nº2, Galpão 03 - Urbis II
Santo Antônio de Jesus - Bahia – CEP - 44.574-150 CNPJ 02.456.955/0001-83
Indústria Brasileira


SAC (75) 3311 5555

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
2 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
3 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
4 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
5 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
6 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
7 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
9 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
10 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
11 Aleitamento Materno: Compreende todas as formas do lactente receber leite humano ou materno e o movimento social para a promoção, proteção e apoio à esta cultura. Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
12 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
13 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
14 Osmolaridade: Molaridade de uma solução que exerce a mesma pressão osmótica que uma solução ideal de uma substância não dissociada. É uma medida indireta da concentração somada de todos os solutos de uma determinada solução.
15 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
16 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
17 Hipernatremia: Excesso de sódio no sangue, indicativo de desidratação.
18 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
19 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
20 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
21 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
22 Hiperreflexia: Definida como reflexos muito ativos ou responsivos em excesso. Suas causas mais comuns são lesão na medula espinal e casos de hipocalcemia.
23 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
24 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
25 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
26 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
27 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
28 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
29 Músculo Cardíaco: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo.
30 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
31 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
32 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.

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