Preço de Humalog em Houston/SP: R$ 120,11

Humalog

ELI LILLY DO BRASIL LTDA

Atualizado em 16/08/2023

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Humalog
insulina lispro1 (derivada de ADN* recombinante)
Injetável 100 UI/mL

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução injetável 
Cada embalagem contém 1 frasco-ampola de vidro transparente com 10 mL de solução

PREFERENCIALMENTE PARA USO SUBCUTÂNEO2
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 3 ANOS

COMPOSIÇÃO:

Cada mL de Humalog contém:

insulina lispro1 derivada de ADN* recombinante 100 unidades
veículo q.s.p. 1 mL

* ADN = Ácido Desoxirribonucleico
Veículo: metacresol, glicerol, fosfato de sódio dibásico, óxido de zinco e água para injetáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Humalog é indicado no tratamento de pacientes com diabetes mellitus3 que necessitam de insulina4 para o controle das taxas de glicose5 (açúcar6) no sangue7.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A insulina4 é um hormônio8 produzido pelo pâncreas9, uma glândula10 situada perto do estômago11. Este hormônio8 é necessário para o aproveitamento da glicose5 (açúcar6) pelo organismo. O diabetes12 ocorre quando o pâncreas9 não produz insulina4 suficiente para suprir as necessidades do organismo.

Para controlar o diabetes12, o médico prescreve injeções de insulina4, para manter a taxa de glicose5 no sangue7 próxima do normal. O controle adequado do diabetes12 requer rigorosa e constante cooperação do paciente com o médico. Apesar do diabetes12, o paciente pode levar uma vida ativa, saudável e produtiva seguindo uma dieta diária balanceada, exercitando-se regularmente e aplicando as injeções de insulina4 exatamente como determinadas pelo médico. O paciente com diabetes12 deve fazer testes de glicemia13 (taxa de açúcar6 no sangue7). Se os testes de glicemia13 mostrarem taxas de glicose5 consistentemente alteradas (acima ou abaixo do normal), isto é um sinal14 de que o diabetes12 não está controlado e o paciente deve levar este fato ao conhecimento do médico.

Tenha sempre à mão15 um suprimento extra de insulina4 e os dispositivos corretos para aplicação. Tenha uma identificação de que tem diabetes12, para que se possa prestar um tratamento adequado, caso ocorra qualquer complicação quando estiver fora de casa.

Humalog é uma insulina de ação rápida16, utilizada para o controle da hiperglicemia17 (alta quantidade de açúcar6 no sangue7). A atividade da insulina lispro1 inicia-se aproximadamente 15 minutos após a sua administração.

O tempo de ação de qualquer insulina4 pode variar consideravelmente em diferentes indivíduos ou em diferentes momentos no mesmo indivíduo. Como todas as preparações de insulinas, a duração da ação de Humalog depende da dose, local de aplicação, disponibilidade sanguínea, temperatura e atividade física.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Humalog não é indicado nos casos de hipoglicemia18 (baixa quantidade de açúcar6 no sangue7) e em pacientes alérgicos à insulina lispro1 ou a qualquer componente da fórmula.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e precauções

Pacientes que utilizam Humalog poderão requerer mudança da dose em relação às doses de outras insulinas usadas anteriormente.

A hipoglicemia18 é a reação adversa mais comum que se observa com as insulinas, incluindo Humalog. A hipoglicemia18 pode ocorrer de repente, os sintomas19 podem ser diferentes em cada indivíduo e podem mudar ao longo do tempo no mesmo indivíduo. O controle da taxa de glicose5 (açúcar6) no sangue7 tem um papel essencial na prevenção e administração da hipoglicemia18. Em pacientes com maior risco de hipoglicemia18 e pacientes que reduziram a sensibilidade aos sintomas19 da hipoglicemia18 (ver “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”), é recomendável aumentar a frequência do controle da taxa de glicose5 no sangue7, conforme orientação médica.

Qualquer mudança no regime de insulina4 deve ser feita com cuidado e somente com orientação médica, com aumento da frequência do controle da taxa de glicose5. Alterações na concentração, tipo (regular, NPH, lenta, etc.), espécie (animal, humana ou análoga à insulina4 humana), método de fabricação (insulina4 derivada de ADN* recombinante versus animal), fabricante ou método de administração pode afetar o controle da glicose5 no sangue7 e aumentar as chances de um episódio de hipoglicemia18 ou hiperglicemia17. Essas mudanças podem resultar na necessidade de uma mudança na dose prescrita de Humalog.

Repetidas injeções de insulina4 em áreas com lipodistrofia20 (alteração do desenvolvimento do tecido adiposo21gordura22) ou amiloidose23 cutânea24 localizada (acúmulo de proteínas25 insolúveis na pele26) foram relatadas por resultar em hiperglicemia17; e uma mudança repentina no local da injeção27 (para uma área não afetada) foi relatada por resultar em hipoglicemia18.

Para evitar erros de medicação entre Humalog e as outras insulinas os pacientes devem sempre verificar o rótulo da insulina4 antes de cada injeção27.

Pacientes que usam a terapia contínua de bomba de infusão de insulina4 subcutânea28 devem ser treinados a administrar a insulina4 por injeção27 e ter uma terapia de insulina4 alternativa disponível em caso de falha na bomba.

A dose habitual de Humalog pode ser afetada por alterações na alimentação, atividade ou estilo de vida. Siga cuidadosamente as instruções médicas para adequar-se a essas mudanças.

Gravidez29 e Lactação30

O controle do diabetes12 é especialmente importante para você e seu bebê. A gravidez29 pode tornar o controle do diabetes12 mais difícil. Se você planeja ter um bebê, está grávida ou está amamentando, consulte o seu médico.

A experiência de estudos clínicos em mulheres grávidas é limitada. Entretanto, dados de um grande número de gestantes expostas à insulina lispro1 não indicam qualquer efeito adverso na gravidez29 ou na saúde31 de fetos/recém-nascidos.

Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou amamentando, sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

As pacientes com diabetes12 que estiverem grávidas ou amamentando podem necessitar de um ajuste de dose de insulina4 ou na dieta.

O uso de Humalog em crianças menores de 3 anos não foi estudado. O uso deste medicamento nesta população específica deve ocorrer sob supervisão médica.

Informe seu médico se ocorrer gravidez29 durante o tratamento com Humalog.

Os fatores a seguir também podem afetar a dose de Humalog

Doença: qualquer doença, principalmente na presença de náusea32 (vontade de vomitar) e vômito33, pode causar alteração na necessidade de insulina4. Mesmo se você não comer, ainda assim necessitará de insulina4. Você e seu médico devem estabelecer um plano para os dias em que estiver doente. Quando você se sentir mal, meça a sua glicose5 (açúcar6) no sangue7 e procure seu médico.

Populações especiais

  • Uso em idosos: em geral, para a escolha da dose para pacientes34 idosos deve-se levar em consideração a grande frequência de diminuição da função hepática35 (funcionamento do fígado36), renal37 (funcionamento dos rins38) ou cardíaca (funcionamento do coração39), doenças conjuntas e/ou de outro tipo de terapia medicamentosa nestes pacientes.
  • Uso em pacientes com insuficiência renal40 e/ou hepática35 (mau funcionamento dos rins38 e/ou fígado36): na presença de insuficiência renal40 e/ou hepática35, as necessidades de insulina4 podem diminuir.

Mudança nas atividades e/ou na dieta: um ajuste na dose de insulina4 pode ser necessário se os pacientes aumentarem sua atividade física e/ou mudarem a dieta usual.

Uso de uma tiazolidinediona (TZD) em combinação com insulina4: o uso de TZD em combinação com insulina4 está associado com o aumento do risco de edema41 (inchaço42) e insuficiência cardíaca43, especialmente em pacientes com doença cardíaca subjacente.

Exercícios: exercícios podem diminuir a necessidade de insulina4 durante e algum tempo após a atividade física. Exercícios podem também acelerar o efeito de uma dose de Humalog, especialmente se o exercício envolver a área do local da injeção27. Converse com seu médico sobre o ajuste das doses para o período de exercícios.

Medicamentos: alguns medicamentos podem interferir na necessidade de insulina4 (ver Interações medicamentosas). O médico deve ser consultado quando utilizar outros medicamentos associados à insulina lispro1.

Viagem: pessoas que viajam para locais com diferença de mais de 2 fusos horários devem consultar seu médico a respeito dos ajustes do esquema de insulina4.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas: não há nenhum efeito conhecido sobre a capacidade de dirigir automóveis ou de operar máquinas, quando se utiliza a dose correta de insulina4.

Este medicamento pode causar doping.

Interações medicamentosas

O médico deve ser consultado quando outros medicamentos estiverem sendo usados além do Humalog.

As necessidades de insulina4 podem se modificar em decorrência do uso de outros medicamentos e substâncias, juntamente com a insulina4, tais como: anticoncepcionais orais (medicamentos que evitam a gravidez29), corticosteroides [tipo de hormônio8 com ação anti-inflamatória ou de imunossupressão44 (substâncias que reduzem ou impedem a resposta do sistema de defesa do organismo)], terapia de reposição tireoidiano (medicamentos para tireoide45), agentes antidiabéticos orais46 (medicamentos que reduzem o açúcar6 no sangue7), salicilatos (um tipo de anti- inflamatório e analgésico47), antibióticos do tipo sulfa, antidepressivos inibidores da monoaminoxidase48 (medicamentos que tratam a depressão), medicamentos que controlam a pressão sanguínea (por exemplo: inibidores da enzima49 conversora de angiotensina, bloqueadores do receptor da angiotensina II e bloqueadores beta-adrenérgicos50), inibidores da função do pâncreas9 e álcool. Os bloqueadores beta-adrenérgicos50 podem mascarar os sintomas19 de hipoglicemia18 (baixa quantidade de açúcar6 no sangue7) em alguns pacientes.

O consumo de bebidas alcoólicas pode causar hipoglicemia18 em usuários de insulina4. Alterações na alimentação podem afetar a dose usual de Humalog.

Nenhum estudo clínico foi conduzido com o propósito de investigar a possível interação entre Humalog e fitoterápicos, nicotina, exames laboratoriais e não laboratoriais (ver Advertências e Precauções).

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde31.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Produto lacrado: armazenar sob refrigeração (de 2°C a 8°C). NÃO CONGELAR. Proteger da luz. Não usar se tiver sido congelado.

Produto em uso: após aberto, válido por 28 dias. Armazenar o frasco em uso (após a rolha ter sido perfurada) sob refrigeração (de 2°C a 8°C). Se a refrigeração não for possível, armazenar o frasco em uso fora de refrigeração a uma temperatura máxima de 30°C. Proteger do congelamento, do calor direto e da luz direta ou da luz solar. Após 28 dias, o frasco deve ser descartado, mesmo se ainda contiver insulina4 no seu interior.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Humalog é uma solução injetável estéril, transparente e incolor.

Antes de cada dose, examine a aparência da solução.

Não usar se a solução estiver turva, viscosa, levemente corada ou com partículas visíveis.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Dosagem

O médico determinará qual a dose de Humalog a ser usada, de acordo com as necessidades de cada paciente. A dose habitual de Humalog pode ser afetada por mudanças na alimentação, atividade ou estilo de vida. Durante alterações no regime de insulina4, aumente a frequência do monitoramento da glicose5. Siga cuidadosamente as instruções médicas para adequar-se a essas mudanças.

Modo de usar

O início rápido da atividade de Humalog permite que sua administração seja feita mais próxima a uma refeição (até 15 minutos antes). Em casos especiais, Humalog pode ser administrado imediatamente após a refeição.

Humalog pode ser administrado em combinação com uma insulina4 de ação mais prolongada ou com sulfonilureias51 sob supervisão médica.

Humalog, quando administrado por via subcutânea28, não deve ser misturado a nenhuma preparação de insulinas, exceto insulina NPH52.

A administração subcutânea28 deve ser na parte superior dos braços, coxas53, nádegas54 ou no abdome55. Alternar os locais de injeção27, de maneira que o mesmo local não seja utilizado, aproximadamente, mais que uma vez por mês, de modo a reduzir o risco de lipodistrofia20 (alteração do desenvolvimento do tecido adiposo21 - gordura22) e amiloidose23 cutânea24 localizada (acúmulo de proteínas25 insolúveis na pele26). Não injetar em áreas com lipodistrofia20 ou amiloidose23 cutânea24 localizada. Tomar cuidado para que não seja atingido nenhum vaso sanguíneo ao injetar Humalog. Se necessário, a insulina lispro1 pode ser administrada por via intravenosa sob supervisão médica.

Agulhas e seringas nunca devem ser usadas por mais de uma pessoa.

Uso do tipo de seringa56 adequado: as doses de insulina4 são medidas em unidades. Insulina4 U- 100 contém 100 unidades/mL (1 mL = 1 cm3). Com Humalog é importante usar uma seringa56 graduada em U-100. Erro no uso da seringa56 adequada pode levar a um erro na dose, causando sérios problemas, como variação na glicemia13 (taxa de açúcar6 no sangue7), que pode ficar muito baixa ou muito alta.

Uso da seringa56: para evitar contaminação e possível infecção57, siga estritamente estas instruções. Seringas de plástico descartáveis e agulhas devem ser usadas somente uma vez e, em seguida, descartadas de maneira apropriada.

Preparação da injeção27:

  1. Lave as mãos58.
  2. Inspecione a aparência da solução de Humalog no frasco.
  3. Se for usado um novo frasco, retire o plástico protetor, mas não remova a tampa de borracha.
  4. Use álcool para limpar a superfície de borracha exposta da tampa de metal do frasco.
  5. Se for misturar insulinas veja a seguir as instruções para “Mistura de Humalog com outras insulinas humanas de ação mais prolongada”.
  6. Aspire uma quantidade de ar na seringa56 igual à dose de Humalog prescrita pelo médico. Perfure a tampa de borracha e injete o ar no frasco.
  7. Inverta o frasco e a seringa56. Segure o frasco e a seringa56 firmemente com uma das mãos58.
  8. Assegurando-se de que a ponta da agulha esteja imersa na solução, aspire a dose correta de Humalog.
  9. Antes de retirar a agulha do frasco, verifique a formação de bolhas, que reduz a quantidade aspirada de Humalog. Se houver bolhas, segure a seringa56 com a ponta para cima e bata nos lados levemente até que as bolhas atinjam a parte superior da mesma. Expulse as bolhas avançando o êmbolo59 e aspire a dose correta.
  10. Retire a agulha do frasco e coloque a seringa56 de maneira que a agulha não toque em nada.

Mistura de Humalog com outras insulinas humanas de ação mais prolongada:

  1. Humalog pode ser misturada com insulinas humanas de ação mais prolongada somente com orientação médica e imediatamente antes da aplicação.
  2. Aspire uma quantidade de ar na seringa56 igual à dose de insulina4 humana de ação mais prolongada que estiver em uso. Insira a agulha no frasco de insulina4 humana de ação mais prolongada e injete o ar. Retire a agulha sem ainda aspirar a dose.
  3. Agora injete a quantidade de ar desejada no frasco de Humalog de maneira semelhante, mas não retire a agulha.
  4. Inverta o frasco e a seringa56.
  5. Assegurando-se de que a ponta da agulha está imersa na solução, retire a dose correta de Humalog.
  6. Antes de retirar a agulha do frasco de Humalog, verifique a formação de bolhas que reduz a quantidade aspirada de Humalog. Se houver bolhas, proceda como descrito anteriormente no item 9, da “Preparação da injeção”.
  7. Retire a agulha do frasco de Humalog e insira no frasco da insulina4 de ação mais prolongada. Inverta o frasco e a seringa56. Segure o frasco e a seringa56 firmemente com uma das mãos58 e agite suavemente. Assegurando-se de que a ponta da agulha esteja imersa na solução, aspire a dose da insulina4 de ação mais prolongada.
  8. Retire a agulha do frasco e coloque a seringa56 de maneira que a agulha não toque em nada. Quando você estiver misturando dois tipos de insulina4, sempre puxe para a seringa56 primeiro o Humalog. Sempre misture as preparações de insulina4 na mesma sequência para manter a pureza do frasco de Humalog. Você pode injetar sua insulina4 imediatamente após a mistura. Seringas provenientes de diferentes fabricantes podem variar quanto ao espaço entre o fundo da seringa56 e a agulha. Devido a isto, não mude a sequência da mistura, ou o modelo e a marca da seringa56 ou agulha prescritos pelo médico.

Aplicação da injeção27:

  1. Para evitar danos à pele26, escolha um local para cada injeção27 pelo menos a um centímetro da anterior. Os locais usuais de injeção27 são abdome55, coxas53 e braços.
  2. Limpe a pele26 onde a injeção27 deverá ser aplicada.
  3. Com uma das mãos58, estabilize a pele26 pressionando ou segurando uma grande área.
  4. Aplique a dose de acordo com as instruções médicas.
  5. Empurre o êmbolo59 até o fundo.
  6. Após aplicar a dose, conte até cinco vagarosamente antes de retirar a agulha e pressione suavemente o local da injeção27 por alguns segundos. Não friccione (esfregue) a área.
  7. Não use a agulha novamente. Descarte a agulha de maneira segura.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Consulte seu médico caso haja o esquecimento da aplicação de uma dose ou a aplicação de uma dosagem maior que a recomendada.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião- dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Eventos adversos emergentes do tratamento durante os estudos clínicos de Humalog em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 1 (eventos adversos com frequência ≥ 5%): síndrome60 da gripe61 (doença infecciosa causada por diversos vírus62), faringite63 (inflamação64 da faringe65), rinite66 (inflamação64 da muscosa nasal), dor de cabeça67, dor, tosse aumentada, infecção57, náusea32 (vontade de vomitar), lesão68 acidental, procedimento cirúrgico, febre69 (aumento da temperatura corporal), dor abdominal (dor na região da barriga), astenia70 (perda ou diminuição da força muscular), bronquite (inflamação64 dos brônquios71), diarréia72, dismenorréia73 (menstruação74 dolorosa com cólica), mialgia75 (dor muscular) e infecção57 do trato urinário76.

Eventos adversos emergentes do tratamento durante os estudos clínicos de Humalog em pacientes com diabetes mellitus3 tipo 2 (eventos adversos com frequência ≥ 5%): dor de cabeça67, dor, infecção57, faringite63, rinite66, síndrome60 da gripe61 e procedimento cirúrgico.

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações alérgicas, reação no local da injeção27, lipodistrofia20 (alteração do desenvolvimento do tecido adiposo21 - gordura22), prurido77 (coceira), erupção78 cutânea24 (feridas na pele26) e hipoglicemia18 (baixa quantidade de açúcar6 no sangue7).

A hipoglicemia18 é uma das reações desagradáveis mais frequentes da terapia com insulinas. Os sintomas19 da hipoglicemia18 leve a moderada podem ocorrer de repente e incluem: dor de cabeça67, visão79 embaçada, sudorese80 (suor em excesso), tontura81, palpitação82 (sensação do batimento cardíaco com mais força e/ou mais rápido que o normal) e tremor, fome, incapacidade de concentração, distúrbios do sono, ansiedade, humor deprimido e irritabilidade, comportamento anormal, movimentos instáveis, alterações de personalidade, entre outros. A hipoglicemia18 grave pode levar à perda da consciência e, em casos extremos, à morte. A hipoglicemia18 leve a moderada pode ser tratada por meio da ingestão de comida ou bebida que contenha açúcar6. Os pacientes devem sempre levar consigo uma fonte rápida de açúcar6, tais como balas ou tabletes de glicose5. A hipoglicemia18 mais grave demanda assistência de outra pessoa. A hiperglicemia17 (alta quantidade de açúcar6 no sangue7) pode ocorrer se o organismo tiver pouca insulina4. A alergia83 e a lipodistrofia20 no local da aplicação de insulina4 são outras reações adversas que podem ocorrer.

Apesar de ser menos comum e potencialmente mais grave, casos de alergia83 sistêmica à insulina4 podem ocorrer levando a erupções em todo corpo, dispneia84 (dificuldade para respirar), chiado, queda na pressão sanguínea, pulso acelerado ou sudorese80. Casos graves de reação alérgica85 generalizada podem causar risco de morte.

Casos de edema41 (inchaço42) foram relatados com terapia de insulina4, especialmente em pacientes com controle metabólico previamente ruim e que melhoraram através da intensificação da terapia com insulina4.

Dados espontâneos

Lipodistrofia20 e amiloidose23 cutânea24 localizada (acúmulo de proteínas25 insolúveis na pele26) ocorreram no local da injeção27. Repetidas injeções de insulina4 em áreas com lipodistrofia20 ou amiloidose23 cutânea24 localizada foram relatadas por resultar em hiperglicemia17; e uma mudança repentina para um local de injeção27 não afetado foi relatada por resultar em hipoglicemia18 (ver Advertências e precauções).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A utilização de uma dose muito grande do medicamento causa hipoglicemia18 (baixa quantidade de açúcar6 no sangue7), acompanhada por sintomas19 que incluem apatia86 (falta de interesse para efetuar qualquer esforço físico ou mental), confusão, palpitações87 (sensação do batimento cardíaco com mais força e/ou mais rápido que o normal), suor, vômito33 e dor de cabeça67.

A hipoglicemia18 pode ocorrer como resultado de um excesso de insulina4 em relação à ingestão de alimentos, ao gasto energético, ou ambos. Os casos de hipoglicemia18 leve geralmente podem ser tratados com glicose5 (açúcar6) oral. Podem ser necessários ajustes na dose do medicamento (insulina4), na dieta alimentar ou nos exercícios físicos. Pode-se tratar episódios mais graves com dano neurológico, convulsões ou coma88 com glucagon89 via intramuscular/subcutânea28 ou com glicose5 concentrada por via intravenosa. Pode ser necessária uma ingestão contínua de carboidratos e observação, uma vez que a hipoglicemia18 pode recorrer após uma aparente recuperação clínica.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Registro MS – 1.1260.0008
Farm. Resp.: Felipe B. Z. da Silva – CRF-SP nº 76601

Fabricado por:
Eli Lilly and Company - Indianápolis - EUA

Importado por:
Eli Lilly do Brasil Ltda.
Av. Morumbi, 8264 - São Paulo, SP
CNPJ 43.940.618/0001-44


SAC 0800 701 0444

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Insulina Lispro: Insulina de ação rápida. Inicia sua ação após cinco minutos da aplicação. Tem efeito máximo em 30 minutos a uma hora após injeção, mas continua a agir por três horas após aplicação.
2 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
3 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
4 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
5 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
6 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
7 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
8 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
9 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
10 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
11 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
12 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
13 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
14 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
15 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
16 Insulina de ação rápida: Tipo de insulina que inicia sua ação após 5 a 10 minutos da aplicação, tem efeito máximo em 30 minutos a 3 horas após injeção, dependendo do tipo usado.
17 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
18 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
19 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
20 Lipodistrofia: Defeito na quebra ou na fabricação de gordura abaixo da pele, resultando em elevações ou depressões na superfície da pele. (Veja lipohipertrofia e lipoatrofia). Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
21 Tecido Adiposo: Tecido conjuntivo especializado composto por células gordurosas (ADIPÓCITOS). É o local de armazenamento de GORDURAS, geralmente na forma de TRIGLICERÍDEOS. Em mamíferos, existem dois tipos de tecido adiposo, a GORDURA BRANCA e a GORDURA MARROM. Suas distribuições relativas variam em diferentes espécies sendo que a maioria do tecido adiposo compreende o do tipo branco.
22 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
23 Amiloidose: Amiloidose constitui um grupo de doenças nas quais certas proteínas, que normalmente seriam solúveis, se depositam extracelularmente nos tecidos na forma de fibrilas insolúveis.
24 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
25 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
26 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
27 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
28 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
29 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
30 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
31 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
32 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
33 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
34 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
35 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
36 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
37 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
38 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
39 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
40 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
41 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
42 Inchaço: Inchação, edema.
43 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
44 Imunossupressão: Supressão das reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A, etc.) ou agentes imunoterápicos (anticorpos monoclonais, por exemplo); que é utilizada em alergias, doenças autoimunes, etc. A imunossupressão é impropriamente tomada por alguns como sinônimo de imunodepressão.
45 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
46 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
47 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
48 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
49 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
50 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
51 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
52 Insulina NPH: Insulina de ação intermediária. A administração de protamina e a neutralização do pH prolongaram o tempo de ação, com a finalidade de permitir apenas uma aplicação subcutânea ao dia. Contudo, com o passar dos anos, verificou-se que apenas uma aplicação diária não era suficiente para manter um controle adequado e passou-se a utilizar duas tomadas ao dia. Tem início de ação entre 1 e 2 horas após a aplicação, efeito máximo em 4 a 12 horas mas continua sua ação após 10 horas de sua aplicação.
53 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
54 Nádegas:
55 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
56 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
57 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
58 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
59 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
60 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
61 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
62 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
63 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
64 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
65 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
66 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
67 Cabeça:
68 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
69 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
70 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
71 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
72 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
73 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
74 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
75 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
76 Trato Urinário:
77 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
78 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
79 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
80 Sudorese: Suor excessivo
81 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
82 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
83 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
84 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
85 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
86 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
87 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
88 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
89 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
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