Preço de Levoxin em Ann Arbor/SP: R$ 20,93

Levoxin

APSEN

Atualizado em 09/12/2014

Levoxin®


levofloxacina


Formas Farmacêuticas e Apresentações de Levoxin

Comprimidos Revestidos de 250 mg. Caixas com 3 e 7 comprimidos

Comprimidos Revestidos de 500 mg. Caixas com 3, 7, 10 e 14 comprimidos

USO ADULTO


Composição de Levoxin

Cada comprimido revestido contém:

Levofloxacina....................................................250 mg ou 500 mg

Excipientes*  q.s.p. ...........................................1 comprimido

*Excipientes: Polivinilpirrolidona, Lactose1, Croscarmelose sódica, Estearato de magnésio, Hidroxipropilmetilcelulose, Dióxido de titânio, Óxido de ferro vermelho.

Informações ao Paciente de Levoxin

Ação esperada do medicamento: LEVOXIN® é um antibiótico que age em infecções2 graves, identificadas através de exames cuidadosos.

Cuidados de armazenamento: Os comprimidos devem ser mantidos em sua embalagem original, na temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), ao abrigo da umidade e protegidos da luz.


Prazo de validade: Não utilize medicamento com a validade vencida. O prazo de validade de LEVOXIN® está impresso na embalagem e é de 24 meses após a data de fabricação.


Gravidez3 e lactação4: Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.


Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Beba muitos líquidos (água, sucos) durante o tratamento. Os comprimidos podem ser ingeridos durante as refeições ou em outros horários, pois os alimentos não afetam a absorção da levofloxacina.


Interrupção do tratamento: Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico, a não ser nos casos de reações alérgicas.


Reações adversas: Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. A levofloxacina pode estar associada a reações de hipersensibilidade, mesmo após a primeira dose. Você deve interromper o tratamento ao primeiro sinal5 de erupção6 cutânea7, urticária8 ou outras reações cutâneas9, batimento cardíaco rápido, dificuldade para engolir ou respirar, qualquer inchaço10 que sugira angioedema11 (por exemplo, inchaço10 dos lábios, língua12, rosto, rigidez na garganta13, rouquidão) ou outros sintomas14 de uma reação alérgica15. As reações adversas de incidência16 rara mas que necessitam de atenção médica são estimulação do Sistema Nervoso Central17, reações de hipersensibilidade, fototoxicidade, colite18 pseudomembranosa, tendinite19 ou ruptura de tendão20.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


Ingestão concomitante com outras substâncias: Os antiácidos21 contendo magnésio, ou alumínio, assim como o sucralfato, cátions metálicos, como o ferro, e as preparações multivitamínicas com zinco devem ser tomadas pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administração de LEVOXIN®.


Contra-indicações e precauções: Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Não deve ser usado durante a gravidez3, a lactação4 ou em crianças.

Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Suspender o tratamento e informar ao seu médico, caso ocorra dor, inflamação22 ou ruptura de tendão20. Repouse e abstenha-se de exercícios, até que o diagnóstico23 de tendinite19 ou ruptura de tendão20 tenha sido confiantemente excluído.

Evite luz solar excessiva ou luz ultravioleta artificial, enquanto estiver em tratamento com LEVOXIN®, caso ocorra fototoxicidade (isto é, erupções cutâneas9).

Se você for diabético e estiver sendo tratado com insulina24 ou com um agente hipoglicêmico oral, e houver ocorrência de reação hipoglicêmica, suspenda o uso de levofloxacina e consulte seu médico.

Durante o tratamento, visite regularmente seu médico e realize os exames complementares solicitados. Periodicamente você deverá fazer exames de sangue25, de urina26 e determinações das funções hepáticas27.


Riscos da auto-medicação:


NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO; PODE SER PERIGOSO PARA  A SUA SAÚDE28.


Informações Técnicas de Levoxin

Características de Levoxin

Modo de ação

LEVOXIN® contém levofloxacina, o L-isômero da ofloxacina racêmica29, uma fluoroquinolona.

LEVOXIN® é um agente antibacteriano sintético de amplo espectro para administração intravenosa (solução injetável para infusão) e para administração oral (comprimidos revestidos).

A atividade antibacteriana da ofloxacina reside primeiramente no L-isômero. O mecanismo de ação da levofloxacina e de outros antimicrobianos do grupo das fluoroquinolonas envolve a inibição da ADNgirase (topoisomerase bacteriana II) uma enzima30 necessária para a replicação, transcrição, reconstituição e recombinação do ADN.

A levofloxacina possui atividade in vitro contra uma ampla gama de microrganismos gram-positivos e gram-negativos e é, com freqüência, bactericida em concentrações iguais ou levemente superiores às concentrações inibitórias.

As fluoroquinolonas diferem na estrutura química e no modo de ação em relação aos antibióticos .-lactâmicos e, por esta razão, podem mostrar atividade contra bactérias resistentes aos .-lactâmicos.

A resistência à levofloxacina ocasionada por mutação31 espontânea in vitro é uma rara ocorrência (faixa 10-9 a 10-10). Não obstante tenha-se observado resistência cruzada entre a levofloxacina e algumas outras fluoroquinolonas, alguns microrganismos resistentes a outras fluoroquinolonas podem ser suscetíveis à levofloxacina.

A levofloxacina demonstrou ser ativa contra a maioria das cepas32 dos seguintes microrganismos, tanto in vitro como em infecções2 clínicas:


Microrganismos aeróbicos gram-positivos:


Enterococcus faecalis; Staphylococcus aureus; Streptococcus pneumoniae; Streptococcus pyogenes.


Microrganismos aeróbicos gram-negativos:


Enterobacter cloacae; Escherichia coli; Haemophilus influenzae; Haemophilus parainfluenzae; Klebisiella pneumoniae; Legionella pneumophila; Moraxella catarrhalis;

Proteus mirabilis; Pseudomonas aeruginosa.

Como ocorre com outras drogas desta classe, algumas cepas32 de Pseudomonas aeruginosa podem desenvolver resistência de modo bastante rápido durante o tratamento com a levofloxacina.


Outros microrganismos:


Chlamydia pneumoniae; Micoplasma pneumoniae.

Os seguintes dados sobre atividade in vitro estão disponíveis, mas sua importância clínica desconhecida:

A levofloxacina demonstra concentrações inibitórias mínimas (MICs) in vitro de 2 .g/ml ou menos contra a maioria das cepas32 dos microrganismos abaixo; entretanto, a segurança e a eficácia no tratamento de infecções2 clínicas ocasionadas por esses microrganismo não foram estabelecidas em estudos adequados e bem controlados.


Microrganismos aeróbicos gram-positivos:


Staphylococcus epidermidis; Streptococcus (Grupo C/F); Streptococcus (Grupo G); Staphylococcus saprophyticus; Streptococcus agalactiae; Estreptococos do grupo Viridans.


Microrganismos aeróbicos gram-negativos:


Acinetobacter anitratus; Acinetobacter baumannii; Acinetobacter calcoaceticus; Acinetobacter iwoffii; Bordetella pertussis; Citrobacter diversus; Citrobacter freundil;

Enterobacter aerogenes; Enterobacter agglomerans; Enterobacter sakazakii; Klebsiella oxytoca; Morganella morganii; Proteus vulgaris; Providencia rettgeri; Providencia stuartii; Pseudomonas fluorescens; Serratia marcescens.


Microrganismos anaeróbicos gram-positivos:


Clostridium perfringens.


Absorção:


A levofloxacina é rápida e quase completamente absorvida após administração oral. A biodisponibilidade absoluta de uma dose oral de 500 mg é de aproximadamente 99%.

As concentrações plasmáticas máximas são normalmente alcançadas entre uma e duas horas após a administração oral. A farmacocinética de levofloxacina é linear e previsível após esquemas de doses orais únicas ou múltiplas. O estado contínuo é alcançado dentro de 48 horas após um esquema de uma dose diária de 500 mg. As concentrações plasmáticas de pico e de depressão alcançadas, após esquemas de doses orais múltiplas de 500 mg uma vez ao dia, foram de aproximadamente 5,7 e 0,5 .g/ml respectivamente.

A levofloxacina pode ser tomada com ou sem alimento.

A administração oral com alimento prolonga discretamente o tempo para a concentração máxima em aproximadamente 1 hora e diminui levemente a concentração máxima em aproximadamente 14%. Por esta razão, a levofloxacina pode ser administrada sem se considerar a ingestão de alimentos.

A concentração plasmática após administração I.V. é semelhante e comparável em extensão de exposição (AUC) àquela observada com os comprimidos de levofloxacina, quando doses iguais (mg/mg) são administradas. Por esta razão, as vias de administração oral e I.V. podem ser consideradas intercambiáveis. Após infusão intravenosa única, por 60 minutos, de 500 mg de levofloxacina a voluntários sadios, a média da concentração sangüínea máxima alcançada foi de 6,2 .g/ml.


Distribuição:


Largamente distribuída. O volume médio de distribuição de levofloxacina geralmente oscila de 89 a 112 litros após doses únicas ou múltiplas de 500 mg, o que indica uma distribuição difusa nos tecidos corpóreos. A penetração de levofloxacina em fluido de bolhas é rápida e extensa. A proporção de fluido de bolha33 em relação a AUC plasmática é de aproximadamente 1. A levofloxacina também penetra bem nos tecidos pulmonares. As concentrações nos tecidos do pulmão34 foram, geralmente, 2 a 5 vezes mais altas do que as concentrações plasmáticas e ficaram na faixa de aproximadamente 2,4 a 11,3 .g/g por um período de 24 horas após dose única de 500 mg.


Ligação às proteínas35:


Moderada (24 a 38%).

A ligação de levofloxacina às proteínas35 séricas dá-se independentemente da concentração da droga.

Biotransformação:


A levofloxacina é estereoquimicamente estável no plasma36 e na urina26 e não se inverte metabolicamente ao seu enantiômero, a D-ofloxacina. A levofloxacina passa por limitado metabolismo37 em seres humanos e é primariamente excretada como droga inalterada na urina26. Menos de 5% de uma dose administrada foram recuperados na urina26 em forma dos metabólitos38 desmetil e N-óxido, os únicos metabólitos38 identificados em seres humanos. Esses metabólitos38 apresentam pouca atividade farmacológica relevante.


Concentração sangüínea máxima:


Oral - aproximadamente 5,7 mcg por ml após doses múltiplas de 500 mg. A administração oral com alimento prolonga a concentração máxima em aproximadamente 14%.


Eliminação:


Renal39 - aproximadamente 87% de uma dose administrada por via oral são excretados inalterados na urina26 dentro de 48 horas; o “clearance” renal39 em excesso na taxa de filtragem glomerular sugere que a secreção tubular também ocorre.

Fecal - aproximadamente 4% de uma dose administrada oralmente é excretada por via fecal dentro de 72 horas.

Na diálise40 - a levofloxacina não é eficientemente removida por hemodiálise41 ou diálise peritoneal42.

A levofloxacina é excretada em grande parte como droga inalterada na urina26. A meia-vida média de eliminação é de aproximadamente 6 a 8 horas após doses únicas ou múltiplas de levofloxacina administradas oral ou intravenosamente. A depuração corpórea aparente total média e a depuração renal39 encontram-se na faixa de aproximadamente 144 a 226 ml/minuto e 96 a 142 ml/minuto, respectivamente. O “clearance” renal39 em excesso em relação à taxa de filtragem glomerular sugere que a secreção tubular da levofloxacina ocorre além de sua filtragem glomerular. A administração concomitante com cimetidina ou probenecida resulta em redução de aproximadamente 24% e 35% na depuração renal39 da levofloxacina, respectivamente, indicando que a secreção da levofloxacina ocorre no túbulo renal39 proximal43.


Testes de sensibilidade:


Os testes de sensibilidade à levofloxacina devem ser realizados, uma vez que é a maneira ideal de se prever a atividade. Todavia, até que os testes de sensibilidade à levofloxacina estejam disponíveis, os testes de sensibilidade de microrganismos à ofloxacina podem ser utilizados para se prever a sensibilidade à levofloxacina. Ao mesmo tempo em que os microrganismos sensíveis à ofloxacina se mostraram sensíveis à levofloxacina, os microrganismos intermediariamente sensíveis ou resistentes à ofloxacina podem ser sensíveis à levofloxacina.


- INDICAÇÕES

LEVOXIN® é indicado para o tratamento de adultos ( = 18 anos de idade ) com infecções2 discretas, moderadas ou graves causadas por cepas32 de microrganismos sensíveis, conforme especificado abaixo.


Sinusite44 maxilar aguda causada por Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae ou Moraxella catarrhalis.


Exacerbação bacteriana aguda de bronquite crônica45 causada por Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae ou Moraxella catarrhalis


Pneumonia46 adquirida comunitariamente causada por Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae, Klebsiella pneumoniae, Moraxella catarrhalis, Chlamydia pneumoniae, Legionella pneumophila ou Mycoplasma pneumoniae.


Infecções2 da pele47 e dos tecidos moles não complicadas (entre discretas e moderadas), inclusive abscessos48, celulite49, furúnculos, impetigo50, pioderma, feridas infectadas, causadas por Staphylococcus aureus ou Streptococcus pyogenes.


Infecções2 complicadas das vias urinárias (de discreta a moderada) causadas por Enterobacter cloacae, Enterobacter faecalis, Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae, Proteus mirabilis ou Pseudomonas aeruginosa.


Pielonefrite51 aguda (de discreta a moderada) causada por Escherichia coli.

Devem ser realizados cultura e testes de sensibilidade adequados antes do tratamento, a fim de se isolar e identificar os microrganismos que causam a infecção52 e para se determinar sua sensibilidade à levofloxacina. O tratamento com a levofloxacina pode ser iniciado antes que os resultados desses testes sejam conhecidos; uma vez que os resultados estejam disponíveis, deve-se selecionar o tratamento adequado.

Como ocorre com outras drogas desta classe, algumas cepas32 de Pseudomonas aeruginosa podem, rapidamente, desenvolver resistência durante o tratamento com levofloxacina. Cultura e testes de sensibilidade realizados periodicamente, durante o tratamento, poderão informar sobre a sensibilidade dos patógenos ao agente antimicrobiano e também sobre o possível aparecimento de resistência bacteriana.

Contra-Indicações de Levoxin

LEVOXIN® é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à levofloxacina ou a agentes antimicrobianos do grupo das quinolonas, ou aos componentes de formulação do produto.


Precauções e Advertências de Levoxin

Gerais: Embora a levofloxacina seja mais solúvel do que as outras quinolonas, os pacientes devem ser mantidos adequadamente hidratados, para impedir a formação de urina26 muito concentrada.

Na presença de insuficiência renal53, lEVOXIN® deve ser administrado com cuidado. a análise clínica cuidadosa e os testes laboratoriais adequados devem ser realizados antes e durante o tratamento, uma vez que a eliminação da levofloxacina pode estar reduzida. Em pacientes com função renal39 comprometida (depuração de creatinina54 de = 80 ml/minuto), é necessário ajuste no esquema de doses, para se evitar o acúmulo de levofloxacina, devido à diminuição na depuração (clearance).

Observaram-se reações de fototoxicidade entre moderadas e severas em pacientes expostos à luz solar direta, enquanto se encontravam em tratamento com drogas dessa classe. a excessiva exposição à luz solar deve ser evitada. O tratamento deve ser suspenso, se ocorrer fototoxicidade (por exemplo, uma erupção6 cutânea7).

Como ocorre com outras quinolonas, lEVOXIN® deve ser usado com cuidado em pacientes com distúrbios conhecidos ou suspeitos do SNC55, que podem levar a uma predisposição a ataques ou a diminuição do limiar de ataques (por exemplo, arteriosclerose56 cerebral grave, epilepsia57) bem como na presença de outros fatores de risco que levem a essa predisposição (por exemplo, certos tratamentos com drogas, disfunção renal39).

Como ocorre com outras quinolonas, foram relatadas alterações da glicose58 sangüínea, incluindo-se hiperglicemia59 e hipoglicemia60 sintomática61, normalmente em pacientes diabéticos que recebiam tratamento concomitante com agentes hipoglicêmicos orais (por exemplo, gliburida/glibenclamida) ou com insulina24. Nesses pacientes, recomenda-se cuidadoso controle da glicose58 sangüínea. Caso ocorra hipoglicemia60 em pacientes sendo tratados com levofloxacina, esta deve ser suspensa, instituindo-se tratamento adequado imediatamente.

Como com qualquer droga antimicrobiana potente, a avaliação periódica das funções orgânicas, inclusive renais, hepáticas27 e hematopoiéticas, é aconselhável durante o tratamento.

Sensibilidade cruzada e/ou problemas relacionados:

Os pacientes alérgicos a uma fluoroquinolona ou outros derivados quimicamente relacionados à quinolona (por exemplo, cinoxacina, ácido nalidíxico) podem também apresentar alergia62 a outras fluoroquinolonas.

Carcinogênese, Mutagênese, Comprometimento da Fertilidade: Estudo de carcinogenicidade a longo prazo em ratos, não demonstrou potencial carcinogênico ou tumorigênico da levofloxacina.

a levofloxacina não se mostrou mutagênica nos ensaios de mutação31 bacteriana de ames (S. typhimurium e E. coli), ensaio de mutação31 adiantada CHO/HGPRT, teste de micronúcleo de camundongo, teste letal dominante em camundongo, ensaio de síntese de aDN não programada e ensaio de troca de cromátides em camundongos.


Fertilidade - a levofloxacina não apresentou nenhum efeito sobre a fertilidade nem sobre o desempenho de reprodução63 de machos e fêmeas de ratos.


Gravidez3: Não foram realizados estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. uma vez que a levofloxacina demonstrou causar artropatia64 em animais imaturos, seu uso não é recomendado na gravidez3, admitindo-se apenas quando o benefício potencial à mãe superar o risco potencial ao feto65, segundo o critério médico.


Amamentação66: Não se conhece se a levofloxacina é excretada no leite materno; entretanto, com base em dados referentes à ofloxacina, pode-se presumir que a levofloxacina seja excretada no leite humano. Devido ao potencial de causar reações adversas sérias em lactentes67, deve-se decidir entre suspender a amamentação66 ou descontinuar a administração de levofloxacina, considerando a importância da droga para a mãe.


Pediatria: a segurança e eficácia em crianças e adolescente com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas. as quinolonas, inclusive a levofloxacina, causam artropatia64 e osteocondrose em animais imaturos de várias espécies.


Insuficiência Renal53: a depuração da levofloxacina é reduzida, e a meia-vida de eliminação plasmática é prolongada em pacientes com função renal39 comprometida (“clearance” da creatinina54 = 80 ml/min), sendo necessário ajuste de dose em tais pacientes, para se evitar acúmulo. Nem a hemodiálise41 ou a diálise peritoneal42 contínua ambulatorial (CaPD) são eficazes para a remoção de levofloxacina, indicando que doses suplementares do produto não são necessárias após hemodiálise41 ou CaPD. Insuficiência Hepática68:

Não foram realizados estudos de farmacocinética em pacientes com comprometimento hepático. Devido à limitada extensão do metabolismo37 da levofloxacina, não se espera que a sua farmacocinética seja afetada pelo comprometimento hepático.


Infecção52 bacteriana: a farmacocinética de levofloxacina em pacientes com graves infecções2 adquiridas comunitariamente é comparável àquela observada em voluntários sadios.


Alterações de valores laboratoriais: Glicose58, sangue25 (concentrações podem ser aumentadas ou diminuídas).

linfócitos (contagens podem estar diminuídas).


Advertências de Levoxin

NÃO SE ESTABELECEU A SEGURANÇA E A EFICÁCIA DA LEVOFlOXACINA EM CRIANÇAS, ADOLESCENTES (COM MENOS DE 18 ANOS), MULHERES GRÁVIDAS E LACTANTES69.


Evitar o uso concomitante de antiácidos21, sulfato ferroso, sucralfato ou zinco com a levofloxacina; tomar esses produtos pelo menos 2 horas antes ou 2 horas depois da administração de lEVOXIN®.

Descontinuar o tratamento com levofloxacina ao primeiro sinal5 de erupção6 cutânea7 ou outra reação alérgica15.

Cuidado ao dirigir veículos, utilizar equipamentos ou praticar ações que requeiram estado de alerta, devido a possível tontura70 ou sonolência.

Descontinuar o tratamento com levofloxacina e contatar o médico, se o paciente for diabético e esteja sendo tratado com insulina24 ou agente hipoglicêmico oral, e ocorrer um episódio hipoglicêmico.

Relataram-se convulsões e psicoses tóxicas em pacientes tratados com quinolonas, inclusive a levofloxacina. as quinolonas podem também causar aumento na pressão intracraniana e estimulação do sistema nervoso central17 que podem levar a tremores, inquietação, ansiedade, ausência, confusão, alucinações71, paranóia, depressão, pesadelos, insônia e, raramente, pensamentos ou atos suicidas. Essas reações podem ocorrer após a primeira dose. Se essas reações ocorrerem em pacientes que estejam recebendo a levofloxacina, a droga deve ser suspensa, e devem ser instituídas medidas adequadas.

Relataram-se hipersensibilidade e/ou reações anafiláticas72 sérias e ocasionalmente fatais em pacientes sendo tratados com quinolonas. Essas reações freqüentemente ocorrem após a primeira dose. algumas reações foram acompanhadas de colapso73 cardiovascular, hipotensão74/choque75, ataque, perda da consciência, formigamento, angioedema11 (inclusive da língua12, laringe76, garganta13 ou edema77/inchaço10 facial), obstrução das vias respiratórias (inclusive broncoespasmo78, falta de ar e sufocamento), dispnéia79, urticária8, prurido80 e outras reações cutâneas9 sérias. a levofloxacina deve ser suspensa imediatamente após o aparecimento de uma erupção6 cutânea7 ou qualquer outro sinal5 de hipersensibilidade. as reações agudas sérias de hipersensibilidade podem exigir tratamento com epinefrina e outras medidas de ressucitamento, inclusive administração de oxigênio, fluidos intravenosos, anti-histamínicos, corticosteróides, aminas pressoras e controle das vias respiratórias, conforme o que for clinicamente indicado.

Ocorrências graves e, às vezes, algumas causadas por hipersensibilidade, outras ocasionadas por etiologia81 incerta, foram relatadas raramente em pacientes que estavam em tratamento com quinolonas. Essas ocorrências podem ser graves e, geralmente, ocorrem após administração de doses múltiplas. as manifestações clínicas podem incluir uma ou mais das seguintes reações: febre82, erupções ou reações dermatológicas graves (por exemplo, necrólise epidérmica tóxica83, Síndrome de Stevens-Johnson84), vasculite85, artralgia86, mialgia87, doença sérica, pneumonite88 alérgica, nefrite89 intersticial90, insuficiência91 ou deficiência renal39 aguda, anemia92, inclusive hemolítica e aplásica, trombocitopenia93, inclusive púrpura94 trombocitopênica trombótica95, leucopenia96, agranulocitose97, pancitopenia98 e/ou outras anomalias hematológicas. a droga deve ser descontinuada imediatamente ao primeiro sinal5 de erupção6 cutânea7 ou qualquer outro sinal5 de hipersensibilidade, e devem-se instituir medidas de suporte.

Relatou-se colite18 pseudomembranosa com quase todos os agentes antibacterianos, inclusive a levofloxacina, que pode oscilar, em termos de gravidade, desde discreta até com risco de vida. Por esta razão, é importante considerar este diagnóstico23 em pacientes que apresentem diarréia99 subseqüentemente à administração de qualquer agente antibacteriano.

O tratamento com agentes antibacterianos altera a flora normal do colo100 e pode permitir a superinfecção101 por clostrídios. Os estudos indicam que uma toxina102 produzida por Clostridium difficile é uma das causas primárias de “colite associada a antibiótico”.

após o diagnóstico23 de colite18 pseudomembranosa ter sido estabelecido, deve-se instituir medidas terapêuticas. Os casos discretos de colite18 pseudomembranosa normalmente respondem a apenas a suspensão da droga. Em casos entre moderados e graves, deve-se considerar o controle com fluidos e eletrólitos103, suplementação104 de proteínas35 e tratamento com droga antibacteriana clinicamente eficaz contra colite18 por C. difficile.

Relataram-se rupturas de ombro, mão105 e tendão de aquiles106 que exigiram reconstituição ou resultaram em incapacitação prolongada em pacientes tratados com quinolonas.

a levofloxacina deve ser suspensa se o paciente apresentar dor, inflamação22 ou ruptura de tendão20. Os pacientes devem repousar e abster-se de exercícios, até que o diagnóstico23 de tendinite19 ou ruptura de tendão20 seja excluído. a ruptura de tendão20 pode ocorrer durante ou após tratamento com quinolonas, inclusive com

a levofloxacina.


Interações Medicamentosas de Levoxin

Antiácidos21, Sucralfato, Cátions metálicos, Multivitamínicos: enquanto a quelação por cátions divalentes é menos marcada do que com outras quinolonas, a administração simultânea de lEVOXIN® comprimidos com antiácidos21 que contêm magnésio, ou alumínio, assim como o sucralfato, cátions metálicos como o ferro, e com preparações multivitamínicas com zinco pode interferir na absorção gastrointestinal da levofloxacina, resultando em níveis sistêmicos107 consideravelmente mais baixos do que os desejados. Esses agentes devem ser tomados pelo menos duas horas antes ou duas horas depois da administração de levofloxacina.

Agentes antidiabéticos: a administração concomitante tem resultado em hiperglicemia59 ou hipoglicemia60, normalmente em pacientes diabéticos que estejam utilizando medicamentos hipoglicêmicos orais ou insulina24; recomenda-se o controle cuidadoso de glicose58 sangüínea.


Drogas antiinflamatórias não-esteróides: O uso concomitante pode aumentar o risco de estimulação do sistema nervoso central17 e de convulsões.


Cimetidina ou Probenecida: O uso concomitante de levofloxacina e a cimetidina ou probenecida aumenta a área sob a curva de tempo de concentração plasmática (auC) em 27 a 38% e 30% respectivamente, e diminui o “clearance” em 21 a 35%; não obstante essas diferenças sejam estatisticamente importantes, as alterações não são consideradas altas o suficiente para justificar uma alteração na dose.


Observação: Diferentemente de outras fluoroquinolonas, a levofloxacina não altera a farmacocinética da ciclosporina, da digoxina, da teofilina ou da warfarina.


Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais de Levoxin

As reações adversas relatadas, de acordo com a incidência16 e gravidade, foram:

Incidência16 rara mas indicam a necessidade de atenção médica:

Estimulação do Sistema Nervoso Central17 (SNC55) (agitação; confusão; alucinações71, psicose108 aguda; tremores); reações de hipersensibilidade (erupções cutâneas9, prurido80 ou vermelhidão); fototoxicidade (bolhas; prurido80; erupções cutâneas9, vermelhidão, sensação de queimação na pele47; inchaço10); colite18 pseudomembranosa (cãibras ou dores gastrointestinais sérias; hipersensibilidade dolorosa abdominal; diarréia99 aquosa e grave, que pode também apresentar sangue25; febre82); tendinite19 ou ruptura de tendão20 (dor, inflamação22 ou inchaço10 da panturrilha109, ombros ou mãos110).

Incidência16 menos freqüente, necessitando de atenção médica, somente se persistirem ou provocarem desconforto:

Efeitos sobre o SNC55 (tontura70; sonolência, cefaléia111; delírio112; nervosismo; problemas de sono); efeitos gastrointestinais (dor ou desconforto abdominal ou estomacal; constipação113; diarréia99, náusea114, vômito115); modificação do paladar116 (alteração na gustação); candidíase117 vaginal (prurido80 e corrimento vaginal).

Aqueles que indicam possível colite18 pseudomembranosa e a necessidade de atenção médica, se houver ocorrência após a suspensão da medicação:

Cãibras e dores abdominais ou estomacais, sérias; hipersensibilidade dolorosa abdominal; diarréia99 aquosa e grave, que pode também apresentar sangue25; febre82.

Outras:

Nos estudos que utilizaram tratamento com doses múltiplas, foram observadas anomalias oftalmológicas, inclusive catarata118 e opacidade lenticulares punctatas múltiplas em pacientes submetidos a tratamento com outras quinolonas. a relação das drogas com essas ocorrências não foi ainda estabelecida.

anomalias laboratoriais sangüíneas como: decréscimo na glicose58 e no número de linfócitos, apareceram em 1,9% dos pacientes que receberam doses múltiplas de levofloxacina. Não se sabe se essas anomalias foram causadas pela droga ou pela condição subjacente que estava sendo tratada.


Posologia de Levoxin

INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A ADMINISTRAÇÃO ORAL

Dieta/Nutrição119: A levofloxacina pode ser administrada com ou sem alimento.

Para tratamento de efeitos adversos:

Para colite18 pseudomembranosa associada a antibiótico (AAPMC):

Alguns pacientes podem desenvolver colite18 pseudomembranosa associada a antibiótico (AAPMC), causada pela toxina102 do Clostridium difficile, durante ou após a administração de levofloxacina. Casos discretos podem responder à descontinuação da droga apenas. Os casos de moderados a graves podem necessitar de reposição de fluidos, eletrólitos103 e proteínas35.

Nos casos que não respondam às medidas acima ou em casos mais graves, doses orais de um medicamento antibacteriano eficaz contra C. difficile devem ser administradas.

Além disso, a AAPMC pode ocasionar diarréia99 aquosa grave, que pode ocorrer durante o tratamento ou até várias semanas após o tratamento ter sido descontinuado.

Se ocorrer diarréia99, a administração de antidiarréicos antiperistálticos (por exemplo, a combinação de difenoxilato e atropina, loperamida, opióides) não é recomendada,

uma vez que podem atrasar a remoção de toxinas120 do cólon121, prolongando e/ou piorando, assim, a condição.

COMPRIMIDOS DE LEVOFLOXACINA

Dose usual para adultos:


A dose usual de LEVOXIN® comprimidos é de 500 mg por via oral, a cada 24 horas. Estas recomendações aplicam-se a pacientes com função renal39 normal (isto é, CLCR > 80 ml/min). Para pacientes122 com função renal39 alterada (CLCR = 80 ml/min), verifique o quadro “Pacientes com Função Renal39 Comprometida”. As doses orais devem ser administradas pelo menos duas horas antes ou duas horas depois de antiácidos21 que contêm magnésio ou alumínio, assim como com sucralfato, cátions metálicos como o ferro, e as preparações multivitamínicas com zinco.


No tratamento de:

Bronquite, exacerbações bacterianas:

Oral, 500 mg a cada vinte e quatro horas, por sete dias.


Pneumonia46, adquirida comunitariamente:

Oral, 500 mg a cada vinte e quatro horas, por sete a catorze dias.


Pielonefrite51:

Oral, 250 mg a cada vinte e quatro horas, por dez dias.


Sinusite44:

Oral, 500 mg a cada vinte e quatro horas, por dez a catorze dias.


Infecções2 da pele47 e dos tecidos moles:

Oral, 500 mg a cada vinte e quatro horas, por sete a dez dias.


Infecções2 das vias urinárias, bacterianas, complicadas:

Oral, 250 mg a cada vinte e quatro horas, por dez dias.


Pediatria: A segurança e a eficácia não foram estabelecidas.


Pacientes com Função Renal39 Normal:



*Causadas por patógenos identificados (veja indicações)


Pacientes com Função Renal39 Comprometida:



CLCR = “clearances” ou depuração da creatinina54.

CAPD = Diálise peritoneal42 crônica ambulatorial.

Quando se conhece apenas a creatinina54 sérica, a seguinte fórmula pode ser utilizada, para se avaliar o “clearance” (depuração) da creatinina54:

Homens: “Clearance” da Creatinina54 (ml/minuto) =

Conduta na Superdosagem de Levoxin

A levofloxacina exibe baixo potencial de toxicidade123 aguda. Camundongos, ratos, cães e macacos demonstram os seguintes sinais124 após receberem uma dose única alta de levofloxacina: ataxia125, atividade locomotora diminuída, dispnéia79, prostração126, ptose127, convulsões e tremores. Doses superiores a 1500 mg por kg de peso corpóreo (mg/kg), por via oral, e 250 mg/kg, intravenosa, produziram mortalidade128 significativa em roedores.

Na ocorrência de superdose aguda, o estômago129 deve ser esvaziado. O paciente deve ser observado e mantido sob hidratação adequada. A levofloxacina não é eficazmente removida por hemodiálise41 ou diálise peritoneal42.

Os pacientes nos quais há a confirmação ou suspeita de superdose intencional devem ser encaminhados para consulta psiquiátrica.

Pacientes Idosos de Levoxin

A absorção da droga não parece ser afetada pela idade. O ajuste de dose de levofloxacina, com base apenas na idade, não é necessário.


“ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS Ou CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO”.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA


Nº do Lote; Data de Fabricação e Validade: vide Cartucho.

MS - 1.0118.0149

Farmacêutico Responsável: Dr. Eduardo Sérgio Medeiros Magliano - CRF SP nº 7.179


APSEN FARMACÊUTICA S/A


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CEP 04755-020 - São Paulo - SP

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Levoxin - Laboratório

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
6 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
7 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
8 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
9 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
10 Inchaço: Inchação, edema.
11 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
12 Língua:
13 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
14 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
15 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
16 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
17 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
18 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
19 Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.
20 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
21 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
22 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
23 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
24 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
25 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
26 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
27 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
28 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
29 Racêmica: Que não desvia o plano da luz polarizada (diz-se de isômero óptico).
30 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
31 Mutação: 1. Ato ou efeito de mudar ou mudar-se. Alteração, modificação, inconstância. Tendência, facilidade para mudar de ideia, atitude etc. 2. Em genética, é uma alteração súbita no genótipo de um indivíduo, sem relação com os ascendentes, mas passível de ser herdada pelos descendentes.
32 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
33 Bolha: 1. Erupção cutânea globosa entre as camadas superficiais da epiderme, cheia de serosidade, líquido claro, pus ou sangue, causada por inflamação, queimadura, atrito, efeito de certas enfermidades, etc. Deve ter mais de 0,5 cm. Quando tem um tamanho menor devem ser chamadas de “vesículas”. 2. Bola ou glóbulo cheio de gás, ar ou vapor que se forma (ou se formou) em alguma substância líquida ou pastosa, especialmente ao ser agitada ou por ebulição ou fermentação. 3. Saliência oca em uma superfície.
34 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
35 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
36 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
37 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
38 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
39 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
40 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
41 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
42 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
43 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
44 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
45 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
46 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
47 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
48 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
49 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
50 Impetigo: Infecção da pele e mucosas, produzida por uma bactéria chamada Estreptococo, e caracterizada pela presença de lesões avermelhadas, com formação posterior de bolhas que contém pus e que, ao romper-se, deixam uma crosta cor de mel. Pode ser transmitida por contato entre as pessoas, como em creches.
51 Pielonefrite: Infecção dos rins produzida em geral por bactérias. A forma de aquisição mais comum é por ascensão de bactérias através dos ureteres, como complicação de uma infecção prévia de bexiga. Seus sintomas são febre, dor lombar, calafrios, eliminação de urina turva ou com traços de sangue, etc. Deve ser tratada cuidadosamente com antibióticos pelo risco de lesão permanente dos rins, com perda de função renal.
52 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
53 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
54 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
55 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
56 Arteriosclerose: Doença degenerativa da artéria devido à destruição das fibras musculares lisas e das fibras elásticas que a constituem, levando a um endurecimento da parede arterial, geralmente produzido por hipertensão arterial de longa duração ou pelo envelhecimento.
57 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
58 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
59 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
60 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
61 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
62 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
63 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
64 Artropatia: Comprometimento patológico de uma artculação.
65 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
66 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
67 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
68 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
69 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
70 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
71 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
72 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
73 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
74 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
75 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
76 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
77 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
78 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
79 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
80 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
81 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
82 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
83 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
84 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
85 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
86 Artralgia: Dor em uma articulação.
87 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
88 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
89 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
90 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
91 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
92 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
93 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
94 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
95 Trombótica: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
96 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
97 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
98 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
99 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
100 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
101 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
102 Toxina: Substância tóxica, especialmente uma proteína, produzida durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capaz de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
103 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
104 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
105 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
106 Tendão de Aquiles:
107 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
108 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
109 Panturrilha: 1. Proeminência muscular, situada na face posterossuperior da perna, formada especialmente pelos músculos gastrocnêmio e sóleo; sura, barriga da perna. 2. Por extensão de sentido, enchimento usado por baixo das meias, para melhorar a aparência das pernas.
110 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
111 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
112 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
113 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
114 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
115 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
116 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
117 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
118 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
119 Nutrição: Incorporação de vitaminas, minerais, proteínas, lipídios, carboidratos, oligoelementos, etc. indispensáveis para o desenvolvimento e manutenção de um indivíduo normal.
120 Toxinas: Substâncias tóxicas, especialmente uma proteína, produzidas durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capazes de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
121 Cólon:
122 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
123 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
124 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
125 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
126 Prostração: 1. Ato ou efeito de prostrar(-se); prosternação 2. Debilidade física; fraqueza, abatimento, moleza. 3. Abatimento psíquico ou moral; depressão.
127 Ptose: Literalmente significa “queda” e aplica-se em distintas situações para significar uma localização inferior de um órgão ou parte dele (ptose renal, ptose palpebral, etc.).
128 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
129 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.

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