Preço de Exelon Patch em São Paulo/SP: R$ 75,65

Exelon Patch

NOVARTIS BIOCIENCIAS S.A

Atualizado em 12/08/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

EXELON® PATCH
rivastigmina
Adesivos

APRESENTAÇÕES

Adesivos transdérmicos
Exelon® Patch 5 cm2 – embalagens contendo 7 ou 30 adesivos
Exelon® Patch 10 ou 15 cm2 – embalagens contendo 15 ou 30 adesivos

VIA TRANSDÉRMICA
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada adesivo transdérmico de 5 cm2 de Exelon® Patch 5 contém:

rivastigmina 9 mg
excipiente q.s.p. 1 adesivo

cujo percentual de liberação é de 4,6 mg/24 h.

Cada adesivo transdérmico de 10 cm2 de Exelon® Patch 10 contém:

rivastigmina 18 mg
excipiente q.s.p. 1 adesivo

cujo percentual de liberação é de 9,5 mg/24 h.

Cada adesivo transdérmico de 15 cm2 de Exelon® Patch 15 contém:

rivastigmina 27 mg
excipiente q.s.p. 1 adesivo

cujo percentual de liberação é de 13,3 mg/24 h.

Excipientes: dextroalfatocoferol, metacrilato de butila, metacrilato de metila, copolímero acrílico, óleo de silicone.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Exelon® Patch é usado no tratamento de distúrbios de memória e demência1 em pacientes com doença de Alzheimer2 ou doença de Parkinson3.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Exelon® Patch pertence a uma classe de substâncias denominada inibidores da colinesterase. Exelon® Patch tem como substância ativa a rivastigmina que age aumentando a quantidade de acetilcolina4 no cérebro5, substância que é necessária para um bom funcionamento cognitivo6, como por exemplo, o aprendizado, a memória, a compreensão e a orientação, bem como a habilidade do paciente de lidar com situações do cotidiano. Agindo dessa maneira, Exelon® Patch ajuda a diminuir o declínio mental que ocorre em pacientes com a doença de Alzheimer2 ou com a doença de Parkinson3.

Após a primeira dose, concentrações detectáveis no plasma7 são observadas após um intervalo de tempo de 0,5 – 1 hora.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

  • Se você souber que é alérgico (hipersensível) à rivastigmina (a substância ativa de Exelon® Patch, ou a qualquer outro componente da fórmula listado na bula);
  • Se você já teve uma reação alérgica8 a algum medicamento similar a este (derivado do carbamato);
  • Se você já teve uma reação de pele9 que se espalhou para além do tamanho do adesivo, se houve uma reação local mais intensa (como bolhas, aumentando a inflamação10 da pele9, inchaço11) e se não melhorou dentro de 48 horas após a remoção do adesivo transdérmico.

Se isto se aplica a você, informe ao seu médico e não aplique Exelon® Patch.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Tenha cuidado especial com Exelon® Patch, caso:

  • você já tenha tido reações gastrintestinais como náusea12 (enjoo), vômito13 e diarreia14. Você poderá ficar desidratado (perder muito líquido), se os vômitos15 ou diarreia14 forem prolongados;
  • você tenha ou já tenha tido batimentos cardíacos irregulares (palpitação16);
  • você tenha ou já tenha tido úlcera gástrica17;
  • você tenha ou já tenha tido obstrução urinária (dificuldade para urinar);
  • você tenha ou já tenha tido convulsões;
  • você tenha ou já tenha tido asma18 ou doença respiratória grave;
  • você sofre de tremor;
  • você tenha baixo peso corporal (menos que 50 kg);
  • você tenha disfunção hepática19 (problemas no funcionamento do fígado20).

Se um destes casos se aplicar a você, seu médico pode precisar monitorá-lo mais cuidadosamente durante o uso deste medicamento.

Converse com seu médico imediatamente se você tiver inflamação10 da pele9, bolhas ou inchaço11 da pele9 que estejam aumentando e se espalhando.

Se você não estiver utilizando o Exelon® Patch por mais do que três dias, não faça a próxima aplicação sem antes consultar o seu médico.

Pessoas idosas (com idade de 65 anos ou mais)

Exelon® Patch pode ser usado por pacientes com idade acima de 65 anos.

Crianças e adolescentes

O uso de Exelon® Patch em crianças e adolescentes não é recomendado.

Dirigir e operar máquinas

Seu médico irá informá-lo se a sua doença permite que você dirija veículos e opere máquinas com segurança. Exelon® Patch pode causar tontura21 e sonolência, principalmente no início do tratamento e quando há aumento de dose. Portanto, você deve aguardar e certificar-se sobre os efeitos que o medicamento pode lhe causar, antes de se arriscar em tais atividades.

Gravidez22 e lactação23

Informe ao seu médico sobre a ocorrência de gravidez22 na vigência do tratamento ou após o seu término, ou se planeja engravidar. Informe ao seu médico se está amamentando. Durante a gravidez22, os benefícios de Exelon® Patch devem ser avaliados contra os possíveis efeitos ao feto24. Os adesivos transdérmicos de Exelon® Patch não devem ser usados durante a amamentação25. Peça orientações ao seu médico, antes de tomar qualquer medicamento durante a gravidez22 ou amamentação25.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Ingestão concomitante com outras substâncias

Informe ao seu médico ou farmacêutico sobre qualquer medicamento que esteja utilizando ou utilizou recentemente, incluindo aqueles comprados sem prescrição médica.

Exelon® Patch não deve ser utilizado junto com outros medicamentos com efeitos similares (agentes colinomiméticos) ou com medicamentos anticolinérgicos (tais como medicamentos utilizados para aliviar cólicas26 ou espasmos27 do estômago28 ou para evitar o enjoo em viagem).

Exelon® Patch não deve ser administrado concomitantemente com metoclopramida (um medicamento usado para aliviar ou prevenir náuseas29 e vômitos15). Podem ocorrer efeitos aditivos, tais como rigidez dos membros e mãos30 trêmulas.

Se você tiver que se submeter a uma cirurgia durante o tratamento com Exelon® Patch, informe ao seu médico antes de receber qualquer anestesia31, pois a rivastigmina pode exacerbar os efeitos de alguns relaxantes musculares durante a anestesia31.

Cuidado quando Exelon® Patch é administrado concomitantemente com betabloqueadores (medicamentos, tais como atenolol usado para tratar a hipertensão32, angina33 e outros problemas cardíacos). Podem ocorrer efeitos aditivos como bradicardia34 (diminuição do ritmo do coração35), que pode resultar em síncope36 (desmaio, perda de consciência).

Alimentos ou bebidas não afetam a ação do Exelon® Patch, porque a rivastigmina atinge o sistema sanguíneo através da pele9.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use este medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde37.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Os adesivos transdérmicos de Exelon® Patch devem ser conservados em temperatura ambiente (entre 15 e 30 °C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas

Exelon® Patch 5: Sistema transdérmico circular de 5 cm2, de filme bege, com matriz adesiva e protetor do adesivo retangular transpassado.
Exelon® Patch 10: Sistema transdérmico circular de 10 cm2, de filme bege, com matriz adesiva e protetor do adesivo retangular transpassado.
Exelon® Patch 15: Sistema transdérmico circular de 15 cm2, de filme bege, com matriz adesiva e protetor do adesivo retangular transpassado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de administração

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Este medicamento não deve ser usado por crianças.

Não utilize Exelon® Patch se ele estiver danificado ou mostrar sinais38 de adulteração.

Quantos adesivos de Exelon® Patch devem ser aplicados?

IMPORTANTE: somente um adesivo deve ser aplicado por vez. Você deve remover o Exelon® Patch do dia anterior antes de aplicar o próximo. Não corte o adesivo em pedaços.

Como iniciar o tratamento?

Seu médico irá recomendar qual Exelon® Patch é mais indicado para o seu caso. O tratamento geralmente inicia-se com o Exelon® Patch 5 (4,6 mg/24 h). E a dose diária habitual é a de Exelon® Patch 10 (9,5 mg/24 h). Se bem tolerado, seu médico pode aumentar a dose para Exelon® Patch 15 (13,3 mg/24 h).

Apenas um adesivo transdérmico deve ser utilizado por aplicação e deve ser trocado por um novo após 24 horas. Durante o tratamento, seu médico irá ajustar a dose de acordo com as suas necessidades individuais.

Se você estiver sem usar sem usar o Exelon® Patch por mais do que três dias, não utilize o próximo adesivo antes de conversar com o seu médico.

Onde aplicar o Exelon® Patch?

Antes de aplicar o Exelon® Patch, certifique-se de que sua pele9 esteja:

  • Limpa, seca e sem pelos;
  • Sem nenhum pó, óleo, hidratante ou loção que possa interferir na aderência apropriada do adesivo a sua pele9;
  • Sem cortes, erupções e/ou irritações.

A cada 24 horas remova com cuidado qualquer adesivo de Exelon® Patch existente antes de colocar um novo. Ter vários adesivos em seu corpo poderia expô-lo a uma quantidade excessiva deste medicamento, o que pode ser potencialmente perigoso.

Aplicar APENAS UM adesivo por dia em APENAS UM dos seguintes locais (mostrados nas figuras abaixo):

  • parte superior do braço, esquerdo ou direito, ou
  • peito39, lado esquerdo ou direito, ou
  • parte superior das costas40, lado esquerdo ou direito ou
  • parte inferior das costas40, lado esquerdo ou direito.

Evite lugares onde o adesivo pode ser deslocado por roupa apertada.

Ao trocar o adesivo, você deve remover o adesivo do dia anterior antes de aplicar o novo adesivo em uma parte diferente da pele9 (por exemplo, aplique um dia no lado direito do seu corpo e no dia seguinte, no lado esquerdo). Não utilize um novo adesivo exatamente no mesmo local da pele9 no prazo de 14 dias, a fim de minimizar o potencial de irritação cutânea41.

Como aplicar o Exelon® Patch?

O adesivo consiste em um plástico, opaco e fino que deve ser colado na pele9. Cada adesivo é lacrado em um sachê que o protege até o momento da aplicação. Só abra o sachê ou retire o adesivo desta proteção no momento em que for utilizá-lo.

A cada 24 horas remova com cuidado qualquer adesivo de Exelon® Patch existente antes de colocar um novo. Ter vários adesivos em seu corpo pode expô-lo a uma quantidade excessiva deste medicamento, o que pode ser potencialmente perigoso.

  • Cada adesivo é lacrado em um sachê protetor. Você deve abrir o sachê somente quando estiver pronto para aplicar o adesivo;
  • Rasgue ou corte o sachê na marcação e retire o adesivo;
  • Um forro protetor cobre o lado aderente do adesivo;
  • Remova um dos lados deste forro e não toque na parte colante do adesivo com os dedos;
  • Coloque o lado aderente do adesivo sobre a parte superior ou inferior das costas40, parte superior do braço ou peito39, e depois, remova o segundo lado do forro de proteção;
  • Aperte o adesivo firmemente no local por pelo menos 30 segundos utilizando a palma da mão42 para garantir a perfeita aderência do adesivo;
  • Se te ajudar, você pode escrever (por exemplo, o dia da semana) sobre o Exelon® Patch com uma caneta esferográfica fina.

???????Exelon® Patch deve ser utilizado continuamente até o momento de trocá-lo pelo próximo adesivo. Você pode utilizar o Exelon® Patch em diferentes locais do corpo a cada aplicação, a fim de encontrar o melhor e o mais confortável local para você, onde a vestimenta não remova o adesivo através do atrito.

Como remover o Exelon® Patch?

Puxe gentilmente uma borda do Exelon® Patch para removê-lo completamente da pele9.

Caso sobre resíduo de adesivo na sua pele9, cuidadosamente molhe a área com água morna e sabão ou use óleo de bebê para removê-lo. Álcool ou outros líquidos dissolventes (removedor de esmalte43 de unha ou outros solventes) não devem ser usados.

Como descartar o Exelon® Patch?

Após remover o adesivo de Exelon® Patch, dobre-o na metade com a parte aderente para dentro e pressione. Retorne o adesivo usado ao sachê original e descarte de forma segura, fora do alcance das crianças. Lave suas mãos30 com sabão e água após remoção do adesivo. Em caso de contato com os olhos44 ou se os olhos44 ficarem vermelhos após manusear o adesivo, lave imediatamente com água abundante e consulte um médico se os sintomas45 não desaparecerem.

O adesivo pode ser utilizado no banho, na piscina ou no sol?

  • O banho, a piscina ou o sol não devem afetar o adesivo transdérmico de Exelon® Patch. Ao nadar, você pode usar o adesivo sob seus trajes de banho. Certifique-se de que o adesivo não foi perdido durante estas atividades;
  • O adesivo não deve ser exposto a qualquer fonte externa de aquecimento (luz solar excessiva, saunas, solário) por longos períodos.

O que fazer se o Exelon® Patch descolar?

Se o adesivo descolar, um novo deve ser aplicado para o resto deste dia, e depois, troque pelo novo no próximo dia no mesmo horário do esquema habitual.

Quando e por quanto tempo aplicar o Exelon® Patch?

Para ter os benefícios do medicamento, você deve aplicar um novo adesivo todo dia.

Usar Exelon® Patch no mesmo horário todos os dias o ajudará a lembrar quando usar o medicamento. Usar apenas um adesivo de Exelon® Patch por vez e substituir o adesivo por um novo após 24 horas.

Informe ao seu cuidador que você está aplicando Exelon® Patch. Informe também ao seu cuidador se você não estiver aplicando Exelon® Patch por mais do que três dias.

A prescrição deste medicamento precisa de aconselhamento especializado antes do seu início e uma avaliação periódica dos benefícios terapêuticos. Seu médico também irá monitorar seu peso enquanto estiver utilizando este medicamento. Se você tiver dúvidas sobre quanto tempo deve usar Exelon® Patch, fale com o seu médico ou farmacêutico.

Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Não pare de usar Exelon® Patch ou altere a dose sem falar com seu médico.

Se você não vem utilizando o Exelon® Patch por mais do que três dias, não faça a próxima aplicação sem antes consultar o seu médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser cortado.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Ao descobrir que esqueceu de aplicar o Exelon® Patch, coloque um novo adesivo imediatamente. No próximo dia, você deve aplicar um novo adesivo no horário do seu esquema habitual. Nunca use dois adesivos de Exelon® Patch para sobrepor a aplicação esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como todos os medicamentos, os pacientes que usam Exelon® Patch podem experimentar efeitos secundários, embora nem todas as pessoas os apresentem. Não fique impressionado com essa lista de possíveis efeitos adversos. Você pode não apresentar nenhum deles. Esses efeitos tendem a ser mais frequentes quando o paciente inicia a medicação ou passa para uma dosagem maior, e na maioria dos casos desaparecem aos poucos, muito provavelmente porque seu corpo se acostuma com o medicamento.

As reações adversas podem ocorrer com determinadas frequências, que são definidas como segue:

Muito comum

afeta mais de 1 em 10 pacientes

Comum

afeta entre 1 e 10 a cada 100 pacientes

Incomum

afeta entre 1 e 10 a cada 1.000 pacientes

Rara

afeta entre 1 e 10 a cada 10.000 pacientes

Muito rara

afeta menos de 1 a cada 10.000 pacientes

Desconhecida

frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis

Reações adversas muito comuns e comuns

  • Muito comuns (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): se sentir enjoado (reações gastrintestinais tais como náusea12).
  • Comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): perda do apetite, ansiedade, dificuldade de dormir, tontura21, dor de cabeça46, vômitos15, diarreia14, desconforto estomacal após refeições, dor no estômago28, incapacidade de reter adequadamente a urina47 (incontinência urinária48), vermelhidão, coceira, irritação, inchaço11 no local da aplicação (reações na pele9 no local da aplicação), cansaço, fraqueza, perda de peso e infecção49 envolvendo a parte do corpo que é produtora de urina47 (infecção49 do trato urinário50).

Algumas reações podem se tornar sérias

  • Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): depressão.
  • Incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): perda de muito líquido (desidratação51), confusão grave, ver, sentir ou ouvir situações que não existam (alucinações52), perda de coordenação, dificuldade de falar ou respirar e sinais38 de transtornos cerebrais (derrame53), desmaio, batimento irregular, rápido ou lento do coração35 (problemas com ritmo cardíaco), sangue54 nas fezes ou no vômito13 (úlcera gástrica17 e hemorragia55 gastrintestinal).
  • Muito raras (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor grave na parte superior do estômago28, geralmente com náusea12 e vômito13 (inflamação10 do pâncreas56), ataques ou convulsões.
  • Frequência desconhecida: pele9 amarela, amarelamento do branco dos olhos44, escurecimento anormal da urina47 ou náuseas29 sem explicação, vômitos15, cansaço e perda de apetite (distúrbios hepáticos), inflamação10 da pele9, bolhas ou inchaço11 da pele9 que estão aumentando e se espalhando, membros rígidos, mãos30 trêmulas (sintomas45 extrapiramidais).

Se você apresentar qualquer uma destas reações, remova o adesivo de Exelon® Patch e procure um médico imediatamente.

Outras reações adversas

  • Incomuns (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): agitação, agressividade, sonolência (comum em pacientes chineses), agitação incomum, inquietação (hiperatividade), sudorese57, sensação geral de mal-estar.
  • Raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): pressão arterial58 elevada, prurido59 e coceira ou vermelhidão na pele9 em contato com o adesivo (muito comum em pacientes japoneses), coceira, erupção60 cutânea41, vermelhidão cutânea41, bolhas, inflamação10 da pele9 com erupção60, queda.
  • Muito raras (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): rigidez muscular, dificuldade na realização de movimentos (piora dos sintomas45 da doença de Parkinson3).
  • Frequência desconhecida: inquietação, alterações nos resultados de função do fígado20, tremor, pesadelos.

Informações adicionais para pacientes61 com doença de Parkinson3

Algumas reações adversas são menos frequentes em pacientes com demência1 associada à doença de Parkinson3: queda (muito comum); agitação, agressividade, alucinação62, sonolência, rigidez muscular, pressão arterial58 elevada e perda de muito líquido (desidratação51) (comum).

Algumas reações adversas adicionais ou mais frequentes observadas com o uso de Exelon® Patch em pacientes com demência1 associada à doença de Parksinson são: tremores, desenvolvimento de sintomas45 similares a piora da doença de Parkinson3 (diminuição anormal dos movimentos musculares, movimentos lentos anormais, movimentos incontroláveis da boca63, lingua64 e membros) e anormalidades no modo de caminhar (comum).

Se você apresentar qualquer uma destas reações, informe ao seu médico.

Reações adversas adicionais que foram relatadas com Exelon® cápsulas e solução oral

  • Comuns (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): confusão.
  • Raras (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor no peito39, dor muito forte no peito39 (ataque cardíaco), úlcera65 no intestino.
  • Muito raras (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): vômitos15 graves que podem levar a uma ruptura do esôfago66.
  • Uma reação adversa adicional observada com o uso de Exelon® cápsulas ou solução oral em pacientes com demência1 associada à doença de Parkinson3 é a salivação excessiva (comum).

Além disso, você deve informar ao seu médico se tiver qualquer outra reação adversa não mencionada nesta bula.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Se você aplicar acidentalmente mais que um Exelon® Patch, remova todos os adesivos da sua pele9 e então informe seu médico que você aplicou acidentalmente mais que um Exelon® Patch. Você pode precisar de cuidados médicos. Algumas pessoas que usaram acidentalmente muito Exelon® tiveram náusea12 (enjoo), vômito13, diarreia14, pressão alta e alucinações52. Batimento cardíaco lento e desmaios também podem ocorrer.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
 

MS – 1.0068.0099
Farm. Resp.: Flavia Regina Pegorer – CRF-SP 18.150

Importado por:
Novartis Biociências S.A.
Av. Prof. Vicente Rao, 90
São Paulo - SP
CNPJ: 56.994.502/0001-30
Indústria Brasileira

Fabricado por:
LTS Lohmann Therapie-Systeme AG, Andernach, Alemanha

 

SAC 0800 888 3003

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
2 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
3 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
4 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
5 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
6 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
7 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
8 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
9 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
10 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
11 Inchaço: Inchação, edema.
12 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
13 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
14 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
15 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
16 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
17 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
18 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
19 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
20 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
21 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
22 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
23 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
24 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
25 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
26 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
27 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
28 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
29 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
30 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
31 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
32 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
33 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
34 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
35 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
36 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
37 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
38 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
39 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
40 Costas:
41 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
42 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
43 Esmalte: Camada rígida, delgada e translúcida, de substância calcificada que reveste e protege a dentina da coroa do dente. É a substância mais dura do corpo e é quase que completamente composta de sais de cálcio. Ao microscópio, é composta de bastões delgados (prismas do esmalte) mantidos conectados por uma substância cimentante, e apresenta-se revestido por uma bainha de esmalte. (Tradução livre do original
44 Olhos:
45 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
46 Cabeça:
47 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
48 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
49 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
50 Trato Urinário:
51 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
52 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
53 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
54 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
55 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
56 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
57 Sudorese: Suor excessivo
58 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
59 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
60 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
61 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
62 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
63 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
64 Língua:
65 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
66 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.

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