Vacina Adsorvida Difteria, Tétano e Pertusis (acelular) - DTPa

SANOFI MEDLEY FARMACÊUTICA LTDA.

Atualizado em 03/10/2022

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Vacina1 adsorvida difteria2, tétano3 e pertussis (acelular)
Injetável

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Suspensão injetável
Dose de 0,5 mL

VIA INTRAMUSCULAR
USO PEDIÁTRICO ENTRE 2 MESES E 6 ANOS DE IDADE

COMPOSIÇÃO:

Cada dose da vacina1 contém:

Toxoide pertussis (TP) 10 mcg
Hemaglutinina filamentosa (HAF) 5 mcg
Fímbrias (AGG 2 + 3) 5 mcg
Pertactina (69 kDa) 3 mcg
Toxoide diftérico purificado mín. 30 UI
Toxoide tetânico purificado mín. 40 UI
veículo q.s.p. 0,5 mL

Veículo: fosfato de alumínio, alumínio, 2-fenoxietanol, água para injeção4. A vacina1 também pode conter traços de formaldeído e glutaraldeído.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

A vacina1 adsorvida difteria2, tétano3 e pertussis (acelular) (DTPa) é indicada para prevenção de difteria2, tétano3 e coqueluche5 em bebês6 acima de 2 meses como primovacinação ou como dose de reforço para crianças de até 6 completos anos de idade (antes do 7º aniversário).

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Esta é uma vacina1 combinada utilizada para prevenir a difteria2, o tétano3 e a coqueluche5 em crianças. Porém, diferentemente da vacina1 tríplice bacteriana (D.T.P.) usual, a vacina1 DTPa não contém as células7 inteiras da bactéria8 Bordetella pertussis que causa a coqueluche5, mas sim alguns de seus componentes celulares.

A difteria2 é uma doença grave, que pode causar dificuldades respiratórias, problemas cardíacos, distúrbios neurológicos, pneumonia9 e até morte, sendo maior o risco de complicações em crianças e idosos. O tétano3 também é uma doença grave, que causa convulsões e contrações musculares que podem ser tão fortes a ponto de causar fratura10 dos ossos, e pode levar à morte. A coqueluche5 é uma doença que provoca ataques de tosse intensos, que podem interferir na respiração. A coqueluche5 também pode causar pneumonia9, bronquite, convulsões, distúrbios cerebrais e morte. A vacina1 age estimulando o organismo a produzir sua própria proteção (anticorpos11) contra estas doenças. Por ser uma vacina1 acelular, contendo apenas proteínas12 purificadas, a vacina1 DTPa apresenta menor probabilidade de provocar reações adversas.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

A vacina1 DTPa está contraindicada:

  • Em pessoas com reações de hipersensibilidade (um tipo de reação alérgica13 grave) sistêmica conhecida a qualquer componente da vacina1 e/ou em casos de ocorrências potencialmente fatais após a administração de doses anteriores desta vacina1 ou outra contendo os mesmos componentes;
  • Em pessoas com histórico de encefalopatias14 (lesões15 cerebrais), como decréscimo do nível de consciência, coma16, convulsões prolongadas, dentro de 7 dias após uma dose anterior de vacina1 contendo o componente pertussis e que não foram atribuídas a nenhuma causa identificada.
  • Em pessoas com desordens neurológicas progressivas, incluindo espasmos17 (contração muscular involuntária18) infantis, epilepsia19 e encefalopatias14 progressivas.

A vacina1 não deve ser administrada à pacientes nessas condições até que o tratamento tenha sido estabelecido e as condições estabilizadas.

Este medicamento é contraindicado para menores de 2 meses e maiores de 7 anos.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Antes da administração desta vacina1, os pais ou responsáveis pelo paciente devem ser informados sobre os riscos e benefícios da imunização20 e questionados sobre as condições atuais de saúde21 da criança, histórico de hipersensibilidade a esta vacina1 ou similar, assim como histórico de vacinação e presença de contraindicação a imunização20. É extremamente importante que os pais ou responsáveis sejam questionados sobre qualquer sintoma22 ou sinal23 de reação adversa após dose anterior da vacina1.

A vacina1 DTPa não deve ser usada para tratamento curativo de infecções24 causadas por B. pertussis, C. diphtheriae ou C. tetani.

Crianças em processo de recuperação de uma síndrome25 semelhante à coqueluche5 também devem ser vacinadas; a não ser que o diagnóstico26 seja confirmado por cultura, a imunização20 com a vacina1 DTPa deve ser iniciada ou continuada, pois a síndrome25 pode estar sendo causada por outra espécie de Bordetella, por uma Chlamydia ou por algum vírus27. As crianças que tiveram a infecção28 confirmada por cultura devem continuar sendo imunizadas contra a difteria2 e o tétano3, de acordo com o calendário regular de vacinação.

A vacinação deve ser adiada em caso de febre29 aguda, entretanto, desordens com baixo grau de febre29 geralmente não são motivos para adiar a vacinação.

Se algum dos seguintes eventos for observado após a administração de vacinas celulares de pertussis ou que contenha componentes pertussis acelular, a decisão de administrar a vacina1 DTPa deve ser baseada em considerações cuidadosas dos potenciais riscos e benefícios:

  • Temperatura igual ou superior a +40,5°C por 48 horas, não atribuído à outra causa identificada;
  • Colapso30 ou estado similar ao choque31 (episódio hipotônico32-hiporresponsivo dentro de 48 horas após a vacinação);
  • Choro persistente e incontrolável durando 3 horas ou mais dentro de 48 horas após a vacinação; Convulsão33 com ou sem febre29 ocorrendo dentro de 3 dias após a vacinação.

Este produto contém quantidades vestigiais de formaldeído e glutaraldeído como resíduos. Este produto contém fosfato de alumínio e 2-fenoxietanol como excipientes.

A possibilidade de reações alérgicas em pessoas sensíveis aos componentes da vacina1 deve ser avaliada. Reações de hipersensibilidade podem ocorrer mesmo em pacientes sem histórico de hipersensibilidade aos componentes da vacina1. Casos de reações anafiláticas34 têm sido reportados após a administração de vacinas contendo antígenos35 de difteria2, tétano3 e/ou pertussis.

Antes da injeção4 de qualquer biológico, a pessoa responsável pela administração deve tomar todas as precauções conhcecidas para prevenção de reações alérgicas ou de qualquer outro tipo. Tal como todas as vacinas injetáveis, tratamento médico apropriado e supervisão devem estar sempre prontamente disponíveis em caso de evento anafilático raro após administração da vacina1.

Como medida de precaução, uma injeção4 de epinefrina (1:1000) deve estar imediatamente disponível em caso de reação anafilática36 inesperada ou reações alérgicas graves.

Pacientes imunocomprometidos (seja por distúrbios ou tratamento) podem não obter a resposta imune esperada. Se possível, deve-se considerar o adiamento da vacinação até o término do tratamento imunossupressor37. No entanto, vacinação de pacientes com imunodeficiência38 crônica, como a infecção28 pelo HIV39 tanto sintomático40 quanto assintomático, é recomendada mesmo que a resposta imune possa ser limitada. A vacinação deve ser feita de acordo com o calendário nacional.

A vacina1 DTPa não deve ser administrada por via intravenosa, subcutânea41 ou intradérmica. No momento da aplicação, assegure que a agulha não penetrou nenhum vaso sanguíneo. Não administre na região glútea42.

Como com qualquer vacina1, a imunização20 com a vacina1 DTPa pode não proteger 100% dos indivíduos vacinados.

Como toda vacina1 injetável, a vacina1 DTPa pode causar hematomas43 no local da injeção4 em pacientes com desordens sanguineas, como trombocitopenia44, problemas de coagulação45, ou tratamento com anticoagulantes46. Se a decisão for de administrar qualquer medicamento pela via intramuscular para estas pessoas, a aplicação deve ser realizada com cuidado, tomando-se todas as precauções para evitar o risco de formação de hematoma47 após a injeção4.

Uma revisão feita pelo Instituto Americano de Medicina (IOM) encontrou relação causal entre o toxoide tetânico e a ocorrência de Neurite48 Braquial e Síndrome25 de Guillain-Barré. Se a Síndrome25 de Guillain-Barré ocorrer dentro de 6 semanas após a vacinação anterior contendo toxoide tetânico, a decisão de administrar a vacina1 deve ser cuidadosamente avaliada levando-se em conta os potenciais benefícios e possíveis riscos.

O potencial risco de dificuldades respiratórias (apneia49) e necessidade de monitoramento respiratório por 48-72 horas deve ser considerado no momento da administração da série de imunização20 primária a bebês6 muito prematuros (nascidos com ou menos de 28 semanas de gestação), e particularmente aos que tenham histórico prévio de imaturidade respiratória. Como o benefício da vacinação é alto neste grupo de crianças, a vacinação não deve ser suspensa ou adiada.

Para lactentes50 e crianças com maior risco de convulsões do que a população em geral, um antipirético51 adequado pode ser administrado no momento da vacinação com uma vacina1 contendo componente pertussis acelular e nas 24 horas seguintes, para reduzir a possibilidade de febre29 pós-vacinação.

Episódio hipotônico32-hiporresponsivo raramente ocorre após a vacinação com vacinas DTP com componente pertussis de células7 inteiras e ocorrem ainda menos após vacinação com vacinas DTP contendo pertussis acelular. Histórico de episódio hipotônico32-hiporresponsivo não é contraindicação para o uso da vacina1 pertussis acelular, mas nestes casos recomenda-se precaução e acompanhamento.

Desmaio (síncope52) tem sido notificada após vacinação com a vacina1 DTPa. Os vacinados deverão ser observados por 15 minutos após a administração da vacina1 e deverão estar em posição procedimentos para prevenir e gerenciar estes tipos de reações.

Gravidez53 e Lactação54

Não se aplica.

Populações especiais

Uso pediátrico: É recomendado que crianças prematuras em condições clínicas satisfatórias sejam vacinadas com doses inteiras da vacina1 seguindo o esquema vacinal completo para crianças nascidas a termo, independente do peso no nascimento.

Interações Medicamentosas:

A vacina1 DTPa pode ser usada para reconstituir a vacina1 Haemophilus influenzae b (conjugada) do mesmo fabricante, permitindo a administração dessas duas vacinas em uma única aplicação

Verificou-se que a administração das vacinas atenuadas e inativadas rotineiramente utilizadas durante a mesma visita do paciente ao pediatra produziu taxas de soroconversão e taxas de reações adversas semelhantes às observadas quando as vacinas são administradas separadamente. Recomenda-se que as vacinas administradas simultaneamente sejam aplicadas em locais distintos e com seringas separadas. A administração simultânea é sugerida, sobretudo quando existe a preocupação de que o paciente pode não retornar para a vacinação subsequente.

A administração simultânea de vacinas infantis como a vacina1 DTPa, sarampo55, caxumba56 e rubéola57, poliomielite58 oral ou injetável, varicela59, pneumocócica conjugada e hepatite60 B, é incentivada para as crianças que estão na idade recomendada para recebê-las e quando não existem contraindicações específicas para o paciente.

Terapias imunossupressoras, incluindo irradiação, antimetabolitos, agentes alquilantes, citotóxicos61 e corticosteroides (em doses maiores do que a fisiológica62) podem interferir com a resposta imune da vacina1 DTPa.

Crianças que já tiveram difteria2, tétano3 ou pertussis também devem ser vacinadas, uma vez que essas infecções24 nem sempre conferem imunidade63.

Informe ao seu médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde21.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

A vacina1 DTPa deve ser armazenada e transportada entre +2°C e +8°C. Não deve ser colocada no congelador ou “freezer”; o congelamento é estritamente contraindicado.

Prazo de validade: Desde que mantida sob refrigeração, o prazo de validade da vacina1 DTPa é de 36 meses, a partir da data de fabricação. A data refere-se ao último dia do mês indicado na embalagem.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Uso imediato.

Características físicas e organolépticas do produto

Esta vacina1 é uma suspensão injetável. A suspensão injetável apresenta-se turva de coloração branca a amarelado homogêneo.

Como qualquer medicamento de uso parenteral, a vacina1 deve ser visualmente inspecionada quanto à presença de partículas em suspensão ou descoloração antes do uso. Na presença de tais alterações, a vacina1 deverá ser descartada.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Esta vacina1 será administrada na sua criança por um profissional da saúde21. A vacina1 DTPa deve ser administrada pela via intramuscular.

Em crianças menores de 1 ano de idade, a parte anterolateral da coxa64 é o local preferido para a injeção4. Para crianças maiores, o músculo deltoide65 geralmente é o mais indicado.

Dosagem

O calendário de imunização20 da série primária recomendada para a vacina1 DTPa consiste de 4 doses de 0,5mL, cada uma aos 2, 4, 6 e 18 meses de idade.

O esquema recomendado para a imunização20 de crianças deve ser completado com uma dose única de 0,5mL de vacina1 DTPa entre 4 e 6 anos de idade.

Doses fracionadas (doses <0,5mL) não devem ser administradas, a segurança e eficácia de doses fracionadas não foram determinadas.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Se por qualquer motivo a rotina de vacinação não puder ser obedecida, recomenda-se que as três primeiras doses de 0,5mL sejam administradas com intervalos de 4 a 8 semanas entre si, seguidas de uma quarta dose de 0,5mL administrada um ano após a terceira dose.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Como os ensaios clínicos66 são conduzidos sob condições muito variadas, as taxas de reações adversas observadas para uma vacina1 podem não ser diretamente comparadas com as taxas nos ensaios clínicos66 de outra, e podem ainda não refletir as taxas observadas na prática. As informações de reações adversas em ensaios clínicos66, no entanto, fornecem uma base para identificar esses eventos adversos que parecem estar relacionadas ao uso de vacinas e para estimar as taxas dos mesmos. A vacina1 DTPa foi administrada com segurança em mais de 4.000 crianças em ensaios clínicos66. Nestes ensaios, os pacientes que utilizaram a vacina1 DTPa apresentaram taxas consistentemente mais baixas de reações locais e sistêmicas quando comparada àqueles que receberam vacinas contra coqueluche5 de células7 inteiras.

A frequência de reações no local da injeção4 aumentam com o número de doses administradas.

Embora estas reações no local da injeção4 possam resultar em grandes edemas67, a dor é geralmente limitada.

A frequência dos eventos adversos após qualquer dose de vacina1 DTPa aos 2, 4, 6 e 18 meses e entre 4 e 6 anos são apresentados a seguir:

Estudos clínicos

Reação muito comum (>1/10): Sonolência, sensibilidade no local da injeção4, edema68 (inchaço69), febre29, irritabilidade, diminuição do apetite (anorexia70).

Reação comum (>1/100 a ≤1/10): Vômito71, palidez, choro.

o Reação incomum (>1/1.000 a ≤1/100): Convulsões.

o Reação rara (>1/10.000 a ≤1/1.000): Eventos hipotônico–hiporesponsivos (a criança apresenta-se pálida, mole e não- responsiva aos pais. Não foram associados até hoje a nenhuma sequela72 permanente), apatia73.

Os eventos adversos adicionais listados a seguir têm sido relatados espontaneamente durante a comercialização da vacina1 DTPa no mundo todo. Como esses eventos são relatados espontaneamente de uma população de tamanho desconhecido é impossível estimar a frequência com que eles ocorrem ou estabelecer uma relação causal com a exposição à vacina1.

Pós-comercialização

Distúrbios Sanguíneos e Linfáticos: Linfadenopatia;

Distúrbios Cardíacos: Cianose74;

Distúrbios Gastrointestinais: Náusea75, diarreia76;

Distúrbios Gerais e no local de administração:

  • Reações no local da injeção4: dor, urticária77, nódulos, edema68;
  • Reações grandes no local de injeção4 (>50mm de diâmetro), incluindo inchaço69 extenso dos membros que pode prolongar-se no local da injeção4 além de uma ou ambas as articulações78 têm sido relatados em crianças após administração da vacina1 DTPa. Estas reações normalmente começam dentro 24-72 horas após a vacinação, pode estar associada a eritema79, calor, dor ou sensibilidade no local da injeção4 e desaparecem espontaneamente dentro de 3-5 dias. O risco parece ser dependente do número de doses prévias de vacina1 contendo pertussis acelular, com maior risco após a 4ª e 5ª doses.

Distúrbios do Sistema Imune80:

  • Hipersensibilidade, reações alérgicas, reações anafiláticas34 (edema68, edema68 de face81)
  • Prurido82, rash83 generalizado e outros tipos de rash83 (eritematoso84, macular, maculo- papular).

Infecções24 e Infestações: Celulite85 ou abscesso86 no local de injeção4.

Distúrbios do sistema nervoso87:

  • Convulsões: convulsões febris, convulsões de grande mal, crises parciais.
  • Episódio hipotônico32-hiporresponsivo, hipotonia88, sonolência, síncope52.

Distúrbios Psiquiátricos: Gritos.

Informe a empresa sobre o aparecimento de eventos indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através do Serviço de Informação sobre Vacinação (SIV).

Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não há estudos específicos sobre este assunto.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Registro MS nº 1.8326.0346
Farm. Resp.: Mauricio R. Marante CRF-SP nº 28.847

Registrado e Importado por:
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 - Suzano– SP
CNPJ 10.588.595/0010-92
Indústria Brasileira

Fabricado por:
Sanofi Pasteur Limited
Toronto, Ontário, Canadá


SAC 0800 703 0014

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
2 Difteria: Doença infecto-contagiosa que afeta as vias respiratórias superiores, caracterizada pela produção de uma falsa membrana na garganta como resultado da ação de uma toxina bacteriana. Este microorganismo é denominado Corinebacterium difteriae, e é capaz de produzir doença neurológica e cardíaca também.Atualmente, está disponível uma vacina eficiente (a tríplice ou DPT) para esta doença, que tem tornado-se rara.
3 Tétano: Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.
4 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
5 Coqueluche: Infecção bacteriana das vias aéreas caracterizada por tosse repetitiva de som metálico. Pode também ser denominada tosse ferina, tosse convulsa ou tosse comprida, e é produzida por um microorganismo chamado Bordetella pertussis.
6 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
7 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
8 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
9 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
10 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
11 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
12 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
13 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
14 Encefalopatias: Qualquer patologia do encéfalo. O encéfalo é um conjunto que engloba o tronco cerebral, o cerebelo e o cérebro.
15 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
16 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
17 Espasmos: 1. Contrações involuntárias, não ritmadas, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosas ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
18 Involuntária: 1.    Que se realiza sem intervenção da vontade ou que foge ao controle desta, automática, inconsciente, espontânea. 2.    Que se encontra em uma dada situação sem o desejar, forçada, obrigada.
19 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
20 Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
21 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
22 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
23 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
24 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
25 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
26 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
27 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
28 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
29 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
30 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
31 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
32 Hipotônico: Que ou aquele que apresenta hipotonia, ou seja, aquela solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra solução; redução ou perda do tono muscular ou redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular ou nos vasos sanguíneos).
33 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
34 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
35 Antígenos: 1. Partículas ou moléculas capazes de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substâncias que, introduzidas no organismo, provocam a formação de anticorpo.
36 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
37 Imunossupressor: Medicamento que suprime a resposta imune natural do organismo. Os imunossupressores são dados aos pacientes transplantados para evitar a rejeição de órgãos ou para pacientes com doenças autoimunes.
38 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
39 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
40 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
41 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
42 Região Glútea:
43 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
44 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
45 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
46 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
47 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
48 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
49 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
50 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
51 Antipirético: Medicamento que reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, ele não vai afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
52 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
53 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
54 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
55 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
56 Caxumba: Também conhecida como parotidite. É uma doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da caxumba, resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, dor no corpo, perda de apetite, fadiga e dor de cabeça. Cerca de 30 a 40% dos indivíduos infectados apresentam dor e aumento uni ou bilateral das glândulas salivares (mais comumente, das parótidas). Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Em alguns casos pode complicar causando meningite, encefalite, surdez, orquite, ooferite, miocardite ou pancreatite.
57 Rubéola: Doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da rubéola. Resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, aumento dos gânglios do pescoço, manchas avermelhadas na pele, 70% das mulheres apresentam artralgia e artrite. Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em aborto, parto prematuro e mal-formações congênitas.
58 Poliomielite: Doença viral que afeta as raízes anteriores dos nervos motores, produzindo paralisia especialmente em crianças pequenas e adolescentes. Sua incidência tem diminuído muito graças ao descobrimento de uma vacina altamente eficaz (Sabin), e de seu uso difundido no mundo inteiro.
59 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
60 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
61 Citotóxicos: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
62 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
63 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
64 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
65 Deltoide: 1. Que apresenta a forma triangular de um delta (“letra do alfabeto grego”). 2. Em botânica, diz-se do que é ovado e com os dois lados e a base retilíneos, ou quase, assemelhando-se a um triângulo (diz-se de folha). 3. Em geometria, quadrilátero não convexo, com dois pares de lados adjacentes iguais. 4. Em anatomia, o deltoide é um músculo em forma de triângulo, que cobre a cintura escápulo-umeral e a estrutura do ombro.
66 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
67 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
68 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
69 Inchaço: Inchação, edema.
70 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
71 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
72 Sequela: 1. Na medicina, é a anomalia consequente a uma moléstia, da qual deriva direta ou indiretamente. 2. Ato ou efeito de seguir. 3. Grupo de pessoas que seguem o interesse de alguém; bando. 4. Efeito de uma causa; consequência, resultado. 5. Ato ou efeito de dar seguimento a algo que foi iniciado; sequência, continuação. 6. Sequência ou cadeia de fatos, coisas, objetos; série, sucessão. 7. Possibilidade de acompanhar a coisa onerada nas mãos de qualquer detentor e exercer sobre ela as prerrogativas de seu direito.
73 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
74 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
75 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
76 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
77 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
78 Articulações:
79 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
80 Sistema imune: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
81 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
82 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
83 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
84 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
85 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
86 Abscesso: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
87 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
88 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)

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