Preço de Adeforte (Gotas) em Houston/SP: R$ 25,76

Adeforte (Gotas)

LABORATÓRIO GROSS S. A.

Atualizado em 04/01/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Adeforte®
palmitato de retinol + colecalciferol + acetato de racealfatocoferol
Gotas 20.000 Ul/mL + 1.600 Ul/mL + 30 mg/mL

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Solução oral 
Frasco de vidro âmbar com conta-gotas contendo 15 mL do produto.

VIA ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO

COMPOSIÇÃO:

Cada mL (20 gotas) de Adeforte® contém:

palmitato de retinol (vitamina1 A) 20.000 UI
colecalciferol (vitamina1 D) 1.600 UI
acetato de racealfatocoferol (vitamina1 E) 30 mg
veículo q.s.p. 1 mL

Veículo: cremophor RH 40, benzoato de sódio, ácido cítrico, fosfato de sódio dibásico, butilidroxitolueno, álcool etílico, aroma idêntico ao natural de banana, ciclamato de sódio, sacarina2 sádica di-hidratada e água de osmose3 reversa. Contém 0,5 % de etanol.

A equivalência de gotas para cada mililitro e massa por gota4 são, respectivamente, as seguintes: 20 gotas/mL e 50 mg/gota4.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Adeforte® Gotas é utilizado como suplemento vitamínico em dietas restritivas e inadequadas.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A Vitamina1 A tem várias funções no organismo, desempenhando papel essencial na função da retina5 (olhos6), crescimento e diferenciação do tecido epitelial7, reprodução8 e desenvolvimento embrionário, crescimento ósseo e função imunológica. Participa como co-fator em diversas reações bioquímicas. Os sinais9 de hipovitaminose A se manifestam por alterações oculares, diminuição do crescimento e baixa resistência a infecções10.

A Vitamina1 D3 atua regulando a homeostasia11 do cálcio. A vitamina1 D regula a secreção do PTH (ParaThyrokl Honnone), a transmissão do impulso nervoso e aumenta a síntese de RNA. A sua carência se manifesta por fragilidade óssea e irritabilidade neural. Há evidências de que as necessidades aumentam durante a lactação12.

A Vitamina1 E participa da fonnação dos tecidos, da manutenção de suas funções, especialmente nos indivíduos jovens, e anula a fonnação de espécies reativas do oxigênio. Atua sobre o epitélio13 genital e favorece o armazenamento de vitamina1 A Sua carência se manifesta por diversos efeitos, principalmente sobre os sistemas reprodutores, muscular, cardiovascular e hematopoiético.

A suplementação14 dietética repõe as vitaminas A, D e E nas dietas restritivas e inadequadas.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Adeforte® Gotas não deve ser utilizado nos casos de alergia15 aos componentes da fónnula, nas hipervitaminoses A, D e E, na insuficiência renal16 e na presença de doenças ósseas relacionadas ao excesso de fosfato no organismo.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Advertências e Precauções

Vitamina1 A: A relação risco/beneficio da ingestão de vitamina1 A deve ser considerada em situações clínicas tais como fibrose cística17, diabetes18, enfennidade intestinal com diarreia19, hipertireoidismo20, insuficiência21 pancreática, alcoolismo crônico22, cirrose23, insuficiência hepática24, hepatite25 viral, insuficiência renal16 crônica e hipersensibilidade à vitamina1 A.
Em casos de proteinúria26 ou infecções10, a concentração de retino} no sangue27 pode sofrer redução, em parte devido ao aumento da excreção urinária Em doenças renais crônicas, ocorre aumento da concentração do retinol (vitamina1 A).

Vitamina1 D: Uso pediátrico – por causa da variação de sensibilidade, algumas crianças podem ter hiperreação a pequenas doses; a relação risco/beneficio deve ser avaliada em situações clínicas tais como: aterosclerose28, comprometimento da função cardíaca, hiperfosfatemia, doenças hepática29, renal30 ou pancreática, sarcoidose31, diarreia19 crônica e epilepsia32 A margem entre a dose terapêutica33 e a dose tóxica é estreita; um ajuste de dose deve ser realizado assim que for observada melhora clínica. A administração crônica de colecalciferol pode provocar nefrocalcinose e calcificação34 de outros tecidos, inclusive vasculares35; o consumo dietético de alimentos enriquecidos com vitamina1 D, deve ser ajustado para evitar transtornos da superdose de colecalciferol ou de análogos da vitamina1 D.

Vitamina1 E: a relação risco/beneficio deve ser avaliada em situações clínicas tais como hipoprotrombinemia por deficiência de vitamina1 K, anemia ferropriva36, fibrose cística17, problemas intestinais, doença hepática29 e hipertireoidismo20.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Interacão Medicamento-medicamento:

Vitamina1 A: devem ser evitadas doses elevadas de retinol na vigência do uso de anticoagulantes37 cumarínicos para evitar a ocorrência de hipoprotrombinemia; a colestiramina e o colestipol ad­ ministrados por via oral podem interferir na absorção do retinol e as necessidades dessa vitamina1 podem aumentar em pacientes que receberem estes medicamentos; a administração simultânea de retino} com óleo mineral, neomicina, sucralfato e isotretinoína dá a efeitos tóxicos aditivos; anticoncepcionais orais podem aumentar as concentrações plasmáticas de retinol.

Vitamina1 D3: digitálicos aumentam o risco de arritmias38; derivados de vitamina1 D, tais como calcife­rol, calcitrol, dihidrotaquisterol e ergocalciferol, quando administrados conjuntamente, aumentam o potencial de toxicidade39 por efeito aditivo.

Vitamina1 E: não utilizar anticoagulantes37 com grandes doses de tocoferol, pela possibilidade de ocorrer hipoprotrombinemia.

Interacão Medicamento-substância química:

Vitamina1 A: o tabaco diminui a absorção de vitamina1 A (fumantes podem necessitar de doses suple­mentares); alcoolismo crônico22 interfere na habilidade do organismo de transportar e metabolizar a vitamina1 A.

Vitamina1 D3: alcoolismo crônico22 causa depleção40 nos níveis hepáticos de vitamina1 D.

Vitamina1 E: o tabaco diminui a absorção de vitamina1 E (fumantes podem necessitar de doses suple­ mentares de vitamina1 E); alcoolismo crônico22 causa depleção40 nos níveis hepáticos de vitamina1 E. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista sevocê está fazendo uso de algum outro medicamento.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30°C).

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

O conteúdo de Adeforte® lil Gotas deve ser tomado imediatamente após a sua remoção do frasco.

Características físicas e organolépticas do produto

Adeforte® ® Gotas apresenta aspecto límpido, coloração amarelada, odor característico de banana e sabor doce.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Adeforte® GOTAS

10 a 12 kg

12 a 15 kg

15 a 20kg

20 a 25 kg

25 a 30kg

>30 kg e adultos

Posologia diária (dose única)

5 gotas

6 gotas

7 gotas

8 gotas

9 gotas

10 gotas

Concentração de vitamina1 A

5.000 UI

6.000 UI

7.000 UI

8.000 UI

9.000 UI

10.000 UI

Concentração de vitamina1 D

400 UI

480 UI

560 UI

640 UI

720 UI

800 UI

Concentração de vitamina1 E

7,5 mg

9,5 mg

10,5 mg

12 mg

13,5 mg

15 mg

Adeforte® Gotas deve ser tomado por via oral.

A dosagem máxima é a determinada pela posologia do produto.

Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas41, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso você esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da dose seguinte, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo seu médico. Neste caso, não tome o medicamento em dobro para compensar a dose esquecida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Reação rara (ocorre entre 0,01% e O, 1%dos pacientes que utilizam este medicamento): desconforto, fadiga42, fraqueza, letargia43, dor de cabeça44, perda de apetite, perda de peso, náusea45, vômitos46, dor abdominal, diarreia19, prisão de ventre, tonteira, confusão mental, visão47 turva, aumento da fotossensibilidade, febre48, sede aumentada, gosto metálico, aumento da frequência urinária, boca49 seca, dores musculares, nas articulações50 ou nos ossos, máculas51 amarelo-alaranjadas na planta dos pés, na palma das mãos52 ou ao redor do nariz53 e dos lábios, ressecamento da pele54 e dos lábios, rachadura da pele54 e dos lábios, alopecia55 (queda de cabelo56) e irritabilidade.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações

indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SEALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUEAINDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A ingestão de quantidades excessivas de Adeforte® Gotas pode levar a síndrome57 de intoxicação, com grave repercussão orgânica (alguns sintomas41 são dor de cabeça44, tontura58, vômito59, visão47 embaçada, perda de apetite, sede excessiva, fraqueza, hipertensão arterial60, nervosismo, diarreia19, dor abdominal). Recomenda-se ingerir líquidos em grande quantidade e buscar atendimento de urgência61.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. 

DIZERES LEGAIS


Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas41 procure orientação médica.
 

REG. MS -1.0444.0113
Farm. resp.: Mareio Machado CRF-RJN°. 3045 

LABORATÓRIO GROSS S.A.
Rua Padre Ildefonso Peiialba, N°. 389.
CEP: 20775-020 - Rio de Janeiro- RJ - CNPJ: 33.145.194/0001-72
Indústria Brasileira


SAC 0800 709 7770

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
2 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
3 Osmose: Fluxo do solvente de uma solução pouco concentrada, em direção a outra mais concentrada, que se dá através de uma membrana semipermeável.
4 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
5 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
6 Olhos:
7 Tecido epitelial: Tecido epitelial ou epitélio é um tecido constituído por células justapostas, ou seja, intimamente unidas entre si. Sua principal função é revestir a superfície externa do corpo, os órgãos e as cavidades corporais internas. Os epitélios são eficientes barreiras contra a entrada de agentes invasores e a perda de líquidos corporais. Eles têm também funções secretoras, sensoriais e de absorção. O tecido epitelial é um dos quatro tipos de tecidos básicos do nosso organismo, juntamente com os tecidos conjuntivo, muscular e nervoso.
8 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
9 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
10 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
11 Homeostasia: Processo de regulação pelo qual um organismo mantém constante o seu equilíbrio. Em fisiologia, é o estado de equilíbrio das diversas funções e composições químicas do corpo (por exemplo, temperatura, pulso, pressão arterial, taxa de açúcar no sangue, etc.).
12 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
13 Epitélio: Uma ou mais camadas de CÉLULAS EPITELIAIS, sustentadas pela lâmina basal, que recobrem as superfícies internas e externas do corpo.
14 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
15 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
16 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
17 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
18 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
19 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
20 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
21 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
22 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
23 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
24 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
25 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
26 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
27 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
28 Aterosclerose: Tipo de arteriosclerose caracterizado pela formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
29 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Sarcoidose: Sarcoidose ou Doença de Besnier-Boeck é caracterizada pelo aparecimento de pequenos nódulos inflamatórios (granulomas) em vários órgãos. A doença pode afetar qualquer orgão do corpo, mas os mais atingidos são os pulmões , os gânglios linfáticos (ínguas ), o fígado, o baço e a pele.
32 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
33 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
34 Calcificação: 1. Ato, processo ou efeito de calcificar(-se). 2. Aplicação de materiais calcíferos básicos para diminuir o grau de acidez dos solos e favorecer seu aproveitamento na agricultura. 3. Depósito de cálcio nos tecidos, que pode ser normal ou patológico. 4. Acúmulo ou depósito de carbonato de cálcio ou de carbonato de magnésio em uma camada de profundidade próxima a do limite de percolação da água no solo, que resulta em certa mobilidade deste e alteração de suas propriedades químicas.
35 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
36 Anemia Ferropriva: Anemia por deficiência de ferro. É o tipo mais comum de anemia. Há redução da quantidade total de ferro corporal até a exaustão das reservas de ferro. O fornecimento de ferro é insuficiente para atingir as necessidades de diferentes tecidos, incluindo as necessidades para a formação de hemoglobina e dos glóbulos vermelhos.
37 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
38 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
39 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
40 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
41 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
42 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
43 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
44 Cabeça:
45 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
46 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
47 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
48 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
49 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
50 Articulações:
51 Máculas: Máculas ou manchas são lesões planas, não palpáveis, constituídas por uma alteração circunscrita da cor da pele.
52 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
53 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
54 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
55 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
56 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
57 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
58 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
59 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
60 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
61 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.

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