ALIDOR

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda

Atualizado em 03/06/2015

Forma Farmacêutica e Apresentação de Alidor

Comprimidos - embalagens com 20 e 100 comprimidos

Composição de Alidor

                             
 Cada comprimido contém:

Ácido acetilsalicílico .................... 500 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido
(amido de milho, ácido cítrico).
                                                                                                                - INFORMAÇÃO AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento: ALIDOR possui ação analgésica, antipirética e antiinflamatória; o início da ação ocorre 20 a 40 minutos após sua administração.

Cuidados de armazenamento: Na sua embalagem original, ALIDOR deve ser conservado ao abrigo da luz e da umidade.

Prazo de validade: Desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, ALIDOR apresenta prazo de validade de 60 meses. Nenhum medicamento deve ser utilizado após o término do seu prazo de validade, pois pode ser ineficaz e prejudicial para sua saúde1.

Gravidez2 e lactação3: Informar ao médico ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Cuidados de administração: ALIDOR não deve ser tomado por período prolongado sem orientação médica. Não tomar com o  estômago4 vazio. Dúvidas e enganos (como esquecimento de uma dose) nunca devem ser resolvidos (por exemplo, tomando-se uma dose maior mais tarde) por conta própria. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Cuidados na interrupção do tratamento: O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos ao paciente.

Reações Adversas: Informar ao médico ocorrência de reações desagradáveis. A administração de ALIDOR pode provocar, eventualmente, sintomas5 digestivos como enjôos e vômitos6. A ocorrência de escurecimento das fezes (sinal7 de hemorragia8 gástrica grave) deve ser informada ao médico imediatamente.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: o médico deve ter conhecimento da medicação que o paciente estiver tomando.
Durante o tratamento com ALIDOR recomenda-se evitar a ingestão de bebidas alcoólicas.

Contra-indicações e Precauções: na presença de doenças febris em adolescentes, do mesmo modo que para crianças, deve-se evitar o uso do ácido acetilsalicílico, que só pode ser usado sob expressa recomendação médica. Para os casos em que o produto é contra-indicado e para as precauções que devem ser seguidas, vide Informação Técnica.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE1.

Informação Técnica de Alidor

ALIDOR, por sua eficiente ação antiinflamatória é indicado no tratamento dos processos inflamatórios de origem reumática. Como  analgésico9 e antipirético10, ALIDOR está indicado no tratamento sintomático11 da dor e da febre12, presentes em inúmeros quadros como  gripes e resfriados, e ainda, em casos de dores musculares, dores articulares, nevralgias, dores de dente13, dores de cabeça14 e em dismenorréia15.

Indicações de Alidor

                           
Analgésico9, antipirético10 e antiinflamatório.

Contra-Indicações de Alidor

Hipersensibilidade a qualquer um dos componentes de ALIDOR ou a outros analgésicos16, antiinflamatórios ou anti-reumáticos relacionados ao grupo dos salicilatos ou na presença de outras alergias (veja em Precauções).

ALIDOR não deve ser administrado a pacientes com úlcera péptica17 (gástrica e duodenal), a pacientes com tendência patológica a hemorragias18.

ALIDOR deve ser evitado em pacientes com lesões19 hepáticas20 graves, hipoprotrombinemia ou deficiência de vitamina21 K, em casos de insuficiência hepática22 ou renal23, em sintomas5 gástricos ou duodenais crônicos ou recorrentes e também nos pacientes com asma24 brônquica.

Em caso de deficiência de glicose25-6-fosfato desidrogenase, ALIDOR não deve ser usado, pois há o risco de anemia hemolítica26.

Precauções e Advertências de Alidor

O ácido acetilsalicílico só pode ser administrado em adolescentes, do mesmo modo que em crianças, em casos de doenças febris tais como varicela27 e gripe28 virótica, com indicação médica

Pacientes com intolerância a analgésicos16, que têm tendência a manifestações alérgicas (asma24, rinite29, erupções cutâneas30, prurido31, urticária32), que sofrem de febre do feno33, pólipos34 nasais ou infecções35 crônicas do trato respiratório (especialmente quando acompanhadas por sintomas5 parecidos com febre do feno33) e distúrbios gastrintestinais crônicos, devem fazer uso de ALIDOR sob supervisão médica.

Pacientes que utilizam analgésicos16 por períodos prolongados podem desenvolver cefaléia36. Estes não devem ser tratados aumentando-se a dose.

Geralmente, o consumo habitual de analgésicos16, em particular aqueles contendo combinações de vários princípios ativos analgésicos16, pode levar à insuficiência renal37 permanente, com risco de nefropatia38 analgésica.

No caso de operações cirúrgicas, consulte seu médico ou dentista antes da utilizar ALIDOR .

Tratamento concomitante com anticoagulantes39.

Hipersensibilidade a outros analgésicos16, antiinflamatórios ou anti-reumáticos.

Gravidez2 e Lactação3: O uso de ALIDOR durante a gravidez2 deve ser feito depois de haver consultado um médico, especialmente durante os seis primeiros meses de gravidez2. Nos últimos 3 meses de gravidez2 o uso de ALIDOR não deve ser feito, devido ao risco de complicações tanto para a mãe quanto para o bebê durante o parto. Durante a amamentação40 não é aconselhável tomar o medicamento regularmente ou em altas doses.

Interações Medicamentosas de Alidor

Os antiinflamatórios não-esteroidais quando administrados concomitantemente a ALIDOR, têm seus efeitos terapêuticos e secundários aumentados.

Os efeitos não desejados de metotrexato também aumentam com administração concomitante de ácido acetilsalicílico.

O uso concomitante com álcool pode aumentar o efeito irritante sobre o trato gastrintestinal.

Anticoagulantes39 cumarínicos, heparina, e agentes hipoglicemiantes orais41 (sulfoniluréias42) quando administrados juntamente com o ácido acetilsalicílico têm seus efeitos potencializados, requerendo um ajuste posológico.

Há potencialização no efeito de certos fármacos usados para o tratamento de infecções35 bacterianas (sulfonamidas e combinações de sulfonamidas, como ex.: sulfametoxazol /trimetoprima), bem como no efeito de triiodotironina, usada no tratamento de  hipoatividade da glândula tireóide43.

Os níveis sangüíneos de digoxina, barbitúricos e lítio aumentam quando ALIDOR é administrado.

O ácido acetilsalicílico diminui o efeito uricosúrico da probenecida e da sulfimpirazona, bem como diminui o efeito de fármacos anti-hipertensivos.

A furosemida e a espironolactona têm seus efeitos diminuídos pelo ácido acetilsalicílico.

Quando ALIDOR é administrado concomitantemente a um corticosteróide, há um aumento do risco de hemorragia8 gastrintestinal.                                                                                                                   - REAÇÕES ADVERSAS

Reações de hipersensibilidade (erupções cutâneas30 - algumas vezes incluindo eritema multiforme44, doença de Lyell) assim como intolerância a analgésicos16 (broncoespasmo45) são raras, mas podem ocorrer. Aos primeiros sinais46 de uma reação de hipersensibilidade, o uso de ALIDOR deve ser interrompido imediatamente.

O uso prolongado e freqüente pode causar, em raros casos, hemorragias18 gástricas graves. Em casos excepcionais, pode ocorrer anemia47 devido à hemorragias18 gastrintestinais ocultas, após administração prolongada de ALIDOR.

Em pacientes com história prévia de úlcera péptica17 pode haver reagudização do quadro clínico.

Podem ocorrer distúrbios gastrintestinais (náuseas48,vômitos6, diarréias) e aumento do tempo de sangramento.

Se ocorrer vômito49 persistente em adolescentes com doenças febris, isto pode ser um sinal7 da síndrome50 de Reye, uma condição extremamente rara, mas com risco de vida, que requer a interrupção da medicação e tratamento médico imediato.

O uso crônico51 ou prolongado pode levar a distúrbios nervosos centrais (cefaléia36, vertigem52, vômito49, zumbido, distúrbios visuais ou sonolência).

Ácido acetilsalicílico em doses baixas reduz a excreção de ácido úrico. Em certas circunstâncias, pode levar a um ataque uricêmico em pacientes de risco.

Em casos isolados podem ocorrer insuficiência53 na função hepática54 ou renal23 e hipoglicemia55.

Sintomas5 de vertigem52 e zumbido em crianças e idosos, podem ser sinais46 de superdosagem. Nestes casos, deve-se informar o médico. Ao ultrapassar a dose recomendada, pode ocorrer o aumento das transaminases hepáticas20.

Posologia de Alidor

No caso de dor e febre12, a posologia recomendada para adolescentes e adultos é de 1 a 2 comprimidos por vez, com uma dose máxima diária de 6 comprimidos.

Em doenças reumáticas crônicas, para adultos a posologia recomendada é de 1 a 2 comprimidos por vez em intervalos de 6 a 8 horas, com uma dose máxima diária de 10 comprimidos, se necessário.

Em pacientes com distúrbios hepáticos ou renais, a dose deve ser reduzida ou o intervalo entre as doses aumentado.

ALIDOR não deve ser tomado por período prolongado sem orientação médica.

Administração

Alidor não deve ser mastigado, devendo ser ingerido com uma quantidade suficiente de líquido (1/2 copo d' água). Não deve ser  tomado com estômago4 vazio.

Superdosagem de Alidor

Devem ser tomadas as medidas padrão usuais para remover substâncias não absorvidas (lavagem gástrica56). O paciente deve  permanecer em observação e, se necessário, medidas de suporte (respiração, sistema cardiovascular57) devem ser tomadas.

SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR, NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS5 PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA.

ALIDOR - Laboratório

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda
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Suzano/SP - CEP: 08613-010
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Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
7 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
8 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
9 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
10 Antipirético: Medicamento que reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal que está acima do normal. Entretanto, ele não vai afetar a temperatura normal do corpo se uma pessoa que não tiver febre o ingerir. Os antipiréticos fazem com que o hipotálamo “ignore“ um aumento de temperatura induzido por interleucina. O corpo então irá trabalhar para baixar a temperatura e o resultado é a redução da febre.
11 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
12 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
13 Dente: Uma das estruturas cônicas duras situadas nos alvéolos da maxila e mandíbula, utilizadas na mastigação e que auxiliam a articulação. O dente é uma estrutura dérmica composta de dentina e revestida por cemento na raiz anatômica e por esmalte na coroa anatômica. Consiste numa raiz mergulhada no alvéolo, um colo recoberto pela gengiva e uma coroa, a parte exposta. No centro encontra-se a cavidade bulbar preenchida com retículo de tecido conjuntivo contendo uma substância gelatinosa (polpa do dente) e vasos sangüíneos e nervos que penetram através de uma abertura ou aberturas no ápice da raiz. Os 20 dentes decíduos ou dentes primários surgem entre o sexto e o nono e o vigésimo quarto mês de vida; sofrem esfoliação e são substituídos pelos 32 dentes permanentes, que aparecem entre o quinto e sétimo e entre o décimo sétimo e vigésimo terceiro anos. Existem quatro tipos de dentes
14 Cabeça:
15 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
16 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
17 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
18 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
19 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
20 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
21 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
22 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
23 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
24 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
25 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
26 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
27 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
28 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
29 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
30 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
31 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
32 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
33 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
34 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
35 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
36 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
37 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
38 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
39 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
40 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
41 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
42 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
43 Glândula Tireóide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente. Sinônimos: Tireóide
44 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
45 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
46 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
47 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
48 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
49 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
50 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
51 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
52 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
53 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
54 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
55 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
56 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
57 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.

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